Capítulo 556 – O Chá das Princesas Consortes, e a Roupa de Combate
No fim, ficou decidido que a inauguração do salão de concerto seria concerto realizado pela nossa orquestra. Quem rege essa orquestra é a Yoshino.
Maestrina com apenas nove anos, que tipo de piada seria isso, penso, mas, sendo que os próprios membros da orquestra dizem que precisa ser a Yoshino, não tive jeito além de dar permissão.
Achei que talvez fosse melhor o irmão Sōsuke, deus da música, reger, mas, sendo que a Yoshino também tá completamente animada, não tinha motivo especial pra recusar.
Eventualmente, a Yoshino vai voltar pro futuro, afinal… talvez precise, enquanto dá tempo, formar próximo maestro sucessor.
A propósito, algumas músicas cantadas pela Sakura também estão incluídas na primeira apresentação. Talvez por causa disso, a Yoshino e a Sakura andam ocupadas com montagem de programa e ensaio, ultimamente até o horário das refeições não coincide. Não quero que se esforcem demais assim.
《Patrão. Tenho um pouco de assunto pra consultar》
— Nn? Kōgyoku, é?
Enquanto penso isso na sala do escritório, carimbando os poucos documentos restantes, chega telepatia do Kōgyoku de repente.
《Os pássaros sob meu comando encontraram, mas parece que tá se reunindo bandido pelo caminho da estrada em direção a este país. A base não é neste país, mas fico em dúvida do que fazer》
Bandido, hein. Esse tipo de gente nunca acaba, é o mundo mesmo, mas de onde vem, afinal, hein.
Ouço com frequência que aventureiro fracassado ou mercenário sai do caminho certo tentando ganhar dinheiro fácil… se tiver disposição física pra isso, gostaria que fizessem bico relacionado à construção pra mim.
Bom, esse tipo de gente deve querer ganhar dinheiro grande sem esforço mesmo, então talvez rejeitassem.
— Onde é o esconderijo desses bandidos?
《Fica no fundo da floresta do lado de Belfast》
Do lado de Belfast, é. Vou anexar mapa indicando a localização do esconderijo, mandando pra Sua Majestade o Rei de Belfast.
Envio email pra Sua Majestade o Rei de Belfast, e um trabalho concluído.
— Bandidos, é?
— …Sim. Já mandei a localização do esconderijo pra Sua Majestade o Rei de Belfast.
O Kōsaka-san pergunta isso colocando com força montanha de documentos na minha mesa de trabalho. Aumentou, hein…
— A região ao redor deste país, tanto do lado de Belfast quanto de Regulus, fica longe demais da capital ou da capital imperial, então a ordem de cavaleiros também tem dificuldade de vigiar direito. Mas, sendo que vários comerciantes visitam nosso país, faz sentido reunir gente com má intenção também.
De fato, hein… os comerciantes que vêm compram produto raro conosco, e também compram tesouro obtido em ilha de masmorra ou material de fera mágica.
Por isso, devem tá carregando quantia considerável de dinheiro, então, pros salteadores e bandidos, deve parecer feito pato carregando alho-poró.
O lado desagradável desses caras é que não atacam dentro do nosso país, e sim, no território de Belfast ou Regulus, onde a vigilância é frouxa.
Ou seja, tão mirando comerciante que se aproxima da isca chamada Brunhild. Pensando nisso, fico irritado, francamente…
— Parece que também aumentou pedido de escolta na Guilda de Aventureiros. Parece que alguns comerciantes tão se unindo, vindo como caravana comercial.
Caravana comercial, é. Como esperado, os bandidos também não devem atacar caravana com muita escolta, né. Quer dizer que os comerciantes também tomam algum tipo de precaução.
Mas só comerciante com dinheiro consegue contratar escolta, afinal… comerciante ambulante iniciante precisa viajar de cidade em cidade só com a carruagem e o próprio corpo.
Preciso reforçar ainda mais a colaboração entre Belfast e Regulus. Preciso aumentar a segurança da estrada.
— Opa? Pensando bem, hoje a Yumina não tá?
A Yumina cuida de parte dos assuntos internos deste país. É uma das princesas consortes e também ministra.
Sempre me ajuda no trabalho. Ou melhor, sinto que, sem essa ajuda, os documentos diante de mim não teriam jeito de terminar hoje…
— A Yumina-sama disse que tem chá com as outras princesas consortes, então hoje é só de tarde.
Ah, aquele chá, é.
Não sei quem batizou, mas existe chá chamado "chá das princesas consortes", realizado uma vez por semana.
Todas as minhas esposas participam, discutindo várias coisas, parece. "Parece" porque eu não tenho qualificação pra participar desse chá.
Sobre o que discutem, elas também não me contam.
Deve ter várias coisas que só conseguem conversar entre garotas mesmo…
Reclamação sobre marido sem tato…? Não não, não deveria ser isso… não deve, né? Não tem, né?
— Vamos trabalhar…
Carregando ansiedade incômoda no peito, aumento a velocidade de carimbar.
Enquanto isso, naquele "chá das princesas consortes".
— Então! O Kuon segurou minha mão gentilmente dizendo "mãe, tá tudo bem?"!
— A roupa que comprei outro dia tava perfeita na Eruna, tão fofa! Olha, essa é a foto de naquela hora! Fofa, né!
— A Rinne, de novo, largou os estudos, saindo pra brincar…
— O almoço parece que vai ser feito pela Āshia, então preciso examinar com rigor.
— Li livro ilustrado pra Sutefu! O próximo livro ilustrado, qual seria bom, hein.
— O golpe de espada do Yakumo tá ficando afiado mesmo, hein…
— A Furei comprou de novo arma suspeita e…
— A Kūn fica absorta no desenvolvimento, tentando pular a refeição. Será que não tem jeito, hein?
— De tarde, sessão com a Yoshino. Ansiosa.
Assunto do marido nem chega a ser reclamação, nem sequer entra na conversa. O conteúdo da conversa é predominantemente sobre as crianças.
Ordenadamente, falam sobre o próprio filho, e, se tiver problema, discutem sobre isso. Ou assentem diante do orgulho pelo filho.
Com a chegada da Sutefu, filha da Sū, todos os filhos ficaram reunidos. Como resultado, deixando de ter reserva, ultimamente, todas ficaram falando sobre os filhos feito freio quebrado.
Não só falar, também obtêm informação sobre o próprio filho através do olhar das outras princesas consortes. Também era lugar de coleta dessa informação.
— Pensando bem… a dança da Arisu tá progredindo bem. Ainda em formato levemente puxada pela liderança do Kuon, mas já tá em nível suficiente pra dançar em baile.
A Rū, responsável pela dança na educação de dama da Arisu, relata isso pra Yumina.
Se o Kuon e a Arisu se casarem, viraria relação de sogra e nora com a Yumina. Considerando essa relação, o relato foi feito.
— A Arisu, como direi, é bloco de talento mesmo, hein. Absorve na hora o que é ensinado, transformando em habilidade própria. Será porque é filha do Ende-san?
— Aa… aquele ali faz tudo só com talento mesmo, hein… às vezes, dá até raiva.
Diante da fala da Rū, a Eruze, discípula-irmã do Ende, murmura sem graça.
— A mãe dela, a Meru-san, também era rei das Phrase, afinal, deve ter tido essa aptidão desde o início mesmo, né?
— Não! Isso é resultado puro do amor sincero pelo Kuon! Garota apaixonada é invencível! O poder do amor é grandioso!
Levantando-se com ímpeto, "funsu", respirando forte pelo nariz, negando a fala da Rinze é a Yumina. Ela não percebe que os outros oito estão levemente intimidados.
— A Yumina-dono acabou falando coisa parecida com a irmã Karen…
— Bom, sendo pessoa que vai virar nora… comparado a ficar tenso entre sogra e nora, é várias vezes melhor, né?
A Yae e a Hiruda comentam isso baixinho sussurrando. Talvez achando que não devia deixar a Yumina ouvir isso, a Rinze conecta a conversa apressada.
— Mesmo com seis anos, já decidir noivo, achei precipitado, mas, se forem esses dois, acho que vai dar tudo certo.
— Em família real e nobre, decidir noivo nessa idade não é raro, viu. Envolve interesse do país também, afinal.
Diante da explicação da Rin, "hã?", a Yae inclina a cabeça.
— Mas, Yumina-dono, Rū-dono, Hiruda-dono, se não me engano, vocês não tinham noivo, né? A Yumina-dono, se não me engano, ouvi antes que era por causa daquele olho mágico…
No caso da Yumina, com o [Olho Mágico do Discernimento], não conseguia decidir facilmente o parceiro.
Mesmo recusando o parceiro por não combinar em personalidade ou gosto com a Yumina, os outros nobres poderiam interpretar como recusa por ter percebido má intenção. Isso seria infelicidade tanto pra Yumina quanto pro parceiro.
— A Rū, como fica?
— No meu caso, sendo terceira princesa, não precisava decidir tão cedo assim. Afinal, decidir noivo cedo é principalmente pra quem vai herdar o trono.
Sendo princesa, se receber proposta de casamento de outro país como esposa principal, é caso diferente. Nesse caso, existe caso de decidir noivo cedo, mas o Império de Regurusu, até acontecer o incidente do golpe, não tinha relação boa com outros países, não tinha país querendo tomar a princesa desse país como esposa principal.
E ainda, do lado de Regurusu também, não deve ter intenção de dar a filha pra outro país com possibilidade de começar guerra.
— Sendo assunto do pai, deve estar pensando em, atingindo idade apropriada, casar com nobre de alto escalão de Regurusu mesmo.
— Dar filha pro súdito pra aprofundar laço… é isso mesmo? E a Hiruda-dono?
— Ehm… no meu caso, do lado da nobreza de alto escalão de Resutia, e da família real de país vizinho, teve algumas propostas, mas…
A Hiruda responde de forma vaga, meio sem graça.
Normalmente, ela costuma falar claramente sobre as coisas, então, diante dessa reação, os outros inclinam a cabeça.
— É que eu, não tinha intenção de casar com adversário mais fraco que eu… então lutei e derrotei todos os pretendentes que propuseram casamento…
— Puf
Quem foi que soltou som, hein. No instante seguinte, escapa risada dos outros oito, exceto a Hiruda.
— N, não precisa rir tanto assim! Todo mundo é cruel!
— Desculpa, desculpa. Achei que combinava tanto com a Hiruda mesmo.
— Isso, com certeza, é a Hiruda mesmo. Isso não é errado, é a Hiruda correta.
A Eruze e a Sakura dão apoio pra Hiruda emburrada.
Em Resutia, valorizando etiqueta e força marcial, quase todo mundo aceitava como certo a atitude da Hiruda.
Entende também o sentimento de não querer casar com quem é mais fraco, e também não gostaria de cavaleiro derrotado pela noiva.
— As minhas filhas também devem ter dificuldade pra encontrar parceiro, hein…
A Sū murmura baixinho, e todo mundo mostra sorriso contraído.
— Pai muito superprotetor demais é o maior obstáculo mesmo, hein.
— Isso em si não é ruim mesmo, mas…
Diante da palavra vinda com suspiro da Rin, a Rinze mostra sorriso levemente incomodado.
— Mesmo assim, pra homem medíocre, não posso entregar a Eruna. Pelo menos, precisa ser mais forte que a Eruna.
— Concordo intensamente. Pra Yoshino também, não posso entregar pra qualquer um estranho. Sendo pra casar, quero homem capaz de proteger a Yoshino de vida ou morte.
— O candidato deve ficar bem restrito mesmo, hein…
Originalmente, sendo semideuses, os filhos delas, dificilmente existiria pessoa capaz de superá-las simplesmente em força. O problema não deve ser só o pai, penso a Yae.
Sobre esse assunto, comparativamente, a Yae, a Rū, a Hiruda, a Rin são de facção laissez-faire, dizendo que, se a própria pessoa concordar, tudo bem, enquanto a Eruze, a Rinze, a Sū, a Sakura são de facção cautelosa, dizendo que precisa avaliar bem o parceiro.
No caso da Yumina, pensando na hipótese do Kuon tomar esposa secundária, não tem como deixar de ser cautelosa. Se receber esposa inábil, existe caso de influenciar o declínio deste país.
Ouço com frequência história de país se agitando por disputa entre esposa principal e secundária. Não quer nora que possa causar desavença familiar.
Depois disso, o assunto de filho das princesas consortes continua indefinidamente.
— Desde que as crianças chegaram, inevitavelmente, viramos falar disso.
Bebendo o chá preto já esfriado, absorta na conversa, a Rin ri com autoironia.
Originalmente, seria lugar pra discutir assunto de administração do país, ou como apoiar o Tōya, rei, mas, atualmente, virou algo não muito diferente de conversa de vizinhança.
— Ultimamente, penso… será que aquelas crianças vieram do futuro pra nos ajudar, será?
— Uhum, na batalha dessa vez também, se não fosse a Sutefu e o pessoal, seria perigoso mesmo.
— Aquilo era o [Veneno Divino-Demoníaco (Fraco)], né… aquilo, de fato, é intenso mesmo. Sensação de mal-estar corrosivo, não sei como descrever mesmo…
A Hiruda balança a cabeça de lado, feito estremecendo ao lembrar dessa sensação. Sobre isso, os outros também sentem exatamente o mesmo.
Sensação de desconforto grudento, e sensação de repulsa que sobe de dentro do corpo, absurda.
— O Tōya-sama e a irmã Karen não sentem nada, né?
— Dizem que não é nível de fazer efeito em raça divina. Nos subordinados dela, anjo e espírito com poder divino, parece que tem certo efeito…
— Nós, sem perceber, viramos existência igual a anjo e espírito, hein…
Diante da explicação da Yae, escapa voz resignada da Eruze. Diante dessa atitude da Eruze, a Rin sorri, "kusuri".
Já no corpo delas, tá contido poder divino. Ainda não conseguem manejar plenamente, mas, sem dúvida, são subordinadas dos deuses.
— Sendo que nosso marido é subordinado do deus do mundo, isso já não tem mais jeito mesmo, né. Do lado dos apóstolos do deus maligno, não deve ter essa intenção, e sim, visando enfraquecimento do Frame Gear mesmo, mas…
— Quer dizer que é efeito colateral inesperado, é. De novo, da próxima vez, não tem jeito além de depender das crianças mesmo, será…
— Aquele, será que dá pra fazer máscara com folha e casca da Árvore Sagrada?
— Aquilo, dizem que, mesmo sem entrar no corpo, só de tá perto, já exerce efeito, então acho que proteger só a boca não deve ter tanto sentido assim.
Diante da proposta da Rinze, a Rin balança a cabeça de lado. Na realidade, mesmo conseguindo trazer de volta o pó dourado com [Prison], o efeito em si não foi bloqueado pelo [Prison].
A Árvore Sagrada, feita pelo tio Kōsuke, deus da agricultura, tem função de purificar o veneno divino-demoníaco. Se tiver Árvore Sagrada grande no campo de batalha, talvez consiga bloquear esse efeito, mas…
— Se for isso, cobrir o corpo inteiro com folha da Árvore Sagrada não bloquearia? Antigamente, o Tōya mostrou filme com roupa assim, não tinha?
A roupa vista em filme que a Sū se refere é roupa camuflada, digamos, roupa fantasma, "ghillie suit", usada por atirador de precisão ou caçador pra se esconder em região montanhosa.
Lembrando dessa roupa cheia de textura irregular, "mossamossa", todo mundo, incluindo a Sū que propôs, mostra reação tipo "não, será que isso funciona mesmo…?", relutante. De fato, se envolto na proteção purificadora da Árvore Sagrada, talvez o efeito do veneno divino-demoníaco (fraco) diminua, mas…
— Mas a ideia não é ruim. Se extrair fibra da Árvore Sagrada, fazendo fio disso…
— Se for isso, dá pra fazer roupa do tecido tecido!
Diante da proposta da Sakura, a Rinze bate palma com ambas as mãos, erguendo a voz. Se for relacionado a costura, ela é especialista. Afinal, aprendeu diretamente com a vovó Tokie, deusa do tempo. A técnica dela já ultrapassou domínio de mestre há muito tempo.
— Fumufumu, ou seja, quer dizer "roupa de combate" mesmo, né?
— Boa ideia! Roupa de combate combinando seria maravilhoso!
— Primeiro, precisa fazer o fio, depois tecer o tecido. Depois disso, precisa fazer experimento se dá pra bloquear o efeito do [Veneno Divino-Demoníaco (Fraco)].
As nove princesas consortes animadas começam a discutir acaloradamente que tipo de roupa seria bom. "Roupa fofa", não, "beleza funcional", esse tipo de discussão barulhenta demais.
Mesmo as crianças chegando do futuro, virando de repente mães, ainda são garotas de dez e poucos anos. Preocupação exagerada com moda parece ser igual em qualquer época.
— O Hēzeru e o Ōkiddo também foram derrotados. Sua estratégia, completamente sem sentido, hein.
— Nunca imaginei que o movimento do outro lado fosse tão rápido assim. Entre os três, no pior caso, achava que talvez algum precisasse lutar mesmo.
Diante do sarcasmo da Tanjerin, o Indigo responde de forma neutra.
O tom de voz da Tanjerin também não é acusatório, e sim, algo tipo achando divertido de alguma forma.
Entre eles, não existe algo tipo consciência de companheirismo. Cada um enxerga o outro como peão utilizável mutuamente. Mesmo esse peão morrendo, sentem pena de ter perdido algo ainda utilizável, mas nada além disso.
— O Hēzeru e o Ōkiddo morreram à toa. Coitados.
— Não foi à toa. Conseguimos informação de combate bem útil do outro lado. Usando isso, o próximo Kyukuropusu deve ficar ainda mais potente.
O Sukāretto, com máscara de peste, responde à Tanjerin observando os dados de combate enviados duas vezes pelos Kyukuropusu do Hēzeru e do Ōkiddo.
— Fun, será mesmo…
A Tanjerin cospe as palavras sem interesse.
Este quarto, na "Arca", foi remodelado tipo laboratório do Sukāretto.
Na "Arca", além dos itens mágicos deixados pelo lendário técnico de golem, Kuromu Ranshesu, também tinham deixados golem de auxílio de trabalho.
Usando esses feito braço e perna, o Sukāretto entra no design do próximo Kyukuropusu. Já em sua mente, já desapareceu completamente qualquer coisa além disso.
A Tanjerin, também talvez perdendo o interesse no Sukāretto, olha ao redor, "kyorokyoro".
— Onde tá o Gorudo?
— Tá no quarto ao lado. Como sempre, parece devotado ao "núcleo".
Recebendo a fala do Indigo, a Tanjerin abre a porta automática, entrando no quarto ao lado. No quarto levemente escuro, diante de objeto grande cilíndrico feito de vidro, pequeno golem dourado ficava parado.
Dentro do cilindro, tá cheio de líquido roxo-claro, e, no centro, flutua objeto pontiagudo tipo konpeitō, tamanho de bola de golfe.
O pequeno golem dourado só ficava olhando pra cima pra isso o tempo todo. Diante da mesma cena de antes, escapa suspiro resignado da Tanjerin.
— Sinceramente… como consegue ficar olhando isso sempre sem enjoar assim. Isso realmente vai virar nossa carta na manga mesmo?
『…Torna-Se. Agora Ainda Dorme, Mas, Se Isso Despertar…』
Sem se virar diante da voz da Tanjerin, som de voz mecânica rouca vem do pequeno golem.
— Se isso for verdade mesmo, quero que desperte logo. Antes de acabarem nossas peças pra jogar.
Diante da fala da Tanjerin com tom de sarcasmo, o "Coroa" "Dourado", ele, permanece em silêncio, sem responder.