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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 565

Haru, e a Nova Espécie

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Capítulo 565 – Haru, e a Nova Espécie

— [Translation]

Sendo que, assim, não entenderíamos o que ele fala, aplico magia de tradução nele.

Quando estendo a mão, ele mostra olhar levemente cauteloso por um instante, mas, com a Meru convencendo gentilmente, timidamente aceita segurar a mão.

— …Sensação estranha.

Provavelmente, atravessando a mão, a magia de tradução deve ter feito efeito. A fala dele fica clara pra nós.

— Consegue entender nossa língua?

— U, uhum, entendo. Você é quem, afinal? Servo da irmã?

De repente falando com ele, ele se assusta, "bikutto", e a Meru ri, "kusuri", diante disso.

— Haru, esse aqui é o Mochizuki Tōya-san… "rei" deste país, e nosso benfeitor.

— O quê…! I, isso, desculpa a falta de educação…!

Curvando levemente a cabeça, "pekori", o menino se desculpa. …Bem dócil, hein. Será que essa criança realmente é "rei" das Phrase mesmo?

— Então, Haru, o que exatamente significa isso, afinal? Por que virou essa forma? Por que você tá neste mundo?

— Isso é…

O Haru, prestes a responder às dúvidas disparadas rapidamente pela Meru, mas, nesse timing, alguém entra vindo da entrada do jardim em nossa direção.

— Cheguei~. Uwa, o que é esse destroço? Aconteceu algo? Eh? Você é…

O Ende, voltando pra casa, pisca os olhos, "pachikuri", vendo os destroços da Phrase de joia espalhados no jardim e o Haru segurando a mão da Meru.

— ………Você

Emitindo voz gélida, afastando-se devagar da Meru, a mão do Haru começa a virar equipamento cristalino, "bikibiki", transformando-se em grande lâmina vermelha. Eh, que atmosfera inquietante é essa, afinal!

— Endemyuon! Você, como ousa fazer isso com a irmã!

— Haru!

— Haru…? Irmã, é… Haru, é!?

Ignorando a fala da Meru, o Haru avança contra o Ende. A grande lâmina golpeada desce em direção à cabeça do Ende.

Desviando por pouco isso, o Ende equipa num instante no braço a manopla de material cristalino que fiz pra ele.

— Você! A irmã!

— E, espera um pouco!

O Ende repele bem com a manopla a lâmina golpeada. Uuun, o menino tá só balançando com força pra baixo. Braço não parece tão bom assim. Do jeito que o Ende tá agora, esquivar deve ser fácil.

— Para com isso, Haru! Não vou permitir machucar o Endemyuon!

— Irmã! A irmã tá sendo enganada! Se não fosse por esse cara, o "mundo cristalino" não teria virado bagunça assim!

Sem obedecer à contenção da Meru, o Haru golpeia desesperadamente essa lâmina contra o Ende.

"Mundo cristalino" virou bagunça? Esse Ende, será que fez algo?

O Ende continua desviando o ataque contínuo do Haru. Parece que o Ende não tem intenção de atacar. Com a habilidade do Haru, provavelmente, não deve conseguir ferir o Ende.

Mesmo assim, não posso deixar isso ficando pra sempre assim mesmo. Justo quando penso em intervir mediando os dois, sombra se lança correndo mais rápido que isso.

— Ei────!

"Gakin!", quem bloqueia a lâmina do Haru é a Arisu, com manopla de equipamento cristalino equipada no braço.

— O quê, você é…!? Espécie dominante além da irmã e o pessoal…? Eh? Esse Som de Vida Ressonante é…!?

— Não vou perdoar quem maltrata o papai!

— Não, ehm, Arisu? Eu não é que tava sendo maltratado…

Ignorando o Ende soltando voz indescritível, a Arisu avança em direção ao Haru.

— [Espinho Cristalino de Rosa]!

— O quê!? [Espinho Cristalino de Rosa]!? Isso é da irmã…!

Da mão estendida da Arisu, dispara videira de rosa de cristal, aprisionando num instante o Haru.

— Ah, Arisu! Espera…!

— [Espinho Elétrico Vibratório Cristalino]!

— !?

A Meru tenta intervir pra parar, mas um instante atrasada, "bachi!", junto com choque elétrico tipo relâmpago, corre pelo corpo inteiro do Haru através da videira de cristal.

Aquilo é a técnica de contenção que a Arisu usa, né? Deve ser parecida com [Paralyze] meu e do Kuon.

Recebendo o choque elétrico, o Haru, ainda enrolado na videira de cristal, desmaia, "kutatto", perdendo a consciência.

Tá tudo bem mesmo, né? Sendo a Arisu, espero que não tenha errado a moderação.

A Nei, apressada, corre até o Haru, estendendo a mão sobre o peito dele.

— …Tá tudo bem. Acho que só entrou em estado de sono temporário. Se esse corpo for parecido com Phrase, no entanto…

Diante da fala da Nei, todos soltam suspiro de alívio, "hotto".

— …Opa? Essa criança, não pode machucar?

— Não é que não pode machucar, é…

Diante da fala da Arisu, percebendo que tinha feito algum erro pelo ambiente ao redor, o Kuon responde com sorriso contraído.

— Assustei… essa criança… realmente é o Haru mesmo? A forma é completamente diferente, no entanto…

— É isso mesmo. Mas o Som de Vida Ressonante é igual. Pelo menos, deve ter algum tipo de relação com o Haru mesmo, penso…

Espiando o Haru caído, a Meru responde à dúvida do Ende.

Forma diferente, é. Se o tal Haru mencionado pelo Ende e o pessoal for espécie dominante das Phrase, deveria nascer com forma adulta, afinal. Nesse caso, "adulto" significa "maioridade", então, mesmo com forma jovem, dizem que deve ser tipo forma de uns quinze anos.

A Nei, soltando pequeno suspiro, ergue o Haru no colo.

— Não sei se essa criança é Vossa Excelência Haru mesmo, mas… de qualquer forma, precisamos ouvir a história detalhadamente. Endemyuon, você não volta pra casa até receber contato.

— Eh!? Por quê!?

— Com você presente, essa criança também não vai conseguir conversar direito. Vira de novo igual agora há pouco. Se essa criança realmente for Vossa Excelência Haru, você é o vilão odiado que seduziu a Vossa Majestade Meru, afinal.

Diante da fala da Nei, o Ende parece chocado, mas eu, entendendo o motivo do Haru ficar tão bravo assim, aceito isso.

Ah, é isso, o Ende vira homem mau que sequestrou (?) a irmã preciosa dele, é.

— Dito pela Nei, soa com veracidade mesmo, hein.

— É isso mesmo. A Nei também, quando viu o Ende, também partiu pra cima dele.

— Ku, não traz assunto antigo à tona, oras!

Enquanto eu e a Rise assentimos, sou repreendido pela Nei, completamente vermelha de raiva.

Talvez, se deixasse socar uma vez o Ende igual daquela vez, essa criança também se acalmasse, hein.

— Phrase tipo joia, hein… desculpa, mas não tenho ideia nenhuma sobre isso.

Jogando na mesa, "koron", o fragmento da Phrase de joia, o Ende bebe o chá gelado no copo.

Levando o Ende expulso (?) de casa, vim até um bar. Naturalmente, mandei o Kuon de volta pro castelo. Já quase de noite, e gente má pra educação começa a se reunir no bar, afinal.

— Protegido por eles, tava o núcleo dele… do Haru. Realmente não tem ideia nenhuma mesmo?

— Não tenho mesmo. Mais que isso, já é suspeito se essa criança é realmente o Haru mesmo. O Haru que eu conheço era menino levemente mais jovem que eu.

Mesmo dizendo que a espécie dominante das Phrase não tem infância, a forma adulta com que nasce parece diferir de indivíduo pra indivíduo.

Parecem nascer com aparência de uns quinze a quarenta anos. Existe caso de aparência de quarenta parecer mais jovem que aparência de dez e poucos anos, será…? Não, essa espécie de longa vida também é assim mesmo, então talvez não seja coisa tão estranha assim.

O Haru… irmão mais novo da Meru, "rei" do "mundo cristalino", dizem que tinha idade de aparência levemente mais jovem que o Ende.

Se for isso, seria uns quinze, dezesseis anos? Não, primeiro, esse tal Ende, quantos anos tem, afinal…? A aparência parece dezessete, dezoito, mas com certeza deve ser mais velho que eu. Habitante de outro mundo tem idade indeterminável demais.

— Espécie dominante, na hora de gerar filho, recebe cópia do núcleo do parceiro, fundindo com o próprio núcleo. Eles não têm conceito tipo casamento, então irmão e irmã de espécie dominante quase sempre são irmãos com pais e mães diferentes. Mas, no caso do Haru e da Meru, é levemente diferente.

O "rei" das Phrase, pra gerar criança forte da próxima geração, absorve "núcleo" de outro forte. Assim, absorvendo a força do outro, gera "rei" ainda mais forte.

No caso da Meru também é assim, dizem que nasceu entre o "rei" da geração anterior e forte escolhido.

— Mas o Haru era espécie dominante nascida da separação individual do "rei".

— Opa? Se não me engano, espécie dominante consegue gerar núcleo da próxima geração individualmente, mas era tipo cópia degradada do pai, não era isso que dizia?

— O próximo "rei" já tava decidido que seria a Meru. Dizendo isso da forma errada, o Haru era filho que o "rei" da geração anterior fez tipo capricho. Poderia até dizer que foi feito como servo leal, incapaz de trair, da Meru.

Sentindo leve desconforto diante do conceito das espécies dominantes de tratar filho tipo objeto, mas, do outro lado, isso deve ser normal mesmo.

— A Meru e o Haru se davam bem. O irmão mais novo, Haru, respeitava a Meru, e a Meru também, acho que estimava bastante o Haru. O "rei" anterior também faleceu, e, pouco tempo depois da Meru virar "rei", visitei o "mundo cristalino", encontrando a Meru lá. A primeira vez que a encontrei… espera, isso agora não tem relação nenhuma.

— O que é isso, fala logo, oras. É como vocês se conheceram, né.

Diante de mim incentivando com sorriso maroto pra continuar, o Ende distorce o rosto com desagrado.

— Se contar pro Tōya, deve acabar chegando até a Arisu, então absolutamente não vou contar.

— Chi.

Que pena, era história interessante. Bom, ser conhecida pela filha a própria história de como se conheceram os pais, sinceramente, é constrangedor mesmo.

No meu caso, virou até peça de teatro, francamente. Aquela apresentação não vai encerrar não, hein…

— Bom, teve várias coisas, mas o Haru ficou completamente com aversão a mim por isso. Igual com a Nei.

— Bom, faz sentido mesmo. É criminoso que sequestrou irmã preciosa. Faz sentido guardar rancor mesmo.

— "Sequestro", que isso… pelo menos, chama de fuga a dois. E ainda, antes de sair do "mundo cristalino", convencemos várias e várias vezes. Mas nem o Haru nem a Nei quiseram nem escutar.

Faz sentido mesmo. Sendo completamente linhas paralelas sem se encontrar. Povo do "mundo cristalino" não querendo perder o "rei", e o "rei" desejando viver junto com quem ama. Não é que alguém especificamente esteja errado, mas…

— Tinha gente que dizia que abandonar a responsabilidade de "rei" era irresponsável, mas a Meru não virou "rei" por vontade própria. Por causa de gente egoísta assim, a Meru precisa abandonar a própria felicidade? A Meru queria abandonar o trono de "rei", e também tinha visão pessimista sobre o futuro do "mundo cristalino" dependendo só dela. Por isso, colocou o Haru, em quem mais confiava, como "rei", e deixamos aquele mundo.

O lado do Ende também deve ter seu argumento, mas quem ficou pra trás não deve ter aguentado nada bem, hein.

Ouvindo esse tipo de coisa, sinto de verdade o que o Kōsaka-san sempre me fala, "sua majestade fazer tudo sozinho não é bom pro país".

Se depender demais só de um indivíduo, se, por acaso, essa existência desaparecer, o país desmorona num piscar de olhos.

Mesmo na Era dos Estados Guerreiros, Takeda Shingen, Oda Nobunaga, Toyotomi Hideyoshi, existem vários exemplos de país desmoronar com a morte do líder carismático.

Se o sucessor da próxima geração estivesse consolidado, talvez não tivesse problema, mas.

A Meru, pensando que ainda dava tempo, deixou a cargo do Haru…

— Conforme contei agora há pouco, o Haru é espécie dominante gerada individualmente pelo "rei". Comparado à Meru, gerada fundindo com forte, ele é significativamente inferior em poder de combate. Por isso, o Gira e o irmão mais velho dele, General Zeno, e alguns espécies dominantes, não reconheciam o Haru. São tipo que valorizam só força. Mesmo assim, algumas espécies dominantes disseram que reconheciam o Haru como "rei", apoiando ele, mas…

Quem se opôs até o fim foi o próprio Haru e algumas incluindo a Nei, e, além disso, também apareceu facção radical querendo derrotar a própria Meru, "rei", roubando o poder dela. Líder disso provavelmente deve ser o Gira e o General Zeno mesmo.

Com risco pessoal também, a Meru e o Ende saíram voando do "mundo cristalino".

— Depois disso, o que aconteceu com o "mundo cristalino", não sabemos. Essa criança realmente é o Haru mesmo? O que aconteceu, afinal, no "mundo cristalino"…

O Ende, batendo levemente, "tonton", com o dedo no fragmento da Phrase de joia espalhado na mesa, murmura pensativo, feito refletindo.

Fico levemente surpreso com o Ende soltando atmosfera tão sentimental assim.

— …Não pode ser, será que tá preocupado com a fala do Haru dizendo que, por sua causa, o "mundo cristalino" virou bagunça?

— ………! Diferente de alguém, sou pessoa sensível…! Não quero ser dito isso justamente pelo Tōya, que é chamado de "insensível" por todas as esposas!

— Aa!? Falou coisa que não devia, Ende-kun! Falando isso, já era, oras!

— Aa, já era mesmo!

— Até aqui.

Diante de nós encarando um ao outro, "gararu…!", uma mão se estende de repente. Desde quando chegou, hein, a Rise tava de pé mostrando cara resignada.

Deixando escapar suspiro grande e óbvio, oras.

— Rise… o Haru?

— Dormindo. Provavelmente, sem problema. Mas, se o Endemyuon estiver por perto, vira incômodo, então, hoje, dorme em algum lugar, disse a Vossa Majestade Meru.

— Ei, fui expulso.

— Gununu…!

Enquanto provoco de brincadeira, o Ende faz cara tipo mordendo inseto amargo.

No fim, não vai dar pra saber nada até o Haru acordar mesmo, hein. Por ora, vou voltar também.

A Rise parece que vai jantar aproveitando junto com o Ende no bar. Uuun, será que o motivo da Rise vir até onde tá o Ende era isso mesmo… bom, tanto faz.

Hoje teve bastante coisa, cansei, francamente…

Mesmo assim, aquele fragmento de Phrase de joia… o que fazer, hein… por ora, vou consultar as esposas.

Pensando isso, saio do bar, abrindo [Gate].

No dia seguinte, a Meru e o pessoal vêm até o castelo trazendo o Haru. Diferente de ontem, o Haru tá dócil. Sem o Ende presente, será que, originalmente, é personalidade tranquila mesmo?

Esse Ende, naturalmente, não tá aqui. Parece que, dizendo que causaria incômodo mesmo, mantiveram separado do Haru mesmo.

A Arisu, vindo junto com a Meru e o pessoal, foi rapidamente até a Yumina e o pessoal pra educação de dama. Hoje, parece que vai aprender etiqueta de refeição.

Na sala de recepção, encontro-me com a Meru, a Nei, e a Rise, trazendo o Haru.

— Isso, resumindo pra ficar fácil de entender, essa criança é o Haru, mas não é o Haru… existência assim, parece.

— Desculpa, não ficou fácil de entender nem um pouco…

Diante da Meru começando a falar, respondo isso franzindo a sobrancelha. Sinceramente não entendo, nada. Conta desde o início, por favor…

— Começando desde o início…

A continuação do "mundo cristalino" que a Meru ouviu do Haru.

Virado "rei", o Haru, tentando preencher o vazio deixado pela Meru, tentava com desespero sustentar o país.

Mas, como esperado, com gente reclamando insatisfeita, e gente não reconhecendo como "rei" o Haru, nascido como espécie dominante da separação individual, o "mundo cristalino" ficou cada vez mais agitado. As Phrase, antes unificadas, começaram a fazer o que bem entendiam.

Enquanto o Haru se esforçava tentando conter a força opositora, ocorre um incidente.

A partida do Yura e o pessoal, que obtiveram a tecnologia de atravessar mundos.

Quem não reconhecia o Haru, quem desejava a Meru, ou o poder dela, todos juntos, desaparecem do "mundo cristalino".

Segundo a história da Nei e da Rise, que acompanharam essa partida, no momento em que saíram do "mundo cristalino", tinha quantidade considerável de espécies dominantes.

Mas, cada vez que atravessavam vários mundos, entrando em conflito com os habitantes desses mundos, o número de companheiros foi diminuindo aos poucos.

— Bom, originalmente, nem pensávamos uns nos outros como companheiros, no entanto. Era relação de uso mútuo, com objetivo apenas coincidindo entre si.

Diante da fala da Nei, lembro das espécies dominantes que já encontrei antes. Gira, viciado em combate, os gêmeos hedonistas Reto e Ruto, e o Yura, buscando poder além do "rei".

Nem a Nei nem a Rise deviam ter consciência de companheirismo nenhuma mesmo. Eu também não sinto que conseguiria me dar bem com aqueles caras.

Desviando levemente do assunto, mas, com a partida do Yura e o pessoal, força opositora sumindo, parecia que o "mundo cristalino" ia recuperar a calma.

Mas, com a partida do Yura e o pessoal, embora tenha desaparecido a força opositora ao "rei", a autoridade do "rei" no "mundo cristalino" caiu por terra.

Passou a ser visto como "rei" incompetente, incapaz de unir os súditos.

Diante das críticas ao redor pesando sobre o Haru, quem ele se agarrou foi a existência do "rei" anterior, a irmã Meru.

Se conseguir o poder da Meru, o "mundo cristalino" poderia reunir de novo sob o "rei". Pensando assim, o Haru direcionou atenção pra pesquisa deixada pelo Yura.

— Aquilo é plano de produção em massa da Phrase artificial chamada "Kuōsu". Pesquisa de criar novo tipo de soldado das Phrase, com evolução cristalina completamente diferente da Phrase.

Traduzindo em linguagem terrestre a fala da Meru, seria digamos, "plano de produção em massa de soldado androide"?

O Haru avançou pessoalmente com essa pesquisa, tentando obter "poder" parecido com o do antigo "rei".

Mesmo tendo nascido de separação individual, o Haru também é da linhagem do "rei". Ele, não tanto quanto o Yura, mas era um dos pesquisadores capazes.

Basicamente, a base já tava construída pelo Yura, então bastava o Haru melhorar isso.

Mas esse "Kuōsu" tinha problema grave.

Se "Kuōsu" fosse tipo androide, naturalmente, precisaria de alguém pra manejar isso. Existência tipo contratante de golem.

Pra fazer "Kuōsu" obedecer, precisaria gerar nova espécie dominante que unificasse eles.

Espécie com novo "núcleo" fundindo o "núcleo" da espécie dominante com o "núcleo" do "Kuōsu".

— Espera um pouco. Não pode ser que esse aí que tá aqui…

— É isso mesmo. Essa criança é espécie híbrida gerada fundindo o "núcleo" copiado do Haru com o "núcleo" do "Kuōsu".


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