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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 478

O Relatório das Rainhas, e a Filmagem Secreta

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Capítulo 478 – O Relatório das Rainhas, e a Filmagem Secreta

— Então, vamos começar o relatório.

Num canto do "Jardim" de Babylon, no gazebo onde se realiza o "chá das rainhas", a Yumina declara solenemente.

Na mesa redonda, sentam-se as nove rainhas de Brunhild.

Cada uma tem preparado chá preto ou bebida do próprio gosto, e também bolo do gosto de cada uma.

— Por ora, os filhos nossos que chegaram nessa era são dois. A Yakumo-chan, filha da Yae-san, e a Kūn-chan, filha da Rin-san. Entre elas, a Yakumo-chan segue desaparecida, em viagem de treinamento guerreiro…

— Ainda não teve contato desde então?

— Nada mesmo… francamente… até quando pretende preocupar os pais assim.

A Yae, irritada, ainda assim devora o bolo inteiro diante dela sem parar. Ao lado, tinha preparado segundo e terceiro bolo. Parece que já tinha planejado comer por raiva desde o início.

— A Kūn-chan não deu nenhuma informação nova, não?

A Rinze pergunta à Rin, única entre elas que teve contato com a filha. As outras sete, além da Yumina, também parecem curiosas com isso, atenção se concentra na Rin.

— Nada em particular, não. Aquela criança, diferente da Arisu, basicamente não deixa escapar informação além da própria.

— Mas, de vez em quando, solta palavra bem preocupante, né…

A Hiruda murmura baixinho, e a Eruze ao lado assente com força.

— Entendo! Disseram pra mim "o filho da mamãe Eruze é boa criança. Só que, com a mamãe Eruze, hein… fufu. Não, nada". O que quer dizer com "comigo"!? Fico super curiosa, viu!

— Opa, isso foi de propósito mesmo, né… eu também recebi "a mamãe Hiruda, diferente da irmã Furei… não, não é grande coisa. Não se preocupe". Ao contrário, fiquei tão curiosa que nem consegui focar no treino…

Ouvindo isso, a Rin cruza os braços com expressão indescritível.

— Desculpa, viu. Parece que aquela criança tá provocando vocês com atitude sugestiva de propósito… parece que não tá mentindo, então espero que relevem.

Dando suspiro grande, "haa", a Rin. Sem dúvida, a Kūn faz isso sabendo o que faz. Se diverte vendo a reação delas.

— Francamente, personalidade ruim mesmo… parte estranha se parece bem com o querido.

Não, isso não deve ser herança só do pai… todo mundo pensou, mas ninguém disse em voz alta. Não só entre casal, entre esposas também, atenção é importante.

Como se mudasse o clima estranho, a Rū abre a boca propositalmente animada.

— E, essa Kūn-san, o que tá fazendo agora?

— Foi brincar com a Arisu. Ou melhor, mandei ir. Se deixar quieta, aquela criança fica trancada em "Babylon" o tempo todo. Não é saudável.

A Kūn passa a maior parte do dia em "Babylon". Por isso, além da Rin, ninguém ainda conversou tão a fundo com ela.

— Do lado da Arisu, não ouviu informação nova de alguém?

— Isso, é do Nyantarō.

Quando a Sū olha ao redor, a Sakura ergue a mão levemente. Nyantarō, ou seja, D'Artanyan, criatura invocada da Sakura, domina os gatos da cidade abaixo do castelo. Boato da cidade e afins, informação em geral, se reúne com a Sakura.

Claro, não é tudo. O Nyantarō seleciona o que deve repassar à Sakura, ou o que deve mandar pro rei Touya, ou pro chefe do time de inteligência, Tsubaki.

E, naturalmente, o comportamento e as falas da Arisu também estão incluídos no que deve ser repassado à Sakura.

— A Arisu tá em contato com a Kūn agora. E o Nyantarō tá perto delas, filmando secretamente nesse momento.

"Zawa!", as outras oito se levantam da cadeira, reunindo-se ao redor da Sakura. No smartphone que a Sakura segura, é exibido o interior da cafeteria "Parento", localizada na cidade abaixo do castelo.

O smartphone produzido em massa também foi distribuído ao Nyantarō e ao pessoal. Usando a função de câmera, a imagem em tempo real do Nyantarō é enviada à dona, Sakura.

Interior do "Parento". Parece que está filmando escondido embaixo de uma mesa vazia, coberto pela toalha de mesa. Ângulo bem baixo. Talvez seja algum tipo de preferência dele.

Na mesa alvo da câmera, duas garotas. As duas com belo cabelo branco, mas uma média, a outra twin tail. Arisu e Kūn.

Ao lado da Kūn, também tinha a figura da mecapōra, a Pāla.

— «Nn, gostosooo!»

— «Mesmo retrocedendo no tempo, esse gosto não muda mesmo. Não tem jeito ter menos opção de cardápio que o futuro.»

Pequena, mas as duas vozes se escutam claramente. Não parece ter problema com áudio. Parece que na Brunhild futura também existe o "Parento".

A Arisu comia parfait de morango, a Kūn comia panqueca com creme chantili e frutas empilhadas.

— «Que bom que a irmã Kūn veio comigo. Eu não consegui trazer quase nenhum dinheiro, sabe.»

— «Meu dinheiro também tá guardado na guilda futura mesmo. Não trouxe carteira.»

— «Eh!? C, como fica o dinheiro daqui!? E, eu já comi tudo, viu!?»

Diante da fala da Kūn, a colher da Arisu, que espetava o parfait, para. O parfait de morango já tava pela metade.

Vendo o rosto claramente preocupado da Arisu, a Kūn não aguenta e cai na risada.

— «Fica tranquila. Eu não tenho, mas… Pāla.»

Assentindo diante da voz da Kūn, o urso golem ao lado cospe da boca, "charichari", algumas moedas de prata na mesa. Cofrinho, é isso?

— «Não me assusta assim, oras! Que personalidade ruim como sempre, irmã Kūn!»

— «Fufufu. Vou receber como elogio.»

— Acho que não é elogio nenhum, não…

A Yae murmura sem perceber, ouvindo a conversa através da tela. O áudio de cá tá desligado, então não tem risco de ser ouvida do outro lado.

— Zombar dos outros e se divertir com isso, sendo minha filha, fico atônita, francamente.

— A senhorita Rin também, quando ensinou [Recall], provocou eu e o marido, não foi?

— …Coisa tão antiga assim, já esqueci.

A Rin desvia devagar o olhar seco da Yae. Na mente de todos, exceto a Rin, surge o ditado aprendido na Terra "tal pai, tal filho", mas ninguém comenta. Porque amanhã pode ser a vez de qualquer uma.

— «Queria que todo mundo viesse logo. A irmã Yakumo também, deveria encerrar o treino de qualquer jeito.»

— «Queria que todo mundo viesse direto pra cá também. A Rinne e a Yoshino devem estar comendo por aí. Aliás, será que essas crianças têm dinheiro?»

Diante da fala da Kūn, as nove rainhas se entreolham. Yoshino. Nome ouvido pela primeira vez, mas, sem dúvida, é filho de alguma delas.

— Umm, a filha da Yae-san é a Yakumo-chan, a filha da Hiruda-san é a Furei-chan. E a filha da Rin-san é a Kūn-chan… e a filha da irmã Eruze é a Eruna-chan, e a minha filha é Rinne… certo, né?

A Rinze conta nos dedos os filhos com nome já identificado. Por eliminação, a criança chamada "Yoshino" seria filho da Yumina, da Sū, da Sakura, ou da Rū restantes.

— Pelo som do nome, será palavra do mundo original do Touya?

— Deve ser, sim. O "Nihon" onde o marido vivia e Ishen têm bastante ponto em comum. "Yoshino" provavelmente é "Someiyoshino".

— Someiyoshino?

— É um tipo de flor de sakura, sabe.

Diante dessa fala da Yae, o olhar de todos se concentra na Sakura. Recebendo esse olhar, a Sakura, ainda observando a tela, murmura baixinho "Yoshino…", deixando escapar sorriso.

— …Nome bom. Com certeza, boa criança.

— Bom, decidir se é filho da Sakura-dono só por isso é precipitado, mas…

— Com certeza é meu filho. Afirmo.

Virando a cabeça pra Yae, "kurit", a Sakura declara com respiração forte, "funsu".

— Na verdade, meu nome também vem de tipo de sakura, sabe. Talvez o segundo filho da Yae também,

— Yae, malvada. Por isso os filhos fogem.

— Não tô fugindo, viu!?

Não é, quero pensar, mas a Yae também tem memória de infância de fugir por não aguentar treino severo demais. Não sendo tão fanática por espada quanto o irmão Jūtarō, quando criança.

Não dá pra negar que talvez tenha feito o mesmo com a própria filha. Diante da fala da Sakura, a Yae recebe choque considerável.

— «Bom, essas crianças devem ter vários jeitos de ganhar dinheiro mesmo… se for a Yoshino, deve conseguir pular na hora com [Teleport].»

Diante da fala da Kūn escutada pelo smartphone, olha, olha, viu só! A Sakura mostra cara orgulhosa pra Yae. Magia de atributo nulo não é hereditária, mas a Kūn também tem [Program] igual à mãe Rin. Probabilidade alta mesmo.

— «Se fosse a Āshia, com certeza viria direto pra cá, né.»

— C, CHEGOOOOOU!? I, isso, provavelmente é nome do meu filho, né!? Rūshia e Āshia! Com certeza é isso! Ei, Yumina-san!

— É, é, isso mesmo, né…

A Yumina ao lado responde com sorriso contraído.

Todo mundo recua levemente diante da Rū com tensão explodindo. Entendo o sentimento profundamente, no entanto.

— «Aquela criança é grudada no papai, então, quando vier, deve dar trabalho, hein. Espero que não brigue com a mamãe Rūshia daqui.»

— Eh?

Dentro da tela, junto com fala perturbadora, a Kūn dá suspiro. Ouvindo isso, o sorriso da Rū congela.

— C, como assim, isso…?

— Deduzindo, será que não se dá bem com a Rū. Aquela tal Āshia. Disse que é grudada no Touya, então tipo "mamãe atrapalha!"… será?

— E, E, E, Eruze-san!? Como pode dizer isso!? N, n, não pode ser isso, né?

— Ahaha… desculpa, desculpa. Brincadeira, brincadeira.

— Não tem graça nenhuma!

Não vale, irmã! A Rinze cutuca a Eruze com o cotovelo. O lado da Rū, aonde foi aquela animação alta de há pouco, mostra de repente cara ansiosa.

— «Fica tranquila. A Āshan também adora a mamãe Rū. Quando ela vier, quero que faça algo gostoso pra mim.»

Diante da fala seguinte da Arisu, a Rū solta suspiro de alívio, aliviando o peito. Parece que não é relação tão tensa assim.

— «Nya?»

— Nya?

Diante da voz repentina do Nyantarō, todos mostram cara de "?".

Então, a câmera vira pro lado da posição da Arisu e da Kūn, mostrando close da Pāla.

— Ah, encontrado.

Logo depois da fala murmurada baixinho pela Sakura, a imagem do smartphone treme, "gatagata". Parece que o Nyantarō deixou cair o smartphone, e a tela só mostra o verso da mesa escura envolta pela toalha.

Mas só o áudio ainda escuta.

— «Nya!? O que essa golem tá fazendo, nya! Espe, giNyaaa──!?!?!?»

Som tipo faísca, "baribaribari", e alguns flashes de luz são enviados ao smartphone da Sakura.

Depois disso, som de algo caindo, "patari…", e uma mão se estende pro smartphone caído do Nyantarō.

A tela muda pro modo selfie, e, no smartphone da Sakura, aparece o sorriso travesso da Kūn.

— «Filmagem secreta não é elogiável, mamães. Filho também tem privacidade, sabe? Desculpem.»

Junto com o sorriso, "fufu", da Kūn, a imagem se corta abruptamente.

— Muu. Faz sentido.

A Sakura estende a mão até o smartphone na mesa, desligando. De fato, como diz a Kūn, mesmo querendo saber, filmar escondido não é coisa boa. Todas as rainhas refletem por terem se empolgado esquecendo de si mesmas.

— Ser ensinada por filho, será que é isso mesmo.

A Rin murmura com suspiro, "fuu". Igualmente, das outras oito, também escapa suspiro. Nesses últimos dias, as rainhas, confusas com encontros repentinos, parecem ter recuperado calma até certo ponto.

— Francamente, que barulho. Pāla, leva esse aí até a delegacia da ordem de cavaleiros.

O urso golem assente, "kokun", recebe o smartphone do Nyantarō da Kūn, carregando nas costas o dono desmaiado pelo choque elétrico.

Diferente da Pōra, a Pāla tem alguns equipamentos de ataque contra adversário. Só pra neutralizar o outro lado, sem ser tão poderoso, no entanto.

Abrindo a porta do Parento, a Pāla carregando o Nyantarō caminha pra fora.

— Achaa, fui filmado, hein. Será que falei algo problemático?

— Deve tá tudo bem. A vovó Tokie também não é tão rigorosa assim. Contanto que não fale aquilo, sabe.

— Uuun. Se for isso, tá tranquilo, então. A explicação da vovó, eu não escutei muito, sabe.

— Você, hein…

Rindo pra disfarçar, "ahahaa", a Arisu. A Kūn fica atônita, mas reconsidera, pensando que, se for isso, não precisa se preocupar mesmo.

— Mas será que aparece mesmo o "fio de moletom"?

— …? Ah. …Deixar escapar logo depois de dizer isso, não é algo fácil de fazer, hein, Arisu. Você realmente vai ser abandonada pelo seu irmão caçula, viu?

— I, isso não vai acontecer, não!? Ele sempre me elogia, dizendo "a Arisu parece feliz sem preocupação nenhuma"!

A Kūn pensa "será que isso é elogio mesmo", mas não aponta isso de propósito.

Pela personalidade do irmão caçula, deve ser só falando sinceramente o sentimento verdadeiro, sem pensar em nada.

Bom, de fato, a Arisu parece não lembrar nada da explicação da Tokie. Nem o nome tá certo.

O que é isso, "fio de moletom". Por um instante, pensou nisso, e a Kūn fica atônita, mas, ao mesmo tempo, admirada de como conseguiu ficar tão distraída assim naquela situação lançada no interstício do tempo.

— De qualquer forma, para de falar demais. Vale pro papai e as mamães de vocês também, viu? Daí pode chegar até meu papai também.

— Táaa

Só a resposta é animada. A Kūn fica insegura se tá tudo bem mesmo, mas, já é tarde demais pra se preocupar agora.

A Tokie disse. "O futuro não muda". Mas, se envolver outro "poder divino", isso deixa de ser absoluto.

Jogar um pouco de água num rio grande não muda nada. A água do curso superior flui rumo ao curso inferior seguindo o fluxo determinado.

Mas, se chover forte no curso superior, o nível da água sobe, existindo risco do rio transbordar.

Mesmo sendo possibilidade extremamente baixa, não dá pra ignorar isso.

— …Se não aparecer, melhor mesmo, mas, né.

Murmurando baixinho, a Kūn corta com a faca a panqueca pela metade, levando à boca.

— Touya, sabe o que é "fio de moletom"?

— Moletom…? O que é isso?

O Ende, pescando ao lado com linha lançada, solta essa fala de repente.

No porto de pesca construído na Ilha de Masmorra, território anexo de Brunhild. No quebra-mar de lá, eu e o Ende aproveitamos pesca tranquila.

Fio de moletom? Moletom não é fio, e sim tipo de tricô, né? Se não me engano, a Rinze mencionou isso antes.

Se for sobre material, seria lã, ou poliéster?

— Se não sabe, tanto faz. Parece que a Meru ouviu isso da Arisu.

— …Moletom afeta algo o futuro?

— Sei lá. Ah, minha isca foi levada.

Será que roupa de treino vai virar moda…? Vendido na "Rei da Moda Zanakku", virando febre entre aventureiros?

Aventureiro vestindo moletom… em termos de facilidade de movimento, seria opção viável…?

Não entendo mesmo, o futuro…

— Opa, pesquei.

Recolhendo o carretel feito na "Oficina", da superfície da água, surge peixe parecido com carapau, se debatendo, "pichipichi".

Tirando o anzol, jogo dentro do balde ao lado. Já são três. Usando magia, dava pra fazer pescaria abundante num piscar de olhos, mas, dizendo que isso não teria graça, proposto pelo Ende, decidimos competir só na habilidade normal de pesca.

Ambos, hoje, por algum motivo, fomos deixados de lado pelas esposas e filhos, então isso também tem sentido de aliviar o estresse. Não, o Ende ainda vá lá, mas eu não fui deixado de lado, viu? Uhum, provavelmente…

— Ah, Touya, aliás.

— Nn?

O Ende joga a linha com isca de novo dentro do mar, "pochan". Olho de relance dentro do balde do Ende. Também três do outro lado. Não posso perder.

— Ouvi isso na Guilda de Aventureiros, sabe, no Reino Cavaleiro de Lestia, parece que dragão atacou a cidade.

— …Desgarrado?

Dragão, basicamente, não desce até onde vive gente. Porque o líder dos dragões, minha criatura invocada Ruri, ordena assim.

Contanto que a área de habitat deles não seja perturbada, não ataquem pessoas. Por isso, quem ignora isso é desgarrado expulso do grupo, ou dragão isolado, criado separado dos pais por algum motivo.

— Quem causava dano era dragão espinhoso jovem, sabe. Provavelmente, deve ser desgarrado expulso do grupo.

Dragão espinhoso, hein. Cheio de espinho e grande aquele. Maior que a Ruri, afinal. Com certeza, alvo de extermínio de rank prata ou superior.

— Ah, não pode ser que você vai lá derrotar?

O Ende, pra virar rank ouro, parece que ultimamente vem cumprindo pedidos grandes. Do jeito que tá, fica no mesmo rank que a própria filha, afinal. Isso também é vaidade dos pais aqui, hein.

— Era essa a intenção, mas parece que já foi derrotado. E o que quero contar é justamente isso… quem derrotou parece não ser aventureiro. Segundo testemunha, parece que era criança. Menina de cabelo preto e olho preto, com katana na cintura, aparência tipo samurai…

— Bu────────!?

— Ah, como imaginei mesmo.

Diante da fala do Ende, a água que eu bebia dispara em jato pro mar, tipo arco. Água espalhada forma arco-íris brilhante, "kirakira".

Espe!? Isso, com certeza, é a Yakumo, né!? Criança que derrota dragão não existe por aí facilmente!

O que essa filha tá fazendo, francamente!? Mas ajudar as pessoas é admirável! Papai fica orgulhoso!

— Mesmo pulando agora pra Lestia, já não deve tá lá mais…

— Provavelmente. A Guilda também tentou procurar querendo ouvir detalhe, mas não encontrou, dizem.

Consegue usar [Gate], afinal… quem tem magia de teletransporte é trabalhoso demais mesmo. Não posso falar dos outros, mas.

— Haa… opa, mordida… hô, pesquei, pesquei.

Diante da atuação da filha ainda não encontrada, com sentimento complicado no peito, puxo a linha de pesca.

Mesmo assim, o que será esse "fio de moletom", afinal?


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