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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 579

Dourado e Ouro, e Querubim

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Capítulo 579 – Dourado e Ouro, e Querubim

Difícil de acreditar de jeito nenhum que essa peça pequena seja formada por trezentos milhões de slimes.

Do jeito que olho, é metal, sem sensação de slime nenhuma. Mas, se for tipo Slime de Metal, faz sentido ter dureza tipo metal mesmo, e também existe bastante slime capaz de se disfarçar de algo.

Conforme fala o Doutor, se der característica de orichalcum pra slime com propriedade de coletivo tipo Big Slime, talvez consiga se disfarçar de peça desse tipo mesmo.

— Isso volta a virar pequenos slimes separados de novo?

— Não, sendo que isso já virou combinado num só, não volta ao indivíduo original. É só criatura mágica meramente viva.

Viva… será mesmo? Isso? Sem se mover, nem podendo mostrar vontade própria, esse estado, sinto isso terrivelmente assustador.

Já senti algo parecido num filme de ficção científica que vi antigamente.

Naquele filme, os humanos eram mantidos vivos só como energia elétrica pra máquina que dominava aquele mundo.

Os humanos, dentro de espaço virtual, são feitos acreditar que vivem no mundo real, terminando a vida inteira sem conhecer a verdade.

Será mesmo isso felicidade, afinal? Como será que os slimes virados essa peça sentem isso, hein…

— Naturalmente, sendo que tá vivo, tem desejo primitivo de viver. Comida pra sobreviver… nesse caso, é mana, digamos, absorve mana do ar pra viver. Por isso, se selar completamente sem deixar passar mana, justamente com algo tipo teu [Prison], Tōya-kun, provavelmente, deve entrar em colapso em alguns anos.

Diante de mim pensando coisa inútil, o Doutor continua a explicação. Ah, é isso, sendo vivo, faz sentido morrer se cortarem a comida mesmo.

— Mas, viveu bem por cinco mil anos, hein…

— Isso, olha, é criatura mágica, afinal. Igual à Sheska e o pessoal.

A Sheska, administradora do "Jardim", parece que já entrou algumas vezes em estado de hibernação, mas, mesma coisa que isso, hein…

Falando nisso, o Doutor também tem corpo mesma criatura mágica, né… o cérebro parece que continua o mesmo, então deve ser mais curto que a Sheska e o pessoal, mas, mesmo assim, dizem que vive por unidade de milhares de anos.

…Uuun, vou conviver com esse aí por milhares de anos também, é…

— O que foi, o que foi, olhando fixo assim pra mim… finalmente decidiu ter um caso? Do meu lado, tô sempre pronto, mas queria um pouco mais de clima, sabe…

— Então, esse Slime de Orichalcum? consegue pagar a "compensação" do "Coroa"?

Ignorando o Doutor falando bobagem, peço explicação pra técnica Eruka.

— Provavelmente, acho que consegue mesmo. É massa de bilhões de seres vivos no corpo todo. Acho que consegue pagar compensação suficiente. Mas, pagar compensação, isso pode significar que esses slimes vão ficar em estado próximo da morte, ou até morrer mesmo. Mesmo o contratante ficando são e salvo, o "Dourado" Coroa talvez não fique ileso.

Ou seja, quer dizer que o golem carrega no lugar do contratante a "compensação" que deveria receber. É mesmo conceito de quando fizeram o "Prateado" Coroa, né.

— Sacrificar golem pra própria conveniência… eu não gosto muito desse jeito de fazer, não. Bom, o Kuromu Ranshesu, até esse ponto, queria mesmo superar a barreira do mundo, né…

O Professor acaricia pensativo a barba branca longa.

O Kuromu Ranshesu tentava fugir do mundo prestes a ser destruído pela invasão das Phrase, indo pro mundo onde nasceu.

Provavelmente, isso deve ter sido meio pra não deixar morrer a esposa, os filhos, a família, mas…

Se este mundo fosse acabar em destruição, eu também pensaria em pelo menos migrar a família pra Terra. Se existisse esse meio, acho que não seria estranho tentar realizar isso com tudo que tenho.

— Tem uma coisa que me incomoda. Tōya-kun, lembra daquele slime… Gluttony Slime que a esfera exploradora do Vāru Arubusu viu ao se infiltrar na "Arca"?

— Gluttony Slime? Aa, aquele que virou líquido vermelho…

…Espera aí? Gluttony Slime? Aqui também, de novo, slime, é? Isso é coincidência?

— O Gluttony Slime, originalmente, era slime pra processamento de descarte. Mas, pelo apetite excessivo demais, uma vez descontrolando, engole e absorve qualquer coisa, evoluindo até slime capaz de engolir de uma vez pequeno país inteiro. Como criatura mágica, o apego à vida ultrapassa muito além de outros slimes. Não pode ser, achando que…

— Vai transformar em orichalcum o Gluttony Slime, criando mais alguma coisa com isso?

Slime capaz de engolir um país inteiro. Aquele apetite deve ser absurdo. Se for slime desse tipo, talvez consiga pagar "compensação" mesmo.

— Será que tão tentando fazer equipamento adicional do "Dourado" Coroa… pra usar bastante habilidade de Coroa?

— É bem possível mesmo. Acho que dá pra usar o Gluttony Slime tipo tanque de mana pra usar habilidade de Coroa.

— Fumu, de fato, comparado a virar orichalcum slime comum, usando esse Gluttony Slime, deve dar pra fazer coisa muito mais qualificada mesmo. Mas, nesse caso…

Ignorando os gênios discutindo, observo fixamente a peça de ombro dourada, sentindo, atravessando o tempo, algo tipo obsessão do Kuromu Ranshesu.

Observando de longe o Gōrudo brincando com a Sutefu no jardim interno, sinto algo indescritível.

Aquilo é massa de slime, é… não, também não acho que seja tudo, sem exceção, slime.

Provavelmente, só a parte da armadura dourada deve ser slime, e o esqueleto interno deve ser material comum.

Armadura com característica de orichalcum contendo inúmeros seres vivos… aquilo funciona como escudo pra evitar que o contratante pague a "compensação" do "Coroa".

Ou seja, quer dizer que a Sutefu também consegue usar a habilidade de Coroa.

Bom, nessa hora, o Gōrudo vira sacrifício, no entanto…

Mesmo assim, o próprio "Dourado" Coroa, dizia o Gōrudo, não tem habilidade de Coroa própria.

Se for isso, deve precisar de "outra coisa" que ativa a habilidade de Coroa, sem dúvida.

Essa distorção espaço-temporal ocorrendo ultimamente… não pode ser, será que é porque o outro "Dourado" Coroa presente do outro lado tá usando habilidade de Coroa que interfere no espaço-tempo mesmo…?

— O que aconteceu, hein, com essa cara séria assim?

Enquanto franzo o rosto, "mumumu", sem perceber quando, a Sū tava sentada no assento à frente.

— Não, tava pensando em querer devolver a Sutefu e o pessoal com segurança pro futuro.

Respondo isso pra Sū enquanto observo a Sutefu brincando com o Kuon, a Arisu, a Riiru e o pessoal. Pra isso, preciso resolver de algum jeito os apóstolos do deus maligno.

Aos poucos, o cerco ao redor deles vai se completando. Pra não deixar escapar no último momento, daqui pra frente, preciso avançar as coisas com ainda mais cautela.

— Tô levemente insatisfeita, sabe. A Sutefu foi a última a chegar, né? Queria ficar mais tempo junto, igual todo mundo.

Uuun, bom, isso mesmo, né. Se a Sutefu não tivesse perdido o smartphone, teria dado pra ir buscar na hora, mas.

— Quando devolver pro futuro, quando será a próxima vez que vou encontrar, hein… mesmo nascendo, só depois de mais cinco anos que vamos conseguir conversar sobre coisas daqui, né…

O olhar da Sū se direciona pra Sutefu brincando com o Kuon e o pessoal.

A mais velha, Yakumo, tem onze anos. A Sutefu tem cinco anos. Por mais rápido que seja, até a Sutefu ir pro passado e voltar pro futuro, vai levar mais de dez anos.

Mas os futuros nós esperamos esses mais de dez anos. Preciso devolver ela direitinho mesmo.

— Pra conseguir conversar bastante naquela hora, precisamos criar mais memórias juntos agora, né.

— Isso mesmo! Eu também vou brincar mais com a Sutefu! E, quando crescer e a Sutefu voltar do passado, vamos conversar bastante, bastante, sobre coisas divertidas!

Dizendo isso, a Sū se levanta, correndo até onde tá a Sutefu. As duas não têm nem dez anos de diferença, então, mais que mãe e filha, parece até irmãs com diferença de idade mesmo.

— "Armamento"!

Bu!?

Enquanto conversava com a Sutefu, a Sū ergue o próprio smartphone pro céu, e, envolta em luz, transforma em traje de combate amarelo.

— Uwaaa! Que legal mesmo, viu!

— Né, né!

Diante da filha mostrando sorriso brilhante e radiante, a mãe coloca a mão na cintura, empinando o peito com orgulho. Tá tudo bem mesmo isso, hein…

O Kuon atrás delas mostra sorriso levemente confuso. Opa, a Arisu e a Riiru mostram olho igualmente brilhante que a Sutefu, hein…

Não, criança dessa idade, faz sentido se encantar com coisa tipo transformação mesmo, será…?

Falando assim, eu também tenho memória de brincar com cinto de transformação na infância.

Garoto se encanta com herói tokusatsu, garota se encanta com maga girl, isso é normal? Mas nem vi na TV… a, não, será que fui eu, no futuro, quem mostrou esse tipo de programa e filme, hein?

Primeiro, minhas filhas, todas, sem exceção, são maga girl, no entanto… bom, não se transformam, mas.

— Desejo de transformação, todo mundo tem, sabe.

— Uwa!? Susto!

Sem perceber quando, a Rinze tava de pé ao meu lado. Sempre sou pego de surpresa pelas deusas, mas nunca imaginei que a Rinze também faria isso.

Minhas esposas conseguem eliminar presença normalmente, então assusta, francamente… ou melhor, será que ela não leu agora minha mente?

— Querer virar diferente de sempre, querer virar igual àquela pessoa admirada… ter esse tipo de desejo não é nada estranho. Mudando aparência, ou fazendo maquiagem, dá pra virar personalidade e sentimento mais positivos, e, consequentemente, dá pra virar a vida inteira mais positiva também.

— …Não pode ser, será que leu revista de cosplay ou algo assim?

Diante da Rinze falando com paixão, lembro que, entre os livros trazidos da Terra, tinha algo assim mesmo.

A Rinze, fazendo vários tipos de fantasia, ultimamente, também tem feito bastante fantasia de algum anime ou mangá.

Originalmente, este mundo já é mundo de fantasia, então, na maioria das vezes, é aceito sem estranhamento.

Mais pra dizer verdade, mais que fantasia de personagem de anime ou jogo, sinto que policial feminina ou traje de escritório tem sensação mais de cosplay. Bom, deve ser só eu que sinto isso.

— Também quero que as crianças sintam esse tipo de sentimento positivo. Pensando isso. Aqui, isso.

— Uwa, o que é isso, afinal!? Que bom mesmo, viu!

O que a Rinze me estende, é caderno de esboço com desenho de design de roupa das crianças.

Ou melhor, o desenho tá surpreendentemente bem feito. A Rinze desenha tão bem assim!?

Se contar isso, ela deve ficar deprimida, mas, sinto que é melhor até que meu pai, que é mangaká na Terra…

Neste mundo, predomina desenho realista, mas o estilo de desenho da Rinze é mais pro lado de mangá e ilustração. Provavelmente, isso deve ser influência do mangá e ilustração da Terra, ou melhor, do Japão?

Até encontrar comigo, a Rinze dizia que nunca tinha desenhado nada. Quer dizer que, em só esses poucos anos, chegou até este nível de progresso? Não seria gênio, hein…

No caderno de esboço, tava desenhado vários padrões de ilustração tipo maga girl. Isso é incrível mesmo, hein…

— Se usar o sistema criado pelo Doutor Babylon, dá pra transformar de verdade. Antes de voltar pro futuro, queria fazer isso pras crianças.

Não, de fato, deve dar pra transformar igual o traje de combate de vocês, mas…

Qual o sentido de vestir essa roupa? Não é tipo traje reforçado especificamente, né? Também não deve ser roupa pra esconder identidade. E ainda, precisa mesmo de sistema de transformação? Não seria melhor só trocar de roupa normalmente?

— Não gostaria de ver as crianças vestindo essa roupa?

— Gostaria de ver.

Respondo na hora diante da fala da Rinze. Não teria como não querer ver algo assim. Toda roupa, sem exceção, é fofa. Tenho certeza que vai combinar bem com minhas filhas.

A Rinze aponta uma das roupas desenhadas no caderno de esboço.

— Provisoriamente, com esse design, já tô fazendo fantasia pras nove crianças. Preciso ajustar mais os detalhes, mas.

— Hee… espera um pouco. Nove pessoas?

Nove pessoas, quer dizer que inclui a parte do Kuon também? Eh, é traje de maga girl, né?

— Tá tudo bem. Com o Kuon, dá certo mesmo.

— Não não não! Isso aí, poupa ele, por favor!

De fato, o Kuon, puxando à mãe Yumina, tem rosto tipo garota, mas! Sendo pequeno, é menino mesmo! Roupa de garota deve ser vergonhoso mesmo! Pai entende bem isso, viu!

— O mais importante é se "combina bem, ou não combina". Menino ou menina… isso é coisa insignificante, sabe. Até no livro da Terra também tinha "filha homem", né.

Não pode ser, os olhos da Rinze tão sérios mesmo. Aqui, se eu não insistir, o Kuon vai virar "filha homem". Não posso deixar meu filho carregar trauma estranho na infância…!

Não… mas, se o Kuon desejasse, seria aceitável? Fetiche de travestismo… não, mesmo que garoto queira vestir algo fofo, isso em si não é coisa estranha.

Se for isso, preciso virar pai capaz de compreender. Confirmando direitinho, decido julgar.

Chamo o Kuon, que tava brincando com a Sutefu e o pessoal.

— É tipo assim, mas o Kuon, será que quer vestir esse tipo de roupa?

— Não quero vestir.

Sério mesmo. Morte instantânea.

Diante do Kuon respondendo com cara amarga, a Rinze tenta convencer.

— O Kuon vestindo essa roupa, acho que ficaria bem fofo mesmo, sabe!

— Acho a roupa fofa, mas eu não penso em vestir.

— A Yumina-san com certeza também ia ficar feliz! Isso também é forma de retribuir aos pais…!

— Sem dúvida, acho que a Okā-ue ficaria feliz mesmo, mas eu não penso em vestir.

O Kuon recebe com o sorriso especialista de sempre a persuasão desesperada da Rinze. Isso é o que chamam de não ter brecha nenhuma pra intervir. Entendo o sentimento, mas.

Eventualmente, a Rinze também desiste, soltando suspiro decepcionado.

— Depois de tanto esforço fazendo nove pessoas…

— Se for isso, minha parte, passa pra Arisu… aa, se for isso, também vai precisar da parte da Riiru, né. Rinze-okaa-sama consegue fazer mais uma peça, né?

— Consigo fazer!

Escapou do Kuon, mas, com "isso, isso mesmo!" empolgado, a Rinze fica animada.

Bom, mesmo assim! Tanto faz! A figura das filhas vestindo essa roupa, eu também quero ver. Sinto que entendi um pouco o sentimento de pai que faz filha fazer cosplay.

Feito seguindo o bem primeiro, apressada, a Rinze puxa a Arisu e a Riiru, começando a medir com fita métrica tirada de algum lugar. Já parece acostumada mesmo, hein.

— Item de transformação, o que seria bom, hein… como esperado, varinha mágica? Não, feminino seria estojo compacto? Como variante, também tem frasco de perfume…

Diante da Rinze murmurando, "butsubutsu", entrando completamente no próprio mundo, olho pra cima o céu, pensando "isso vai demorar mesmo".

— Ficou pronto?

『Umu. Equipamento adicional "Kerubimu", é』

Diante da voz do homem de máscara de peste, apóstolo do deus maligno Sukāretto, o "Dourado" Coroa, Gorudo, responde.

Nas costas do Gorudo, presente dentro do hangar da "Arca", tava fixado algo tipo mochila dourada robusta.

『[Ativar]』

Reagindo à voz mecânica emitida pelo Gorudo, a mochila nas costas começa a se transformar, "gachagacha".

Num piscar de olhos, algo tipo placa pequena desliza pro lado, expandindo, mudando de forma tipo asa.

Eventualmente, se estendia nas costas do Gorudo asa dourada, dois pares, quatro asas.

O pequeno corpo flutua suavemente no ar. Parece que o "Kerubimu" também funciona tipo unidade de voo.

— Difícil de acreditar de jeito nenhum que isso seja aquele slime.

『Foi golpe de sorte conseguir obter o Gluttony Slime』

Conforme suspeitava o Doutor Babylon, o Gorudo tinha transformado em orichalcum o Gluttony Slime obtido no leilão do Reino Mágico Ferusen, completando equipamento adicional com várias funções.

O que originalmente precisaria de centenas de milhares de slimes, agora, um único Gluttony Slime já resolve. Sem dúvida, dá pra dizer que foi golpe de sorte mesmo.

『Esse lado, ficou pronto?』

— Aa. É a nova arma decisiva, "Barōru", feita a partir do G-Cube e Cristal-Q do Gigantesu obtido em Aizengarudo.

Onde o homem de máscara de peste olha pra cima, tava assentado golem tamanho absurdamente gigante, menor que o Gigantesu, mas ainda assim.

À primeira vista, é gigante vestindo armadura dourada. Mas, no peito e na cabeça, brilhava olho único vermelho sinistro.

— Nesse aí, dei função de comandar golem igual a máquina de guerra. Consegue manejar centenas de Kyukuropusu feito braço e perna próprios. E ainda, toda a armadura tem inscrição mágica aplicada usando "Água do Deus Maligno". Nem os golens de Brunhild devem conseguir penetrar isso facilmente.

Diante da palavra "Água do Deus Maligno" disparada pelo Sukāretto, o Gorudo lembra do "núcleo" flutuando dentro do líquido roxo-claro, colocado na sala de pesquisa da "Arca".

Água contaminada por esse "núcleo" é a "Água do Deus Maligno". Contendo pouco poder divino e maldição forte, usando isso, dá pra obter vários tipos de benefício do deus maligno.

O Gorudo agradece ter conseguido encontrar esse "núcleo". Obtendo isso, existe possibilidade do desejo que era só fantasia se realizar.

Seja deus maligno ou não, pro Gorudo, é existência igual a deus mesmo.

Resta…

『Se conseguir perfurar a parede espaço-temporal…』

— Nn? Disse algo?

『Não…』

O Gorudo evita a resposta pro Sukāretto. O Gorudo e os apóstolos do deus maligno não são companheiros. Ele e eles têm objetivo diferente.

Posição de se usar mutuamente. Agora, tão em cooperação conjunta, mas, se virar atrapalho pro próprio objetivo, o Gorudo também pensa em eliminar eles.

Até lá, vou emprestar força, e vou pedir força emprestada também. No olho vermelho do Gorudo, residia luz sombria e fosca.


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