Capítulo 629 – Turismo Mundial, e a Hora Mágica
— Realmente parece com o palácio real do Reino de Mismido, hein.
— Né? Eu também achei isso quando fui pela primeira vez em Mismido.
Diante da fala da Rīn, aceno com convicção "isso mesmo".
Diante dos olhos, tava o Taj Mahal branco iluminado pelo alvorecer.
Vindo pra Índia bem cedo pela manhã foi justamente pra ver isso. No guia de turismo que tinha em casa, dizia que, pra apreciar plenamente a beleza do Taj Mahal, recomendável de manhã cedo.
Originalmente, tem diferença de horário com o Japão, mas isso dá pra resolver com ajuste do [Teletransporte Interdimensional]. Mesmo dizendo isso, sendo diferença de horário com o Japão de umas três horas e meia, se acordar bem cedo, ia dar pra fazer normalmente, mas, como esperado, acordar as crianças de madrugada, hein…
O Taj Mahal brilhando no meio do alvorecer emana beleza de tirar o fôlego. Talvez por ser bem de manhã, poucas pessoas, dando pra apreciar com calma.
— O Taj Mahal, parece que é mausoléu construído pelo quinto imperador do Império Mogol pra esposa amada falecida.
— O que é masoreu?
— Eeto, seria tipo túmulo, será?
A Rinze responde sem confiança pra Rinne. Bom, em sentido amplo, não tá errado. Túmulo enterra restos mortais, mas mausoléu, não necessariamente tem restos mortais.
Mesmo assim, esse Taj Mahal parece ter até câmara funerária, então acho que não tem problema chamar de túmulo.
O quinto imperador do Império Mogol que construiu esse Taj Mahal, Shah Jahan, parece que pretendia construir do outro lado do rio, fazendo par, o próprio túmulo em mármore negro.
Bom, gastando dinheiro demais no Taj Mahal, parece que isso não se realizou.
— Será que a gente também vai receber mausoléu tão imponente assim.
— Não fala coisa de mau agouro assim…
— Fufu, desculpa.
Repreendo a Rīn falando piada. E ainda, provavelmente, vocês não devem mais morrer por vida útil mesmo, viu… subordinada de deus, parecendo ficar igual anjo, afinal.
Segundo a fala da irmã Karen, eventualmente, dá pra virar até deus subordinado, e deus de nível baixo, parece.
As esposas virarem deusas, é. Pra mim, de certa forma, tá correto. Nove deusas, é.
As crianças também, sendo meio-deuses, acho que a vida útil também deve ser bem longa. Eu e o pessoal pretendemos, depois de envelhecer até certo ponto, nos recolher em Babylon, mas o Kuon e o pessoal, daqui a cem anos, talvez também precisem fazer isso.
A Kūn e a Yoshino têm sangue de raça longeva misturado, então dá pra justificar viver muito, mas.
Recolhido em Babylon, precisa parar de interferir no próprio país, virando administrador daquele mundo, fazendo várias coisas… bom, junto com as esposas, deve tá tudo bem.
— O que foi, Tōya-san?
— …Não. Só pensando que quero ficar junto com todo mundo pra sempre.
— Óbvio, não é? Daqui pra frente, também vamos ficar todo mundo junto. Pra sempre, sempre juntos, sabe.
Diante dessa fala da Yumina, sentindo o peito aquecer, continuo observando sem parar o mausoléu branco iluminado pelo sol da manhã.
Da Índia, mudando completamente, tomamos café da manhã em Paris, França.
Entrando em café dentro da cidade, café da manhã simples com croissant clássico, baguete passada com manteiga, café com leite, suco de laranja, iogurte com fruta.
Olhando a paisagem urbana de Paris visível do assento da varanda, da mesa do lado, chega tarareio da Sakura.
Imediatamente sei que música é. É música com tema dos Champs-Élysées de Paris. …Aqui não é a rua dos Champs-Élysées, no entanto.
Parece que a música original tinha como cenário a Waterloo Road de Londres, Inglaterra, mas, quando foi traduzido pro francês, virou Champs-Élysées.
Música estrangeira, quando é traduzida pra letra própria de cada país, isso acontece bastante mesmo, né… no Japão, foi cantada como Champs-Élysées mesmo, no original.
Falando nisso, Champs-Élysées parece significar "Paraíso Eterno".
Terminando o café da manhã, deixa eu ver, vamos passear pela rua dos Champs-Élysées.
Terminando refeição leve, andamos pela rua dos Champs-Élysées junto com todo mundo.
Passeio pra digerir a comida até o Arco do Triunfo. A alameda de castanheiras plantada na rua reforça ainda mais a imagem exatamente de "Champs-Élysées".
No caminho, tinha boutique de marca alinhada em fileira, mas, como esperado, pedi pras esposas se conterem.
Sendo preço de preço, loja de luxo de mais alto nível, nem sei se dá pra entrar. Mesmo faltando alguns dias, esgotar o fundo não é bom.
Por sorte, as esposas parecem não ter tanto interesse em produto de marca assim, então evitamos isso. Fu.
Antes de mudar de ideia, vamos pro próximo lugar.
Depois de andar até o Arco do Triunfo, usando [Teletransporte Interdimensional], salto de Paris num piscar de olhos.
Onde chegamos é Londres, Inglaterra. Museu Britânico.
Deve ser lugar perfeito pra aprender história, arte, cultura da Terra.
Mas é museu tão gigante que dizem que meio dia não é suficiente pra ver todos os itens em exposição com calma.
Decidimos fazer no curso de duas horas visto na internet, só vendo os itens famosos.
— Por ora, vamos de mãos dadas pra não perder.
Bom, mesmo perdendo, dá pra procurar com [Search]. Cada mãe segurando a mão do próprio filho, e o Kuon segurando a mão da Arisu, sobrando eu e a Yumina, seguramos as mãos. De fora, deve parecer só irmão sendo levado pela irmã mais velha, hein…
Coloco o smartphone em modo silencioso, entrando no prédio.
Entrando pela entrada, sai num salão amplo e bonito, com luz entrando pelo teto de vidro. Recebendo mapa do prédio que tinha ali, seguimos em direção ao destino olhando isso.
Dentro do Museu Britânico, diferente do aquário que visitamos antes, não tem indicação de rota específica, não sendo estrutura onde, seguindo a rota, dá pra ver tudo. Andar também tem do quinto até o subsolo, movendo por escada ou elevador. Por isso, sem mapa do prédio, seria coisa séria mesmo.
Primeiro, mais que qualquer coisa, é a maior descoberta da história da egiptologia antiga, e item em exposição popular até no Museu Britânico, "Pedra de Roseta", né.
Na Pedra de Roseta, tá escrita a mesma frase em três tipos de escrita: hieróglifo egípcio antigo, escrita demótica, e letra grega. Com essa descoberta, ficou possível decifrar o hieróglifo egípcio antigo.
O conteúdo do monumento de pedra parece ser decreto do conselho sacerdotal confirmando ritual real de Ptolomeu V… parece.
— Consigo ler, hein… não entendo o significado, mas.
Pelo efeito do anel de tradução de Sua Excelência o Deus Supremo do Mundo, consigo ler os três tipos de escrita completamente. Não entendo bem o conteúdo com expressão complicada, no entanto. E ainda, tá cortado no meio.
Opa, ficar aqui pra sempre vai atrapalhar outras pessoas. Vamos pro próximo.
Circulando rapidamente os itens em exposição do primeiro andar: estátua de Ramsés II, gato de Gayer-Anderson, escultura do Partenon, mosaico de turquesa asteca, e moai da Ilha de Páscoa.
Moai da Ilha de Páscoa, sendo que já vi o original na lua de mel, não senti tanta novidade assim, hein. Não, isso também deve ser original mesmo, no entanto.
Subindo de andar, olhando outros itens em exposição, percebo que tem múmia demais. Pesquisando, parece que o Museu Britânico tem mais de seis mil corpos, hein…
— Já lutei contra múmia algumas vezes, mas… vendo assim de perto com calma, é primeira vez, hein.
Olhando a múmia enrolada em tecido, "gurugurumaki", a Hiruda murmura baixinho. Uhum, no outro mundo, aparece como monstro em masmorra, afinal… mas isso, não pode misturar com aquilo. Aquilo não deve ser tipo enrolado em faixa pra preservar corpo, e sim simplesmente zumbi de alguém que teve ferimento grave, morrendo enrolado em faixa, ressuscitando, acho…
Eu também, observando a múmia, essa pessoa também, nunca imaginou que, milhares de anos depois da morte, ia virar exposição em lugar desse tipo assim… sem perceber, sinto sentimento de pena.
Como esperado do maior museu do mundo, ver diante dos olhos coisa autêntica que já vi em livro didático ou televisão, faz a tensão subir mesmo.
Hoo, isso é o jogo de tabuleiro mais antigo do mundo, é… parece jogo tipo sugoroku, hein.
Subindo escada, também circulamos itens em exposição dos andares de cima. Tinha até canto do Japão.
Tem coleção de netsuke, estátua budista, tipo espada e armadura, até máscara nō.
Tem até biombo, kakejiku, haniwa, dogū, dōtaku, hein…
Como direi, será porque é do próprio país? Não fico tão impressionado assim, "oo!"… museu local também tem coisa parecida colocada, afinal…
Por ora, já vi o que precisava ver, então voltamos pro primeiro andar.
Na loja no centro do Great Hall do primeiro andar, decidimos comprar presente.
Tem vários itens, hein. Natural, digamos natural, mas tem bastante réplica pequena de item em exposição. Abotoadura de Pedra de Roseta, modelo de helicóptero de Da Vinci.
Ímã de múmia…? Item bem ousado, hein…
Opa, pelúcia de Bastet é fofa, hein. Vou comprar pra Bastet de casa, será?
Golem-gato ganhar pelúcia de gato, se fica feliz ou não, não sei bem, mas… se for isso, talvez precise comprar algo também pro parceiro Anúbis. Só ele sem presente, com certeza, vai ficar emburrado, aquele aí.
Estatueta de Anúbis com mesmo nome deve tá bom. Oo, mais bonitão que aquele lá. Uhum, vou de isso.
Mas por que tem tantos brinquedos de patinho de banho assim, hein…
Tem várias versões diferentes, tipo esfinge, samurai, viking… britânico gosta de pato, será…?
Britânico gostava de urso… não, cavalo… não, sinto que era coelho também… não sei bem.
Comprando presente, deixamos o Museu Britânico. Foi razoavelmente divertido, hein. Que bom que todo mundo também parece ter sentido cultura e história da Terra.
Certo, o sol também já tá numa boa posição bem em cima, o que fazemos no almoço.
— Tōya-sama, no almoço, não quer ir pra Itália?
— E? Itália? Espera aí, sendo que comemos tanta massa ontem?
Diante da proposta da Rū, mostro cara de relutância. Depois do festival de massa de ontem, achava que ia ficar bem por um tempo sem massa mesmo, mas…
— Itália não é só massa, viu. Também tem pizza, carpaccio, minestrone, risoto, focaccia, tiramisù, gelato… tem várias coisas gostosas!
A, aa, esse lado, é. A massa de ontem ficou na cabeça, e Itália = massa tinha ficado meio associado assim, hein…
— Pizza, é. Pizza autêntica, tenho vontade de comer.
Antes, na lua de mel, quando fui pra Itália, comi gelato, né. Não comi pizza, hein.
Se não me engano, pizza é diferente de "pizza"? "Pizza" italiana original, e "pizza" americana. Deve ter diferença de tamanho, espessura da massa, forno de pedra ou forno comum, mas não sei detalhes.
— Nnn, pra onde na Itália é bom ir, hein…
— Falando em pizza, Roma e Nápoles são famosas, mas… difícil de escolher mesmo, hein.
Roma e Nápoles, é. De fato, ouço bastante mesmo. Não sei nem um pouco a diferença, no entanto.
— A pizza de Nápoles tem massa grossa, com ingrediente simples, textura macia e elástica, e a pizza romana tem massa fina, ingrediente farto, e textura crocante, parece.
Sensação bem oposta mesmo, hein. Meu gosto pessoal seria pizza de Nápoles simples mesmo… por precaução, fizemos votação, e, resultado onze contra nove, decidido a favor da pizza de Nápoles.
Certo, no almoço, vamos até Nápoles comer pizza autêntica.
— Foi gostosoo!
— De fato. Foi gosto diferente da pizza que comemos no primeiro dia mesmo.
A Arisu e o Kuon riem satisfeitos com a pizza comida na pizzaria de Nápoles.
Eu também pedi Margherita, mas, sendo simples, tava gostosa. Pizza de Nápoles, diferente da pizza comum que corta e divide, é servida uma inteira por pessoa, comendo com faca e garfo, é.
Pesquisando, parece que a pizza de Nápoles tem regra e regulamento definido por lei estabelecida, e, se não satisfizer isso, não é permitido chamar de pizza napolitana.
Parece que é importante fazer a modelagem da massa com a mão, sem usar rolo nem máquina. Deve ser aquilo, aquele girando a massa, "kurukuru".
Usando força centrífuga, parece que dá pra deixar fino e uniforme rapidamente. Essa técnica tá até registrada como patrimônio cultural imaterial.
De alguma forma, desde agora há pouco, a Rū e a Āshia tão girando lenço, "kurukuru"… bom, achava que sem dúvida iam querer fazer mesmo, no entanto.
Certo, com a barriga cheia, aproveitando, vamos fazer um pouco de turismo em Nápoles. Aquele grande escritor Goethe também disse "não morra sem ver Nápoles", afinal.
Da Piazza del Plebiscito, admirando a Basílica de San Francesco di Paola, e, depois disso, teletransportando, de Santa Lucia, famosa por música folclórica napolitana, até o Castel dell'Ovo.
No caminho, quase fomos roubados algumas vezes, mas neutralizamos todos no local. A segurança não parece ser tão boa assim.
— Castel dell'Ovo é nome bem incomum, hein.
— Não acho que tenha aparência de ovo, no entanto…
A Yae e a Eruze, vendo a fortaleza de pedra grande erguida projetando dentro do mar, na avenida costeira de Santa Lucia, soltam esse comentário.
Castelo tipo ovo, como seria, hein… parece que vai cair rolando, "koron".
Diante disso, a Rīn, que olhava o smartphone, explica.
— Quando construíram o castelo, um mago enterrou ovo na parte de fundação, aplicando magia "quando esse ovo quebrar, o castelo e toda Nápoles também vão perecer", parece. Vem daí essa lenda, dizem.
— Nesse mundo também tinha mago, é?
— Sei lá, hein. Sendo que a gente também consegue usar de verdade, não dá pra afirmar que não tinha.
Respondo de forma vaga à dúvida da Rinze. Antigamente, a mana flutuando na Terra também talvez fosse levemente mais que hoje, e talvez tivesse gente capaz de usar coisa chamada magia até certo ponto.
Degustando Nápoles, saltamos pro próximo destino, Grécia.
Ilha de Santorini, flutuando no Mar Egeu, Grécia.
Ilha paradisíaca com mar azul e prédio branco resplandecentes.
— Essa ilha se parece com Rīfurīsu, hein.
— Tem bastante ponto em comum com a Terra mesmo, hein.
A Hiruda e a Sū soltam esse comentário olhando os telhados azuis.
Ilha de Santorini é parte da caldeira formada por vulcão que entrou em erupção antigamente, e as cinco ilhas incluindo a ilha principal em formato crescente são chamadas Ilhas Santorini.
Parece que originalmente era uma única ilha grande, e, por volta de 1600 a.C., pela erupção do vulcão submarino, o magma subterrâneo explodindo, gerando cavidade que afundou, virando a ilha como é hoje.
Essa explosão do vulcão submarino também é dita ser origem do continente fantasma "Atlântida", afundado numa noite só, presente em "Timeu" de Platão.
Atlântida, é. Antigamente, li isso em "Vinte Mil Léguas Submarinas" de Júlio Verne que tava no quarto do vovô. Tinha vontade de montar no Nautilus, na época.
Ilha de Santorini parece ter vinho gostoso, então vou comprar algumas garrafas de presente pro Suika e o tio Buru.
Como esperado, nessa forma, seria ruim, então pedi pra Hiruda, a mais madura, comprar. Na Grécia, parece que dá pra comprar bebida alcoólica com dezoito anos, então não tem problema.
Circulando pela Ilha de Santorini, comprando presente e afins tranquilamente, eventualmente, o dia começa a escurecer.
— Waa…
— Isso é vista espetacular mesmo, hein…
O céu ao entardecer se divide em azul, laranja, vermelho, e o mar azul profundo sustenta isso.
A cidade branca construída na encosta abriga luz quente nas janelas, e paisagem fantástica se estendia ali.
Isso é a chamada "hora mágica", né. O pôr do sol da Ilha de Santorini é famoso mundialmente. Vim justamente pra ver isso.
Turistas além de nós também tão fascinados, prendendo a respiração, com essa vista espetacular.
Observamos em silêncio essa paisagem meio irreal.
Eventualmente, a crepuscular hora mágica termina, e ao redor se envolve em escuridão do entardecer.
— Vamos voltar?
Diante do meu chamado, talvez querendo continuar aproveitando o resquício, todo mundo só acena, sem falar nada.
Deixando a Ilha de Santorini já completamente escura, terminamos a última viagem mundial.
— Cheguei!
— Bem-vindos de volta. Foi divertido?
— Foi divertido! Vi múmia num lugar chamado Daiē!
— E?
Meu pai pisca os olhos diante da explicação da Rinne. Isso não dá pra entender, viu… fala Museu Britânico direitinho.
— Sogra, também vou ajudar no jantar!
— Vovó, comprei azeite muito bom, viu. Vamos fazer ajillo!
A Rū e a Āshia, assim que chegam, vão direto pra cozinha até minha mãe. Ajillo, é. Se não me engano, comida espanhola? Parece que vão usar imediatamente o azeite comprado na Ilha de Santorini.
— Toma, Fuyu-chan, é presente.
— Ahiu!
A Furei dá pra Fuyuka o brinquedo de patinho comprado no Museu Britânico. "Kyakkya", com o patinho em formato de esfinge na mão, fica super feliz. Parece que gostou.
— Pro meu pai, comprei estojo de lápis do Tutancâmon, lápis, e régua. Achei que coisa útil seria bom.
— Eeto, obrigado…
Meu pai recebe o presente com sorriso constrangido indescritível. Entendo sentir gosto duvidoso, mas. Não importa como olhe, é estojo tipo caixão. Bom, usar dentro de casa, sem problema. Ninguém vai ver mesmo.
Pra minha mãe, é bolsa tipo tote bag de Bastet. Deve dar pra usar em compra do dia a dia.
Amanhã é o último dia. Vira o último dia passando junto com meu pai e minha mãe. E também com as crianças…
De novo, algum dia no futuro, deve vir esse tipo de convívio em família junto de novo.
Sinto que é distância absurda, mas, se passar de verdade, talvez seja num piscar de olhos mesmo.
Nosso futuro é brilhante. Vamos acreditar nisso.