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I’ll Become a Villainess That Will Go Down in History – Capítulo 158

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Capítulo 158

No final das contas, não consegui nenhuma informação sobre o lobo.

Bem, não pretendo investigar mais do que isso. …Mas fico curiosa mesmo.

Não importa quanto me digam que é perigoso, fico curiosa do mesmo jeito.

— O professor John disse que a doença das manchas que está se espalhando no Reino de Lavarre parece não ter cura por magia.

— Mas cura com a Madi, não é?

— Mais ou menos. Mas a Madi é uma erva muito valorizada, então gente comum não consegue conseguir.

— Que tal usar magia pra duplicar a Madi, pra parar os danos da doença das manchas?

— Magia de duplicação é exclusiva das trevas, né. E eles têm como alvo a Katherine Liz, não é?

— A santa consegue curar a doença das manchas?

Perguntei isso ao Jill numa voz mais alta do que eu esperava.

Se for esse o caso, o Reino de Lavarre já sabia o que a Liz-san realmente era, não é?

— Se é uma santa que dizem que vai salvar não só o país, mas o mundo, talvez consiga curar.

Jill murmurou isso com uma expressão complicada.

— Bem, isso ainda não se sabe.

Jill disse isso olhando pra mim, como quem acrescenta uma ressalva.

…Não posso deixar que entreguem a Liz-san ao Reino de Lavarre.

Se a santa desaparecer, este país ficaria numa situação ainda pior do que agora.

— Será que eu vou lá?

Acabei dizendo em voz alta exatamente o que pensava.

— Hã!?

Jill soltou um grito estridente. Ficou paralisado, me olhando com os olhos arregalados.

Acabei deixando escapar o que estava pensando por dentro.

Mas talvez eu possa ser útil. A magia de duplicação eu consigo usar a partir do nível 90.

Magia das trevas realmente tem muita magia inútil, mas essa é útil. …Não entendo por que magia de duplicação seria das trevas, mas tudo bem.

De qualquer forma, eu queria ver com os próprios olhos a situação atual do Reino de Lavarre.

Assim como o vilarejo da pobreza, há muitas coisas que só se entendem vendo com os próprios olhos. Mas as pessoas que podem sair do país são limitadas, então, no meu caso, seria impossível de qualquer jeito. Sou mulher, sou senhorita… Será que eu não acabaria sendo sequestrada no lugar da Liz-san?

— Ei, Alicia, no que você está pensando?

Jill me observava fixamente, estreitando os olhos.

…Ele tem mesmo um instinto afiado.

Se eu dissesse em voz alta o que estava pensando agora, com certeza ele se oporia.

— Não estou pensando em nada.

Disse isso sorrindo pro Jill. Mesmo assim, ele continuava me olhando com desconfiança.

— Sério mesmo? …De qualquer forma, não pensa em nada estranho, viu.

— Eu sei disso.

Jill fez uma expressão de quem ainda não estava totalmente convencido, diante da minha resposta.

…Não sou confiável mesmo. Bem, o instinto do Jill está certo, na verdade.

Seguimos direto em direção ao refeitório.

Por que o refeitório está sempre tão barulhento?

Não estou falando de barulho de conversa. Quero dizer que sempre acontece alguma confusão chata.

Um monte de gente estava reunido na frente do refeitório. Não tem espectadores demais?

…Só de olhar já dá calor.

— Vai entrar?

— Melhor não.

Respondi na hora.

Entrar naquela confusão de jeito nenhum. Se entrar, vou me meter em outra confusão chata de novo.

Ir de propósito pra um lugar chato desses seria burrice.

— Eu também estava pensando isso.

No instante em que a gente ia virar as costas pro refeitório e sair andando, ouvi o grito de alguém.

— Ei! A Alicia Williams chegou!

…Justo agora que a gente ia dar meia-volta.

Conseguir me identificar num instante desses, será que ele gosta de mim?

— Será que rolou de novo algum caso relacionado à Alicia?

Jill disse isso com um sorriso levemente maroto.

Por que ele parece tão feliz assim? É arrepiante um caso relacionado a mim acontecer sem eu nem saber.

E, além disso, eu queria que ele parasse de chamar de "caso".

— Celebridade é sempre ocupada, hein.

— Jill, você está se divertindo, né.

Disse isso baixando um pouco a voz, encarando o Jill de leve.

— Mais ou menos, porque toda vez que a Alicia faz alguma coisa, a popularidade dela sobe nos bastidores.

— Não tenho interesse nisso. E, além disso, eu quero má fama, não popularidade.

— Deixando isso de lado, você vai ou não vai?

…Por que ele está me olhando com um olhar de teste assim? Vindo do Jill…

Se eu não for, vai parecer que eu perdi.

— Eu vou.

Disse isso e, ao mesmo tempo, avancei em direção ao refeitório.


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