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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 377

O Reino de Horn, e o Congresso que Dança

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Capítulo 377 – O Reino de Horn, e o Congresso que Dança

Ilustração do capítulo 377

Reino de Horn.

No mundo real, país agrícola localizado a leste do continente. Essa terra, abençoada com solo fértil e clima ameno, criou zona cultural própria, e evitava diplomacia, exceto com poucos países limitados.

Um dos motivos que originaram isso foi a invasão do antigo Império Celestial Eurono.

O Reino de Horn, até cerca de 100 anos atrás, mantinha território também na parte norte. Essa terra rica foi tomada à força por Eurono.

Naturalmente, o Reino de Horn cortou relações diplomáticas com Eurono, firmando aliança com o Reino de Felsen pra conter Eurono. Depois disso, dizem que manteve por quase 100 anos um estado tipo semi-país fechado.

Dizer "cultura e poder próprios independentes" soa bem, mas não deixar entrar cultura nova também significa ficar pra trás do mundo. Mesmo com Felsen, país aliado, não tentavam absorver aquela cultura mágica.

Quem sentiu essa crise foi Kamura Da Horn, filho e primeiro príncipe do rei anterior, Tonamu Da Horn.

Do jeito que tá, o Reino de Horn não teria novo desenvolvimento. Deveria convidar gente de outros países pra aprender, e absorver ativamente essa cultura — foi o que aconselhou ao pai, o rei.

Mas o pai-rei não aceitou isso, e nasceu atrito entre o rei e o primeiro príncipe. Nenhum dos dois reconhecia o outro, e, dizem, todo dia que se encontravam viravam gritaria. Sendo ambos de personalidade teimosa, nenhum cedia, e a relação entre os dois foi piorando ano após ano.

E, há um ano, tragédia atinge a família real.

Morte súbita por acidente do primeiro príncipe. No meio da chuva, junto com a carruagem, caiu do penhasco, encerrando a própria vida aos 21 anos.

O funeral foi feito em grande escala, e todo o povo lamentou aquela morte prematura demais. Como se perseguisse essa tragédia, dessa vez, o Rei de Horn falece de repente. Foi apenas uma semana depois da morte do primeiro príncipe.

Uns dizem que foi acúmulo de estresse mental, outros dizem que foi agravamento de doença crônica vinda de mal-estar de saúde dos últimos anos.

Funeral de estado foi realizado imediatamente, e todo o país entrou em luto. Diante de tragédias sucessivas, o povo mergulhou em tristeza.

Mas a desgraça do Reino de Horn não terminou por aí.

Normalmente, o próximo rei deveria ser o primeiro príncipe. Mas o primeiro príncipe faleceu uma semana antes. Normalmente, deveria assumir o trono o filho direto do primeiro príncipe, Kuo Da Horn, com apenas um ano de idade.

Naturalmente, uma criança de um ano não tem como governar o estado. Todo mundo achava que o primeiro-ministro do Reino de Horn, e avô materno do jovem rei Kuo, Shubain Adante, se tornaria regente.

Mas quem se opôs a isso foi o irmão do rei, Ganossa Da Horn.

O ex-rei tinha declarado explicitamente que revogaria o direito de sucessão do primeiro príncipe, cedendo o trono ao próprio irmão. Isso, segundo ele, seria monopólio de poder real e usurpação por parte de Shubain.

Por outro lado, o lado do primeiro-ministro Shubain refuta que o ex-rei desejava desfazer o atrito com o primeiro príncipe de algum jeito, buscando reconciliação. E que ele mesmo tinha sido pedido pra fazer essa ponte.

— Sem nenhum dos lados cedendo, eclodiu aqui a disputa de poder entre facção do neto e facção do irmão do rei. Finalmente, chegamos quase ao ponto de guerra civil… é essa a história?

— Exatamente isso.

Diante da fala do Papa de Ramish, o Rei de Felsen assente levemente.

Na estrada rumo ao castelo do Reino de Horn, a carruagem grande do Reino de Felsen continua correndo.

Dentro do veículo, ambiente espaçoso, e, diante de mim, sentam Sua Santidade o Papa de Ramish e Sua Majestade o Rei de Felsen.

E, dos meus dois lados, sentam a Yae e a Sakura, que vieram junto com nome de escolta.

— Felsen vai ficar entre os dois lados e fazer eles conversarem. Nesse meio, quero que Sua Santidade o Papa consiga enxergar a mentira deles.

— Dependendo do resultado, Felsen vai apoiar um lado, é isso?

— Uhum. Se nosso país apoiar, acho que não vão pensar em guerra civil.

Bom, sinceramente, isso mesmo. Mas, se Sua Santidade o Papa fica encarregada de enxergar mentira, o que devo fazer, hein?

— Touya-dono, quero pedir vigilância mágica. Não pense que é impossível, mas pode ter alguém que ataque o irmão do rei ou o primeiro-ministro. Talvez tenha algo que só nós não percebemos.

Entendi. De fato, se for verdade que o grupo sombrio de Eurono está envolvido, existe possibilidade de algo acontecer. São gente que se autodestrói pelo objetivo. Não dá pra saber o que vão fazer.

Respirando fundo pra me concentrar, a carruagem já tinha chegado em frente ao castelo real.

Chamam de castelo real, mas não tem tamanho como Belfast ou Regulus. Construção também, se fosse dizer, é modesta, sem esplendor nenhum.

Se comparar, o quê, hein… tipo Shurijō sem a cor vermelha, mais discreto, talvez. Bom, é só imagem mesmo.

Atravessamos o portão do castelo e entramos no interior. Infelizmente, o portão não parecia com o Shureimon.

Assim que a carruagem para, dos outros veículos que corriam à nossa frente, saltam soldados pertencentes ao Exército Mágico de Felsen. Da carruagem de trás, também descem cavaleiros sagrados de Ramish, alinhando-se em frente à nossa carruagem.

O comandante desses soldados abre a porta da nossa carruagem. Saímos na ordem: Sua Majestade o Rei de Felsen, Sua Santidade o Papa de Ramish, e nós.

— Sejam bem-vindos ao Reino de Horn, Vossa Majestade o Rei de Felsen, Vossa Santidade o Papa de Ramish, Vossa Majestade o Duque de Brunhild.

Diante da porta que leva ao castelo real, um homem está de pé. Idade uns 30 anos, cabelo preto penteado pra trás, usando óculos. Tem imagem tipo burocrata, mas o olhar é afiado. Vestindo roupa étnica assimétrica, com algo tipo faixa sobre o ombro.

— Quem é você?

— Sou um dos quatro marqueses do Reino de Horn, Marquês do Mar Leste, Tōren Hanoi. Espero que se lembre de mim daqui pra frente.

— Quatro marqueses?

Quando falo essa expressão desconhecida, o próprio explica.

— São os quatro marqueses que possuem os grandes territórios do Reino de Horn. Como recebi o grande território leste, voltado pro mar, sou "Marquês do Mar Leste".

O Reino de Horn tem vários territórios, mas, entre eles, quatro são especialmente grandes, chamados respectivamente Marquês do Mar Leste, Marquês da Floresta Oeste, Marquês da Montanha Norte, Marquês da Fonte Sul, parece.

Entre esses, o Marquês da Montanha Norte e o Marquês da Floresta Oeste ficam do lado do irmão do rei, Ganossa Da Horn, e o Marquês do Mar Leste e o Marquês da Fonte Sul ficam do lado do primeiro-ministro, Shubain Adante, dividindo-se completamente em dois.

Ou seja, esse Tōren, Marquês do Mar Leste diante de nós, está do lado do primeiro-ministro.

Marquês Tōren… digamos, Marquês do Mar Leste. O Marquês do Mar Leste nos guia até o interior do castelo.

— Não imaginava que Vossa Majestade o Duque de Brunhild e Vossa Santidade o Papa de Ramish também viriam.

— Queria ver com meus próprios olhos a terra de Horn, famosa por sua beleza pitoresca. Agradeço a Vossa Majestade o Rei de Felsen por ter cedido a isso.

— Entendo. Nosso país quase não tem intercâmbio com nenhum país além de Felsen… acho que isso não é bom, particularmente falando… nesta ocasião, seria uma honra se pudessem servir de testemunhas da nossa conversa.

O Marquês do Mar Leste responde com sorriso amargo. Hmm. Essa pessoa deve ser da facção de abertura do país. Talvez esperando que nós, representantes de estado, apoiemos, servindo de respaldo pra afirmação deles.

Eventualmente, o Marquês do Mar Leste nos guia até um local tipo sala de reunião.

Cômodo luxuoso, com ouro usado aqui e ali na parede e nas colunas. No teto inteiro, um dragão grande esculpido, bem chamativo. Nunca imaginaria isso pela discrição do prédio.

Por ora, sentamos no lado norte das mesas dispostas em formato "口", e atrás de nós, se alinham vários soldados de Felsen e cavaleiros sagrados de Ramish, como escolta.

O Marquês do Mar Leste sai do cômodo dizendo que vai chamar os representantes dos dois lados. Depois disso, observo o cômodo, e encontro a origem da energia mágica que sentia desde há pouco.

— Hn~…

— Touya-dono? Aconteceu algo?

A Yae percebe meu olhar e puxa conversa.

— O olho do dragão esculpido naquele teto. E a joia segurada dos dois lados. Provavelmente, é artefato mágico com encantamento aplicado.

— Hã?

— Bom, não deve ser algo que causa dano. Provavelmente, é algo tipo [Silence], evitando som vazar pra fora, e barreira que bloqueia magia de teletransporte, além disso, um círculo de barreira defensiva simples… talvez.

Ou seja, o som deste cômodo não vaza pra fora, magia de teletransporte é anulada, e, se tentarem machucar alguém, magia defensiva ativa, digamos. Não sei o grau exato disso. Certa medida de segurança foi tomada, então.

Eventualmente, das duas portas dos lados esquerdo e direito de onde estávamos sentados, se abrem simultaneamente, como se ajustado o timing, e as pessoas dos dois lados aparecem.

Em termos de posição, nenhum dos dois está atualmente no trono, então continuamos sentados. A Yae e a Sakura se levantam e curvam levemente a cabeça.

Cada um cumprimenta.

À nossa esquerda, liderando, o primeiro-ministro Shubain Adante, junto com o Marquês do Mar Leste anterior, Tōren Hanoi, e o Marquês da Fonte Sul, Nabaito Cherumin.

O primeiro-ministro Shubain, idade quase 70, mesmo sendo idoso, tem brilho no olhar que não descuida de nada. Barba branca no queixo, rugas profundas e nariz de águia demonstram a força de vontade dele. Aparenta ser tipo que não aceita brincadeira nenhuma.

Em contraste, o Marquês da Fonte Sul, Nabaito, é homem de meia-idade acima de 30 anos, corpo tipo metabólico. Parece gentil, mas, talvez por tensão, desde há pouco não para de enxugar suor do rosto com o lenço. Parece pessoa de coração fraco.

Do outro lado, à direita, liderando, o irmão do rei, Ganossa Da Horn, junto com o Marquês da Montanha Norte, Hōkusu Maniusu, e o Marquês da Floresta Oeste, Seiria Suīru.

O irmão do rei, Ganossa, tem se não me engano 40 anos. Homem grande, corpo bem treinado. Bigode e cabelo bem pretos ainda mantêm juventude viril. Olhar afiado, sem dúvida é pessoa mais militar que letrada.

Sentado ao lado dele, o Marquês da Montanha Norte, Hōkusu, é velho passado dos 60. Vovô de clima descontraído, difícil de captar. Parece com o velho Naitō, nosso. Tipo lanterninha na sombra, hein.

Última pessoa, a Marquesa da Floresta Oeste, Seiria. Cabelo castanho-avermelhado, único ponto feminino entre os marqueses.

Idade parece início dos vinte anos. Jovem, hein. Mas a postura firme parece indicar que não é fácil de lidar. Impressão inicial só, mas tem imagem de teimosa e inflexível. Bela, mas prefiro não me aproximar muito, talvez.

Além disso, atrás de cada um, ficam soldado de escolta e assessor próximo.

Primeiro-ministro Shubain. Marquês do Mar Leste, Tōren. Marquês da Fonte Sul, Nabaito.

Irmão do rei, Ganossa. Marquês da Montanha Norte, Hōkusu. Marquesa da Floresta Oeste, Seiria.

Começa a reunião pra discutir o futuro do Reino de Horn.

— Meu irmão negava o pensamento do Príncipe Kamura. Dizia que aquele pensamento poderia abalar o fundamento do Reino de Horn. Por isso, revogou o direito de sucessão dele e prometeu ceder o trono a mim.

— Mas não existe prova de que essa promessa foi feita. Se realmente o direito de sucessão fosse revogado, tudo bem, mas, seguindo a lei, o trono deveria ser herdado pelo primeiro filho do Príncipe Kamura, o Príncipe Kuo.

— O senhor primeiro-ministro está dizendo que eu minto?

— Não digo isso. O rei se preocupava muito com o atrito com o príncipe. Talvez tenha sido só momento de fraqueza naquela hora… esse tipo de coisa pode acontecer.

O primeiro-ministro Shubain e o irmão do rei Ganossa. Nenhum dos dois cede, continuando em paralelo.

Como o primeiro-ministro diz, se estivesse bêbado, ou depois de discutir com o falecido príncipe, faz sentido soltar algo sem querer…

Sem intenção nenhuma, mas acabou falando… existe essa possibilidade também. O problema é que o irmão do rei acreditou completamente nisso.

— Uma coisa que quero confirmar, senhor primeiro-ministro. No dia em que meu irmão faleceu, é verdade que houve discussão entre o senhor e meu irmão?

— ……É. É verdade, mas o que tem?

— Segundo pessoal do castelo, meu irmão dispensou todo mundo por ter assunto importante a tratar. Não poderia me contar o conteúdo dessa conversa?

Recebendo o olhar de encaramento do irmão do rei Ganossa, o primeiro-ministro Shubain abre a boca devagar.

— …Só relatei a vontade do falecido Príncipe Kamura. Aconselhei que Horn deveria abrir nova porta, pra não ficar pra trás do mundo. Mas o rei não aceitou, e virou discussão…

— Sério mesmo? Naquela hora, meu irmão não falou pro senhor que ia ceder o trono a mim? Existem alguns pontos duvidosos sobre a morte do meu irmão. Não tem nada em mente, senhor primeiro-ministro?

— …Não entendo o que quer dizer.

Hn? Não pode ser, será que o primeiro-ministro matou o rei?

Não, não, só porque quer abrir o país, mataria o rei?

Ah, se o rei desaparecer, como regente, poderia usar o país livremente. Motivo suficiente, então.

Os dois se encaram, mantendo silêncio. Sinceramente falando, os dois me parecem suspeitos.

Bom, é justamente pra esse tipo de momento que trouxemos Sua Santidade o Papa.

Pouca gente conhece o "Olho Mágico da Verdade e Falsidade" de Sua Santidade, que enxerga mentira. Ainda mais no Reino de Horn, praticamente em estado de país fechado.

Puxo conversa baixinho com Sua Santidade, sentada ao lado.

— Como está? Deu pra saber quem está mentindo?

— Isso é que…

Sua Santidade inclina a cabeça, com expressão de dúvida.

— Nenhum dos dois está mentindo… acho.

— Eh? C, como assim?

— Não tem reação de estar mentindo. Ou os dois estão falando a verdade, ou acreditam nisso… ou talvez tenham algo que repele meu olho mágico…

Artefato mágico que repele olho mágico, ainda não vi um exemplo assim, mas, se olho mágico for tipo de magia sem atributo, isso não seria impossível.

Mas não sinto que carreguem algo assim…

— O senhor primeiro-ministro é avô do Príncipe Kuo. Virando regente, poderia exercer ainda mais poder do que até agora. Mas, com Vossa Senhoria Ganossa presente, isso não seria possível. Exatamente um espinho no olho, digamos.

— O que quer dizer, Marquês da Montanha Norte?

Quando o velho Marquês da Montanha Norte, descontraído, abre a boca, o Marquês do Mar Leste, do lado oposto, encara com olhar afiado.

— Ah, é que, no caminho pro castelo real, a roda da carruagem de Vossa Senhoria Ganossa se soltou, por pouco não causando ferimento grave. Aquilo, um pouco de azar, e talvez tivesse até morrido.

— Como assim?

Voz de surpresa escapa do lado do primeiro-ministro.

— Achei que fosse acidente vindo de desgaste, mas é bem estranho, sabe. O Príncipe Kamura também faleceu por acidente de carruagem… não tem nada em mente, senhor primeiro-ministro?

— Não teria. Não entendo por que teria que perguntar isso.

— É assim, hein…

Sorrindo, mas o olhar do velho Marquês da Montanha Norte não desgruda do primeiro-ministro. Será que a roda solta foi acidente simples? Ou…

De novo dirijo o olhar a Sua Santidade, mas de novo ela balança levemente a cabeça em negativa.

Não acho que o primeiro-ministro tenha motivo pra matar o Príncipe Kamura. É marido da própria filha, afinal.

— …Por ora, vamos fazer um intervalo.

Diante da fala do Rei de Felsen, os representantes dos dois lados se retiram pelas portas de onde vieram.

Encosto fundo na cadeira e solto um suspiro grande. Ambiente tenso assim é duro mesmo. Fica sempre se encarando o tempo todo.

Bebo o chá servido por uma criada de Horn (usava roupa étnica, então talvez não seja exatamente criada). Gostoso. Parece com chá de Ishen, mas um pouco diferente. A Sakura belisca algo tipo biscoito de acompanhamento.

— Gostoso. Rei, experimenta?

— Deixa ver? Uau, bem gostoso mesmo.

— Uhum. Quero levar de souvenir pra todo mundo.

A Sakura sorri. É tipo remédio suave pra aliviar o ar tenso. Reconfortante…

O Rei de Felsen, que estava pensativo de braços cruzados, dirige o olhar pra cá, relaxado.

— O que o duque achou da reunião de agora?

— Não sei dizer. Sinto que ambos falam verdade, mas também sinto que ambos são suspeitos.

— Hmm… isso não vai a lugar nenhum assim.

— Sinto muito. Não consegui ajudar…

— Ah, não, não é culpa de Vossa Santidade…

Diante de Sua Santidade com os ombros caídos, o Rei de Felsen tenta consolar apressado. Vendo essa cena, acabo sorrindo com dificuldade, quando,

— Kyaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!

Chega um grito feminino, tipo rasgando seda. Este cômodo tem magia à prova de som, mas isso só significa que som de dentro não vaza pra fora; som de fora se ouve normal.

A voz veio da porta do lado do primeiro-ministro. Imediatamente abro essa porta e saio disparado pro corredor.

No fundo do corredor, multidão de gente. Diante da porta aberta, uma mulher tremendo, agachada. Aquele grito de agora há pouco deve ser dessa pessoa.

Entrando no cômodo aberto, um homem estava caído de bruços. Deixando poça de sangue vomitado no tapete, completamente sem vida, esse homem era ninguém menos que o próprio Marquês da Fonte Sul, Nabaito Cherumin…


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