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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 477

A Mãe e a Filha Fadas, e o Jovem Talento

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Capítulo 477 – A Mãe e a Filha Fadas, e o Jovem Talento

— Fico sem palavras de tão atônita.

— Ah, será mesmo? Achei bem interessante o gosto, sabe. A mamãe também gosta desse tipo de coisa, né?

— …Bom, não vou negar isso.

Ei. Isso, negue, oras.

A Rin e a Kūn conversam frente a frente. Só pela aparência, parecem irmãs de qualquer ângulo. Aos pés delas, a Pōra observa as duas alternadamente, agitada. Uhum, aquilo é pânico mesmo.

— Não pode ser, a filha da Rin-san ser a primeira a chegar…

— Bom, são realmente idênticas mesmo…

— Uuu… onde tá meu filho, afinal…

Enquanto a Yumina e a Rū observam a Kūn conversando entre si, ao lado, só a Yae fica abatida. Entendo o sentimento.

— Mesmo assim, nunca imaginei que eu seria a primeira. Será que os outros ainda não vieram ao passado?

— Não, a Arisu e a Yakumo já chegaram. Só que a Yakumo, dizendo que ia percorrer o mundo treinando antes de vir, tá sem paradeiro conhecido…

— Bem típico da irmã Yakumo mesmo. Se for isso, vou cumprimentar a Arisu depois.

Irmã Yakumo… sensação estranha, mas o filho da Yae e o filho da Rin também são irmãs entre si através de mim. Ah, é mesmo. Esqueci de perguntar.

— A Kūn tem quantos anos? Sou seu quantos filhos?

— Tenho dez anos, papai. Sou a terceira filha de cima pra baixo.

— Terceira filha, hein… a primeira é a Yakumo, e, não pode ser, a segunda é aquela chamada Furei?

— Ah, até a irmã Furei já sabe também? …Ahaa, é a Arisu, né? Aquela criança fala demais…

Mais que falar demais, é meio desleixada mesmo. Nossa fonte de informação preciosa.

— Furei… quem é?

Talvez curiosa com nossa conversa, a Sakura pergunta inclinando a cabeça. "Quem" será no sentido "quem é essa pessoa" ou "filha de quem"?

— A irmã Fureigarudo é o segundo filho do papai. Filha da mamãe Hiruda.

— Wa, minha!?

A Hiruda solta voz aguda de surpresa, aproximando-se da Kūn.

Ou seja, quer dizer que primeira filha é a Yakumo, segunda filha a Furei, terceira filha a Kūn, é isso?

— Minha filha é cavaleira digna, senhorita Kūn!

Diante da Hiruda avançando animada, a Kūn recua um pouco. Calma, calma. Fica tranquila.

— Umm, sendo família, difícil julgar se é digna ou não, mas, com certeza, é cavaleira séria. Como cavaleira, é levemente diferente, no entanto.

— …Diferente? De que jeito?

— Isso… não, melhor deixar quieto. Acho mais divertido descobrir depois de encontrar em pessoa.

Eee… de novo isso, hein. Vocês gastam esforço demais só pra nos surpreender.

Diante da nossa cara decepcionada, de novo a Kūn ri baixinho, "kusukusu". Essa criança deve ter tendência sádica, hein.

— Aliás, Kūn. Você consegue usar [Miragem], hein.

— Sim, isso mesmo, mamãe. Consigo usar mais três magias de atributo nulo.

Quatro, hein. Mesmo número que a Rin, impressionante. De fato, raça fada e magia de atributo nulo têm afinidade alta mesmo.

— Ou melhor, nós, irmãs e irmão, todos temos pelo menos uma magia de atributo nulo com certeza.

— Eh!? Sério mesmo!?

Todos com aptidão pra magia de atributo nulo…! A Yakumo, filha da Yae, parece ter [Gate], mas não pode ser que os outros filhos também…

— Será isso por causa da linhagem do querido mesmo?

— Uuun… será, hein…

Segundo o Deus do Mundo, meus filhos são, tecnicamente, "semideuses". Só que não conseguem manipular Ki Divino, o corpo é basicamente de humano terreno mesmo. Só a vida um pouco mais longa, sem ouvir de habilidade especial em particular, mas…

Mas, sendo cercados de deuses desde o nascimento, tipo a irmã Karen e a irmã Moroha, se forem criados amados por esses deuses, talvez tenham recebido proteção divina em quantidade absurda.

Mesmo não chegando ao ponto de virar súditos igual à Yumina e o pessoal, seria estranho terem habilidade equivalente às próprias mães?

Enquanto penso preocupado, "mumumu", a Kūn se aproxima.

— Mais que isso, papai. Quero subir.

— Subir?

— "Babylon". Da sala de teletransporte do castelo, sem autorização, ainda não consigo pular nessa era.

Conhece "Babylon", hein. Bom, sendo família, faz sentido conhecer mesmo.

Num quarto do castelo, tem sala de teletransporte que conecta a "Babylon". Usando isso, qualquer um consegue teletransportar até "Babylon". Claro, só quem tem autorização consegue usar.

Naturalmente, a Kūn, recém-chegada, não consegue usar.

Mas por que "Babylon"?

— Eu, mesmo parecendo assim, tenho especialização em engenharia mágica. "Babylon" tem equipamento pra isso reunido, né? Se puder usar esse equipamento, ajudaria demais.

— Eeh!?

Surpreso. Achei que fosse pessoa da área mágica igual a Rin, mas é engenharia mágica.

Do ponto de vista de quem cria item mágico ou golem, "Babylon" deve ser ambiente dos sonhos mesmo. Não pode ser que ter vindo direto pra Brunhild foi por causa disso?

— Além do [Miragem] que tenho, tenho [Modeling], [Encantamento], [Program]. Não acha que não existe aptidão mais adequada pra engenharia mágica que isso?

O que é essa composição. É quase toda a magia que eu uso pra criar item mágico. De fato, conseguindo usar esse tipo de magia, faz sentido ter vontade de criar várias coisas.

— Ah, é mesmo. Preciso te mostrar minha obra.

A Kūn tira do punho da manga um cartão. Aquilo é "Cartão de Storage"?

Quando a Kūn balança esse cartão, "gashat", cai de dentro algo grande.

— [Ativação]

— Nã…!

Junto com a fala da Kūn, se ergue devagar, "mukuri", algo de uns cinquenta centímetros. O corpo metálico brilha com curvas arredondadas. Golem… será? Mas o que me surpreendeu não foi isso.

Rosto redondo, orelha redonda, mãos e pés pequenos com olhos redondos, e fita no pescoço.

Sem perceber, viro-me pro ursinho de pelúcia aos pés da Rin. Ela mesma também congela em pose tipo "hiee!", claramente surpresa.

Isso mesmo. Esse golem tem aparência idêntica à Pōra.

— M, mecapōra…

— É "Pāla". Olha, cumprimenta.

O golem idêntico à Pōra, chamado Pāla, ergue uma mão bem alto, tipo "e aí!". Tem leve som de operação, mas o movimento é suave, quase vivo.

— É golem mesmo, isso?

— Sim. A base usa G-Cube e Cristal-Q de corpo antigo quebrado. Por isso, não tem habilidade de golem nem nada, mas consegue ajudar em coisa simples.

A Pōra e a Pāla ficam de frente uma pra outra, feito espelho. Quando a Pōra ergue a mão esquerda, a Pāla ergue a direita, quando pula, pula igual, e, no fim, começam a fazer moonwalk enfileiradas. Ei, onde aprendeu isso.

— Que tal? Que tal, mamãe?

— Incrível, hein. Levei duzentos anos pra deixar a Pōra assim, e você. Mesmo sendo golem, é movimento impressionante mesmo.

— …Fufu

Elogiada pela Rin, a Kūn sorri sorriso de idade condizente. Ué, também consegue esse tipo de sorriso, hein.

A Rin também sorri, "fu", acariciando a cabeça da Kūn. De fato, só parecem irmãs, mas essa cena é bem tocante.

Aos pés delas, por algum motivo, os dois golem começam batalha de dança, destruindo esse clima, mas.

— Aprendeu sobre golem com a técnica Eruka?

— Sim. Também aprendi vários com a Doutora Babylon. Do outro lado, também fazia tipo trabalho de assistente. Ainda meio inexperiente, no entanto.

Não, acho que isso já é impressionante o suficiente, hein. Eu também consigo usar a mesma magia, mas não consigo criar golem desse nível.

— Né, né? Então, por favor, papai. Me leva pra "Babylon"?

A Kūn segura meu braço, pedindo. Droga, fofa.

Sinceramente, fico em dúvida se tá certo jogar essa criança no meio daquela dupla de técnicos. Deve ser péssimo pra educação, sem dúvida.

Mas, se já é aprendiz deles no mundo futuro, já é tarde demais mesmo, hein… o que tá fazendo, eu do futuro.

— Bom, tanto faz. Tá bem. Vou te levar.

— Obrigada, papai!

A Kūn se agarra em mim sorrindo. Perigoso, filha fofa demais.

Droga, entendi completamente o sentimento do Ende. Ai ai, isso é ruim. Não consigo resistir. Rendição incondicional.

Percebo eu mesmo que a bochecha relaxa. Erguendo o olhar da Kūn, capto a Rin com cara emburrada. Opa, perigo.

— …Ei, querido. Tá relaxado demais, viu.

— Ah, mamãe, ciúme?

— …Não fala bobagem, se afasta. Vou proibir de ir pra "Babylon", viu?

— Tá bom.

Mostrando a língua pequena, a Kūn se afasta de mim. Sinto que entendi um pouco a relação dessa mãe e filha.

Estranho, hein. Ainda nem conheço direito, mas sinto que sempre foi assim desde antigamente.

— Sinto que uma cena calorosa de família tá se desenrolando aqui, viu…

— Muu… sinto exclusão estranha, hein…

Opa, os olhares da Rū e da Sū doem. Ops, ops, preciso me controlar.

— Entendi. Então você é filha do Touya-kun e da Leen-kun. E também discípula minha e da Eruka-kun.

— Não é discípula oficialmente, mas recebia ensinamento sim. Também ajudava na manutenção do golem cavaleiro.

— Golem cavaleiro?

A Rin reage à palavra desconhecida. Golem que não conheço. Se fosse máquina de guerra ou golem-tipo-cavaleiro guardião, conheço, mas.

— É golem instalado na Brunhild futura. Pertence à organização subordinada da ordem de cavaleiros, comandada pela Arubusu da mamãe Yumina.

A Arubusu comanda? A "Coroa" branca [Iruminati Arubusu], onde a Yumina é mestra provisória. Parece que a comandante desse tal golem cavaleiro é a Arubusu.

— Fuun. Unidade de patrulha urbana feita de golem, hein. De fato, também pensava nisso desse lado. Já tava conversando com a Rejīna-chan se dava pra criar novo golem.

— Se tá em uso prático no futuro, quer dizer que vários problemas eventualmente se resolvem. Se for isso, não tem motivo pra não avançar. Aquilo daquela vez, dá pra usar, né?

— Uuun… primeiro, réplica de G-Cube a partir de material…

Num quarto do laboratório do "Laboratório" de Babylon, as duas começam conversa deixando a gente de lado. O que é isso, hein, vendo as duas conversando animadas, "niyaniya", só sinto ansiedade. Vocês só parecem estar aprontando algo.

— No passado, tá funcionamento normal também, hein.

— No futuro também não mudou nada, hein…

Bom, achei mesmo que não mudaria.

Será que também tão causando algum tipo de problema no futuro, hein…

— Mestra, mestra, mestra! Posso abraçar apertado essa filha fofa!?

— Recusado, sua idiota.

— Quer ser queimada?

Eu e a Rin respondemos juntos ao mesmo tempo.

Ao nosso lado, a gerente do "Laboratório", Atorantika, respirando forte, "haahaa", mexia as mãos ansiosa, prestes a pular na Kūn a qualquer momento. Para com isso, seu pedófila. A Kūn vai ficar com medo, oras.

Mas a Kūn, com apenas um olhar de relance e um suspiro, não pareceu se abalar tanto assim.

— Esse lado também sem mudança, hein.

— Sério mesmo…

Parece que a Kūn frequentava Babylon no futuro, então talvez tenha certa resistência. Como pai, não queria que ela se acostumasse tanto assim, mas…

Enquanto franzo a testa pensativo com esse futuro preocupante, "uun", a Kūn puxa a manga do meu casaco.

— Mais que isso, papai. Eu quero ir ao "Hangar"! Lá tem Frame Gear guardado, né!?

— Eh? Ah, uhum. Tem sim.

Diferente completamente do olhar travesso de antes, os olhos da Kūn brilhavam. O que é isso, de novo fofa demais.

Ou melhor, tem interesse em Frame Gear também? De fato, justamente agora, todas as máquinas estão em manutenção, guardadas no "Hangar". Devem estar sendo mantidas pela Rozetta e pela Monika.

Puxado pela Kūn apressada, eu e a Rin nos dirigimos ao "Hangar". Que animação alta, hein.

Atravessamos o "Laboratório", passando pela "Oficina", em direção ao "Hangar". Durante isso, a Kūn ficou animada o tempo todo. Nesse tipo de coisa, sinto que ela é criança de verdade mesmo.

— Waa…!

Pisando no "Hangar", a Kūn observa com olhos brilhantes os Frame Gear enfileirados. Tão empolgada assim.

Move o olhar, "kyorokyoro", confirmando um por um cada Frame Gear. Meu Reginreivu, e as máquinas exclusivas de todo mundo, tudo enfileirado no hangar. Claro, o Grimgerude da Rin também.

— Opa? Mestre e a senhora Rin. Opa? Essa criança é a filha vinda do futuro?

— Oooh, idêntica à Rin, hein. Interessante.

A plataforma elevatória acoplada ao Frame Gear desce trazendo a Rozetta e a Monika.

As irmãs Babylon Numbers têm função de compartilhar informação entre si. Devem ter sabido da Kūn através da Tika do "Laboratório".

— Não é primeira vez encontrando, mas, prazer. Sou a Kūn.

A Kūn cumprimenta a Rozetta e a Monika. Uhum, criança que consegue cumprimentar direitinho é boa criança, penso com visão de pai sem querer. A Rin ao lado também assentia levemente, talvez com o mesmo sentimento.

— Que sorte poder ver tanto Frame Gear assim. Fico levemente empolgada.

— Não tem Frame Gear no futuro também? Não deixaram ver?

Diante da fala da Kūn, a Monika inclina a cabeça. Se frequentava o "Laboratório" de Babylon, deveria vir ao "Hangar" também.

— Depois que eu nasci, várias máquinas foram reformadas, sabe. Nunca imaginei que chegaria o dia de ver com meus próprios olhos o tipo original das máquinas exclusivas. Emocionante mesmo.

— Entendi. Entendo bem isso, viu.

Entende mesmo? Papai não entendo bem, não. Não seria melhor o mais novo?

— Não entende nada, papai. Coisa que você gosta, quer conhecer tudo dela, né? A mamãe também, quando descobriu a "Biblioteca", ficou bem empolgada e animada, segundo o papai do futuro contou.

— Vo-cê está contando o quê pra sua filha?

— Não é ver! Isso não sou e…! Ai ai ai ai!

Puxam minha orelha, a Rin com sorriso assustador. Não, sou eu, mas, mesmo assim, isso é injusto!

— Ai ai, que amorosos. Deixando o casal apaixonado de lado, Rozetta-san, Monika-san, tudo bem eu observar?

— Ó, tudo bem sim. Sobe aqui.

A Kūn, com passo animado, levando a Pāla, entra na plataforma elevatória. Umm, senhorita Rin? Minha orelha dói, será que já pode soltar?

— Francamente… zombar dos pais, que tipo de educação foi dada, hein.

Depois de soltar minha orelha, a Rin murmura franzindo a testa. Aai, dói.

Ou melhor, essa educação, provavelmente fomos nós que demos, né. Deve ter recebido influência de várias outras pessoas também.

Como direi, sinto mesmo que puxa a Rin. Postura de pesquisadora que não cede em nada que tem interesse, personalidade caprichosa de zombar dos outros…

Não tem parte que puxa a mim, será?

— Não seria a parte de fazer o que bem entende que puxa você?

— Não esperava ouvir isso de você.

Não posso falar dos outros nesse quesito. Ou seja, a criança nascida desse casal virou "faz o que bem entende" ao máximo, é isso?

Enquanto nós dois ficamos sem falar mais nada, só observamos de baixo a filha animada, conversando alegre com a Rozetta e o pessoal lá em cima na plataforma. Que divertida mesmo, hein.

— Bom, originalmente, raça fada já tem forte espírito de exploração, então cientista ou pesquisador combina bem mesmo… aliás, é mesmo, aquela criança também é aventureira rank ouro ou prata, né. Não pode ser que registrou como aventureira pra coletar material pra usar em item mágico?

É mesmo. Completamente esqueci disso.

Ou seja, quer dizer que a Kūn também tem força considerável, hein. Não sei se essa força é de magia ou de item mágico. A magia de atributo nulo dela não é voltada pra combate, afinal.

Por um tempo, ficamos em silêncio, os dois, só olhando pra cima a filha se divertindo na plataforma.

— Ainda nem grávida nem dei à luz, e já vou encontrar filha… mesmo vivendo mais de seiscentos anos, a vida ainda reserva surpresa, hein.

…Aah, é mesmo. O filho da Rin e da Sakura são raça fada e raça demônio real. Vida mais longa que os outros irmãos e irmã. Se não precisar apressar casamento, talvez fiquem bastante tempo em Brunhild, apoiando este país. Não, não que eu deseje que fiquem solteiras, viu?

Daqui uns cem anos, pretendo me aposentar na "Babylon", e, depois disso, já tá decidido que serei transferido pro Reino Divino. Claro, pretendo levar minhas esposas, mas os filhos ficam na terra.

Não pretendo transformar meus filhos em meus súditos. Quero que cada um encontre pessoa amada, construa família, viva vida feliz.

Mesmo depois de falecerem, se eu descer ao céu, dá pra encontrar de novo, afinal. Talvez minha aparência fique mais jovem que a deles, mas.

— …O que foi?

— Não. Só queria que a Rin ficasse sempre ao meu lado.

— Que pergunta é essa, agora. Vire deus ou o que for, vou seguir você sempre. Nunca vou me afastar, tá?

— Obrigado.

Puxo pra perto a Rin sorrindo confiante, dando beijo leve nos lábios dela. Nesse instante, "pashat!", junto com som de obturador, flash dispara de cima.

— Ai ai, que ousada, a mamãe. Que bom, casal harmonioso. Como filha, fico aliviada.

— …Como mãe, tenho leve inquietação. Querido, com certeza errou o método de educação dessa criança.

Não, sinto que educamos direitinho e virou assim mesmo, hein. Idêntica a certa pessoa, viu.

Claro, não deixo transparecer nem um pouco esse pensamento, mantendo só sorriso educado.

Aah. Difícil imaginar o que vem daqui pra frente.


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