Switch Mode

Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 631

Os Dias que Restam, e o Piquenique

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 631 – Os Dias que Restam, e o Piquenique

Todo mundo ficou feliz com os presentes da viagem pra Terra, mas, dentre eles, quem ficou com tensão absurdamente alta foi parte do pessoal de Babylon.

Especialmente o Doutor, a engenheira Eruka, o Professor, a Rozetta, a Mônika, brilharam os olhos com os presentes cheios de tecnologia da Terra trazidos pela Rīn e pela Kūn.

O Doutor ficou absorto com os livros técnicos e e-books trazidos pela Rīn, e a engenheira Eruka já tava desmontando o eletrodoméstico imediatamente. O Professor, a Rozetta, e a Mônika, por algum motivo, ficaram fazendo o miniveículo quatro-por-quatro correr, absortas, junto com a Kūn.

A Flora do "Prédio de Alquimia" também analisava cosmético e xampu comprados, tentando reproduzir junto com a Tika do "Laboratório".

O Famu da "Biblioteca"… nem preciso dizer, tá lendo livro sem parar. Provisoriamente, comprei praticamente todo livro que parecia útil enquanto tava na Terra, baixando no smartphone, afinal. Por um tempo, não deve se mexer mesmo…

As crianças, antes da despedida daqui uma semana, foram cada uma até o avô e a avó respectivos.

A Yumina e o Kuon foram pro castelo real do Reino de Belfast.

A Sū e a Sutefu foram pra Casa Ducal Orutorinde.

A Rū e a Āshia foram pro castelo imperial do Império Regulus.

A Yae e a Yakumo foram pro dojo Kujū de Īshen.

A Hiruda e a Furei foram pro castelo real do Reino de Cavaleiros de Restia.

A Sakura e a Yoshino levaram a avó Fiana-san até o Rei Demônio de Zenoasu.

A Eruna, a Rinne, a Kūn ficam. Essas três não têm avô e avó do lado materno, afinal.

Precisamente falando, a Eruze e a Rinze têm o casal de tio que as criou, mas não contamos sobre a Eruna e a Rinne. Sem dúvida, ia virar coisa complicada, afinal.

— É a vez do papai, viu.

— Opa

Chamado a atenção pela Rinne, direciono olhar pro jogo de tabuleiro diante dos olhos. Comprado na Terra, brincando junto com o pessoal de guarda-casa.

Esse jogo é jogo cooperativo pra vários jogadores, onde os jogadores cooperam entre si pra combater patógeno tentando se espalhar pelo mundo inteiro, erradicando isso.

O jogador tem profissão tipo "cientista" ou "enfermeiro", cada um com habilidade especial.

A peça do jogador circula pelas cidades desenhadas no mapa-mundi no tabuleiro, removendo a peça de vírus espalhada.

A cada turno, puxa carta. A cidade escrita ali aumenta peça de vírus. Precisa criar vacina pra erradicar o patógeno mais rápido que isso.

Esse jogo, será que não vende nesse mundo também…? Por exemplo, mudando peça de vírus pra Furaizu, e peça de jogador pra Frame Gear…

Fazendo o jogador derrotar com Frame Gear controlado a Furaizu aparecida em cada lugar. Fazendo cada máquina ter habilidade especial diferente…

— É a vez do papai, viu.

— Opa

Enquanto pensava distraído no novo negócio, dessa vez, a Eruna me chama a atenção. Isso não, é jogo cooperativo, afinal, se ficar distraído, atrapalha todo mundo.

— Cheguei!

Depois disso, infelizmente sem conseguir parar a ameaça do vírus, virando game over, nesse timing, todo mundo volta.

Pedindo pra Yakumo, voltam todos juntos, em fileira, passando por [Gate], pra sala.

— O rei demônio não largava a Yoshino, foi trabalhoso…

— Sua Excelência também sentia falta da despedida, sabe.

Diante da Sakura com rosto cansado, a mãe dela, Fiana-san, responde com sorriso amargo. Consigo imaginar nitidamente a cena daquele momento… acho que reclamou bastante mesmo…

A Yoshino também parece levemente cansada. Que bom que eu não fui…

— Vovó, hoje, fica pra dormir?

— Ara ara. Tá tudo bem, majestade?

— Claro. Por favor, fique com ela.

Parece que a Fiana-san e a Yoshino vão dormir junto. De qualquer forma, tentando tirar o suor, todo mundo foi pro banho.

…Uuum, tento ficar normal o máximo possível, mas, de repente, sinto solidão mesmo, hein…

Nesse ritmo, daqui, no dia da despedida, será que vou chorar, eu. Como esperado, isso seria perder a dignidade como pai… preciso mandar embora sorrindo direitinho…

No dia seguinte, pensando em deixar as crianças fazerem algo que quisessem antes de voltar, perguntei se tinha algum pedido, e falaram que queriam ir num piquenique.

Piquenique, hein. Geralmente, é sair pra lugar rico em natureza, comendo bentō e afins.

Deixa eu ver, lugar rico em natureza com boa paisagem, hein. Pra onde vou. Mesmo rico em natureza, não pode ser lugar tipo grande mar de árvores, afinal.

Depois de discutir, decidimos ir pro Reino de Rea, governado pelo rei elfo, que possui o "Coroa" "Verde", Guran Guryun.

Reino de Rea, sendo país onde muitos elfos vivem, é país cheio de verde, afinal.

Não só zona florestal, também tem bastante planície e campina, com bastante lugar de paisagem rica e espetacular.

Justamente por isso, também tem bastante animal selvagem, mas, bom, isso dá pra resolver de algum jeito.

E, onde chegamos é a Planície de Rearu, se estendendo levemente ao sul da capital do Reino de Rea. Provisoriamente, já pedi permissão de piquenique pro Rei de Rea.

— [Prison]

Aplico barreira envolvendo poder divino em área ampla. Com isso, a maioria da fera mágica não consegue entrar. Provisoriamente, deixei animal comum atravessar. Fazer piquenique num lugar sem nem passarinho entrando também não seria bom.

A propósito, os membros do piquenique são minha família e a do Ende, ou melhor, a família da Meru. Além disso, também todas as feras invocadas, a Pōra e a Pāra, e também o Gōrudo. Pretendo mandar o Gōrudo junto pro futuro com a Sutefu também.

— Yae, segura esse lado aí—

— Combinado

A Eruze e a Yae estendem o lençol de piquenique. Mais que lençol de piquenique, é algo tipo tapete leve e macio feito de pele de fera mágica processada.

Não só isso, também fizemos algo tipo toldo pequeno, pra bloquear a luz solar direta.

As crianças já disparam correndo pro campo, começando a brincar. A Arisu, a Rinne, a Riiru jogam frisbee, e o Kohaku e o Ruri disputam isso feito brigando.

A Eruna e a Yoshino fazem coroa de flor com flor florescendo ali.

A Kūn faz o carrinho de controle remoto correr com força total, e a Sutefu implora "empresta, empresta".

A Yakumo e a Furei jogam badminton trazido, uma contra a outra. O Kuon parece ter sido mobilizado como árbitro.

A Āshia tira do [Storage] do smartphone churrasqueira, colocando carvão, acendendo fogo. A Rū começa a fazer carne no espeto.

Opa? Aquilo já não é mais piquenique, e sim tipo acampamento, não…? Também trouxemos bentō, né?

— Yae-kaa-sama e a Furei, e ainda a Meru-san e o pessoal se juntando também, achei que talvez não fosse dar mesmo. Já que é, achei que ia ficar mais gostoso fazendo aqui mesmo.

Aa, entendi… a Meru e o pessoal, espécie dominante, também comem sem perder pras duas mesmo, afinal…

Ajustando o [Prison], por precaução, também deixo cheiro e afins não sair pra fora. Não consegue entrar, mas também não seria bom animal estranho se aproximando.

— Otōsaan! Faz tempo, vem competir comigo!

— E?

A Arisu, enjoada de frisbee, corre até o Ende. O Ende, que relaxava com a Meru e o pessoal, mostra rosto tipo "aqui?". Bom, eu também penso isso, no entanto.

— Olha, foi convocado. Vai lá. A, cuidado pra não levantar poeira, fica fora do [Prison], tá?

— Seu…!

Mando o Ende, que me olha feio, em direção à Arisu. Isso também é contato físico com a filha. Vai brincar junto. A Riiru segue atrás dos dois.

A roupa que a Riiru veste deve ser aquela que a Arisu comprou de presente na Terra. Parece que gostou.

Opa, a Rinne também puxa a Eruze, seguindo atrás. Em troca, liberados do frisbee, o Kohaku e o Ruri voltam. Trabalho duro, hein.

A Yae e a Hiruda também vão se juntar no badminton, e a Rinze e a Sakura, competindo com a coroa de flor da Eruna e da Yoshino, começam a fazer colar.

Especialmente aquele da Rinze, hein, usando flor grande e pequena de vários tamanhos, com qualidade absurda… o que é aquele cachorro do lado, tipo boneco de crisântemo? Como fez, hein…?

— Tempo tranquilo desse tipo é bom, hein.

— É mesmo. Sinto pena do Kōsaka-san e a Rapisu-san, mas.

A Yumina responde com sorriso amargo. Bom, empurrei o trabalho, afinal…

O Kōsaka-san e o pessoal também conhecem sobre a despedida das crianças (todo mundo acha que são filhos de parentes), então tão dando várias considerações. Só agora, vamos esquecer do trabalho. Quando voltar, trabalho até de madrugada, afinal…

A Rīn lê livro elegante em cadeira de praia colocada na sombra da árvore. Ao lado, a Sū também, igualmente em cadeira de praia, lê livro, mas o que lê é mangá shōjo.

De alguma forma, sinto que virou ainda mais tipo acampamento mesmo, hein… bom, tanto faz.

— Tōya-san, dá pra tirar bebida, por favor?

— Entendido

Pedido pela Yumina, tiro do [Storage], "don!", jarra d'água grande. Conteúdo é água de limão gelada.

Também tiro outra de chá gelado. Opa, preciso tirar copo pra cada um também.

— Sede, hein.

Imediatamente, a Furei vem, servindo água de limão no copo, bebendo, "gokugoku". O lado do badminton fica acalorado, e agora é confronto mãe-filha, Yakumo contra Yae.

Rali intenso continua, hein… provisoriamente, tanto a raquete quanto a peteca são especiais reforçadas, então não deve quebrar, mas… a cada golpe, sinto algo tipo onda de choque saindo, não? E, badminton, era coisa de jogar batendo com distância tão grande assim…? Tá mais de cem metros de distância, né…? …Melhor não pensar nisso.

— Já vai virar hora do almoço, viu!

Diante da voz da Rū, todo mundo que brincava vem em direção pra cá.

Em cima do lençol de piquenique, já tava bentō empilhado em pilha, feito montanha, e, em cima da churrasqueira, começou a assar carne no espeto. Entrego pra cada um hashi, garfo, e prato individual.

No bentō, tem principal tipo onigiri e sanduíche, e ainda mais, várias comidas coloridas, cheias sem espaço sobrando. Quantidade absurda, hein…

『Vamos comer!』

Todo mundo estica a mão em uníssono pro bentō.

Eu também pego um onigiri, mordendo, "bakuri". Sal na medida certa. Dentro é molho de carne com missô. Isso também tá gostoso.

— Delicioso!

— Sim, isso tá gostoso.

— Delicioso

Eu como um onigiri, e a Meru e o pessoal já comeram uns três. "Bakubakubakubaku", em velocidade absurda, onigiri desaparece. Uwaa… entendo agora a quantidade dessas caixas empilhadas.

A Furei também come no mesmo ritmo, mas a Yae parece comer devagar, saboreando.

O acompanhamento também tá gostoso. Esse omelete enrolado com caldo, por exemplo.

— Toma, assou, viu.

— A, obrigado.

A Rū entrega carne no espeto. Carne no espeto com cebola, pimentão, cogumelo, páprica intercalados.

Com molho levemente passado. Mordendo, "gaburi", umami da carne se espalha pela boca inteira. É carne de vaca.

Isso também a Meru e o pessoal digerem em ritmo acelerado. Ao ponto da mão da Rū e da Āshia assando não conseguir acompanhar.

Mas, realmente comem bastante mesmo, hein… deve ser natural que, mesmo o Ende ganhando bastante dinheiro, nunca seja suficiente.

— Tōya-san, tá quase na hora daquilo.

— A, sim sim.

Pedido pela Yumina, tiro o smartphone, ativando [Miragem]. Na tela do [Miragem] flutuante, projeta vídeo. Vídeo gravado na Terra.

— Hoo, isso é "Chikyū", é.

— É torre absurdamente alta mesmo…

— Aquela ali! Skytree!

A Nei e a Meru ficam admiradas com a Skytree projetada, e a Arisu explica animada pra Riiru.

Da Skytree, metrô, Kaminarimon, Rua Nakamise, Templo Sensō-ji, o vídeo flui.

Toda vez, a Arisu explica animadamente pro Ende e o pessoal.

Mandei foto pro Ende, mas ainda não tinha mandado vídeo, afinal. Não, achei melhor ver junto todo mundo mesmo.

— A Arisu tá super animada… ficar sem estar lá é absurdamente frustrante…!

— Por que vira assim…

O Ende observa fixamente o vídeo com expressão sutil de frustrado e feliz. Que sentimento é esse, afinal…

O vídeo de festival, aquário e afins também é divertido de rever de novo. Na fazenda de contato, a figura das crianças brincando com animal era fofa.

— Fumu… criar animal também talvez seja bom, hein.

— Uhum, parece divertido.

A Nei e a Rise acenam vendo o vídeo da Arisu brincando com as ovelhas. Bom, dizem que animal é bom pra educação emocional de criança, afinal. Nosso lado também tem o Kohaku e o pessoal… não, o Kohaku e o pessoal não são pet, mas.

— Que tal quimera?

— Urso-coruja também é bom.

Espera espera espera, por que fera mágica? Faz cachorro ou gato, animal comum…

Enquanto vejo o vídeo comendo o bentō, terminou completamente devorado. Mentira, viu, tinha bastante quantidade… nunca imaginei que ia acabar tudo mesmo.

Inesperadamente, a Riiru comia mais que a Arisu. Bom, essa criança também é tipo espécie dominante, deve ter essa tendência mesmo.

Talvez com sono depois de comer, a Sutefu, a Arisu, a Rinne, adormeceram. Cada uma no colo materno, dormindo tranquila, "suyasuya". Deve ter se movido demais. A Yae e a Hiruda também dormiram. A Eruze parece tá bem, no entanto.

Eu também tô levemente com sono, mas não tanto assim.

Erguendo o olhar pro céu, pássaros voam batendo asa, "patapata". Tranquilo, hein… sinto que faz tempo que não relaxo assim. …Estranho, deveria ter ido de folga pra Terra, no entanto.

Enquanto observo o céu distraído, os pássaros que voavam, "patapata", começam a voar em disparada, "basabasa", de dentro da floresta próxima também, vários de uma vez. O que é isso?

— Aa, é aquilo, né. Olha, lado leste. Tá voando dragão voador.

— Nn…?

O Ende aponta despreocupado pro céu leste. De fato, vejo algo tipo grão de gergelim. Focando bem o olho, olhando, com certeza, parece dragão voador. Os pássaros devem ter fugido sentindo a presença dele.

Pra nós, dragão voador não é grande coisa, mas, pros animais comuns, deve ser ameaça mesmo.

— O que faz, Tōya?

— Não dá coração pra acordar as crianças. Vamos abater daqui mesmo.

— Boa ideia.

O Ende, olhando a Arisu dormindo no colo da Meru, sorri, se levantando, alinhando o dedo indicador e o médio, mirando no dragão voador distante. Mana se concentra na ponta do dedo.

— Pra não parecer patético, não erra, viu.

— Que chato.

"Pi!", a flecha de luz disparada da ponta do dedo do Ende desaparece em direção ao céu leste, e o grão de gergelim, dragão voador, explode, se despedaçando.

— Aa, poxa… por causa do Tōya falar coisa desnecessária, meio que forcei a mão.

Parece que o Ende errou o ajuste, fazendo o dragão voador explodir demais. E? Isso é culpa minha, é?

— Não será que falta treino? Melhor pedir pro tio Buru treinar você?

— Existe piada que pode falar e piada que não pode falar, viu!?

Recebo grito com toda força do Ende, com rosto pálido. Foi mal. Não fica bravo assim.

— Nn… nnn? O que foi?

— Aa, poxa. Por causa do barulho, a Arisu acordou.

— A, desculpa.

Repreendido pela Meru, o Ende se desculpa apressado pra Arisu. Completamente dominado pela esposa, hein… bom, não tenho moral pra falar isso, no entanto.

— Rei, no lugar onde tava o dragão voador, tá quase começando estouro de manada. Talvez seja melhor fazer algo.

A Sakura, colocando a mão no ouvido, avisa isso. Estouro de manada?

Confirmo com [Olho Divino] o lugar onde o dragão voador explodiu. …Aa, de fato, tá quase descontrolando.

Se deixar assim, talvez arraste animal e fera mágica ao redor, virando descontrole grande.

Talvez o dragão voador tenha descontrolado antecipando isso.

— Sem jeito. Vamos esmagar isso.

Tiro o smartphone, abrindo a tela do mapa.

Uuum, agora, ainda não é tão grande escala assim, mas, se isso chegar até a capital do Reino de Rea, o dano deve ficar grande.

— Travamento de alvo. [Javelina Brilhante] na fera mágica em estouro de manada

『Travamento completo. Ativando [Javelina Brilhante]. …Exterminado』

Certo, tá bom, é. Depois, se virar alvoroço, seria ruim, então, por precaução, aviso ao rei elfo por mensagem.

— "Como tinha sinal de estouro de manada, exterminei por precaução…" e.

Depois de um tempo, chega resposta do outro lado com "agradecido". Bom, já que tô usando o lugar deles, isso é o mínimo mesmo.

— Cheguei!

— Bem-vindos de volta.

Nos despedindo da família da Meru, voltando com [Gate] pra sala do castelo, a governanta Rapisu-san e o pessoal vêm nos receber.

Descansando com calma, foi bom dia. Bom, teve pequeno incidente, mas… de vez em quando, quero criar dia de sair todo mundo assim daqui pra frente também.

— Bem-vindos de volta, Majestade. Imediatamente, será que pode revisar esse documento?

— Oh…

Sorrindo, o Kōsaka-san entrega, "dosa!", monte de documento. Pesado… isso, quer que eu leia tudo? Mesmo usando [Accel] pra acelerar a velocidade de pensamento, duvidoso se termino essa noite mesmo.

— Se adiar, depois fica pior. Acho melhor resolver enquanto dá tempo agora mesmo.

É isso mesmo… precisa criar tempo também com as crianças, e o que fala faz total sentido, mas. Do tempo divertido de agora há pouco, difícil mudar o sentimento rapidamente.

As esposas e as crianças correram na frente pro banho.

Pra passar amanhã também com as crianças, aqui só resta me esforçar mesmo.

Haa. Ser pai é difícil mesmo.


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir