Switch Mode

Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 627

Nova York, e Machu Picchu

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 627 – Nova York, e Machu Picchu

A estátua geralmente chamada "Estátua da Liberdade" fica na Ilha da Liberdade, dentro do porto de Nova York, Estados Unidos.

Se não me engano, o nome oficial é "Liberdade Iluminando o Mundo". Parece ser modelada na deusa da liberdade da mitologia romana, Libertas.

É símbolo de liberdade e democracia, presenteado pela França comemorando o centenário da independência dos Estados Unidos.

Se não me engano, tem estátua da liberdade na França também, né. Mas parece ser bem menor que essa.

De alguma forma, tinha imagem branca, mas, na verdade, é verde, hein. Não, aquilo é porque o cobre enferrujou, virando essa cor, então, originalmente, deve ser cor de cobre mesmo.

Parece que a parte da coroa vira mirante, mas, precisando de reserva, ficamos só olhando de fora, mas, só com isso, já sinto sensação de "cheguei em Nova York" mesmo, hein.

Bom, a primeira vez que vi a Estátua da Liberdade na vida foi naquele filme com planeta dominado por macacos, que o vovô me mostrou, no entanto.

— Tou-sama, aquilo não se move?

— Não se move.

— Que chatoo.

Parece que a Sutefu perdeu interesse na Estátua da Liberdade. Bom, pra criança, deve ser assim mesmo.

…Fazer Frame Gear ficar de pé em pedestal grande, fazendo alguma pose, será que vira ponto turístico?

— Otō-sama, Otō-sama! Já que viemos com tanto esforço até Nova York, vamos comer o autêntico cachorro-quente!

A Āshia puxa meu braço com força. Essa criança também sem interesse. Mesmo sendo território da Estátua da Liberdade, tá livre demais, hein…

Bom, de fato, viemos sem tomar nem café da manhã pensando em comer algo por aqui, então tô com fome. Vou comer algo leve.

Puxado pela Āshia, deixamos a Ilha da Liberdade.

— Delicioso!

A Rinne morde, "mogumogu", com gosto o cachorro-quente.

Eu também mordo o cachorro-quente autêntico recém-comprado do food truck… aqui deve ser food truck mesmo.

Quando mordo a salsicha, "putsuri", o suco quente jorra de dentro, e, combinando com ketchup e mostarda, o gosto dobra.

Sendo cachorro-quente simples com só salsicha e cebola picada, mesmo assim, tá gostoso, hein…

Da imagem de "América", imaginava algo grande, mas era cachorro-quente surpreendentemente pequeno, fácil de comer.

Talvez pra nova-iorquino ocupado, tamanho fácil de comer seja mais bem recebido. Bom, talvez seja só dessa loja mesmo, no entanto.

— Mas é cidade grande mesmo, dessu gozaru.

— Achei que Tóquio já era incrível, mas aqui é ainda mais incrível.

Comendo cachorro-quente, a Yae e a Hiruda tinham essa conversa.

Bom, Manhattan é chamada de centro de Nova York, afinal.

Tem a famosa Quinta Avenida, Times Square, Wall Street, e, incluindo o Empire State Building, tem vários arranha-céus. O nome "floresta que toca o céu" não é exagero.

— Será que a cidade da era de magia antiga que existia no nosso mundo também era assim, hein.

A Rīn murmura isso olhando pra cima a fileira de prédios.

— Era de magia antiga seria aquilo, né? Destruída pela Furaizu… época que a Doutora Babylon vivia. Não tinha registro na "Biblioteca"?

— Tinha, mas não sobrou como imagem. Naquela época, registravam tudo em terminal tipo tablet de hoje, e guardar em formato de livro de papel era considerado excentricidade absurda.

Aa… nosso Doutor é excêntrico absurdo mesmo, afinal…

Se não imprimir e tirar pra fora, se acontecer algo, dado voando pro espaço, acaba tudo, então dá medo mesmo.

Naturalmente, backup de dado é necessário também, mas.

Pela grande invasão da Furaizu, a mana do chão também ficou escassa, e ainda mais, pra repelir isso, usando magia grande sem limite, resultando em falta de mana no mundo todo, tornando impossível usar ferramenta mágica.

Uma vez interrompida a tecnologia, é bem difícil ressuscitar dali. Isso é chamado tecnologia perdida.

Se não me engano, aço de Damasco era isso? Se não me engano, violino Stradivarius também, porque o fabricante, Antonio Stradivari, não deixou nenhum projeto ou método de fabricação, sendo considerado impossível de reproduzir.

Ouço que a técnica de artesão tradicional japonesa também, hoje, não tem mais quem herda, desaparecendo aos poucos. Transmitir pra próxima geração é importante mesmo…

— Certo, próximo é onde mesmo?

Afinal, hoje é passeio relâmpago. Precisa manter ritmo bom, senão não dá tempo pro jantar com minha mãe e o pessoal. Não, usando magia de teletransporte, não é que não dá tempo, mas.

A propósito, o país dos sonhos do rato, infelizmente, adiamos dessa vez. Não dá pra circular tudo num dia só, afinal… levar lá, deixo a cargo do eu do futuro.

— Próximo é Machu Picchu, pedido da Rīn-san, né.

— Salto no tempo de cidade moderna pra cidade antiga, é.

O próximo destino que a Rinze ensinou, Machu Picchu, fica na Cordilheira dos Andes, América do Sul, em altitude de dois mil e quatrocentos metros.

De repente, altitude sobe de uma vez, mas, bom, com esse grupo, não deve virar mal de altitude. Se meu pai, minha mãe, e a Fuyuka estivessem, precisaria pensar em alguma medida, no entanto.

Então, vamos nos mover da América do Norte pra América do Sul.

— [Gate]

Abro caminho até o antigo Império Inca.

— Oo, vendo de verdade, emociona mesmo, hein…

Se estendendo diante dos olhos, capital do antigo Império Inca, bastante vista em foto, cidade suspensa Machu Picchu.

É cidade antiga inca descoberta pelo historiador americano Hiram Bingham III, que procurava a lendária Vilcabamba, cidade onde diz-se que tesouro enorme foi levado quando o Império Inca foi invadido pela Espanha.

Bingham parece ter achado que aqui era Vilcabamba, mas, hoje, isso já foi negado.

Originalmente, Machu Picchu significa "pico antigo", e, quando Bingham perguntou pro nativo local "o que é aquilo", eles responderam nome da montanha "pico antigo", e isso acabou ficando como nome mesmo.

Machu Picchu parece ter sido lugar tipo local de veraneio visitado pela realeza e nobreza inca. Karuizawa dos incas, será?

Realmente, tinha palácio, templo, moradia de nobre e afins, mas estima-se que não morava tanta gente assim.

Como a civilização andina não tinha escrita, não sobrou registro da época, então parece que não se sabe a verdade real.

— Vamos ver mais de perto.

Apressado pela Rīn, teletransporto pra dentro das ruínas com [Teleport].

Nos infiltramos naturalmente entre turistas, mas, na verdade, parece que precisa de vários trâmites tipo limite de entrada ou reserva.

Aplicando magia de anti-percepção, acho que ninguém deve perceber a gente, a menos que fale conosco, mas, pelo menos, vamos tomar cuidado pra não incomodar outros turistas.

— O "Templo do Sol", o "Templo do Condor", e o relógio de sol parecem estar proibidos por deterioração de erosão, então melhor a gente também evitar.

A Rīn, talvez tenha pesquisado no smartphone, fala isso.

Deterioração de erosão, é. Diferente do outro mundo, não tem magia de conservação, afinal. Nisso, não tem jeito mesmo.

Por ora, pisamos no lugar chamado "área urbana", com ruas tipo labirinto se estendendo.

— Tudo é feito empilhando pedra, né.

— A civilização Inca é civilização com técnica de cantaria excelente, todo tipo de construção sendo erguido em alvenaria de pedra. Técnica de encaixar sem folga até pedra de dezenas de toneladas é digna de admiração mesmo.

Diante do comentário da Rinze, tocando na parede de pedra empilhada, a Rīn fala isso com sentimento, mas, ao lado, a filha Kūn inclina a cabeça, sem entender bem.

— É mesmo? Acho que no Reino de Mismido ou no Império Regulus também tinha alvenaria de pedra desse nível…

— Kūn, esse mundo não tem magia, viu?

— A… e? Se for isso, como empilharam isso, afinal?

A Kūn, "hatto", fixa o olhar na alvenaria de pedra diante dos olhos.

Essas construções de pedra são feitas quase sem usar argamassa. As pedras cortadas com precisão, feito calculadas, são empilhadas sem folga, e dizem que aguentam até terremoto.

— A civilização Inca também não tinha ferramenta de ferro. Sem magia nem ferramenta de ferro, como esculpiram isso… hoje, não se sabe mais.

— Faaa…

A Kūn observa a parede de pedra com admiração.

Nem ferramenta de ferro tinha, é… se for isso, não tinha como vencer mesmo, né.

Francisco Pizarro, vendo o tesouro dourado e prateado dos Incas, achando que aqui, com certeza, era o país dourado, começou a invasão, mas…

Sendo povo com técnica de construção desse nível, não seria estranho ter construído até uma ou duas cidades douradas.

Por um instante, penso em investigar toda essa área com [Search], mas desisto mesmo assim. De alguma forma, sinto que ia quebrar o romance… país dourado, melhor ficar mistério mesmo.

Teletransportamos direto pro terraço agrícola em Machu Picchu.

Nesse terraço agrícola chamado "andenes", parece que principalmente batata e milho eram cultivados. Também parece que faziam bebida chamada "chicha" a partir do milho.

— Que declive absurdo, hein…

— Mesmo enterrado na selva, parece continuar bem abaixo. Diferença de altitude chegando a quatrocentos metros, dizem.

A Yumina e a Rīn tinham essa conversa espiando o fundo do terraço agrícola de ângulo íngreme.

De fato, é degrau absurdo mesmo, hein… obter alimento em região montanhosa deve exigir esforço trabalhoso mesmo, hein…

O terraço agrícola voltado pra leste, aquecendo a pedra com calor do sol durante o dia, e, à noite, usando esse calor, fazendo o campo virar tipo estufa, dizem. Haa~, que ideia incrível.

— Esse terraço agrícola também tem função de filtrar água da chuva, e, pra fazer a água absorver gradualmente no chão, tá em camadas de terra, areia, pedrinha, dizem. A pedra funciona como filtro, evitando que a água da chuva transborde. Senão, ocorreria deslizamento de terra.

— Pensaram até nisso, hein…

Fico impressionado com a sabedoria e capacidade de ação humana. Sem magia, sem máquina pesada, sem ferramenta de ferro, só com força humana, conseguindo fazer até esse ponto. Sensação de ter sido ensinado "querendo, consegue".

Enquanto continuo observando dentro de Machu Picchu por um tempo, meu olhar para na parede com três buracos tipo janela abertos em cima da alvenaria de pedra em degraus.

— Aquele é o "Templo das Três Janelas". Parece indicar a posição do nascer do sol no solstício de verão.

A Rīn dá essa explicação. De novo, esculpido com precisão, hein… não, não foi esculpido, é que pedra cortada nesse formato foi empilhada. Realmente, como conseguiram cortar tão reto assim, hein…

Enquanto fico impressionado com a capacidade técnica dos incas, circulamos por Machu Picchu.

Do nosso lado, não muda muito, mas parece que parte das crianças já ficou entediada.

Bom, passeio de ruína não é coisa muito pra criança mesmo, afinal. Não tem jeito mesmo. Ou melhor, até a Yae tá bocejando, hein. Terá sido por ter comido cachorro-quente agora há pouco que deu sono?

As crianças, por algum motivo, brincavam com lhama presente ali. Por que tem tanta lhama assim, hein…

Lhama, achava que fosse parente de burro ou cavalo, mas era parente de camelo. Também chamada camelo americano, parece.

No Império Inca, parece que era oferecida como sacrifício em rituais importantes. Lhama branca ou preta, especialmente, parece ter valor como sacrifício. Vou ficar quieto sobre isso pras crianças…

Civilização Inca e Asteca, tem cultura de sacrifício mesmo, afinal. Ouço que a maioria era pra oferecer aos deuses, no entanto… virando raça divina agora, sinto sentimento indescritível. Presente pra deus, mesmo um bolinho só, já tá bom, viu…

Já vendo o que precisava ver, a Rīn também parece satisfeita. Vamos deixar Machu Picchu logo, logo.

— Eeto, próximo é?

— Praia de Waikiki… será?

— Waikiki… e, por quê?

Diante da fala da Yumina, por um instante, congelo. Por que Waikiki? Waikiki do Havaí, né?

— É que as crianças querem nadar no mar daqui também. O Otō-sama falou que, se for isso, praia de Waikiki no Havaí é boa…

Meu pai, hein… falou "Waikiki" sem pensar muito, hein…

Ontem, deixei o destino a cargo das esposas, então não sabia que isso tinha acontecido. Não, bom, tudo bem, mas.

Ou melhor, antes, também fui no Havaí ver a árvore chamativa, mas… vamos de novo? Não, naquela vez, a Rinze, a Rū, a Āshia não estavam, no entanto.

— Mas tem maiô?

— Tá dentro da bagagem nossa que deixei com você, Tōya-san. Naturalmente, do Tōya-san também.

E, será que trouxe de propósito? Preparação demais, não…?

— Pra poder brincar em qualquer lugar, viu. Sem falha nenhuma!

A Eruze fala isso com rosto satisfeito, mas não é algo pra se orgulhar tanto assim…

De relance, olhando pras crianças, já animadas gritando "é o mar!". Será que Machu Picchu foi entediante demais mesmo?

Já que as crianças estão tão felizes assim, não tem opção de não ir.

Da altitude de dois mil e quatrocentos metros da Cordilheira dos Andes, dessa vez, pra Ilha de Oahu, estado do Havaí, é. Aa, Havaí também é Estados Unidos, né. Hoje é dia cheio de América.

『É o mar!』

— A, espe…!

Algumas crianças, assim que teletransportaram, disparam correndo em direção ao mar de Waikiki. Já vi essa cena antes também…

No mar do Reino de Igret, ou no parque aquático que construímos em Brunhild, já nadamos, afinal.

Se mudar o local, deve ser diferente também, será?

Parece que Waikiki não tem lugar pra trocar de roupa (parece que todo mundo vai direto do hotel de maiô), então, uma vez, voltamos pra casa, trocando de maiô.

— Mar do Japão e daqui, realmente tem várias diferenças mesmo, hein.

Não tem casa de praia, nem chuveiro individual. Essa praia aqui, na sensação, deve ser mais parecida com parque.

Menos japonês do que pensei. Antigamente, ouvindo do vovô, achava que tinha mais.

Deve ter vários motivos tipo alta de preço ou desvalorização do iene, mas…

Mesmo assim, tem animação, muita gente visitando. Vendo à beira-mar animada, minha própria tensão sobe também.

Bom, provisoriamente, preciso fazer alongamento.

Enquanto movo o corpo levemente, duas onē-sans estrangeiras de maiô passando riem baixinho, "kusukusu", olhando pra cá. Será que teve algo estranho…? Alongamento não se faz no exterior, não?

Ou melhor… aquelas onē-sans de agora há pouco, tinham corpo absurdamente cheio de curvas, hein… o maiô também era razoavelmente ousado…

Fico observando distraído as costas das onē-sans se afastando.

— O que você tá olhando, Tōya-san…?

— Fue!?

Quando me viro, encontro olhar com a Rinze, com olhar frio, envolta em aura negra.

Atrás dela, a irmã gêmea também olha feio pra cá.

— Será que já se acostumou com nosso maiô?

— Não é isso não. Acho super fofo e bonito, combinando muito bem. Tô super animado!

Animado em vários sentidos! Mas é palavra sincera do fundo do coração, viu!?

— Bom, tá bem. Já que vamos brincar divertido agora, não vou reclamar demais.

— Muito obrigado.

Fu. Fui perdoado… não consigo nem desviar o olhar despreocupadamente. Vou olhar pro lado das crianças…

— Kuon, rápido, rápido!

— O mar não vai fugir, viu.

A Arisu, com rosto incapaz de esperar, puxa o braço do Kuon, correndo em direção ao mar. Cheia de energia, hein…

Estendo lençol de piquenique trazido em local apropriado da areia, colocando algumas cadeiras de praia.

Enfiando na areia com parafuso o poste do guarda-sol grande, discretamente, fixo com magia de terra pra não se mexer. Certo, tá pronto.

A Rīn, a Rinze, a Rū e o pessoal, parece que não vão nadar, ficando relaxadas por aqui. Por precaução, também tiro protetor solar pra não queimar na pele.

Deixa eu ver, também vou pro mar.

Jogo água no corpo na beira da onda, "pachapacha". Uhum, não tá frio.

Oo… claro, mas a sensação de areia sob os pés sendo levada pela onda é igual em Waikiki também mesmo, hein…

Céu azul e mar verde-esmeralda são bonitos. Aquilo visível de longe deve ser o famoso Diamond Head, será? …Por que se chama Diamond, hein?

Enquanto penso isso, nado, "suisui". Uuum, com corpo de criança, é difícil de nadar mesmo, hein… mesmo chutando a água, não avanço muito…

— Otō-sama, tira boia flutuante, por favor.

Enquanto luto com a sensação de nadar, a Kūn, que se aproximou, faz esse pedido.

Boia flutuante, é… com certeza tá guardada no [Storage], mas, tirando isso aqui, vai chamar atenção, hein… bom, usando [Miragem], deve dar pra resolver.

Debaixo d'água, bem embaixo da Kūn, tiro do [Storage] a boia flutuante, e, colocando ela em cima, boia suavemente pra superfície.

Aproveitando, também tiro alguns boias circulares, colocando na boia flutuante. A boia flutuante é grande, de uns dois tatames, então isso não deve ser problema.

Pegando uma boia circular, eu também mergulho a cintura nela, balançando, "yurayura", brincando com a onda. Nada mal.

De relance, olhando pra longe, a Eruze vinha nadando em direção pra cá. Atrás dela, a Yae e a Hiruda também. O que foi, hein?

— Tira prancha de surf pra gente também!

— …Tá bem.

Montadas em prancha de surf tirada dentro d'água, as três nadam mar adentro. Não tá mais animada que as crianças, não?

Talvez influenciadas pelas três começando a surfar competindo com outros surfistas, a Rinne, a Arisu, a Furei e o pessoal também pediram prancha de surf. Não, criança também tem prancha própria, provisoriamente, mas…

Enquanto entrego prancha de surf pras crianças, vejo a Yumina e a Sakura brincando na beira da onda sendo cercadas por rapazes cantadores.

Naturalmente, do meu lado, ativo [Slip] daqui, fazendo tropeçar em direção ao mar, deixando pegar onda com força total. Não fica assediando minhas esposas.

Os homens, mostrando figura sem graça, fogem correndo desengonçados. Fun.

A Yumina e o pessoal olham pra cá com sorriso amargo, mas finjo não perceber. Aa, o sol tá ofuscante…


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir