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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 632

O Administrador do Mundo, e a Boa Notícia

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Capítulo 632 – O Administrador do Mundo, e a Boa Notícia

Depois de fazer uma pausa no trabalho, descansando, eu observava distraído, da varanda do castelo, as crianças brincando no pátio interno.

— Já falta pouco pra despedida, hein…

Enquanto bebo chá na mesa da varanda, sentada de frente, a Yumina murmura isso.

Não pode. Toda vez que penso na proximidade desse dia, o sentimento afunda mesmo.

Pras crianças, é retorno pra própria época, então deveria ser coisa boa mesmo.

Aquele famoso filme de salto no tempo, aquele professor que mandou de volta pro futuro o amigo que veio parar no passado, será que sentia esse tipo de sentimento também.

Não, ele mandou embora animado, "vamos nos encontrar de novo no futuro". Nós também precisamos mandar com sorriso.

— Quando a Arisu chegou pela primeira vez, fiquei surpresa. Sendo filha do Ende-san e da Meru-san vinda do futuro. E ainda, ouvindo que até nossas crianças viriam pra cá, já não entendia mais nada…

— Foi mesmo, hein.

Pensando bem, aquilo foi o começo. Sinto que faz tempo pra caramba, mas foi coisa de só alguns meses atrás.

A Arisu chegou, a Kūn chegou… e, dali, a Furei, a Eruna, a Rinne, a Āshia, a Yoshino, a Yakumo, o Kuon, a Sutefu.

Demorou bastante até reunir todo mundo mesmo, hein. A Yakumo e a Yoshino, conseguindo usar magia de teletransporte, ficavam relaxadas dizendo que podiam voltar a qualquer momento, circulando por aqui e ali.

Crianças vindo do futuro… exagero demais como imprevisto.

Bom, mesmo sendo estado limitado, agora eu também fiquei capaz de fazer movimento temporal, então, como possibilidade, agora entendo que existia mesmo.

A irmã Karen e a irmã Moroha também pareciam ir de vez em quando até o futuro dar as caras, afinal.

— Mas foi bom mesmo ter conseguido cumprimentar o Otō-sama e a Okā-sama. Também deu pra apresentar as crianças.

De fato. Com essa sequência de incidente, poder voltar pra casa na Terra foi bom mesmo, né.

Mesmo sendo uma vez por ano, poder ver diretamente o crescimento da irmã é bom mesmo.

— Eventualmente, o Otō-sama e o pessoal também vão convidar pra cá, né?

— Uuum, meu pai e o pessoal parecem querer fazer isso, mas… tem trabalho e várias coisas…

Bom, falando algo levemente inconveniente, dinheiro, eu consigo resolver de algum jeito, então meu pai e o pessoal não precisam nem trabalhar, no entanto.

Mas, uma vez vindo pra cá, precisa ficar aqui por um ano inteiro. Nesse meio tempo, fica completamente sem contato mesmo, hein.

Será que dá pra pedir pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo pra desbloquear de algum jeito a comunicação de internet. Se conseguir isso, basicamente, os dois trabalham remoto, então dá pra trabalhar mesmo no outro mundo. E, mesmo sendo e-mail, se conseguir contatar meu pai e o pessoal, seria grato de várias formas.

Falar não custa nada. Por ora, vou perguntar. Também preciso entregar presente da Terra.

— Vou até Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo um pouco.

— E? Aa, sim.

Ouvindo a voz levemente exasperada da Yumina, salto pro reino divino com [Teletransporte Interdimensional].

— Não tem problema, viu. Ou melhor, no momento que já consegue fazer [Teletransporte Interdimensional] pra Terra, essa regra já é como se não existisse mais mesmo.

— E? Sério mesmo?

De alguma forma, a permissão foi dada facilmente, e sinto meio decepção, tipo golpe no vazio.

Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo bebia com gosto chá verde de qualidade, presente que comprei, no copo de chá também trazido de presente. Acompanhamento é yōkan comprado em Asakusa.

— O motivo de tornar impossível comunicação de outro mundo pra Terra foi porque achei que ia gerar confusão na Terra. Se postar na internet "agora tô em outro mundo!", com foto e vídeo, viraria coisa séria, né?

— Isso é… bom, sim.

— E ainda, se descobrissem que isso é você, que já deveria estar morto na Terra, ia causar bastante incômodo pros seus pais também. Por isso, coloquei essa restrição.

Entendi… de fato, se fosse eu, recém-chegado no outro mundo, talvez tivesse tentado contatar meu pai e o pessoal. Não sei se acreditariam. E-mail de filho morto. Talvez achassem que era pegadinha de mau gosto, indo direto pra lixeira & bloqueio.

— Bom, a situação também é diferente daquela época e agora. Com duas voltas pra casa, já não acho que tenha mais essa preocupação, e, se acontecer algo, você já virou posição de conseguir se responsabilizar sozinho. De qualquer forma, contatar Terra com esse smartphone não tem problema. Naturalmente, pense bem com quem vai contatar, tá? Se causar confusão do outro lado, precisarei aplicar punição adequada, afinal.

Bom, isso é natural mesmo, né.

Recebendo carteira de motorista, ganhando direito de andar em via pública, precisa respeitar regra de trânsito.

De qualquer forma, com isso, dá pra mandar e-mail e dado de imagem pra Terra, então meu pai e o pessoal, mesmo vindo pra cá, provisoriamente, dá pra trabalhar. Pra isso, precisam digitalizar o trabalho, no entanto.

Meu pai parece ter interesse em digitalização, então acho que tá tudo bem, mas, minha mãe, como será, hein…

Ouço que mangaká digital também tá aumentando, então talvez não seja ruim minha mãe começar isso também, aproveitando essa oportunidade.

Na pior das hipóteses, também tem método de escanear o desenho, mandando, mas… bom, isso deve ser conversa pra alinhar com a editora, será…

— Isso à parte, sobre a segunda leva de deuses querendo tirar folga no seu mundo, na próxima…

— E!? Já a próxima!? Ainda nem se passou um ano, viu!?

Esse mundo tá sendo usado como área de descanso dos deuses, e o administrador disso ficou sendo eu.

Os deuses que desceram na vez passada vieram na hora do meu casamento, então ainda não se passou um ano. Mesmo assim, já vem a próxima leva de deuses!?

— Não não, não é agora imediatamente, viu. Por ora, tô pensando em selecionar os próximos deuses que vão descer.

— Aa, esse tipo de…

Fiquei surpreso. Provisoriamente, os dez deuses que desceram da vez passada não causaram problema em particular, mas… não, o deus dos óculos, sinto que teve problema levemente, no entanto…

— Deuses que dão pra tolerar problema, gostaria que evitasse, viu…

— Provisoriamente, quem tá pedindo é: deus do pastoreio, deus do oceano, deus da montanha, deus do voo, deus da deriva, deus das vestimentas, deus da destruição…

— Não vai, viu! Deus da destruição não vai, viu!

Interrompendo a fala de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, sem perceber, grito. Se o deus da destruição descer na terra, vira coisa absurda mesmo, viu! Alguma provocação, é!? Aquele senhor!

— Bom, achei que ia falar isso mesmo… provisoriamente, ele prometeu que não usa poder divino na terra, mas…

— Não confio nem um milímetro nisso. Ou melhor, aquele deus, mesmo sem usar poder divino, sinto que consegue destruir um continente inteiro tranquilamente, viu?

— Uuum… bom, deve conseguir, mas, isso, o Tōya-kun também é igual, né?

Diante dessa resposta de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, fico levemente sem palavras. Não, se falar se consigo ou não, consigo, mas…

Aquele aí é senhor de pensamento simplista, que, sempre que dá, fala "destrói logo isso". Deixando andar livremente na terra, não sei que tipo de dano vai chover. Não sendo diferente de tufão ou terremoto, e talvez vire até desastre maior que isso.

— De qualquer forma, deus da destruição não vai, viu.

— Entendi. Mas parece que vai reclamar, hein…

Mesmo reclamando, do meu lado também fico em apuros. Espero que só sirva pra deixar claro a falta de confiança gerada pelo comportamento habitual dele.

Mesmo assim, como isso vai dar trabalho pra Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, deixo algumas garrafas de bebida de luxo comprada na Terra.

O deus da destruição também parece gostar de bebida, então espero que dê pra disfarçar com isso. …Não vai falar que quer descer na Terra, né…?

Falando nisso, o deus do voo também pediu folga, é? Se não me engano, já encontrei antes. Deus tipo pardal pequeno, né.

Se for tão inofensivo quanto aquele, não teria problema, no entanto.

E, o deus do oceano e o deus da montanha, são aqueles deuses casal que brigavam, encontrados antes, né. Será que vão namorar melado por aqui… deixando quieto, deve tá tudo bem, no entanto…

— A volta pra casa foi divertida?

— Sim. Consegui apresentar direitinho pros meus pais as esposas e as crianças, e também consegui fazer turismo em vários lugares.

Dizendo isso, Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo acena satisfeito.

— Quando acabei matando você, fiquei apressado, sabe. Quando escorregou da mão o raio divino que polia, e caiu… nossa, fiquei tenso demais. O grande consegui de algum jeito não deixar cair, mas, entre os dedos, um pequeno acabou caindo. Mesmo assim, achava que, mesmo com raio grande caindo no chão, não teria influência considerável, mas atingiu diretamente um garoto no chão. Pensei "que criança com sorte ruim".

Não, sorte ruim, sendo culpa de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, né…? Ou melhor, morri de verdade por descuido mesmo, hein, eu…

— De tanto apressado que fiquei, troquei seu corpo por falso, trazendo direto pro reino divino, ressuscitando. Como resultado, acabou ressuscitando como raça divina, mas…

— Esse tipo de caso é raro?

— Não, tem bastante caso de pessoa que cumpriu grande feito na terra, ou que foi cultuada, virar raça divina. Deus originalmente humano, deus originalmente animal, tem razoável quantidade, viu. Suas esposas também, virando subordinadas, viraram existência próxima de deus, né?

Falando nisso… isso também eu queria perguntar, mas, minhas esposas, o que vai acontecer daqui pra frente, hein? Ouvi da irmã Karen que posição delas é parecida com anjo ou espírito, mas…

— Sendo subordinada de deus, se você não morrer, elas não devem morrer por vida útil e afins. No sentido real, é destino compartilhado mesmo. Bom, passando dois mil anos, deve virar divinizada, então, dali, deve virar deusa subordinada, e, eventualmente, deve virar raça divina de verdade mesmo. Nascimento das nove deusas, é.

Uwaa… quer dizer que minhas esposas também, eventualmente, vão virar deusas mesmo… como direi… sinto forte sensação de tê-las envolvido nisso…

— As crianças são…

— Sendo filho de deus, mas não é filho entre raças divinas, afinal. Deve viver bastante tempo, mas deve terminar a vida como meio-deus mesmo. Bom, depois da morte, também é possível fazer virar seu subordinado, divinizando.

Como direi, hein, não é estranho que as crianças, sendo meio-deuses, virarem deus mais tarde que as próprias esposas, que são só humanas?

— Você jurou passar a vida junto com as esposas, né? Também deseja ficar com as crianças a vida toda?

— …Não, não desejo isso.

As crianças são preciosas. Mas não é que penso em querer que elas sigam a mesma vida que a minha. Quero que as crianças sigam a própria vida delas.

Filho não é posse dos pais. As crianças também, eventualmente, viram adultas, saindo do nosso ninho. Isso é natural mesmo.

Eu decidi caminhar junto pela vida não com as crianças, e sim com as esposas. Entendi, por isso, virar subordinada, é.

Se as crianças terminarem a vida humana, satisfeitas, talvez seja bom ir buscar elas também. Viver junto de novo no reino celestial também não seria ruim.

Não, talvez as crianças também tenham pessoa preciosa própria, não desejando isso, no entanto…

Aa, chega, chega. Pensar em futuro tão distante assim não adianta nada.

— Quando te mandei pra esse mundo, tava preocupado de várias formas, mas… como resultado, virar raça divina acabou fazendo tudo dar certo de algum jeito. Bom, no fim, deu tudo certo, digamos assim.

— Não, isso, será mesmo…?

Sinto que, justamente por ser raça divina, várias tragédias foram atraídas também… não vai estar distorcendo memória convenientemente, né? Coisa relacionada a deus maligno e tudo mais.

— E, com sua vinda, esse mundo passou a receber atenção dos deuses. Deve virar de novo mundo animado cheio de espírito. Bom, sendo mundo que você administra, precisa ser assim mesmo, né.

— Não coloca pressão em cima de mim, não…

Bom, mesmo falando administração de mundo, basicamente, a menos que aconteça algo muito sério, só observar sem intervir já tá bom, então é tranquilo mesmo, digamos assim…

O que dá mais preocupação é justamente a quantidade de deuses que descem, capazes de causar essa "coisa muito séria".

O resto seria coisa tipo tremor dimensional dessa vez.

— Mesmo com "barreira do mundo", coisa estranha de outro mundo se infiltrar acontece razoavelmente, sabe. No passado, na Terra também, aconteceu várias vezes. Coisa tipo oni, vampiro, sem entender bem o que era, indo parar lá vindo de outro mundo.

A, será que monstro e youkai transmitidos na Terra são esse tipo de coisa…? Não pode ser, será que até alienígena também?

Aquele kappa visto na Rua de Utensílios de Kappabashi, na verdade, também poderia ser náufrago de outro mundo, hein.

Ou melhor, isso, né. Sendo que também tem raça tipo o Ende capaz de atravessar mundos, precisa tomar cuidado com esse tipo também, é?

— Se a civilização não estiver tão avançada assim, não vira alvoroço tão grande, mas, mesmo avançada demais, também não vira alvoroço às vezes… é difícil mesmo.

— …? Se não estiver avançada, entendo até certo ponto que não vira alvoroço… mas por que mesmo avançada demais não vira alvoroço?

Não entendo bem o significado. Se a civilização não estiver desenvolvida, achando que "parece que apareceu oni na capital" "aa sei lá, será mesmo?", desse jeito, não deve se espalhar como informação confiável assim, então não deve virar alvoroço no mundo todo… esse tipo de coisa, penso. Talvez vire só conto folclórico ou lenda, mas.

— Por exemplo, se aparecesse oni com chifre na era atual, e a foto disso se espalhasse… você acreditaria de bom grado?

— Aa… não acreditaria, será? Talvez pensasse que era brincadeira de alguém, foto manipulada, ou erro de visão…

— E ainda mais, se essa informação fosse manipulada convenientemente por alguém com poder, ou governo?

— A verdade fica nas trevas… é.

Entendi. Quer dizer que civilização avançada demais também não vira alvoroço é isso.

Esse tipo de história, ouço bastante mesmo, afinal… incidente de Roswell, ou OVNI. Não sei até que ponto é verdade, no entanto.

Espécie dominante da Furaizu, não importa como veja, é alienígena ou OVNI mesmo, afinal.

Espécie dominante estar na Terra, negociando por trás com o governo… não não, não pode ser, não pode ser mesmo.

— Bom, melhor pedir pros espíritos ficarem de olho firme mesmo. Deixar preparado pra conseguir agir imediatamente se tiver alguma anomalia. Provisoriamente, o artefato divino que você criou, melhor manter à mão sem selar, hein.

— Não gostaria de precisar usar, mas…

Deus maligno ou deus caído aparecendo de novo também seria problema.

Mas, se as pessoas da terra não conseguirem resolver mais nada, só resta emprestar mesmo, talvez. Sendo que não são meio-deuses igual as crianças, talvez só consigam liberar dez por cento do poder, no entanto.

Uuum, motivo disso acontecer, também alta possibilidade de ser por falta de vigilância minha, então, nisso, não tem jeito mesmo, talvez.

Bom, isso também é trabalho de deus mesmo. De novo, sozinho, murmuro "virei posição realmente pesada, hein".

— Continuo contando com você pra aquele mundo daqui pra frente.

— Sim.

Diante da minha resposta, Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo acena satisfeito, pequeno.

Voltando pro castelo, já tava pronto o preparo do jantar. Esse cheiro é… curry, é?

Sendo que as crianças gostam, curry costuma frequentar nossa mesa. Bom, também tem motivo de a Rū e a Āshia competirem entre si fazendo curry novo um atrás do outro.

Na maioria, tá gostoso, mas, de vez em quando, também sai coisa bastante experimental, hein… curry azul que tira o apetite me surpreendeu levemente. Tava gostoso, no entanto…

Depois, tem curry de miúdo de fera mágica, é. Eu mesmo não sou bom com miúdo, então recusei, mas aquela Yae mostrou rosto sutil. Parece que virou errada pra Yae. Que repertório vai ter hoje, afinal…

— Hoje é curry de cordeiro usando carne de ovelha!

A Rū declara com toda confiança.

Ovelha, é. A, será que isso foi influenciado pela comida comida na fazenda de contato?

Naturalmente, no outro mundo também tem ovelha, mas, digamos, sabor mais selvagem. Comparado com ovelha da Terra, melhorada geneticamente de várias formas.

Também tem ovelha fera mágica, mas essa nunca comi. Não pode ser, será que usaram isso no curry?

『Vamos comer!』

Colocando colher no curry diante dos olhos, coloco na boca pedaço grande de carne.

Uhum, mastiga um pouco, mas tá gostoso. Acho que não tem diferença tão grande assim da ovelha comida na Terra. Ou melhor, sinto que falta impacto até.

Sinto que precisava trazer mais individualidade tipo "carne de ovelha!", senão vira sensação de "então tanto faz ser vaca ou porco". Bom, sendo gostoso, não tem problema, no entanto. Opa?

Enquanto todo mundo come feliz, "delicioso, delicioso", tem uma pessoa com rosto pálido.

— Ugu… espera aí, com licença, dessu gozaru…

Falando isso, a Yae corre pro lado do lavatório, tapando a boca com a mão.

E, não gostou tanto assim, hein? Esse curry de cordeiro. Não pode ser, será que tinha miúdo dentro?

— Yae-kaa-sama, tá tudo bem? E, Okā-sama?

Diante do murmúrio da Furei, "gatan!", ao lado, a Hiruda se levanta, com rosto igualmente pálido que a Yae.

— D, desculpa, eu também… urp

Falando isso, saindo, seguindo a Yae. E? A minha curry e o de todo mundo são diferentes? A Rū e a Āshia fizeram separadamente?

— Olha, Āshia. Por isso falei pra ter mais cuidado no preparo prévio…

— Acusação injusta, viu! Meu preparo prévio deveria estar perfeito, viu!

De alguma forma, briga entre mãe e filha começa por motivo estranho.

De fato, sinto leve cheiro característico, mas não é tão terrível assim. Mais que isso, sinto que é sabor pra alguns até virar viciante. Será que não combinou com as duas?

Enquanto penso nisso, percebo a Rīn direcionando olhar meio exasperado pra cá. O que foi, oras.

— Haa… como esperado, meu marido é obtuso mesmo, hein…

— Rīn-san, então… será mesmo?

— E, não pode ser, será mesmo!? Sério mesmo!?

Diante da fala da Rīn, a Rinze reage, e a Eruze também se junta. O que é isso, o que é isso, o que foi?

— É boa notícia, viu. As duas, provavelmente, devem estar com bebê na barriga.

— E?

Diante da fala da Rīn, por um tempo, fico atônito. E? Hã? Bebê? Na barriga das duas?

Isso, ou seja…

Movendo o olhar ao redor, a Yakumo e a Furei mostram rosto sutil, sorriso amargo.

A Yakumo e a Furei têm a mesma idade. Falaram que a Yakumo nasceu alguns meses antes.

— Bom, de alguma forma, achava que ia ser por essa época, mas…

— Nunca imaginei que ia ver cena desse tipo com meus próprios olhos.

A Yakumo e a Furei, calculando pela própria data de aniversário, parecem ter previsto isso. Não terem falado isso até agora deve ter sido por causa do pedido de segredo da vovó Tokie.

…Entendi. Realmente, vai nascer criança mesmo, hein. Como direi. Do fundo do peito, algo quente transborda devagar.

— De qualquer forma, é boa notícia! Né, Tōya!

— …Aa, isso mesmo.

Encontrar as crianças presentes aqui não deve estar tão distante assim, sinto o futuro brilhante.


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