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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 331

A Praia e as Duas Visitantes

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Capítulo 331 – A Praia e as Duas Visitantes

Nesta reunião da Aliança Mundial, seis países novos participam: Iguretto, Ishen, Elfrau, Lyle, Hanok e Pareliusu.

Ilustração do capítulo 331

Bom, como sempre, mais que reunião, é tipo festa em casa, comendo coisa gostosa e conversando animado entre amigos.

Ah, é verdade, a Ilha Pareliusu foi oficialmente reconhecida como país por outros países, virando Reino de Pareliusu. A mestra Central virou Rainha de Pareliusu.

Com isso, o mundo real passa a ter todos os 18 países, exceto Reino de Nokia e Reino de Horn, participando da Aliança Mundial.

Na verdade, já propus participação também aos dois países restantes, através de Zenoas e Felsen, mas não recebi resposta favorável.

Não entendo bem os detalhes, mas parece que os dois países estão tendo alguma confusão interna, algo como não conseguirem unificar a política do próprio país.

Já que não é bom eu me intrometer, por ora, estou só observando.

Por ora, convido os representantes dos países recém-participantes à sala de reunião de Brunhild, que também serve de sala de jogos, como sempre.

E entrego smartphone de produção em massa, primeiro fazendo explicação de uso. As outras pessoas, como sempre, bebem chá, jogam, e conversam animadas.

O Imperador de Ishen, a Shirahime-san, já dominava o uso, então já estava do lado de ensinar aos outros.

— Entendi, de fato isso é conveniente.

O Rei do Reino de Hanok, Carlo Or Hanok, murmura isso enquanto liga pra alguém na sua frente.

Já encontrei o Rei de Hanok uma vez, quando teve o conflito com Eurono, apresentado pelo Imperador de Regulus. Senhor de uns quarenta anos, de óculos, sem característica marcante especial.

Se dissessem que é gerente intermediário de alguma empresa, também faria sentido. Mas, apesar dessa aparência, parece que é um rei bem competente. Bom, faz sentido, senão não conseguiria proteger o país da pressão diplomática de Eurono. Exemplo de não se deixar enganar pela aparência.

— Mais que só chamada, conseguir fazer várias coisas diferentes também é esplêndido. Com essa função de gravação, quero até filmar ópera e afins.

Assim, o Rei do Reino de Lyle, Barustora Durga Lyle IV, ria satisfeito enquanto conversava por chamada com o Rei de Hanok à sua frente.

Senhor baixinho, meio gorducho. Mesmo tendo sangue de anão misturado, é bem calmo. No Reino de Lyle, onde vivem muitos anões, ele funciona como líder deles. Ele mesmo não bebe, nem gosta de violência, personalidade completamente oposta de anão típico, mas, por algum motivo, parece funcionar bem.

— Ah, entendi! Assim dá pra filmar a si mesmo também!

— Que marca é essa, Shirahime-sama?

— Isso, ao tirar foto em lugar escuro, emite luz. Pode alternar você mesmo, mas, deixando em "automático", faz o julgamento sozinho, é conveniente.

A mestra Central, agora Rainha do Reino de Pareliusu, junto com a Rainha de Elfrau, também rainha, aprendem função de câmera com a Shirahime-san.

Eventualmente, as três começam a tirar foto de recordação juntas. Parece grupo de colegial. Duas delas têm mais de mil anos, mas…

— Como nosso país fica isolado dos outros, isso é bem útil.

O Rei de Iguretto, balançando a pena dourada de sempre, mexe o dedo, olhando fixo a tela do smartphone. Estou ensinando como digitar e-mail. Esse senhor, achei que fosse tipo puramente físico, mas parece ter raciocínio rápido e ser bem habilidoso.

Eventualmente, consegue enviar e responder corretamente, então encerro a explicação por ora.

Depois, deixo todo mundo relaxar livremente, e cada representante troca e-mail e número de telefone conversando entre si.

E, à tarde, decidimos teletransportar pro Reino de Iguretto, aproveitando a praia particular do rei de lá.

Como esperado de praia particular do rei, se estende praia bonita e mar verde-esmeralda, e, no alto do penhasco rochoso à beira-mar, tem uma casa de veraneio esplêndida.

Já ontem preparei bem a segurança, bloqueando com [Prison] criaturas perigosas do mar. Se alguém quase se afogar, a Ruri e a Kokuyō também cobrem isso.

Nessa praia particular, chegam os representantes de cada país, junto com as respectivas famílias e escoltas, transformando a praia particular numa área comum de banho de mar. Muita gente…

— A proporção de realeza tá numa quantidade absurda, hein.

— Se acontecer algo aqui agora, o mundo pode ficar numa situação bem grave.

A Yae e a Elsie, já trocadas de biquíni, murmuram isso. Não fala coisa perigosa assim…

Quase todo mundo já de biquíni, reunido na praia. Quem não gosta de mar, ou não aguenta o sol forte, relaxa na casa de veraneio do Rei de Iguretto.

Eu também tô de sunga tipo bermuda até o joelho, com um casaco leve por cima. Esse biquíni é produto de luxo com material de primeira linha, fornecido pela loja de roupas do Zanac-san.

Segurando boia, bola de praia, bote de borracha que emprestei, as crianças correm pro mar.

Aquele é o Príncipe Remuza (10) e o Príncipe Alba (7) de Misumido. E também a Princesa Lilac (10) e a Princesa Mirunea (8) de Hanok.

O rei-menino do Reino de Paruhu (10) e a noiva dele, Rachel (10), também se juntam, brincando animados na beira da onda. Crianças ficam amigas rapidinho mesmo.

Opa, do outro lado, o Príncipe Lidisu de Lifris (12) e a Princesa Tia de Misumido (11) riem felizes juntos na sombra de uma árvore. Ora, ora, que clima bom, hein.

— Primeiro amor. Brilhante.

— Sabia que ela ia aparecer…

A irmã Karen, sem eu perceber quando, murmura ao meu lado sorrindo maliciosa. De biquíni rosa, com pareo enrolado na cintura, cheia de disposição pra brincar.

— …Aviso logo, não vá fazer nada desnecessário, tá?

— Não vou fazer, não. Primeiro amor dos dois, mexer numa situação divertida assim seria falta de tato.

Sua fala já é falta de tato ao extremo, francamente. Bom, tanto faz, por ora vou deixar isso de lado.

A irmã Karen vai embora, indo em direção onde estão a Yumina e a Sue. Ia sentar na cadeira de praia, mas, ao lado, na areia, vejo uma figura deitada feito cadáver, e me assusto por um instante.

— Por que raios o Rei Demônio de Zenoas tá caído aí, francamente…

Achei que fosse insolação, mas parece diferente. Enquanto fico incomodado, a Spica-san, elfo negra guarda-costas da Sakura, que estava por perto, me explica.

— Sabe, o Rei Demônio ficava tirando foto do biquíni da Sakura-sama sem parar, "pasha pasha", e ela olhou com desprezo e disse "nojento"…

Então levou choque e virou cadáver. Esse pai e filha continuam consistentes como sempre…

Bom, mesmo sendo pai, ficar tirando foto compulsivamente da filha de biquíni também parece ter problema.

— Pode ter insolação, melhor levar pra sombra.

— Sim.

Não acho que um Rei Demônio vá se abalar tão fácil assim, mas, por precaução mesmo. A Spica-san e o Sirius-san, guarda-costas do Rei Demônio e também pai dela, carregam o cadáver que não responde.

— Touya-san.

— Hn? Ah, Lindsey… e Princesa Liriel…

Vendo a figura da Primeira Princesa de Lifris ao lado da Lindsey, que fala comigo, me retraio reflexivamente.

Essa princesa escritora de "Romance da Rosa" perigoso é, de certa forma, inimiga.

— Vocês duas se conhecem?

— Algumas vezes, através da Yumina. Essa garota lê meus livros.

Falando em voz baixa, provavelmente por não querer que ouçam muito, a Princesa Liriel fala comigo. Parece que esconde a atividade de escritora até do próprio pai, o Imperador-Rei de Lifris.

Se fosse só isso, não seria tão grave, mas, sendo o conteúdo o que é…

— Aliás, Touya-san, na verdade, é que a Ru-sensei… ah, a Princesa Liriel-sama, queria pedir um smartphone…

— Hã, por que raios de novo?

— Óbvio que é pra atividade de escrita! Escrever no papel é perigoso. Se a criada da limpeza encontrar e relatar ao meu pai, seria grave. Nesse ponto, com aquilo, dá pra carregar, e escrever a qualquer hora, em qualquer lugar. É o artefato mágico ideal!

Pressionada com empolgação, quase caio da cadeira de praia. En, entendi. Entendi o motivo.

Entendi, mas será que devo entregar mesmo? Pra tranquilidade dos homens que, igual a mim, viraram modelo de personagem, talvez seja melhor recusar aqui…

Enquanto hesito, chega apoio da Lindsey.

— Touya-san, a Ru-sensei também escreve roteiro de teatro, e agora tá desenvolvendo a próxima obra. Por favor, ajuda ela.

Teatro? Ah, é verdade, antes assisti peça com a Yumina na capital de Belfast. "A aventura do herói Tōya que salva a Princesa Yuina raptada pelo dragão negro" ou algo assim.

Claramente baseado em nós. Mas o conteúdo era quase todo original. De fato, aquilo era saudável, história bem decente…

Olho de relance pra Lindsey. Haa… sendo tão pedido assim pela Lindsey, não tem jeito mesmo. Acho que ela não vai usar mal. Não é pessoa má. Tanto que até a Yumina admira ela. Pessoa incômoda, isso sim, acho.

Tiro do [Storage] o smartphone branco de produção em massa e entrego à Princesa Liriel.

— Pergunta o uso à Lindsey. …Peço sinceramente que use de forma que não viole os bons costumes públicos. …Sinceramente.

— Por que duas vezes…? Bom, entendi. Obrigada. E, se possível, será que dá pra fazer algo também com artefato mágico de impressão?

Que esperta, hein… aquilo eu pensava em entregar a cada país eventualmente, mas não posso simplesmente pedir emprestado do Imperador-Rei de Lifris, né.

Tiro de novo do [Storage] uma coisa fina, tipo caderno dobrável.

Isso é impressora portátil, que intercala papel no meio, coloca o smartphone em cima, e, ao tocar "imprimir", imprime no papel dentro.

Não é feito pela Doutora, e sim testado por mim mesmo, então o ponto fraco é imprimir só uma folha por vez.

— É protótipo, mas funciona bem o suficiente. Pra uso pessoal, deve estar bom.

— Isso ajuda bastante. Obrigada. Vou retribuir esse favor com minhas obras.

— Por favor não se preocupe! De verdade, não precisa!

Sendo retribuído de jeito estranho, isso me preocupa, então recuso isso rapidamente.

A Lindsey e a Princesa Liriel se afastam juntas em direção à casa de veraneio do Rei de Iguretto. Devem ensinar uso do smartphone lá.

— Olá, tá se divertindo? Príncipe.

— Sim. Ah, aquilo é…

Sentando na cadeira de praia ao meu lado, o Rei de Iguretto me estende algo que segurava. Pegando na mão aquilo em formato de bastão seco, emite um cheiro peculiar.

— É surume de Tentaculer?

— Sim. Finalmente ficou pronto. Experimenta.

Colocando a ponta na boca, sinto textura dura junto com um sabor rico se espalhando. Bem gostoso. Isso é sucesso, né?

— Delicioso mesmo.

— Sim. Combina bem com bebida. Difícil acreditar que isso vem daquele Tentaculer nojento.

— De fato. Colocando maionese, fica ainda mais gostoso.

Tiro maionese do [Storage], coloco num pratinho, e como junto. Uoo, o máximo. Se quiser, dá pra colocar pimenta em pó também.

O Rei de Iguretto também coloca maionese do mesmo jeito e come o surume.

— Isso é… bom! O bebida avança ainda mais. Isso é uma tentação.

Fui convidado pra beber junto, mas recuso, dizendo que não bebo. Neste mundo, mesmo com 14, 15 anos, quem bebe, bebe mesmo.

Não sei se atraídos pela bebida, mas o Rei de Misumido e o Rei de Felsen vêm, e os três começam sessão de bebida usando surume como acompanhamento.

Aproveitando o momento certo, consigo escapar de lá.

Prefiro evitar lidar com bêbado. E, sinceramente falando, esses três são tipo físico, então ficar no meio deles dá vários tipos de trabalho.

De relance, olhando a praia, a irmã Moroha e o Rei de Lestia, Reinhard, estavam brigando com espada de madeira. Vindo até aqui e fazendo isso, francamente…

Como sempre, no mar, a irmã Karina pega peixe com arpão, e, no grupo de bebida de agora há pouco, sem perceber quando, a Yoika já se juntou. E, vindo de algum lugar, essa música de instrumento havaiano, nem precisa dizer quem é.

O tio Kōsuke corta melancia e oferece a todo mundo. A melancia colhida em Brunhild é doce e gostosa. Sendo feito por deus da agricultura, faz total sentido.

Aliás, tô com fome, hein… só surume não dá conta. Vou comer algo.

Tiro do [Storage] o kit de churrasco, e coloco grelha e chapa de ferro, metade cada de cada lado. Vegetal, peço emprestado do tio Kōsuke ao lado, e carne, tiro carne de dragão e começo a grelhar.

Atraídos pelo cheiro bom, vêm a Sue, a Yae, e a Lu, três que adoram comida.

— Parece gostoso, hein.

— Né mesmo…

— Já vai ficar pronto, espera um pouco. Lu, ajuda um pouquinho?

— Deixa comigo!

Recruto a Lu, boa em cozinha, como ajudante, e peço pra ela fazer yakisoba na chapa. Eu passo shoyu rapidinho no milho na grelha, e entrego pras duas depois de assar.

— Hafu, hafu, quente!

— Quente, mas doce-salgado, delicioso!

As duas comem com prazer o milho grelhado. Dessa vez, coloco carne de dragão na grelha, assando uma atrás da outra. Cebola, abóbora, pimentão, vegetais também não posso esquecer. Refeição é equilíbrio.

— Ooh, parece gostoso.

— Touya-dono, dá pra gente também.

— Toma aí~

Assar milho também pro Rei de Belfast e pro Imperador-Rei de Lifris. O som chiando, "juu juu", e o cheiro de shoyu queimado se espalham ao redor, atraindo mais gente.

— Yakisoba pronto!

— Vou pegar o da Lucia. Parece gostoso.

— Então eu também.

O Imperador de Regulus, pai da Lu, e a Elysia-san, irmã dela, recebem o yakisoba feito pela Lu.

Eu também, peço pro tio Kōsuke assumir o cozimento por um momento, e recebo o yakisoba feito pela Lu.

No prato de madeira, o macarrão sabor molho, com pimenta bem temperada, delicioso. Esse gengibre vermelho também dá um toque, excepcional. Toda vez que come, a comida da Lu fica cada vez melhor.

O peixe pescado pelo Rei de Riinie vira embrulhado em papel alumínio grelhado, costela com mel, bolinho de arroz grelhado, turbante cozido no pote, camarão grelhado com sal, okonomiyaki — a Lu vai fazendo tudo isso uma atrás da outra.

E tudo fica gostoso. O tio Kōsuke também fazia tomate com queijo grelhado em papel alumínio, cebola no vapor. Ele também não fica atrás. Tira bem o sabor natural do ingrediente.

Depois de aproveitar o churrasco na praia, brincamos até o anoitecer.

Enviando cada convidado com [Gate] pro respectivo país, nós, o pessoal de Brunhild, também nos despedimos do Rei de Iguretto e voltamos pro principado.

— Uaa, cansei~

— Cansou, mas você só brincou, né?

— Bom, é verdade, mas.

Respondendo à Elsie, que fala com tom de desânimo, deito na sofá, "goron". Mesmo assim, presto atenção razoável, então canso mesmo.

— Isso é falta de educação, Touya-sama.

— Foi mal, só um pouquinho…

Sou repreendido pela Hilda, mas quero um pouco de tolerância. Se pudesse, ia querer dormir assim mesmo… ué, tô mesmo ficando com sono…

— Desculpe incomodar, você tá cansado.

— Ué!? Que susto!

Abrindo os olhos que cochilavam, a Shesca, de uniforme de criada, estava com o rosto colado perto o suficiente pra sentir a respiração. Perto, perto demais, francamente!

Assustado, escorrego do sofá.

— Ora, acordar antes do beijo quente do despertar é covardia grande.

— Cala a boca! O que foi, afinal!?

Essa criada tarada, tava mirando nisso mesmo, hein!?

— Tem uma dupla na frente do portão do castelo pedindo pra encontrar o mestre. Como disseram que já se conhecem, vim reportar por precaução.

— Dupla…? Quem?

— Estavam de capuz, então não sei quem são, mas as duas pareciam mulher.

Quem será, hein? Não tenho ideia. Será alguma aventureira que já encontrei em algum lugar?

— Será algo tipo "reconheça a paternidade"? …Onde engravidou ela, hein?

— Não engravidei ninguém! Espe, não é isso! É só essa criada idiota falando por conta própria!

Bam!, olhando na minha direção, todo mundo, me defendo. Defesa, ou melhor, não fiz nada mesmo, francamente!

— Não, nós acreditamos, viu. O Touya-dono não teria essa coragem toda… ou melhor, é tímido demais…

— Só que… o Touya-sama, pro bem e pro mal, tem esse hábito de atrair mulher…

— Existe também a possibilidade de ela mesma ter interpretado sozinha, algo assim…

Espera aí, que hábito de atrair é esse. Feito peixe-diabo lanterna atraindo gente…

Por ora, preciso confirmar quem é. Fugindo de todo mundo, uso [Teleporte] e salto pro portão do castelo.

Na frente do portão do castelo, de fato tinha duas pessoas vestindo manto com capuz.

Uma delas me vê e dá alguns passos à frente, falando comigo.

— Quanto tempo. Mochizuki Touya.

— …? Quem… ah!

Mesmo sob o véu da noite, meus olhos conseguem captar claramente o rosto sob o capuz escuro. Só encontrei uma vez, mas não esqueço esse rosto.

— Rise, é?

— Isso mesmo. Estou procurando o paradeiro do Endimyon. Se souber, quero que me conte.

Rise. Uma das espécies dominantes que ficam no topo da raça de seres vivos de cristal, os Phrase. Espécie dominante de forma feminina que agia junto com o Ende.

Mas, atualmente, ouvi dizer que ela se separou do Ende e foi até onde a Nei, também espécie dominante e irmã dela, está.

Ou seja, não me diga…

Viro o olhar pra pessoa de capuz atrás dela. Nos meus olhos, que enxergam mesmo na escuridão, vejo o rosto daquela pessoa que já me atacou uma vez antes. Sem querer, me posiciono em guarda de forma instintiva.

Nei. A espécie dominante que lidera os Phrase estava ali de pé.


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