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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 458

O Reencontro, e a Cabeçada

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Capítulo 458 – O Reencontro, e a Cabeçada

Voltando do zoológico pra missão de madrugada, tiramos um cochilo rápido. Meu pai, mangaká, minha mãe, ilustradora de livro infantil, profissões peculiares, mas nenhum dos dois costuma virar noite raramente. Segundo meu pai, "virar noite é ineficiente no fim das contas". Não dormir embota o raciocínio, e distrai a concentração. Minha mãe também dizia que estraga a pele.

Se estragar a saúde pra cumprir o trabalho, perde o sentido. Justamente por estar saudável que consegue trabalhar. Eu também penso assim.

Mesmo dizendo isso, às vezes surge de repente situação que só dá tempo virando a noite mesmo. Correção inesperada, por exemplo.

Se não me engano, o prazo da obra em serialização do meu pai deve ter sido há pouco tempo. Se não tiver mudado desde então. Se seguir o padrão de antes, hoje deve estar dormindo normalmente.

Minha casa fica duas cidades depois da cidade onde fica a casa do vovô, de trem quinze minutos. De estação a estação, quinze minutos de trem, mas, da casa do vovô até a estação, trinta minutos, mais quinze minutos de trem, e mais quinze minutos da estação da cidade onde eu morava até minha casa, no total, uma hora inteira.

Sendo esse horário, naturalmente, trem não está circulando. Bom, desde o início, nem pensei em ir de trem mesmo. Andando à noite com esse número de gente, com certeza seríamos abordados pela polícia por menoridade. Não pretendo correr esse risco.

— [Gate]

Usando Ki Divino através do smartphone, abro porta de teletransporte diretamente da casa do vovô até minha casa de verdade. Casa bem conhecida por mim. Consigo abrir em qualquer lugar dela.

Na frente, sou o primeiro a passar pelo [Gate]. A luz tá apagada, então escuro, mas, além disso, tinha a sala familiar. Não mudou tanto assim do estado que vi da última vez. Ah, a televisão foi trocada por nova, hein.

Que nostalgia… opa, não é hora de me entregar a sentimentalismo.

— [Trevas, convide, sono tranquilo, Nuvem do Sono]

Círculo mágico se espalha aos meus pés, e, dali, névoa roxo claro nascida se dispersa pela casa inteira. Névoa que convida todos dentro desta casa pro mundo do sono. Afinal, tem chance de meu pai e minha mãe estarem acordados. Se pensarem que sou ladrão e denunciarem, seria complicado. Com isso, não precisa se preocupar com barulho acordando eles.

Passando o [Gate], na sala, a Yumina e o pessoal aparecem um atrás do outro.

— Aqui é a casa do Touya-san, hein…

A Rinze olha ao redor da sala escura de uns quinze tatames, "kyorokyoro". Será que acha pequeno? Não, isso é casa normal, viu? Não pode comparar com castelo.

— Certo, e agora, querido. Falou que ia enganar seus pais fazendo eles acharem que era sonho, vai usar [Miragem] ou [Hypnosis]?

— Não. Usando Ki Divino como meio, vou conectar a consciência de vocês com a do meu pai e mãe. Assim, fica sem sensação de realidade, mais fácil de confundir com sonho.

Inicialmente, pensava no método que a Rin sugeriu, mas, há pouco, a irmã Karen mandou mensagem dizendo que esse era mais seguro.

Mesmo separado por mundos, mensagem chega, hein… espera, até agora já via internet e ligava pro deus. Já é tarde demais pra me surpreender com isso.

Claro, só é possível por ser meu smartphone item divino, com o smartphone da Yumina e o pessoal seria impossível.

Ou seja, em vez de fazer confundir com sonho, vamos de verdade encontrar dentro do sonho. Com esse método, também consigo aparecer diante dos dois sem ser em forma de criança, e consigo agir com flexibilidade também.

A Yumina pergunta, inclinando levemente a cabeça.

— É tipo compartilhamento de consciência com criatura invocada?

— Bom, próximo disso. Precisamente, é mais tipo trazer a consciência de todo mundo pra um espaço separado fechado? Não é que vamos espiar dentro do coração, então tudo bem.

Conectar a consciência de todo mundo num espaço criado com poder divino… é tipo fazer login num mundo de jogo online. Mesmo dizendo "jogo online", não deve passar a mensagem, então melhor pular a explicação.

O quarto de dormir do meu pai e minha mãe é no segundo andar. Por ora, vou definir a casa inteira como área de destino. Sendo deus aprendiz iniciante, além disso, não consigo controlar o Ki Divino.

Peço pra todo mundo relaxar sentado no sofá da sala. Fico de pé no centro da sala, concentrando a consciência. Estendendo tentáculo de Ki Divino por toda a casa.

Respiro fundo devagar. …Certo.

— Então, vamos. [Connect]

"Suu", a consciência de todo mundo cai como se estivesse entrando no sono. Igual conexão de linha se estabelecendo, a consciência de todo mundo é guiada pro mundo pseudo-artificial tipo servidor criado com poder divino.

Por último, eu também solto a consciência, deitando devagar de lado, "batan", em cima do tapete.

— Aqui é onde, afinal…?

— Mundo pequeno criado com poder divino… digamos isso. Não tem nada, mas. Bom, considera que entrou dentro do [Storage] mesmo.

Respondendo à dúvida da Yae, olhando ao redor, "kyorokyoro", sinto alegria de ter voltado à minha própria forma original depois de tempo (mesmo sendo só dois dias). Que bom ter visão alta!

Sendo mundo pseudo-artificial, sem risco de roupa rasgar nem nada, estava com meu casaco de sempre. Bom, esse é o que eu mesmo imagino inconscientemente com mais frequência, afinal…

— Isso tudo bem, mas… por que embaixo dos pés tem névoa flutuando assim, e em cima tá meio escuro?

— Ah, não, é que, tecnicamente, já morri, então achei que precisava dar sensação de fantasma.

Como a Rinze apontou, esse espaço criado com poder divino é espaço vazio, escuro, com névoa, ou melhor, fumaça, flutuando embaixo dos pés. Olha, dá aquela sensação de "mundo espiritual", né? Bom, nunca vi de verdade, então baseei em filme antigo e novela de televisão. O reino divino, ando frequentemente, no entanto.

— Mas assim, não vão achar que você tem apego de morte e apareceu perdido? Veio pra dizer que tá vivendo feliz, né?

— Ah

…De fato. Faz sentido o que a Eruze diz. Assim, parece que vim reclamar rancor ou algo assim. Fantasma, então fiz simples demais. Reflexão.

Se for isso, que tipo de cenário seria melhor, hein.

— Sol brilhante, nuvem branca, e campo de flores… esse tipo de paisagem natural bonita não seria melhor? Parece que tá vivendo feliz também.

— É verdade. Se for dar impressão de vivendo feliz no céu, é melhor por esse lado, né.

Diante da proposta da Hiruda, a Rin também assente levemente. Entendi. Esse lado, hein.

Fixando a imagem, estalo os dedos. No instante, a névoa é soprada, dispersando, e, no espaço que era escuro, luz solar suave e clara cai em cascata. Acima da cabeça, céu azul infinito se espalha, e, embaixo dos pés, no lugar da névoa dispersada, flores bonitas se espalham em profusão, cem flores num só lugar.

Este mundo é espaço pseudo-artificial que criei. Igual quarto que gera espaço virtual com holograma, comum em série de ficção científica ocidental, dá pra transformar do jeito que eu quiser. Vamos soprar vento levemente refrescante também. Cheiro de flor perfumado se espalha ao redor.

— Incrível… parece de verdade mesmo.

A Yumina belisca levemente a flor aos pés. Como reconhece até a sensação de tocar, talvez não seja tão diferente da realidade. Infelizmente, ainda não tenho poder de manter isso por longo tempo. Deve aguentar uma hora… verdadeiro sonho fugaz, digamos.

— E aí, onde tão o pai e a mãe do Touya? Já chamou pra este mundo?

— Uhum. Como conectei a consciência de todo mundo daquela casa, deve estar em algum lugar deste mundo… mas…

Respondendo isso à Sū, por cima da cabeça dela, avisto silhueta de pessoa avançando rápido, "zunzun", em direção a cá através do campo de flores, parando minha fala.

De trás, alguém apressado persegue a pessoa que avança decidida.

A primeira é mulher parecendo final dos vinte anos, cabelo preso caindo do ombro, na verdade início dos trinta. E, atrás dela, perseguindo com cara aflita, é homem alto de aparência gentil, passado dos quarenta, usando óculos redondos.

Sem precisar dizer, são meus pais. Nome do pai, Mochizuki Tōichirō, profissão mangaká. Nome da mãe, Mochizuki Tsuzuri, profissão ilustradora de livro infantil.

Justamente a ilustradora de livro infantil avança sem expressão, disparada em minha direção.

Convivendo com ela por longos anos, eu entendo. Quando minha mãe faz essa expressão, é quando está extremamente irritada. Será que, por acaso, sem precisar de "por acaso", ela tá com raiva…?

Opa? Não era pra ser cena emocionante de reencontro com filho falecido?

Minha mãe para diante de mim. Diante da pressão silenciosa que ela emite, a Yumina e o pessoal ao redor também se afastam aos poucos.

— O, oi, mãe… tava bem?

Falando conversa trivial com sorriso contraído, minha mãe estende a mão em direção ao meu rosto. Mão fina toca minha bochecha. Fria. Sinto até essa sensação, hein.

A outra mão também toca a bochecha. Minha mãe diante de mim sorri levemente. Sorriso saudoso que vi quando criança.

Enquanto me entrego a essa nostalgia, as duas mãos da minha mãe começam a apertar gradualmente com mais força. …Opa?

A altura da minha mãe não é tão diferente da minha. Sendo ex-modelo, é bem alta pra mulher. A ponto de me perguntar de onde vem tanta força nesse corpo magro assim, as duas mãos da minha mãe seguram firme minha cabeça.

Aquele sorriso de há pouco desaparece de repente, e minha própria mãe, diante de mim, num instante muda pra expressão severa, desferindo cabeçada grandiosa em mim.

— Seu filho idiotaaaa!!!!

— Doeuuuuu!!!?

Inúmeras estrelas se espalham diante dos olhos! Caindo pra trás, me contorço de dor na testa que parece racharia, rolando pelo campo de flores, "gorogoro". Espera aí! Sensação de dor também é transmitida!? Não, na verdade, o cérebro deve estar sendo confundido, achando que houve esse tipo de impacto de fato! Ah, é mesmo. Então, se eu pensar que não dói…!

Não dói, não dói, não dói… ooh, a dor passou. Digno do meu mundo. Mas ainda parece doer um pouco…

— Só agora que finalmente vem me mostrar a cara! Aparecer no sonho no próprio dia da morte não seria o mínimo de respeito filial!? E ainda por cima, finalmente aparece e traz nove noivas!? Se divertindo sem saber o que a gente sofreu, hein, vamos lá!

— Espera um pouco!? Por que você sabe disso!?

Cruzando os braços, de pé feito guardião, olho pra minha mãe, surpreso, levantando a voz. Ainda não falei nem uma palavra que a Yumina e o pessoal são minhas noivas. Telepatia!? Originalmente era pessoa de intuição aguçada, mas… não, que absurdo.

— E, espera um pouco, Tsuzuri-san! Não tá exagerando!? Tudo bem, Touya-kun?

Minha mãe, de pé em posição imponente, cruzando os braços, e, meu pai, preocupado, chama de trás dela.

De qualquer forma, os dois parecem achar que isso é sonho mesmo.

— Já que é sonho mesmo, não tem problema, esse tanto!

Faz sentido mesmo. Se é isso, apesar de ser algo que se espera, receber esse tipo de ataque…! Normalmente, nesse tipo de situação, não seria abraço ou algo assim!? Sem constrangimento nenhum, tanto no real quanto em sonho!

— Não, ou melhor, por que a mãe sabe de todo mundo!?

— Uma noite, uma semana atrás, apareceu num sonho velho estranho se apresentando como deus. Disse que sentia muito por ter levado seu filho.

— Eu também vi. Senhor idoso de cabelo branco, óculos.

Não pode ser, o Deus do Mundo…? Já apareceu antes no sonho da minha mãe e do meu pai, hein. Pra pedir desculpa por ter causado minha morte… …….opa, sinto tipo mau presságio.

— …E aí, o que aconteceu?

— Fiquei irritada e dei um tapa,

— Uoi!?

— …Ia dar, mas fui impedida pelo Tōichirō-san dentro do sonho, então relevei.

Minha mãe vira o rosto pro lado, cara amuada.

— Mesmo sendo sonho, ainda assim, bater em pessoa que se apresenta como deus, foi reflexo, digamos assim. O senhor idoso tinha sorriso contraído, mas.

Meu pai responde rindo com sorriso amargo. …Depois que voltar, melhor pedir desculpa.

— É óbvio ficar com essa raiva, meu filho foi morto! Antes de mais nada, a culpa é sua também! Morrer atingido por raio, falta de disposição! Deveria ter desviado disso mesmo! Que patético!

Fala absurdo, hein. Não era simples raio, viu. Era raio divino. Raio de deus que expulsa maldade. Isso, viu.

— O deus falar "seu filho morto vai aparecer no sonho trazendo nove noivas, então cuidem bem dele"! Que tipo de revelação divina é essa! Mesmo sendo meu próprio sonho, ao acordar, sem querer pensei "ei, ei"!

— Estranho, mas eu também tive o mesmo sonho. Mas, Tsuzuri-san, tanto o Touya-kun quanto você parecem exatamente reais. Será que isso é sonho mesmo?

Ah, é mesmo, meu pai e minha mãe devem achar que, exceto si mesmo, tudo o resto também é sonho, né. Meu pai tenta beliscar a própria bochecha. Opa. Discretamente, bloqueio a sensação de dor.

— …Não dói. É sonho mesmo. Faz sentido. Mas fico feliz de encontrar o Touya-kun de novo. Parece com boa saúde… não, "com boa saúde" tá estranho, sendo morto.

Meu pai ri, "hahaha". Do próprio jeito como sempre, hein… generoso, ou melhor, insensível? Minha mãe também belisca a própria bochecha, igual ao meu pai. Naturalmente, também bloqueei a dor daqui.

— …Opa? Doeu um pouco há pouco, mas.

— Será impressão?

— É mesmo.

Inclinando a cabeça, acariciando a testa, minha mãe parece ter desistido de pensar fundo nisso. Que alívio, personalidade despreocupada… não, personalidade que não se prende a detalhe mesmo.

— Você nem cresceu nem um pouco de altura, hein. Ah, sendo meu sonho, faz sentido ficar exatamente como na hora da morte mesmo… pena não poder ver você adulto.

Minha mãe sorri levemente triste. Meu corpo, sendo divinizado, cresce mais devagar que humano comum. Mesmo assim, deve virar corpo adulto algum dia. Nessa hora, talvez venha visitar de novo… se conseguir permissão do Deus do Mundo, no entanto.

— Mas…

De repente, o olhar da minha mãe se direciona à Yumina e o pessoal. Diante do reencontro bastante impactante nosso, todo mundo recua levemente. Faz sentido mesmo. Até eu recuei diante de cabeçada logo no primeiro encontro.

Mesmo assim, pra cumprimentar os sogros, a Yumina toma coragem, dando um passo à frente.

— A, ah, umm, e, eu, não, eu sou…

— Você é a Yumina, né?

— Eh?

Diante da mãe adivinhando o nome, a Yumina para o movimento, expressão de "hã".

— Nome até sabe também, hein. Deus do Mundo, será que contou tanto assim?

— Aquela ali de cabelo prateado comprido é Eruze, a curta é Rinze, o rabo de cavalo, se não me engano, era Yae… né, Tōichirō-san?

— Uhum, se não me engano, isso mesmo. Aquela loirinha e a de coque duplo também lembro. Eram Sū-san e Rin-san, né? Aquelas crianças também viraram noivas do Touya-kun, hein.

Meu pai assente levemente, tipo confirmando. Nnn? Meio estranho, hein? Incluindo a Yumina, até a Eruze, a Rinze, a Yae, ele conhece, mas a Sū e a Rin, não sabia que eram noivas… esse tipo de coisa?

— As outras três não conheço… ah, desculpa! Ainda não li até essa parte!

A Rū, a Hiruda, a Sakura, três, diante da fala da minha mãe, chocadas, ficam com cara prestes a chorar, e minha mãe, apressada, corre até as três.

— …O que significa "não li"?

— Hyamura-kun. Você conhece, colega de classe.

Eh? Não, conheço sim. Amigo do ensino fundamental 2 que sempre brincava junto. …Por que o nome dele aparece agora?

— Ele, agora, é meu assistente…

Eh? O Deus do Mundo foi até o sonho do Hyamura-kun também!? Leveza de movimento como sempre, hein!

— Nesse sonho, parece que o senhor idoso deus mostrou pra ele os feitos do Touya-kun. História de você indo pra outro mundo e brilhando lá… e ele fez esboço dessa história pra nos mostrar.

— Ha!?

Que absurdo é esse!?

Esboço é, na hora de desenhar mangá, representação simplificada de composição, divisão de quadro, movimento de personagem, fala, digamos, planta do mangá. Rascunho do rascunho, sendo momento em que praticamente já se decide a qualidade da obra.

Vendo o esboço, dá pra saber o fluxo da história… quer dizer que minha ação lá foi toda exposta!?

Claro, sob percepção de "sonho estranho que o Hyamura-kun viu", mas. Não sabia disso, Deus do Mundo!?

— I, isso, até onde…

— Umm, se não me engano… o que trouxe semana passada era ele fazendo amizade com monstro tartaruga e cobra.

Sango e Kokuyō… quer dizer que é logo antes de encontrar Babylon. Se for isso, a Rū e o pessoal não deviam ter aparecido ainda.

— Fiquei surpreso ao saber pelo Deus que ia ter nove noivas. O que aconteceu pra chegar nisso… bom, não adianta pedir explicação pro sonho, né. Realmente, ultimamente só vejo sonho estranho. Mas é interessante, então tudo bem.

— É meesmo.

Igual na época da Doutora Babylon e dos Deusempregados, sinto que tem muita gente espiando minha vida, hein… será que fui visto pelo amigo, e isso foi contado aos meus pais em forma de mangá, que tipo de jogo de humilhação é esse!? Hyamura-kun, cancela isso agora mesmo e desenha outra obra.

Ou melhor, essa situação atual também, será que não tá sendo vista ou lida por alguém…?


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