Capítulo 418 – A Sede, e o Poder da “Rainha”
Continuando do capítulo anterior, não é ponto de vista do protagonista.
Corre pelo chão. Os propulsores das costas e da cintura aceleram ainda mais o Dragão Cavaleiro.
Saca das costas as duas espadas curtas feitas de material cristal. O falso cavaleiro montado pelo Zeno, contra o Dragão Cavaleiro avançando, também abate a espada dourado-escura na mão direita.
"Gakyaa!", som pesado e surdo, e espada e espadas curtas colidem.
— Q…!
Internamente, o Ende ergue voz de surpresa. Material cristal feito de fragmento de Phrase. Nunca imaginou que as espadas curtas, reforçadas com a mana absurda do Touya, seriam bloqueadas com tanta facilidade assim.
Fluindo, empunha a espada curta da outra mão, mas isso também é bloqueado pelo escudo. Parece ser feito de material parecido com o da espada.
— Essa espada e escudo não são coisas normais, né?
— «Kukuku, exato. Produção especial que a Yura melhorou. Detesto ter ficado em dívida com aquele desgraçado, mas.»
De fato, mesmo aos olhos do Ende, dá pra ver algo tipo "Ki" sinistro pairando na espada e no escudo. Daquela aura tremeluzente feito miragem, sente-se poder maligno.
— …Antes, não tinha esse tipo de poder assim, hein…
O Ende murmura sem querer, sorrindo amargamente. Isso será a tal [Característica de Servo] que o Touya mencionava? Fica surpreso consigo mesmo.
Se isso é [Característica de Servo], sem dúvida deve ser proteção do deus marcial, seu mestre. Sentindo alegria e ao mesmo tempo desconforto sutis, o Ende mantém distância do falso cavaleiro.
— Primeiro, preciso arrastar esse aí pra fora dessa sucata.
O Ende de novo abre totalmente o acelerador do Dragão Cavaleiro, entrando em ataque. Repete corta e recua, corta e recua, técnica de hit and run.
Ataque aproveitando mobilidade é justamente a essência real do Dragão Cavaleiro. Pouco a pouco, mira brecha pra causar dano.
— «Hah! Fraco. Fraco demais, garoto! Esse tipo de ataque miúdo, acha que consegue me cortar!?»
O braço do Dragão Cavaleiro atacante é golpeado com força pelo escudo, calculado no timing. Não bloqueando a lâmina com o escudo, e sim golpeando o braço antes disso.
Com o impacto repentino, o pescoço do Dragão Cavaleiro, desequilibrado, é alvo, e a espada dourado-escura é abatida em movimento horizontal.
— Ugh!
Instintivamente, o Ende afunda a máquina, desviando dessa espada. Não, precisamente falando, não conseguiu desviar completamente, e a ponta da antena-chifre direita é cortada.
Ainda agachado, coloca as marchas dos dois pés em ré, movendo-se em alta velocidade pra trás.
— «Não vou deixar fugir!»
O falso cavaleiro montado pelo Zeno arremessa o escudo em direção ao Dragão Cavaleiro fugindo. O escudo arremessado gira em alta velocidade, virando arma afiada, quebrando uma das rodas direitas.
— Otto!
Com o pé direito de repente ficando inoperante, desequilibrando, o Dragão Cavaleiro cai no chão. Imediatamente, o falso cavaleiro do Zeno avança até ali, abatendo a espada de cima.
— Ugh!
Instintivamente defletindo com espada curta, mas o quadro do pulso do Dragão Cavaleiro range diante daquela força.
Originalmente, o Dragão Cavaleiro, pra manter a mobilidade, tem blindagem fina e frame básico não muito resistente. O hit and run mostrado antes é a base do estilo de luta dele; não é máquina feita pra trocar golpes.
— «O que houve! Não me diga que já acabou! Me diverte mais!»
— Igual o Gira, esse aí também, é cansativo conviver com espécie combatente, hein… desculpa, Meru. Será que dá pra emprestar um pouco de poder?
— Claro. Essa é minha luta também.
— «Hn?»
O Dragão Cavaleiro deixa cair as duas espadas curtas no chão.
No instante seguinte, "pakipakipaki…", do cotovelo pra frente do Dragão Cavaleiro, surge cristal, envolvendo os dois braços. Transparente feito gelo, num piscar de olhos, envolve os dois braços do Dragão Cavaleiro, formando manoplas com duas pontas afiadas na extremidade dos punhos. Igualmente, da altura do joelho até a canela também recebe revestimento de cristal.
— «[Armamento de Cristal], é? Assim que se faz.»
O espécie dominante de Phrase, alterando o espírito pro modo de combate, consegue fortalecer o corpo em cristal. Normalmente, só o próprio interessado consegue fazer isso; fazer em outra pessoa, e ainda mais em objeto inorgânico, só a "Rainha" conseguia.
Só gerar cristal, ou prender o oponente com isso, até o Zeno conseguia. Mas transformar em formato adequado, conceder vários encantamentos, reforçar — isso ele não conseguia fazer.
A habilidade de manipulação de cristal dos espécies dominantes, gênia do "Técnica de Cristal" — essa era a "Rainha" de Phrase, a Meru.
Desde a época servindo sob essa "Rainha", o Zeno sempre carregou dentro do peito uma pequena chama ardente.
O irmão caçula dela tinha desejo de absorver o poder que a "Rainha" possui e virar "Rei" ele mesmo, mas o Zeno é diferente.
Quer, com o próprio poder, esmagar essa "Rainha", gênia até de gerar técnica de cruzar dimensão e atravessar mundos. Ostentando o próprio poder, quer estilhaçar completamente aquele "núcleo" no fim da luta.
Não é ódio. Mais próximo de admiração. Justamente por isso, o Zeno carregava desejo distorcido de querer destruir com as próprias mãos.
Mas, de repente, a "Rainha" desapareceu do "Mundo Cristalino". A sensação de perda daquele momento é indescritível.
Reencontrar essa "Rainha" assim de novo — por isso, o Zeno agradece do fundo do coração ao homem chamado Yura.
Por isso, precisa eliminar o que atrapalha a luta com a "Rainha". Primeiro, precisa eliminar o garotinho montado nessa máquina.
O falso cavaleiro montado pelo Zeno abate a espada na mão contra o Dragão Cavaleiro, agora desarmado.
"Gakiin!", com som agudo, a espada do falso cavaleiro é bloqueada pela manopla do Dragão Cavaleiro.
— «Q!?»
— Certo, a partir daqui, sirvo de oponente com técnica ensinada diretamente pelo mestre.
Segurando a mão que empunha a espada, feito enrolando, com a mão esquerda, e puxando, esmaga com a mão direita, de baixo pra cima, a região do cotovelo. "Gagya!", com som surdo, o cotovelo direito do falso cavaleiro pilotado pelo Zeno é destruído.
Mesmo sendo falso cavaleiro, a parte fina da blindagem é justamente a região da articulação. Pra reproduzir movimento igual ao humano, a parte móvel inevitavelmente precisa ser assim.
Mesmo assim, sendo companheiro do mutante, se regenera. No caso do falso cavaleiro comum, o esqueleto dourado, seu piloto, é o núcleo dessa habilidade, mas o falso cavaleiro espinhoso montado pelo Zeno e o pessoal tem essa habilidade carregada pelo próprio espécie dominante montado.
Afinal, mutante é o "mutante" de Phrase. Não seria estranho o espécie dominante conseguir fazer o que o esqueleto dourado consegue.
Mas, mesmo assim, Phrase e mutante são semelhantes, mas diferentes. Não conseguia regenerar suave feito o próprio corpo.
E o discípulo do deus marcial não deixa passar essa brecha.
— Técnica secreta do Estilo Deus Marcial, Palma Espiral de Deus Serpente
A palma do Dragão Cavaleiro, carregada de leve Ki Divino, envolta em luz espiral, ataca o cockpit do falso cavaleiro.
— «Nugu!?»
Instintivamente, o Zeno bloqueia isso com a mão esquerda restante. Foi ação por sentir crise instintivamente, e esse julgamento cultivado no campo de batalha estava correto.
Só o som foi grandioso, mas o Zeno sentiu como se fosse batido levemente. Mas o braço esquerdo do falso cavaleiro que bloqueou é destruído, feito doce açucarado desmoronando.
— Errei o alvo, hein…
— «Que poder é esse…!»
— Segredo.
Mesmo sendo servo de deus manipulando Ki Divino, pro Ende, ainda iniciante recém-começado, esse poder é tipo algo emprestado. Não a ponto de manipular livremente. Mesmo assim, sendo servo de deus marcial, especialista em controle de "Ki" em combate, essa parte é treinada minuciosamente. Ao ponto de enjoar.
— Originalmente não sou bom em lutar com arma. Só é mais eficiente lutar assim com o estilo de combate desse Dragão Cavaleiro.
Se lutasse no estilo do Deus Marcial com o Dragão Cavaleiro, fraco em receber impacto, o punho batido se esmagaria, ficando inutilizável.
A Gerhilde da Eruze e o Dragão Cavaleiro, especializada em combate corpo a corpo, são diferentes. Se fosse lutar tipo igual à Gerhilde, precisaria de modificação drástica. O Ende gosta do Dragão Cavaleiro do jeito que é, e, achando que não precisava chegar a esse ponto, recusou modificação.
Normalmente, o Dragão Cavaleiro não é capaz de trocar soco assim, mas, graças ao [Armamento de Cristal] da Meru, consegue lutar no estilo original do Ende. E, de brinde, resistência o suficiente pra aguentar até fluir Ki Divino.
Com isso, dá pra fazer certo grau de imprudência, julga o Ende. Mesmo dizendo isso, com a capacidade do Ende, condensar Ki Divino tem limite de mais uma vez.
O braço direito destroçado do falso cavaleiro se regenera em formato de espada. Simplificou o processo, aumentando a velocidade de regeneração, parece.
O braço direito virado espada dourada ataca o Dragão Cavaleiro. Com a manopla de [Armamento de Cristal] envolvendo o braço, o Dragão Cavaleiro bloqueia isso, mas, ali, chega ataque de direção totalmente inesperada.
— «Toma essa!»
De repente, dos olhos tipo viseira do falso cavaleiro, uma luz ofuscante é disparada.
— Ugh!?
O monitor dentro do cockpit fica coberto pela luz repentina, e o Ende perde momentaneamente de vista a figura do falso cavaleiro.
Quando a tela troca de imagem seguinte, o falso cavaleiro exibido no monitor estava justamente esticando a espada do braço direito feito lança.
O alvo, sem dúvida, o cockpit. Percebendo isso, e desviando antes de ser perfurado, o Ende consegue, mas a espada do falso cavaleiro crava profundamente não no cockpit, e sim no ombro esquerdo do Dragão Cavaleiro.
— «Tch»
O Zeno tenta puxar de volta a espada cravada, mas, sem motivo aparente, não sai. Olhando, a ponta da espada cravada cristalizou, fixando-se no Dragão Cavaleiro. Poder do [Armamento de Cristal] da Meru.
— Agora é minha vez. Recebe isso.
— «Merd…!»
— Técnica secreta do Estilo Deus Marcial, Palma Espiral de Deus Serpente
De novo a palma envolta em Ki Divino ataca, dessa vez, o corpo completamente exposto.
Apesar de ter sido golpeado levemente, deixando pra trás o braço direito fixado no Dragão Cavaleiro, o falso cavaleiro do Zeno é lançado longe pra trás, despedaçando-se.
Depois de quicar algumas vezes, o falso cavaleiro estilhaçado em pedaços nunca mais se moveu.
— Ataque cegante é jogo sujo mesmo, hein.
Tendo esgotado o Ki Divino, dentro do Dragão Cavaleiro já completamente estropiado, o Ende resmunga sozinho. Essa batalha, provavelmente, ou melhor, com certeza, o mestre dele, o deus marcial, deve estar assistindo. A luta de agora, por mais desculpa que dê, não parece atingir nota de aprovação. Sem dúvida, deve estar esperando curso de treino infernal. Pensando nisso, sente sentimento sombrio.
Mas isso não é o fim.
No monitor, dá pra ver o Zeno se arrastando pra fora do falso cavaleiro imóvel. Parece ileso.
— «"Rainha"! "Rainha" que abandonamos, nós, o "Mundo Cristalino"! Sacie minha sede final!»
O cristal vermelho envolvendo o corpo inteiro do Zeno se multiplica. Envolvendo-o feito armadura, transforma numa figura sinistra e temível.
[Armamento de Cristal] do Zeno. A luta dele ainda não terminou. Pra começo de conversa, luta usando falso cavaleiro, corpo que não é o próprio, era só ato preparatório pra ele.
— A partir daqui, deixo comigo. Fica olhando, Endemyuon.
— Deixar por último com a garota, como que é isso, hein…
Mesmo falando isso, sabendo que não dá pra impedir, o Ende obedientemente abre a escotilha do cockpit do Dragão Cavaleiro.
"Ton", a Meru chuta levemente a escotilha, saltando pro ar.
Como se controlasse a gravidade, desce suavemente, "suu", e pousa no chão sem problema.
Ao lado dela, a Nei e a Rise correm até ela.
— Nei, Rise. Vocês, não interfiram. Deixem tudo comigo.
— Mas, Meru-sama…!
— Mesmo que já não seja mais "Rainha", não posso aceitar desafio e fugir. E ainda… depois de tanto tempo, meu coração fica levemente empolgado com essa luta.
Sorrindo levemente, a Meru começa a andar. À frente, o Zeno em [Armamento de Cristal] está de pé, imponente.
Devagar, andando, o corpo da Meru se envolve em cristal azul-gelo. Envolve o corpo dela armadura de forma delicada e elegante, tipo vestido de gelo. Além disso, algo tipo espinho de rosa envolve todo o corpo. Feito encarnação de rosa azul.
A Meru para o pé. Vermelho e azul, frente a frente.
— Já não preciso de palavras. Vou fazer seu corpo se despedaçar, "Rainha".
— Se conseguir. Abandonei o posto e o nome de "Rainha", mas não abandonei o poder. Aprecie enquanto se despedaça em pedaços.
Sem mudar a expressão, a Meru declara ao Zeno sorrindo desafiador.
— É assim mesmo que tem que ser!
Rindo feito tocado pela loucura, o Zeno investe. Os dois braços tomam forma de espada, e, saltando, a lâmina vermelha do Zeno ataca a Meru.
— [Espinho de Cristal de Rosa]
Os espinhos enrolados no corpo inteiro da Meru se movem, formando várias redes de proteção, parando o ataque do Zeno. Esses espinhos, movendo-se livremente conforme a vontade da Meru, servem tanto de arma quanto de proteção.
Fluindo, os espinhos que se enrolam no braço do Zeno o balançam com força, arremessando-o sem dó contra o chão.
O braço direito do Zeno se despedaça. Os espinhos móveis da Meru descartam o braço destroçado feito quem joga fora lixo.
— Kuhahahahahaha!
Rindo, o Zeno se levanta, e, da mão esquerda restante, dispara várias flechas de cristal vermelho.
A Meru, sem mudar a expressão nem um pouco, derruba isso com o espinho de cristal controlado por ela. Mas a flecha derrubada crava no chão, explodindo de repente violentamente.
Junto com estrondo, o chão ao redor da Meru voa em pedaços. Poeira se levanta, obscurecendo o entorno, mas o vento que passa dissipa isso na hora.
Quando a poeira se dissipa, ali estava a Meru, ilesa, sem nenhum ferimento, calma como sempre.
Contra essa Meru, com o braço direito já regenerado, o Zeno avança de novo. O braço direito regenerado transforma numa grande lança, voando reto pra perfurar a "Rainha".
— Consegui!
No instante em que a lança parecia prestes a perfurar o peito dela, a figura da Meru desaparece de repente.
Aparecendo num instante atrás do Zeno, a Meru o prende instantaneamente com inúmeros espinhos. Enrolando o corpo do Zeno, "gurugurugu", os espinhos longos saltam pra fora, perfurando o corpo de cristal vermelho.
Um dos espinhos se ergue alto.
— [Corte Radiante de Cristal]
Na ponta do espinho, aparece lâmina pesada tipo facão grande, cortando ao meio, de uma vez, o Zeno preso e enrolado.
Cortado ao meio, de novo, feito lixo, a Meru joga isso no chão.
Mesmo com o corpo se estilhaçando, o coração do Zeno se enche de medo e êxtase. Medo de ser esmagado pelo poder esmagador da "Rainha", e êxtase de poder saborear isso.
— Kuhahahaha! É isso! Luta tem que ser assim! Lado a lado com a morte, alegria de enfrentar oponente mais forte que si mesmo, e sede pela vitória! Maravilhoso! Minha vida está justamente aqui!
— Não consigo entender.
Do quadril do Zeno, de pé só com os braços, a metade inferior do corpo começa a se regenerar. A Meru não ataca, só observa isso.
Em poucos segundos, o corpo do Zeno se regenera completamente, ficando mais um tamanho maior, transformando em algo tipo besta humanoide de cristal. No pescoço, dá pra ver claramente o "núcleo" brilhando vermelho intenso.
Os olhos do Zeno já estão injetados de sangue, fora de si. O Ende, através do monitor do Dragão Cavaleiro, sente vagamente que esse homem talvez estivesse buscando lugar pra morrer. Provavelmente, a Meru também deve sentir isso.
— [Armamento de Cristal Extremo]… Certo. Vou receber.
— Gaaaaaaaaaa!
Soltando grito feito animal selvagem, o Zeno se lança contra a Meru.
O "núcleo" no pescoço brilha vermelho ofuscante. Todo o poder que o Zeno possui está sendo liberado. Ou seja, esse é o golpe de tudo-ou-nada, colocando corpo, espírito, e até força vital.
Ao redor, ressoa som agudo de destruição.
Logo, o silêncio se instala, e o que entra nos olhos do Ende e do pessoal é a figura da Meru bloqueando com firmeza, com a mão esquerda, o golpe do Zeno, carregando todo o poder.
Naquela mão, nem uma rachadura sequer.
A Meru fecha devagar o punho ao redor do punho do Zeno, sem mudar a expressão nem um pouco, esmagando-o em pedaços.
— Ficou satisfeito?
O Zeno não responde. [Armamento de Cristal Extremo] é vestimenta de morte que espécie dominante de Phrase veste consumindo a própria vida até o limite extremo. A consciência já deve ter sido perdida.
Atrás da Meru, de olhos fechados, uma lança de espinho salta, perfurando o pescoço do Zeno. O "núcleo" vermelho, tamanho de bola de gude, se estilhaça em pedaços, e, junto com isso, a existência antes chamada de general de Phrase desmorona fisicamente, "garagara".
Um espécie dominante que só sabia lutar terminou a própria vida.
Virando as costas, a Meru começa a andar em direção aos companheiros. A ex-"Rainha" de Phrase não olha nem uma vez sequer pra trás, pro cadáver do homem que antes fora seu subordinado.