Capítulo 557 – O Concerto, e a Festa
Fanfarra valorosa do grupo de metais ecoa pelo salão de concerto recém-construído.
Em seguida, o grupo de cordas toca melodia bonita representando o início de uma história, que eventualmente se transforma em marcha grandiosa.
Digno de RPG obra-prima, música magnífica passando através das eras. Dizem que o grande compositor que criou essa música falou "fiz em cinco minutos", mas também disse que isso só foi possível graças à longa experiência dele como músico.
Quem rege a batuta diante da orquestra tocando é a Yoshino. Em cima do pódio elevado, balançando o pequeno corpo, continua regendo com dedicação.
Pra hoje, a Yoshino repetiu prática várias vezes com todo mundo da orquestra. Pra esses poucos minutos, se esforçou por dezenas de horas. O resultado disso agora se manifesta assim.
Quando a música entra no clímax, deixando ressonância animada, terminando, ecoa aplauso estrondoso vindo da plateia.
A Yoshino se vira, curva-se, "pekori", em direção à plateia.
Eu, naturalmente, e os representantes de cada país convidados, também continuam com aplauso sem economia. Até Sua Majestade o Rei Demônio de Zenoasu se levanta, chorando com toda força, aplaudindo. Parece ter se comovido demais com a figura da neta.
O Rei de Belfast e o Imperador de Regurusu, sabendo da situação, riem contraídos, mas Sua Majestade o Rei-Fera de Misumido, sem saber, mostra rosto surpreso tipo "até esse ponto?".
Em meio ao aplauso ainda não cessado, dessa vez, da coxia do palco, aparece a Sakura.
Quando a Sakura se posiciona ao lado do pódio de regência, do smartphone da Yoshino, aparece teclado brilhando. Sem perceber, atrás, o irmão Sōsuke, deus da música, tava com guitarra elétrica na mão.
Os instrumentos dos dois começam a tocar música. Depois do prelúdio do irmão Sōsuke e da Yoshino, a Sakura começa a cantar em voz clara.
Essa música é de dupla de irmãos nascidos em Los Angeles, com irmão no instrumento e irmã no vocal. A irmã faleceu jovem, mas essa voz é amada pelo mundo passando através das eras.
Essa música tem título "Topo do Mundo", mas, na letra, é usada com sentido tipo "sensação de estar no topo do mundo". Só você presente já me deixa feliz, ela canta essa alegria.
Naturalmente, a letra fica em inglês, então não deve fazer sentido pras pessoas presentes aqui, mas, talvez puxadas pela voz da Sakura cantando alegremente, os ouvintes na plateia começam a balançar levemente o corpo.
Na parte do refrão, a Yoshino também começa a cantar, e a harmonia das duas ecoa pelo salão de concerto. Uníssono de mãe e filha atravessa o ouvido da plateia. Isso dá exatamente sensação de estar no topo do mundo, conforme o título.
Eventualmente, terminando a música, quando as duas curvam a cabeça juntas, de novo, aplauso estrondoso derrama feito chuva.
Sua Majestade o Rei Demônio, igual agora há pouco, chora aplaudindo com toda força. Não, pior que agora há pouco. Até saindo ranho, hein… de fato, foi música maravilhosa mesmo, mas.
De novo, a Yoshino segura a batuta, ficando de pé no pódio de regência. O aplauso cessa, e, eventualmente, com a melodia que começa a fluir, todo mundo presta atenção de novo.
A inauguração do salão de concerto foi grande sucesso, hein.
Espero que, com isso, o povo também consiga sentir a música mais próxima também.
— Farunēze! Yoshino! Vocês foram incríveis!
— Ehehe, obrigada~
— Já entendi. Repetindo várias vezes, chato demais.
Na festa realizada no castelo depois do concerto, Sua Majestade o Rei Demônio de Zenoasu chorava alto de novo.
A reação da neta e da filha completamente opostas, impossível resolver isso. Como diz a Sakura, se repetido tantas vezes a mesma coisa, faz sentido achar chato mesmo. Eu também acho chato. Mas não digo em voz alta.
Originalmente, festa reunindo representantes de países assim não costuma deixar as crianças participarem, mas, só desta vez, é exceção.
Afinal, essa festa não é reunião de cúpula comum, e sim, encontro de confraternização, então convidamos até vassalos importantes e filhos da família real de cada país pro concerto.
Os países integrantes da Aliança Mundial já passam de trinta países somando os dois continentes, leste e oeste, e, junto com isso, os convidados também aumentaram. Quantas centenas de pessoas convidei, afinal…?
Reis e representantes, claro, eu lembro, mas, ministros abaixo deles, sinceramente falando, tem muita gente que lembro vagamente.
— Príncipe-Rei. Desta vez, muito obrigado por deixar ouvir música tão maravilhosa assim. Nosso país também gostaria de convidar essa orquestra algum dia.
Opa, enquanto isso acontece, chega alguém. Pessoa importante de nome que não sei… nem barba tipo kaiser, nem monóculo, pessoa idosa comum… deixa eu ver, essa pessoa é…
《Patrão. É o Cavaleiro Rōzerusu, do Império de Garudio》
— Muito obrigado. Cavaleiro Rōzerusu. Se tiver oportunidade, também gostaria de visitar o Império de Garudio.
Recebendo a telepatia do Kōgyoku, consigo responder com sorriso neutro sem problema. Foi por pouco…
De relance, olho de lado, e vejo a Sheska, segurando o Kōgyoku, fazendo sinal de positivo em minha direção.
Sendo humano artificial, só a memória dela é boa mesmo, francamente… graças a isso, também consigo usar esse tipo de truque secreto.
Direcionando o olhar pro local da festa, vejo os dois representantes, do extremo leste, país sagrado Ishen, e do extremo oeste, País do Fênix Dragão Orufan, conversando animados amigavelmente.
Os dois países têm cultura parecida, então talvez a conversa flua bem mesmo.
— Nn?
De repente, no fim do meu olhar, vejo a Kūn e a Āshia conversando animadamente com crianças de algum lugar. Ao redor, só meninas da mesma idade, sem reconhecer, provavelmente devem ser filhas de vassalos importantes de algum país.
Aquelas duas (escondendo o interior), conseguem responder sem falha como jovens nobres. Também dizem que são boas em se disfarçar.
As crianças são consideradas minhas parentes, então recebem tratamento de jovens nobres de Brunhild. Certamente devem estar animadas com assunto tipo esse concerto de hoje.
E, ali, três jovens nobres se aproximam. Também da mesma idade mais ou menos. O quê? Cantada?
Cortejar minha filha, cem anos cedo demais…!
Queria ir atrapalhar, mas, por posição, não posso me intrometer assim, contendo-me só a encarar. Se soubesse disso, deveria ter colocado alguém como escolta.
Os três jovens nobres falam algo animadamente pro grupo de meninas, mas a reação delas é fraca. Contra a expressão orgulhosa dos rapazes, elas mostram sorriso amável, mas dá pra ver que o olho não sorri.
Ou melhor, será que não percebem, hein… aqueles ali… por que não percebem que a conversa claramente não flui? Parece que tão falando algo tipo autoconfiança exagerada. Completamente sendo achado chato.
Mesmo parecendo normal, aquilo, tanto a Kūn quanto a Āshia devem estar bem irritadas mesmo, né? Vejo faísca pequena, "pachitto", brilhando no dispositivo de choque embutido na mão do Mekapōra, apelidado Pāra, aos pés da Kūn. Não não, isso é perigoso mesmo, viu!?
Enquanto hesito se devo parar isso, de repente, a calça dos três jovens nobres cai, mostrando cueca chamativa completamente exposta diante das meninas.
— Uwawa!?
— Kyaa!?
Diante do grito das meninas, apressados, puxando a calça, completamente vermelhos, os três saem correndo do quarto.
Observando essa costa deles, vejo a Āshia jogando no chão alguns pequenos ferragens que tinha na mão. E, tipo eliminando evidência, o Pāra recolhendo isso discretamente.
Aquilo seria fivela de cinto, é…? Āshia, hein, puxou com [Apport], é? Que absurdo… bom feito.
Sorriso volta pras meninas, e voltam a rir juntas, "kusukusu", de novo. E, feito esquecendo completamente sobre os homens de agora há pouco, começam de novo a conversar animadamente.
— Sem piedade nenhuma, hein, as filhas do Tōya.
— Não precisa ter piedade com inimigo, né?
— "Inimigo", que isso. Vocês dois realmente são parecidos mesmo, hein…
Sem perceber, ao meu lado, o Ende debocha comigo. Parece que assistiu tudo do começo ao fim.
Nesta festa desta vez, ele também participa como um dos seguranças. Sendo quantidade de gente assim, afinal.
Mas esse cara aceitou esse trabalho por outro motivo mesmo.
Opa? Já tá chegando o motivo, parece.
No local da festa, começa a tocar música leve. Com a regência da Yoshino, a orquestra começa a tocar.
Combinando com essa música, alguns pares de homem e mulher começam a dançar. No meio deles, tinha um casal particularmente pequeno.
O Kuon e a Arisu.
Se a Arisu consegue dançar direito no dia de verdade, essa festa de hoje é justamente prova de dança. Não é que tem punição se errar.
A Arisu e o Kuon também, sendo participação não formal de príncipe de um país e sua noiva, o olhar ao redor também não deve ser tão rigoroso assim.
Combinando com a música, os dois pisam em passos elegantes. A Arisu, dançando com sorriso ofuscante, parece com jovem nobre completamente comum. Não, mais que isso. Realmente transformou, hein…
Diante da dança magnífica do belo menino e bela menina jovens, escapa suspiro de admiração ao redor… do meu lado, do outro lado, chega som de dente rangendo e língua estalando.
Praguejando pequeno, o pai idiota ao lado gravava em vídeo a filha dançando com o smartphone na mão. Deve ser pra mostrar depois pras esposas.
Misturados com os adultos, o Kuon e a Arisu dançam girando. O Kuon com fraque, a Arisu com vestido de noite azul-gelo, combinam bem. Dança sem falha nenhuma pra príncipe e sua noiva.
De relance, cruzando o olhar com a professora de dança, Rū, do outro lado, ela também mostra sinal de positivo com força. Parece que é nota de aprovação.
Terminando a música, quando todos terminam a dança, fazendo reverência, ecoa chuva de aplauso ao redor.
O pai idiota ao lado também para o vídeo, aplaudindo. Chorando. Não chora, oras. Tanto Sua Majestade o Rei Demônio quanto esse aqui, francamente…
— A Arisu tá brilhando tão bonita assim…! Mas o fato de quem extraiu esse encanto ser filho do Tōya não me agrada nem um pouco…!
— Preciso conversar contigo abrindo o coração de uma vez.
Esse cara realmente vai virar tipo Rei Demônio no futuro. Reta direto pra rota de Rei Demônio. O Kuon também vai sofrer, hein…
— Tenha ao menos capacidade de aceitar naturalmente o namorado da filha.
— Essa fala, com certeza, nunca vou esquecer, viu. No futuro, vou dizer isso de volta pra você oito vezes!
— Você…!
Esse maldito, falando abertamente coisa que evito nem pensar…! Aaa!? Vamos brigar?
— O que tão encarando, hein. Isso é feio, para com isso.
Enquanto nos encarávamos, "gararu…!", a Eruze nos separa com força. Só hoje, tava vestida com vestido.
De relance, olho ao redor, e recebo atenção considerável de "o que é isso, afinal".
Nós, com sorriso contraído, curvamos levemente a cabeça, "não é nada, desculpa pelo incômodo".
— De qualquer forma, deve ser de novo assunto de filho mesmo, né. Vocês, mesmo depois de tanto tempo, parece que não conseguem se desapegar dos filhos, hein.
A Eruze balança levemente a cabeça de lado, soltando suspiro resignado. Não, na verdade, ainda nem nasceu, então "se desapegar do filho" seria cedo demais, oras.
Talvez levemente irritado com a fala da Eruze, o Ende contra-argumenta.
— A Eruze também não tem moral pra falar de mim, viu. Ultimamente, parece que tá mimando bastante a Eruna, hein.
— Do que tá falando! A Eruna é criança muito boa mesmo, viu!? Que problema tem em mimar!?
— Isso mesmo, isso mesmo! Que problema tem! A Eruna é boa criança, oras!
— Opa!? Tōya-kun, você desse lado!?
O Ende me olha com olhar tipo "traído!", mas, idiota! Você e a Eruna não dá nem pra comparar! Volta daqui a dois dias!
— Vocês três, o que tão fazendo, afinal…
Igual a Eruze de agora há pouco, se intromete a Rin com olhar resignado. Aos pés dela, o Pōra, encolhendo o ombro, tipo "yare yare".
— Sem fazer coisa envergonhosa pra Brunhild, viu. Pais rebaixando a avaliação que os filhos ergueram, isso não pode acontecer.
A Rin, com olhar, indica o Kuon e a Arisu, elogiados pela dança, cercados por multidão.
Como esperado, nós três ficamos desanimados. Não pode, não pode, precisa agir de forma exemplar pras crianças.
— Certo, meu querido, também para de ficar rondando por aqui, vai fazer ronda de cumprimentos. Isso é trabalho do rei.
— Tá bem…
Empurrado pelas costas pela Rin, começo a caminhar pelo local da festa. Por ora, vamos começar pelos sogros.
— Ooh, Tōya-dono! Que bom concerto, hein!
Sua Majestade o Rei de Belfast, já bebendo bastante, ao me encontrar, ergue taça de vinho tipo cumprimento.
Justo tava com o Imperador de Regurusu, então retribuo cumprimento leve. Os dois, com sorriso, pareciam satisfeitos.
— E ainda, a dança do Kuon de agora há pouco foi esplêndida. Digno do meu neto…, opa, isso era segredo.
Talvez por causa do vinho, o Rei de Belfast, deixando escapar isso, tenta disfarçar, bebendo de uma vez a taça.
— Rei de Belfast, quem ensinou dança pro Kuon-dono foi a Rūshia, viu. Faz sentido ficar bom mesmo. Digna da minha filha, hein.
Uuun, essa festa, tem muito pai bobo e avô bobo, não? Você também, é? Hahaha, tá brincando de novo.
— Isso deixando de lado, Tōya-dono. Agora há pouco, ouvi do Rei de Zādonia, algo que fiquei curioso. Parece que teve boato de terem avistado figura parecida com Phrase.
— Phrase?
Diante da fala de Sua Majestade o Rei de Belfast, abro os olhos surpreso.
Eh? Espera aí. As Phrase deveriam estar todas absorvidas pelo deus maligno, virando espécie mutante. Sobreviventes? Depois daquilo, deveria ter buscado no mundo inteiro…
— Umu. Foi isso que ouvi. De qualquer forma, o testemunhador parece ser caravana comercial perdida em nevasca, então talvez, pelo cansaço excessivo, tenham visto alucinação, ou confundido com fera mágica ou monstro de gelo. Achei que devia avisar, por precaução.
O País de Gelo Zādonia é região de gelo e neve coberta de gelo e neve. De fato, tem fera mágica tartaruga tipo carregando estalactite nas costas, chamada Aisutātoru.
Confundir isso com Phrase, alta possibilidade mesmo.
Mais que tudo, se existissem Phrase, a espécie dominante que comanda elas, e a Meru e o pessoal, que foram "rei" delas (agora ex), não deveriam deixar de perceber.
— Umu. Como imaginei, deve ser confusão de visão mesmo. Fiquei levemente ansioso se seria sinal de que aquela grande invasão daquela vez começaria de novo.
Respondi pro Rei de Belfast "tá tudo bem, sim", mas será mesmo?
Não pode ser, será que Phrase tardia do mundo cristalino tá vindo pra este mundo? Ansiedade impossível de eliminar completamente fica cravada no coração feito espinho na ponta do dedo.
Bom, mesmo sendo Phrase de verdade, se a Meru e o pessoal, espécie dominante, estiverem presentes, dá pra resolver de algum jeito.
Tiro o smartphone, tentando buscar Phrase no mundo inteiro.
『Resultado da busca é zero unidade』
…Não tem, hein. Se estiver dentro de barreira, ou portando talismã e afins, seria bloqueado, mas não teria como Phrase portar isso. Como imaginei, deve ser confusão de visão mesmo.
Mesmo assim, sendo que fico curioso, vou ouvir a história direto de Sua Majestade o Rei de Zādonia.
O Príncipe Furosuto do País de Gelo Zādonia… não, já é rei mesmo, né. Conversava animadamente com o jovem Rei do vizinho País de Fogo Daubān.
Esses dois, como se fosse mentira o antecessor de ambos brigando tanto assim, se dão bem mesmo. Bom, deve ser porque os noivos de ambos são irmãs mesmo.
Hoje, os dois noivos também participam juntos da festa.
— Yaa, Príncipe-Rei. Muito obrigado pelo convite desta vez.
— Performance maravilhosa. Algum dia, quero convidar pro nosso país também.
Ao me ver, Sua Majestade de Zādonia e de Daubān cumprimentam. Ao lado, de pé, as duas noivas, princesas irmãs do Sacro Reino de Arento, também respondem cumprimento com reverência.
Por um tempo, trocamos conversa casual e relatório de situação atual, e, no momento apropriado, pergunto pro Rei de Zādonia sobre a Phrase.
— Zādonia também, graças ao espírito, tá virando aos poucos clima mais habitável, mas ainda tem região de frio extremo. Nessa região, caravana comercial perdida disse ter visto, na nevasca, grande caracol transparente tipo gelo.
Caracol de gelo. Se não me engano, é fera mágica de região de frio extremo, caracol carregando concha de gelo chamado "Kōrudo Suneiru", se não me engano.
— O Kōrudo Suneiru, eu também já vi, mas o tamanho, mesmo maior, chega no máximo a um metro. O caracol avistado, dizem que era tamanho maior que três metros.
Mais que três metros, é. Isso é grande demais mesmo. Talvez seja indivíduo virado besta gigante, mas…
— Entre eles, o que fiquei curioso é o testemunho de um da caravana comercial… parece que, dentro da concha de gelo transparente, viu algo tipo núcleo azul redondo.
— Núcleo?
Isso é… como imaginei, será sobrevivente de Phrase mesmo? Existe possibilidade de confusão de visão, mas…
Mesmo sendo Phrase de verdade, enquanto a Meru e o pessoal, espécie dominante, estiverem presentes, não deveriam conseguir desobedecer a elas. Tá tudo bem… quero achar que tá tudo bem.
Despedindo do Rei de Zādonia e o pessoal, enquanto observo de novo os homens e mulheres dançando, pensando sobre a Phrase avistada, diante dos olhos, aparece de repente a Yumina com vestido.
A Yumina de vestido de noite branco sorri, estendendo a mão em minha direção.
— Meu marido, se já terminou o assunto, será que dá pra dançar uma música comigo?
— …Deixa eu ver, não danço tão bem quanto meu filho, mas, se tudo bem assim mesmo…
Segurando a mão da Yumina, dirijo-me até a pista de dança onde giram as grandes flores dos vestidos.