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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 566

A Nova Família, e a Confusão

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Capítulo 566 – A Nova Família, e a Confusão

— Gerada fundindo o "núcleo" copiado do Haru com o "núcleo" do "Kuōsu"…? Deixa eu ver, quer dizer que essa criança não é a pessoa "Haru" em si mesmo?

— Isso mesmo. Poderia dizer que é fragmento do Haru… filho dele, também.

Filho… bom, seria isso mesmo, será? No meu sentimento, sinto algo tipo humano clonado.

Se, por exemplo, fizessem meu clone, será que eu chamaria isso de filho. Sinto que seria mais próximo de irmão, mas.

— Mas essa criança tem a memória do Haru, né?

— Sim. Parece que o Haru do outro lado implantou a própria memória nessa criança. Ontem, ela acabou de despertar, então parece que a memória e emoção dele saíram à frente. Aquela figura de ontem não era a personalidade original desta criança.

— Espera um pouco. De novo virou confuso…

O Haru implantou memória? Personalidade original? Complicado, hein.

— Ou seja, quer dizer que seria tipo dupla personalidade?

— Dupla personalidade… isso mesmo, talvez seja próximo disso.

Diante da minha confusão, o Kuon oferece comparação fácil de entender. Dupla personalidade, é. Se for isso, dá pra entender um pouco mais.

— Essa criança também parece não entender bem o que ela mesma é. Como direi, misturada com a memória do Haru, ficando instável.

Diante da explicação da Meru, olho de relance pro Haru, sentado ao lado dela. De fato, diferente de ontem (antes de encontrar o Ende), sente-se algo tipo inquietação, expressão levemente ansiosa. Será que essa é a personalidade original dela mesmo?

— Falando de forma direta, o Haru tava tentando usar essa criança pra unificar o "mundo cristalino"?

— Sim. Mas isso não se concretizou. Porque, antes dessa criança despertar completamente, ocorreu golpe de estado. Parece que a facção militarista, tipo Gira, que restava ainda que pouca, atacou de repente o acampamento do Haru. O Haru, com medo do poder dessa criança cair nas mãos deles, transferiu a própria memória, fazendo o servo cristalino perseguir meu Som de Vida Ressonante…

Por que isso apareceu no mundo futuro, afinal, hein… será que eu, no futuro, desfiz o [Prison] que bloqueia o Som de Vida Ressonante da Meru e o pessoal?

Mas por que faria isso, afinal… não pode ser, será que "sabia que ia virar assim"?

Se for isso, encaixa direito, mas…

— O que aconteceu com o Haru depois disso?

— Não sei. Essa criança só tinha memória até esse ponto…

A Meru mostra expressão de dor profunda. Irmão talvez tenha morrido. Faz sentido ficar abalada mesmo.

— Mesmo assim, o que quer que tenha acontecido, sou pessoa que abandonou o "mundo cristalino". Não tenho mais qualificação pra me envolver de novo naquele mundo.

A Meru fala isso com determinação firme. Provisoriamente, é terra natal dela. Achei que poderia se preocupar um pouco mais, mas a Meru saiu do "mundo cristalino" com essa determinação firme mesmo. De fato, é tarde demais mesmo.

— Então… o que fazer com essa criança?

— Se possível, pensava em receber ela na nossa casa…

— O Endemyuon é problema.

— Aa…

Diante da fala da Rise, sem perceber, olho pra cima pro céu.

Se apresentar essa criança pro Ende, ficará evidente que vira repetição de ontem.

Mesmo assim, deixar só o Ende morar separado também é lamentável demais.

— Não daria pra resolver com um soco só, tipo quando aconteceu com a Nei?

— Eu, naquela época, aguentei por causa da Vossa Majestade Meru, mas, originalmente, queria bater bem mais, sabe? Ao ponto dele nunca mais conseguir levantar.

A Nei conta assim o sentimento daquela época. Não, quanto rancor tinha guardado, afinal…

— Mas agora não é bem assim, né?

— B, bom… a comida que ele faz é gostosa, e acho que é homem atencioso, notando os detalhes…

Diante da fala da Meru, a Nei responde com hesitação levemente evidente. Essa pessoa também amoleceu bastante, hein… espero que o Haru também vire assim…

— Não tem jeito além de deixar se acostumar aos poucos mesmo…

— Primeiro, preciso convencer ela pra não atacar de novo…

Se nem em casa conseguir relaxar, como esperado, seria coitado do Ende. Mesmo que odeie, melhor evitar guardar assassinato, pelo menos.

— Bom, sobre essa criança, deixo a cargo de vocês. A propósito, o nome dessa criança continua "Haru" mesmo?

Mesmo dizendo que tem a memória do Haru, irmão da Meru, é pessoa diferente mesmo. Acho melhor chamar direito com outro nome.

— É isso mesmo. Enquanto a personalidade do "Haru" tá saindo, deve tá tudo bem assim, mas precisa de nome original dessa criança.

— …Não sou "Haru"?

Com olho ansioso, "Haru" olha pra cima pra Meru.

— Tá tudo bem. Mesmo você não sendo "Haru", pra mim, é tipo sobrinha mesma, então não vou expulsar. Pode ficar sempre aqui, tá?

— ………Espera um pouco. Tipo sobrinha? Eh?

Sentindo algo estranho na fala da Meru, sem perceber, intervenho. Não, de fato, sendo tipo filho do irmão mais novo, faz sentido dizer "tipo sobrinha", em termos de palavra.

O que fico estranhando é a parte "sobrinha".

Talvez tenha percebido minha dúvida, a Meru ri com sorriso contraído.

— Ontem, quando dei banho nessa criança que acabou de despertar, percebi…

— Era menina.

A Rise continua a fala da Meru. Sério mesmo?

Não, de fato, achava que parecia levemente menina, mas. Sendo que a personalidade de "Haru" saía à frente, achei que fosse completamente menino…

Se for isso, em termos de posição, viraria filha do "Haru", sobrinha da Meru, é.

Ou melhor, espécie dominante também toma banho, hein…

Mas, gerando espécie dominante da próxima geração individualmente, não deveria virar mesmo sexo que o pai?

— Deve ser porque fundiu o núcleo do "Kuōsu", talvez… isso, não sei bem.

Ah, é isso, se fundiu o núcleo do "Kuōsu", não é individual mesmo, é?

Mas, personalidade masculina dentro de corpo de menina, isso não é pesado demais, não?

— Originalmente, na Phrase, não tem discrepância baseada em sexo, então não é especialmente…

Ah, era isso mesmo. Nessa raça, quase não tem relação com homem ou mulher, afinal… só desvantagem na fusão de núcleo na hora de gerar filho sendo mesmo sexo. Ouvi discretamente do Ende que quase não tem coisa tipo desejo sexual…

— De qualquer forma, essa criança, sendo personalidade diferente do "Haru", também precisa de nome.

— Se for isso, "Riru" combinando "Rise" e "Meru" seria bom.

— Espera! Se for isso, "Mei" combinando "Meru" e "Nei" seria melhor!

A Rise e a Nei começam a discutir diante da proposta da Meru. Não, não é filha de vocês, viu…

— Riiru…?

Enquanto discutiam "Riru" isso, "Mei" aquilo, escapa da boca da própria pessoa que tentava dar o nome, algo tipo fusão dos dois.

— Riiru… nada mal. Se você concordar, decidimos "Riiru"?

Diante da pergunta da Meru, ela assente pequeno. Riiru, é. Bom, fácil de chamar, então acho bom.

— Bem-vinda, Riiru. Ontem, cumprimentei o "Haru", mas sou o rei deste país, Mochizuki Tōya. Se tiver algum problema, pode consultar.

Diante da minha fala, a Riiru assente com "kokun". Criança quieta, hein. Sinto que a personalidade é próxima da Eruna, entre nossos filhos. Não, quando sai a personalidade do "Haru", deve virar sensação diferente, mas.

— Sou o Mochizuki Kuon. Ah… sou tipo parente do príncipe-rei.

Exceto a Riiru, todo mundo aqui presente sabe que o Kuon veio do futuro, mas, sendo trabalhoso explicar, parece que decidiu manter dizendo parente.

Ou melhor, precisamente, a Riiru também veio do futuro, mas.

— Depois, sobre o poder da Riiru como "Kuōsu"…

O tal Phrase de joia que a Riiru deve ter gerado… "Kuōsu". Se consegue controlar direitinho isso, isso é o problema.

Se algo desse tipo aparecer no meio da cidade, viraria coisa absurda. Se colocar perigo o povo, como responsável por governar este país, não posso deixar passar isso.

— Segundo o "Haru", por enquanto, esse poder parece que só ativa se sentir perigo de vida. Se ainda assim se sentir ansioso, acho que dá pra bloquear o Som de Vida Ressonante dessa criança, igual conosco. Parece que, se o comando não chegar até o subsolo, o Kuōsu não nasce.

Perigo de vida? Ou seja, quer dizer que aquilo era ação de autodefesa?

Uuun, de fato, se o servo cristalino de proteção morresse, e ficasse abandonada no estado de núcleo dentro de floresta com fera mágica rondando, faz sentido sentir perigo de vida mesmo.

Aqueles Kuōsu só caçavam fera mágica das proximidades. Dedicavam-se só a proteger a Riiru. Não descontrolavam livremente… acho.

Mesmo assim, sendo que existe possibilidade, conforme diz a Meru, vou bloquear com [Prison] o Som de Vida Ressonante.

Pedindo permissão à Riiru, aplico barreira ao redor do núcleo dentro do corpo dela, bloqueando só o Som de Vida Ressonante. Com isso, o Kuōsu não deve nascer.

— Mesmo assim, chegando nesse ponto, precisa de meio de se proteger sem ser Kuōsu mesmo, né.

A Nei fala isso, pensativa.

Aquela habilidade de combate lutando contra o Ende ontem, parece que era do "Haru". Originalmente, parece que ele não era apropriado pra combate, e a Riiru, além disso, parece não ter capacidade de combate nenhuma.

— Afinal, a Riiru nasceu pra comandar a força de combate chamada "Kuōsu". Bloquear isso equivale a arrancar braço e perna dela.

— Mas, provisoriamente, tem capacidade como Phrase, né? Tipo virar mão em espada e afins.

— Bom, isso, aparentemente, consegue fazer, mas… levemente incerto, hein.

Não acho que exista tanto perigo assim se não sair da cidade. Achando "que superprotetores, hein", mas decido não dizer isso em voz alta.

A Riiru, digamos, é imigrante do mundo que elas mesmas abandonaram. Devem estar carregando algo tipo sentimento de culpa também.

— Por ora, deixo o assunto da Riiru a cargo de vocês. Por favor, absolutamente não deixem fazer nada perigoso.

— Entendido. Obrigada, Tōya-san.

Nesse caso, "perigo" pra Riiru não é bem isso, e sim, mais "perigo" pra Brunhild, no entanto.

De qualquer forma, resolvido… hein? Não, ainda tem o assunto da Riiru e do Ende, mas isso é assunto de família, então queria que resolvessem por conta própria.

Eventualmente, voltando junto com a Arisu da educação de dama, o pessoal da família Phrase vai embora.

— Fu… bom, que bom não ter virado coisa grave.

Sentindo cansaço profundo, apoio-me no sofá, e o Kuon fica pensativo, colocando a mão no queixo.

— …O comportamento da Arisu tava levemente estranho, sinto. Será que a educação de dama de hoje foi rigorosa demais?

— Será? Parecia normal, no que eu vi…

No que percebi, parecia a Arisu de sempre. Sentia levemente sem energia, mas a Arisu também não deve ficar sempre animada o ano inteiro.

Será que teve dor de barriga, hein?

Enquanto penso esse tipo de coisa, naquela noite, a Arisu vem até o castelo. O que aconteceu, afinal, vindo assim no meio da noite?

— Fugi de casa…

— Eh!?

Ao mesmo tempo que a Arisu murmura isso, o smartphone no meu bolso avisa chamada chegando. Opa, justo da Meru. Que timing bom, hein.

— Sim, alô

『Tōya-san? Não pode ser, será que a Arisu foi até aí?』

— Aa, veio, sim. O que aconteceu, afinal?

『É que…』

Conforme conta a Meru, sendo que a Meru e o pessoal cuidavam demais da Riiru, parece que a Arisu, em surto de raiva, saiu correndo de casa.

Eh? Fugir de casa por esse motivo…

『Desculpa, mas será que dá pra deixar ela dormir aí hoje? Agora, acho que a Arisu tá teimosa também…』

Bom, isso, tudo bem mesmo, no entanto. Vendo a Arisu, normalmente cheia de energia, com sobrancelha franzida e boca em formato de "no", fico levemente preocupado.

Sentando no sofá, com expressão bem mal-humorada, a Arisu, mesmo assim, segura o braço do Kuon tipo travesseiro de abraço, sem soltar.

Por ora, conto a história ouvida da Meru pra Yumina e o pessoal também.

— Hahaa… talvez tenha ficado emburrada porque a Meru-san e o pessoal cuidam demais da Riiru.

— Uuun… mas a Riiru não tem ninguém pra depender também, afinal, achei que fosse inevitável mesmo, mas…

Provavelmente, a Meru e o pessoal também não tinham intenção nenhuma de excluir a Arisu. Só queriam ajudar de algum jeito a criança jogada sozinha completamente neste mundo.

— Querido, exigir compreensão desse nível de criança normalmente é impossível.

— É assim mesmo, hein…

Sinto que o Kuon entenderia, mas será que isso seria negligência dos pais…

— Isso costuma ser bem comum quando tem irmão, sabe. O Tōya não entende, né?

Diante da fala da Eruze, a Hiruda assente, "unun". Eh? É tão comum assim? De fato, eu não tinha irmão, mas…

Atualmente, tenho irmã mais nova, mas, sendo que não vivemos juntos, não entendo bem esse sentimento.

— Eu também entendo. Também já chorei de frustração por só a irmã mais velha ser elogiada…

— A… eu também, com o irmão mais velho…

Opa, a Rū e a Yae também entendem, é?

— Eu também tenho irmão mais novo, mas nunca senti isso, não?

— Uuun… se tiver diferença de idade considerável, talvez não sinta tanto assim.

Diante da dúvida da Sū, a Rinze responde com sorriso contraído.

Eu, a Yumina, a Sū, a Sakura, a Rin, não tendo irmão e irmã próximos em idade, não entendo bem. Não, mesmo a Arisu e a Riiru não serem irmãs, mas.

— Não acho que estejam comparando a Arisu com a Riiru especificamente, mas…

— No fim, é ciúme mesmo, né? Sentimento de ter roubado o amor dos pais… será?

A Rin fala essa análise. Entendi, ciúme, é.

Aquilo agora há pouco também, deve ser inseguranca de que o amor dos pais tá direcionado pro outro irmão, e não pra si mesma, e, disso, ciúme com o irmão, esse tipo de coisa, é.

Fico levemente ansioso também. Será que eu consigo derramar amor sem distinção pras crianças…?

B, bom, agora é assunto da Arisu mesmo. Sendo criança de coração sincero, acho que, conversando, ela entenderia, mas…

Prestes a ir conversar com a Arisu, sou puxado de volta pela manga pela Yumina. Eh? O que foi, hein…?

— Arisu, você não gosta da Riiru?

— …Não é que não goste.

— Se for isso, com o que tá brava, afinal?

— …Não sei.

No sofá, o Kuon e a Arisu conversavam. A Yumina me lança olhar tipo "percebe!". Ou seja, quer dizer que devo deixar a cargo do Kuon? Tá tudo bem mesmo isso?

— A Riiru veio pra este mundo completamente sozinha, sem ninguém conhecido. Se não fosse a vovó Tokie, existia possibilidade de nós também virarmos assim. Ela também deve carregar ansiedade até agora.

— ………

— Agora, a Arisu tá brava com você mesma, né? Incapaz de ser gentil com a Riiru assim. Descarregou a frustração na Meru-san e o pessoal. Incapaz de se perdoar assim, mas sem saber o que fazer… é isso, né?

— …Acertou… por que o Kuon entende isso?

— Mesmo assim, ainda sou noivo. Entendo até o sentimento da Arisu.

Dizendo isso, o Kuon sorri, e o rosto da Arisu vira completamente vermelho. Que escolha de palavra elegante, hein… não, será mesmo meu filho…?

— Diferença absoluta comparado ao pai, hein…

— Sendo que é meu filho, faz sentido mesmo!

— Aquela consideração, gostaria que aprendesse mesmo, hein…

Atrás de mim, a Eruze, a Yumina, e a Yae murmuram algo livremente. Não não, não quero que "Aquele" vire padrão comum, viu. A maioria dos homens do mundo devem estar no mesmo nível que eu, penso… será mesmo?

— Eu falei coisa horrível pra mãe…

— Falar sem pensar coisa que não quer dizer de verdade é algo que acontece com qualquer um. Eu também, às vezes, jogo palavra horrível pra Silvā.

『Eh? Sem pensar de verdade…? Às vezes…?』

Chega voz de dúvida vinda da Silvā na cintura, mas, quando o Kuon estende a mão suavemente até o cabo com sorriso, a espada mágica branco-prateada logo fica em silêncio.

— Se fez algo errado, é só pedir desculpa. A Meru-san e o pessoal também devem perdoar.

— A Riiru também…?

— A Riiru também, com certeza, vai perdoar. Vocês são tipo primas, né. E ainda, o outro lado é criança recém-nascida. A Arisu, sendo irmã mais velha, precisa ensinar várias coisas.

— Irmã mais velha? Eu… irmã mais velha…?

Feito flor desabrochando, "pa!", o rosto da Arisu fica corado. Feito dizendo que nunca tinha percebido isso.

A Arisu veio do futuro, então, pensando bem, deveria ser mais nova, penso, mas não coloco isso em palavras. Não, a Riiru também veio do futuro, então talvez não esteja errado mesmo.

— Arisu!

Enquanto penso coisa inútil desse tipo, "ban!", abrindo a janela da varanda, o Ende salta pra dentro.

Que isso…! Não entra pela janela, oras! Vai pela entrada, oras! Segurança do castelo ainda tem brecha, hein…

— Ei, hoje não era pra Arisu dormir aí?

— Preocupado, vim sozinho até aqui! De qualquer forma, agora não consigo entrar em casa mesmo! Deixa eu dormir aqui também!

Trouxe o pai junto, hein… não, sendo que tem quarto sobrando, sem problema, mas…

— Arisu, hoje, o papai vai ficar sempre com você,

— Eu vou voltar. Desculpa, papai.

— Eh?

Ignorando o Ende com voz vazia, a Arisu curva levemente a cabeça em nossa direção.

— Pessoal, desculpa pelo incômodo! Eu vou voltar! Até mais, Kuon!

Cumprimentando animada como sempre, a Arisu, assim mesmo, salta pela varanda, saindo.

Uhum, vocês dois, pai e filha, aprendam a usar a porta, viu.

— C, cho, Arisu!?

O Ende também sai pela varanda feito perseguindo a Arisu. Por isso, tô dizendo pra usar a porta…!

— …Bom, de algum jeito, resolveu bem, né?

— Provavelmente. O resto deve ser problema que a própria Arisu vai resolver internamente.

O Kuon se espreguiça grande, "yare yare".

— Como direi, tá acostumado, hein…

— Bom, isso, sim. Com tantas irmãs assim, também tenho bastante oportunidade de fazer papel de mediador.

Ah, é aquele tipo de costume, é… será que eu também tenho parte da responsabilidade por meu filho ficar tão acostumado assim com mulher?

Deve ter sido habilidade necessária pra passar sem atrito no meio da família cheia de mulher…

Sentindo leve pena do filho, acaricio a cabeça do Kuon.

Na hora, "don!", sendo empurrado pela Yumina, essa função é roubada de mim. Uguu.


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