Capítulo 574 – A Frente de Batalha Aberta, e a Revanche Contra os Demônios
— Uwaaaaaaa!
Além do esqueleto perambulando pela terra, ainda mais demônio mecânico desce do céu.
Pro povo da cidade portuária Buren, se estendia paisagem capaz de fazer pensar que era inferno terrestre.
Diante do reforço aparecido do outro lado, sinceramente, com essa quantidade de gente, é desvantagem, e a Honō deixa cor de ansiedade transparecer.
Percebendo isso, a Sū, próxima, fala com tom leve.
— Não precisa se preocupar. Do nosso lado, também pediu reforço, sabe.
— Eh?
O que a Honō vê, virando-se diante dessa voz, é cavaleiro vestido de armadura prateada, e figura de golem tipo cavaleiro um tamanho maior, saltando um atrás do outro do [Gate] aberto pela cidade inteira.
Não é cavaleiro de Brunhild. Aquela armadura é dos cavaleiros deste país, Império de Garudio.
— Cavaleiros de Garudio! Protejam o povo! Não perdoem o invasor cruel!
Quem se ergue na frente conclamando é Ransuretto Rigu Garudio. Jovem imperador do Império de Garudio.
Ao lado dele, vendo a figura do próprio senhor deles, cabelo preto, casaco branco, a Honō e o pessoal soltam suspiro de alívio.
Uwa, de verdade tem esqueleto e demônio em profusão mesmo.
Recebendo contato da Sū e da Tsubaki-san, contatei Sua Majestade o Imperador de Garudio, reunindo a Ordem de Cavaleiros, atrasando um pouco pra vir com [Gate]. Como esperado, não podia mandar minha própria Ordem de Cavaleiros sem permissão.
Com Sua Majestade o Imperador, tínhamos planejado invadir de vez a base principal assim que reunisse informação da "Borboleta Preta". Que pena, mas o assunto da "Borboleta Preta" fica pra depois.
Com cidadão e inimigo tão misturados assim em confusão, magia de área ampla seria arriscada, hein… existe risco de envolver, e ainda por cima causaria mais confusão.
Enquanto penso isso, esqueleto empunhando espada avança em minha direção, batendo o queixo, "katakata".
Disparo com a Buryunhirude no crânio do esqueleto atacando, mas logo começa a regenerar. Como imaginei, precisa acertar o núcleo mesmo.
— [Apport]
Atraio pra mão só o núcleo do esqueleto. Perdendo o núcleo, o esqueleto se estilhaça, "barabara", no local.
Deixo cair no chão o núcleo obtido, esmagando com o sapato. Como imaginei, esse jeito é mais fácil mesmo.
"Doshin!", dessa vez, demônio mecanizado cai diante de mim.
O braço e perna longos são feitos de máquina tipo golem, e tronco e cabeça são de demônio mesmo. Digamos, demônio mecânico.
— Opa!?
A mão estendida desse demônio mecânico é disparada, separando-se do punho.
Desviando disso por pouco, com algo tipo fio anexado, o punho é rebobinado, "gashin!", encaixando de novo no braço. Soco de foguete com fio, é.
Achando que dano em braço e perna mecanizados não deve funcionar bem, tento disparar três tiros da Buryunhirude no tronco.
"Dandandan!", três disparos acertam bem na área do peito e barriga, mas não parece surtir efeito significativo.
Mas, sendo que flui sangue azul, deve ter conseguido ferir. Só bloqueado pelo músculo espesso, é.
— Se for isso, essa aqui, o que acha?
『Gi?』
No instante que o demônio atingido avança um passo em minha direção, esse demônio explode de repente, cortando o tronco ao meio.
Oo, como imaginei, explosão pelo lado interno tem efeito alto mesmo.
Pela magia [Explosão] aplicada na bala, o demônio esfacelado parece ter morrido.
Em geral, demônio tem vitalidade forte. Sem confirmar direitinho se morreu mesmo, não posso relaxar.
Afinal, o próprio demônio tem algo tipo servo do deus maligno. Ambos usando emoção negativa humana como energia, gostando de sacrifício, tem semelhanças gritantes.
Segundo a irmã Moroha, dizem que demônio também é chamado resíduo do deus maligno, então, pensando assim, talvez até apóstolo do deus maligno possa ser considerado tipo de demônio também.
— Bom, fazendo esse tipo de coisa parecida com demônio mesmo. Deve ser mesma coisa mesmo, né.
Disparo balas em dois demônios mecânicos planando do céu. Com um compasso de atraso, "boga, bogan!", explosão ocorre, e chove pedaço de carne de demônio e sangue azul. Uuun, não quero disparar diretamente acima de mim, hein…
Uso [Fly] pra subir ao céu.
Pousando no telhado onde tava a Sakura, o Kyukuropusu tava começando desembarque um atrás do outro pelo cais do porto. Opa, várias coisas parecem perigosas.
— Trava de alvo. Kyukuropusu.
『Buscando… trava de alvo concluída』
— Ativa [Gate] embaixo dos pés.
『[Gate], ativando』
Os Kyukuropusu que começaram a desembarcar no cais desaparecem um atrás do outro, feito caindo em armadilha.
Os que ainda tavam dentro do mar, também teletransportei todos pra lugar levemente afastado da cidade.
Aquela região parece aberta e sem gente morando, então, mesmo se descontrolarem um pouco, deve ficar tudo bem.
— Sū, Sakura. Dá pra deixar a cargo de vocês?
— Pode deixar comigo!
— Okay
Num instante, a Sakura e a Sū desaparecem da cidade. Foi a Sakura perseguindo os Kyukuropusu com [Teleport].
Depois de um tempo, muito à frente da cidade, aparece Frame Gear dourado gigantesco, e Frame Gear rosa-claro acompanhando.
『Kyanon Nakkuru Supairaru!』
Som ribombante do Kyukuropusu sendo lançado longe, e a voz da Sū através do alto-falante, chega ecoando até aqui.
Mas, no instante seguinte, junto com som de estouro, "paan!", vendo pó dourado subir voando do outro lado, fico congelado sem perceber. Aquilo é… veneno divino-demoníaco, é!
Não, veneno divino-demoníaco (fraco), é. Aquilo quase não tem efeito na gente da raça divina. Mas, pro pessoal virado subordinado, parece que provoca mal-estar corporal considerável, mesmo não chegando à morte.
Emprestando palavra da Sakura, seria "sensação de comer até ficar cheio e depois andar de montanha-russa, sendo jogado numa piscina cheia de inseto".
Não é ao ponto de não aguentar, mas, de qualquer forma, parece muito desagradável mesmo. Fisicamente e mentalmente.
Além disso, também diminui um pouco a potência do Frame Gear. Segundo a história do Doutor, isso foi melhorado, então não deve cair tanto quanto antes, mas…
— Tá tudo bem. A Sakura e a Sū também trouxeram bem aquele traje, afinal. Naturalmente, nós também.
Descendo ao chão, a Eruze segura o smartphone na mão, ativando algo tipo aplicativo, erguendo pro céu.
— "Armamento"!
Do smartphone, esfera de luz é disparada pro céu, e, logo, descendo em queda rápida, envolve o corpo inteiro da Eruze.
Quando a luz brilhante demais pra manter olhos abertos se acalma, ali, tava de pé a Eruze vestindo aquele traje de piloto. Que sistema de transformação é esse, afinal!?
— É trabalhoso trocar de roupa toda vez, né? Pedi pro Doutor fazer isso pra mim.
O rosto da Eruze explicando isso tava coberto pelo capacete de rosto inteiro, com viseira preta abaixada, então não dava pra ver.
Diferença do traje de piloto que vi antes, é que os dois braços mantêm equipada a manopla que ela usava até agora, e a cor cinza virou vermelha.
— A defesa também tá reforçada comparada a antes. Mais robusta que armadura mal feita.
No ombro, peito, quadril, tem algo tipo armadura de material cristalino, mas, combinado com a cor pessoal vermelha, parece verdadeiro herói sentai vermelho mesmo, francamente…
Achando que a luz igualmente brilhante piscou duas vezes seguidas, aumentaram herói de traje roxo-glicínia e laranja. É a Yae e a Hiruda, né.
O traje das duas tem algo tipo acessório fixado na parte do quadril, parecendo permitir conectar bainha de katana ou espada.
— Como imaginei, sinto que esse traje é levemente justo demais, viu…
— É mesmo… acho bom facilitar o movimento, mas…
A expressão da Yae e da Hiruda tá escondida pela viseira, sem dar pra ver, mas parecem se contorcer de vergonha.
De fato, se as curvas do corpo forem tão nítidas assim, como a Yae, faz sentido chamar atenção mesmo, hein…
— Meu marido, gostaria que não ficasse olhando fixamente demais, sabe…
— A, não, desculpa…
Opa, mesmo entre íntimos, existe etiqueta. Melhor parar de olhar sem consideração.
— M, mais que isso, e a influência do veneno divino-demoníaco? Não sente mal-estar?
Observando o pó dourado que flutuou até aqui, confirmo com a Eruze e o pessoal.
— Nenhuma influência mesmo. Consigo me mover normalmente.
— Uhum. Com isso, deve conseguir lutar sem problema mesmo.
Parece que o filtro usando folha da Árvore Sagrada tá funcionando normalmente mesmo. Afinal, é como envolver o corpo inteiro com barreira fina.
— Desculpa incomodar vocês se mostrando carinhosos, mas acho que é melhor prestar atenção no outro lado também, viu?
Diante da voz de repente disparada pela irmã Karen, virando-me sem perceber, o apóstolo do deus maligno em cima dos escombros começava mudança estranha.
Das costas da pessoa presumível idosa, com crânio de cabra na cabeça, vários ossos se projetam.
Osso longo, com várias articulações, parece até perna de aranha.
Já vi isso num filme que assisti recentemente… super-herói que obteve característica de aranha, quando veste traje motorizado recebido de herói companheiro, tinha figura parecida com isso. Esse aqui tem mais perna, mas…
A ponta do osso fica afiada feito espada. Apoiado nesse osso das costas, o apóstolo do deus maligno de cabeça de cabra flutuava no ar.
— Prazer em conhecê-lo pela primeira vez, duque de Brunhild. Meu nome é Gurafaito. Necromante e alquimista alistado entre os apóstolos do deus maligno.
Ha. Entendi, necromante, é. Faz sentido querer usar osso e demônio mesmo.
— Se possível, gostaria de enfrentar depois de preparação completa, mas… bom, não tem jeito. Vou receber com todo o poder que tenho agora.
O apóstolo do deus maligno se apresentando como Gurafaito balança o cetro preto-metálico na mão.
Então, do cetro, miasma sombrio vaza, rastejando pelo chão feito fumaça de gelo seco, espalhando-se ao redor.
— Todo mundo, recua um pouco!
Diante da minha voz, a Eruze, a Yae, a Hiruda, três pessoas, e as três kunoichi que lutavam contra esqueleto, e o Anubisu e a Basuteto também, se afastam do Gurafaito num piscar de olhos, retirando-se até distância onde o miasma não alcança.
Opa? Sem perceber quando, a irmã Karen não tá mais aqui. Francamente, tanto pra aparecer quanto pra desaparecer, sempre de repente mesmo.
O miasma vazando do Gurafaito envolve os esqueletos ao redor, e, feito coberto por névoa preta, a figura deles desaparece.
Mas, eventualmente, quando essa névoa preta clareia, ali, tava de pé grupo de cavaleiros esqueleto envolto em armadura preto-carbono.
Na mão, igualmente, seguram espada e escudo preto-carbono. Nascimento de exército infernal sinistro, hein.
『Gaauaaaaaaaa!』
Quem solta grito de guerra no céu é o Demonzurōdo mecanizado.
Chi, ocupado tanto lá quanto aqui, francamente!
— Tōya-sama! Aqui, deixe conosco! Tōya-sama, cuide dos demônios!
— Mu, é melhor mesmo isso?
Diante da proposta da Hiruda, assinto, subindo ao céu com [Fly]. Sendo que os demônios tão voando, sou eu quem lida com mais eficiência. Pessoa certa no lugar certo.
『Gaaaaaaaa…!』
Demonzurōdo, é. Desde a batalha do golpe de estado em Regurusu. Um tamanho maior que aquele Demonzurōdo daquela vez. E, braço e perna mecanizados. Igual os outros demônios, parece ciborguizado. Só o Demonzurōdo tem braço e perna dourados.
Os dois olhos vermelhos do Demonzurōdo emitem brilho sinistro. No instante seguinte, desses dois olhos, dois feixes vermelhos disparam em minha direção.
Já tendo visto isso antes, desvio suavemente do feixe, empunhando a Buryunhirude, tentando partir pro contra-ataque.
Mas, os demônios atrás do Demonzurōdo também, igualmente, disparam feixe dos olhos, e sou atacado por chuva de feixe vermelho.
— Opa, [Prison]!
Como esperado, esquivar desse fogo concentrado é pesado, então expando barreira de [Prison] ao redor, deixando passar a tempestade de feixe. Recebendo sozinho todo esse olhar apaixonado. Homem popular sofre, hein.
— Agora é minha vez.
Tiro do [Storage] uma espada, empunhando. Isso, à primeira vista, parece só espada larga de material cristalino. Mas…
— Yo
Apertando o botão na mão enquanto balanço a espada, num instante, a lâmina se desmonta, curvando feito chicote, enrolando em um dos demônios.
Dessa vez, soltando o botão, o fio conectado à lâmina volta puxado, restaurando a forma de espada. O demônio, retalhado em pedaços pelo fio que voltou, cai desmontado em direção ao chão.
Isso é espada-serpente feita pra Furei, mas feita de material cristalino, versão exclusiva minha. Se usar bem, é apropriada pra lutar contra vários inimigos.
Corto um atrás do outro com a espada-serpente os demônios que se aproximam. Mesmo braço e perna mecanizados, diante da lâmina de material cristalino, não passa de papel.
O resultado final do demônio retalhado cai lá embaixo.
De lá embaixo, chega a voz da Honō, "Para com o splatter em cima da minha cabeça!". Uhum, desculpa…
『Guguaaaaaaaaa!』
O Demonzurōdo ergue o braço mecânico, socando em minha direção. Naturalmente, bloqueado pelo [Prison], esse punho não alcança.
『Guragagagaaaaa!』
Repetindo golpe forçado várias vezes contra o [Prison]. Inútil, inútil. Fazer algo tipo quebrar meu [Prison]…
Piki.
Diante do meu ouvido relaxado com folga, chega som incrível.
Aquele som de agora há pouco, rangendo… não pode ser, esse aí, aquele braço e perna dourados são…!
『Guoraaaaaaaa!』
"Gakya!", o [Prison] sendo destruído, e eu saltando pra trás, ocorrem quase simultaneamente.
O [Prison] foi destruído…! Merda, aquele braço e perna são de espécie mutante, é!
O servo do deus maligno virado espécie mutante contém poder divino do deus maligno. Mesmo apodrecido, é poder de deus. Não seria estranho conseguir destruir [Prison] que não contém poder divino.
Mas, se destruir o núcleo da espécie mutante, o corpo deveria derreter completamente, virando pasta… será que tem algum método especial de processamento?
Igual nós fizemos material cristalino a partir do fragmento de Phrase, será que fizeram, por algum método, coisa parecida a partir de espécie mutante… metal mágico, digamos?
Mesmo contendo poder da espécie mutante, se for [Prison] usando poder divino, não deveria ser rompido, mas…
Se eu usar poder divino, talvez viole as regras dos deuses, afinal… Isso não seria injusto, o outro lado consegue usar e eu não, francamente!
Falando precisamente, é "não pode dar grande influência à superfície com poder de deus", então talvez tá tudo bem, mas não sei como os outros deuses, além das deusas do mundo, que não conheço, vão julgar isso.
Já sendo reconhecido oficialmente como "deus" nesse corpo. Se usar "poder de deus" nisso, já não tem mais desculpa possível.
Apostar chip do destino do mundo em "bom, deve tá tudo bem" é algo que, como esperado, hesito em fazer.
— Bom, mesmo sem poder divino, não tenho intenção de perder. Kōgyoku, pode fazer.
『Como desejar』
『Gyaaugaaaaaaaa!?』
De repente, o Demonzurōdo é envolto em chama de inferno. Sofrendo dentro do fogo intenso queimando, o demônio diante de mim cai em direção ao chão.
No lugar dele, aparece diante de mim ave de fogo gigante. Discretamente, invoquei o Kōgyoku, atacando por trás do Demonzurōdo.
Covarde? Ha, não vou ficar falando de covardia com adversário demônio.
O Demonzurōdo caído na praça no chão se debate tentando apagar o fogo queimando ele feito inferno. A Honō e o pessoal já parece ter evacuado de baixo de onde estávamos. Certo, ali deve tá tudo bem.
Faço aparecer no ar rocha gigante sem nada de especial que guardava no [Storage].
— [Gravity]
Tocando a rocha gigante caindo, "pon", em direção ao Demonzurōdo, ativo [Gravity], fazendo pesar milhares de vezes.
『Gyaoueaaaa!?』
"Dozun!", som pesado atingindo a barriga, e, "guchat", som repugnante ao ouvido ecoam ao redor.
Certo, extermínio de demônio terminado. Não, ainda resta demônio pequeno.
— Ruri
『Sim, presente』
Dessa vez, ao meu lado, aparece dragão azul gigantesco brilhando cor safira.
Batendo a asa grande, cuspindo da boca sopro tipo lança-chamas, alguns demônios mecânicos queimam completamente até o braço e perna mecanizados.
— Ruri, Kōgyoku. Deixo os demônios daqui a cargo de vocês.
『Como desejar』
『Vou reduzir a cinzas até o último』
Deixando o céu a cargo dos dois, desço pro chão.
No chão, a Sango e o Kokuyō, aumentados de tamanho carregando as três kunoichi, a Basuteto, e o Anubisu, começavam massacre contra o exército de esqueletos.
Agora há pouco, chamando o Ruri, os outros bestas divinas também alvoroçaram por telepatia, "eu também, eu também", então chamei todo mundo. O Kohaku foi pro lado da Eruze e o pessoal.
Corte de jato d'água disparado pelo Kokuyō retalha os esqueletos, e a perna gigante do Sango esmaga tudo, "bakibaki". Feito filme de kaijū mesmo.
— Sango, Kokuyō. Deixo essas crianças a seu cargo.
『Entendido』
『Deixa comigooo』
Deixando isso a cargo do Sango e do Kokuyō, corro em direção à Eruze e o pessoal. Atravessando a rua, chegando diante do bordel desmoronado, a Eruze vestindo o traje de piloto, a Yae, a Hiruda, e o Kohaku, lutavam contra o cavaleiro esqueleto controlado pelo Gurafaito.
O cavaleiro esqueleto vestindo armadura preto-carbono não parece tão forte assim. Só que, sendo o núcleo, ponto fraco, completamente escondido pela armadura, parece que estão tendo dificuldade.
Do lado do Gurafaito, tinha se transformado, emitindo brilho metálico parecido com o cavaleiro esqueleto, em figura tipo caranguejo-aranha gigante.
Sem pinça, no lugar, tem algo tipo foice grande fixada, e só a parte superior do corpo, segurando o cetro, se projeta do corpo principal do caranguejo-aranha.
Versão caranguejo do Aracnē, é? Aracnē também tem um na nossa Ordem de Cavaleiros, mas essa espécie é um dos demi-humanos, mesma raça que humano-fera. Esse aí, olhando de qualquer ângulo, é kaijū. Se for isso, vou lidar tipo extermínio de kaijū.
— [Luz atravesse, onda de luz sagrada, Hōrī Rei]
Da minha palma, nasce laser extra-espesso, avançando em direção ao caranguejo-aranha preto arrogante em cima dos escombros.
Não sendo ataque usando poder divino, isso tá OK, né?
— Recebe, "Jetto"
Diante da lança de luz que, do jeito que pensei, deveria ser impossível de esquivar, o Gurafaito balança levemente o cetro, e, de lá, vaza névoa preta, engolindo tudo o laser de luz feito buraco negro.
Eh, existe isso!?