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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 553

O Apóstolo Derrotado, e a Batalha Consecutiva

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Capítulo 553 – O Apóstolo Derrotado, e a Batalha Consecutiva

— Mu

O Kyukuropusu marrom-metálico, derrotado pelo trio das filhas mais velhas. A escotilha do tronco dele explode de repente.

De dentro, sai rastejando homem grande, feito arrastando. Homem grande com músculo que parece prestes a estourar, usando máscara de ferro cilíndrica cobrindo o rosto inteiro.

Avental manchado de sangue em vários pontos e luva de couro grossa, aparência estranha, junto com aquela faca de açougueiro, faz lembrar açougueiro. Da máscara de ferro também, faz lembrar carrasco.

— V, vem, "Ierō Ōkā"!

Quando o homem de máscara de ferro estende a mão direita de lado, a grande faca de açougueiro afundada no fundo do mar sobe, voando em direção ao homem de máscara de ferro.

Voando, encolhendo, a faca de açougueiro se encaixa na mão do homem de máscara de ferro, mas, mesmo assim, não é faca de tamanho normal, e sim, tamanho tipo espada longa.

Igual do apóstolo do deus maligno com lança roxa, é. Como imaginei, aquilo deve ser artefato do deus maligno.

— E, eu, cidade deste país, destruir. Bastante destruir.

— Por que faz isso, afinal? Vai até ressuscitar o deus maligno?

Usando [Teleport], de pé no ombro do Kyukuropusu caído, pergunto isso ao homem de máscara de ferro.

Agora, quero informação. Esse homem não parece ser tipo cabeça boa, então tentei conversa, achando que talvez conseguisse extrair algo.

— D, deus maligno? Não sei. Goldo e Sukāretto mandaram destruir, então destruo. S, só isso.

Goldo e Sukāretto? Goludo to Sukāretto… não, Goludo e Sukāretto, será?

Goludo e Sukāretto… deve ser companheiro apóstolo do deus maligno, será.

Goludo… parecido com nome do "Coroa" "Dourado", Gōrudo… não pode ser… não, será pensamento demais.

Mas "não sabe" o deus maligno, é… provisoriamente, é "apóstolo do deus maligno", né? Aquele deus nínite não tá sendo estimado nem pelos próprios seguidores, é?

— A, atrapalha também, destruo. Destruir humano deixa cabeça limpa. Sinto bem. Por isso, destruo.

Com tom de voz que, se conseguisse ver o rosto, provavelmente estaria sorrindo, "nyari", o homem de máscara de ferro pronuncia isso.

Parece que esse cara é pessoa de pensamento parado, só executando o que foi mandado. Não, será que é só fiel ao próprio desejo mesmo. Não difere de assassino em série buscando prazer.

Uso "Olho Divino", aplicando [Analyze] no apóstolo do deus maligno.

À raça divina, existe regra que proíbe usar poder divino diretamente causando grande mudança na superfície, mas só analisar o adversário não deve violar essa regra.

…Han. O coração não bate, e não tem alma. Tipo morto-vivo?

Não, a alma tá transferida pro artefato do deus maligno na mão… conectada ao corpo por algo tipo fio de éter espiritual. Ou seja, quer dizer que, a menos que destrua esse artefato do deus maligno, não morre?

Já deixou de ser humano mesmo, então melhor abater aqui mesmo, mas, sendo artefato do deus maligno recebendo graça do deus maligno, será que dá pra destruir sem poder divino, hein… como esperado, essa regra de "não pode atacar com poder divino" não é rigorosa demais, não?

— P, por isso você também, destruo!

Com a faca de açougueiro na mão, o homem de máscara de ferro salta em minha direção, mirando eu, de pé no ombro do Kyukuropusu.

Desembainho a Buryunhirude da cintura, disparando três tiros em direção ao homem de máscara de ferro saltando, mas, mesmo acertando, sem nem se abalar nem um pouco, golpeia a faca de açougueiro em minha direção.

— [Modo Lâmina]!

Com a Buryunhirude transformada em formato de espada, bloqueio a faca de açougueiro. Impacto considerável chega aos dois braços, mas, se o adversário continuar flutuando no ar, não é impossível aguentar.

— [Power Rise]!

Ativando magia de fortalecimento de força muscular, quando golpeio de vez a Buryunhirude, o homem de máscara de ferro é lançado longe junto com a faca de açougueiro.

O homem de máscara de ferro, lançado até perto da barriga do Kyukuropusu, apesar do corpo grande, pousa com leveza.

— A, aa, meu "Ierō Ōkā" não corta…? I, isso, espada estranha.

— Isso é fala minha.

Primeira vez encontrar arma que a Buryunhirude, feita de material cristalino, não consegue cortar. Se concentrar poder divino, acho que consigo cortar num só golpe, mas isso tá proibido, afinal…

Certo, chegando nesse ponto, realmente vira questão de como derrotar, hein…

Provavelmente, pra derrotar completamente ele, preciso destruir o artefato do deus maligno. Pra isso, preciso usar poder divino, mas isso tá proibido.

Se humano da superfície usar artefato divino que eu fiz, consigo destruir, mas ainda não tá pronto, é.

…Deixa eu ver, empatei?

Não não, espera aí. Isso, é! No [Storage], tem espada dupla divina que o Ende, de outro mundo, tinha rou… deixa eu ver, emprestado! Se usar isso…! Ah, mas eu não posso usar!

As esposas também, sendo meus subordinados, também não pode, e o Ende também, sendo subordinado do tio Buryū, não pode. Poderia pedir pra Meru e o pessoal, mas, sendo o adversário artefato do deus maligno, sem conseguir extrair ao máximo a característica da espada divina, fico levemente ansioso com elas.

Se restar, então…

— Uuu… como imaginei, não tem jeito além de pedir pras crianças mesmo…?

Sendo semideus, as crianças são candidatas mais que apropriadas… muuu…!

Enquanto luto internamente, de novo, o homem de máscara de ferro avança em minha direção.

No ombro do Kyukuropusu, bloqueio de novo com a Buryunhirude a faca de açougueiro golpeada, igual agora há pouco.

Chi, dessa vez, é golpe pesado com força total do quadril…!

— [Boost]!

Aplicando magia de fortalecimento corporal, repelo a faca de açougueiro, e, com o corte de retorno, corto de fora o braço que não segurava a faca, pelo cotovelo.

— Gu!? Gaa!

Quando o homem de máscara de ferro grita, do cotovelo cortado, "zuru!", cresce braço, regenerando num piscar de olhos.

Também tem capacidade de regeneração, é!? Isso é habilidade dele, ou todo apóstolo do deus maligno é assim?

Enquanto penso "tá virando incômodo", do outro lado, chegam o Shuveruturaite e a Jīkurūne.

Já quase todos os Kyukuropusu foram derrotados, a guerra defensiva praticamente terminando, mas por que vêm pra cá?

— Pai!

— Papai!

Achando que o cockpit do Shuveruturaite e da Jīkurūne abriu de repente, a Yakumo e a Furei saltam pra fora.

Pousam com leveza em cima do Kyukuropusu deitado, onde eu e o homem de máscara de ferro nos enfrentamos.

— O que foi, aconteceu o quê!? Perigoso, viu!

— Irmã Moroha… irmã, disse por telefone pra ajudar o pai.

— Disse que a gente era apropriada pra isso!

Aquela irmã Moroha…! Não lê meu pensamento, oras!

Frustrante, mas, chegando nesse ponto, não tem jeito além de depender das crianças mesmo… que pai vergonhoso, hein.

Tiro do [Storage] a espada dupla divina, entregando pras duas, Yakumo e Furei.

Desembainhando a espada curta que emite poder divino, a Yakumo e a Furei prendem a respiração.

— Que, que espada incrível, viu…

— Aa… a katana que recebi do pai também era incrível, mas, comparado a isso…

Não, provisoriamente, é espada divina mesmo, sabe… não pode comparar com minha obra amadora dependente de material.

— Quero que destruam com isso a faca de açougueiro que aquele máscara de ferro tá segurando. No início, talvez seja difícil de usar, mas provavelmente logo se acostuma… acho.

— "Acho", é?

— Papai, papai! Se conseguir fazer bem, será que essa espada vira recompensa e…

— Isso não pode.

— Papai avarento──!

A Furei se contorce, "moumou", tipo fazendo bico. O sangue de maníaca por arma deve estar fervendo, mas isso só não pode mesmo.

— O adversário tem capacidade de regeneração considerável, então tomem cuidado. Naturalmente, eu também vou apoiar…

— Não, tá tudo bem. Vim pra cá enquanto observava a luta do pai, mas, com eu e a Furei juntas, não deve ser tão difícil assim.

Não tão difícil assim…? Opa? Fui difamado de forma indireta também? É que não podia usar poder divino, então tava levemente em dificuldade, sabe…

— V, vocês, atrapalham. Junto com o homem aí, vou destruir.

— …Haa?

Esse maldito de máscara de ferro, o que falou agora pra minha filha? Vou esmagar de verdade mesmo…?

A Furei se intromete diante de mim, dando um passo com assassinato no olhar.

— Para aí, papai. Aquele ali é adversário nosso.

— Não precisa nem o pai aparecer. Deixa a cargo de nós.

Não, Yakumo-chan. "Nem precisa aparecer", que isso, mas, até agora há pouco, era só eu quem aparecia, no entanto.

Sem saber se percebem ou não essa nuance do meu coração, as duas empunham a espada divina, avançando pra frente.

— D, destruo!

O homem de máscara de ferro ergue a faca de açougueiro, avançando contra a Yakumo, que tava mais perto.

Desviando com passo lateral esse golpe pesado, a Yakumo corta com a espada divina na mão a lateral da barriga do homem de máscara de ferro.

— Mu…!?

A Yakumo, cortando, olha desconfiada pra espada divina.

— De fato, isso é difícil de usar mesmo… sensação tipo repelindo minha própria mana, meio desagradável, francamente…

Aa… deve ser sensação assim mesmo, hein. Poder divino de outra pessoa, dizem que é levemente difícil até se acostumar, afinal… eu e a vovó Tokie, sendo status divino de alto escalão, não sentimos tanto assim, mas.

Mesmo assim, sendo semideus, a Yakumo e o pessoal, deve ser porque conseguem só nesse grau. Ataque com poder divino, pra pessoa comum, é sobrecarga em vigor, mana, e até força espiritual, praticamente impossível de manejar.

Talvez esse seja um dos motivos pelos quais espada sagrada e espada divina só heróis escolhidos conseguem usar.

Mais ainda, sinto que também influencia bastante ter ou não graça do deus que fez a espada divina.

A lateral cortada do homem de máscara de ferro vai regenerando. Sinto que a regeneração tá mais lenta que antes. Será que é efeito da espada divina, hein?

— Gaa!

— [Power Rise]!

Dessa vez, a faca de açougueiro golpeada em direção à Furei é bloqueada pela espada divina.

O homem de máscara de ferro parece surpreso pela contenção vinda da Furei, que não chega nem à metade da própria altura.

— E, esmago!

Aplicando ainda mais força, tentando esmagar a Furei junto, mas, com a faca de açougueiro empurrando, "gigigi", uma pequena lasca, "pakiri", faz o homem de máscara de ferro recuar apressado.

— I, "Ierō Ōkā" lascou!? Estranho! Essa espada, estranha!?

Mesmo sendo de outro mundo, espada divina é espada divina. Não vou perder pra arma de deus maligno frustrado, que nem virou deus direito, oras.

A Furei, com o corte de retorno, golpeia mais um ataque no que se chama "Ierō Ōkā".

Dessa vez, a partir de onde lascou, "pishiri", entra uma fissura no corpo marrom-metálico.

— M, meu "Ierō Ōkā"!

— Irmã Yakumo!

— Compreendido.

O golpe da espada divina da Yakumo, que tinha ido pra trás, corta o braço esquerdo grosso do homem de máscara de ferro.

Provavelmente, tentou regenerar, mas, da superfície de corte, "boko!", a carne se ergue, criando algo tipo braço, mas claramente com velocidade de regeneração mais lenta que quando eu cortei antes.

— N, não volta ao normal!? Por quê!?

Completamente em pânico, o homem de máscara de ferro se atrasa em perceber as duas se aproximando, mirando a faca de açougueiro.

"Ha!", parece ter percebido, mas as duas já avançam a espada divina pra cercar a faca de açougueiro.

— Já tarde demais.

— Consegui.

As duas, feito tesoura, cortam com força total a faca de açougueiro em direções opostas dos dois lados.

"Gakya!", som metálico agudo ecoa, e a faca de açougueiro se parte ao meio.

No instante seguinte, o homem de máscara de ferro solta grito agonizante, e, num instante, o corpo dele vira estátua de pedra.

E isso logo vira areia fina, "sarasara", desmoronando no local.

"Garan", som ecoa, e o artefato do deus maligno, sem mais dono, cai em cima do corpo do Kyukuropusu deitado.

A faca de açougueiro cortada ao meio já não tem mais o brilho marrom-metálico, e, feito quando derrotamos a espécie mutante, expelindo fumaça preta, transforma-se em líquido derretido.

— Virou areia, viu…

— Parece que originalmente não tava vivo mesmo. Talvez fosse algo tipo morto-vivo… não, tipo golem, será.

Boneco manipulado pelo deus maligno. Essa imagem vem à mente.

Do lado do artefato do deus maligno, quebrou igual à espécie mutante. Como imaginei, isso era a fonte de poder dele mesmo.

Mas, estranho, hein. Achava com certeza que, se o companheiro corresse perigo, apareceria de novo aquele com capacete de mergulho usando magia de teletransporte.

Bom, naquela hora, talvez tenha sido só coincidência, e também não sei se eles têm consciência de companheirismo tão forte assim. Também existe possibilidade de conseguirem gerar apóstolo do deus maligno substituto mesmo derrotado. Se possível, quero evitar isso, mas…

Bom, agora, vamos ficar feliz por conseguir repelir.

Já quase terminado o combate. Todos os Kyukuropusu foram derrotados, restando só homem-peixe e golem de quatro braços lutando na costa contra a ordem de cavaleiros de Iguretto.

— Como imaginei, essa espada é boa mesmo, viu… ei, papai…

— Mesmo fazendo voz manhosa, isso não muda nada. Vamos, devolve.

— Papai malvado!

Tomo de volta a espada divina da Furei reclamando. A Yakumo devolve dócil.

Bom, se aparecer apóstolo do deus maligno de novo, provavelmente, vou pedir pra usar de novo, mas isso vou manter em silêncio.

Guardando a espada divina no [Storage], soltando suspiro de alívio, chega chamada no smartphone no bolso.

É da Shirahime-san, imperatriz de Ishen. O que será, hein?

— Sim, alô?

『Desculpa, Tōya-dono. Requisição de emergência. Conforme o pacto da Aliança Mundial, requisito empréstimo de Frame Gear.』

— Requisição de emergência? O que aconteceu, afinal!?

Aos países integrantes da Aliança Mundial, tá autorizado empréstimo de Frame Gear. Exceto se for guerra ou algo assim.

Principalmente pra resposta a desastre ou subjugação de besta gigante, mas, sendo requisição de emergência urgente, deve ter acontecido algo absurdo.

『Na capital de Kyō, apareceu grande exército de golem de olho único. Também tem homem-peixe. Estamos defendendo com a barreira da capital, mas não deve aguentar por muito tempo. Peço apoio urgente, por favor.』

— Nã…!

Kyukuropusu em Ishen também!? Iguretto e Ishen ao mesmo tempo…! Droga, será operação de dois fronts!?

Nas capitais dos países integrantes da Aliança Mundial, apliquei barreira pra impedir invasão inimiga.

Isso só pode ser ativado pelo representante daquele país, mas dá pra bloquear até certo ponto ataque de besta gigante.

Mesmo assim, isso é só no caso de algumas unidades de besta gigante. Recebendo ataque repetido de centenas de Kyukuropusu, mesmo essa barreira não deve aguentar.

Preciso me apressar até Ishen…!

Avisando a Shirahime-san que vou logo, explico a situação pro Rei de Iguretto na praia por telefone.

『Entendido. O resto é só algumas dezenas de homem-peixe e golem de quatro braços, então dá pra resolver só com a ordem de cavaleiros de Iguretto. Por favor, vá logo pra Ishen.』

— Muito obrigado!

Terminando rapidamente a conversa com o Rei de Iguretto, dessa vez, conto a situação pra todo mundo. O pessoal da nossa ordem de cavaleiros tá bem ainda, mas fico preocupado se as esposas, com condição física ruim, aguentam batalha consecutiva assim.

『Do que tá falando, isso não é nada. Mais que isso, precisamos ir logo pra Ishen.』

『Nós, quase só ficamos sentadas atrás das crianças, mas dá pra dar ao menos conselho, sabe.』

A fala da Eruze e da Rinze, parece que os outros também concordam. Que forte, minhas esposas. Realmente, não consigo levantar cabeça diante delas.

Aqui, também vou deixar a irmã Moroha e o pessoal, então deve tá tudo bem. Vou colocar todos os Frame Gear em Ishen.

— Certo, então, todo mundo se prepara pro impacto. Vou teletransportar todo mundo de vez pra Ishen.

Sobre a palma da mão da Overload, opero o smartphone, travando alvo em todos os Frame Gear presentes aqui.

O local de teletransporte é a região ao redor da capital de Ishen, Kyō. Vamos atacar pelas costas quem tá aglomerado na barreira.

— [Gate]

Abaixo dos pés de todos os Frame Gear, abre portão de teletransporte, e todos as máquinas teletransportam caindo pra baixo. Também levei junto um pouco de água do mar sem querer, mas isso, por favor, perdoem.

Do portão de teletransporte do lado de Ishen, aberto num local razoavelmente distante do chão, os Frame Gear caídos pousam um atrás do outro no solo.

— Opa!?

Eu, na palma da mão da Overload, quase saio voando pra fora com o impacto do pouso.

『Que bruto, hein. Não dá pra teletransportar com mais cuidado, não?』

— Tava com pressa. Um pouco de brutalidade, deixa passar.

Não tenho jeito além de responder com sorriso contraído diante da reclamação da Sū. De fato, agora foi bruto mesmo. As coordenadas também foram aproximadas.

Mas não errou tanto assim. Na frente, várias centenas de Kyukuropusu se aglomeram na capital de Kyō, e, aos pés deles, tinha bando de golem de quatro braços e demônio tipo cyborg com braço e perna mecânicos.

Aquilo seria o demônio cyborg do relatório da Yakumo? Seria demônio mecânico, será? Batendo asa tipo morcego nas costas, voa.

『Papai, aquilo ali.』

No meio dos Kyukuropusu que a Kūn, na Guriműgerude, aponta, vejo corpo parecido com o Kyukuropusu marrom-metálico com quem tava lutando até agora há pouco.

Sem chifre, corpo dourado-escuro. Um pouco maior que os outros, dois deles.

E, mais um, unidade "com chifre" um pouco maior que Kyukuropusu de tamanho normal.

Sem dúvida, deve ser máquina comandante. Porque essa máquina, diferente das outras, brilha roxo-metálico, segurando na mão lança comprida da mesma cor.

Sem dúvida, deve ser o Ōkiddo, apóstolo do deus maligno que atacou o Reino de Panashesu antes.

A máquina parece mais aprimorada que da vez anterior. Também tem algo tipo propulsor perto do pé.

『Mu, parece que perceberam a gente.』

Junto com a voz da Yakumo, embarcada no Shuveruturaite, o olho único dos Kyukuropusu aglomerados na capital de Kyō vira todo pra cá simultaneamente.

『Ooh, que bom, hein. Achando que talvez fosse isso, mas ter sorte de poder matar de novo mesmo…』

Quando o "com chifre" metálico roxo gira, "kurun", a lança da mesma cor, os Kyukuropusu atrás lançam algo pra cima.

Junto com explosão, pó dourado espalhado ao redor. Droga, de novo veneno divino-demoníaco (suave), é!?

— Todo mundo, tá tudo bem!?

『Tá tudo bem… como esperado, ainda é desconfortável, mas não piorou mais que antes…』

Chega da Yumina voz levemente cansada.

Já recebendo o veneno do veneno divino-demoníaco (suave), pra Yumina e o pessoal, parece que não teve efeito adicional.

Bom, provavelmente, o outro lado não tem intenção de enfraquecer a Yumina e o pessoal. O objetivo deles é enfraquecer o Frame Gear bloqueando o líquido de éter, afinal.

Batalha consecutiva contra apóstolo do deus maligno, é. Vai dar certo…? Não, preciso fazer dar certo.

Observando o metálico roxo "com chifre" se aproximando em nossa direção, renovo minha determinação.


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