Switch Mode

Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 576

O Pós-Processamento, e as Ruínas de Zenoasu

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 576 – O Pós-Processamento, e as Ruínas de Zenoasu

Depois de um tempo do Kuon derrotar o apóstolo do deus maligno Gurafaito, o exército de Kyukuropusu gigantes também foi exterminado pela Sū e o pessoal.

O demônio e o soldado de dente de dragão e o homem-peixe presentes na cidade foram derrotados pelo Kohaku e o pessoal e pela Ordem de Cavaleiros de Garudio, e a cidade portuária Buren finalmente mostrou sinal de calma, por ora.

O dano é imenso, e os moradores ainda tremiam de medo, mas parece que, com a chegada da Ordem de Cavaleiros, finalmente sentiram alívio.

Enquanto confirmava a situação do dano, a Ordem de Cavaleiros comandada pelo Imperador de Garudio, aproveitando o caminho, invadiu também a base principal da "Borboleta Preta", capturando o líder.

É fachada dizer que é o criminoso principal que causou essa confusão, mas não tá muito errado. Sem dúvida, eles negociaram com apóstolos do deus maligno e venderam remédio dourado.

Depois soube que, além disso, eles tinham melhorado o remédio dourado com método próprio, desenvolvendo algo tipo agente de reforço capaz de transformar humano em monstro sem razão.

Fico com medo só de pensar se isso tivesse se espalhado pelo mundo.

Bom, de qualquer forma, a batalha terminou. O lamentável é não ter conseguido capturar o apóstolo do deus maligno de capacete de mergulho.

Mesmo tendo pedido especificamente ao Kuon pra apagar a forma com [Invisible]. Erro de previsão.

Bom, pelo menos, conseguimos confirmar que o artefato divino que fiz tem efeito contra apóstolo do deus maligno, isso já vale.

Deixando só a Ordem de Cavaleiros de Garudio, mando Sua Majestade o Imperador de volta pra capital imperial, e nós também voltamos pro caminho de volta.

Como esperado, cansado, adormeço profundamente, sem nem sonhar, dormindo direitinho.

Levantando de manhã, indo pra sala de estar, sou recebido pelas crianças emburradas.

— Só o irmão é injusto! A Sutefu também queria ir!

— Não, eu também não fui pra brincar…

Dizendo isso, a Sutefu confronta o Kuon. Mesmo sendo o Kuon, parece que não consegue ficar firme diante da única irmã mais nova, recuando levemente.

— A gente também queria derrotar eles────!

— Cara má, dá pra socar, sabia!

Dessa vez, a Rinne e a Furei avançam pra cima de mim. Como esperado, a Yakumo não confronta diretamente, mas, mão na cintura, tá levemente de mau humor.

— Certo, certo, chega até aí. Dessa vez foi coisa repentina, e nem sabíamos bem a força do outro lado, então não tinha jeito, né? E vocês tavam dormindo profundamente, afinal.

Batendo palma, a Rīn repreende assim.

Isso mesmo, todo mundo tava dormindo mesmo. Achando que seria cruel acordar… por acaso, o Kuon tava acordado indo ao banheiro, então pedi cooperação dele.

Precisava agir escondido com [Invisible], e, dizendo isso mal, o Kuon era o mais apropriado mesmo…

Bom, também tinha o motivo de hesitar em levar as filhas pro distrito de diversão de madrugada.

As crianças ainda pareciam ter leve insatisfação, mas, de algum jeito, consegui fazer elas recuarem.

Originalmente, nem o Kuon eu queria levar mesmo…

Se quem pode dar o golpe final no apóstolo do deus maligno é humano da superfície com artefato divino, não precisa ser necessariamente meus filhos.

Excluindo a nós, se der artefato divino pro humano mais forte desta superfície como herói, sinto que já resolveria.

Mas, vendo o poder do apóstolo do deus maligno, sinto que humano comum não teria chance nenhuma contra isso.

E ainda, leva tempo pro herói conseguir manejar livremente o artefato divino. Um ano, dois anos… não posso deixar morrer o país e o povo pisoteado nesse período.

Como imaginei, meus filhos, semideuses, devem ser os mais apropriados mesmo. …Já sei disso. Já sei, mas tem sentimento indescritível de inconformidade.

E ainda, humano mais forte desta superfície, até onde sei, é o ex-rei anterior de Resutia, avô da Hiruda.

O Gyaren-san é forte, mas a idade já é considerável, sentindo ansiedade nesse ponto. Deveria existir mulher entre os apóstolos do deus maligno também. Com aquele velho tarado, sinto medo de que brecha se abra facilmente.

Terminando o café da manhã, levo o golem pássaro abatido ontem até onde o Doutor e o pessoal estão, em Babylon.

— Fumu, é golem pequeno de vigilância, sem capacidade de combate nenhuma. Sendo feito completamente leve, quase não tem defesa nenhuma, sendo golem exclusivo de reconhecimento. A imagem que esse aí viu deve ser enviada pra outro par de golem pássaro. Ou seja…

— Já tá nas mãos do inimigo, quer dizer.

Ouvindo a explicação do Professor, franzo a sobrancelha. Uuun. Se fosse tipo de gravação interna, no momento de abater, teria apagado a gravação.

Não, primeiro, nem sei se esse é o único golem de vigilância presente ali. De qualquer forma, deve ser melhor considerar que a existência do artefato divino vazou pro outro lado. Da próxima vez, talvez não consigam confrontar tão facilmente assim de novo.

— Mas, se conseguiam ver a imagem, seria de se esperar que viessem ajudar, né.

— Esse aí não é tipo capaz de gravar e reproduzir simultaneamente. Só enviou a gravação pro outro lado, então, quando viram, já era tarde demais, isso deve ser.

Quer dizer que não conseguem ver em tempo real, é? Ou seja, é tipo simples câmera de vídeo, é? Não consegue ver imagem atual tipo câmera de vigilância, nem fazer transmissão?

— Se transmitir enquanto grava, a imagem fica facilmente indistinta, afinal. Deve ter achado esse jeito mais confiável. Ou talvez, desde o início, nem tivessem intenção de ajudar…

Conforme fala o Professor, acho que essa possibilidade é alta mesmo. Mesmo se conseguissem ver em tempo real, será que não deixaram o Gurafaito morrer de propósito pra descobrir nossas cartas na manga?

Nossa informação vazou, mas conseguimos abater o apóstolo do deus maligno. Frustrante, mas não tem jeito além de ir arrancando aos poucos o braço e perna deles.

Enquanto penso isso, o Doutor, lembrando de algo, abre a boca.

— Ah, o ajuste da máquina exclusiva já terminou, então, a partir de agora, vou entrar no ajuste do teu Reginreivu. Bom, mais que ajuste, é reforma mesmo.

— Eh? Ainda vai reformar mais algo?

Se conseguir mover bem debaixo d'água, já tá OK pra mim, no entanto… fico ansioso se fizer reforma desnecessária demais.

— Depois de derrotar o deus maligno, tua mana ficou cada vez mais alterada, então, com o circuito de mana até agora, não vai aguentar por muito tempo. A reparação não consegue acompanhar. Já que é pra fazer, quero reforçar ainda mais. Não seria ruim parar de funcionar em lugar inesperado, né?

Mana alterada? Ah, é isso, porque virei completamente raça divina lutando contra o deus maligno. Faz sentido a qualidade da mana também mudar mesmo.

Não é que não consiga mover mesmo, no entanto… mas, usar coisa sem saber quando quebra, talvez seja melhor evitar. Ficaria em apuros se perder com incapaz de usar força total.

Dando permissão pra reforma do Doutor, saio do "Laboratório", e o smartphone no bolso avisa chamada chegando.

Do Sua Majestade o Rei-Demônio de Zenoasu, é? O que será, hein…? Será de novo pedido relacionado à Sakura ou à Yoshino? Se aquela pessoa começar a reclamar, demora, então que trabalhoso, francamente… mumu, não quero atender.

Mesmo assim, se não atender, sei que depois vira ainda mais incômodo, então, sem escolha, toco o botão de atender.

— Sim, alô?

『Aa, duque. Queria perguntar uma coisa』

— O que foi?

Não sei nada de como conseguir passar despercebido pelos olhos da Sakura pra brincar com a Yoshino, viu?

『Um pouco atrás, na região montanhosa a oeste de Zenoasu, foi descoberta coisa estranha, sabe. Parece ser algum tipo de ruína… enviamos equipe de investigação, e encontraram porta que não abre por mais que se tente. O brasão gravado nessa porta, tenho impressão de já ter visto antes. Ah, vou mandar imagem por email』

Ruína? Porta que não abre? Ruína da civilização mágica antiga, é? Sendo porta, será que tá selada por magia de inscrição?

Enquanto penso isso, "piron", chega email do Sua Majestade o Rei-Demônio.

Abrindo o email, olho a imagem. Isso é…!

— [Coroa]…!?

『Como imaginei, hein. Isso é o mesmo brasão gravado no pescoço daquele golem branco aí no teu castelo, né?』

Conforme fala Sua Majestade o Rei-Demônio, o brasão de [Coroa] é exatamente o mesmo brasão gravado na série [Coroa] criada pelo lendário técnico de golem, Kuromu Ranshesu.

Como assim, afinal? Ruína com brasão de [Coroa] gravado, por que em Zenoasu?

Primeiro, o Kuromu Ranshesu é do mundo das sombras… a!

Isso, é isso! O Kuromu Ranshesu, do mundo das sombras pro mundo da luz, teletransportou usando o poder do [Coroa] "Branco" e "Preto"!

E, o Arubusu tinha dito que ele fez pesquisa mágica usando pequena vila de certo país como base!

Se não me engano, Reino Aliado de Pirairsura… destruído pelo ataque das Phrase, mas era país que existia no lugar onde atualmente fica o Reino Demoníaco de Zenoasu.

Se for isso, essa ruína seria o laboratório de depois que o Kuromu Ranshesu veio pro mundo da luz, é…!?

Não pode ser, será que também foi lá que nasceram o "Dourado" Gōrudo e o "Prateado" Silvā, é…?

— Sua Majestade o Rei-Demônio, por favor, me conte a localização dessa ruína!

Pedindo a Sua Majestade o Rei-Demônio pra ensinar a localização da ruína, teletransporto até onde tá presente o "Branco" [Coroa], que atualmente tá no Vāru Arubusu, na vigilância da "Arca".

『Sem dúvida. Instalação de pesquisa do Kuromu. "Dourado" e "Prateado" foram feitos aqui』

O Arubusu, trazido até a ruína de Zenoasu, afirma isso pra gente.

— É mesmo, Silvā?

『Iaa, eu ficava sempre fixada dentro do laboratório, viu. Sendo despertada, sendo colocada pra dormir, frequentemente também… sem entrar lá dentro, não sei bem…』

O "Prateado" Coroa preso na cintura do Kuon, chamado Silvā, parece ter sido tipo confinada em caixa, sem conseguir identificar.

Diante dos olhos, tem algo tipo porta dupla de metal, meio soterrada em montanha rochosa, e, ao lado dessa porta, tem brasão de [Coroa] tamanho de palma da mão.

— O Gōrudo, como tá?

Dessa vez, tento falar com o "Dourado" [Coroa], Gōrudo, que acompanha a Sutefu.

Mas, diante da minha pergunta, o Gōrudo balança levemente a cabeça de lado.

『Em meu registro, não existe informação de antes de encontrar a mestra. Portanto, impossível responder』

Ah, é isso, esse aí foi resetado, né. A memória antiga também tá completamente apagada, tudo mesmo. Se for isso, não tem jeito não saber mesmo.

— Como tá? Parece que vai abrir?

Quem pergunta isso é o Segundo Príncipe de Zenoasu, irmão da Sakura, e também meu cunhado, Príncipe Fāresu.

Ele é encarregado da equipe de investigação dessa ruína. Além dele, tem também a tropa de cavaleiros de guarda.

Do nosso lado, tem o "Branco", "Prateado", "Dourado" [Coroa], e eu, a Yumina, o Kuon, a Sutefu e a Sū, e a Rīn, além disso, o Doutor Babylon, a técnica Eruka, o Professor, e a Kūn, do time de desenvolvedores.

Instalação de pesquisa do Kuromu Ranshesu, alvo cobiçado desse tipo, naturalmente, nosso grupo de malucos por engenharia mágica não deixaria passar. Acabou virando comitiva maior do que esperava. Sinto muito pelo cunhado Fāresu.

『Se for abrir a porta, a chave é tocar com [Coroa] os cristais dos dois lados』

Direcionando o olhar conforme a fala do Arubusu, de fato, dos dois lados da porta, tá encaixado pequeno cristal em formato de losango.

Ou seja, quer dizer que, sem dois [Coroa], não abre, é? O Kuromu Ranshesu veio pro mundo da luz acompanhado do "Branco" Arubusu e do "Preto" Nowāru, afinal… [Coroa] serve tipo chave, é.

Falando nisso, a "Arca" também dizem que só entra se tiver [Coroa]. Digamos, guarda-costas e chave ao mesmo tempo.

Aqui, tá presente "Branco", "Prateado", "Dourado" [Coroa], mas, sendo que a Silvā parece incômodo, peço ao Arubusu e ao Gōrudo pra tocar nos cristais dos dois lados.

"Kyun!", ecoa som tipo rangido, tipo algo correndo, e a porta metálica começa a abrir devagar pros dois lados.

— Oo! Abriu, hein…?

Junto com voz de alegria do povo de Zenoasu, escapa também voz de dúvida.

Porque dentro da porta só tinha espaço circular tipo seis tatames, sem mais nada além disso.

— Isso é a instalação de pesquisa…?

『Não. Isso é elevador. Instalação de pesquisa fica no subterrâneo』

O Arubusu responde à minha dúvida. Aa, é subterrâneo, é.

Por precaução, deixando metade dos cavaleiros de guarda de Zenoasu na superfície, fechamos de novo a porta por dentro. Achando que ficaria completamente escuro, mas a parede inteira emitia luz vagamente clara.

Quando o Arubusu opera algo tipo painel ao lado, "gakon!", vibra pequeno, e sensação parecida com elevador da Terra nos ataca. Oo, tá descendo, descendo.

Nós já tamos acostumados, mas, na frente, o cunhado Fāresu, o pessoal de Zenoasu, congelam completamente diante dessa experiência inédita. Bom, se for primeira vez, faz sentido não se acostumar mesmo…

Em tempo de algumas dezenas de segundos, de novo, junto com som, "gakon!", o elevador para. Nn? Chegou?

Diante da porta abrindo devagar, luz igualmente vaga da dentro do elevador ilumina o interior do quarto.

Em espaço razoavelmente amplo, tem colocado objeto diverso. Mesa, cadeira, aparelho desconhecido, cápsula cilíndrica brilhando azul-esbranquiçada, vários fios… de fato, sente-se atmosfera de laboratório, mas, aqui e ali, tá acumulado montanha de coisa tipo areia e poeira, criando situação difícil de distinguir.

— Que estado terrível, francamente…

— É realmente aqui o laboratório do Kuromu Ranshesu mesmo? Parece completamente ruína.

Escapa voz assim do Professor e da técnica Eruka, de tão surrado que tá o lugar.

O Doutor Babylon pega um fragmento caído de algo, e, com o dedo, quebra facilmente, "pakira".

— Isso não tem magia de proteção aplicada, hein. O prédio em si parece ter aplicado, então será que deixaram de propósito de não aplicar, ou será que foi anulado por alguma coisa…

『Provavelmente, causa é descontrole da habilidade de [Coroa] mim e do "Preto" descontrolado. Tempo retrocedeu até antes de aplicar magia de proteção』

O Arubusu responde à fala do Doutor Babylon.

Tempo retrocedeu? Quer dizer que o tempo voltou, é. O tempo voltou até antes de aplicar magia de proteção, sendo cancelado, isso deve ser.

— Por isso, tem coisa intacta e coisa deteriorada, é.

Quando a Kūn cutuca com o pé algo tipo livro, isso desmorona facilmente feito areia.

Descontrole do "Branco" e "Preto" Coroa de cinco mil anos atrás. Aquilo que o Doutor chama de "tempestade de contradição".

Eixo temporal se misturando, virando bagunça completa. Bom, graças a isso, as Phrase foram empurradas pro interstício dimensional, e a barreira do mundo daquela época foi restaurada, este mundo escapou sem consequência grave, mas…

— Não é que tudo virou completamente inútil mesmo, hein. Isso aqui, dá pra ler normalmente… não, não dá. Que letra é essa, hein? Não pode ser, será letra antiga do mundo das sombras?

O Doutor, tirando de dentro da areia livro fino não desmoronado, abrindo, franze a sobrancelha diante da letra ilegível.

Aa, é que o Kuromu Ranshesu é pessoa do mundo das sombras, afinal. Deve ter sido mais fácil escrever com letra do mundo das sombras do que letra do mundo da luz, e ainda, por sigilo, também deve ter sido mais conveniente escrever com letra do mundo das sombras.

— Deixa eu ver… uuun… isso é… letra técnica antiga de Parupa, será…? Tem parte que também não entendo, mas, com isso, dando tempo…

— Toma, óculos de tradução.

Recebendo o livro do Doutor, pra técnica Eruka gemendo, estendo, "pon", do [Storage], óculos com magia de tradução [Reading] aplicada.

— Uwa, incrível! Consigo ler tudo!

— Tōya-kun, pra mim também.

— Eu também, eu também.

— Otou-sama, pra mim também!

Sendo que o time de desenvolvedores e a Kūn querem também, entrego óculos reserva. Não, por que quatro pessoas lendo um livro só, afinal… deve ter mais alguns livros rolando por aí também, né.

— Primeiro, será melhor separar coisa intacta de coisa estragada?

— Isso mesmo.

Assinto diante da proposta do cunhado Fāresu. Por sorte, dá pra distinguir rápido o que apodreceu do que não apodreceu, então não deve ser trabalho tão demorado assim.

Mesmo assim, não vejo muita coisa que parece útil, hein. Por ora, melhor guardar livro… ou melhor, caderno? tipo isso, mesmo assim.

— Isso, com certeza, é configuração base de golem que o Kuromu Ranshesu faz. Esse caderno tem valor absurdo, sabe.

— Fumu, mas parece que ainda mal tinha aprendido a magia, tendo dificuldade em ajustar a mana, hein.

— Mu? Aqui, a linha de éter parece estar rodeando pro lado contrário… por quê, afinal?

— Professor, será pra recolher mana desse lado de acionamento? Reaproveitando o excesso de mana pra este lado…

Ei, vocês quatro aí. Ajudem também.

— Tōya-san, parece que tem outro quarto por aqui também.

Diante do lugar apontado pela Yumina, tinha algumas portas.

Essa porta não é porta que abre automaticamente, e sim, porta comum mesmo.

Girando a maçaneta, abrindo a porta metálica mais próxima, dentro, igual o primeiro quarto, tava rolando aqui e ali areia e algo tipo apodrecido completamente em pedaços.

Em cima de algo tipo mesa colocada ali, também tava empilhado montanha de areia e coisa esfarelada. Será que tinha documento colocado ali?

— Opa?

Encontro algo tipo objeto quadrado enterrado no meio das coisas apodrecidas. Sacudindo a areia, pego na mão.

Placa levemente maior que a palma da mão… transparente tipo placa acrílica. O que é isso, hein?

『Isso é placa de lanterna mágica. Se fizer mana fluir, imagem gravada flutua』

— Hee. Tipo foto, é.

Conforme a explicação do Arubusu, fazendo mana fluir, na placa transparente, imagem vagamente flutua. Isso é…

O que tá projetado é três pessoas. Um homem, uma mulher, e uma criança. Isso é…

『Kuromu e a esposa, e a filha』

Como imaginei, é. Diante da fala do Arubusu, olho de novo pra imagem.

A garota no meio ri, segurando a mão dos pais. Ah, é isso, é foto de família, é.

Tem letra escrita. Letra do outro lado. Edda, Ryūri, é. Nome da esposa e filha, será?

Será que o Kuromu Ranshesu também se esforçava na pesquisa vendo essa foto de família?

Mas, depois do descontrole do "Preto" e "Branco", dizem que ele deveria ter perdido a memória.

Parece que não é que tudo desapareceu de repente, mas, ver a memória da família desaparecendo aos poucos… deve ter sido bem assustador mesmo, penso.

Mas, se o descontrole não tivesse ocorrido, a esposa e a filha dele teriam continuado mortas pelo tal Gira, espécie dominante.

Se o tempo retrocedeu, e conseguiu proteger essa vida, talvez tenha sido desejo dele mesmo.

— Pai, tem algo que quero mostrar

— Nn? Encontrou algo?

O Kuon, investigando outro quarto, acena chamando da entrada. Guardo a placa de lanterna mágica no [Storage], entrando no quarto que o Kuon guia.

— Isso é…!

No quarto espaçoso, tavam espalhadas no chão várias espadas. Todas, sem exceção, tavam danificadas ou quebradas. Feito cemitério de espadas mesmo.

Não, o que me surpreendeu não é isso. As espadas espalhadas, todas, sem exceção, têm o mesmo formato, e, ainda por cima, "espada idêntica" a essa, meu filho carrega.

— Silvā. Aqui é o lugar onde você estava?

『…Sim. Sem dúvida. Foi aqui que eu fui feita』

Preso na cintura do Kuon, o "Prateado" [Coroa], Infinitetto Silvā, deixa escapar voz pesada.


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir