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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 592

O Reforço de Forças, e a Nova Arma

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Capítulo 592 – O Reforço de Forças, e a Nova Arma

— O que é isso, afinal…

Dentro da cabine do Kyukuropusu brilhando metálico-laranja, a apóstola do deus maligno Tanjerin deixa escapar essa voz.

Ao lado, montada na máquina metálico-verde, a Pīkokku provavelmente deve estar pensando mesma coisa.

Autodestruindo a "Arca", escapando por pouco, as duas, usando a habilidade de busca do artefato do deus maligno da Pīkokku, localizam onde estão o Gorudo e o Sukāretto.

Mesmo a barreira de bloqueio aplicada por eles, sendo subordinados do mesmo deus maligno, não tem efeito nas duas.

Na terra ao norte de Aizengarudo, os apóstolos do deus maligno se reencontram de novo.

— Que lugar é esse, afinal, no fim? Ocupou cidade de elfo ou algo assim?

— Aqui é a nova base que o Gorudo criou usando "habilidade de Coroa". Nosso espaço de vida fica em cima da grande árvore ao sul. Se querem descansar, vão até lá.

Diante das duas surpresas com a fortaleza formada quase inteiramente de raiz e galho de árvore, o Sukāretto responde sem nem direcionar o olhar.

O interesse dele tava voltado pro Kyukuropusu que as duas trouxeram. Precisamente, na caixa-container completamente preta em formato cúbico de uns três metros que o Kyukuropusu carregava.

— Foi golpe de sorte conseguir tirar isso da "Arca". Achava que ia precisar refazer tudo do zero.

— Fomos nós quem autodestruímos a "Arca", afinal. Achamos que, se não trouxéssemos pelo menos isso, você ia ficar reclamando incomodado.

— Autodestruir foi inevitável. Muito melhor que isso ou a "Arca" caírem nas mãos do outro lado. O sacrifício foi grande, mas, como resultado, obtivemos poder maior que a "Arca".

— Poder maior?

Diante da Tanjerin erguendo uma sobrancelha, com expressão desconfiada, o Sukāretto direciona o olhar pra extremo sul da fortaleza, pra placa grande cravada com cristal vermelho grande no meio.

No monólito, tava gravado densamente letra mágica antiga. Isso era dispositivo projetado pelo Gorudo, criado pelo Sukāretto.

Do centro do cristal, dispara luz vermelha feito laser. Esse laser desenha devagar grande círculo mágico de luz na beira do lago onde tá a fortaleza de árvore.

Quando o círculo mágico completado ativa, dali, criatura estranha rasteja pra fora um bando.

A aparência é parecida com humano. Mas o corpo não parece exatamente carne viva.

Igual o demônio mecânico criado pelo Gorudo e pelo Sukāretto, corpo fundido com máquina. E, na cabeça, veste completamente máscara de metal.

Essa máscara tem vários formatos, tipo cachorro, gato, pássaro, jacaré. Cada um segura na mão algo tipo lança, espada, cajado de ferro.

Palavra "besta-fera mecânica humanoide" combina perfeitamente.

— Besta invocada, é?

— Não do mundo dos espíritos, é poder do "Preto" do Gorudo, invocando morto de outro mundo. Escolhendo servo compatível com nossa frequência, chamando pra cá.

— É cadáver, é?

— Sendo fundido com máquina, afinal. Tipo golem mesmo. Não tá vivo. Não difere do demônio mecânico.

Os soldados mecânicos com máscara de animal metálica se alinham em fileira na beira do lago um atrás do outro. Depois de alinhados ordenadamente, sem se mover nem um pouco, sem sentir vontade própria nenhuma. Sem dúvida, isso é mesma coisa que morto-vivo, pensa a Tanjerin.

— Se o Gurafaito estivesse vivo, teria investigado feliz mesmo, né.

— Talvez.

Diante da fala da Tanjerin, o Sukāretto responde com voz displicente. Sente algo tipo absurdo diante da palavra "se estivesse vivo".

Nós, "apóstolos do deus maligno", já temos a alma tomada pelo artefato do deus maligno. Não diferimos em nada dos mortos ali. Ter vontade própria ou não. Só isso de diferença.

Só isso de diferença, mas isso também é grande diferença. O Sukāretto tem algo que quer obter mesmo caindo em estado de morto-vivo. Pra isso, nem a própria vida importava.

Por isso mesmo que fez pacto com o demônio. Com pequeno demônio chamado Gorudo.

— De fato, aquele soldado com máscara de animal pode virar força de combate, mas, contra o gigante de Brunhild, não deve ter chance nenhuma, sabia?

— Isso, do meu lado, resolvo. Já tô em produção em massa de máquina diferente do Kyukuropusu.

Diante da crítica da Pīkokku, o Sukāretto leva as duas até prédio parecendo hangar.

Erguendo o olhar pra máquina de novo modelo sendo produzida ali, as duas ficam sem palavra diante da aparência incomum.

Corpo mais fino que o Kyukuropusu. E, tronco curto, com braço e perna longos. O braço se dobra em formato Z na altura do cotovelo, e o joelho da perna também dobra ao contrário do humano.

Na ponta da mão e do pé, equipado garra afiada, aparência combinando mais com humanoide-fera que humanoide.

— Batizei de "Demônio de Cabeça de Cabra". Mobilidade superior ao Kyukuropusu, e consegue trocar vários tipos de equipamento. Com isso, base sendo uma máquina só, dá pra criar várias máquinas diferentes.

Diante da explicação do Sukāretto, a Tanjerin direciona o olhar pra cabeça do Bafomettо. Entendi, com chifre torcido e tudo, dá até pra parecer cabeça de cabra mesmo. "Demônio de Cabeça de Cabra" descreve bem mesmo.

Sinceramente falando, o sistema de troca de equipamento foi inspirado vendo a Varutoraute pilotada pela Rū, mas o Sukāretto, orgulhoso demais, nunca colocaria isso em palavras.

— Como implantar conhecimento de combate nesse aí era motivo de preocupação, mas… graças a vocês trazerem isso, me ajudou muito.

O golem de quatro braços abre a caixa-container que os dois Kyukuropusu trouxeram.

Dentro, tava colocado, dentro de caixa transparente, cristal redondo absurdamente grande, imitando cérebro humano.

Cristal-Q, digamos cérebro do golem. Esse Cristal-Q gigante era, digamos, Cristal-Q mãe, capaz de memorizar e armazenar o Cristal-Q de todos os Kyukuropusu.

Dentro disso, tá guardado todo o dado de combate dos Kyukuropusu.

Com isso, o Bafomettо herda o dado de combate do Kyukuropusu, conseguindo lutar em estado pronto, com experiência acumulada até agora.

— Falando nisso, cadê o Gorudo?

— Ah, o Gorudo, tá pra aquele lado.

Do hangar, o Sukāretto direciona o olhar pro centro da fortaleza de árvore, pra construção em formato de pirâmide, tipo altar.

— …Anel?

O que tava em cima da pirâmide-altar era anel dourado de metal, uns cinco metros de diâmetro, com padrão complexo desenhado.

Fixado na base, isso emite brilho tipo sol nascendo da montanha.

E, diante disso, igualmente brilhando dourado, tava o pequeno golem… "Coroa" "Dourado", Gorudo, de pé.

O Gorudo estende a mão pequena em direção ao anel.

"Gagon!", com som grande, feito parte do anel deslizando, começa a girar.

Feito quebra-cabeça, o anel de várias camadas, interno e externo, vai se movendo um atrás do outro.

Feito discador de cofre mesmo, continua girando pra direita e esquerda, e, eventualmente, num certo lugar, "kachiri", para.

O anel emite ronco baixo, mas, fora isso, especialmente nada muda.

Mas a Tanjerin sente que, por um instante, viu pequena luz fraca no centro do anel.

— O que tá fazendo, aquilo?

— …Sei lá.

Diante da resposta seca do Sukāretto, a Tanjerin franze a sobrancelha. Ela percebe que o Gorudo e o Sukāretto estão escondendo algo.

Não pretende culpar isso. Originalmente, nem pretendia ser companheira de confiança mútua, e, se não causar incômodo pro nosso lado, acha que podem fazer o que quiserem. Mas, como sentimento, não tem jeito de não sentir desconforto.

— De qualquer forma, deve ser algum tipo de experimento, mas… bom, tanto faz, faça o que quiser. Nós vamos descansar.

A Tanjerin desaparece levando a Pīkokku até a área residencial.

Enquanto isso, o Gorudo, de pé diante do anel dourado, considerando o experimento de agora há pouco, tava ocupado descobrindo o que tá errado.

『O método não tá errado… se for isso, será diferença de saída? Falta alma como combustível? Se for isso…』

O boneco mecânico pequeno, com memória do gênio técnico de golem, avança passo a passo, sem parar, em direção à própria ambição.

— Besta gigante na grande floresta densa?

— Sim. E ainda, besta gigante de tamanho absurdo. Maior que espécie superior das Phrase, e possui capacidade de regeneração poderosa.

Diante da história trazida pela Rerisha-san, mestre da Guilda de Aventureiros, arregalo os olhos. Besta gigante maior que espécie superior!? Como conseguimos deixar passar coisa desse tipo, afinal?

— O nome da besta gigante é Dragão Árvore Igudorashiru. Fera mágica pouco registrada, só ligeiramente documentada em literatura remanescente da Guilda, sem nem saber se existia mesmo ou não. Não, deveria dizer "existia", será?

— Espécie extinta, é…

— E ainda, incômoda mesmo, virou besta gigante.

De novo, fera mágica do passado invocada pela "distorção" que os apóstolos do deus maligno geram, é.

Esses caras, sinceramente, nunca fazem nada de bom, francamente.

O buraco espaço-temporal deve ser fechado pelo espírito do tempo, subordinado da vovó Tokie, mas a fera mágica que já saiu, precisamos resolver mesmo.

Sendo dragão, perguntei se o Ruri conseguiria fazer algo, mas parece que esse tal dragão árvore é categoria de dragão maligno, então não é subordinado dele.

O Kohaku murmurando "besta inútil" e o Ruri irritado começaram a discutir, mas melhor deixar quieto. Faz isso lá fora, lá fora.

— Também chegou pedido urgente do lado da tribo da floresta densa.

O Kōsaka-san estende carta chegada pelo Espelho-Gate.

É pedido de reforço vindo da Pamu, chefe da tribo da floresta densa. Tentei dar smartphone pra Pamu e o pessoal também, mas eles recusaram, dizendo não saber operar.

De algum jeito, o máximo que consegui foi entregar [Espelho-Gate], capaz de enviar carta.

Mesmo dizendo carta, a tribo da floresta densa quase não usa letra, então é tipo "INIMIGO CHEGOU AJUDA MANDA", tipo telegrama antigo.

Não é que a tribo da floresta densa faça parte da Aliança Mundial, mas mantém aliança com Brunhild. Não posso deixar quieto.

Por ora, saída decidida. Mesmo assim, o dano da batalha da costa de Rāze dias atrás ainda restava. Não deve dar pra colocar tanta força de combate assim.

Mesmo assim, pra confirmar quanto o reparo avançou, teletransporto até Babylon, contando a situação pro Doutor e o pessoal, e, sem motivo, a Kūn, presente ali, direciona pra cá olho brilhante. Ooo, sinto pressentimento ruim absurdo…

— Que timing maravilhoso! Justo agora terminei arma perfeita!

— Arma? Do Frame Gear?

De novo, deve ser arma absurda, hein… pela experiência até agora, imagino isso.

Mesmo assim, não posso dizer que não quero ver, então, por ora, decido ir até o "Hangar" pra ver.

— Isso é! A espada rotativa vibratória que eu criei do zero sozinha, "Chein Burēdo"!

— É motosserra, isso…

Na lâmina grande tipo espada gigante, tá cravado densamente lâmina pequena de material cristalino. Na parte do cabo, também tava colocado algo tipo motor pra fazer girar isso.

Como dá pra perceber pela minha fala, do jeito que olho, isso é arma tipo motosserra mesmo.

De novo veio coisa fora do comum inesperada, hein…

— Especializando não em "cortar", mas em "raspar" com a lâmina pequena, esmagando o ferimento, dificultando regeneração! Garanto que consegue reduzir até deus maligno a picadinho! Pode até ser chamada literalmente de arma "matadora de deus", sim!

Matadora de deus, que isso… ehm, provisoriamente, papai também é "deus", viu. Você também é metade isso, sabia? Assustador demais, francamente…

Mas, se for pra enfrentar esse tal dragão árvore, talvez seja eficaz. Com essa arma, deve conseguir cortar até árvore dura mesmo.

O tal Dragão Árvore Igudorashiru parece ser dragão com corpo inteiro formado de árvore. Esse é o motivo de ter demorado a perceber que besta gigante apareceu na grande floresta densa.

Ou seja, quer dizer que tava fundido com a floresta, ficando difícil de distinguir mesmo.

Igual a debandada em massa do deserto de antes, e agora a grande floresta densa, não pode ser, será que, mesmo com distorção espaço-temporal aparecendo, o próprio local não muda?

Do deserto do passado pro deserto atual. Da grande floresta densa do passado pra grande floresta densa atual.

O dragão árvore também talvez habitasse originalmente na grande floresta densa do passado.

Se for dragão de árvore, achando que bastaria queimar, mas, fazendo isso, a grande floresta densa também sofreria dano grande, e árvore viva, na verdade, é difícil de queimar mesmo.

Dentro da árvore, tá cheio de ar e umidade, então calor não transmite fácil, mesmo queimando a superfície, não queima até o interior.

Sendo o dragão árvore ser vivo mesmo, não deveria ter mais umidade que árvore de verdade? Na pior das hipóteses, só a árvore da grande floresta densa queima, e o dragão árvore fica ileso, esse tipo de conclusão poderia acontecer.

— Mesmo sendo eu quem falo, isso é arma bem boa, viu. O ponto negativo é precisar de mana separada pra mover a lâmina, mas resolvi isso com cartucho de mana trocável. Não corta limpo, mas consegue cortar com certeza sem ser repelido. Realmente interessante mesmo.

Ouvindo o Doutor elogiando sem reserva, coisa rara, a Kūn empina o peito, orgulhosa.

Emanando aura extrema de "elogia, elogia", acaricio a cabeça da Kūn, "uau, incrível". Minha filha sendo fácil demais de manipular, fico levemente ansioso…

— Isso, quantas tem agora?

— Fiz três protótipos, e um acabado. E, mais um exclusivo pra Orutorinde Ōbārōdo.

Até fez pro Overlord, é… o dragão árvore vai virar retalho mesmo, isso.

— Se esperar mais uma hora, faço mais dez na "Oficina".

Mais de dez unidades de coisa assim em uma hora… quer dizer que consegue fazer uma unidade em cinco, seis minutos, é? Que isso, é tipo macarrão instantâneo? Não, agradeço mesmo, mas.

Parece que a estrutura não é tão complexa assim. Motosserra tinha estrutura tão simples assim…?

Atualmente, o dragão árvore não tá descontrolando, nem indo em direção à vila da grande floresta densa. Algumas horas, acho que tá tudo bem.

— Certo, então, começa a produção em massa. Vamos sair daqui uma hora.

— Entendido

Deixo o local a cargo do Doutor e o pessoal, avisando os membros da Ordem de Cavaleiros pra se prepararem pra saída.

Dessa vez, quem sai é só a nossa Ordem de Cavaleiros. A tribo da grande floresta densa não participa oficialmente da Aliança Mundial, afinal. Vamos agir como Brunhild, aliada da tribo Rauri, atual tribo do rei da árvore.

E, dessa vez, é a primeira apresentação pra Ordem de Cavaleiros do Vāru Arubusu, saindo em batalha.

Se teletransportasse com [Gate], seria rápido, mas nunca fui até perto de onde apareceu o dragão árvore, e, também é treino pra saberem sair mesmo em situação sem eu presente.

Sendo que a "Arca" foi destruída, já não tem mais sentido esconder o Vāru Arubusu. Daqui pra frente, vai virar usado como navio de guerra de transporte.

Naturalmente, parece que tem função de ocultação, então não vai virar alvoroço sendo visto pelo povo da superfície. Nem sombra dá pra ver, incrível mesmo, hein. Falaram algo sobre índice de refração, mas não entendo bem.

Bom, vamos deixar a Ordem de Cavaleiros aproveitar a primeira viagem aérea. Mesmo dizendo isso, no fim, até a grande árvore sagrada dentro da grande floresta densa, vamos junto com o Vāru Arubusu inteiro com meu [Gate] mesmo. Dali, acho que não deve levar nem trinta minutos.

Já avisei também a esposa e as crianças, então vou também começar a me preparar.

O Dragão Árvore Igudorashiru, graças à Chein Burēdo feita pela Kūn, conseguimos derrotar sem tanta dificuldade.

No fim, o Overlord cortou a cabeça do Igudorashiru com a Chein Burēdo.

Conforme dizia o Doutor, isso é bem útil mesmo, hein…

De fato, não corta limpo, mas, empurrando, penetra até o fim, e será que também consegue destruir a arma do adversário?

Se tiver ponto fraco, seria enroscar em fio ou cordão. No corpo do Igudorashiru, tava enrolado também trepadeira fina de árvore, e isso se enroscava na Chein Burēdo.

Bom, mesmo enroscando, se for completamente enrolado, a trepadeira acaba se estilhaçando em pedaços, então não chega a parar a rotação.

Mas, se tivesse corda ou fio com dureza parecida com material cristalino, sem dúvida, ia parar. Já avisei o usuário pra ter cuidado.

Por ora, confirmando que é útil, decidimos produzir em massa algumas, equipando na máquina de quem desejar.

O corpo do Kyukuropusu é liga metálica especial usando orichalcum. Consegue cortar com material cristalino, então acho que a Chein Burēdo também deve funcionar.

Só que artefato do deus maligno deve ser impossível mesmo… talvez consiga lascar, mas deve regenerar rápido mesmo.

Como imaginei, só artefato divino consegue contrapor artefato divino mesmo… precisamente, artefato do deus maligno não é artefato divino, mas.

Falando nisso, foi descoberto pequeno inconveniente com artefato divino.

Contra o Igudorashiru, tentei testar se dava pra usar artefato divino até no Frame Gear.

O artefato divino, pelo [Otimização] aplicado, muda de tamanho apropriado pra quem usa.

Também deu pra equipar tipo manopla na Geruhirude pilotada pela Rinne, que tava levemente ansioso. Isso não teve problema.

O problema foi a Gurimugerude pilotada pela Kūn.

A forma do artefato divino do Kuon é "arma de fogo". Só que, na mão direita da Gurimugerude, tá equipado canhão Gatling, impossível de segurar.

A mão esquerda virou Finger Vulcan, tendo cinco dedos, mas sem conseguir movimento detalhado (falando de forma simples, sem conseguir fechar firme o punho).

Provisoriamente, o canhão Gatling da mão direita é destacável, e, tirando isso, dá pra segurar com a mão direita.

Mas, tirar a arma principal, o canhão Gatling, parece que foi coisa que a Kūn não conseguiu aguentar mesmo…

— Precisa fazer sem precisar destacar pra usar artefato divino!

Dizendo isso, deslizando o canhão Gatling pra trás do cotovelo, tirando isso, parece que decidiu conseguir segurar o artefato divino assim.

Não precisava chegar a esse ponto, penso, mas, conforme a Kūn, é preciso fazer tudo que dá pra fazer. Isso conecta com aquilo do "já esperava por isso aí!", segundo ela. Entendo e não entendo ao mesmo tempo…


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