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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 580

A Preocupação da Deusa do Tempo e Espaço, e as Asas do Querubim

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Capítulo 580 – A Preocupação da Deusa do Tempo e Espaço, e as Asas do Querubim

— Como imaginei, isso é estranho mesmo…

A deusa do tempo e espaço, Mochizuki Tokie, corrigindo a grande distorção espaço-temporal aberta, devolvendo ao estado normal, murmura sozinha.

Originalmente, deus não deve dar grande influência à superfície.

Justamente por isso, a Tokie, sem usar poder divino, tinha lidado até agora só com poder do espírito do tempo e magia espaço-temporal, mas, como esperado, começa a achar que essa distorção espaço-temporal tá estranha mesmo.

No início, achava que era pela influência do "Terremoto Dimensional" que a distorção aparecia com frequência, mas percebeu que a distorção tem direcionalidade.

Provavelmente, é presumível que os "apóstolos do deus maligno" estejam interferindo em algo, mas, mesmo assim, a influência do poder divino é forte demais.

Primeiro, deus maligno é objeto tipo artefato divino presente na superfície, contendo ar de deus, que, ao longo de longos anos, absorveu emoção negativa das pessoas, ganhando vontade própria.

Justamente por isso, o poder divino do deus maligno, originalmente, não é tão alto assim.

Mas o deus maligno deste mundo absorveu deus subordinado aprendiz de deus (precisamente, o deus subordinado que virou deus maligno), então, pra ser deus maligno, tinha poder divino alto.

Mesmo assim, no fim, é nível de poder divino de aprendiz de deus mesmo. Não deveria conseguir gerar distorção espaço-temporal desse nível.

Se for isso, será que é poder de outro "deus" agindo nisso, hein, a Tokie começa a especular.

— Entre os deuses descidos à superfície, será que alguém tá emprestando mão pros "apóstolos do deus maligno"…? Não, isso não deve ser. Aqui, como lugar de descanso dos deuses, tá sob olhar do deus supremo do mundo. Se fizer isso, na melhor das hipóteses, perde a divindade, na pior, desaparece…

Pensando até esse ponto, "hatto!", a Tokie ergue o rosto.

— Não pode ser… isso, precisa confirmar um pouco.

A Tokie, usando [Teletransporte Dimensional], pra dissipar a dúvida surgida no coração, salta pro mundo dos deuses.

"Dosa!", coloco em cima da mesa do café "Parento" a bolsa de couro tirada do [Storage].

O Ende, sentado à minha frente, direciona olhar curioso pra bolsa de couro em cima da mesa e pra mim.

— Isso é o quê?

— Phrase artificial… fragmento de "Kuōsu". Olha, aquilo que derrotei quando encontrei a Riiru.

— Aa… mas por que pra mim?

Precisamente, não é pro Ende, e sim pra Riiru mesmo, mas.

Esse fragmento de Phrase artificial, "Kuōsu", pela análise do Doutor, sabe-se que tem composição e propriedade quase idêntica a joia de verdade.

Ou seja, quer dizer que dá pra vender como joia também. Naturalmente, sendo falso, precisa deixar claro isso na hora de vender, senão vira fraude.

Normalmente, material desse tipo obtido derrotando fera mágica… ou seria monstro? seria propriedade de quem obteve, mas quem gerou o "Kuōsu" foi a Riiru. Não teria ela direito de propriedade de metade disso? Conversando com o Kuon, decidimos devolver.

— Bom, usa pro sustento da casa.

— Nível de "sustento da casa" já passou faz tempo, mas… bom, aceito o que me derem.

O Ende confirma o conteúdo da bolsa de couro, recolhendo com a própria magia de armazenamento.

— Ainda tem mais cem sacos.

— É muita coisa!?

Do meu [Storage] até a entrada da magia de armazenamento do Ende, deixo cair direto de cima pra baixo.

Só isso já vira fortuna absurda. Bom, sendo o Ende aventureiro rank ouro, deve ganhar isso normalmente mesmo.

— Comparado ao material cristalino, tem qualidade inferior, mas dá pra usar tipo pedra mágica também, então talvez venda mais caro vendendo como pedra mágica do que como joia.

— …Espera um pouco. Isso quer dizer que a Riiru consegue produzir joia e pedra mágica à vontade?

Bom, sim, mas, mesmo sendo Phrase artificial, será que a Riiru pensaria em lucrar destruindo sem piedade a criatura viva gerada por ela mesma?

— …Impossível mesmo. Ouço que ela até dá carinho pra Phrase domada pela Arisu, então acho que ela não consegue destruir o Kuōsu gerado por ela mesma. Além disso, atualmente, a Riiru não deve ter poder pra gerar Phrase artificial mesmo.

— "Ouço que dá carinho", que isso… você ainda tá sendo evitado, é?

Direciono pro Ende olhar levemente resignado.

Dentro da Riiru, existe consciência do Haru, irmão da Meru, atual "rei" das Phrase.

Isso não é o próprio Haru, e sim, personalidade parece transcrita, mas parece que ele carrega hostilidade extraordinária contra o Ende, que levou a irmã embora.

Parece que, quando a Riiru vê o Ende, obrigatoriamente, a personalidade do Haru vem à tona.

Antes, o Ende era odiado a ponto de receber intenção assassina, mas, com intervenção da Meru e da Arisu, ouvi que finalmente parou de ser atacado.

— De repente sendo atacado já parou, mas ainda sou encarado com olhar tipo espetando, sabe… ultimamente, aquela criança sempre tá junto com a Arisu, então nem consigo conversar direito com a Arisu… só comunicação por telefone e mensagem que me consola…

O Ende olha pra fora da janela com olhar distante. Meio que virou tipo pai trabalhando longe da família, hein…

— Se ficar assim até a Arisu voltar pro futuro, vai ser pesado, hein… de algum jeito, reconciliar com o Haru…

Prestes a dizer isso, fico chocado vendo o Ende diante de mim com olhos arregalados. Por que tá me olhando com olhar de pombo levando tiro de pistola de brinquedo, afinal!?

— Voltar pro futuro? A Arisu?

— É, claro que volta…

O que esse aí tá falando, afinal. Do meu lado, fiz vários esforços justamente pra isso.

Sinto que esse pensamento tinha saído completamente da cabeça dele. Falando nisso, como será que fica a Riiru, hein…? Vai junto com a Arisu pro futuro, ou fica nesta era?

Se ficar, a Riiru viraria irmã mais velha, é? Não, pensando que a Riiru não existia no futuro, deve ir junto pro futuro mesmo.

Enquanto penso esse tipo de coisa, os olhos do Ende diante de mim vão ficando cada vez mais estranhos.

— A Arisu vai sumir…! Que isso… o que eu faço…! Isso, se eu atrapalhar o Tōya…! Pra ela não conseguir voltar pro futuro, se eu agir nas sombras… aite!?

— O que tá delirando, você, afinal.

"Zubishi!", com som capaz de ecoar, chop afiado explode na nuca do Ende.

Erguendo o olhar, ali, tava de pé a Nei, com olhar resignado, atrás do Ende.

— Já era sabido desde o início que a Arisu ia voltar pro futuro, né. Se essa criança não voltar, a Vossa Majestade Meru do futuro vai ficar triste. Você tem intenção de fazer a Vossa Majestade Meru sofrer?

— N, não, não é bem essa a intenção…

Bom, deve ser fala em pânico mesmo, mas, se de verdade a Arisu desaparecesse, esse aí sem dúvida ficaria absurdamente deprimido, hein… não posso falar de ninguém, no entanto…

O Kuon e a Arisu têm mesma idade, então, no mínimo, precisa esperar seis, sete anos pra ela nascer.

Nós temos filhos nascendo antes do Kuon, então não precisamos esperar tanto assim, mas.

— Bom, ainda deve levar um pouco mais de tempo pra devolver a Arisu pro futuro, mas…

— O quê, você, sendo você, tá tendo dificuldade, é? Com aquele… como se chama mesmo… "pessoa da foto", ou algo assim.

— "Apóstolo do deus maligno", tá. Mais que dificuldade, é mais que não consigo captar bem o objetivo, então não sei bem como atacar…

Respondo isso pra Nei, franzindo a sobrancelha.

Se o objetivo simples fosse ressurreição do deus maligno, teria dúvida de como fariam isso.

Achando que ia trazer do mundo do passado o deus maligno ainda não derrotado por nós, a vovó Tokie afirmou que isso é impossível.

Existindo algo tipo artefato do deus maligno, deve ter sobrado algum tipo de poder do deus maligno… será que deixaram algo tipo fragmento antes de lutar contra nós. Aquele deus nínite se achando grande mas covarde poderia ter feito isso mesmo.

Parecem estar atacando vários países, coletando energia negativa. Talvez estejam tentando usar isso pra ressuscitar o deus maligno… mas tem algo indigesto. Sinto que a história não é tão simples assim.

Os apóstolos do deus maligno também não parecem estar unidos com objetivo de "ressurreição do deus maligno".

O usuário de lança roxo só parecia pensar em lutar, e o homem de faca de cortar carne parecia só obedecer.

O velho de máscara de cabra também era cara perigoso, parecendo curtir experimento louco. Parecia até não se importar nem um pouco com o deus maligno.

Mesmo assim, eles recebiam benefício do poder do deus maligno.

O que me incomoda é o "Dourado" Coroa presente do outro lado… só aquele sinto sensação de corpo estranho. Sinto que tem algo misturado sem relação nenhuma com assunto do deus maligno…

…Bom, pensando isso aqui também não adianta nada. Só resta fazer o que conseguimos fazer. Pras crianças voltarem sorrindo pro futuro.

— Bom, quando chegar a hora, vou avisar direitinho. Não é que a Arisu vai desaparecer de repente.

— Uhum. A Arisu também tá crescendo bastante com a educação de dama. Se voltar pro futuro, com certeza a Vossa Majestade Meru de lá vai ficar feliz.

Isso mesmo. Filho crescendo, voltando, com certeza deixa feliz. Provavelmente, o Ende do futuro também deve ficar assim, então não fica tão deprimido assim.

Sentindo pena do Ende ainda deprimido, falo com ele.

— Não seria bom fazer de forma que, quando voltar pro futuro, consiga conversar sobre várias memórias do passado? Pelo menos, nós tamos fazendo isso, viu?

— I, isso mesmo! Preciso criar mais memórias com a Arisu, pra poder conversar animadamente no futuro sobre os acontecimentos daqui!

— Bom, mas, perto da Arisu, tem a Riiru, então você não consegue se aproximar, no entanto.

— Kuuuuuuu!

Diante da expressão de agonia, o Ende desaba na mesa. Ops, provoquei demais, hein.

— Aa… deixa eu ver, se não me engano, hoje a educação de dama da Arisu era piano, né? Vamos ver quanto ela melhorou até agora?

— Vou!

"Gaba!", o Ende ressuscita dessa vez com expressão urgente. Desesperado demais, francamente… esse aí, realmente mudou de personalidade depois que a Arisu chegou, hein…

Dizem que pessoa muda quando tem filho… será que eu também mudei, hein?

Não sinto muito isso, mas, sem perceber, sempre penso nas crianças.

Sinto que consigo fazer qualquer coisa pela felicidade delas. O Ende também deve sentir mesma coisa, provavelmente.

Na prática de piano, a Riiru não acompanha, então ela deve estar com a Meru e o pessoal em casa fazendo companhia. O Ende também deve conseguir encontrar sem constrangimento.

— Certo, vamos! Vamos logo! Vamos! Tōya, [Teleport] pro castelo!

— Entendi! Entendi, então, solta minha mão!

Acalmo o Ende, segurando meu braço, tentando sair da loja o mais rápido possível. Desesperado demais mesmo! Falta demais de "dose de Arisu", francamente!

— O que vai fazer, Nei?

— Fumu. Eu vim comprar bolo, mas… bom, seria incômodo se o Endemyuon descontrolar, então vou junto.

— Ah, se for isso, vamos levar bolo pra onde tá a Arisu? Presente.

— Isso, adoto! Com licença! Bolo de fatia inteira pra viagem, por favor!

Assim que falamos isso, o Ende, veloz, pede pra garçonete. De verdade, se acalma, francamente…

Levando de presente o bolo de morango, favorito da Arisu, teletransportamos com [Teleport] até a sala de música do castelo.

Pra não assustar aparecendo de repente, teletransportando pro canto do quarto, encontramos a Arisu tocando piano com dedicação, mesmo hesitante.

Dentro da educação de dama, também tem item de tocar instrumento. Parece que, sendo filha de nobre, precisa saber tocar pelo menos um instrumento como habilidade básica.

Isso não exige nível profissional, então parece que só precisa tocar até certo ponto.

Falando nisso, na nossa casa, a Yumina, a Sū, a Rū, as três, tocam instrumento razoavelmente bem cada uma. A Sakura é especialista em cantar, não sendo muito boa em instrumento.

A Hiruda também é filha de nobre (ou melhor, família real), mas, no Reino dos Cavaleiros de Resutia, parece que não davam tanta importância pra tocar instrumento, então ela desistiu logo.

Normalmente, aprenderiam alaúde, flauta, harpa, mas, já que é pra aprender, o instrumento da Arisu virou piano.

Basicamente, piano só existe feito na nossa casa. Antes, era piano tipo improvisado que eu fiz com [Program], mas, com cooperação do irmão Sōsuke e dos anões, conseguimos produzir piano de verdade.

Atualmente, chega pedido de piano seguidamente de músicos da corte de vários países. Em breve, deve ir surgindo cada vez mais composição de piano exclusiva deste mundo.

A melodia do piano tocado pela Arisu ressoa na sala de música. Quem tá orientando é a Yumina, o irmão Sōsuke, e a Yoshino.

Basicamente, a Yumina ensina comportamento como nobre, e o irmão Sōsuke e a Yoshino ensinam simplesmente técnica de performance.

O que tá tocando agora é a canção infantil de nível iniciante que eu ensinei. Aquela de encontrar urso na floresta.

Isso, se não me engano, a tradução em japonês e a letra original diferem completamente mesmo. Ouvi isso antigamente do professor de piano.

Na tradução em japonês, é "encontra urso na floresta", "foge seguindo o conselho do urso", "por que motivo o urso persegue", "traz de volta o objeto perdido", com desenvolvimento tocante, mas de história difícil de entender.

Por outro lado, a letra original era história tipo "encontra urso na floresta", "urso diz. 'você não tá armado, né? Não precisa fugir?' 'Vou fugir!'", "urso persegue", "sobe correndo na árvore por pouco, se salvando".

Primeiro, o urso mesmo dizendo "foge" já não faz sentido nenhum.

Existem várias teorias sobre isso, tipo "na verdade, quem falou foi passarinho", "significa 'essa floresta é perigosa, foge'", disse o professor, mas, como imaginei, sinto que a tradução japonesa explica pouco demais.

Não fica falando "sutakora" e "tokotoko", explica direito, quero dizer.

Vendo a Arisu tocar até o fim direitinho com os dois dedos das mãos, mesmo hesitante, sem perceber, aplaudimos.

Virando-se, a Arisu mostra expressão de surpresa.

— Papai? Mamãe Nei, e até Vossa Majestade… desde quando?

— Agora há pouco mesmo. Melhorou bastante, hein, Arisu.

— É, é mesmo? Ehehe

Quando elogio, a Arisu sorri timidamente, envergonhada.

— Claro que sim! A Arisu é gênio!

— Uhum. Digna de nossa filha. Faz sentido mesmo!

Francamente, esses aí, hein…

— Que tal descansar um pouco. O Ende trouxe bolo de presente.

— Wa! Obrigada, papai!

Diante do agradecimento, o Ende faz pequeno gesto de vitória. Não, não precisa ficar tão feliz assim por isso… quão pouca comunicação tem aí em casa, hein…

Talvez seja porque a Riiru não tá presente, sinto que o Ende consegue conversar melhor que de costume. Bom, tudo bem também.

Pedindo pra empregada Rapisu-san trazer louça e chá preto, cortamos o bolo num canto da sala de música, saboreando junto com todo mundo. Uhum, gostoso.

Hoje pensei demais em várias coisas, então doce cai bem no cérebro mesmo.

— O que é aquilo, afinal…?

Vila de pescadores Mariu, localizada ao sul do Império de Garudio.

Nessa vila, homem pescando montado em barco pequeno encontra algo estranho longe no mar, parando a mão que puxava a rede.

No início, achou que fosse pássaro. Mas, pra ser pássaro, tá grande demais, e, mais que tudo, brilha, "kirakira".

E, sendo que tá de costas pro sol, difícil de ver bem, mas parece ter quatro asas.

Serão dois pássaros sobrepostos parecendo assim? Justo quando o homem franze os olhos, do pássaro brilhante dispara clarão.

Luz feito flecha crava na vila próxima da praia, causando grande explosão.

Pela onda de choque da explosão, forma-se onda grande no mar, e o pescador é lançado do barco pequeno.

Na vila de pescadores, os moradores entram em pânico diante da explosão repentina.

Observando isso do céu, o Gorudo, equipado com o "Kerubimu", passa pra próxima ação com olhos sem emoção nenhuma.

『[Emissão de Fóton]』

Ao redor do Gorudo flutuando com as quatro asas, aparecem várias esferas de luz, disparadas todas de uma vez.

Isso vira linha de luz, perfurando as pessoas fugindo desesperadas, tirando uma atrás da outra as vidas delas.

『Confirmação de funcionamento. Sem problema. Passando pra próxima confirmação. [Pena da Gula]』

Das quatro asas mecânicas nas costas do Gorudo, de duas delas, várias penas se destacam, disparando.

As penas douradas, voando livremente em alta velocidade pelo ar, atacam moradores da vila ainda fugindo, ou moradores já sem vida.

— Gufu…!

"Dosu!", quando homem com pena cravada nas costas geme, "buwa!", a pena dourada se espalha tipo forma de slime, predando o homem cravado.

O slime dourado, espalhando envolvendo o homem se debatendo, repetindo movimento peristáltico, "ugouGo", vai diminuindo aos poucos.

Eventualmente, o slime dourado que engoliu o homem volta à forma original de pena, voando de novo no ar, sendo puxado de volta pra dentro da asa do Gorudo.

O equipamento adicional "Kerubimu" que o Gorudo melhorou a partir do Gluttony Slime, mesmo assim, não conseguiu apagar o apetite excessivo característico dessa criatura mágica antiga.

Primeiro, se apagasse isso, ficaria impossível arcar com a "compensação" na hora de usar habilidade de Coroa, então, desde o início, não tinha intenção de apagar.

Graças a isso, se deixar sem fazer nada, logo fica com fome… falta de energia. Ou seja, consumo alto demais.

Por esse motivo, o Gorudo veio até aqui pra "reabastecer energia". Isso também serve de teste operacional do "Kerubimu".

Só pra saciar o apetite do Gluttony Slime, bastaria fazer predar animal da floresta, ou peixe do mar.

Mas, pro objetivo do "Dourado" Coroa, humano com sentimento variado é comida mais apropriada pro Gluttony Slime.

E ainda, absorver energia negativa pintada de medo e desespero, simultaneamente, também vira alimento do deus maligno. Pro Gorudo, ressurreição do deus maligno não importa nem um pouco, mas achava, nesse nível, que aumentar o próprio poder de combate não seria coisa ruim.

A pena dourada, recolhendo a energia negativa, é disparada de novo em direção à vila.

Feito trabalho de colheita de algo, pessoas vão desaparecendo da vila.

『Teste terminado. Sem problema. Retornando』

Eventualmente, absorvendo todos os moradores da vila, satisfeito com o teste de desempenho do "Kerubimu", o Gorudo desaparece rumo ao céu do sul.

O que o pescador, sobrevivendo por pouco vindo do mar, viu, era casas destruídas pela explosão, e a figura da terra natal sem ninguém mais…


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