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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 591

O Laboratório na Floresta, e a Ambição em Movimento

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Capítulo 591 – O Laboratório na Floresta, e a Ambição em Movimento

Ao norte do Império Sagrado de Toriharan, dentro da floresta ao pé da montanha Paparika, perto do Reino de Refan, isso estava construído.

Resumindo, é torre. Uns trinta metros de altura? Sendo altura parecida com a Orutorinde Ōbārōdo, provavelmente deve ser isso mesmo.

Até o segundo ou terceiro andar, é prédio retangular tipo caixa de lenço de papel, mas, da ponta esquerda, se projeta parte de torre alta. Parece farol.

— Aqui é o laboratório do Maesutoro, é.

— Uhum. Não mudou muito comparado com a última vez que vim.

— Que gosto ruim, hein. Não daria pra fazer um pouco mais chamativo?

A técnica Eruka, o Professor, o Doutor Babylon, que trouxe comigo, cada um deixa escapar essa impressão.

Concordo com "gosto ruim" mesmo. Como direi, sente-se atmosfera de ruína decadente mesmo… hera e trepadeira crescendo sem limite.

Se o Professor diz que não mudou muito comparado com antes, quer dizer que sempre esteve nesse estado mesmo, né? Nem manutenção nem limpeza fazia mesmo?

— Aquele aí, a própria vida, comparado com pesquisa e desenvolvimento em andamento, não importava nem um pouco. Importante é o conteúdo, e a aparência não importa mesmo, era o pensamento dele.

Por isso essa torre em ruína, é. Sendo construção parece firme, se for só pra morar, não deveria ter problema, mas.

— Então, o que fazemos? Vamos invadir?

O Doutor fala isso, mas o que fazer, hein? Se aqui for base do inimigo, já deveriam saber que viemos, mas, desde agora há pouco, nenhuma reação.

Também existe possibilidade de emboscada dentro. Por precaução, tentei investigar com [Search], mas não tinha reação de apóstolo do deus maligno. Por ora, vamos invadir chutando a porta, feito drama policial.

Empunhando a Buryunhirude, encostado na parede, aproximo-me devagar da porta lateral, e, tomando impulso, chuto a porta de madeira────rasgo ela.

— Wa, apodrecida!?

De verdade, chutei rasgando a porta. Só meu pé que chutou a porta saltou pro outro lado. A porta já não funciona mais como porta. Dói, dói, dói, a parte que rasguei tá pontuda, dói.

Pulando pra trás com pé alternado, "kenken", a porta, do local que chutei, racha ao meio, tombando pra dentro.

— Da última vez que vim também tava com aspecto de prestes a quebrar, mas, como imaginei, não consertou não, hein.

— Fala isso mais cedo, francamente…

Diante da fala do único presente com experiência de visitar aqui, o Professor, fico desanimado.

Espiando dentro pela porta quebrada, tava vazio feito casa abandonada, sem nada.

Não, tem alguns objetos tipo cadeira e mesa, mobília. Mas, dentro, não tem nada.

Atravessando o quarto empoeirado e vazio, seguindo o guia do Professor, indo até onde deveria ser o laboratório, ali também tava completamente vazio.

— Como imaginei, parece que levaram tudo.

— Que isso, foi trabalho em vão, é?

Não é tipo "pássaro que voa não deixa rastro sujo pra trás", mas tá completamente vazio mesmo, hein. Se não tivéssemos vindo, ninguém saberia, e esse prédio continuaria apodrecendo assim dentro da floresta.

Investiguei a torre também, mas foi tudo levado embora. O andar mais alto da torre, provavelmente, deve ser quarto privado do Maesutoro, só tinha mesa e cadeira simples, e três estantes de livro.

— Como direi… pra ser um dos cinco grandes mestres, sensação bem simples, hein…

— O Maesutoro escolhia trabalho, afinal. Mesmo oferecendo dinheiro, trabalho que não gostava, não fazia, e, se achasse que viraria alimento pro próprio conhecimento, aceitava até de graça. Bom, sendo personalidade daquele jeito, a maioria dos clientes era expulsa, no entanto.

Artesão de convicção forte, seria isso? Sinto que a convicção é forte demais, mas…

Mesmo assim, como resultado dessa convicção, obtendo o prêmio "Coroa" "Dourado", talvez a própria pessoa estivesse satisfeita. Mesmo tendo deixado de ser humano…

Deixamos pra trás o laboratório do Maesutoro, resultado decepcionante.

Provavelmente, o dono nunca mais deve voltar a essa torre, e essa torre me parecia solitária…

— Ha!

Diante do golpe cheio de determinação da Yakumo, a irmã Moroha desvia com leveza. Assim mesmo, "su", avançando pra frente, encurta a distância com a Yakumo.

— Olha, seus pés estão desguarnecidos.

— A!?

"Pan!", com som agradável, a perna da Yakumo é varrida.

Perdendo o equilíbrio, mas, de algum jeito, aguentando, rola de lado, criando distância da irmã Moroha. Sem golpe de perseguição da irmã Moroha.

— [Escola Kokonoe Manari, técnica secreta, Hōshi Ittotsu]!

A Yakumo, saltando de volta, dispara estocada concentrada. A irmã Moroha, sem se apressar, cria distância recuando pra trás.

— [Gate]!

— Mu

A ponta da katana da Yakumo é sugada por pequeno [Gate], desaparecendo a figura.

Essa ponta aparece do lado das costas da irmã Moroha, que tinha recuado pra trás. Isso não dá pra desviar, todos nós assistindo pensamos isso.

— Yo

— E?

Feito coçando as costas com bastão de coçar as costas, a irmã Moroha vira a espada na mão pras costas, recebendo com o corpo da espada a ponta da katana da Yakumo. Sem virar pra trás, viu.

Aquela deusa, será que tem olho até nas costas, hein…

Assim mesmo, repelindo a ponta da katana da Yakumo saltando do [Gate], dessa vez, avança pra frente, encostando a ponta da espada no pescoço da Yakumo.

— Muito ingênua. Se der pra saber na hora pra onde tá mirando o [Gate], vira só técnica superficial. Se for isso, ainda seria mais certeiro mirar na perna.

— Ku… me rendo…

Diante da Yakumo erguendo as duas mãos feito rendição, a irmã Moroha baixa a espada.

A Yakumo pedir pra receber orientação rigorosa da irmã Moroha parece ter sido porque sentiu a própria incompetência na batalha da "Arca".

Do meu ponto de vista, não acho que tenha sido luta tão ruim assim, mas, pra Yakumo, deve ter sentido algo indigesto.

Sem motivo pra recusar, permiti isso, mas será mesmo bom continuar sem parar desde de manhã?

— Já não é hora da Yakumo descansar?

— Isso mesmo! Só a irmã Yakumo é injustiça, viu! Próxima é minha vez!

"Troca comigo!", tipo isso, disparando voz ao lado, é a Furei.

Desde de manhã, sempre esperando a vez, provavelmente já chegou ao limite mesmo, será.

— Não, mais um pouco, acho que vou conseguir captar algo… só mais uma vez…!

— Isso mesmo que você disse agora há pouco também, viu!

Diante da Yakumo insistindo, a Furei transborda raiva, "punsuka". Isso, precisa trocar forçado, senão vai influenciar mal os dois.

— [Gate]

— A

Pelo [Gate] aparecido embaixo dos pés, a Yakumo cai, "suton", até meu lado, e, igualmente, pelo outro [Gate], a Furei cai diante da irmã Moroha. Essa é a técnica de troca de posição. Brincadeirinha.

— Pai…! Eu ainda…!

— O que tá se apressando não sei, mas, nesse estado cansado, já não consegue se mover bem direito mesmo, né?

— I, isso, se o pai aplicar [Refresh]…

— Não. Descansa normalmente.

Quando recuso firmemente, a Yakumo, talvez tenha aceitado, senta no local.

Aplicando magia de recuperação de energia [Refresh], de fato, a energia se recupera, mas, simultaneamente, também existe caso de atrapalhar o crescimento físico.

Se duas pessoas correndo diariamente pra treinar, uma sempre recebendo [Refresh], outra recuperando naturalmente, basicamente, quem ganha resistência física básica é a segunda. Porque tá roubando o crescimento muscular.

Adulto com crescimento já terminado ainda vai, mas, criança, usar demais isso, pode acabar prejudicando o crescimento. Isso não deve ser desejo da própria Yakumo também.

— Vamos lá────!

A Furei, esperando demais, feito explodindo, dispara ataque em direção à irmã Moroha. A arma que segura é a mesma lança que o artefato divino que a Furei maneja.

Contra lança de alcance longo, sem dúvida, espada é desvantajosa, mas, como esperado, parece que esse senso comum não se aplica à irmã Moroha. Com uma mão, pra direita, pra esquerda, cantarolando, ela lida tranquilamente.

— Quanto treino precisaria pra chegar naquele domínio, hein…

— Não, impossível, né.

Diante do murmúrio pequeno da Yakumo, respondo na hora.

Mesmo nível que aquilo… humano não conseguiria mesmo, primeiro.

— Aquela pessoa é fora do padrão em vários sentidos, então, se for mirar, mira na Yae mesmo.

— Nem na Okā-ue sinto que consigo vencer, não…

Uhum, bom, né… a Yae também já deixou de ser metade humana, afinal… por minha culpa, virando raça divina.

Mas, bom, a Yakumo também é semideusa, então acho que tem possibilidade suficiente, viu?

Só que, como pai, também fico levemente incomodado se ela virar filha mais forte do mundo… vai perder pretendente de casamento com certeza, francamente. Nn? Se for isso, tá tudo bem, então?

— Bom, moderação, tá? Dessa vez, a operação teve sucesso graças à Yakumo, então não precisa se cobrar demais assim, sabe?

— Mas, tive meu poder divino roubado do artefato divino…

Isso, é. Aquilo não tem jeito mesmo. Mais que isso, é minha culpa por sempre me preocupar demais com deus caído, negligenciando contramedida contra o Gluttony Slime.

O artefato divino já reabasteceu poder divino, e, tomei contramedida também pra nunca mais ser absorvido de novo. Por isso, a Yakumo não precisa se preocupar tanto assim.

…Dizendo isso, essa criança é tipo que se preocupa mesmo, hein. Nesse ponto, parece com a Yae mesmo.

Basicamente, a Yae também tem personalidade franca, mas, sendo séria demais, tem tendência de pensar excessivamente.

Fica presa em pensamento forte, ou seria teimosia? Achando que seria melhor ser um pouco mais relaxada. Bom, ser tipo a Sutefu, sem pensar em nada, também é problema.

Nesse caso, a Yae faria…

— Comida, né.

— Hã?

Sentimento amarrotado, é melhor liberar comendo coisa gostosa.

Julgando isso, começo logo a mandar mensagem pra Rū e a Āshia.

— Então, festa de curry, é?

Vendo várias curry de tamanho grande e pequeno alinhadas em cima do carrinho grande instalado no jardim interno, a Yumina murmura resignada. Não é a karae de Misumido alinhada, é curry da Terra mesmo.

Pro pessoal de outro mundo, deve parecer comida melhorada da karae de Misumido, no entanto.

Não só no jardim interno, mas pelo castelo inteiro, tá espalhado cheiro violento. Esse cheiro forte estimulando o apetite talvez seja pesado demais pra todo mundo antes do almoço. Impressão minha, ou de algum lugar tô ouvindo som de barriga roncando, "kyururuu…"?

— Mesmo assim, colocou variedade bastante, hein?

— Como de costume, a Rū e a Āshia descontrolaram, cada uma tentando fazer curry definitivo, testando e errando…

Alinhado, tem curry de porco em chapa, frango, boi, até seafood curry conhecido, katsu curry, curry de vegetal, e, lugar levemente diferente, tem curry udon e até curry ramen.

Além disso, tem até keema curry, green curry, soup curry, todo tipo de curry existe.

Não só isso, tem também curry original da Rū e da Āshia, virando completamente caos. Tem até curry vermelho absurdo, hein… esse aí, melhor evitar tocar…

Chegando meio-dia, feito esperando por isso, desde cavaleiro do castelo até empregada, vêm até o jardim interno pro almoço.

Normalmente, usam refeitório comum, mas, hoje, todos vieram fluindo pra cá.

Ou melhor, até pessoal que traz marmita própria também veio, hein… poder do curry, temível.

Ao lado da Yae comendo com prazer katsu curry, a Yakumo devora com expressão parecida katsu curry.

Se aliviou um pouco, será.

Comida gostosa deixa o humor pra cima, aliviando um pouco até preocupação, dizia o vovô.

Deixa eu ver, eu também vou comer.

— Ah, Otou-sama! Pro Otou-sama, esse curry preto, cozinhando o ingrediente por vários dias, adicionando tempero secreto, esse!

— Não, pro Tōya-sama, o curry dourado que eu preparei usando tempero dourado!

— Eh?

Ao lado de mim tentando pegar normalmente chicken curry, "nyu", a Āshia e a Rū estendem dois pratos.

Eh, ehm… isso, os dois, não deve dar pra comer, viu?

B, bom, um ou dois pedaços… eh? Comer tudo?

— «Qual foi mais gostoso!?»

Chegou, hein… de algum jeito, terminando de comer os dois pratos, as duas insistem cara a cara comigo.

Os dois eram gostosos. Difícil escolher.

Sinceramente falando, minha sensibilidade de paladar não é tão aguçada assim, então não sei diferença sutil, viu.

Se for pra escolher, o da Āshia foi mais fácil de comer, mas foi só porque o curry da Rū já era segundo prato, não cabendo bem na barriga. Se a ordem fosse contrária, a impressão também seria contrária.

Primeiro, "fácil de comer", isso nem é impressão de gostoso ou não gostoso.

— Deixa eu ver, esse curry, vou considerar empate…

— Se for isso, vamos disputar com esse curry de abacaxi!

— Se for isso, eu vou com esse curry recheado de lula seco!

De novo, as duas estendem, "nyu", prato de curry. Eh, espera um pouco, precisa comer de novo…?

A festa de curry planejada pra animar a Yakumo, inesperadamente, teve erro em lugar inesperado. Devia ter pedido pra chef Kurea-san mesmo…

Isso, se não decidir logo, vou acabar comendo pra sempre… não importa quem ganhe, deve virar coisa incômoda mesmo…

No fim, comi curry até o limite da barriga, ficando enjoado, dormindo doente. Resultado da disputa? Como perdi a consciência, não sei, viu.

Desde o dia da grande calamidade que atingiu Aizengarudo, ou melhor, o mundo inteiro, aquele país se separou do Reino Militar de Rāze ao norte e do Império de Garudio a leste. Tanto em sentido político e internacional, quanto em sentido geográfico.

O espinho amaldiçoado, voando do céu, cravando na terra, quebrou rocha, apodreceu solo, mudando bastante a topografia ao redor de Aizengarudo.

A terra continuando até Rāze ao norte e Garudio a leste afundou no fundo do mar, e Aizengarudo virou um continente pequeno isolado.

Ao norte dali, próximo do Reino Militar de Rāze, existia lago com formato de círculo grande e círculo pequeno conectados, tipo boneco de neve.

Os dois espinhos amaldiçoados que caíram aqui cavaram a terra, e, com água fluindo do rio próximo, formou-se lago gigante.

Esse lago gigante, em área, chegando a metade do Reino Divino de Ishen, desde algum momento, era chamado "Lago da Calamidade".

Esse lago formado por água do rio fluindo, mas a água tava tingida de vermelho, assustadoramente vívido.

Diferente de maré vermelha causada por proliferação anormal de plâncton, era vermelho nítido tipo sangue.

Será que a maldição tá dissolvida na água, neste lago, nunca se vê peixe vivo nenhum.

Ao redor virou terra selvagem, sem nem uma pessoa, ou melhor, nem vestígio de planta e animal, lago da morte.

No centro desse lago, uns dez metros acima da superfície da água, flutuava pequeno golem com asa dourada── Gorudo.

O Gorudo deixa cair na superfície da água, "parapara", algo tipo pequena semente segurada na mão.

『[Crescimento]』

Quando o Gorudo, direcionando olhar pra superfície da água, murmura isso, "buwa!", vários galhos saltam da superfície da água, crescendo num piscar de olhos.

Em velocidade extraordinária, galho e raiz de árvore crescem, "nyokinyoki", se entrelaçando complexamente, formando forma.

Aquilo se parecia feito castelo erguido em cima da superfície do lago. Castelo formado de planta.

Eventualmente, quando as árvores param de crescer, na superfície do lago vermelho, se erguia algo tipo fortaleza da selva.

— Isso é a habilidade de Coroa do "Coroa" "Verde", [Controle de Plantas], é…

Usando o propulsor jato nas costas, flutuando no ar, observando isso por trás do Gorudo, o homem de máscara de peste deixa escapar essa voz com suspiro.

Quando o Gorudo desce na terra da fortaleza formada por vários galhos e raízes, o homem de máscara de peste── Maesutoro, ou melhor, Sukāretto, também pousa no local.

『Imediatamente estenda barreira de bloqueio. Ganha tempo até completar a "Porta"』

— Entendido. Deixa comigo esse lado.

O Sukāretto desembainha da cintura a rapieira metálico-vermelha, cravando no chão── na raiz de árvore.

— Invoca, "Kurimuzon"

Diante do Sukāretto, aparecem vários círculos mágicos vermelhos, e, de lá, golem de quatro braços e homem-peixe rastejam pra fora um atrás do outro.

E, além disso, do círculo mágico, uma atrás da outra, aparecem várias máquinas e itens mágicos, e o golem de quatro braços e o homem-peixe carregam isso ativamente, "chakachaka", montando.

Num piscar de olhos, ao redor da fortaleza formada de árvore, se instala algo tipo para-raios alto, e, quando isso ativa, nasce simultaneamente barreira envolvendo toda a fortaleza.

— Perder a "Arca" foi doloroso, mas, por sorte, o material recolhido do fundo do mar ainda resta feito montanha. Vamos construir imediatamente fábrica, entrando em produção em massa de Kyukuropusu.

Dizendo isso, o Sukāretto especifica uma parte da fortaleza, empilhando ali montanha de material. De novo, os golens de quatro braços começam a construir prédio ali.

『[Aceleração]』

Do ar, o Gorudo crava uma pena dourada no local de construção, e, centrado nisso, o movimento do golem de quatro braços e do homem-peixe em área ampla ao redor fica visivelmente mais rápido.

É poder pela habilidade de Coroa do "Coroa" "Preto". Precisando de compensação grande, não consegue usar excessivamente, mas o Gorudo não tinha intenção nenhuma de poupar isso.

Contanto que consiga realizar o próprio objetivo, mesmo perdendo tudo, não teria arrependimento.

O Gorudo tira do espaço vazio pequena caixa de vidro cilíndrica preenchida com líquido roxo-claro.

O núcleo espinhoso tipo confeito dourado pulsa sinistramente.

— Espera… vou com certeza corrigir este mundo distorcido…

Nos dois olhos vermelhos do Gorudo── Kuromu Ranshesu, residia chama de obsessão absurda.


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