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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 555

O Esforço Diário, e a Orquestra

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Capítulo 555 – O Esforço Diário, e a Orquestra

Nós, que subjugamos o exército dos apóstolos do deus maligno que atacaram tanto Iguretto quanto Ishen, soubemos, no dia seguinte, através de Sua Majestade o Rei-Fera de Misumido, que uma das cidades autônomas da região de Sandora tinha sido devastada.

Segundo a história de sobrevivente, parece que golem "com chifre" azul liderava o exército de Kyukuropusu.

Não era operação de dois fronts, e sim, três fronts, é. Provavelmente, o Kyukuropusu "com chifre" azul deve ser pilotado por aquele homem de roupa de mergulho. Por isso que ele não veio apoiar os outros apóstolos do deus maligno.

A região de Sandora atacada tem cada cidade governando de forma autônoma, existindo várias cidades-estado. Uma das grandes cidades litorâneas dentre elas foi destruída.

A cidade foi completamente destruída, ficando em estado de aniquilação. As pessoas que conseguiram escapar por pouco estão no fundo do desespero.

A propósito, nessa região, minha reputação é péssima mesmo.

Na época do Reino de Sandora, libertei os escravos que eram posse dos nobres, causando a ruína do país, então sou bastante odiado por ex-nobres e ex-comerciantes de escravos.

Aquilo foi só porque o Rei de Sandora declarou guerra contra nós, e enfrentamos isso, sendo a libertação de escravos digamos, tipo indenização, no entanto.

Os escravos praticamente desapareceram de Sandora, e boato diz que quase todo mundo que fica na região de Sandora, em maior ou menor grau, me odeia.

Esse ataque desta vez dos apóstolos do deus maligno também tá sendo suspeitado como obra minha. Bom, sendo que só nosso país tem aquele tipo de robô gigante mesmo, afinal…

Se fosse país integrante da Aliança Mundial, dá pra desfazer o mal-entendido, mas, ali, sinto que não vão acreditar em nada que eu falar.

Não tenho obrigação de ajudar esse tipo de gente, mas, se der pra ajudar, queria ajudar mesmo.

— Ficamos atrasados na resposta, hein…

— Não dá pra salvar tudo. Não tem jeito além de fazer dentro do alcance possível, né? Por sorte, o alcance do pai é longo, então acho que da próxima vez vai conseguir fazer melhor.

Guu. Enquanto resmungo, recebo palavra de encorajamento do filho. Bom, é isso mesmo, mas…

Ainda tem problema, sobre aquela espada dupla divina.

Como resultado de ser usada continuamente por quem não é subordinado do deus que a fez, ocorreu, digamos, tipo fim de bateria, esgotamento de poder divino.

Esse artefato divino não aceita meu poder divino. Chegando nesse estado, essa espada divina vira só espada robusta comum, então, se aparecer de novo apóstolo do deus maligno, não vai conseguir destruir o artefato do deus maligno.

Perguntando o que fazer pra irmã Karen e o pessoal, disseram que, como esperado, não tem jeito além de eu mesmo fazer artefato divino.

— Bom, no pior caso, é só usar o smartphone do Tōya-kun.

— Eh? Como assim?

— Talvez tenha esquecido, mas isso também é artefato divino, viu? E ainda por cima, do deus do mundo. Se entregar esse smartphone pra uma das crianças, e socar com força o artefato do deus maligno, provavelmente, deve conseguir destruir, penso.

Socar com o smartphone, é… que força bruta, isso. Surreal demais. Como esperado, isso não seria certo. Não dá pra lutar segurando smartphone também, oras. Bom, sinto que a Rinne conseguiria fazer isso, mas…

— O anel de casamento de vocês, Tōya-kun, também é quase artefato divino, sabe. Entregando pras crianças, socar com isso também é opção, viu.

Não, então… não. Se não fizer artefato divino direito, realmente vai virar isso. "Vamos socar o inimigo com o anel de casamento", conseguiria dizer isso pras minhas esposas!?

Mesmo assim, ainda não consigo fazer o "núcleo divino", que seria a base disso, hein…

E sobre aquele "recipiente" pra guardar o "núcleo divino", vendo o artefato do deus maligno daqueles caras, comecei a achar que arma capaz de mudar de tamanho assim também seria bom. Sinto certo desconforto por parecer plágio, mas, artefato divino usável até em Frame Gear, com certeza, seria conveniente.

Se conseguir destruir o artefato do deus maligno lutando com Frame Gear, deve reduzir também a carga sobre as crianças.

Bom, de qualquer forma, primeiro, preciso conseguir fazer o "núcleo divino" mesmo…

— Nugu, gu, gu…!

Sendo assim, hoje também tô me esforçando.

Vou comprimindo aos poucos, aos poucos, o bloco de poder divino. Como sempre, resistência intensa, não diminuindo de tamanho. Mesmo assim, quero elogiar meu próprio esforço, conseguindo reduzir até tamanho de bola de beisebol.

Daqui, se conseguisse reduzir até tamanho de bola de golfe, e ainda até tamanho de bolinha de gude, superaria uma etapa por enquanto, mas…

— A!?

No instante em que relaxo levemente, o poder divino que segurava explode. Falhei de novo, hein… aa, já chega por hoje. Vigor físico, disposição, poder divino, tudo no limite.

Mudando o estado de espírito, dirijo-me até o "Laboratório" de Babylon.

No "Laboratório", tavam analisando o veneno divino-demoníaco (fraco) que coletei na batalha de Iguretto.

O veneno divino-demoníaco (fraco) tá aprisionado no [Prison] que expandi. Esse [Prison] tá feito pra deixar passar tudo exceto o veneno divino-demoníaco (fraco), pra permitir vários tipos de análise.

Diante desse cubo de dez centímetros por lado, raramente, o Doutor tava cruzando os braços, inclinando a cabeça.

— Mugu… não entendo…

— Não conseguiu analisar?

Pergunto isso diante do Doutor com cara difícil.

— Não, já ficou comprovado que essa substância bloqueia o fluxo do líquido de éter. Mas não tenho nem pista sobre do que essa substância é feita, ou como desfazer a própria substância, ou o efeito dessa substância…

Uhum, bom, mesmo estragada, é coisa feita por deus, afinal. Deve ser difícil pra humano da superfície analisar mesmo.

— Isso dá pra bloquear com o [Prison] do Tōya-kun?

— O pó dourado em si dá pra bloquear, mas não dá pra parar o efeito dele…

O pó dourado em si é matéria, então dá pra bloquear. Mas o efeito dele, mesmo estragado, sendo feito com poder divino, [Prison] sem poder divino embutido não consegue bloquear.

E ainda, o lado desagradável dessa substância é que, mesmo só um grãozinho de pó tocando, aquele lugar fica contaminado, se espalhando.

Ou seja, o próprio campo de batalha vira pântano de veneno. Diferente do veneno divino-demoníaco de verdade, esse (fraco), parece que volta com o tempo, mas…

Na realidade, até o Frame Gear que recebeu o pó também ficou contaminado. Sendo humano, não tem influência nenhuma, então os pilotos ficam bem, mas alguns dias essas Frame Gear não devem voltar a potência normal.

— Potência caindo quarenta por cento é dolorido mesmo, hein.

— De fato. Bem impressionante conseguir vencer nessa situação.

— Bom, isso deve ser proficiência e coordenação? O pessoal da nossa ordem de cavaleiros são veteranos quase todos.

Afinal, tão pilotando Frame Gear desde o início. E também ajudou o fato do Kyukuropusu do outro lado não ter trabalho em equipe nenhum.

— E ainda tem a magia de apoio da Rosuvaise, né? Aquilo ativa o líquido de éter, aumentando a potência, né? Na realidade, deve ter ficado queda de uns vinte por cento?

— Entendi, também teve esse efeito, hein.

Pela magia de apoio disparada da Rosuvaise da Sakura, deve ter fortalecido até certo ponto.

Sendo que a Sakura tava naquele estado, acho que deve ter caído mais que o normal, mas… não, sendo que a guitarra da Yoshino também se juntou, será que ficou equilibrado, mais ou menos zero?

— Fortalecer isso também é opção interessante mesmo.

— É pra compensar quanto foi reduzido?

Bom, é medida fácil de entender mesmo.

— E, fora isso, seria Over Gear, será.

— Over Gear?

— Over Gear, por design, não é construído tendo o líquido de éter como principal. Afinal, o que vira o forno de propulsão é o G-Cube do golem. É construção parecida com o Kyukuropusu do outro lado. Por isso, deve receber menos influência desse veneno divino-demoníaco (fraco).

Entendi. Tinha esse recurso também.

Mesmo dizendo isso, Over Gear só tem três unidades, o Reonowāru da Norun com Nowāru, a Tigarūju da Nia com Rūju, e a Diaburau do Rōberu com Burau. Ah, também tem o Vāru Arubusu da Yumina com Arubusu. Mas isso tá sendo usado pra exploração da "Arca", afinal.

Só dá pra mover três unidades, mas isso já vira força de combate considerável. Da próxima vez, se detectar ataque deles, vou pedir apoio.

Ah, também dá pra fazer Over Gear do Gōrudo, né. Mas a mestra é a Sutefu, afinal. Eventualmente, ela vai voltar pro futuro, então fazer seria desperdício? Não, mesmo sem usar, guardar até o futuro, entregando de presente de novo pra Sutefu também não é ruim…

— Desculpa incomodar quando tá animado, mas a equipe de desenvolvimento também já tá sobrecarregada, viu? Preciso desenvolver e produzir em massa o Frame Gear de uso subaquático também, e preciso consertar o Frame Gear quebrado desta vez também, e tem a análise do Kyukuropusu recuperado também. Até o teu Reginreivu, ainda tá desmontado pra revisão geral, ainda intocado.

— Ha, desculpa.

Fui olhado de canto de olho pelo Doutor. Como esperado, joguei responsabilidade demais em cima de tudo, hein.

— O Tōya-kun deveria me tratar com mais carinho. Especificamente falando, abraçar, beijar, tomar banho junto e até de manhã na cama…

— Certo, então, é isso mesmo.

— Uguu.

Antes de virar coisa incômoda, saio correndo apressado de Babylon.

Voltando pro castelo, caminhando pelo corredor, ouço música calma tocando vindo do salão de dança. Isso é "Valsa dos Patinadores", de Waldteufel?

Levemente curioso, espio o salão de dança, e vejo figura do Kuon e da Arisu dançando com essa música.

— Arisu, o sorriso tá contraído. O ritmo também tá desviando. Por favor, acompanhe direito a liderança do Kuon.

— Sim!

Quem orienta marcando ritmo com palma é a Rū.

A educação de dama da Arisu é conduzida principalmente pela Yumina e a Rū. Originalmente, é princesa, afinal.

A Hiruda também sabe, mas, no caso do Reino de Cavaleiros de Resutia, tem tendência de dar peso à valentia. A própria Hiruda faz bem dança e etiqueta, mas dizem que ela não é boa em ensinar. Sendo boa em ensinar espada e afins, curioso.

Assisto casualmente a dança do Kuon e o pessoal. …Não, tá bem competente, hein? O Kuon também, mas a Arisu, que nunca dançou antes, tá conseguindo acompanhar direitinho. Pelo menos, não deve passar vergonha em baile.

Originalmente, com bons reflexos motores, deve ter tido base mesmo.

Ah, deve ser bom gravar vídeo e mandar pro Ende. Sem dúvida, deve ficar feliz vendo o crescimento da filha.

Grabo vídeo até terminar uma música, enviando pro Ende. Uhum, fiz coisa boa.

— Certo, até aí. Nota mínima de aprovação de algum jeito. Não só dançar, preste um pouco mais de atenção à expressão facial. Às vezes, franzia o cenho, viu?

— Sim. Muito obrigada!

A Arisu curva a cabeça animadamente pra Rū. "Nota mínima de aprovação de algum jeito", tá tão rigoroso assim? Achei suficiente, no entanto…

Tento comunicar isso pra Rū.

— Bom, normalmente. Mas, como noiva de príncipe de um país, é exigido mais perfeição. Se virar princesa consorte, a Arisu vira representante das nobres mulheres de Brunhild, então não posso relaxar.

Oou… entendo mesmo…

Dizendo nobreza de Brunhild, mas, oficialmente, quase não existe mesmo, no entanto…

Nesse ponto, o Kōsaka-san já me disse pra decidir logo. Diz que precisa de título nobiliário reconhecido não só internamente, mas em outros países também.

Digamos, tipo duque, marquês, conde, visconde, barão, cavaleiro, esse tipo de coisa mesmo.

Mas nosso país tem território pequeno, então não tem terra suficiente pra nobre governar. Só dá pra dar terreno tipo pra construir casa.

Dos países vizinhos, Belfast e Regulus, já vem oferta antes de que podia ceder um pouco mais de território. Mesmo recebendo terra, quem vai desenvolver do zero somos nós, no entanto…

Só que, desde que as crianças chegaram, passei a pensar mais positivamente sobre expandir o território.

Por quê, afinal? É que percebi que, se as filhas tivessem território, existiria possibilidade de adoção de genro em vez de casamento saindo de casa…! Existindo possibilidade de permanecer neste país como família ducal Buryunhirudo, ramo da família real.

Quando comentei esse tipo de assunto com a Yumina e o pessoal, todo mundo riu com sorriso contraído, mas eu falo sério, viu?

Enquanto penso isso, "pirorin", som de notificação no smartphone. Vendo, é email do Ende, escrito "grudados demais! Dança mais afastado!".

Dançando afastado casal homem e mulher, o que adianta… também existe esse estilo, mas, nesse caso, é diferente, né.

— Vossa Majestade, minha dança, como ficou?

— Nn? Foi boa. Mandei o vídeo pro Ende também, elogiou dizendo que ficou boa, viu.

— Ehehe, consegui.

Levemente diferente do fato real, mas, bom, não deve estar errado. De qualquer forma, aquele cara, diante da Arisu, com certeza vai responder assim mesmo.

Diante da Arisu feliz por ser elogiada, a Rū fala com ela.

— Então, próxima aula. Próxima é culinária.

— Está bem!

— Eh? Até culinária tá ensinando!?

Culinária não seria desnecessária pra educação de princesa consorte? Talvez precise de paladar pra julgar bem e mal do sabor, mas acho que não precisa fazer. Não pode ser, será que é imposição da Rū?

— Quero que o Kuon coma a comida gostosa que eu fizer. Também quero que a mãe e o pai comam.

Que criança boa, hein… criança tão boa mesmo, hein…

Sem perceber, escapa até dialeto de Kansai falso dentro do meu coração. O Kuon, sendo amado tanto assim, é homem de sorte mesmo, hein…

— O Kuon precisa valorizar bem a Arisu, hein.

— Já sei disso. A Arisu tomou determinação de andar ao meu lado. Eu também quero corresponder a isso.

Falando isso meio de brincadeira, chega resposta bem séria de volta. Por que meu filho é tão bonitão assim, afinal…?

Sem perceber, passam pela cabeça palavras tipo "gavião nasceu de pombo" e "azul que sai do índigo, mas mais azul que o índigo".

Como pai, também preciso me esforçar mais. Por ora, trabalho! Vamos trabalhar!

Não posso perder pro filho, então suo trabalhando com o Kōsaka-san e a Yumina na sala do escritório. Mesmo dizendo isso, trabalho de rei é principalmente ouvir demanda do povo, considerar isso, ou avaliar vários planos que chegam de baixo, carimbando permissão.

De vez em quando, também sou convocado pra construção e obra de infraestrutura, no entanto.

— Opa? Esse salão de concerto ainda não abriu?

Encontrando texto sobre salão de concerto já construído nos documentos, inclino levemente a cabeça.

— Construção e decoração interna já terminaram, mas parece que não conseguem reunir cantor e músico… atualmente, tão recrutando de novo.

Diante da minha dúvida, o Kōsaka-san responde.

Dizendo salão de concerto, mas, precisamente, é salão multiuso. Prédio capaz de fazer desde concerto até teatro, cerimônia e reunião.

Originalmente, foi planejado pela proposta da Sakura, querendo que sentissem música mais próxima, mas, sem perceber, parece que já foi concluído.

Mesmo concluído, o motivo de não abrir parece ser que não consegue reunir músico e cantor pra tocar ali.

Basicamente, música, especialmente performance de instrumento, é coisa que gente de posição rica faz, então gente comum geralmente não sabe tocar instrumento.

E ainda, quem consegue tocar instrumento até certo ponto, geralmente, é contratado por nobre, virando parte de orquestra exclusiva. Naturalmente, o cachê também é bom.

Não tem necessidade de vir especificamente até um país pequeno assim pra tocar.

Mas, entre eles, também tem gente chamada bardo. Pessoas que viajam de cidade em cidade com instrumento na mão, cantando histórias.

Se for eles, devem cantar com prazer até no nosso país, mas, sendo tipo pássaro migrando, não vem sempre no timing certo assim…

— Como esperado, não tem jeito além de pedir pra nossa orquestra, ou pra Sakura cantar?

Nossa orquestra (mesmo dizendo isso, não é formal), é grupo reunido de gente amante de música dentro da ordem de cavaleiros, não sendo música profissão principal deles. Achando que dedicar demais tempo a isso também seria problema, decidi adiar a participação deles.

Se possível, quero fazer virar lugar onde sempre tá funcionando, dá pra ouvir música com tranquilidade. Pra isso, queria manter bastante cantor e músico, mas…

— Não precisa ser só canto e música mesmo, né? Que tal convidar até companhia teatral e afins?

— Também considero isso. Se possível, seria bom se usassem este país como base, mas deve ser difícil, será…

— A população do país é diferente demais, afinal… se ficar em cartaz uma semana, quase todo mundo já vai ter assistido, então, em termos de lucro, hein…

Uuun. Ir de novo assistir peça já assistida uma vez, sem ser fã fanático mesmo, não costuma acontecer, né. Fazer peça nova de novo em uma semana é rigoroso demais.

…Se colocasse o irmão Sōsuke, deus da música, deve conseguir continuar tocando indefinidamente, seja uma semana, seja um mês, sinto que sim, mas…

Enquanto penso isso internamente, de fora, chega melodia melancólica de guitarra. Entendi, pra pedir "não faz isso", né. Sim.

Sobre teatro, também existe método de gravar apresentação feita em outro país, mostrando isso, mas… isso seria cinema, né, isso.

Não, também tá tudo bem virar cinema mesmo. Se virar lugar de entretenimento. Não custa mão de obra também, não é ruim.

Vou até onde tá o deus do teatro, Shiatoro-san, pedindo pra deixar gravar algumas peças daquela companhia.

— Pensando bem… a Yoshino reuniu nossa orquestra, treinando algo. Não seria que quer tocar no salão de concerto?

— A Yoshino?

O assunto do salão de concerto surgiu originalmente da Yoshino contando pra Sakura sobre o futuro. Afinal, a Yoshino também disse que já tocou ali várias vezes. Por isso, entendo que tenha apego especial mesmo.

Levemente curioso, dirigindo-me até a sala de prática com equipamento à prova de som no castelo, encontro nosso pessoal da orquestra tocando sob a regência da Yoshino.

Com a Yoshino como maestrina, corda de violino primeiro, violino segundo, viola, violoncelo, contrabaixo, madeira de flauta, oboé, clarinete, fagote, metal de trompete ou trombone, percussão de tímpano, até prato e harpa reunidos. Mentira, isso é orquestra mesmo, né…

— Madeiras, por favor, sem balançar tanto o som. Metais, por favor, alinhem o volume até o final. Prato, ali, mais no ritmo, por favor!

A pequena Yoshino dispara instrução em cima do pódio de regência. Sem reclamar nada disso, o pessoal da orquestra obedece disciplinadamente.

Que isso? Minha filha, desde quando dominou a orquestra!? Ou melhor, sem perceber, o irmão Sōsuke tá no assento de concertino, hein!

— Certo, vamos de novo do início!

Com a regência da Yoshino, de novo, começa a performance. Bu, isso é abertura daquele RPG famoso do Japão, né!? A tal "Abertura"…!

Talvez seja apropriado pra inauguração do salão de concerto…!

Essa Yoshino. Sem dúvida, tá visando participação no salão de concerto. Bom, também não tenho motivo pra recusar, mas…

Vou tentar ajustar um pouco a agenda do pessoal da ordem de cavaleiros. Também já tá começando a introduzir golem cavaleiro, então deve conseguir folga um pouco.

Vendo esforço tão intenso assim, não consigo dizer não, viu…


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