Capítulo 628 – A Loja de Hobbies, e o Festival de Massas
No dia seguinte ao término do passeio relâmpago americano, decidimos de novo passar dia de folga relaxando livremente. Passeio relâmpago em dias consecutivos é pesado demais, afinal…
Mesmo dizendo isso, não é que fiquemos parados em casa, e sim feriado meio vago de fazer o que quiser perto de casa.
Yae e Yakumo, Hiruda e Furei, Rū e Āshia, parece que juntas vão pra restaurante levemente famoso perto daqui.
Todo mundo já tá bastante acostumado com a Terra, então acho que não vai ter problema estranho, mas reforço que, se acontecer algo, avisem com certeza pra mim ou meu pai.
Eruze e Eruna, Rinze e Rinne, Sakura e Yoshino, Sū e Sutefu, parece que vão pro cinema diante da estação, ver filme. Parece que vão ver filme de animação americana. Deve ser aquele daquela empresa com o rato mascote, né?
Restando eu, a Yumina e o Kuon, a Rīn e a Kūn, e a Arisu, seis pessoas, raramente por pedido do Kuon, viemos numa loja de hobbies perto daqui.
É loja grande até por essa região, famosa por sortimento rico desde modelo de trem, kit de plástico, miniatura de carro, controle remoto, figura, item militar. Ao lado, parece ter até circuito de controle remoto pra todo clima. Incrível, hein.
Assim que chegamos, na fileira de brinquedo de cápsula diante da loja, as crianças foram fisgadas. Ei ei, não vão entrar dentro?
— Rīn-san, essa boneca de gato é fofa, viu!
— Ara, realmente. Vamos comprar de presente pra todo mundo?
Mais que isso, as esposas também foram fisgadas. Brinquedo de cápsula japonês é temível.
Ou melhor, não tenho tanta moeda de cem ienes assim… será que vira melhor na volta?
Quando falo isso, todo mundo, meio contrariado, começa a entrar dentro da loja.
— Uwaa, tem monte de coisa diferente!
A Arisu, entrando na loja, grita isso, e a impeço firme de sair correndo. Não corre dentro da loja!
De fato, dentro da loja ampla, tem hobby diverso alinhado em todo canto.
À direita, alinhado item relacionado a controle remoto, ao fundo disso, relacionado a item militar, diante do balcão, fileira de caixa de kit de plástico, e ainda mais fundo, tem figura e modelo de trem colocados.
Isso, faz o coração de homem vibrar, hein. Sinto que vou voltar pra criança… não, meu corpo já é criança, no entanto.
A Kūn, brilhando os olhos, foi em direção ao kit de plástico de carro quatro-por-quatro miniatura e item relacionado a controle remoto.
Desde a época que fazia correr no jardim, já gostava, afinal… a mãe dela, a Rīn, folheava em pé revista especializada colocada no canto relacionado a item militar. Título perigoso, "Grande Enciclopédia das Armas Secretas do Mundo"…
O Kuon foi direto, "sutasuta", em linha reta pro kit de plástico. Naturalmente, a Arisu segue atrás.
Eu e a Yumina, que restamos, também acabamos seguindo o Kuon e o pessoal.
Metade da prateleira de kit de plástico é relacionada a robô. O resto é modelo de escala, chamado de escala, tipo tanque, avião, navio de guerra, castelo, carro, moto, e também tem tema de personagem garota bonita, tema de animal, variedade ampla.
Esse kit de plástico de macarrão instantâneo, não entendo bem, mas… esse aqui é kit de plástico de console de videogame…? Não é que dá pra jogar, né? Como direi… isso é profundo mesmo…
O Kuon ignora relacionado a robô, comparando um a um caixa de kit de diorama tipo castelo ou "chá de pousada de montanha".
— Meu filho, sóbrio mesmo…
— Bom, isso é o Kuon mesmo, afinal…
Como o Kuon parou de se mover ali, decido também examinar dentro da loja.
O kit de plástico de robô do anime que eu assistia antes de ir pro outro mundo já não existe mais, com fileira de série nova alinhada. Ultimamente, sem folga nem pra assistir anime, era obra completamente desconhecida.
Provavelmente, esse deve ser máquina do protagonista. E, sendo anime de robô, protagonista é garota, é… isso também é mudança de época mesmo, hein.
Vou comprar alguns de presente pro Doutor e o pessoal. Talvez sirva de referência pro novo Frame Gear.
Com o apóstolo do deus maligno exterminado, achando que o Frame Gear ficaria inútil, mas não é bem assim.
Pela fusão dos dois mundos, também apareceu mais monstro gigante que antes, e também dá pra usar em resgate de desastre natural.
Existindo coisa chamada golem, mais cedo ou mais tarde, coisa parecida com Frame Gear vai ser criada por outros países também, e, eventualmente, deve ser usada até em uso militar.
Nisso, o Doutor e o pessoal, provisoriamente, pensam em fazer da parte central importante do Frame Gear caixa preta, alugando isso daqui.
Alugando quantidade fixa só da parte central importante, e a parte externa, cada um faz do jeito que quiser, digamos.
A parte importante, nós controlamos, e, mesmo que criem novo modelo, sem nossa permissão, fazemos impossível de mover, digamos.
Bom, talvez não vá tão convenientemente assim, mas, na verdade, até golem, ainda hoje, ninguém criou do zero máquina antiga idêntica.
Criar do zero G-Cube e Cristal-Q é trabalho dificílimo. Igual isso, do Frame Gear também, só a parte central importante fazemos aqui, alugando quantidade fixa.
Naturalmente (não sei bem o que seria "naturalmente"), pra não deixar fazer análise, falaram algo sobre colocar dispositivo de autodestruição.
Não é autodestruição que faz o Frame Gear voar pelos ares, mas parece que, se tentar desmontar à força a caixa preta, isso mesmo derrete e desaparece, autodestruição. Por isso, talvez seja mais correto chamar de dispositivo de autoextinção. Bom, se fizerem isso, simplesmente não alugamos mais pro país.
Se der certo, daqui a alguns anos, talvez dê pra ver Frame Gear único com característica forte de cada país. Reino de Elfrau seria especificação de clima frio, Reino de Mismido seria especificação de camuflagem de selva?
Também talvez seja bom fazer torneio a cada alguns anos, com Frame Gear representando cada país lutando entre si. Selecionado país campeão vira representante da Aliança Mundial, algo assim.
Ou melhor, eu continuar sendo presidente da Aliança Mundial pra sempre também não é bom mesmo… por essa hora, preciso empurrar isso pra alguém mesmo…
Talvez seja interessante ter até escola especializada pra aprender sobre Frame Gear. Enquanto penso essas coisas inúteis, examino kit de plástico.
Essa máquina aqui transforma, mudando de forma, é… talvez seja bom. O Doutor deve ficar feliz.
— Ei ei, Sua Majestade. Consegue fazer desse tipo?
— Nn?
A Arisu fala comigo enquanto examinava kit de plástico. Na mão, segurava kit de plástico de personagem garota bonita, digamos. Ilustração da caixa é garota tipo ídolo com equipamento tipo máquina.
— Se perguntar se consigo fazer, acho que consigo, mas… provavelmente, não consigo fazer igual essa embalagem, não. Acho que o Kuon consegue fazer melhor…
— Não, tá diferente. Que tal isso… quero que faça kit de plástico meu.
— Nn? Meu, quer dizer… não pode ser, será que quer dizer "faz kit de plástico da Arisu"?
— Isso mesmo. E, assim, peço pro Kuon fazer. Quero que ele fique obcecado por mim!
Isso, mais uma vez… direção meio peculiar mesmo, hein…
Parece que ela tá levemente contrariada com o Kuon, absorto no kit de plástico. Desde agora há pouco, ficou completamente abandonada, afinal…
A luz nos olhos da Arisu desaparecendo. Isso é perigoso, viu…
Mas, justamente por isso, pedir pra fazer kit de plástico de si mesma…
Usando [Modelagem], criando estátua base, dali, dividindo em peças na "Oficina", fazendo kit, acho que consigo. Kit de plástico do Frame Gear também fiz assim.
— Não é impossível, mas…
— Consegui! Se for isso, vou mandar várias fotos minhas de roupa diferente!
Espera! Não é só um tipo!? Vai fazer o Kuon fazer tantos assim!?
Ficando feliz, mexendo no smartphone, chegam da Arisu, anexadas em mensagem, várias fotos.
Bastante, bastante!
Tem até de maiô, hein… se o pai souber, talvez chova sangue, viu…
Fazendo tantos assim, será melhor fazer figura base, trocando só a roupa… espera, se for isso, vira figura de trocar roupa mesmo…
Colocar roupa em figura da Arisu de roupa íntima, seria assassinado pelo Ende exatamente por isso.
Se o gosto do Kuon ficar distorcido, o que faço, hein. Isso também, do jeito que é, a Yumina vai me espancar mesmo…
Vendo a Arisu se afastar de bom humor, decido guardar essa questão na prateleira do coração pra decidir depois, junto com o Ende, quando voltar. Naturalmente, com testemunho da Meru e o pessoal também. Se o Ende enlouquecer, peço pra pararem.
Mesmo que não consiga fazer a figura, se falar que não teve permissão dos pais, não deve vir reclamação pra mim…
— Opa, essa moto aqui é maneira.
Movendo o olhar da prateleira de kit de plástico de robô pra prateleira de escala, pego a caixa de moto do meu gosto, observando explicação e foto escrita na lateral.
E, dessa vez, a Kūn vem pra cá segurando caixa grande.
— Ei…
— Otō-sama! Isso é compra obrigatória!
"Don!", diante de mim, a Kūn coloca a caixa grande. Isso, seria pista de circuito pra fazer correr carro elétrico quatro-por-quatro miniatura, né. Vende isso na loja, hein…
Uoo, preço razoável, hein…
— Com uma peça só não dá pra criar circuito suficiente, então vamos comprar cinco, seis!
— Não não não não
Entendo o que ela quer falar. Com essa peça só, é só circuito girando em círculo mesmo. Entendo que quer comprar bastante pra criar circuito complexo. Entendo, mas.
— Sem comprar com tanto esforço assim, a Kūn consegue fazer com [Modelagem], né…
Eu também, quando pequeno, fiz correr, mas o circuito era circuito feito à mão pelo vovô. Mesmo assim, ficava absorto brincando com amigo.
— Otō-sama não entende nada! Isso! É original! Não é imitação! É circuito oficial certificado pelo fabricante, sabia!? Não comprar isso, o que tá pensando, hein!
Levei bronca absurda. Mentira, viu.
Dali, começa apresentação torrencial da Kūn, e, cedendo, decido comprar. Uhum, seis peças, né…
Bom, se fosse caso de impossível conseguir de jeito nenhum no outro mundo, ainda vá, mas, sendo que agora dá pra conseguir, não comprar também não é opção, será.
Também vira apoio pro fabricante que faz isso, afinal… no caso da Kūn, sinto que o apoio é excessivo demais, no entanto…
Por sorte, essa loja também parece ter serviço de entrega, então decido mandar pra casa dos meus pais. Parece que chega amanhã, então peço minha mãe e o pessoal pra receber…
De bom humor, a Kūn vai examinar dessa vez a máquina quatro-por-quatro principal. Aquilo também não deve ser só uma ou duas peças mesmo…
Soltando suspiro, ando distraído dentro da loja. Talvez por ser dia útil, quase não vejo criança. Mais que isso, vejo senhor de idade esparsamente. Essas pessoas, será que tão trabalhando…?
Enquanto penso coisa desnecessária, encontro o Kuon olhando explicação lateral segurando produto.
Achei que fosse kit de plástico, mas parece diferente. Algo tipo motor…? O que é isso?
— Isso é?
— É compressor de aerógrafo. Pedi pro Doutor do futuro fazer coisa parecida, mas esse aqui parece que consegue fazer ajuste mais fino…
Entendi, compressor de aerógrafo, é. …Entendi, não entendo bem.
Aerógrafo é aquilo, né, tipo spray, aplicando cor. Compressor é aquele que manda ar pra isso, né?
— Tá bom, se tá curioso, vamos comprar.
— E, mas…
— Se perder essa chance aqui, talvez não consiga comprar de jeito nenhum daqui pra frente, viu?
— U… …por favor.
Tem provérbio de compra que diz "se o motivo de hesitar é preço, compre. Se o motivo de comprar é preço, desista", mas, nesse caso, não precisa se preocupar com preço. Se for isso, melhor comprar mesmo. Bom, comprar várias iguais a Kūn também é questionável, no entanto… não, aquilo também tem motivo, então tá tudo bem mesmo…
— O que quer é isso?
— Sim. Parece que é o de melhor desempenho.
Preço é… ooou… esse também custa razoável, hein… hobby dá gasto mesmo, hein…
— Opa? Isso é só compressor? Isso é o que manda o ar, né? Sem aquela peça na ponta, tipo pistola spray, não faz sentido, não?
— Eeto, é…
Ah, oras. Criança não precisa se conter tanto assim. Já que é essa oportunidade, vou comprar tudo que precisa pra pintura. Essa cabine de pintura também parece útil. Com isso, deve dar pra soprar aerógrafo mesmo dentro de casa. Já que é, melhor tamanho maior. Vou de isso.
— Aquele, gastar dinheiro demais…
— Aa, tá bom, tá bom. Não se preocupa. Ainda tenho fundo de guerra, e, na pior das hipóteses, pro meu pai e o pessoal…
— Não, não é isso. Se perceberem que comprei tudo isso, será que as irmãs não vão fazer alvoroço…
Aa… aquele lado, hein. Esqueci. Sem dúvida, deve falar "eu também!".. não. Espera.
— O Kuon nunca comprou pelúcia e afins até agora, né? Isso é pra compensar aquela parte, então não tem problema.
…Vou passar por cima com isso mesmo. E a da Kūn? Vão perguntar, mas aquilo é de todo mundo! Isso também vou passar por cima… será que consigo passar por cima…?
Por precaução, pra agradar, vou comprar algumas figuras de animal que as crianças devem gostar…
Opa, também preciso comprar pra Fuyuka. Pedindo ajuda da Yumina, examino coisa fofa.
O Kuon, dessa vez, parece curioso com ferramenta de fabricação. A Arisu procura kit de plástico de garota bonita ou figura parecida consigo mesma.
A Rīn contém a Kūn tentando comprar sem limite vários itens diferentes. Que bom. Achando que ia ser forçado a comprar todo tipo de quatro-por-quatro miniatura…
Mesmo assim, diante da quantidade considerável que acabamos comprando, o funcionário fica levemente incomodado.
Exceto eu, todo mundo parece estrangeiro, então parece ter pensado que era presente pra levar de volta, sem questionar muito. Bom, presente de volta pra casa não tá errado mesmo.
Exceto presente das crianças, decido deixar o resto pra entrega. Receber deve ser amanhã, hein.
Saindo da loja, quase esquecendo, mas o Kuon aponta "isso, já não precisa mais?" pro brinquedo de cápsula na frente da loja, e todo mundo solta voz "a".
Entregando pra Yumina e o pessoal todo o resto de moeda de cem ienes que sobrou na carteira, peço pra girar dentro desse limite.
Brinquedo de cápsula recente também é caro mesmo, hein… quando eu era criança, sinto que era um pouco mais barato.
O vovô falou que "antigamente, dava pra comprar com dez, vinte ienes", mas será sério mesmo? Bom, o conteúdo deve ser diferente, e também deve ter aumento de preço, no entanto.
Mas essa fileira de brinquedo de cápsula alinhada aqui, o que é isso, hein…?
Figura de utensílio budista, terá demanda, isso…? Esse aqui, é pedra, é? Figura de pedra, o que seria, hein? Esse aqui, "pedra fundamental"… já não entendo mais o sentido… não entendo o sentido, mas entendo bem que é mundo bem profundo mesmo.
Guardando brinquedo de cápsula comprado no [Storage], andamos pelo caminho de volta. Aproveitando, tava pensando em comprar ingrediente pro jantar de hoje, tentando conectar com a Rū pela mensagem, quando encontro a Āshia acenando do outro lado da faixa de pedestre.
— O outro lado também parece estar voltando, hein.
Quando o sinal fica verde, a Āshia e a Rū, a Yae e a Yakumo, a Hiruda e a Furei vêm pra este lado.
— Como foi o restaurante?
— Foi bem gostoso, viu. Só que o tempero era levemente forte.
— Aquilo prejudicava o sabor do ingrediente mesmo. Se reduzisse um pouco o sal, ia ficar em equilíbrio bom.
Diante da Rū e da Āshia, até restaurante famoso perde a forma, hein. Restaurante precisa fazer vários tipos de comida com eficiência, então talvez seja difícil fazer tão detalhado assim mesmo.
— Também não combinou bem comigo, dessu gozaru. Gosto de massa, no entanto.
— Eu também senti levemente pesado. Molho meio carregado, ou algo assim…
— É mesmo? Eu achei razoavelmente gostoso.
— Eu também. Mas achei que a quantidade era levemente pouca, hein.
A Yae e a Hiruda parecem não ter gostado tanto, e a Yakumo e a Furei parecem satisfeitas. Sensação de gosto deve mudar dependendo da idade também, afinal. Normalmente, não se apega tanto assim, no entanto.
— A, é a Rinne e o pessoal!
A Arisu, andando na frente, dispara correndo de repente. Olhando pra frente, a Rinne e o pessoal vinham andando em fileira. O quê, todo mundo se juntou, hein.
— Como foi o filme?
— Foi divertido! Sabe, a garota, na verdade,… mugu
— Não pode, Rinne. Não pode dar spoiler.
A Rinze tapa por trás a boca da Rinne, que tentava contar o conteúdo do filme. Foi divertido, é. Se for isso, pra todo mundo ver junto quando lançar, melhor evitar spoiler mesmo, conforme a Rinze fala.
Assim mesmo, todo mundo passa numa loja de conveniência perto, decidindo comprar ingrediente pro jantar.
Parece que o restaurante onde a Rū e o pessoal foram é famoso por massa, e hoje deu vontade de fazer massa. …Não vontade de comer, e sim vontade de fazer, é meio isso mesmo, no entanto… a Yae e o pessoal, comendo de tarde e de noite consecutivo massa, tá tudo bem mesmo, hein?
— Se for diferente, acho que não tem problema.
— É mesmo. Dessa vez, algo mais leve.
Parece que tá tudo bem. Leve seria tipo massa japonesa de atum e nabo ralado, ou massa de sopa com amêijoa e cogumelo, será? Amêijoa com sabor leve… não, começa a vir pensamento bobo à mente.
De qualquer forma, parece que vai fazer vários tipos. Também perguntam o que eu quero, mas… uuum, pode ser pomodoro simples? Quero comer algo picante.
Naturalmente, sendo mais de vinte pessoas, o peso da massa também não é brincadeira. Mesmo dizendo que, saindo da loja, guardo no [Storage], vira quantidade considerável.
Fora isso, ovo pra usar em carbonara, carne moída pra usar em molho de carne, bacon pra usar em napolitana, precisa de vários tipos de ingrediente.
Num piscar de olhos, a cesta do carrinho empurrado pela Eruze fica cheia. Sendo assunto meu próprio também, família grande é trabalhoso mesmo, hein…
Naquele dia, o jantar foi festival de massa. Não formato de um prato por pessoa, e sim formato tipo buffet (?), pegando um pouco de cada tipo variado de massa no prato próprio.
Além do pomodoro que pedi, tinha napolitana, bolonhesa, vôngole bianco, arrabbiata, pescatore, genovese, molho de carne, coisas conhecidas, e também tinha algumas coisas tipo originais.
Surpreendentemente, massa com sabor de curry tava gostosa, hein. Não, tudo mesmo tava gostoso, no entanto.
Amanhã é de novo passeio relâmpago, e depois disso, o último dia, planejamos passar tranquilo em casa.
Essa viagem já tá chegando perto do fim. Voltando pro outro mundo, é despedida das crianças.
Já nem consigo imaginar mais vida sem as crianças… será que a gente consegue se desapegar delas, hein…