Capítulo 598 – A Luta das Crianças, e o Descontrole de Gorudo
A cidade-fortaleza Barerurōru, localizada ao sul do Império de Garudio, tinha várias colunas de fumaça se erguendo, transbordando de gritos das pessoas.
A muralha, que até agora deveria ter protegido contra inimigo externo, tava destruída sem piedade, e, dali, milhares de soldados fundidos-máquina invadiam em massa.
Fora da muralha, ainda mais, centenas de Kyukuropusu se aproximavam pra causar mais dano em Barerurōru, e a Ordem de Cavaleiros do Império de Garudio, pilotando Frame Gear, bloqueava esses.
Diante do portão da fortaleza, a Gurimugerude da Rīn dispara chuva de bala de cristal em direção ao Kyukuropusu.
No céu, a Herumuvīge da Rinze em forma de voo, e, na terra, a Geruhirude da Eruze, lutavam bravamente pra não deixar o Kyukuropusu se aproximar da cidade-fortaleza.
Ali, usando meu [Gate], a máquina exclusiva da Yumina e o pessoal, e o Frame Gear da Ordem de Cavaleiros de Brunhild, entram em combate. A balança, que tava levemente pendendo pro lado ruim, inclina de vez pro lado contrário.
— Finalmente chegou!
— Ajudou muito…!
— Demorou bastante, hein.
— Mesmo assim, apressei, viu… [Espada Voadora Comandada] ativar!
『[Espada Voadora Comandada] ativando』
As doze placas de cristal nas costas do Reginreivu que eu piloto se destacam de uma vez, flutuando ao redor, "kurukuru", feito satélite.
— Mudança de Estado · Punhal
As placas de cristal flutuando se dividem em quatro. As placas de cristal menores mudam pra formato de punhal, e quarenta e oito punhais de cristal começam a girar radialmente ao redor do Reginreivu.
— [Enxame de Espadas Meteoro]!
Os quarenta e oito meteoros voam em direção ao Kyukuropusu, desenhando luz.
Igual chuva de meteoros, os punhais que descem sem errar perfuram o Cristal-Q da cabeça do Kyukuropusu, indo em direção ao próximo Kyukuropusu.
Ataque simultâneo omnidirecional pela grande quantidade de espada voadora comandada é o [Enxame de Espadas Meteoro], mas isso, tudo, eu manejo.
Usando aceleração de pensamento do [Accel], manejo todos os quarenta e oito trajetos de voo. Sinceramente, bem puxado. Nesse estado, sem folga nenhuma pra mover o corpo principal, ficar desprotegido é o ponto fraco.
Depois de derrotar até certo ponto os Kyukuropusu, volto a espada voadora comandada pro Reginreivu. Mais que isso é levemente impossível.
『Como esperado, você tá quebrando regra, hein…』
Chega voz da Rīn da Gurimugerude, que parou de disparar bala de cristal. Não é que consiga fazer isso tantas vezes assim, então acho que não é tanto quebra de regra.
『Avançar────!』
O Frame Gear da Ordem de Cavaleiros avança contra o Kyukuropusu que teve o número reduzido.
Esse lado já deve tá bem mesmo. Resta…
— O soldado fundido-máquina que invadiu a cidade-fortaleza?
『A Ordem de Cavaleiros do Império de Garudio tá lidando com isso. Mas, como esperado, tem quantidade demais…』
Chega relatório da Rinze da Herumuvīge voando acima da cidade.
Mais que o Kyukuropusu grande, esse aqui, com quantidade grande, é mais trabalhoso, de certa forma.
Se magia funcionasse, travava alvo, exterminando de uma vez… sendo que ataque físico funciona, no fim, igual a Rīn e a Kūn fizeram, esmagamento com parede de ferro é mais fácil e eficiente mesmo, hein…
Os cidadãos ainda não terminaram evacuação completa. Diferente das duas cidades anteriores, essa cidade-fortaleza é grande demais. Já comecei o travamento de alvo de todos, mas demora bastante tempo…
E ainda, o que me preocupa é o redemoinho sugando alma que tava nas outras cidades não aparecer no céu aqui. Já terminou a absorção aqui, será?
Enquanto fico duvidando, no submonitor, vejo a figura do Kuon correndo pela avenida principal montado no Kohaku. Atrás dele, a Arisu também tá montada, esperta.
Ao lado, corria o Ende com rosto amargo. O Cavaleiro Dragão do Ende recebeu bastante dano na luta contra o golem Aracnē.
Pensei em fazer ele montar no Cavaleiro Preto sobrando, mas, no momento que a Arisu declarou que ia participar da batalha terrestre junto com o Kuon, ele se ofereceu pro papel de guardião das crianças.
O motivo sendo cem por cento sentimento pessoal era evidente demais, mas, se ficar só com as crianças, talvez surja vários inconvenientes, então, por ora, decidi pedir isso a ele.
Não só o Kuon, indo na frente voando pelo céu, nas costas do Kōgyoku, tava a Yakumo e a Furei, e, atrás disso, nas costas do Ruri, a Yoshino, a Āshia, a Sutefu, o Gōrudo estavam montados.
O Sango e o Kokuyō, sendo lentos, ficaram pequenos, pegando carona junto com a Yakumo e o pessoal nas costas do Kōgyoku.
O destino é a praça central de Barerurōru. Igual foi no Reino de Refan de agora há pouco, quando precisa lutar em lugar amplo, invariavelmente, vira lugar desse tipo mesmo.
No centro da cidade-fortaleza, no local com fonte grande, o Kūn, a Eruna, a Rinne, três, junto com a Ordem de Cavaleiros do Império de Garudio, lutavam contra o soldado fundido-máquina.
Fico preocupado, mas, esse lado, só resta deixar a cargo das crianças. Preciso resolver esse lado rápido, e correr o quanto antes.
— [Água venha, espuma de choque, Baburu Bomu]
Quando a Eruna balança o cajado uma vez, várias esferas de água, feito bolha de sabão, voam em direção ao soldado fundido-máquina.
No instante que essa esfera de água toca o inimigo, causa grande explosão, lançando longe vários soldados fundidos-máquina.
— [Shield]!
Na mão direita da Eruna, a Rinne, saltando por cima do bando de soldados fundidos-máquina caídos, expande [Shield] grande abaixo, sob os próprios pés.
— [Gravity]!
O peso da Rinne, aterrissando em cima desse [Shield], fica milhares de vezes mais pesado, e, pelo [Shield], os vários soldados fundidos-máquina embaixo são esmagados.
Imediatamente, a Rinne salta em cima de outros soldados fundidos-máquina, expandindo [Shield] embaixo, esmagando com [Gravity], repetindo isso.
Feito passo esmagando poça d'água congelada de manhã de inverno, esmaga um atrás do outro.
— Kūn-onē-chan, isso é chato────!
— Isso que é mais eficiente, então aguenta. Eu também queria montar na "Beowulf", ficando descontrolada, sabia?
A irmã mais velha reclamada pela irmã mais nova, o que fazia era repetir tarefa de fazer aparecer, "zwa!", parede de ferro diante do inimigo, derrubando.
Originalmente, o Kūn também queria montar no próprio Armed Gear de armadura pesada desenvolvido por si mesmo, "Beowulf", testando a arma melhorada, mas, como esperado, se fizesse isso, perderia poder de convencimento pra parar essa irmã mais nova de espírito livre.
Provisoriamente, o Kūn tinha consciência de ser a irmã mais velha presente nesse local.
— Será que a Yakumo-onē-sama ou a Furei-onē-sama não chegam logo, hein…
Se isso acontecesse, deixaria todo o cuidado da irmã mais nova a cargo delas, ficando à vontade, resmunga o Kūn no fundo do coração.
E, nessa hora, será que a prece do Kūn chegou, do céu, duas garotas descem pairando, e, os soldados fundidos-máquina diante dos olhos, ambas cortam num só golpe com katana e espada nas mãos. É a Yakumo e a Furei, que saltaram do Kōgyoku.
— Fiz esperar!
— Kūn-chan, se esforçou, hein!
— Onē-sama!
Essas duas irmãs mais velhas, que sempre chegam justo quando desejadas, o Kūn adorava. Como esperado das minhas irmãs mais velhas! Elogia no fundo do coração. Mistura levemente egoísmo, no entanto. Agora, dá pra me mover livremente, pensa.
De trás, algo tipo onda de choque dispara, lançando longe de uma vez os soldados fundidos-máquina. Quando o Kūn se vira, é o irmão único e a noiva dele que chegam montados no Kohaku. Atrás disso, também vejo figura das outras irmãs mais novas. Entre elas, também tinha a figura do Ende, mas o Kūn parecia não se importar tanto assim.
『Deixa eu ver, daqui em diante é nossa vez』
『Se for defesa, deixa comigo』
O Sango e o Kokuyō, descendo das costas do Kōgyoku, aumentam de tamanho. Quando o Sango solta rugido em direção ao céu, ao redor, num instante, se estende barreira tipo padrão de casco de tartaruga.
『O suporte de retaguarda, entra dentro da barreira!』
Quando o Ruri grita, a Eruna e a Yoshino sobem nas costas do Sango. Originalmente, o Kūn também deveria fazer isso, mas ela já tinha chamado do [Storage] do smartphone o Armed Gear exclusivo "Beowulf", montando alegre. Cheia de disposição na linha de frente.
A Yoshino chama do smartphone teclado brilhante tipo vidro semi-transparente, fazendo mana fluir.
— Vamos lá────!
Os dedos da Yoshino tecem melodia animada. A música que toca é tema de filme que retrata aventura de garotos buscando tesouro escondido por pirata lendário.
Sendo perseguidos por família de gângster, as crianças lutam com força de vontade, essa imagem combina com a situação atual, será? A Yoshino, animada, desliza os dedos pelo teclado.
Toda vez que a Yoshino toca a tecla, partícula de luz espalha ao redor, "hajike". Junto com isso, a capacidade física da Yakumo e da Furei vai sendo reforçada.
— Vamos lá, Arisu!
— Sei disso, Rinne!
A Rinne e a Arisu, equipando manopla, avançam em direção ao soldado fundido-máquina. A Rinne, usando [Gravity], socando com força o inimigo, e a Arisu, identificando com precisão o ponto fraco do adversário, cristalizando com o próprio punho.
Sendo idade próxima, e também amigas de infância, a combinação das duas era excepcional.
— Tariyaa!
A Sutefu, envolta em [Prison], com [Accel] em potência máxima, atropela (?) o soldado fundido-máquina. O soldado fundido-máquina caído tinha o golpe final dado corretamente pelo Gōrudo, seguindo atrás dela.
Vendo isso, a Āshia, cortando timidamente com espada dupla o soldado fundido-máquina, solta pequeno suspiro.
— Tendo irmãs mais novas chamativas assim, meu jeito discreto se destaca, francamente…
Falando isso, mas a Āshia também alcança resultado de batalha incomparável com cavaleiro comum.
Desviando gracilmente a lança do soldado fundido-máquina atacando, corta o braço com a espada dupla na mão. Dentro da Āshia, o soldado fundido-máquina é reconhecido como algo tipo zumbi, sem hesitação nenhuma em derrotar isso.
Só que, sente vazio em picar algo que não pode ser comido.
De relance, quando a Āshia direciona olhar pra trás, em cima do Sango e do Kokuyō aumentados, a Eruna empunha o cajado.
Magia não funciona no soldado fundido-máquina. O [Baburu Bomu] de agora há pouco também só lançava longe, sem quase dano, e ali, a Rinne dava o golpe final com [Gravity].
— [Gelo enrole, algema gelada, Aisu Baindo]!
Raiz de gelo rasteja subindo sob os pés do soldado fundido-máquina, restringindo o movimento. Como se esperasse justamente isso, dessa vez, a Yoshino ergue acima da cabeça a esfera brilhando cor platina recebida do Kuon.
— [Armamento do Artefato Divino]!
A esfera cor platina se desfaz feito fio, tecendo na mão dela formato de arco.
Com várias cordas esticadas, é artefato divino exclusivo especial chamado arpa-arco, exclusivo da Yoshino.
A Yoshino desliza o dedo nessas cordas, "pororororon", tocando melodia, esticando ao máximo a última corda assim mesmo.
E, simultaneamente, "zurā!", em toda a frente do arco, aparecem várias flechas de luz.
— Vai────!
A Yoshino dispara várias flechas em direção ao céu.
Essas flechas, no ar, se dividem ainda mais em várias flechas, e inúmeras flechas de poder divino descem, feito chuva de luz, sobre os soldados fundidos-máquina presos no gelo.
Sem errar nenhum, a flecha de luz perfura a cabeça do inimigo, e, num instante, o soldado fundido-máquina perfurado cai um atrás do outro. Vendo isso, a Āshia murmura de novo.
— Sério, tendo irmãs mais novas chamativas assim, meu jeito discreto se destaca, francamente…
Percebendo que a batalha ali terminou, a Āshia guarda a espada dupla na cintura. Nessa Āshia, o Kuon, montado no Kohaku, se aproxima.
— Āshia-anē-sama, tem algo que gostaria que buscasse com [Search]…
— Com [Search]? O que seria?
Diante do pedido do irmão mais novo, a Āshia inclina a cabeça.
— Nos outros campos de batalha que vi, não encontro redemoinho tipo que coleta alma. Mas a alma das pessoas falecidas foi sugada. Acho que talvez esteja escondido em algum lugar.
— …Verdade mesmo, hein.
Na Reino de Regurusu, onde a Āshia lutava até agora há pouco junto com a mãe, também tinha algo desse tipo no céu. Perto do fim da luta, tinha desaparecido, mas, aqui, não tá aparecendo.
— [Search]
A Āshia lembra do redemoinho flutuando acima de Regurusu, trazendo isso à mente, ativando [Search].
— …Subterrâneo, hein. Não sei se escondeu pra não ser descoberto, ou se era mais eficiente assim, mas…
— Subterrâneo, é. De onde, exatamente?
— É pela frente da passagem subterrânea que dá acesso daqui. Bem perto.
Quando a Āshia aponta pra tampa metálica redonda que tava na praça central, a Furei, usando [Aumento de Força], "eiya!", força pra levantar essa tampa.
Descendo pela escada de ferro que tava ali, o Kuon encontra na passagem subterrânea, onde escorre esgoto, o redemoinho visto no campo de batalha anterior.
A linha de luz brilhante sendo sugada, "kirakira", provavelmente, deve ser alma de pessoa falecida.
— Encontrei. Sutefu, dá pra selar com [Prison]?
— Certo!
"Suta!", a Sutefu, que desceu igual ao Kuon pra passagem subterrânea, aplica imediatamente [Prison] no redemoinho sugando alma.
Igual quando o Tōya aplicou [Prison], provavelmente porque a alma sendo sugada foi interrompida, depois de um tempo, o redemoinho desaparece automaticamente.
— Sumiu.
— Obrigado, Sutefu. Com isso, as pessoas vitimadas não vão mais ser usadas.
Acariciando a cabeça da irmã mais nova, o Kuon confirma que o objetivo dos apóstolos do deus maligno, como imaginava, era mesmo coletar alma das pessoas.
Diferente de até agora, pela forma de coletar tão amplamente assim, deduzindo, o Kuon pensa que o outro lado deve estar sem folga nenhuma.
(Tá apressado com algo…? De qualquer forma, sinto que não dá pra dar mais prazo pro outro lado)
Já sabemos até a base deles. Direcionar pra cá o grande exército presente lá quer dizer que a base agora deve estar completamente vazia, será?
— Se for pra atacar, agora… talvez seja a hora.
Enquanto escapa da passagem subterrânea junto com a Sutefu, o Kuon observa o pai e a mãe ainda lutando fora da cidade-fortaleza.
Norte de Aizengarudo, base dos apóstolos do deus maligno localizada no centro do lago vermelho, fortaleza de árvore.
No topo da pirâmide localizada no centro dela, em local tipo altar, o "Coroa" "Dourado", Gorudo, permanecia parado.
Bem acima do altar, tinha redemoinho distorcido feito por [Distorção Espacial], e, dali, a alma de humanos mortos pelo soldado fundido-máquina escorria em direção ao altar. A linha de alma brilhando azul-esbranquiçado gerava paisagem misteriosa.
O anel dourado em cima do altar onde a alma escorria repetia deslize pra direita e esquerda, feito disco de cofre.
Eventualmente, quando esse movimento para, "kachiri", num certo lugar, o espaço dentro do círculo desenhado pelo anel vira escuridão completamente negra, e, no centro disso, pequena luz começa a brilhar.
Isso era luz pequena tipo buraco de agulha perfurada, mas continua brilhando sem desaparecer.
『Conectou… conectou! Hahaha! Finalmente conectou!』
O Gorudo ergue voz de alegria feito ser humano. Diante dessa voz impregnada de loucura, a Tanjerin e a Pīkokku, presentes atrás, sentem leve medo.
— O que, afinal… o que você tá tentando fazer, hein?
As duas, viradas apóstolas do deus maligno, todas, sem exceção, odiavam este mundo. Negando a si mesmas, esse mundo, decidiram destruir isso, levando junto toda a humanidade, demi-humanos, vendendo a alma ao artefato do deus maligno.
Mesmo com motivo diferente, achando que o objetivo do Gorudo também era o mesmo, a Tanjerin começa a ter dúvida chegando até aqui.
Esse golem tá direcionado pra algo diferente de nós de alguma forma. Vislumbra-se sentimento tipo ódio a este mundo, mas não parece sentimento tipo "que seja destruído".
Sendo que golem manifestar emoção até esse ponto é impossível, mas a Tanjerin não consegue ver esse boneco mecânico diante dos olhos como máquina de jeito nenhum.
『Eu não reconheço este mundo. Vou fazer vocês virarem sacrifício pra realizar meu desejo』
Os dois olhos vermelhos do Gorudo, virado, perfuram a Tanjerin e a Pīkokku.
As duas sentem que, ali, viam forte obsessão, ódio, e sentimento de raiva.
『A porta se abriu. Depois disso, se oferecer sacrifício que vira detonador, deve acelerar um pouco』
"Shuru!", da raiz atrás da Tanjerin e da Pīkokku, disparam milhares de trepadeira de planta, prendendo as duas feito em algemas. Num piscar de olhos, as duas ficam feito enterradas na árvore, fixadas no local.
"Karakaran", das mãos das duas, caem a maça de guerra metálico-laranja, e a roda de guerra metálico-verde.
— O que você tá fazendo, hein!?
— Gorudo…! Seu…!
『Deus maligno também é diferente de deus. Era resíduo insignificante, mas, no fim, foi útil mesmo』
Quando o Gorudo estende a mão direita sobre os dois artefatos do deus maligno caídos, ao redor dos dois artefatos do deus maligno, distorce feito derretendo, "gunyari", e os dois artefatos do deus maligno começam a torcer, "mekimeki".
Feito recebendo força absurda aplicada, o cabo da maça de guerra se dobra, e a roda de guerra se distorce.
Com som, "mishimishi", "piki, piki", começa a entrar rachadura no artefato do deus maligno.
Ali, da mão esquerda estendida ainda mais pelo Gorudo, algo tipo miasma preto sopra, entrando dentro do artefato do deus maligno rachado.
Pelo poder divino de [Corrosão], o poder do deus maligno é corroído. A cor metálico-verde vai desaparecendo aos poucos, mudando pra cor esmaecida.
— Ga…!
— Gu…!
Junto com a cor do artefato do deus maligno mudando devagar, o corpo das duas vai virando areia a partir da ponta.
Mesmo com o corpo das duas, presas na árvore, virando completamente areia, o artefato do deus maligno não desaparece.
O brilho metálico do artefato do deus maligno desaparece, e, da parte rachada, vaza miasma vermelho-escuro à vista.
O Gorudo agarra isso, jogando sem cuidado dentro do anel dourado. Por um instante só, tem brilho tipo explosão, e a luz do tamanho de buraco de agulha se expande até tamanho de bola de beisebol. E essa luz, mesmo devagar, aos poucos, aumentando gradualmente, isso ficava claramente visível aos olhos do Gorudo.
『Já falta pouco… já falta pouco. Com certeza, vou recuperar…』
O Gorudo, dentro da escuridão do anel, só ficava observando fixamente a luz se expandindo devagar…