Capítulo 626 – A Fazenda Aproveitada ao Máximo, e o Jingisukan
O restaurante tipo cabana anexo à fazenda de contato tinha decoração elaborada, exatamente com imagem de fazenda.
Teto alto, cadeira e mesa também de madeira, com clima aconchegante.
No fundo, virava varanda diretamente, dando pra ver de longe o pasto solto onde brincamos agora há pouco. Exatamente restaurante com clima pastoral flutuando no ar.
Como tinha duas mesas grandes no assento da varanda, sentamos ali. Imediatamente, pego o cardápio que tava na mesa.
Ooh, tem ensopado de carne de gado japonês, curry de carne, gyūdon, butadon, bife de cordeiro, prato combinado de assado de veado no estilo tigela… realmente tem bastante carne, hein.
Bom, também tem ramen normal ou onigiri, mas, chegando aqui, pedir isso é meio desperdício.
Vou de bife de cordeiro, será? Cordeiro é filhote de ovelha, né?
Comer a ovelha que carinhosamente acariciei até agora há pouco, sinto leve resistência, mas, com gratidão, vou comer, então me perdoe.
Todo mundo também pede o que gosta, e, enquanto esperamos, olhando o folheto recebido na entrada da fazenda, conversamos sobre pra onde ir depois.
— Quero ir naquela praça de aventura daqui!
— Aqui, parece que dá pra fazer queijo e manteiga.
— Não posso esquecer de comprar presente na loja.
Aqui também parece que vou acabar comprando bastante presente, hein. A, doce de manteiga, pessoalmente, quero comer.
Enquanto isso, a comida pedida começa a chegar.
Chega até a minha frente o bife de cordeiro. Oo, sensação de carne vermelha levemente mal passada, parece gostoso.
Imediatamente, corto com faca, junto com molho, "pakuri", uma mordida.
— Uhum, gostoso.
Achei que ia ter mais sabor característico, mas não é tão forte assim. De fato, tem aroma peculiar, mas tem doçura suave e sabor suculento, sendo bem fácil de comer. O arroz avança. Que interessante, ovelha.
Todo mundo também parece satisfeito. A Fuyuka também, pedindo prato infantil, tá de bom humor. Omurice de pintinho é trabalho bem elaborado.
O gyūdon de rosbife do meu pai também parece gostoso. …Como esperado, aqui não deve usar carne desses animais, né…? Tem carne de vaca velha e afins, mas, mesmo usando isso, deveriam fazer suprimento normal mesmo.
Segurando pensamento complexo, terminando de comer o bife de cordeiro, dessa vez, chega a sobremesa.
— E, ainda vai comer?
— Sorvete feito com leite fresco, não dá pra perder isso, né?
De fato. Convencido pela fala da Rīn, eu também acabo pedindo sorvete adicional.
Depois de um tempo do resto do pessoal, chega sorvete colocado em casquinha.
Todo mundo escolhe chocolate, matcha, ou até algo estranho tipo ramune, mas o que escolhi foi sorvete de leite simples. Pensei que assim ficaria mais fácil de entender o gosto do leite.
— Deliciosoo…! Que intenso, hein…
Só comendo a ponta, o sabor de leite se espalha pela boca inteira. Encorpado e cremoso, mas o resquício de sabor é surpreendentemente leve, ou melhor, dá pra sentir a doçura original do leite.
Usando leite cru fresco assim, muda tanto isso? Completamente diferente do sorvete comprado em conveniência e afins mesmo, hein…
Conforme a Rīn falou, com certeza, isso não dá pra perder mesmo. Quase deixei de comer sem perceber.
As crianças também comem sorvete, "gostoso, gostoso".
— Isso faz querer fazenda em Brunhild também, hein…
— Boa ideia, Yumina-san! De leite fresco, nasce possibilidade de vários pratos!
A Yumina e a Rū ficam animadas com algo.
Acho que não é impossível, mas, no outro mundo, deve ser trabalhoso de várias formas mesmo. Criando animal que vira comida em rebanho, com certeza, vira alvo de fera mágica ou monstro.
Ao redor de Brunhild, não tem fera mágica tão forte assim, mas, mesmo assim, aparece lobo ou goblin.
Também não dá pra deixar aventureiro fixo de guarda de gado o tempo todo, afinal.
Bom, tem truque de anexar do lado da guilda de aventureiros, mas… ter fazenda no meio da cidade também tem problema de cheiro e afins, hein…
Custa dinheiro também. Só pra ter leite fresco, não dá pra usar imposto precioso.
Se for individual, talvez tudo bem, mas…
Fazenda de gerenciamento direto da família real de Brunhild, é… será que precisa mesmo… mas esse gosto é difícil de resistir… será que dá pra fazer no lado da ilha da masmorra, hein.
No fim, terminando de comer o sorvete sem resposta definida. Foi gostoso, mas não consegui me concentrar no sabor na segunda metade, hein…
De barriga cheia, saindo do restaurante, não que seja pra digerir a comida, mas decidimos ir pra praça de aventura que as crianças falaram agora há pouco.
Achava que fosse praça só com instalação pequena tipo aventura de parque, mas era lugar mais robusto do que pensava.
Ponte de corda, tubo de tronco pra atravessar engatinhando, escorregador, corda tarzan, escada horizontal, balanço, vários brinquedos.
Ao lado da praça, também tem parque pra cachorro correr e ponto de kart. Feito pequeno parque de diversão mesmo, hein…
— Certo, então, precisam voltar aqui sem falta em uma hora. Toma cuidado pra não deixar cair o smartphone. E não pode incomodar as outras crianças ao redor. Entendido?
『Simm』
Diante da fala da minha mãe, as crianças respondem em uníssono. Só a resposta é boa mesmo, hein…
— Tá tudo bem. Nós também vamos junto.
— Vamos ficar de olho firme, viu.
— Por favor, vocês descansem.
E, o trio esportivo, Eruze, Yae, Hiruda, vão junto com as crianças em direção à praça de aventura. Será que tá tudo bem, hein? Fico levemente preocupado se não vão acabar brincando junto…
Sendo chamada de praça de aventura, o lado da praça também tinha banco e mesa feitos de tronco, com espaço pra relaxar.
As crianças devem estar se exercitando pra digerir a comida, mas nós vamos descansar depois de comer mesmo.
No parque de cachorro ao lado, alguns cachorros corriam. Aquele não é cachorro daqui, não é? Pode trazer o próprio cachorro? Se for isso, deveria ter trazido a Buranka discretamente com [Gate].
Não, sendo que, provisoriamente, é deusa, afinal… existe possibilidade dos outros cachorros ficarem intimidados, encolhendo. Melhor não fazer isso.
A Fuyuka também foi pra lado da pista de aventura. Ficando de bom humor no escorregador simples, ou no balanço tipo banco. Já ficou completamente apegada às crianças, hein.
— …Quando todo mundo voltar, a Fuyuka também vai sentir falta, hein.
Olhando a Fuyuka animada com as crianças, meu pai murmura baixinho.
— Uuum, isso, não tem jeito mesmo, né… não, o eu do futuro, provavelmente, deve trazer as crianças de agora, então não é que não vai mais poder encontrar, mas…
Já ficou decidido que a primeira vez que as crianças encontram meu pai e minha mãe é nesse eixo temporal.
Ou seja, mesmo que a Yakumo e a Furei nasçam depois, levar elas pra Terra vai mudar a história, então não pode.
Se pedir emprestado o poder da vovó Tokie, dá pra resolver de algum jeito, mas, sem ser crise do mundo, fazer isso seria taxado como favoritismo pelos outros deuses.
Não posso incomodar a vovó Tokie e Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, só sendo eu. É uma pena não poder fazer meu pai e minha mãe encontrarem as crianças quando bebês, mas…
E ainda, a volta pra casa uma vez por ano também precisa ser sem as crianças (voltando no mesmo tempo, o tempo não passa). De alguma forma, sinto peso na consciência.
Pelo menos, preciso filmar registro de crescimento em vídeo, mostrando isso.
— Quantos dias mais vocês vão ficar aqui?
— Eeto, quatro dias, será?
Tempo divertido passa num piscar de olhos, hein. Queria ter circulado mais lugares ainda.
— Já aproveitei o Japão, então, próximo, tava pensando em ir pro exterior.
— Que inveja, hein. Se não tivesse trabalho, eu também queria ir junto, mas… como esperado, logo, logo, preciso avançar com o roteiro, senão, viro trabalhar até o último dia de despedida com todo mundo mesmo…
Meu pai solta suspiro com olhar levemente distante. Segundo meu pai, mais que trabalho de desenho em si, o trabalho de roteiro é mais pesado mentalmente.
Trabalho de desenho, movendo a mão, eventualmente termina. Mas trabalho de roteiro, quando não vem ideia, não vem de jeito nenhum, sem ver o fim, parece.
— Se for trabalho de desenho, consigo ajudar, mas trabalho de roteiro não consigo ajudar, hein…
— Não, o Tōya-kun, nem trabalho de desenho… opa
Meu pai tapa a boca apressado. Culpado por ser "pintor mestre", é.
— Aa, falando nisso, exterior, pra onde tá pensando em ir?
Olhando feio pra ele, meu pai muda de assunto perguntando o cronograma futuro, tentando disfarçar. …Bom, tá bom.
— Tava pensando em evitar lugar que fui na lua de mel. Também quero fazer as esposas aproveitarem lugar pela primeira vez.
Na lua de mel, visitamos Itália, Suíça, Tailândia, França, Ilha de Páscoa, e vários outros países.
No fim, foi bastante Europa, né. Dessa vez, será que vou pros Estados Unidos? Também seria bom mostrar arranha-céu de Nova York ou Estátua da Liberdade.
Falando nisso, a Rīn falou algo tipo interesse em Chichén Itzá. Talvez seja bom considerar centrado em América do Norte e América do Sul.
Só que, ponto turístico natural tipo Grand Canyon ou Cataratas do Niágara não costuma ter boa recepção, hein… porque no outro mundo também tem lugar parecido, afinal…
Mais que isso, sinto que construção feita por mão humana, tipo grande cidade, recebe melhor. Torre Inclinada de Pisa também acharam divertida, afinal.
Mostrando Monte Rushmore com rosto de quatro presidentes esculpidos, talvez surpreenda.
Enquanto penso nisso, numa hora, num piscar de olhos, as crianças voltam com aspecto satisfeito. Parece que não teve problema em particular. …Não teve, né? Sinto que a Eruze e o pessoal parecem levemente cansadas, no entanto…
Depois disso, observando os cachorros brincando no parque de cachorro, brincamos de kart. Isso também deu curiosidade pra mim, então experimentei montar, e foi razoavelmente divertido. Sem velocidade, também consegue se divertir, hein.
A Kūn tentando se deitar no chão pra investigar a estrutura do kart deu trabalho, no entanto. Faltou pouco pro soco da Rīn cair.
Depois disso, vendo show de animal no palco externo, tendo contato com ave de rapina tipo coruja e mocho em cabana, brincando e brincando até saciar, por fim, decidimos comprar presente na loja.
Falo loja, mas essa loja aqui é ampla, feito pequeno supermercado.
— Oo, óbvio, mas item de animal é abundante, hein…
Pelúcia de animal tipo vaca, cavalo, porco, cachorro, gato, e ainda mais, caneca de animal, toalha padrão vaca leiteira, almofada formato de porco… a, "Zabuton"? Também tem produto com trocadilho de bom senso de humor.
Naturalmente, não só item de animal, também tinha doce e afins colocados. Doce de manteiga, pudim de fazenda, rusk de leite, sablé de leite, e o estranho é até curry Jingisukan, hein.
— Ou melhor, tá vendendo carne crua normalmente…
Isso não deve ser carne desses animais aqui, né? Vaca, porco, frango, e até ovelha tá vendendo, no entanto…
Fora isso, também vende vários outros itens, mas, como esperado, bastante laticínio, hein. Queijo, manteiga, iogurte tão vendendo.
Já sendo praxe, as crianças correm direto pra seção de pelúcia. Exceto o Kuon. Exatamente igual quando foi no aquário, hein…
E, aqui também, naturalmente, a Rū e a Āshia vão pra seção de carne crua. Jantar de hoje deve ser Jingisukan, será… será que tem panela de Jingisukan em casa…? A, foi comprada pela Rū e o pessoal na Rua de Kappabashi, hein…
Opa, também preciso comprar bastante pro pessoal do castelo. Doce de manteiga e caramelo cru são clássico mesmo, né. Dá pra distribuir pra bastante gente. Conjunto de salsicha defumada e bacon deve ser bom pros senhores dos Quatro Guardiões de Takeda.
Pras camareiras, cheesecake, será? Opa? Creme de mão com leite… até isso vende, hein. Vou comprar isso também.
— Kaa-sama, tem rocambole, viu!
— O quê!? Isso não posso deixar passar!
A Sutefu e a Sū ficam animadas encontrando rocambole. O rocambole desse tipo de lugar seria diferente, hein. Como esperado, creme deve ser encorpado… eu também acabo ficando curioso pra provar.
— Buranka!
— Ora, realmente parece mesmo, hein.
A Fuyuka fica feliz vendo pelúcia de cachorro completamente branca. De fato, é pelúcia bem parecida com a Buranka. Se alinhar, talvez pareça mãe e filha.
Parece que minha mãe vai comprar pelúcia parecida com a Buranka. …Como esperado, ela não deve sentir ciúme de pelúcia parecida consigo mesma, né?
As esposas também compravam além disso caneca, tigela de chá, hashi, louça tipo item de animal. Achava que já tinham comprado bastante desse tipo em Kappabashi, no entanto…
De alguma forma, sinto que, desde que chegamos na Terra, o cordão da carteira tá completamente solto. Bom, um pouco solto tá tudo bem, mas o fundo já tá abaixo da metade.
Bom, restam mais quatro dias. Pretendo passar o último dia em casa, então, na prática, três dias. Não deve gastar tanta grana grande assim.
Na pior das hipóteses, vou pedir empréstimo pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo…
Opa, também preciso comprar presente pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo… esse beef jerky aqui não seria bom pra acompanhar bebida? Também tem pork jerky, chicken jerky, hein.
A, falando em bebida, esqueci da Suika. Preciso comprar algumas garrafas de bebida em alguma loja de bebida…
Não, amanhã vou pro exterior, então será melhor bebida estrangeira rara? Bom, no caso dela, sinto que qualquer coisa que dê pra beber serve, no entanto.
De qualquer forma, vou olhar vários itens.
Depois disso, comprando presente em abundância, satisfeitos, deixamos a fazenda.
『Vamos comer!』
Como esperado, ou conforme previsto, o jantar foi caçarola Jingisukan.
Na mesa colocada na sala, dois, e na mesa do lado da cozinha, dois fogareiros colocados, com a característica caçarola Jingisukan colocada em cima.
Carne de cordeiro assada, "juujuu", e, ao redor disso, repolho, broto de feijão, cenoura, pimentão assados coloriam a cena.
No centro elevado da caçarola, o suco da carne de ovelha assada escorre, seguindo os canais, temperando ainda mais o legume embaixo… quem inventou essa caçarola deve ser gênio.
Mas, ovelha que carinhosamente acariciei de dia, comer de noite, também é meio isso, hein… humano, criatura tão pecaminosa… bom, não é a mesma ovelha, no entanto. Nn, gostoso.
O bife de cordeiro de dia também foi gostoso, mas, comendo desse jeito, também é gostoso. …Falando nisso, só eu comi ovelha de dia também, hein. Se soubesse, tinha comido outra coisa.
O legume também tá gostoso. Legume crocante antes de assar completamente, e amolecido, cozido no suco da carne, os dois são bons.
De relance, olhando pro lado, a Sū, com rosto amargo, coloca pimentão na boca, e, vendo isso, a Sutefu também, com determinação de morte, coloca cenoura na boca, e as duas comem, "mogumogu".
Parece que as duas ficaram capazes de comer direitinho até o legume que não gostam. A Sū também deve ter motivo tipo "diante da criança".
『Obrigado pela comida!』
Barriga cheia, barriga cheia. Comi um pouco demais… toda vez, erro a quantidade que dá pra comer nesse corpo, hein.
…Só agora percebendo, mas será que engordei nesses dias, eu…? Na forma de criança, não chama tanta atenção, mas, quando voltar pra forma original, será que a barriga fica saliente. Quando voltar, vou fazer exercício…
Depois da refeição, cada um lê livro, assiste televisão, e, nesse meio tempo, revezando, entra no banho. Sendo tanta gente assim, conectando com [Gate] até a casa dos meus pais, emprestando o banho de lá também, resolvendo de algum jeito.
Também dava pra ir com magia de teletransporte até banho público, mas, em dia de saída igual hoje, trocar de roupa de casa, preparando várias coisas, saindo de novo, é trabalhoso mesmo…
Acho que tempo de passar relaxado, "daradara", só em espaço privado da família também é importante. Uhum.
Mesmo assim, não dá pra ficar relaxando demais assim. Preciso decidir o cronograma de amanhã.
— Nova York, Los Angeles, Las Vegas, Viena, Paris, Orlando, Machu Picchu…
Todo mundo tem lugar diferente que quer ir, hein. Viena deve ser a Sakura e a Yoshino, né? Paris deve ser a Rū e a Āshia, será? Vejo que querem comer comida francesa autêntica. Paris também fomos na lua de mel, mas…
E ainda, educacionalmente, Las Vegas deve ser ruim mesmo…
— …Onde fica Orlando mesmo?
— Estado da Flórida, Estados Unidos. Parece que tem parque temático dos maiores do mundo.
Ouvindo a explicação da Rīn, entendo imediatamente. Entendi, é o país dos sonhos com o rato que pilota barco a vapor.
— Esse Machu Picchu aqui é a Rīn, né?
— É isso mesmo, quero ver com meus próprios olhos aquela paisagem magnífica.
De fato, aquela paisagem, também tenho vontade de ver uma vez. Escrito no guia, mas parece que, do Japão, indo de avião até Cusco, e, de lá, de trem até Aguas Calientes (Vila Machu Picchu), e, de lá, ainda de ônibus. Parece levar mais de trinta horas do Japão, mas, com magia de teletransporte, é instantâneo. Se for só olhar e voltar, duas horas devem bastar.
Sensação de realmente ser só turismo e acabar, hein.
Se focar demais num só lugar, o tempo vai esgotar, então talvez seja melhor circular só os principais mesmo… na lua de mel também, na segunda metade, virou assim, hein.
Originalmente, viemos em viagem com sentimento de querer mostrar pras crianças a terra natal delas.
No exterior, não sabendo os costumes, vira trabalhoso de várias formas mesmo, hein…
Porque cada país, cada região, tem regra própria, afinal. Olha, tipo multa por jogar lixo em Singapura.
Isso também tá escrito no guia, mas, se jogar lixo, multa máxima de mil dólares, parece.
Ser cobrado mais de cem mil ienes é assustador… bom, parece que tem lixeira ali por perto mesmo, então talvez não precise ter tanto medo assim, no entanto.
Sem violar a lei desse país… falando isso, quem tá entrando ilegalmente não tem moral pra falar isso, hein.
Amanhã, deve virar sensação de circular ponto turístico famoso de vários países com magia de teletransporte. Hoje mesmo, preciso confirmar bem no site de mapa o destino pra onde vou.