Capítulo 630 – O Último Dia, e o Retorno
— Vamos comer
『Vamos comer!』
De cena já familiar, começa a manhã de casa.
Dividido entre mesa da cozinha e mesa comprida da sala, mas o assento não é definido especificamente, então cada um senta onde quer.
Café da manhã de hoje é arroz, sopa de missô de rabanete, salmão assado, natō, omelete enrolado com caldo, e verdura escaldada de espinafre.
Meu é cardápio japonês, mas, ao lado, o da Yumina é ovo com presunto, croissant, salada de legume, sopa de cebola, cardápio ocidental.
Parece que a Rū e a Āshia, cada uma, ficaram responsáveis por fazer separadamente. O lado japonês foi feito pela Rū.
As crianças também comem o que gosta, cada uma. Cardápio ocidental talvez seja mais popular. A Yakumo, a Yoshino, a Āshia comem japonês, no entanto. Do lado da Āshia, deve querer comer o que a Rū fez… não, deve ser que quer conferir também. Na verdade, a Rū também tá comendo ocidental.
『Obrigado pela comida!』
Terminando de comer, cada um organiza a própria louça. Bebendo o chá servido pela Rū e a Āshia, olhando televisão de manhã, pequeno descanso.
— Certo, então vamos começar a limpeza.
『Oo!』
Quando me levanto por volta das nove horas, as crianças também se levantam em uníssono. Puxada por isso, a Fuyuka também se levanta, mas você tá bem, viu?
Hoje é o último dia passando nesse mundo. Decidimos deixar impecável essa casa que nos acolheu até agora, voltando limpa.
Sinceramente, se usar magia [Clean], termina num instante. Mas, se fizer isso, sinto que seria tipo economizar no agradecimento.
Quero deixar impecável com sentimento sincero de "obrigado". E quero que as crianças também sintam isso mesmo.
Cada um divide a própria área, começando a limpeza. Eu fico com capina no jardim.
Faço capina em silêncio no jardim razoavelmente amplo. …Será que devia usar magia mesmo… a determinação de agora há pouco tá vacilando.
Terminando a capina, próximo, limpo o depósito do jardim. Uma vez, jogo dentro do [Storage] as coisas do depósito, limpando bem o depósito vazio, depois devolvendo os itens já sem poeira.
Usei magia? Não, isso tá bom, né…
Por ora, o jardim tá razoavelmente arrumado, então, batendo a sujeira, volto pra dentro de casa.
Chamo a Yumina, que limpava a sala.
— Ainda falta onde?
— A, então, pode fazer o banheiro ou o toalete?
— Beleza
Indo direto pro banheiro, tiro do armário do lavatório detergente de banho e esponja e escova.
Não é todo dia, mas, usando duas semanas, tá sujo mesmo até certo ponto. Lavo a banheira toda vez, mas não fazia até o local de lavagem.
Vou deixar impecável até a sujeira da fresta do painel do chão com essa escova de dente descartável…!
Esfregando, "goshigoshi", removendo água mineral e sujeira com detergente, jogando água com força, "zaa", terminando a limpeza do chão do banho. Lavando também balde de água, banco de banho, banheira, terminando a limpeza do banho.
— Fii…
Enxugando o corpo levemente molhado, saindo do banho, o Kuon tava limpando o toalete. Ei, eu ia fazer isso a seguir.
Passando pela cozinha, a Rū, a Āshia, e minha mãe já tinham começado a preparar o almoço.
Como as mãos ficaram livres, decido ajudar as crianças limpando outros cantos. Como esperado, sendo mais de vinte pessoas, a limpeza também termina num piscar de olhos.
— Almoço, viu!
Diante da voz da Rū, todo mundo para a mão da limpeza, batendo a poeira fora, indo pro lavatório, lavar bem as mãos.
Oo, no almoço é rāmen frio chinês. Justamente queria comer algo refrescante, então isso ajuda.
『Vamos comer!』
Recheio é pepino, presunto, ovo em fio, peito de frango, gengibre vermelho, e ovo cozido cortado ao meio. Rāmen frio chinês simples e comum. Hoo, isso tá bom, hein. É isso mesmo, é isso mesmo que serve.
Tem também rāmen frio chinês luxuoso com montanha de camarão, alface, orelha-de-pau, mas prefiro esse tipo simples mesmo.
— Delicioso
— Que bom, hein. Come bastante.
Falando isso, minha mãe acaricia a cabeça da Eruna. A Eruze olha isso com olhar carinhoso. A Eruna, mais tímida de gênio, mas ficou completamente apegada ao meu pai e minha mãe. Todo mundo sabe que amanhã é despedida, mas ninguém coloca isso em palavras.
— A limpeza já quase terminou. De tarde, o que fazemos?
— Vou fazer compra com a vovó!
— Vou brincar com o vovô!
Quando chamo isso, chega voz da Sutefu e da Rinne. Finjo não perceber que fico levemente magoado de não ter tido a palavra "com o papai" junto.
No fim, ficou dividido entre grupo compra&passeio com minha mãe, e grupo brincar&guarda-casa com meu pai. Sendo que a Fuyuka fica de guarda-casa, eu também decido ficar em casa.
『Cheguei』
『Ara, bem-vindo, querido. Trabalho no domingo, deve ser pesado, né?』
『Eh? Aa, bom, né…』
『É… a propósito, quem era aquela mulher elegante andando junto de dia?』
『E!? Do que tá falando…!?』
『Fingindo não saber… mesmo tendo a mim… imperdoável!』
— Espe, espera aí! Essa brincadeira de casinha, o fluxo da conversa tá estranho!
Paro no momento que a mãe-coelha de pelúcia manipulada pela Rinze pega faca de brinquedo.
Que história é essa, hein! Por que virei traidor, hein!?
— Achei que ia dar realismo…
— Que realismo, hein!?
Não precisa desse tipo de realismo! Em vários sentidos, faz mal pro coração! Ao lado observando, a Fuyuka fica animada, "kyakkya", mas mesmo assim!
— Consegui!
— Bem desenhado, bem desenhado.
A Rinne mostra pro meu pai o desenho feito no caderno de esboço. E, aquilo é o quê, afinal…? Coisa indescritível…?
— Ficou razoavelmente bem desenhado, hein. Né, Tōya-kun?
O rosto do meu pai virado pra cá tá sorrindo, mas parece extremamente confuso. Espera aí, meu pai também não entendeu nada, será!?
— Acho que o Tōya-kun deve entender o valor desse desenho.
O que é isso, hein. Por eu ser "pintor mestre", será!
— Eeto… é, é mesmo, tem certo charme mesmo, esse desenho, né…
— Desenhei ele legal!
— Le…!? Uhum, tá legal! Acho super legal! Aa, sinto até paixão!
Diante do que falei, a Rinze ao lado ri baixinho, "kusukusu". Não ri, viu, senão só posso falar isso mesmo!
— É, tá bem legal mesmo. Rinne, você desenhou o papai, né?
— Uhum!
E!? Isso sou eu!? Não importa como olhe, não parece pessoa nenhuma, viu!? Não tem quatro braços, isso…? Ou melhor, Rinze, como percebeu bem assim…?
Isso também será poder de mãe, hein… quer dizer que eu, agora há pouco, tava elogiando com entusiasmo minha própria obra… vergonhoso demais…
— Próxima, vou desenhar o vovô!
— Haha… com delicadeza, por favor…
Meu pai mostra riso constrangido. Sem dúvida, a Rinne também é "pintora mestra" mesmo… só porque herdou meu sangue… desculpa…
O Kuon, no software de videogame portátil comprado, continuava fazendo algo sem parar. Da vez que vi antes, tava sempre escavando montanha, aplainando chão, mas, no lugar completamente plano, parece que começou a construir algo.
Encostada no Kuon, a Arisu tava espiando junto o videogame portátil. Que amizade boa. Vou tirar foto. O Ende vai chorar de alegria. Não, vai chorar de frustração, será?
— Cheguei
— A, vovó e o pessoal voltaram!
A Rinne e a Yoshino e o pessoal saem correndo em uníssono pra entrada receber.
— Vovó, cadê o presente?
— Sim sim, comprei direitinho.
Que, dado, é interesse no presente mesmo, hein. A Rinne e o pessoal ficam de bom humor recebendo doce popular comprado pela minha mãe e o pessoal. Sendo justamente hora do lanche, tá tudo bem mesmo.
— Toma, dá pro Otō-sama também.
— Obrigado…?
O doce popular oferecido pela Furei era o último de três gomas redondas.
Opa? Não é aquele tipo com uma extremamente azeda misturada? E a Furei e minha mãe comem normalmente, sabe. E, será de propósito? Não, a Furei não seria criança desse tipo, né?
Sem conseguir recusar, aceitando, a Furei vai em direção ao meu pai. Como esperado, não sabe mesmo, hein…
Já que recebi, só resta comer mesmo. Colocando na boca, mastigando a goma, azedume intenso se espalha pela boca inteira.
Vendo isso, minha mãe segura o riso. Desgraçada…! Será que a mandante é você, hein…!
Dentro da boca, azedo insuportável… vou beber chá…
Passamos um tempo assistindo desenho animado de tarde na televisão, jogando jogo de tabuleiro, brincando no jardim.
Eventualmente, a Rū, a Āshia, e minha mãe começam a preparar o jantar, então decido ajudar um pouco também.
Parece que vão usar bastante prato grande. Ou melhor, isso, é…
— Hoje é nabe, viu!
É mesmo. Isso é panela de barro comprada em Kappabashi. Mas…
— Não, não é demais?
Um, dois, três… nove panelas? Sendo bastante gente, não tem jeito virar isso mesmo, mas será que precisa tanto assim?
— Vão fazer cada uma numa panela diferente, sabe. Vai até a panela que preferir, servindo cada um.
— Cada panela é um tipo diferente?
— Sim. Yosenabe, sukiyaki, mizutaki, nabe de frutos do mar, shabu-shabu, chanko, motsu, oden, e nabe mille-feuille.
Que variedade rica, hein… se for isso, deve dar pra comer sem enjoar. Por isso essa quantidade de prato grande, é. Isso deve ter cada ingrediente colocado, né?
O preparo do oden e afins já tá feito, hein… isso, lembro que a Rū e o pessoal faziam alguns dias atrás.
Oo, tem repolho recheado. Entende bem mesmo. O oden da família Mochizuki precisa ter isso mesmo.
…De alguma forma, sinto que percebi que minha mãe, que normalmente não cozinha tanto, ultimamente tava ficando na cozinha.
Talvez esteja tentando passar pelo menos um pouco o sabor da família Mochizuki pra Rū e Āshia…
Minha mãe também parece ter aprendido o modo de fazer esse repolho recheado com a vovó. Passando de pai pra filho, de filho pra neto, digamos. Bom, o neto sou eu, no entanto.
Por ora, ajudo alinhando ingrediente no prato grande. Sendo mais de vinte pessoas, afinal. É como fazer festa todo dia.
Fico impressionado de novo, tipo terceiro, com o quanto família grande é mesmo.
Fogareiro portátil também é nove, é. Lembro de ter uns dois na casa do vovô, um na casa dos meus pais, mas quando compraram o resto, hein… será que minha mãe e o pessoal compraram enquanto távamos saindo no Museu Britânico e afins?
De qualquer forma, alinho fogareiro e prato grande na mesa da sala. Enchendo a panela com ingrediente, tampando, acendendo.
Depois de cozinhar por um tempo, eventualmente, fica fervendo, "gutsugutsu", num ponto agradável. Com nove panelas assim, é vista espetacular mesmo, hein.
— Comida, viu! Vem lavar a mão!
『Simm!』
Diante da voz da minha mãe, as crianças, respondendo animadas, vão pro lavatório. Seguindo isso, as esposas também.
A Rū e a Āshia servem no tigela cada um arroz recém-feito que tirei do [Storage].
Todo mundo que lavou a mão senta cada um no lugar.
— Vamos comer
『Vamos comer!』
Em uníssono, as panelas são abertas, e cheiro gostoso enche o quarto inteiro.
Todo mundo, com concha, tira ingrediente da panela que gosta.
Eu também tiro repolho recheado da panela de oden que me interessava, comendo com gosto, "gaburi".
Uhum, gostoso. Impregnado bastante do caldo de oden, sentindo também doçura do repolho. É repolho recheado de oden da família Mochizuki, gosto acostumado.
Rabanete e ovo cozidos junto também gostosos. Opa, é konnyaku em bolinha. Isso deve ser imitação do que comemos na cidade de água termal, será? Colocando mostarda… uhum, isso também dá certo.
Achando desperdício encher a barriga só com nabe de oden, também vou pras outras panelas.
Nunca comi nabe mille-feuille. Sendo nabe só com barriga de porco e repolho, mesmo assim, os dois se complementam bem, tá gostoso também.
Por aqui, vou provar a carne do shabu-shabu, engolindo o arroz. Kuaa…! Impossível de resistir!
Dali, circulo em sequência sukiyaki, chanko, mizutaki, comendo. Feito buffet de nabe mesmo.
Deixando a Buranka, que entrou pra dentro de casa, comer também, centrado em carne, colocando montanha no prato de comida. Sem se conter, come, come.
Talvez porque as crianças não comem tanto, o nabe de motsu fica levemente sem popularidade, hein. Meu pai e minha mãe comem razoavelmente, mas. A Furei e a Yae também parecem não colocar tanto a mão no nabe de motsu. Gosto de miúdo divide opinião mesmo, afinal.
Eu também não é que não coma, mas também não sinto vontade forte de comer…
Bom, mesmo sobrando ingrediente, guardando no [Storage] pra preservar, não tem problema.
Mesmo assim, depois de uma hora, quase todas as panelas ficaram sem ingrediente.
— No final, tem zōsui ou udon. Fiquem à vontade.
Opa, veio com isso, é. Se for isso, nesse sukiyaki, vou de udon…
Dependendo da panela, teve conflito entre fazer zōsui ou udon, mas resolvido pacificamente com jankenpon.
Como esperado, não dá pra comer isso e aquilo até o final, então paro o hashi nesse udon de sukiyaki.
Fū. Comi, comi. Tô satisfeito.
『Obrigado pela comida!』
Terminando de comer, arrumando, entrando em ordem no banho. Eu ajudo lavando louça.
Lavando a louça, tirando a umidade, guardo no [Storage]. Até agora, guardava no armário de louça, mas amanhã partimos daqui. Provisoriamente, planejamos voltar daqui a um ano, mas, nessa hora, as crianças já não vão estar mais…
— O que foi, Tōya-san?
— A, não, nada.
Recebendo apressado o prato oferecido pela Yumina, tirando a umidade com pano de prato, jogo dentro do [Storage].
— …Foi divertido, hein.
— Uhum…
A Yumina também deve estar pensando algo parecido comigo. Duas semanas de viagem pra Terra. Teve várias coisas. Virou lembrança bem boa. Foi divertido.
Amanhã é despedida do meu pai e minha mãe. Mas, passando um ano, dá pra encontrar de novo. Mas a próxima vez que encontro as crianças é…
Voltando pro outro mundo, daqui uma semana, chega a hora da despedida. Até lá, preciso organizar meu coração, mandando embora com bom sentimento…
Quando todo mundo entra no banho, eu também entro por último, trocando de pijama, passando a noite relaxado assistindo filme de animação na televisão.
E, dormir.
— Vou dormir com a vovó!
Quando a Sutefu fala isso, as outras crianças também, uma querendo mais que a outra, abraçam minha mãe. Absurdamente popular, minha mãe…
Mostra rosto tipo confuso, mas não parece de todo mal, aos meus olhos.
A, meu pai fica levemente murcho.
— …Então, eu vou com o Ojī-sama.
Como esperado, Kuon! Sabe ler o clima! Nesse instante, meu pai, que tava murcho, "paaa", ilumina. Tá tudo bem assim mesmo, meu pai…
No fim, as crianças decidem passar a última noite dormindo com meu pai e o pessoal, hospedando na casa deles.
Quando mando as crianças com [Gate], sinto que, de repente, fica em silêncio, "shin".
Como direi, hein. Só voltou ao mesmo de antes, no entanto.
— Vamos dormir também.
— É a última noite passando na Terra, dessu gozaru.
— Teve várias coisas, mas foi divertido, sabe.
— Consegui vários conhecimentos diferentes.
— Consegui ouvir vários tipos de música também.
— A Rua de Utensílios de Kappabashi foi excelente.
— Os animais da fazenda de contato eram fofos, né.
— O aquário também foi divertido, sabe.
— Quero ir de novo na pousada de água termal.
— Ano que vem, espero com expectativa, hein.
Entrando no futon estendido enchendo o quarto, ficamos conversando animados, "wai wai", sem parar, as lembranças da viagem, mas, sem perceber, viajamos pro mundo dos sonhos.
— Uu~, quero brincar mais com a vovóo!
Manhã seguinte.
Como imaginei mesmo, penso, soltando suspiro, olhando a Sutefu diante dos olhos, chorando manhosa.
Indo com [Gate] buscar na casa dos meus pais, não só a Sutefu, as outras crianças também abraçam minha mãe, não querendo soltar. O Kuon e a Arisu ainda parecem aguentar.
— Olha, não é que não vamos mais encontrar. Vamos encontrar de novo em breve. Né, Tōya?
— É isso mesmo. O eu do futuro também deve ter querido levar as crianças por muito tempo, então acho que consegue vir logo.
Respondo isso diante da fala da minha mãe.
Provavelmente, quando as crianças voltarem pro futuro, o eu do futuro deve vir logo aqui.
Do ponto de vista do eu do futuro, mais de dez anos sem conseguir levar as crianças de volta pra casa, afinal.
Provavelmente, deve ter feito a volta pra casa todo ano, mas talvez tenha ido secretamente sem contar pras crianças…
Se pedir pra vovó Tokie, também é possível vir nesse eixo temporal. Finalmente conseguindo fazer volta pra casa com a família toda reunida, acho que minha mãe e o pessoal devem conseguir encontrar as crianças logo mesmo.
Ouvindo essa fala, as crianças chorando manhosas finalmente parecem ter se acalmado.
— Então, até o ano que vem.
— Fica bem. Cuida da família.
— Da próxima vez, vou deixar os dois tirarem folga direitinho.
— …Nī-ni, tchau.
— Au!
Despedindo da minha mãe, do meu pai, da Fuyuka, da Buranka, acenando, ativo [Teletransporte Interdimensional].
Num instante, chegamos na sala já familiar. Nosso castelo depois de duas semanas.
Sentimento de alívio de "voltei", e sentimento de solidão de "a viagem terminou", se cruzam dentro do peito. Voltando num instante assim, não consigo mudar o coração rapidamente mesmo, hein…
O caminho de volta da viagem, talvez seja coisa surpreendentemente importante mesmo. Digamos, rampa suave pra voltar do extraordinário pro cotidiano…
『A, Mestre! Voltou, né! Vou avisar todo mundo!』
A Ripuru, que tava dentro do quadro pendurado na parede, "supon", se retrai, desaparecendo. Deve estar avisando agora mesmo pro pessoal do castelo em outros quartos nossa volta.
Imediatamente, o corredor fica agitado, e o Kohaku e o pessoal, o Gōrudo, o Arubusu, a Pōra, a Rapisu-san, a Sesiru-san, a Rene, a irmã Karen, a irmã Moroha, e outros que tinham as mãos livres vêm um atrás do outro pra sala, falando "bem-vindos, bem-vindos".
— Então, eu também vou pra casa. Kuon, até amanhã!
Falando isso, a Arisu salta da varanda da sala. Por isso, não entra nem sai por ali…!
No [Storage] do smartphone da Arisu, já coloquei o presente da parte dela desde ontem. A Meru e o pessoal também devem ficar felizes. Opa, preciso transferir pro Ende a foto da Arisu de lá também.
— Tōya-san, pode tirar o presente aqui?
— Entendido
Um atrás do outro, tiro na mesa e tapete da sala o presente comprado no Japão e em vários lugares do mundo. Falando por mim mesmo, mas dá vontade de dizer "quanto comprou, afinal", quantidade absurda mesmo, hein.
Não tá aqui, mas também tem item alimentício, roupa, coisa comprada pra mim mesmo pessoalmente, afinal.
— Bebida, bebida, bebida, bebida
— Espera, Suika. Isso é meu.
— Buru-chin, da vez passada você roubou e bebeu de mim, viu! Isso não vou ceder!
Imediatamente, começa disputa acalorada por bebida entre a Suika e o tio Buru. Diferente da vez passada, dessa vez, comprei quantidade considerável incluindo bebida do mundo todo, então parte em paz mesmo, hein…
Daqui uma semana, é despedida das crianças também, hein… desde que a Kūn veio primeiro, sinto que foi longo, e também sinto que foi curto…
Ao ponto de sentir ilusão de que os mesmos dias vão continuar pra sempre, as crianças já viraram existência inseparável dentro de nós.
Mas, isso também é igual pro nosso eu do futuro. Precisamos mandar de volta direitinho pro futuro.
Vamos passar com cuidado os dias restantes. Pra conseguir mandar embora sorrindo direitinho.