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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 453

A Casa Ocidental, e o Restaurante Familiar

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Capítulo 453 – A Casa Ocidental, e o Restaurante Familiar

— Ooh! Acendeu a luz!

Ligando o interruptor logo na entrada, a luz do hall e do corredor seguinte acende. De fato, tem eletricidade funcionando. Se ficou exatamente como quando o vovô morreu, televisão e geladeira também devem ter ficado. Nn?

A luz do teto pisca acendendo e apagando. Será que a lâmpada tá acabando? Pensando isso, era só a Rin ligando e desligando o interruptor repetidamente, "pachipachi". Ei.

— Realmente funciona sem fluir mana, hein. Isso é usando eletricidade… força do raio, né?

— Isso mesmo. Com esse interruptor, liga ou desliga o fluxo.

— Entendi. Interessante.

A Rin sorri olhando a lâmpada retrô pendurada na entrada, com cúpula estilo antigo.

— Vamos incomodar!

Com a Sū na frente, todo mundo sobe atropelado, "dokadoka", pro corredor de sapato. Espera aaaí!

— P, para! Não pode! Ao entrar em casa, tira o sapato aqui, viu!

— Correto! Um ponto pra Yae!

Só a Yae, vinda de Ishen, que tem costume parecido com o Japão, parece ter entendido. Essa casa, mesmo tendo aparência de casa ocidental, é só "estilo" ocidental. Não foi construída pra receber estrangeiro.

"Ah", percebendo, todo mundo volta correndo de novo pro corredor, "dotabata". Depois preciso limpar… espero que tenha pano de chão.

Como todas conhecem até certo ponto os costumes de Ishen e do Japão, parecem ter percebido o erro rapidamente. Tirando o sapato, sobem de novo no corredor.

Mesmo na casa do vovô, que recebia bastante visita, não tinha chinelo suficiente pra dez pessoas. Não sei se foi o Deus do Mundo ou minha mãe (provavelmente o primeiro, deduzo), mas, felizmente, parece limpo direitinho, então não deve sujar o pé tanto assim.

Primeiro, vou até o banheiro conferir se a água tá funcionando, mas, sendo baixinho demais, não alcanço a torneira… que patético.

— Sai direitinho, viu, olha.

A Eruze faz água correr no meu lugar. Ou seja, o vaso sanitário também deve estar tudo bem. Obrigado, Deus do Mundo. Ficaria mesmo em apuros se o vaso não descarregasse.

— Rei, rei, rei! Isso, "terebi"!?

— Ooh! Então isso é "terebi"!

A Sakura e a Sū observam animadas a televisão de tela fina na sala. Como já mostrei filme e afins no mundo sombrio, as duas conhecem a existência da televisão, mas, como é a primeira vez vendo de verdade, devem estar animadas.

— Como faz pra aparecer isso? Não é fluindo mana, né?

— Igual à luz de há pouco, deve ter interruptor, né?

A Rinze e a Eruze, talvez tendo interesse na televisão também, se aproximam da Sakura e do pessoal. Onde tá o controle remoto…ah, achei, achei.

Pegando o controle remoto na mesinha, ligo. A lampadazinha embaixo pisca em verde, e, "pat", aparece na tela uma zebra. Parece ser reprise de programa de animais ou algo assim.

— Ooh! Cavalo! Cavalo também tem esse formato daqui!

— Por que tem tantas listras?

— Cor parecida com o Kohaku… não é tigre, né?

— Mas, por qualquer ângulo que se olhe, é cavalo, nee-chan.

Ah, é mesmo, de fato, nunca vi zebra no mundo sombrio. Tinha aquele Tigre-Urso, fera mágica listrada que nem sei se é tigre ou urso, mas. Uwaa!?

De repente erguido no colo pela Rū, sou levado da sala pra cozinha. Pia não muito grande, dois fogões a gás, geladeira, micro-ondas, torradeira, cafeteira, várias coisas dispostas. O vovô morava sozinho basicamente, fazia tudo ele mesmo.

— Touya-sama! Os equipamentos daqui funcionam!?

— Eh… não, será…?

Sendo apaixonada por culinária como a Rū, olhos brilham, "kirakira". Ainda no colo da Rū, giro a torneira, confirmando que sai água daqui também, e acendo o fogão a gás, verificando que acende chama. Gás também tá tudo bem. Com isso, dá pra tomar banho também. A banheira dessa casa é pequena, então vai ter que ser por vez, mas…

— O que são essa caixa grande e essa caixa pequena?

— A grande é geladeira. Serve pra resfriar e guardar ingrediente. A pequena é micro-ondas. Esse aqui, ao contrário, é máquina pra esquentar comida fria.

A Rū me coloca no chão, abrindo a porta da geladeira, "gapari".

— É verdade mesmo… vem sensação de ar gelado saindo de dentro…

— Aah… faz sentido não ter nada dentro, mesmo assim…

A geladeira aberta estava vazia. Faz sentido, nem o Deus do Mundo faria tanto assim.

A Rū encontra faca, batedor, e vários utensílios de cozinha, me bombardeando de perguntas. Mas tem até coisa que eu mesmo não conheço, sinceramente fico em apuros.

Eventualmente, encontrando alguns livros de receita no armário, o interesse da Rū se desvia pra lá, e ela fica absorta, então escapo devagar da cozinha. Fuu.

Na sala, como sempre, a Eruze, a Rinze, a Sū, a Sakura continuam absortas na televisão.

Opa? Onde foi a Yumina e o pessoal? Andando pelo corredor, ouço voz de conversa vindo do segundo andar. Escritório?

Subindo a escada, logo ali é o escritório do vovô. Tinha bastante livro, mas eu quase nunca entrava lá. A Rin, claro, mas até a Yumina se interessar, ainda entendo, mas a Yae e a Hiruda se interessando por livro?

Do escritório, vem voz animada. Deve ser aqui mesmo.

— Quantos anos deve ter essa idade?

— Uns três, quatro, não?

— Tá chorando, viu.

— Esse Touya-querido também é fofo, hein.

Nn? Que conversa inquietante é essa… espiando o escritório, as quatro observavam algo tipo livro grosso. Opa? Espe…! Isso é!

— Ah, Touya-san.

— Onde vocês acharam isso!

— Tava em cima da mesa deste quarto. Achando que era o quê, abri, e tinha vários rostos que já vi em algum lugar.

A Rin ri baixinho, "fufu". Faz sentido mesmo. Isso é meu álbum de fotos!

O vovô adorava câmera, e, sempre que eu vinha aqui quando criança, ele me fotografava. Mais que "fotografava", era "fotografado". Só fotografava lugar estranho, então, quando eu recusava, ele até fotografava escondido.

— Confisco!

Arranco o álbum da mão da Yumina. Não pode deixar isso desprotegido assim! Não será obra do Deus do Mundo, será!?

— A foto de você fazendo xixi na cama, já vi também, viu?

— Esquece isso!

Até esse tipo de foto tá colada aí!? Usando Ki Divino, abro [Storage], jogando o álbum pra lugar fora do alcance de todo mundo. …! Ooh!?

Vendo minha surpresa repentina, a Rin inclina a cabeça.

— …O que houve?

— Não… usando [Storage], o Ki Divino diminuiu muito mais que o normal. Dá tanto peso assim…

Ah, é mesmo, a irmã Karen disse pra usar magia através do item divino.

Sem ser direto, carregando Ki Divino no smartphone, abro o app com [Storage] aplicado. Aah, de fato, assim é bem mais fácil. É tipo apoio, sensação de o Ki Divino sendo empurrado. …Será tipo bicicleta com assistência elétrica?

— De fato, este mundo tem pouca mana, base da magia. Não achava que fosse tão rarefeita assim. Se quiséssemos usar a magia que usamos normalmente lá, precisaríamos de vários itens auxiliares, círculo mágico, preparação minuciosa, coletando mana com esforço total, seria impossível de outro jeito.

Se for como a Rin diz, fazendo isso, será que dá pra usar magia até neste mundo? Talvez a lenda de "mago" espalhada por este mundo inteiro não seja mentira completa.

— Touyaaa. Tô com fome.

A voz da Sū vem lá de baixo. Confirmando horário no relógio pendurado no escritório, já passava do meio-dia. Opa, já tá nesse horário?

A geladeira tava vazia, o que faço, hein. Dentro do [Storage] tem comida, mas… já que voltei pra Terra, quero mesmo comer comida da Terra.

— Gostosooo! Isso tá gostosooo!

A Sū, depois de provar um pedaço da comida, grita exagerado. Opa, sensação de déjà vu. Reação parecida com quando fiz ela comer bolo enrolado pela primeira vez.

Sobre o almoço, como todo mundo queria comer comida daqui de verdade, em vez da comida dentro do [Storage], descemos até a cidade.

Tinha certa distância, mas, como tinha bicicleta pra todo mundo dentro do [Storage], não demorou tanto pra chegar na cidade. …Só eu não alcançava o pedal, então fui na garupa da Eruze.

Bem antes de chegar na rua principal da cidade, tinha restaurante familiar, então decidimos entrar ali por ora.

Ou melhor, todo mundo ficava olhando ao redor, "kyorokyoro", distraída com carro passando, semáforo, espelho de curva, guarda-corpo, então era perigoso. Tentavam até andar no meio da via…

Mesmo sendo horário de almoço, aquele restaurante não estava tão cheio. Guiados até mesa que comporta bastante gente, todo mundo, animado e barulhento, pediu pelo cardápio com foto da comida.

Assim que a comida chega, a energia de todo mundo já vai pro máximo, absortas cada uma na própria comida.

A propósito, a Yumina pediu omelete de arroz fofo, a Eruze bife em cubo, a Rinze gratinado de camarão, a Yae combo de ensopado de carne (+ prato de costeleta empanada + tigela de porco + bife de frango), a Hiruda espaguete de berinjela com tomate, a Rū peixe grelhado e combo japonês, a Sū hambúrguer com camarão frito, a Rin sanduíche club, a Sakura pizza de bacon. Eu pedi combo infantil. Não, achei que, sem oportunidade dessas, não pediria mesmo…

— Sabor diferente, mas gostoso. Tem alguns sabores que nunca comi misturados, mas…

A Rū, com paladar capaz de distinguir até um grão de sal, come o combo japonês assentindo. Sabor nunca provado, será referente a ingrediente, ou será sobre tempero químico…? Para de analisar enquanto come.

Todo mundo, mais que só a própria comida pedida, aproveitava dividindo entre si, saboreando cada prato. Eu, talvez por ter ficado com corpo pequeno, não consigo comer tanto assim, já fico satisfeito com o combo infantil.

— Certo, agora é "dezaato", né!

— Eh, ainda vai comer mais!?

Não só a Yae comilona, todas as outras também, como se fosse óbvio, animadas olhando a sobremesa do cardápio. Isso é aquele negócio de "doce vai em barriga separada"…

Eventualmente, chega na mesa panqueca de morango, parfait de chocolate, torta de maçã, mil-folhas, fondant de chocolate, anmitsu com creme de chá verde, pudim à la mode, monte blanc, sorvete e bolo variados, comida de sobremesa em abundância. Espera, não é mais que a comida principal!?

Envolto no cheiro doce, tomo café depois da refeição.

— Touya-sama, o que fazemos com o jantar?

— Já falando de jantar?

Diante da fala da Rū, quase rio com sorriso amargo, mas, na verdade, a geladeira tava vazia mesmo. Já que vim até aqui, quero aproveitar comida daqui em vez de comida do [Storage].

Incluindo ingrediente, à tarde, vamos fazer compra.

— Eu quero olhar as livrarias daqui.

— Ah, eu também, sim.

A Rin e a Rinze. Livraria, hein.

— Umm, eu queria olhar roupa…

— Eu queria ir pra algum lugar de diversão.

— Eu queria ir pra loja de armas.

O desejo da Eruze e da Sū, ainda vá lá, mas o da Hiruda é meio difícil. Já expliquei que aqui não vende espada nem lança… ah, mas talvez venda shinai de kendo?

Mesmo assim, desejo completamente disperso. Não dá pra ir pra tantos lugares assim, e mesmo a cidade onde o vovô morava, eu mesmo não conheço tão bem assim. Certo, o que fazer… espera aí?

— Umm, com licença.

— Sim. Ara, o que foi?

A garçonete passando, ao perceber que quem chamou era criança, se curva levemente sorrindo.

— Se não me engano, ouvi que iam construir um shopping novo por perto, uns cinco anos atrás, onde fica?

— Shopping? Ah, se for o shopping center, indo reto por essa rua da frente, logo vê uma placa grande à esquerda. …Eh? Ouviu cinco anos atrás?

— Aah!? Umm, é que, mi, minha irmã! Minha irmã ouviu isso!

Puxando apressado o braço da Yae ao lado, disfarço rindo. Perigo. Aparência de cinco, seis anos falando o que, afinal.

— O que foi, o quê!?

A senhorita garçonete, tipo "criança estranha", inclina a cabeça, voltando ao trabalho. Ku. Eu mesmo acho que sou criança estranha…

A Yumina puxa levemente minha manga, "kuikui".

— Touya-san, o que é shopping center?

— Umm, é prédio onde várias lojas se reúnem num só lugar. Vende roupa, sapato, e até comida.

— Ah, será que ali também tem livraria?

— Ah, tem.

A Rinze sorri feliz. Com o anel do Deus do Mundo, dá pra ler livro daqui também.

— Certo, então, depois de comer, vamos até esse shopping center. Precisa comprar ingrediente pro jantar também.

— Assim sim!

Com olhos brilhando de interesse por ingrediente daqui, a Rū bate palma feliz. Todas as outras também, animadas, começam a terminar as sobremesas pedidas.

A sobremesa doce disposta na mesa, uma atrás da outra, desaparece na boca de todo mundo. Como conseguem comer tanto doce assim… sentindo doçura de bolo que nem comi, tomo de novo o café amargo.

— Hee… surpreendentemente grande, hein.

— Ooh! Isso é "shoppingu sentaa"!

Mesmo afastado da estação, o shopping center bastante grande me surpreende. Alguns anos atrás, não tinha nada aqui…

Depois de estacionar as bicicletas no estacionamento, todo mundo vai atropelado em direção à entrada. Todas observam com interesse as pessoas fazendo compra e o prédio, "kyorokyoro", mas as pessoas ao redor também olham de relance pra nós.

Exceto eu e a Yae, todas devem parecer estrangeiras. Espero que pensem que a Sakura só tingiu o cabelo.

— Wa…! Tá brilhante! Incrível…!

Escapa suspiro da Eruze. Primeiro, quem nos recebe são várias lojas de roupa iluminadas com luz brilhante. Dá pra ver que cada loja mostra característica diferente. Além disso, tem loja de bolsa, sapato, acessório também.

Enquanto seguro a mão da Eruze, prestes a ser atraída flutuante até lá, olho pro painel de orientação ao lado da escada rolante. Subsolo primeiro andar, e sobe até quinto andar? Bastante coisa reunida, hein.

— Touya-sama! A escada tá se movendo!

— Aah, isso deve ser aquele tal "esukareitaa" que tava na memória do querido. Interessante.

— Umm, Hiruda, Rin. Fica quietinho, viu. Vai incomodar os outros.

Olhando de lado, todo mundo tava paralisada olhando a escada rolante logo ao lado do painel de orientação. As pessoas subindo pela escada rolante inclinam a cabeça, confusas por que estão sendo tão observadas pelas garotas. Desculpa, desculpa.

— Isso é… mapa?

— Uhum, isso mesmo. Dá pra saber rápido que tipo de loja tem em qual andar, né?

A Rinze observa o painel por cima da minha cabeça.

Deixa eu ver, livraria é quarto andar. CD, DVD também mesmo andar. Quinto andar tem entretenimento… fliperama.

Com tanta gente assim, não dá pra usar [Storage] abertamente, então compra de ingrediente fica por último. Primeiro, vamos pra livraria… opa?

— …Todo mundo, esperem aqui um pouquinho.

— Eh? Touya-san?

Falando isso à Yumina e o pessoal, saio correndo. Persigo certa pessoa que passou há pouco. …Achei.

Diante do meu olhar, casal idoso caminhava junto, parecendo bem íntimo. É o casal Asano. Saudade, hein…

O Asano-san é amigo do vovô. Já encontrei ele algumas vezes também. Toda vez que encontrava, por algum motivo, ganhava bala. Aliás, até no funeral do vovô, deu bala pra mim… que bom que continua bem.

Observo os dois de longe por um tempo, mas não dá pra ficar espiando pra sempre. Sentindo levemente sentimentalismo, ao voltar até a escada rolante, todo mundo tinha desaparecido de repente.

— Eh!?

Olho ao redor, "kyorokyoro". Elas chamam atenção, então deveria achar rápido, mas, sendo baixinho, tenho visão ruim!

Achei! Bem perto, na loja de boutique, dá pra ver o cabelo prateado da Eruze. Nn~, se mexeu por conta própria!

Apressado, entro na loja, e a Eruze estava conversando com a vendedora, segurando algumas roupas na mão. Opa? Só a Eruze sozinha, o resto não tá?

— Ah, Touya. Ei, ei, qual roupa acha que fica melhor?

A Eruze sorri feliz, segurando nas duas mãos vestido azul-marinho fofo e vestido xadrez vermelho. Fofa.

Bom, deixa eu ver, com certeza a roupa vermelha combina mais com a Eruze… espera, não é isso!

— Não é isso! Cadê todo mundo!?

— Ah, disse que, olhando aquele painel, dá pra saber onde quer ir, então foram na frente. Melhor que ficar andando junto atropelado, dá pra usar o tempo melhor, né?

Não, é verdade, mas! Pela minha experiência, quando humano que não é habitante de outro mundo anda por lá, geralmente encrenca vem receber logo em seguida!

Tiro o smartphone do peito, tentando ligar pra Yumina por ora, mas não atende de jeito nenhum. Ei, ei, já deu problema!?

— Ah, o smartphone, todo mundo deixou em casa, viu.

— Ha!? Por quê!?

— Porque magia não funciona, né? Se cair ou for roubado, seria terrível. Não volta com magia mesmo.

Normalmente, com [Teletransporte] e [Apport] aplicados nos smartphones de todo mundo, mesmo perdendo, dá pra chamar de volta pra mão. Mas essa função se perdeu ao vir pra Terra. Entendo o sentimento de deixar em casa por esse motivo, mas!

Pra esse tipo de situação, eu queria que carregassem mesmo!

— Ku, não tem jeito. [Search]

Fluindo Ki Divino, ativo discretamente [Search] pelo smartphone. Com isso, deve dar pra saber a posição de todo mundo… uwa.

Droga. Na tela de busca vista de cima direto, não dá pra saber bem em qual andar tá. A Sū tá bem perto, mas não vejo a figura dela. Provavelmente deve estar em cima daqui, entre segundo e quinto andar.

Atrás de mim franzindo o rosto, a Eruze ainda continua indecisa entre as duas roupas.

— Uuun… pela cor, é essa, mas, pra facilidade de movimento, é essa outra, né…

— Desculpa, as duas, por favor.

Digo isso à vendedora, cortando de vez a indecisão da Eruze. Preciso achar todo mundo rápido. Se quebrarem algo e virar caso de polícia, isso não posso permitir de jeito nenhum. Não tenho nada pra provar minha identidade, afinal. Com certeza vira complicado.

Haa… por que será que sinto como se estivesse explorando masmorra dentro de shopping center?


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