Capítulo 590 – O Maestro, e o Rastro do “Dourado”
— Concluindo, não é impossível, deve ser.
No "Laboratório" de Babylon, tragando novo cachimbo de aroma, o Doutor responde assim.
— Extrair a própria memória, transplantando no Cristal-Q do golem, isso em si não é tão difícil assim. O problema é se a emoção aguenta isso.
— Virando corpo de máquina, o original de si mesmo já morto. Se consegue manter o próprio sentido de existência ou não, é.
— Sabendo que é falso a si mesmo, isso deve ser bem duro mesmo, né. Normalmente, deveria ser natural até o próprio ego colapsar.
Diante da fala do Doutor, o Professor e a técnica Eruka também gemem, "mumumu".
Ele mesmo transcrevendo memória pra máquina, quer dizer que carrega essa memória também, então deve entender isso, mas não sei se consegue aceitar tão facilmente assim.
Por mais que se esforce, falso é falso. Sendo existência criada, sendo só boneco copiando memória, será que aguenta isso.
— Mas, conforme a história do Arubusu, o Kuromu Ranshesu original perdeu a memória como compensação do "Branco" Coroa, né? Se for isso, esse Gorudo, tendo memória completa, não seria correto dizer que ele é o verdadeiro Kuromu Ranshesu mesmo?
O que fala o Professor, entendo o sentimento, mas sinto argumento levemente forçado. Aquele aí e o Kuromu Ranshesu que viveu cinco mil anos atrás são existências diferentes mesmo, e o Gorudo só carrega a memória dele.
— É literalmente fantasma mesmo, hein.
— Bem colocado, hein.
Fantasma, é. De fato, dá pra dizer isso mesmo. Outro corpo com a memória de quando vivo. Literalmente fantasma.
— Então, o Gōrudo não tem a memória do Kuromu Ranshesu?
— Não tem. Como imaginei, aquela capacidade grande que a Sutefu apagou deve ter sido justamente a memória do Kuromu Ranshesu mesmo.
Como imaginei, é isso mesmo. Prevenindo desastre com antecedência, minha filha é digna mesmo.
— Então, concluindo, Gōrudo e Gorudo são máquina do mesmo modelo?
— "Máquina do mesmo modelo" não é correto. Precisamente, seria máquina duplicada, será?
O Doutor projeta no monitor do "Laboratório" duas imagens.
— Direita é Gōrudo. Esquerda é a imagem do Gorudo dentro da "Arca" gravada pelo Gōrudo.
Os dois golens são projetados dos dois lados. Parecem máquinas exatamente idênticas mesmo. Não, tem diferença tipo peça de manto, cor do olho.
— Então, ampliando isso aqui…
A imagem é ampliada, mostrando grande a área do pescoço do corpo. Direita e esquerda parecem imagem completamente igual.
— Não percebe?
— …O quê? Só parece exatamente igual mesmo…
Linha da peça, tom de cor, arranhão pequeno, tudo exatamente igual. Do jeito que olho, só parece máquina do mesmo modelo mesmo…
— …Espera um pouco. Existe isso, até arranhão pequeno ser igual?
— Isso mesmo. Investigando detalhadamente, encontrei várias partes parecidas assim. Mesmo sendo máquina do mesmo modelo, não deveria ocorrer isso, a menos que esse arranhão fosse feito de propósito na fase de fabricação. Foi por isso que disse "máquina duplicada".
Hein? Se for isso, quer dizer que, na fase de fabricação, era uma máquina só, e, depois, usando algo tipo função de duplicação da "Oficina", duplicou em duas unidades, é?
— Pensa bem. Primeiro, com a grande invasão das Phrase, o "Preto" e "Branco" Coroa do Kuromu Ranshesu descontrolaram, e, com isso, tempo e espaço viraram bagunça completa. Com isso, a "barreira do mundo" foi restaurada, e as Phrase foram empurradas pro interstício dimensional.
Ouço assentindo a explicação do Doutor. Que isso agora, já sei disso faz tempo.
— Nesse momento, igual às Phrase, será que o "Dourado" Coroa também foi lançado atravessando espaço-tempo, hein. De fato, a Sutefu viu o Gōrudo caindo de buraco espaço-temporal. E ainda, será que o descontrole do "Preto" também acabou invocando o "Dourado" Coroa de outro mundo temporal diferente?
— A! O poder de paralelismo temporal do Nowāru, é!?
"Preto" Coroa, Kuronosu Nowāru. A habilidade dele é controle de tempo e interferência em mundo paralelo daquilo.
Consegue invocar várias coisas de qualquer tempo, de mundo paralelo.
Se esse poder influenciou… será que invocou existência exatamente igual, o "Dourado" Coroa de mundo paralelo?
Faz sentido a posição do arranhão ser igual mesmo. Mesmo sendo tempo diferente, é a mesma existência mesmo, afinal. Se o arranhão é exatamente igual, quer dizer que não deve ter tanta diferença de tempo entre as duas unidades. Se isso é passado ou futuro, não sei, mas.
Ou seja, o arranhão pequeno presente no Gorudo e no Gōrudo, deve ter sido feito no momento que foram lançados através de espaço-tempo, ficando "fixado" assim mesmo.
— Mas, se foi envolvido no descontrole do "Preto" e "Branco", a memória do Kuromu não deveria estar transplantada no "Dourado" Coroa, né?
— Nós achávamos que o Kuromu Ranshesu, começando a perder memória, transplantou a própria memória no Gorudo pra preservar isso, mas, não pode ser, será que, antes disso… antes de perder a memória, já tinha transplantado a própria memória? Como backup pra pagar a "compensação" na hora de usar a habilidade de Coroa do "Branco".
— Entendi. Ou seja, quer dizer que tentava pagar a compensação do "Branco" não da própria memória, mas da memória do "Dourado" Coroa transplantado.
— Método sórdido, mas não é impossível mesmo.
Diante da hipótese do Doutor, o Professor e a técnica Eruka também concordam.
…Ehm, tô ficando confuso mesmo…
— Vamos organizar em ordem cronológica.
— Que alívio.
O quê, afinal? Minha cabeça é ruim, será…?
O Doutor começa a alinhar no monitor a ação (suposta) do Kuromu Ranshesu e dos "Coroa".
■Cinco mil anos atrás, o Kuromu faz "Coroa" no mundo das sombras. Seis unidades, "Vermelha", "Azul", "Branca", "Preta", "Verde", "Roxa".
■Levando junto "Preta" e "Branca", vai do mundo das sombras pro mundo da luz. Pela compensação do "Preta", rejuvenesce. De idoso pra jovem. Vai pro Reino Aliado de Pirairsura.
■Aprende magia. Tem família. Invasão das Phrase. Tenta voltar pro mundo original de algum jeito sem pagar compensação. Fabricação de "Prateado" e "Dourado" Coroa. Como contramedida pra compensação do "Branco", transplanta a própria memória no "Dourado"?
■Espécie dominante Gira ataca a vila do Kuromu. Esposa e filho assassinados. "Preto" e "Branco" Coroa descontrolam.
■Restauração da barreira do mundo. As Phrase desaparecem do mundo. Assassinato da esposa e filho é "resetado". "Dourado" Coroa, pelo descontrole do "Preto", vira duas unidades. Cada um é lançado cinco mil anos pro futuro.
■Kuromu, como compensação, vai perdendo a memória. Contrato com "Preto" e "Branco" também é "resetado".
■Quatro mil anos depois, "Preto" e "Branco" são ativados por Āsā Erunesu Berufasuto. Batalha feroz contra Phrase aparecidas do interstício dimensional. Como resultado, "Preto" é lançado pro mundo das sombras, e "Branco" adormece no Lago Paretto.
■Cinco mil anos depois, "Preto" Coroa é descoberto pela técnica Eruka. "Branco" Coroa é resgatado do Lago Paretto.
■Sutefu descobre o Gōrudo. Memória do Kuromu é reinicializada, apagada. Gorudo é ativado mantendo a memória do Kuromu. Inicia atividade.
— …E, bom, é mais ou menos assim.
Entendi. Alinhando assim, fica fácil de entender mesmo.
Mesmo assim, vendo isso assim, sinto que esse tal Kuromu Ranshesu é a origem de tudo mesmo, hein…
Bom, se não fosse por ele, cinco mil anos atrás, o mundo teria acabado pelas Phrase, então dá pra dizer até que é salvador, mas… provavelmente, o próprio ele não queria salvar o mundo mesmo.
E ainda, os apóstolos do deus maligno e o deus caído se envolvem nisso também, virando ainda mais complicado.
— Isso não é área tua, Tōya-kun? Pra nós, lidar com deus é peso demais.
— Como você diz mesmo…
Isso mesmo, né, essa parte, eu que preciso resolver mesmo, né…
— Então, no fim, o que o Kuromu Ranshesu quer fazer, afinal?
— Sei lá. Sendo gênio a ponto de não se satisfazer só com o próprio mundo, tentando aprender magia em outro mundo. Será que busca sabedoria deste mundo também?
— Não pode ser, será que tá tentando criar golem definitivo, algo assim?
— Golem definitivo, hein…
Sem motivo, sinto que não é bem essa sensação, hein…
Aqueles olhos do Kuromu Ranshesu… Gorudo, senti algo tipo chama de obsessão profunda e sombria. E também senti crueldade de não escolher meio pra atingir o objetivo. Talvez pareça estranho pensar isso de um golem, mas…
Igual falava o Doutor e o pessoal agora há pouco, entendendo que é falso criado, desesperando de tudo, levando o mundo junto… não pode ser, será pensar demais?
E ainda, esse aí também tem poder do "deus caído". Existe possibilidade de não só a memória do Kuromu Ranshesu, mas também memória e emoção do deus da corrosão estar influenciando.
Se for isso, já não é mais Kuromu Ranshesu, e sim, "outra coisa" fundida.
— Mesmo assim… nunca imaginei que aquele tal Maesutoro tivesse virado apóstolo do deus maligno, hein…
— Faz sentido a cor dele aparecer no Kyukuropusu mesmo. Várias coisas até agora se encaixam agora.
O apóstolo do deus maligno de máscara de peste… se não me engano, era Sukāretto.
O Gorudo chamou ele de "Maesutoro". Esse nome é do lendário técnico de golem gênio, considerado um dos cinco grandes mestres de golem.
Junto com a técnica Eruka, chamada "Rainha da Ressurreição", o Professor errante, o grupo de técnicos de golem "Grupo Técnico de Busca", e o já falecido velho Rei-Mago, dizem que era técnico de golem entre os cinco melhores do mundo.
— Maesutoro é gente excêntrica, hein. Quase sem interação com pessoas. Aquele aí, de algum jeito, sempre olhava os outros de cima. Só nosso nível conseguia reconhecer como digno de conversar.
Ei, isso quer dizer que não consegue conversar com quase ninguém, oras… como faz pra comprar coisa, por exemplo? Ah, deve fazer golem fazer isso, né…
— Aquele aí, personalidade ruim, então eu não gostava. Cara que ria com desdém do trabalho dos outros. Com certeza, deve ter vendido o coração ao deus maligno pelo "Dourado" Coroa mesmo.
— Eu também não chegava a odiar tanto assim, mas sempre achei perigoso mesmo.
— Professor, você convivia normalmente até com o velho Rei-Mago, né… talvez seja bom pensar melhor sobre amizade, viu?
— Hohhoho. Nunca imaginei ser dito isso justamente pela senhorita.
O tal Maesutoro parece ser técnico de habilidade certa, mas personalidade problemática mesmo.
Da minha perspectiva, sinto que gente de engenharia mágica tem tendência parecida em maior ou menor grau. Bom, olhando pros três presentes aqui…
— Não pode ser, será que eles fugiram pro laboratório do Maesutoro?
— Laboratório do Maesutoro? Onde é isso, afinal?
— Império Sagrado de Toriharan. Dentro da floresta ao pé da montanha Paparika. Tem bastante fera mágica, sendo lugar onde originalmente humano não deveria morar.
— Por que num lugar desse tipo, afinal…
— Ele detesta gente, afinal. Dizia que lugar onde pessoa não se aproxima é mais tranquilo.
Meticuloso, hein. Ser tão desconfiado de humano até esse ponto, será que aconteceu algo no passado, hein. Será que foi traído por alguém em quem confiava?
De qualquer forma, é melhor visitar esse tal laboratório também.
— Mesmo odiando tanto assim humano, não precisava chegar a esse ponto de deixar de ser humano, né…
— Se virar apóstolo do deus maligno, já não consegue voltar pra humano mesmo?
— Não consegue voltar. Normalmente, já deveria estar morto. Só mantendo corpo e alma através do poder do artefato do deus maligno. Se destruir o artefato do deus maligno, corpo e alma desaparecem juntos.
Já é tipo morto-vivo mesmo, afinal… voltar ao original é impossível.
— Bom, eu também deixei de ser humano igualmente, então não posso falar nada sobre isso. Mudando de assunto, sobre a "Arca" autodestruída, órgão importante e mídia de gravação foram completamente destruídos. Só conseguimos recolher alguns destroços da "Arca" e do Kyukuropusu. E ainda…
No monitor, projeta-se uma imagem. Era figura de dois Kyukuropusu avançando pelo mar, segurando com uma mão algo tipo torpedo.
Máquina metálico-laranja e metálico-verde… sem dúvida, deve ser o Kyukuropusu daquela mulher de máscara de ferro e da mulher de máscara de pena. Como imaginei, escaparam mesmo, hein.
— Isso foi enviado por último por uma das esferas exploradoras que vigiava a "Arca". Essa esfera exploradora também desapareceu na autodestruição da "Arca".
— Pra onde esses aí?
— Direção seria Aizengarudo, mas não sei se foram pra lá mesmo.
Aizengarudo continua caótico, virando terreno perfeito pra gente com segredo se esconder.
Não pode ser, será que tem base também além do laboratório do Maesutoro, hein?
Nem eles mesmos deveriam ser sem lar até conseguir a "Arca", afinal.
Por precaução, tento com [Search], mas, como imaginei, nem apóstolo do deus maligno, nem Gorudo, nem Kyukuropusu, são encontrados. São bem habilidosos em se esconder mesmo.
Se conseguisse fazer o poder divino alcançar o mundo inteiro, deveria conseguir encontrar, mas não tenho poder até esse ponto agora.
Opa, falando em poder divino.
Deixando a reforma do Frame Gear a cargo do Doutor e o pessoal, teletransporto com [Gate] até o Reino de Misumido. Pra perguntar sobre artefato divino ao deus da arte… Kurafuto-san.
Como sempre, o Kurafuto-san tava fazendo tranquilamente obra de talha de madeira. Só a velocidade de fazer não era nada tranquila.
— Entendi. Poder divino roubado, é. De fato, o poder divino teu, contido no núcleo divino, tá bem reduzido mesmo.
O Kurafuto-san, examinando cuidadosamente com sorriso contraído o artefato divino que estendi.
— Bom, o artefato divino em si não tem problema. Se só o poder divino que acabou, basta reabastecer.
Diante da fala do Kurafuto-san, sinto alívio, "hotto". Se dissesse pra refazer tudo de novo… nem quero pensar nisso.
— Mas, ter o poder divino roubado por gente com autoridade do "deus da corrosão" não é bom mesmo, hein. Obtendo teu poder divino, consegue usar sem hesitar a habilidade de [Corrosão]. Se conseguir usar esse poder, existe possibilidade de conseguir criar deus maligno de novo.
— É isso mesmo, né…
Originalmente, o deus maligno anterior também foi gerado pelo deus subordinado. No fim, acabou sendo absorvido pelo próprio deus maligno gerado, fundindo com ele.
Diferente do deus subordinado, o deus da corrosão é deus de verdade. Mesmo "ex" na frente.
Usando esse poder, deve conseguir gerar deus maligno mesmo.
— Bom, mesmo assim, não acho que consiga gerar deus maligno tão facilmente assim… mesmo gerando, precisa de bastante energia negativa pra crescer. Rancor, ódio, tristeza, dor, esse tipo de coisa. Alimentando isso, o deus maligno cresce. Por isso, quem adora deus maligno espalha calamidade pelo mundo. Antes também foi assim, né?
O Gorudo, como imaginei, deve estar planejando ressurreição do deus maligno… não, seria criação de novo deus maligno? Se for isso, pra isso, deve estar querendo espalhar calamidade pelo mundo de novo. Não posso deixar passar isso. Sem falta, vou esmagar.
— Sendo que os apóstolos do deus maligno eram subordinados do deus maligno, nós, raça divina, não podíamos meter a mão neles, mas, boneco mecânico obtendo poder do deus caído, será que, se nós derrotarmos, tá tudo bem?
— "Deus maligno" é existência nascida na superfície. Por isso, precisa ser resolvido por humano da superfície. Naturalmente, deus também ajuda até certo ponto. Mas "deus caído" é fugitivo do mundo dos deuses. Essa responsabilidade é dos deuses. Quando o deus subordinado fugiu pra este mundo, a deusa do amor não desceu à superfície pra trazer de volta? Mesma coisa disso.
Falando nisso, a irmã Karen, pra trazer de volta o deus subordinado fugido pra superfície, veio até este mundo, né. Agora, só reconheço como tendo vindo passear mesmo…
Bom, se for assunto relacionado a deus caído, talvez esteja tudo bem raça divina derrotar, será?
— Tá tudo bem, sim. Consciência dos deuses é: deus maligno, deixar assim, deus caído, subjugar. Se o deus subordinado não tivesse fundido com o deus maligno, os deuses deveriam ter resolvido isso.
Opa? Se for isso, o quê? Se novo deus maligno nascer, fundindo com Gorudo, não seria ruim…? De novo, a raça divina não conseguiria meter a mão nisso…
A, mas, se for deus caído que a raça divina pode meter a mão, será que dá pra pedir pra irmã Moroha e o tio Buryū derrotarem o deus caído antes disso, hein?
— Isso, dá pra dizer que dá, mas… tá tudo bem mesmo? Isso significaria anunciar publicamente que "não consegue resolver por conta própria o problema do próprio mundo que administra". Como subordinado do deus supremo do mundo, não acha um pouco vergonhoso? Consigo imaginar a cena de alguns poucos deuses, que não te veem com bons olhos, alvoroçando "eu não disse", hein.
— Aa…
Se um funcionário novo, contratado por conexão do presidente ou vice-presidente da empresa, não consegue nem fazer trabalho decente, faz sentido ser falado mal mesmo, né…
Isso não pode. Sem perceber, quase tentei aliviar facilmente, contando com deus.
Apóstolo do deus maligno, só resta deixar a cargo do Kuon e o pessoal, mas o assunto do deus caído, preciso resolver eu mesmo.
— Bom, mesmo dizendo deus caído, é fragmento. Acho que quase certo você mesmo, subordinado do deus supremo do mundo, não vai perder, mas não sei até onde o dano vai se espalhar, então melhor fazer bem feito.
Isso mesmo, né. Mesmo derrotando o Gorudo, obtendo o poder do deus caído, se metade do mundo tiver sido destruída até chegar nisso, não teria sentido nenhum.
Mesmo podendo vencer, importa como vencer. Preciso evitar dano ao máximo pro nosso lado. Já saíram vários milhares de vítimas mesmo assim.
A "Arca" foi destruída, então não deve conseguir mais atacar tão facilmente vários lugares assim, penso.
A produção em massa de Kyukuropusu também deve ter acabado, quero acreditar, mas não acho que a fábrica seja só uma, a "Arca".
Como imaginei, será que estão produzindo em massa de novo no tal laboratório do Maesutoro? Preciso ir visitar logo.