Switch Mode

Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 476

Na Cidade, e um Encontro Repentino

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 476 – Na Cidade, e um Encontro Repentino

— Yae-san? Yae-san!

— Ha!? O, o que foi, Hiruda-dono!?

— Não, é que… o ovo frito virou molho de shoyu, sabe…

— Hã? Awawa!?

O prato da Yae com ovo frito estava completamente encharcado de shoyu escorrido do frasco. Quanto colocou, afinal.

Durante o café da manhã inteiro, a Yae fica desse jeito. Meio alheia, pensando em algo, e, de vez em quando, mostra sorriso relaxado, "nihe". Bom, sei bem no que ela tá pensando.

— Olha… a Yae tá ficando cada vez mais desajeitada, viu?

— "Cada vez mais"… não tem jeito. Numa situação dessas.

A Rin, sentada ao lado, fala comigo com voz levemente atônita. Não fala assim, por favor, relevem um pouco. Sinceramente, eu também não consigo me acalmar direito.

Pensar que minha própria filha tá neste mundo, sinto tipo… uuun, difícil colocar em palavras.

Diferente de preocupação, diferente de alegria, é vários sentimentos misturados, gerando essa inquietação.

Tenho vontade de fazer algo, mas não sei o quê fazer, esse tipo de sensação.

— Vou repetir isso mais oito vezes, é?

Papai vai desabar de tanto stress…

— Nem todos vão dar volta antes de chegar, né? Deve ter criança que vem direto pra cá também, acho.

— Então, se a Rin estivesse na mesma situação que os filhos, viria direto pra Brunhild?

Respondendo isso à Rin, ela, com garfo ainda espetado no ovo frito, "mumu", fica olhando o vazio pensativa.

— …Não viria, né… é chance rara demais de vir ao mundo passado. Deve pensar em "dar uma olhada, só um pouquinho", né…

Viu só. Filho da Rin também tem alta chance de pensar assim. Filho puxa ao pai, sabe. Mesmo sendo meu filho também.

— Mesmo assim, hein, a filha da Yae conseguir usar [Gate]. Existe caso de pai e filho ambos terem aptidão pra atributo nulo, mas nunca ouvi de magia idêntica também. Magia de atributo nulo não deveria ser hereditária.

Existe possibilidade de ser simples coincidência também, né. Como eu tenho constituição de conseguir usar qualquer magia de atributo nulo, se a filha tiver aptidão pra magia de atributo nulo, naturalmente eu também consigo usar essa magia. Como resultado, viramos usuários da mesma magia.

— Se não me engano, a raça fada tem aptidão alta pra magia de atributo nulo, né?

— Sim. Pelo que sei, nunca vi fada sem nenhuma magia de atributo nulo.

— Se for isso, o filho com a Rin também tem alta chance de ter alguma magia de atributo nulo, hein…

O filho da raça fada, raça da Rin, e o filho da raça demônio real, raça da Sakura, nascem como raça fada e raça demônio real respectivamente, não importa a raça do cônjuge.

E ainda, no caso da raça fada, dizem que filho nascido com outra raça é quase noventa por cento menina. Por isso, o filho entre mim e a Rin também tem alta chance de ser menina.

— Com quantos anos a Rin conseguia usar magia de atributo nulo?

— Não lembro direito, mas, com uns cinco anos, já devia estar usando [Discovery].

[Discovery], aquilo mesmo, magia de atributo nulo de busca igual ao meu [Search]. Aquela que não detecta se o estado muda um pouco…

Impressionante a Rin conseguir usar isso com cinco anos, mas, se for filha dela, faz sentido conseguir fazer isso também.

— Uuumumumumu…

— B, bom, deixando meu filho de lado, tem criança que volta direto sem enrolar também, sabe. O filho da Hiruda e da Rinze parece sério.

Não sei sobre o filho da Hiruda, mas o filho da Rinze, hein… acho que se chamava Rinne. Pela conversa da Arisu, dá pra deduzir que deve ser levemente travesso.

Talvez por comer preocupado, o gosto do café da manhã não fica claro. Sinto pena da chefe de cozinha Kurea-san e da Rū.

A Yae e a Hiruda, e a Eruze e o pessoal, hoje também vão à Guilda de Aventureiros cumprir pedido pra subir de rank. Parece que já quase alcançam rank prata. Rank ouro também deve ser questão de tempo.

Visto de fora da família, deve parecer bobagem, mas manter a honra dos pais também é trabalhoso, hein…

Depois do café da manhã, depois de lutar um pouco contra a pilha de documentos, saio em direção à cidade abaixo do castelo, levando o Kohaku.

Não tinha assunto em particular. Não é que pensei que talvez encontrasse com os filhos que vieram direto e sério pra Brunhild, viu.

Bom, se fosse criança séria, achava que ligaria ou mandaria mensagem pelo menos uma vez, mas…

Simplesmente ainda deve estar viajando no tempo, provavelmente… segundo a fala da vovó Tokie, todos devem chegar ao passado dentro de alguns meses.

— Bom, fico feliz de conhecer meu próprio filho, sabe.

— «Sim. Eu também… especialmente ansioso pra conhecer o príncipe. Afinal, parece que fomos encarregados da escolta do príncipe.»

— O quê, primeira vez que ouço isso!?

O Kohaku olha pra cá com olhar tipo "opa? por que não sabia?".

Segundo o que o Kohaku ouviu da Arisu, no futuro, o Kohaku e o pessoal, criaturas divinas, servem como fera de escolta do meu filho. Podia ter contado isso mais cedo, francamente…

— «Achando que o senhor Arisu falava naturalmente, achei que meu senhor já soubesse…»

Ou seja, de novo a Arisu deixou escapar sem querer. Sempre tem algo meio desleixado nessa criança, hein. Faz sentido, sendo filha do Ende.

Mas, se é escolta, quer dizer que ainda é pequeno? A Yakumo, filha da Yae, parece agir sozinha sem escolta, então, com certeza, é mais novo que ela, no mínimo.

Dizem "primeira filha, segundo filho", mas, sendo filho bem tardio, ao invés de primeira filha, teria segunda filha, terceira filha… irmão caçula deve ser difícil, hein.

Eu, tendo irmãs trabalhosas mesmo sem sangue conectado, sinto certa simpatia pelo filho, dando suspiro pequeno.

Olhando a frente da Companhia Sutorando do Oruba-san, crianças pequenas giram máquina de cápsula, "gachagacha".

Será que meus filhos também brincam assim no futuro… uuun… mesmo sendo meu filho, não consigo imaginar cena de brincadeira comum… imagino cena de extermínio de goblin ou orc… opa?

Olhando com cuidado, percebo criança conhecida misturada entre as crianças.

— Opa? É o Majestade.

— Arisu!?

A Arisu, tubo saído da máquina de cápsula na mão, vira o rosto em minha direção.

— O que tá fazendo num lugar desses? O Ende e o pessoal?

— Ganhei mesada, então vim fazer compra. Papai tá no trabalho da Guilda. As mães tão fazendo compra do outro lado.

Ação individual, hein. Aliás, "mesada". Opa? A Arisu não era aventureiro rank ouro ou prata? Deveria ter dinheiro sobrando…

— Nn, é que meu dinheiro tá guardado na guilda futura mesmo. Aqui, também não dá pra fazer registro de aventureiro.

— Faz sentido… ah, depois disso, nenhum contato? Da Yakumo?

— Não veio. A irmã Yakumo, quando fica absorta em algo, perde de vista o resto. Por isso, sempre leva bronca da irmã Furei.

— Irmã Furei?

— Ah

Cara de "droga", a Arisu olha pra cá. De novo a boca escapou, hein… será que essa criança fica bem mesmo, fico levemente preocupado.

— Nome só, tudo bem, né? Essa criança também é minha filha?

— Ahaha… uhum, isso. Na verdade, o nome é Fureigarudo, mas todo mundo chama de irmã Furei.

— Fureigarudo…

Provavelmente… pelo nome, deve ser filha com a Hiruda (Hirudegarudo). Sem dúvida.

Sendo chamada de "irmã" pela Arisu, deve ser mais velha, mas quantos anos, hein?

— Essa criança…

Quando tento perguntar em detalhe, toca chamada no smartphone da Arisu. Opa! Não pode ser, da Yakumo? Ou de outro…!

— Sim, alô. Uhum, entendi. Já volto.

A Arisu conversa curto, encerrando a chamada. Opa?

— Era da mamãe. Tá chamando do outro lado, então até mais!

"Tatatata!", a Arisu sai correndo animada.

— «Foi embora, hein.»

— Uuun, não deve ser assim tão fácil que nem quero, hein…

Pra começo de conversa, será que os filhos do futuro sabem nosso número de telefone mesmo? Não pode ser que, no futuro, tenha troca de aparelho e o número tenha mudado, né?

A Arisu tem alta chance de conseguir contato primeiro, então fico curioso mesmo.

Dando mais um suspiro, deixo a Companhia Sutorando pra trás.

— Opa? I, isso é o Majestade.

— Nn? Rantsu-kun, hein.

Erguendo o rosto diante da voz que me chamou, o membro da nossa ordem, Rantsu-kun, estava de pé segurando pequeno buquê de flores. Sem armadura vestida, hoje deve ser folga.

Mas, buquê… hã?

— Vai até a senhorita Mika?

— Eeh!? A, isso, exatamente isso mesmo…

Ficando vermelho, envergonhado, o Rantsu-kun assente. Ele e a gerente da filial de Brunhild da pousada "Lua de Prata", senhorita Mika, parecem ter começado namoro formal recentemente.

O gatilho foi o lançamento de buquê do meu casamento.

Pela mentira solta pela boca da irmã Karen, "homem solteiro que pega buquê da noiva, se declarar segurando essa flor pra pessoa que ama, o sentimento é correspondido", o Rantsu-kun atacou a senhorita Mika de surpresa.

Como resultado, a senhorita Mika aceitou a declaração, virando namorados oficialmente. Diante desse fato, os homens da ordem e aventureiros que secretamente miravam a senhorita Mika, dizem que choraram em lágrimas, ou algo assim.

O maior obstáculo era o pai da senhorita Mika, o barbudo ruivo Doran-san, mas parece que conseguiu aprovação de algum jeito.

Bom, nascido nobre, membro promissor da ordem, personalidade boa, e ainda bonito, seria difícil recusar mesmo.

— Que bom tá indo bem. Isso já é caminho reto pro casamento?

— Não, ainda não posso me considerar cavaleiro pleno. Preciso me aprimorar mais, receber a senhorita Mika ainda é impossível…

Sério mesmo, hein! Chego até pensar se todo mundo de Lestia é assim. A Hiruda também é assim, e o irmão dela, Rei de Lestia, Rainharuto-san, também extremamente sério.

O antepenúltimo rei, o avô tarado Gyaren, parece que não é natural de Lestia mesmo.

Mas, mesmo apreciando essa seriedade, quando é que vai fazer o pedido, afinal.

Por ora, não tinha lugar pra ir, então decido ir junto. Não é que pretendo zoar, não.

Entrando na "Lua de Prata", a voz animada da senhorita Mika vem voando do balcão do refeitório.

— Bem-vindo! Ah, v, veio de novo hoje…

— S, sim. Hoje tô de folga. Ah, i, isso, se não se importar, decore a loja com isso!

— Wa, obrigada.

A senhorita Mika recebe o buquê do Rantsu-kun, sorrindo tímida. Completamente mundo dos dois. Ei, eu também tô aqui, viu. Tecnicamente, sou o rei deste país, viu.

— Ah, Touya-kun. Tava aqui?

— Que cruel.

Depois de tanto tempo de convivência, achar isso mesmo. Faz sentido, na frente do amor, amizade vira isso mesmo, hein. Bom, não pretendo estragar o clima, não.

— E aí? Tem assunto? Não vinha ultimamente, então vim ver como tava?

— Nn. Bom, mais ou menos isso.

Não posso dizer "tô perambulando procurando meu próprio filho vindo do futuro", então acompanho a conversa de forma vaga.

Tecnicamente, essa pousada é a filial de Brunhild da "Lua de Prata", mas é pousada estatal de verdade. A senhorita Mika tem posição de gerente contratada.

Por isso, de vez em quando, venho comer sob pretexto de "inspeção", mas, desde o casamento, com a Rū animada cozinhando em casa, é fato que meus pés se afastaram mais que antes.

— Já quase é hora do almoço, então não posso te atender muito, mas quer comer alguma coisa?

— Nn, almoço eu como no castelo, então tá bem. Com sede, então, se puder trazer água de fruta pra mim e pro Kohaku, dois.

— Combinado.

Com aparência satisfeita, quase cantarolando, a senhorita Mika desaparece na cozinha levando o buquê. Que mudança de pessoa, hein…

O Rantsu-kun gostava da senhorita Mika desde que veio pra este país, mas a senhorita Mika nunca percebeu esse sentimento dele. Bom, que bom que deu certo.

— Mas mesmo assim…

Mesmo sendo antes do meio-dia, o refeitório está cheio de gente. Negócio prosperando, ótimo, mas será que não é trabalhoso demais lidar com clientes assim?

— Com o casamento do Majestade, ainda mais gente se reuniu. E, a comida daqui é excelente, então é natural!

— Aah, tá, tá. Que dedicação apaixonada.

Ignorando com sorriso amargo a fala do Rantsu-kun, sentamos numa mesa discreta no canto. Por precaução, com capuz vestido, mas, se o rosto vazar, seria trabalhoso, afinal. Aqui, com planta ornamental, não deve chamar tanta atenção.

Dentro da loja, naturalmente aventureiros, também comerciantes e viajantes comem animados. Várias raças também, humano, beastfolk, anão, elfo, e até draconídeo.

Entre os clientes, garçonete jovem vai e vem. Rosto que nunca vi. Deve ser pessoa recém-contratada?

O gerenciamento dessa loja tá totalmente a cargo da senhorita Mika. Por isso, contratação de funcionário e afins eu não me envolvo. Se a senhorita Mika julga que tá tudo bem contratar, basicamente, não interfiro.

— Aqui, água de fruta. Kohaku-chan é aqui.

A senhorita Mika traz copo, prato fundo, e jarra com água de fruta dentro. Resfriada com gelo, parece gostosa.

— Contratou pessoa nova, hein.

— Nn? Ah, sim, três dias atrás. Disse que tá no caminho pra encontrar a família. Como o dinheiro tava pouco, deixei ficar hospedada temporariamente trabalhando.

Fuun, difícil, hein.

Olho de relance a garçonete se movendo ocupada pela loja.

Uns vinte anos, talvez. Idade parecida com a senhorita Mika.

— O Rantsu-san já decidiu? Hoje, prato completo de Supura frito com molho teriyaki é recomendado.

— E, então isso!

— Certo, obrigada pelo pedido!

A senhorita Mika gira nos calcanhares, "kururi", voltando pra cozinha. Que animação alta, hein. Já que casem logo. Isso é impulso, sabe? Não que eu tenha moral pra falar isso, mas…

— Nn?

Sentindo olhar estranho, viro-me, e a garçonete de agora há pouco encara fixamente pra cá.

Fita-a─────…

Fita-a──────…

Fita-a───────…

Fita-a────────…

…Eh, que déjà vu é esse. Por que tô sendo tão observado assim?

…Tem algo grudado em mim? Ou será que descobriu que sou rei deste país? A senhorita Mika deve ter falado sobre mim?

Tentando não ligar pro olhar o máximo possível, mas, do outro lado, aproxima-se de mim andando, "tokotoko".

— Umm, é Mochizuki Touya-sama, né?

— Isso mesmo, mas…?

Como imaginei, sabe sobre mim mesmo. De quem terá ouvido, hein.

Enquanto fico desconfiado, essa garçonete começa a rir baixinho, "kusukusu".

— Não me reconhece?

— Eh?

Como assim? Já encontrei essa pessoa antes? Umm, qu, quem era mesmo… ruim, sem lembrança nenhuma.

— «Meu senhor. Essa mulher, envolve mana estranha.»

— !

Diante da telepatia do Kohaku, levanto-me da cadeira de repente, "gatan". De fato, olhando com cuidado, mana fina envolve o corpo inteiro dessa mulher. Isso é magia de ocultação…!

— …Quem é você?

— Meu nome é Kūn. Não é primeira vez pra mim, mas, prazer, papai.

— …………………………………..Ha?

Como se algodão doce derretesse, como se névoa se dissipasse, a veste de mana que ela usava desaparece. Isso é… [Miragem]!?

Depois de toda a mana desaparecer, ali de pé estava garota de uns dez anos, vestindo blusa branca de manga de princesa e roupa estilo gótico-lolita preta.

O cabelo branco comprido está preso em twin tails, fofo, mas os olhos dourados guardam brilho tipo pequena demônia mesmo sendo criança.

Mais que tudo, o que chama atenção são as asas finas semitransparentes, tipo borboleta, visíveis nas costas dela.

Raça fada. Sem dúvida. Essa criança é──────.

— Puf. Ahahahahahahaha!

Enquanto fico sem palavras, a garota que se apresentou como Kūn, como se não aguentasse de tão engraçado, começa a rir segurando a barriga.

— Essa cara do papai! Puf! Ahahahahahaha! Sucesso total! Valeu a pena vir direto pra cá! Ahahahahahaha!

— Eh, eh?

Deixando eu completamente perplexo sem entender nada de lado, a Kūn continua rindo às gargalhadas.

— Umm…

— Espera um pouco, vou tirar foto.

Do punho da manga, a Kūn tira smartphone, e, "pashat, pashat", tira foto de mim de repente. O que é isso?

— Aa, que divertido. Quando voltar, preciso mostrar pra mamãe do outro lado também. Consegui bom presente.

— Espe, espera um pouco! Kūn, foi isso? Você é… minha…!

— Opa, precisa cumprimentar de novo formalmente?

A Kūn recua um passo, "su", segurando a barra da saia com as duas mãos, curvando levemente a cabeça, fazendo pose de reverência.

— Prazer, papai. Sua filha, feiticeira-chefe da corte de Brunhild, Rin, filha Kūn. Agradeço a atenção.

Os olhos dourados travessos me perfuram. Filha com a Rin mesmo, como imaginei! Mesmo tendo uns dez anos, essa atmosfera de zombar dos outros é idêntica à mãe.

— Majestade? "Papai" quer dizer o quê…

O Rantsu-kun, sem saber a situação, pisca os olhos, "pachikuri", olhando pra cá.

— Ah, umm…

— Foi engano. Era "irmão". Somos parentes distantes, sabe?

— Sério mesmo? Faz sentido, hein… Majestade também muda de aparência com frequência, afinal.

— Ai ai. Que incômodo mesmo, hein.

Dizendo isso, a Kūn solta risinho contido. Não, de fato, eu também mudo de aparência às vezes com [Miragem], mas!

Disfarçou com [Miragem] só pra me surpreender, trabalhando na "Lua de Prata"?

Vendo-me abrindo e fechando a boca de surpresa e espanto, a Kūn ri com achando graça.

— Detalhe converso depois do trabalho. Então, até mais, irmão.

Envolvendo-se de novo na ilusão, virando figura de garçonete, a Kūn desaparece na cozinha como se nada tivesse acontecido.

Diante do encontro repentino demais, fico parado atônito. Isso ficou bem diferente do encontro que eu imaginava, hein…


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir