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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 633

O Pai Ideal, e o Negócio do Futuro

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Capítulo 633 – O Pai Ideal, e o Negócio do Futuro

A gravidez da Yae e da Hiruda foi descoberta, virando alvoroço no castelo inteiro.

Grito de festa e palavra de parabéns disparados um atrás do outro, e as camareiras já se empolgam pensando em preparar tudo que o bebê vai precisar a partir de agora.

O Kōsaka-san, meio se emocionando com "com isso, finalmente um herdeiro pra Casa Ducal", mas, desculpa, as duas crianças que vão nascer são meninas.

Se não tiver filho homem, tem país onde até filha consegue herdar título ou trono. O Ducado também é assim. Só num caso extremo de não ter filho homem, no entanto.

Normalmente, considerando a possibilidade de não nascer filho homem, provisoriamente considera a filha mais velha como herdeira, ensinando educação real, dizem.

Não terem feito isso deve ser porque já sabiam que, mais tarde, o Kuon ia nascer, será.

Bom, tendo nove esposas, também deve ter pensado que, pelo menos uma, com certeza, ia dar filho homem.

Não só dentro do castelo, na cidade abaixo do castelo também já virou boato, parece que já criou clima de festa.

Nesse mundo de taxa de natalidade baixa, geralmente não anuncia pro público até nascer com certeza, mas, no caso das duas, sem dúvida vai nascer com segurança, então tá tudo bem. Sendo celebrado por todo mundo já é grato.

Provisoriamente, como Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo deu permissão, avisei minha mãe e o pessoal também por telefone, e recebi grito "conseguiu!" em voz alta. Meu tímpano…!

Mesmo assim, até uns onze, doze anos, não posso deixar meu pai e minha mãe encontrar as crianças daqui.

Bom, nisso, o eu do futuro vai fazer encontrar as crianças do futuro, então tá tudo bem, mas sinto pena de não conseguir ver com os próprios olhos o crescimento desde bebê.

Minha mãe já falou pra gravar vídeo sem parar desde agora, mas isso já era minha intenção mesmo.

…Espera aí? Esse vídeo de registro de crescimento, o eu do futuro naturalmente já deve ter, né?

Não pode ser, será que minha mãe e o pessoal vão conseguir ver o crescimento da Yakumo e o pessoal antes de mim mesmo? Isso não é meio injusto!?

Enquanto seguro sentimento de incômodo, eu lia livro de maternidade em e-book.

Mesmo estando confirmado que vai nascer com segurança, não significa que dá pra relaxar. Futuro é coisa que a gente mesmo constrói. Justamente por isso, preciso deixar tudo preparado direitinho.

Humhum, cuidado com resfriado e infecção. Cuidado com falta de ácido fólico? O que seria comida que dá pra pegar ácido fólico…? Brócolis?

— Colocando tanto empenho desde agora assim, vai cansar, viu?

— A, será mesmo…

Fui repreendida pela Rīn com tom exasperado. Ou melhor, se for na ordem, a próxima é você, no entanto.

Comparado com a Yae e a Hiruda, a Rīn tem corpo pequeno, será que vai ficar tudo bem no parto dela. Não, sendo que o Kuon existe, deve ter ficado tudo bem, no entanto…

Nesse mundo, a taxa de natalidade do plebeu é baixa, mas, na verdade, limitando a nobre e grande comerciante, não é tão baixa assim.

Por quê, existe técnica injusta chamada magia de cura.

Mesmo fazendo cesárea, sem deixar nem cicatriz, dá pra curar logo depois do parto. Sangue e força perdidos não dá pra curar, mas, mesmo assim, ter isso ou não fazer diferença abismal.

Se juntar conhecimento da Terra a isso, a medicina desse mundo deve avançar ainda mais. Justamente por isso, comprei vários livros de medicina da Terra, mas nunca imaginei que ia precisar tão cedo assim…

— Como direi, sentimento sutil. Eu tô aqui, mas, mesmo falando que tô na barriga da minha mãe também…

— É mesmo, hein. Sentimento estranho mesmo.

A Yakumo e a Furei mostram sorriso amargo olhando a barriga das próprias mães, ainda não muito grande.

Em filme de salto no tempo, tem bastante desdobramento tipo "se encontrar seu próprio eu do passado, o passado muda, então o eu de agora desaparece", mas, nesse caso, será que tá seguro mesmo?

Em mangá voltado pra criança também, tem história tipo "trazer eu do futuro pra ajudar com lição de casa de hoje", né.

Bom, se o eu do futuro vier pra cá, falando sem parar coisa do futuro tipo "depois disso vai acontecer isso" "isso e aquilo vai virar assim, então melhor fazer assim", talvez perca a graça de esperar o futuro.

Já sei demais mesmo, afinal.

— Como tá a saúde das duas?

— Agora, não tenho nada, dessu gozaru. Naquela hora, o cheiro de arroz e curry ficou insuportável mesmo…

— Eu também. E, agora, cheiro de perfume e café também sinto forte demais…

Isso deve ser aquilo, enjoo, hein…

Deixa eu ver, enjoo geralmente começa por volta da quinta semana, atingindo o pico entre a oitava e décima semana, e geralmente se acalma dentro do início da gravidez, entre a décima segunda e décima quarta semana, é… ainda faltam sete, nove semanas… continua por uns dois meses, é.

Pensando bem agora, ultimamente a Yae também parecia bastante sonolenta, talvez fosse sintoma de gravidez também… fico decepcionado comigo mesmo por não ter percebido esse tipo de coisa…

Lendo o livro de maternidade, penso que, nesse tipo de hora, homem é mesmo impotente.

Opa? Se esfriar o arroz uma vez, o cheiro diminui, ficando mais fácil de comer… é. Também tem lista de coisa melhor não comer, coisa melhor comer durante a gravidez. Vou ensinar isso pra Rū depois.

Precisa pegar nutrição também pro bebê na barriga, deve ser trabalhoso mesmo, hein… preciso estudar direitinho também, me esforçando junto.

Vou virar pai de verdade mesmo. Bom, também sinto pressão considerável com isso, no entanto.

Será que não tenho confiança de conseguir virar pai de verdade? …Pai de verdade, o que seria, afinal?

Meu pai, acho que era mais de estilo deixar solto. Lembrança de infância, também tenho mais com o vovô. Naquela época, trabalho tava corrido, afinal.

Mas não era que não nos dávamos bem ou não gostávamos um do outro, e acho que também não tive fase rebelde… provavelmente. Teve época conturbada na adolescência, mas foi principalmente coisa de fora, tomava cuidado pra não incomodar a família.

Isso talvez seja porque, mesmo com pouca convivência, sentia que meu pai me observava direitinho.

Sendo estilo de deixar solto, mas repreendia quando precisava repreender, elogiava quando precisava elogiar, fazia isso direitinho.

…Só quando descobri que ia virar pai eu mesmo, sinto que consegui entender de verdade a gratidão de ser pai pela primeira vez.

Bom, observando essas crianças, sinto que não fiz educação errada, mas sinto que quem educou não fui eu, no entanto…

— Bom, de qualquer forma, vou pedir pra Flora cuidar da saúde de vocês, então tomem cuidado, tá? A, luta de treino e afins, por enquanto, proibido, viu?

— E!? Não pode, dessu gozaru!?

— I, isso é cruel demais!

— Não, se errar e cair, ou bater na barriga, o que faço, hein…

Exercício intenso durante a gravidez não pode mesmo, né… no livro também tinha que exercício com salto ou exercício prolongado, exercício que comprime a barriga, não pode, não tinha?

Queria que se limitassem no máximo a caminhada. Pras duas, que adoram mover o corpo, deve ser cruel mesmo, mas.

…Já meio tarde, mas nossa Ordem de Cavaleiros tem bastante cavaleira mulher. Quando, no futuro, elas se casarem e tiverem filho, pra conseguirem descansar sem preocupação, licença de cuidado infantil é necessária mesmo.

E também creche dentro do castelo, digamos. Pra conseguir ir ver a criança na hora do almoço mesmo trabalhando. Uhum, aproveitando essa oportunidade, vou falar com o Kōsaka-san pra pensar nisso.

Por fim, apesar do imprevisto alegre da gravidez da Yae e da Hiruda, a despedida das crianças tá chegando perto.

Depois de amanhã, as crianças já voltam pro futuro.

Seria bom conseguir fazer algo tipo memória final… a.

— Vamos tirar foto.

— Ha?

Diante do meu murmúrio, as esposas direcionam olhar tipo "o que tá falando agora, de repente" sem entender o significado. Não pode, faltou explicação.

— Vamos tirar foto todo mundo junto. Foto de grupo da família.

— Aa, entendi. Isso pode ser bom mesmo!

A Yumina bate palma, como se tivesse entendido.

— Fufufu. Pensando que ia ter esse tipo de ocasião! Chegou a vez dessa câmera reflex digital comprada na Terra!

Com rosto orgulhoso, a Kūn ergue câmera preta e robusta. Comprei isso mesmo…? Comprando tanta coisa diferente, já nem sei mais direito, hein…

— Local de filmagem, melhor ser diante do canteiro de flor do pátio interno mesmo. Vou preparar tripé também…

— Espera, espera! Se vai tirar direito, quero trocar de roupa!

A Eruze põe freio na Kūn animada. De fato, se for tirar foto direito, melhor trocar de roupa mesmo, será?

Quando tira foto de família em estúdio fotográfico e afins, todo mundo se arruma bem, né. Tipo aquilo, será?

— Se for vestir vestido, talvez seja melhor dentro de casa, sabe?

— Não seria melhor tirar duas vezes? Fora com roupa casual e dentro com traje formal.

A Rinze e a Yumina também se juntam, cada uma dando opinião que teve. De alguma forma, tá virando coisa grande, hein… era pra ser foto comemorativa leve, no entanto…

Bom, talvez as esposas também quisessem foto de verdade com as crianças.

Por ora, decidimos tirar de teste, reunindo todo mundo no saguão de entrada, tirando uma foto.

Tiramos na escada, com composição de mim no centro e cada esposa ficando atrás do respectivo filho, mas isso, de alguma forma, senti que ficou meio errado. Não, não é que ficou ruim, mas parece foto comemorativa de posse de gabinete. Nascimento de ministro criança, é isso? Escada e tapete vermelho foi ruim, hein…

Saindo pro pátio interno, colocando algumas cadeiras, tirando com todo mundo aglomerado tipo se aconchegando, ficou foto comemorativa com sensação bem boa.

Animado, também tirei foto em trio, eu, uma esposa, e a criança entre nós dois.

Bom, mais que criança, parece mais foto com irmão mais novo, no entanto.

Não sei quem avisou, mas, no meio do caminho, o Ende e o pessoal também apareceram, e decidimos tirar foto com a Arisu também. Foto de família da Arisu, e foto de grupo de cada família centrada no Kuon e na Arisu. Isso também, cada uma, achei que ficaram foto bem boa. Se não fosse o Ende olhando pro Kuon com olhar absurdo. Disfarça um pouco, oras.

Transferindo a foto pro smartphone de cada um, pedi pro Doutor também imprimir. Depois, vou colocar em porta-retrato, decorando na mesa do escritório. Com isso, dá pra aguentar até trabalho pesado.

Depois de a Rū e a Āshia prepararem jantar leve pras duas grávidas, e comer, todo mundo foi pro banho.

Eu, sozinho, saindo pra varanda, sentindo brisa noturna agradável, bebia suco gelado na mesa colocada ali.

Se bebesse álcool aqui, ficaria com um pouco mais de estilo, hein. Não consigo virar dândi de jeito nenhum mesmo.

Mantendo regra que decidi pra mim mesmo de não beber antes dos vinte anos, ainda não bebo álcool. Bom, já quebrei algumas vezes, no entanto.

Quantas pessoas existem, afinal, que nunca beberam álcool até os vinte anos (isso deveria ser o normal, no entanto)?

Levemente curioso, pesquisando, surpreendentemente, setenta por cento dos menores de idade já bebeu alguma vez. Eee…? Sinto que fica bem vazio mantendo a regra, hein… não, eu também já bebi, então sou um dos setenta por cento, é…

Por outro lado, parece que também tá avançando o afastamento do álcool entre os jovens. Gente na faixa dos vinte com hábito de beber é cerca de oito por cento do total, faixa dos trinta é cerca de dezessete por cento, hein.

Lembro que a geração do vovô bebia igual esponja, no entanto. Gente do outro mundo também bebe bastante mesmo, hein…

— Nn?

Sentindo presença atrás de mim, quando me viro, o Kuon tava de pé.

— Ah, não foi pro banho com todo mundo?

— Não, eu pensei em entrar com o Chichiue.

Aa… o Kuon já tem seis anos também, e essa criança é madura pra idade, afinal… mesmo sendo mãe ou irmã, talvez já seja idade em que fica vergonhoso entrar no banho junto mesmo.

Entendo esse sentimento. Eu também, sinto que parei de entrar com minha mãe por volta dessa idade. Em banho público, acho que também era proibido banho misto acima de sete anos.

— O Kuon também bebe?

— Aceito

Na frente do Kuon, sentado no assento oposto, tiro do [Storage] copo com suco de uva.

Hmm, como direi, ficando só com o filho, não sei o que conversar, hein…

— Como será o eu do futuro, afinal?

— Como… quer dizer?

Tentei perguntar pro Kuon o que pensei durante o dia, mas, talvez não entendendo o significado, ele inclina a cabeça.

— Eeto, tipo como pai, ou…

— É… como direi. Não só nesse país, resolvendo conflito entre outros países também, criando novo negócio, como rei também, respeito o senhor, mas, como pai também, acho que é admirável. Deixa fazer o que quero fazer, também escuta bem o que falo, cuida com carinho. Coisa que não sei, pensa junto comigo mesmo não sabendo, e, mais que tudo, valoriza a Hahaue e as mães. Eu também, algum dia, quero virar pai desse tipo…

— Espera, espera, para! Isso, meio vergonhoso demais!

Quem é isso, afinal!? Não consigo nem imaginar minimamente, viu!?

E, será que caí em alguma fonte, virando trocado por "belo Tōya-kun"?

O eu que o Kuon conhece é o eu de mais de dez anos no futuro, então deve ter acumulado bastante experiência, mas nunca imaginei que o filho pensasse assim de mim…

Sentimento tipo feliz, e tipo vazio, como se estivessem elogiando alguém que não sou eu… sentimento estranho.

— B, bom, é, pode ser que tô me esforçando como pai e como trabalho de rei também…?

— Se esforçando… é, acho que sim, se esforçando. Sinto até que se esforça demais. Quando o Chichiue faz coisa incrível seguidamente, às vezes penso que nunca vou conseguir alcançar essas costas. Será que consigo herdar isso, guiando corretamente esse país…

O Kuon murmura isso com tom levemente desanimado.

Inesperado. Até essa criança tinha esse tipo de preocupação, hein. Parece maduro, mas, mesmo assim, ainda é criança, então é natural ter ansiedade sobre o futuro mesmo. Não, justamente por ser maduro, sente ansiedade sobre o futuro, será?

Quando eu tinha idade parecida com o Kuon, sinto que nunca tive preocupação a esse ponto…

……Será que eu era otimista demais…? Não, criança dessa idade não é assim mesmo? Diferente?

Acho que a Rinne e a Sutefu também não pensam tanto assim.

— Não acho que precise ficar tão ansioso assim, viu. O Kuon pode fazer o que o Kuon consegue fazer. Junto com todo mundo ao redor. Se valorizar as pessoas com sinceridade e se esforçar, as pessoas ao redor vão ajudar. Se errar, vão avisar. Não precisa se esforçar sozinho. Se puder confiar, pode confiar até nos pais, até em deus. Se resolver assim, não tem problema nenhum.

Eu mesmo sempre fiz assim. No fim das contas, o que uma pessoa sozinha consegue fazer tem limite mesmo.

Até agora, sempre consegui superar qualquer dificuldade porque tinha todo mundo. Espero que o Kuon também consiga fazer bastante companheiro.

…Mesmo que vire tipo eu, ganhando bastante esposa, seria complicado, no entanto…

A Arisu, provisoriamente, parece não ter problema com esposa secundária desde que ela seja a principal, mas sinto bastante coisa tipo dependência, sensação de yandere, em relação ao Kuon, hein… aquilo, com certeza, é sangue do Ende…

Bom, sendo o Kuon, acho que consegue equilibrar bem o relacionamento entre as esposas mesmo.

— No futuro, além da Arisu, não tem amigo?

— Amigo? É, deixa ver, tenho amigo chamado Rōtasu e Miran.

Opa, tem amigo direitinho, hein. Rōtasu e Miran?

— O Rōtasu é filho segundo do Rōgan-san, capitão da patrulha de cavaleiros, e o Miran é filho mais velho da Mika-san, gerente do "Lua de Prata", com o cavaleiro de patrulha Rantsu-san.

Haa… filho do Rōgan-san, e filho da Mika-san com o Rantsu-kun, hein.

Como esperado, a Mika-san e o Rantsu-kun acabaram se casando mesmo, hein.

Segundo a fala do Kuon, os dois parecem tá animados dizendo que vão entrar pra Ordem de Cavaleiros. Candidatos a assessor próximo do Kuon, será?

— Também tenho vários amigos próximos de outros países, sabe. Incluindo primos como a Bīche-nē-sama e o Jūrōta-nī-sama.

Nn? Bīche, se não me engano, é Beatorīche… filha do Rainharuto-nī-san, irmão da Hiruda? Jūrōta seria, não pode ser…

— É filho do tio Jūtarō.

— Como imaginei.

Filho do irmão Jūtarō, é. Pra mim, viraria sobrinho, é. Pro Kuon, não tem laço sanguíneo, mas, de fato, é primo mesmo.

O príncipe Yamato do Reino de Belfast também é tio, e também é primo do príncipe herdeiro do Império Regulus. De uma forma ou de outra, o Kuon acabou tendo bastante laço sanguíneo mesmo. Bom, isso é culpa minha, no entanto.

Pensando assim, casamento político é coisa importante pro país mesmo, hein… espera, cada lugar é cada lugar, minha casa é minha casa! Não vou dar minhas filhas em casamento não!

Igual representante de cada país conversando em conferência mundial, parece que, em casamento e evento de cada país, as crianças da família real também têm certa interação.

Se for conhecido desde criança, deve ser mais fácil de ficar amigo mesmo, né. Talvez brigue e fique com relação ruim também, mas, nisso, outros países devem intervir mediando.

Ouvindo a conversa das crianças, sinto que o futuro é brilhante mesmo…

Falando nisso, agora há pouco, ele falou que eu tinha criado novo negócio, será que comecei alguma coisa?

— Aa, negócio de comunicação, né. Centrando em Babylon, fiz possível fazer comunicação por smartphone em escala mundial. Na época em que eu tava, acho que quase todo nobre tinha um. Parece que, em seguida, tava pra lançar smartphone barato voltado pro plebeu…

E!? No futuro, smartphone se popularizou tanto assim!? Mesmo agora, já entrego pra líder de cada país e assessor próximo e ministro deles, mas…

Não, é conveniente sim, mas… isso, espalhar assim ferramenta mágica criada por outro país por todo o próprio país, tá tudo bem mesmo? Não pensa em coisa tipo estar sendo escutado? No Japão também teve app suspeito desenvolvido por outro país, né?

Quando falo essa dúvida em voz alta, o Kuon sorri, "fu", com sorriso niilista.

— Exatamente como o Chichiue planejou, ferramenta útil que já se acostumou uma vez, não dá pra abandonar tão facilmente mesmo…

— Não, não tava distribuindo com esse tipo de intenção, viu!?

Entre reis, se conseguir conversar rapidamente, achei que seria conveniente em vários sentidos! Não! Parece que eu tava planejando algo maligno a longo prazo!?

— Também falava sobre transmissão de televisão usando placa de cristal brilhante… desenvolver imagem de espírito, espalhar isso.

— Vai virar rei da mídia, é…

Televisão, hein… bom, tem lado de rei de informação e entretenimento, então, sem dúvida, deve virar grande sucesso, mas…

Se smartphone vier primeiro e televisão depois, boato falso descuidado não deve conseguir se espalhar tão facilmente assim, então talvez tenha certo grau de confiabilidade mesmo…

Igual estação de televisão da Terra, preciso tomar cuidado pra não fazer reportagem tendenciosa conveniente pra si mesmo. Trabalhoso, hein…

Mas, se conseguir fazer televisão, talvez dê pra usar de várias formas. Eventualmente, no fim do ano, fazer até competição de música?

Smartphone se espalhar tanto assim no futuro, talvez seja coisa levemente boa mesmo. Pessoa e pessoa se conectando de vários jeitos, eventualmente, isso virar onda grande, movendo o mundo também acontece.

Bom, depender demais disso também vira problema, no entanto. Informação é só informação, gostaria que pensassem com a própria cabeça mesmo.

Daqui pra frente, realeza e nobreza também talvez não consigam mais menosprezar o povo. Mau feito deve se espalhar rapidamente também. Nesse sentido, talvez fosse melhor não ter espalhado smartphone, no entanto.

— Bom, seria tipo "brinde ao futuro junto com o smartphone", será.

Inclinando o pensamento em direção ao futuro que o Kuon contava, inclino o copo.


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