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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 625

A Fazenda de Contato, e Cães e Gatos

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Capítulo 625 – A Fazenda de Contato, e Cães e Gatos

— Meemee!

— É mesmo, é cabra, né.

A Fuyuka, com tensão alta pela cabra dentro da cerca. Parece prestes a saltar do braço da minha mãe.

No dia seguinte da visita ao túmulo do vovô, viemos numa fazenda de contato famosa. Igual sempre, "pyoon" com [Gate].

Quando contei pras crianças a história de quando fomos no zoológico na lua de mel, ficaram com inveja, então pensei em ir de novo.

Ir no mesmo zoológico também não teria graça, então mudei um pouco o esquema.

Ou melhor, como irmão mais velho, me movi na direção de realizar o "desejo de tocar em animal" da Fuyuka. As crianças também não deram opinião contrária, ainda bem.

A fazenda de contato onde viemos é razoavelmente grande, parece que dá pra ter contato com vários animais.

Assim que entramos, logo tem área de pasto solto, e a Fuyuka já tá naquele estado de tensão.

Dentro da cerca, tem cabra, ovelha, burro, pônei, mini-porco, pato, até ganso.

O cliente entra dentro da cerca, tendo contato com os animais.

— A, ali tá vendendo comida, viu.

Onde a Eruze aponta, tinha máquina automática de ração. Dá pra comprar na máquina automática, é.

Bolacha de animal… dá pra dar pra cabra, ovelha, porco, coelho, pássaro, cavalo. Parece que só é permitido pros animais dessa área de pasto solto.

Comprando um, cai em maço de umas dez peças. Bastante, hein.

Vou comprar duas pra cada um? Espera, só isso já significa comprar mais de quarenta unidades…

Na cerca da entrada, tava escrito: "Se estiver segurando comida, os animais podem pular em cima ou dar cabeçada. Crianças pequenas, gestantes, e idosos, tomem cuidado".

Olhando bem, com certeza, os animais formam multidão correndo em direção aos clientes dando comida.

Filho de outra família tá com medo mesmo da animação excessiva dos animais. A, foi resgatado carregado no colo pelo pai.

— Talvez seja melhor as crianças darem comida de fora. Depois que a comida acabar, pode entrar e tocar, né?

De fato, conforme a Rīn fala, dá pra dar comida mesmo de fora da cerca também. Não acho que meus filhos vão ter problema com animal desse nível, mas, por precaução.

Quem quer entrar entra, e, por ora, decidimos fazer as crianças darem comida de fora da cerca. Bom, eu também vou dar comida de fora.

Cortando a fita de papel que amarra a bolacha, ofereço uma pra ovelha diante de mim.

"Kua!", esticando o pescoço, a ovelha começa a mastigar, "mushamusha", a bolacha da minha mão. Oo, animado mesmo, hein…

Tentando dar mais uma, "don!", de lado, a cabra interrompe, roubando a bolacha da minha mão. Esses aí tão tão famintos assim?

— A, eu ia dar pra esse aqui…

— Uwaa, tá vindo bastante!

— Fofo. Come, come.

As crianças também, "awaawa", parecem se divertir com os animais se aglomerando na comida.

Difícil mesmo é o grupo que entrou dentro…

— Espe, espera aí!? A, esse aqui não pode!

— Um de cada vez, um de cada vez, dessu gozaru! Wawawa!

— Dói…! Não pula em cima…!

A Eruze, a Yae, a Sakura, cercadas por animais, tavam sendo esmagadas. Aa aa aa, a roupa tá sujando… depois preciso aplicar [Clean]…

Aquela cabra ali já tá em pé nas patas traseiras, apoiando em cima da Sakura. Aura de "dá logo, dá logo" absurda.

A Sakura, apressada, deixa cair o maço inteiro de bolacha, e os animais se aglomeram em uníssono.

Aproveitando essa brecha, a Sakura é liberada, e alguns animais que estavam grudados na Eruze e na Yae também se afastam.

A Sakura, misturada entre decepção por acabar a comida e alívio por ser liberada dos animais, mostra rosto sutil.

— Sakura, quer minha parte de comida?

— …Não quero. Já degustei bastante.

Recusando minha oferta, a Sakura começa a acariciar a ovelha que tava perto.

As crianças que terminaram de dar comida também entram.

Basicamente, cabra e ovelha são dóceis mesmo. Se não tiver comida.

O pônei também é dócil. Como esperado, é pequeno pra cavalo mesmo. Só tem mesma altura que eu agora.

Esse aí seria potro, será?

— Se não me engano, pônei não é nome de raça, né?

— É isso mesmo. Cavalo pequeno abaixo de certo tamanho é chamado de pônei.

Diante da minha dúvida, meu pai responde. É mesmo. Se for isso, esse pônei e aquele pônei ali são raças diferentes? De alguma forma, aquele pônei ali é absurdamente pequeno, no entanto.

Altura menor que eu criança, tamanho não maior que cachorro.

— Aquele deve ser falabella? Menor cavalo do mundo, se não me engano… provavelmente, aquele deve ser adulto mesmo.

— Adulto sendo aquilo, hein…

Corpo pequeno, mas conteúdo adulto, é… opa? De alguma forma, sinto déjà vu e afinidade próxima…

— Meemee!

— É mesmo, é ovelha, né.

A Fuyuka mostra sorriso de bom humor, tocando na ovelha. …Cabra e ovelha, os dois fazem "meemee"?

Sinto que a voz da ovelha é levemente mais grave, no entanto.

— Mokomoko-daa

— Mokomoko mesmo, viu.

A Sutefu e a Sū acariciam a ovelha, "mofumofu". Tem uma com rosto branco e outra com rosto preto, hein. Raça diferente, será?

O filhote de ovelha ainda não tá tão "mokomoko" de pelo assim, tendo sensação mais fina. Isso também é fofo à sua maneira.

— Se ganhasse um pouco mais de carne, acho que ficaria com aparência boa, né, Okā-sama.

— É mesmo. Se passar um ano, acho que deve crescer, ficando na medida certa. Tem futuro promissor mesmo.

— Bui…?

A Rū e a Āshia, murmurando, "butsubutsu", acariciam o mini-porco. …Tão acariciando mesmo, né? Também parece que tão conferindo o quanto de carne tem.

A, o porco fugiu das duas. Porco-kun, me perdoa. Não é intenção maldosa nenhuma, sabe…

O pato se aproxima do porco que fugiu das duas, falando algo, "gāgā".

『Por isso te falei pra ficar de olho naquelas duas, né? Eu também recebi olhar assustador』

『Fiquei com medo. Melhor não ter chegado perto. Refletindo』

… Digamos isso.

Falando nisso, tinha filme com filhote de porco e pato aparecendo. Filme de filhote de porco adotado por fazenda, que originalmente teria destino de virar salsicha ou presunto, mas vira cão-pastor… ou melhor, porco-pastor.

Igual aquele filhote de porco e pato, os animais aqui também devem conversar animadamente sobre nós, seres humanos, será?

Uuum, com o ambiente tão pacífico ao redor, sem perceber, acabo pensando de forma fantasiosa.

Depois de degustar bastante os animais soltos, seguimos pra outro lugar.

— Parece que ali tem pavilhão de contato com cachorro e gato, viu.

Seguindo a orientação da Rinze, andando, tinha prédio onde, primeiro andar, tem contato com cachorro, segundo andar, tem contato com gato.

Trinta minutos, quinhentos ienes, é…

— Se for pros dois, leva tempo, então dividimos pelo que cada um gosta?

— Melhor mesmo.

Pela proposta da Yumina, sem esperar, acabamos divididos em time cachorro e time gato.

Yae, Yakumo, Hiruda, Furei são time cachorro.

Rīn, Kūn, Sakura, Yoshino são time gato.

Eruze, Eruna, Rinze, Rinne são time cachorro.

Rū, Āshia, Yumina, Kuon são time gato.

Sū, Sutefu, meu pai, minha mãe, Fuyuka são time cachorro.

Arisu, sendo que o Kuon é time gato, também vira time gato. O Kuon, sendo que adora o Kohaku, deve ser time gato mesmo.

A Yumina, originalmente, parece ser time cachorro, mas parece que combinou com o Kuon.

Eu? Desculpa ao Kohaku, mas, se a Fuyuka fosse pro lado do cachorro, decidi ir pra lá também.

Sinto que ouço a voz do Kohaku "ta-tal coisa!?", mas desculpa, hein. Sendo que na verdade sou time gato, me perdoe.

Separando do time gato, todo mundo do time cachorro paga junto, entrando.

— Uwaa! Tem monte de cachorrinho!

A Sutefu, brilhando os olhos, investe nos cachorros andando pela sala. Ei ei, não assusta tanto assim. A chihuahua que tava ali fugiu.

— Tem bastante, hein.

— Mamãe, aquele aí é fofo, viu!

A Eruze e a Eruna vão em direção ao filhote de poodle toy.

Tem vários tipos de cachorro, hein. Pomerânia, chihuahua, pug, shiba pequeno, border collie, dachshund, yorkshire terrier, golden retriever, poodle toy, maltês… além disso, também tem raça de cachorro que não conheço, andando sem espaço sobrando. Também tem tipo de cachorro grande, mas de constituição pequena. Será filhote?

Todos parecem dóceis, acostumados com humano. Talvez estejam selecionando cachorro com esse temperamento.

— Wanwa, wanwa!

A Fuyuka, com tensão alta, acaricia, "nadenade", o pomerânia que se aproximou. Se a Buranka visse isso, deve enlouquecer de ciúme… vou tirar foto.

Eu também acaricio a cabeça do golden retriever que se aproximou. Cachorro dócil, hein.

— Lembro do cachorro que criava na casa dos meus pais, antigamente, dessu gozaru.

A Yae fala isso acariciando o shiba pequeno.

— Hee, quer dizer que a família Kujū criava cachorro antes, é? Qual era o nome dele?

— Yaiba de nome, dessu gozaru. Faleceu quando eu tinha oito anos, dessu gozaru…

Oou… nome mais imponente do que pensei, hein… nome adequado a família de arte marcial mesmo.

Falando nisso, quase não vejo cachorro em Brunhild, hein. No senso comum do outro mundo, lobo e afins são animais perigosos, e cachorro, basicamente, é sinônimo de cachorro selvagem, então talvez seja inevitável.

E ainda, nosso país tem gato dominando com força, afinal… o esquadrão de gatos sob comando do Nyantarō é perfeito pra coletar informação da cidade abaixo do castelo, afinal. Gato que traz informação valiosa recebe recompensa de boa refeição e cama, afinal… naturalmente, vira cheio de gatos mesmo.

Pra não deixar aumentar demais, expulso à força gato que aprontou ou fez bagunça, no entanto.

— Todos são dóceis mesmo, hein.

— Sendo que criança também toca, provavelmente, devem estar reunindo esse tipo de temperamento mesmo.

Os cachorros aqui, sinto que todos são calmos. Não ficam animados demais, nem latem, "kyankyan". Bom, talvez tenham sido treinados assim, no entanto.

Mesmo assim, tem uns que ficam rondando ao redor da pessoa querendo atenção, e outros que dormem impassíveis num canto sem se importar nem um pouco, então parece ter variação na personalidade.

Um dos motivos pra eu não gostar tanto de cachorro é não ser bom com a animação excessiva, tipo modo alta tensão do cachorro, mas, sendo cachorro tão dócil assim, acho que não é ruim.

— Ahahaha! Todo mundo é criança boa mesmo!

— E, aquilo, tá tudo bem mesmo…?

De relance, olho a Furei sendo esmagada por cachorro grande tipo border collie e golden retriever. Tipo de pessoa que animal gosta é assim mesmo, será?

Falando nisso, a Hiruda e a Furei sempre cuidavam de cavalo no estábulo, hein… ouvi que cavaleiro, originalmente, é existência inseparável de cavalo. Também tem na palavra "cavaleiro", afinal.

No nosso lado, oficial superior monta em Pégaso ou Grifo, mas cavaleiro comum monta cavalo normalmente.

Mesmo assim, sendo que o próprio país não é tão grande assim, e, quando vamos pra outro país, acabamos usando [Gate], então não temos tanto cavalo assim pra dar um pra cada cavaleiro. Basta ter quantidade suficiente pra fazer ronda dentro do país.

Aquele apego que a Furei recebe deve ser porque tá acostumada com animal no dia a dia.

Aproveitando ao máximo o contato com cachorro até o tempo limite, quando saímos do prédio, imediatamente, o time gato desce do segundo andar.

— Como foi lá?

— Tinha vários gatos, fofo demais!

— Uhum. Aquilo é fofo. Fofura que o Nyantarō não consegue proporcionar. Afirmo isso.

Continuando a fala da Yoshino contando animada a impressão, a Sakura fala coisa bem cruel. Ele vai chorar, aquele lá…

— Tinha até gato que nunca vi antes, foi bem divertido mesmo, hein.

— Tinha gato branco e fofo! Era fofo!

O Kuon e a Arisu também parecem ter se divertido. Gato branco e fofo… será persa? Bom, que bom que o time gato também se divertiu.

De novo, todo mundo junto, andamos pela fazenda.

Dá pra ver e tocar animais em vários lugares. Diversão diferente do zoológico, hein.

— Cavalo grandee, né.

— Percheron… maior raça de cavalo do mundo, é.

— Nma!

Minha mãe, meu pai, e a Fuyuka soltam voz diante do cavalo grande na beira da estrada.

Ali, tava amarrado com corrente um cavalo maior que a altura do meu pai. Mas nossa reação é sutil. Uhum, cavalo maior que isso, no outro mundo, é abundante, afinal…

No Japão também tem cavalo grande chamado dosanko, mas esse aí deve ser maior que aquilo mesmo.

Falando nisso, o vovô comentou que a maioria dos cavalos que senhores de guerra da era Sengoku montam em dramas de televisão é raça ocidental, mas, originalmente, no Japão, só existia raça nativa pequena de cerca de cento e trinta centímetros de altura.

Devem usar tipo puro-sangue pra melhorar a estética da tela, mas, japonês antigo, sendo mais baixo de altura que hoje, mesmo cavalo pequeno, acho que o equilíbrio não era tão ruim assim.

Se não me engano, ouvi que altura média de homem na era Sengoku era cento e cinquenta e cinco, seis.

No fundo do percheron, tinha área de equitação, mas as crianças pareciam sem interesse tão grande assim. Bom, sendo ambiente que, no dia a dia, se quiser montar, consegue montar, afinal…

Na área além disso, dentro da cerca, tinha vários coelhos. Área do coelho, será?

Diante da fofura do coelho, as crianças e as esposas também brilham os olhos, investindo. Diferença absurda do cavalo, hein…

Ou melhor, falam que é fofo, mas vocês, de vez em quando, comem, né, coelho… bom, eu também como frango, mas acho pintinho fofo, então talvez não seja tão estranho assim, será…?

Parece que dá pra dar comida pro coelho também, mas não tinha cenoura. Algo tipo ração em pelota, ou feno. Achava que coelho é sinônimo de cenoura.

Diante da minha dúvida, meu pai explica.

— Aa, isso é impressão errada mesmo, viu. Coelho não é que gosta especialmente de cenoura assim. Essa imagem é influência de coelho protagonista famoso mundialmente desenhado por escritora de livro infantil inglesa. "Coelho gosta de cenoura" se espalhou por causa disso, parece. Bom, no livro infantil, o que realmente comia era rabanete, parece…

Aquele coelho de livro infantil, também já vi. Coelho vestindo casaco azul. Aquilo, não era cenoura, era rabanete, é… de fato, tava com impressão errada, hein…

— Provavelmente, cenoura tem quantidade alta de açúcar e caloria, então, se der pro coelho comer, deve engordar. Se for lanche, tudo bem, mas alimentação diária tipo comer bolo toda refeição não é bom, né.

— Aa… engordar seria ruim mesmo, hein.

Pra humano, mesmo não sendo tanto assim, será que é caloria alta pra coelho.

Se engordar, também é ruim pra saúde, afinal. …Opa, o movimento das esposas acariciando o coelho para.

— Sendo mantida em dieta constante mesmo, hein…

— Se vocês também fossem humanas, poderiam comer cenoura à vontade, né…

— Quando voltar, vamos fazer bolo de cenoura…

As esposas olham o coelho com olhar tipo "sinto compaixão de igual pra igual". Uuum, será que falei algo desnecessário, hein…

Brincando um tempo com os coelhos, seguimos pra próxima área. Nn? Aqui, dentro da cerca, tem espelho d'água, mas que animal seria, hein. Tá virado pro outro lado, então não sei bem, será javali?

Talvez percebendo a gente, esse animal se vira devagar em nossa direção. Aquilo é…

— Eeto… é aquilo, aquele, sabe,

— Capivara

— Isso, isso

Faltando pouco pra sair, minha mãe fala primeiro. Eu sabia, viu? Sabia, mas só não conseguia lembrar.

— Fofo

— Fofo, né

A Sakura e a Yoshino estendem a mão pra capivara.

Será mesmo…? Embaixo do nariz comprido, com rosto meio bobo, só isso que vejo, no entanto…

— Capivara é parente de rato, sabe. Em kanji, escreve "porco d'água".

— Rato, é… no outro mundo também existe espécie chamada rato gigante, mas não é fofo assim, não.

Diante do meu pai, com conhecimento geral inútil igual sempre, a Rinze responde de forma sutil.

Rato gigante seria aquilo, né? Rato de esgoto gigante que tem em masmorra… como esperado, comparar com esses aí seria injusto com a capivara. Nível de limpeza diferente. Esses aí têm cheiro ruim, sabe…

Uhum, comparado com aquilo, talvez seja fofo mesmo.

Nos despedindo da capivara, andando mais um pouco pra frente, vejo lugar onde cabra e ovelha tavam soltas em pasto. Será de novo praça de contato?

— Só tem filhote, hein.

— É mesmo.

Olhando bem, só tem filhote de cabra e filhote de ovelha. Eeto, experiência de dar mamadeira? Aa, dá pra dar leite com mamadeira, é.

Um por quinhentos ienes… preço razoável, hein… como esperado, melhor evitar fazer pra todo mundo mesmo…

Comprando cinco, decido fazer as crianças beberem duas por mamadeira, revezando. Os filhotes de cabra também não devem conseguir beber tanto assim.

— Uwawa! Espera aí!

— Aaa! Não rouba, viu!

Igual sempre, a demanda dos animais é absurda. Cinco mamadeiras, esticando o pescoço pela fresta da cerca, disputa intensa de "eu, eu" começa. "Mēmēmēmē", voz absurda mesmo.

Exatamente lei da selva. Sendo animal levemente distante dessa expressão, no entanto.

Segundo explicação do funcionário, isso é limitado por quantidade de vezes mesmo. Bem lógico. Se todo mundo ficasse satisfeito, seria impossível.

Num piscar de olhos, as cinco mamadeiras esvaziam, e os filhotes de cabra e ovelha se afastam satisfeitos. Entre eles, alguns ainda parecem achar que vai receber mais, esticando o pescoço em direção à mamadeira vazia. Desculpa, já acabou, viu.

Olhando os filhotes de cabra ainda parecendo não satisfeitos, de algum lugar, "guu", som de barriga soa. O olhar de todo mundo se concentra num só ponto.

— …Por isso, não fui eu, dessu gozaru. Por que sempre olham pra mim primeiro, dessu gozaru!?

— Não, é que…

— Né…

Isso já era esperado mesmo, né. Então, direcionam olhar pra Furei, segunda suspeita, mas, segurando a mamadeira vazia, ela balança a cabeça pra direita e esquerda, "bunbun".

— Desculpa, foi eu agora. Fiquei com fome…

Levantando a mão timidamente foi a Arisu. Já tá quase meio-dia, afinal. Eu também tô ficando com fome.

— Parece que tem restaurante ali. Vamos ver?

Onde minha mãe aponta, tinha prédio tipo cabana escrito "Restaurante da Fazenda". Sensação exatamente de restaurante de fazenda mesmo, hein.

Como esperado, deve ter comida usando leite fresco e carne, será?

No aquário também pensei isso, mas, comendo carne desse tipo do lado onde tem esse animal, sinto leve resistência mesmo, hein…


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