Switch Mode

I’ll Become a Villainess That Will Go Down in History – Capítulo 272

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 272

— Como?

Diante das minhas palavras, o Victor fez uma expressão desconfiada.

— E então, o que você vai fazer por mim? Já que revelou meu segredo, imagino que vá compensar isso à altura, não é mesmo?

— Quem você pensa que eu sou?

— O príncipe do reino de Lavarre. …Então não existe nada que o senhor não consiga fazer, não é mesmo?

Já que sempre sou eu quem é provocada, agora é minha vez de provocar.

Vendo o príncipe surpreso, sem palavras, meu avô continha o riso.

— Que jeito de falar é esse com Sua Alteza!

O Vice-capitão Neel interveio, um pouco afobado.

— É verdade que juramos lealdade ao Príncipe Victor, mas quem sairia perdendo se eu desaparecesse não seria justamente o senhor?

Fiquei encarando o Victor como um teste. Nenhum soldado teria essa atitude comigo.

Mas eu tenho valor. Não é vaidade da minha parte. Venho treinando duro pra não envergonhar o nome de Alicia Williams. Um pouco de liberdade de expressão deveria ser permitida.

De repente, o Victor começou a gargalhar alto.

— É superraro ver o príncipe rindo assim.

— Estando com o Ria, a gente vê vários lados diferentes do príncipe, hein.

Ouvi o Capitão Marius e o Keres conversando baixinho.

— Sério, meu velho pegou uma coisa e tanto, hein.

Victor tentava conter o riso, com os olhos marejados.

Isso foi um elogio, ou um deboche…? Já que é impossível o Victor me elogiar, com certeza foi a segunda opção.

— De fato, agora eu preciso de você. Não posso simplesmente abrir mão de alguém tão útil assim. …As únicas pessoas capazes de ter essa atitude comigo são os três velhos ou uma pirralha.

— "EI" — minha voz e a dos meus avôs se sobrepuseram perfeitamente. Quem precisa corrigir o jeito de falar é o Victor.

— Então, senhorita, o que exatamente você deseja?

Ia dizer "um livro", mas me contive.

Já tenho pessoas dispostas a me educar, então não preciso escolher especificamente um livro… nesse caso, uma espada?

Mas a pessoa com quem estou negociando é um príncipe. Preciso pedir algo com mais valor estratégico… é isso!

— Quero criar um batalhão que eu mesma possa comandar.

— ……………Como?

Diante da minha resposta, o Victor franziu a testa com força.

— Ou seja, você quer minha própria posição?

— Não estou de olho na cadeira do Capitão Marius, viu.

— Por que, sendo algo bom, isso soa tão insolente?

Keres murmurou isso ao lado. O Victor fez uma expressão severa e abriu a boca.

— Não. Existe a possibilidade, mesmo que pequena, de você virar as costas e se aliar ao meu irmão. Não posso simplesmente permitir isso com tanta facilidade agora.

Faz sentido mesmo. …Mas eu também não posso recuar aqui.

Formei o melhor sorriso que consegui. Venho estudando e praticando o sorriso de vilã há tempos. Não importa o que digam, não vou perder a compostura.

— Mesmo sem eu ter um batalhão próprio, no exato momento em que eu virasse as costas pro primeiro príncipe, Vossa Alteza já ficaria numa posição muito desfavorável. Além disso, eu não sou do lado de nenhum dos dois…

— O quê?

— Devo minha gratidão a Sua Majestade, o rei.

— Você disse agora há pouco que jurava lealdade a mim.

— Perdão, me expressei mal. Quis dizer que também jurei lealdade ao senhor.

Victor ficou paralisado, sem conseguir rebater nada.

Não só o meu avô, mas o Kate e o Mark também continham o riso com dificuldade. Cobriam a boca com a mão, mas os ombros tremiam visivelmente.

Príncipe, dessa vez, eu levei a melhor!


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir