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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 460

O Filhote, e o Momento da Manhã

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Capítulo 460 – O Filhote, e o Momento da Manhã

— Dau, daa

— Nn? O que houve, Fuyuka?

A Tsuzuri seguia com o olhar a filha engatinhando em linha reta em direção à janela. Sempre de bom humor, mas hoje estava especialmente animada. Será que essa criança também teve aquele sonho, pensa a Tsuzuri de repente.

Noite passada, no sonho, apareceu o filho falecido. Ainda por cima, trazendo nove noivas. Mesmo sendo o próprio sonho, sente-se atônita com a configuração tão absurda. Demais, hein, pensa. Mas todas eram garotas boas.

Ao contar isso pro marido, ele ficou surpreso: "eu também tive o mesmo sonho". Conversando em detalhes sobre o sonho que cada um teve, chegam à conclusão de que, por qualquer ângulo que se olhe, foi exatamente o mesmo sonho mesmo. Que coisa estranha, casal ter o mesmo sonho ao mesmo tempo.

Será que aconteceu esse fenômeno por trabalharem na mesma casa, e terem o mesmo ritmo de vida?

No caso da Tsuzuri, sendo pessoa que não pensa demais, aceita só o fato de "ter tido sonho estranho", mas o marido ainda continua pensando sobre isso.

— Hmm, isso deve ser algum tipo de indicação do mundo espiritual… não, se aquele Touya-kun for corpo astral, então…

…Deve estar só achando que dá pra usar como ideia de mangá.

Mesmo assim, foi sonho impressionantemente nítido. Deve se chamar isso de sonho lúcido. Naquele sonho, também apareceu a filha, Fuyuka. Por isso pensou que talvez essa criança pequena também tivesse tido o mesmo sonho.

— Não pode ser.

A Tsuzuri balança a cabeça, negando esse pensamento. Como esperado, isso não deve ser possível. Queria confirmar, mas, sendo bebê, a Fuyuka não tem como confirmar.

Essa Fuyuka, segurando na moldura da janela pra se levantar, batia repetidamente, "banban", na janela de correr que dá pro jardim. Será que quer que abra? A parte inferior da janela é vidro fosco, então, na altura do olhar da Fuyuka, não dá pra ver o jardim. Talvez queira ver o jardim.

— O que foi? Quer ir pra fora?

— Daa, dau, wan, wa!

— Wan, wa?

Diante da pronúncia confusa da filha, enquanto a Tsuzuri inclina a cabeça, do lado de fora da janela, vem pequena voz, "wan!".

Levantando-se, a Tsuzuri se aproxima da janela, e, no jardim, tinha um filhote de cachorro sentado educadamente. Filhote branco puro, bonito. Como raça, parece filhote de husky siberiano, mas levemente diferente. Será vira-lata?

— Dau, wan, wa!

— Ah, au-au, hein.

Finalmente entendendo o que a filha dizia, a mãe abre a janela, "karakara". Vendo a filha prestes a avançar de imediato, ergue a Fuyuka apressada no colo. Sujar a roupa de bebê de lama logo de manhã, prefere evitar.

— Wan, wa!

— Tá, tá, entendi.

Levando a Fuyuka no colo, calça o chinelo, saindo pro jardim. O filhote continua sentado, sem se mover nem um pouco. Que dócil, pensa a Tsuzuri. Normalmente, filhote dessa idade, mostraria interesse em tudo, correndo pra todo lado.

— Olha, é au-au.

— Wanwa!

— Uan!

Como se respondesse à Fuyuka, o filhote late baixinho. Ainda segurando a Fuyuka, a Tsuzuri se abaixa, esticando a mão, acariciando a cabeça do filhote. O filhote, sem fugir, se deixa acariciar docilmente.

— Que criança acostumada com gente, hein. Será cachorro de alguém?

Afastando o pelo ao redor do pescoço, verifica, mas não tem coleira nenhuma. Também não tem marca de coleira, então a Tsuzuri pensa que talvez seja cachorro perdido.

— Kuun

O filhote se agarra à mão da Tsuzuri, esfregando a cabeça de forma manhosa. Perigoso. Isso é perigoso. Mesmo não sendo tanto quanto a filha, é fofo mesmo.

— Opa? Tsuzuri-san, o que foi esse filhote de cachorro?

— Ah, Tōichirō-san. Bom, parece ser cachorro perdido, tipo.

Virando-se, o marido observava de dentro, se inclinando pra fora da janela. Logo calça o chinelo, descendo pro jardim.

O marido gosta de cachorro. A Tsuzuri também gosta igualmente, mas não cria cachorro. Já tentou receber filhote nascido na casa de um conhecido, mas, por algum motivo, o filhote sentia medo dela, evitando se aproximar, e ela desistiu. Três vezes.

— Kuun?

Por causa disso, tinha desistido de criar cachorro, mas, por algum motivo, essa criança se apegou. Pra Tsuzuri, que costuma ser temida por filhote, isso parece destino.

Aparecer justamente na manhã seguinte ao sonho com o filho falecido também não parece coincidência. (De fato, não é coincidência mesmo.)

Talvez tenha passado pela cabeça o pensamento de que esse cachorro seria reencarnação do filho, mas, como se negasse isso, o filhote balança a cabeça horizontalmente com força, "bunbun". …Talvez não seja isso.

— Tōichirō-san, será que dá pra criar essa criança em casa?

— Umm, se for cachorro de outra pessoa, seria triste se separar depois…

— Wanwa! Wanwa!

— Olha, a Fuyuka também parece ter gostado.

A Fuyuka estende a mão do colo da Tsuzuri, acariciando a cabeça do filhote branco. Diante disso também, o filhote apenas se deixa acariciar.

— Realmente é criança dócil mesmo, hein.

— Né. Posso criar, né? Você também quer virar da nossa casa, né?

— Uan!

Como se respondesse, o filhote late animado. A Tsuzuri e o filhote observam de relance a expressão do Tōichirō. Ele, ajeitando os óculos com o dedo médio, abre a boca devagar.

— Não pode.

— Eeeh!?

— Dau!

— Kuun…

Da esposa, da filha, e ainda do filhote, escapam vozes de insatisfação e decepção.

— Não, primeiro, precisa fazer o procedimento direitinho. Precisa ir na clínica veterinária, e também na delegacia de bairro. Pode ser que esteja sendo criado em algum lugar. Só depois disso é que criamos.

— Que bom! Obrigada, Tōichirō-san!

— Dau, wanwa!

— Uan!

Correndo ao redor dos pés da Tsuzuri, o filhote branco… ex-deusa subordinada solta suspiro de alívio.

— «Por ora, sucesso. Daqui pra frente, com toda dedicação, vou proteger a Fuyuka-dono.»

Esse é o último dever como deusa subordinada. Reparar o próprio pecado cometido. Sem cumprir isso, não pode virar deusa inferior.

Eventualmente, vai gerar cópia própria, e, embora mudando de aparência a cada geração, vai proteger essa pessoa pra sempre.

— Wanwa!

— Uan!

Assim, uma nova integrante se junta à família Mochizuki. Eventualmente, esse filhote e sua dona, a garota, se envolvem em vários incidentes peculiares… mas isso é outra história.

— Fua…

Esfregando os olhos ainda sonolentos, desço a escada. Talvez por ter dormido tarde ontem à noite, tive dificuldade pra pegar no sono. Também tirei cochilo… soneca da tarde? Sim.

Sendo casa do vovô, que recebia muita visita, tinha futon suficiente pra todos, mas, claro, não tem quarto pra estender todos de uma vez. Por isso, decidimos dividir em alguns quartos pra dormir.

Como qualquer quarto que eu fosse geraria injustiça, acabei dormindo sozinho, mas, em lua de mel, marido e mulher dormindo em quarto separado, normalmente não seria caminho reto pro divórcio?

Mas, ontem foi difícil mesmo, hein…

Será que aquela deusa subordinada conseguiu conquistar minha mãe e o pessoal bem. Os dois gostam de cachorro, então acho que deve ficar tudo bem.

Minha mãe, gostando de cachorro, mas sendo temida por cachorro por algum motivo, tinha constituição estranha assim, afinal. Se aproximando fofa e manhosa, com certeza deve conquistar na hora.

A propósito, eu e o vovô éramos mais fãs de gato.

Bom, de qualquer forma, aquela deusa subordinada vai proteger a Fuyuka e o pessoal no meu lugar. Coisa grata. Verdadeira deusa protetora, digamos. Ainda não é deusa oficial, no entanto.

— Nn?

De baixo, vem cheiro gostoso. Indo até a cozinha, vejo, de costas, a Rū de avental, cortando algo com faca, "tontonton". A luz da manhã entrando pela janela da cozinha a envolve brilhante. Bonita, hein…

— Ah, Touya-sama. Bom dia.

— Bonit…

— Eh?

— Ah, não! Nada! Bom dia, Rū!

Sentando na cadeira da mesa da cozinha, a Rū serve chá do bule, colocando na xícara do vovô, entregando pra mim.

— Acordou cedo. Dormiu direito?

— No castelo, sempre acordo nesse horário, então já é hábito. Acordei bem despertinha.

Ah, é mesmo, a Rū ajudava a chefe de cozinha Kurea-san a fazer café da manhã, afinal.

Hábito enraizado é difícil de largar mesmo. Continuando a mesma vida, eventualmente o próprio corpo se acostuma sozinho.

— E todo mundo?

— A Yae-san, a Hiruda-san, a Eruze-san já acordaram. Estão fazendo combate simulado no jardim. A Rinze-san e a Yumina-san estão assistindo televisão na sala.

O quê, todo mundo acordou cedo, hein. Bom, originalmente, pessoas daquele mundo quase não viram noite mesmo. Todo mundo dorme até tardar às dez da noite, no máximo.

— E a Sū e o pessoal?

— Ainda estão dormindo. Quando o café da manhã ficar pronto, chamo. Deixa dormir mais um pouco, ontem devem ter se cansado.

Parece que a Sū, a Sakura, a Rin, três, ainda estão dormindo. Fico levemente aliviado por não ser o último. Marido dormindo tranquilamente enquanto faz todo mundo esperar o café da manhã, se possível, prefiro evitar.

— A Sū ontem ficou animada vendo a Fuyuka, deve estar cansada. A Sakura já é difícil de acordar por natureza. A Rin é…

— Deixa avisado, não é por causa da idade, viu…?

— Uowa!?

Diante da voz, viro-me, e, olhos sonolentos ou encarando feio, difícil dizer, a Rin, com olhos semicerrados, estava de pé de pijama. Assustei! Não fica de pé sem presença assim atrás de mim!

Em vez do rabo de cavalo duplo de sempre, o cabelo branco puro está solto. Sempre acho, mas essa aparência da Rin também é fofa.

— Não penso isso, não. Se fosse idosa, seria acordar cedo, ao contrário. Tá se preocupando demais.

— É. Se for isso, tudo bem. Rū, eu também quero chá.

— Sim, aqui está.

A Rin, com olhos ainda sonolentos, serve chá da chaleira na xícara.

— A Sakura e a Sū acordaram?

— Ainda estão dormindo. Vamos deixar dormir mais um pouco. Aliás, querido, por ora, terminamos o objetivo principal, mas, o que fazemos daqui pra frente?

— Uhum, ainda vou decidir conversando com todo mundo. Não devemos conseguir vir mais a este mundo, então melhor fazer o que quiser fazer.

Se ficar assim, vai terminar só com zoológico e cumprimento aos pais. Isso seria meio triste como lua de mel.

Usando [Gate] através do smartphone, dá pra ir a qualquer lugar. Consome Ki Divino, então não dá pra usar demais, mas, pra ida e volta num só dia, acho que não tem problema.

— Ah, é mesmo.

— O que foi, querido?

Lembrando de algo, vou até o escritório do vovô. Na estante, os livros estão organizados direitinho por gênero, fácil de procurar. Faz sentido o vovô ser bem meticuloso mesmo. Deixa eu ver… é esse.

Pego o livro alvo, voltando até a Rin e o pessoal.

— O que é isso?

— Livro-guia de viagem… livro de orientação de viagem, digamos. Livro escrito por conhecido do vovô, lembrei que já mostraram pra mim antigamente.

Com isso, tem lugares famosos do mundo inteiro listados. Livro um pouco antigo, mas, lugar famoso do mundo, não deve mudar tanto assim, então não deve ter problema pra pular de [Gate].

A Rin pega o livro, folheando, "perapera".

— Hee. Construção interessante. Sinto sopro de era antiga. Gosto desse tipo de coisa.

— Chichen Itza, hein. Cidade antiga de mil anos atrás, mais ou menos.

Como diz "Período Pós-clássico (a partir do ano 900 d.C.), maior escala entre as cidades antigas maias", deve ser aproximadamente isso.

Na página aberta pela Rin, tem foto do famoso "Templo de Kukulcán". Aquela pirâmide de escada. Pirâmide onde, no equinócio de primavera e outono, aparece sombra de serpente na escada.

Escrito que essa serpente é chamada de deus Kukulcán entre os maias, e Quetzalcoatl entre os astecas…

— Só por ter mil anos, deteriora tanto assim?

— Porque aqui não tem magia de proteção e afins, sabe.

— Ah, é verdade mesmo.

Fortalecimento de construção por magia de terra é razoavelmente popular no outro mundo. Casa de rico e castelo, na maioria, costuma ter isso aplicado.

Se aqui também tivesse magia de proteção, talvez desse pra ver várias ruínas antes de se decompor. Pena.

No livro-guia, além disso, também tinha Esfinge, Stonehenge, ruínas antigas assim, e também construções tipo Torre de Pisa, Torre Eiffel. Naturalmente, não só construção, também tem coisa natural tipo Cataratas do Niágara, Grand Canyon.

Ah, tem lugar famoso do Japão também, hein. Amanohashidate, Tokyo Tower. Pena não ser Skytree. Bom, sendo livro antigo, não tem jeito.

Enquanto espio o livro junto com a Rin, "pipi!", o micro-ondas toca.

— Touya-sama, será que dá pra chamar as duas?

— Combinado

Voltando pro segundo andar, entrando no quarto de estilo japonês, encontro a Sū e a Sakura, de pijama, rolando fora do futon, dormindo com má postura de sono. Por que será que acho fofo esse descuido delas, moças jovens, em vez de achar deselegante.

— Sū, acorda. Já é manhã.

— Nn~… ainda tô com sono…

A Sū afasta minha mão balançando o ombro dela, tipo "não, não". Deve ser trabalhoso mesmo pra Reimu-san lidar com isso… o mordomo da família Duque Orutorinde, Reimu-san, que era encarregado da Sū, agora acompanha o irmão caçula dela, Edo-kun. Mesmo assim, agora é período de transição, e, daqui a alguns meses, parece que vai passar o cargo pro filho dele, sucessor Reimu-san.

Achei que era pra se aposentar assim, mas ele pediu pra trabalhar onde o irmão dele, Raimu-san, trabalha… ou seja, em Brunhild. Parece que quer ser encarregado de cuidar do futuro filho meu e da Sū.

Grato, mas, do jeito que ela tá agora, ainda deve levar bastante tempo pra isso. Dou suspiro pequeno vendo a Sū dormindo inocente.

— Vem, acorda. Já tá pronto o café da manhã.

— Comida…

"Muku", quem reage à minha fala não é a Sū, e sim a Sakura, dormindo abraçada ao futon. Reagir a comida, que despertar decepcionante, senhorita.

— …Depois de vir pra cá, comida ficou gostosa demais, isso é ruim. Vou engordar com certeza. Garanto.

— Não, mesmo garantindo assim…

— Se engordar, vai desgostar de mim…?

A Sakura pergunta, inclinando levemente a cabeça, observando minha reação. Que bobagem falando.

— Nunca aconteceria isso. Não importa a forma que fique, é impossível eu desgostar da Sakura.

— Digno do rei. Sabia que ia falar isso.

A Sakura solta o futon, se agarrando em mim em vez disso. Espera um pouco! Corpo de criança não aguenta isso, sabe!

"Dosa", sou derrubado em cima do futon estendido. Ainda assim, sou abraçado, seguro firme, pela Sakura.

— Mumu. O que tão fazendo perto da minha cama… eu também vou entrar!

A Sū, completamente desperta, se joga em cima de nós. Ei, para, não toca em lugar estranho…!

— O que vocês estão fazendo?

— «« «« Ah »» »»

Como se olhasse de cima pra nós lutando, "dotanbatan", na entrada do quarto, com a mão na cintura, a Rinze estava de pé com olhar atônito.

— Já faz tempo que todo mundo tá sentado esperando, sabia? Precisa acordar rápido, senão não vale.

Sendo repreendida com tom levemente bravo. Ops. Como fui acordar e não desci, a Rinze deve ter vindo ver. Fiz coisa ruim.

— Desculpa, desculpa. Já vou descer…

Enquanto digo isso, desvio devagar o olhar erguido pra Rinze. Perigo! Não sorri bobo!

— O que houve?

— Umu. Será de propósito?

— Eh?

— Deu pra ver a calcinha.

Diante da fala da Sakura, a Rinze, segurando a saia apressada, "zuzaa", pula pra trás de nós caídos. Não, já somos casados, então isso não devia importar mais, né? Também penso, mas sinto que não é bom perder totalmente o pudor mesmo sendo casados.

— Aquela é a nova que comprei anteontem.

— Fofa, mas branca, hein. A Rinze já é esposa também, podia usar algo mais "adaruti", né?

— É, é bom assim! Gostei justamente dessa!

Esposa, adulti… essa Sū, será que a Sheska plantou algo estranho na cabeça dela? Ou será que aprendeu na televisão daqui?

— Eu também já sou esposa, então queria usar algo mais ousado, mas a irmã Yumina ainda não permite, achando cedo demais.

Bom, em idade daqui, a Sū ainda seria ensino fundamental 2, afinal… lá, com mais um, dois anos, já seria tratada como adulta, mas.

Surpreendentemente, o povo de lá tem expectativa de vida longa. Nesse caso, expectativa de vida quer dizer idade de morte por velhice. Falando de expectativa de vida média, com dano de doença, fera mágica, pobreza, gente morrendo jovem é esmagadoramente maior, então deve ser bem mais curta.

Segundo a Doutora, mesmo humano, se tiver sangue de espécie de vida longa misturado nos ancestrais, tipo elfo ou fada, dizem que passar de cem anos não é raro.

Na verdade, descobri num exame do "Laboratório", a Yae se enquadra nisso. Ancestral bem distante, mas parece ter leve sangue de raça com chifre misturado. Muito pouco mesmo.

A Imperatriz de Ishen, Shirahime-san, também tem sangue de espírito e raça com chifre. Em Ishen, existe "clã oni", raça com chifre, então provavelmente um dos ancestrais distantes da Yae também deve ser isso.

Toda vez que vejo o apetite inacreditável da Yae, chego a pensar que aquilo é herança recessiva do clã oni.

— Já chega! Levantem logo! Senão vai acabar a comida!

— Muu. Isso é grave.

— Yae! Não vai comer meu café da manhã!

Levantando de repente, "batabata", a Sū e a Sakura descem a escada. Mesmo sendo a Yae, ela não colocaria a mão na comida dos outros. Bom, arroz e sopa de missô, e afins, deve haver chance de repetir tanto que acaba tudo, mas.

— Touya-san também, para de ficar deitado, acorda logo, tá?

— Não, é que eu não tava dormindo, viu…

Bom, tanto faz. Melhor comer café da manhã logo e discutir com todo mundo aonde ir.

Puxado pela mão pela Rinze, desço a escada.


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