Capítulo 464 – O Irmão Mais Velho, e o Segundo Irmão
— Certo, tá bom assim.
Empilho a última máscara criada com [Modeling].
Falando "máscara", tem vários tipos, mas o que eu criei é tipo que cobre a metade superior do rosto, chamado "máscara domino". Tipo aquela usada por ladrão elegante retrô ou rainha do S&M.
A propósito, se não me engano, o famoso "efeito dominó" vem justamente dessa "máscara dominó". Bom, isso não importa muito.
Pesquisando vários tipos de máscara no smartphone, criei várias parecidas. Formato de animal tipo gato ou pássaro, com adorno de pena, dourada chamativa, ao contrário, simples de cor única, vários tipos.
Claro, não é máscara comum. Tem leve aplicação de perturbação de reconhecimento, tornando difícil captar as características do rosto do outro. Mesmo sendo conhecido, usando essa máscara, quase não perceberiam. E ainda tem função de alteração de voz. Afinal, tem risco de ser identificado pela voz também.
Além disso, no local do evento, orelha e rabo postiços feitos pela Doutora também são emprestados pra quem quiser, tornando difícil identificar até beastfolk e semi-humano. Isso já não é mais baile de máscaras, e sim baile de fantasia. Bom, sendo divertido, tá bom.
Guardando a máscara pronta no [Storage], vou até onde todo mundo se prepara pro baile de amanhã.
Entrando num dos quartos de vestir do castelo, alguns funcionários da "Rei da Moda Zanakku" faziam ajuste final do smoking, roupa que os participantes de Brunhild não costumam usar.
— Ah, Majestade. Por ora, o ajuste do lado masculino terminou. Já instrui direitinho, então devem conseguir manter pelo menos a etiqueta mínima.
Quem fala isso é a vice-comandante da ordem, Nikora-san. A família da Nikora-san é comerciante grande até em Misumido, então parece acostumada com esse tipo de festa. Como esperado, primeira vez em baile de máscaras, no entanto.
O smoking preto vestido cai bem nela. Orelha e rabo de raposa parecem até mais brilhantes que o normal.
Entre os participantes de Brunhild, especialmente o lado masculino, teve muito candidato, foi trabalhoso. Pra liderar eles, sob pretexto disso, pedi pra Nikora-san participar também. Não posso participar igual à hora do teste da ordem de cavaleiros, afinal.
Mas que séria, minha vice-comandante. Parece que vai pra guerra. Em certo sentido, talvez não esteja errada.
— Espero que a Nikora-san também encontre um bom parceiro.
— Haa… por ora, não penso muito nesse tipo de coisa… bom, vou tentar não envergonhar Brunhild pelo menos.
A Nikora-san é popular na cidade. Sendo naturalmente bonita, e ainda com título de vice-comandante. Um pouco séria demais, sem sorrir muito, é o defeito, mas isso também parece ser recebido favoravelmente como "legal".
— O lado feminino também já terminou?
— Provavelmente. A Norue enviou isso agora há pouco.
A Nikora-san tira o smartphone, mostrando a foto anexada no e-mail. Junto com o texto "Rein-chan, explosão total de fofura!", tinha foto da comandante da ordem, Rein-san, vestindo vestido de festa branco. Coelho branco.
— Não sei o que aquela aí fica fazendo… fico preocupado se ela aprontar algo na festa.
— B, bom, isso deixa a cargo de vocês pra dar suporte. Nós também tomamos cuidado.
O efeito da máscara é perturbação de reconhecimento facial, então, se lembrar a roupa, dá pra saber quem é. Participante do mesmo grupo, com certeza consegue identificar quem é quem.
A propósito, as participantes do lado feminino são a comandante Rein-san, a vice-comandante Norue-san, a chefe de segurança Rebekka-san, as três kunoichi do time de inteligência, Homura, Shizuku, Nagi, e a alraune, demônio, Rakushe.
Espero que aproveitem, independente do resultado do casamento.
Só que… se casar, dependendo, essa pessoa pode acabar indo pra outro país. Se fosse segundo, terceiro filho de nobre, talvez desse pra trazer pra cá.
Sentir falta é triste, mas, se isso levar à felicidade delas, acho que devo mandar sorrindo mesmo.
Bom, preparativo pronto. Resta só torcer pra dar tudo certo.
— Fuwaa, salão grande, hein…
Olhando pra baixo o amplo salão de dança do segundo andar, a Rinze solta suspiro murmurando. Por toda parte, decoração brilhante espalhada, e, no teto, tem lustre grande brilhante. Aquilo deve ser lustre feito sob encomenda pelos anões, com [Light] aplicado. Quanto custa isso, hein…
No corredor do segundo andar do salão de festa onde estamos, além dele, tem varanda ampla onde dá pra aproveitar refeição, e, de lá, dá pra ver panorama completo do belo mar de Rīfurīsu. Mar azul e céu azul, nuvem branca e cidade branca. Vista de tirar fôlego, chega a dar vontade de fotografar.
— Parece com o Mediterrâneo que visitamos na lua de mel.
— Pensei a mesma coisa quando vim pela primeira vez a Rīfurīsu.
Respondo com sorriso amargo à fala da Rin. Que bom compartilhar esse tipo de coisa. Foi tudo lugar famoso comum, mas que bom ter dado volta pela Terra inteira.
— Embaixo é jardim, hein.
Como a Yae se inclinava sobre o corrimão da varanda olhando pra baixo, também me inclino igualmente.
Embaixo da varanda, ou seja, bem ao lado do salão de festa, tinha canteiro florido com várias flores desabrochando. Dentro dele, se estende caminho de tijolo, e dá pra ver fonte grande, banco, mesa também. Tem também praça com gramado verde, seria divertido fazer piquenique ali.
A Hiruda ao lado também deve estar pensando o mesmo, observando sorrindo o jardim se estendendo abaixo.
— No baile, encontra parceiro, e depois conversa aqui… esse deve ser o fluxo, né?
— Bom, esse seria o ideal, mas, só se encontrar parceiro mesmo.
Sendo máscara, não deve haver aglomeração em torno de alguém por ser bonita ou princesa, mas não limitamos o traje especificamente. Sinto que quem for chamativo pode ser mais popular. Se usar vestido luxuoso, dá pra saber que é rico, afinal.
Bom, melhor ignorar quem se aglomera atrás disso mesmo. Isso também deve virar material de julgamento de caráter.
Enquanto penso isso, a Sū se aproxima, "kyorokyoro".
— Touya, onde foi a Rū?
— Nn? Ah, a Rū tá do lado da cozinha. Fazendo preparo prévio de comida com o chefe de cozinha da corte de Rīfurīsu.
— Faz até na casa dos outros? A Rū já é rainha de Brunhild, hein. Complicada, essa criança…
A Sū balança a cabeça, dando suspiro, tipo "ai ai". Não, isso tem um motivo.
A Rū, através do app "[Receita de Culinária]" distribuído no smartphone, publica semanalmente receita de vários pratos em formato de blog.
Nisso, tem foto de comida gostosa e doce, e isso capturou o coração das rainhas e princesas que receberam smartphone.
Naturalmente, também repassa essa informação aos cozinheiros do castelo, pedindo pra fazer. Por isso, tem bastante cozinheiro de corte que conhece a Rū como cozinheira.
O chefe de cozinha da corte daqui de Rīfurīsu também é um desses, fã do blog da Rū? Isso. E, sabendo disso, a Imperatriz de Rīfurīsu pediu diretamente à Rū, é isso.
— A comida da Rū é gostosa, então o lado feminino deve ficar absorto nisso.
— Isso também gera problema, hein…
Como diz a Sakura, se o lado feminino ficar absorto na comida, sem nem olhar pro lado masculino, perde o sentido da festa de encontro arranjado. Espero que fiquem íntimas conversando sobre a impressão da comida.
Nesse momento, de repente, a Yumina bate palma, "pan!".
— Certo, vamos nos preparar também! Hoje também é primeiro trabalho oficial nosso como esposa do Touya-san… como rainha de Brunhild!
— Umm, isso… Yumina? Precisamos mesmo participar também?
Diante da fala da Yumina, quem abre a boca com sorriso amargo hesitante é a Eruze. Igualmente, a Rinze, a Yae, a Sakura também mostram cara séria.
Separado da festa de encontro arranjado, em outro andar, tem festa reunindo os reis e rainhas de cada país, príncipe e princesa pequenos demais pra participar do encontro, e altos funcionários. Naturalmente, eu também participo, e elas, como minhas esposas, também participam.
De Brunhild, também participam o primeiro-ministro Kōsaka-san, o encarregado de construção Naitō-san. E, contra vontade, a irmã Karen e a irmã Moroha também. Sendo formalmente família real também… a vovó Tokie fica de guarda em casa, claro.
Na verdade, mais importante que a festa de encontro arranjado, é justamente essa. Afinal, reúne realeza dos continentes leste e oeste. Naturalmente, segurança é rigorosa. Eu também, dias atrás, fui convidado a Rīfurīsu, ajudando a reforçar segurança.
Sendo festa oficial, naturalmente tem código de vestimenta. Visual de aventureiro comum não serve.
Diante da participação nessa festa, minhas esposas se dividiram em dois tipos: as animadas e as receosas.
Bom, não tem jeito. A Yumina, a Rū, a Hiruda, a Rin, a Sū, cinco, já estão acostumadas com comportamento em ocasiões oficiais assim, mas as outras não. Deve ser timidez mesmo.
Não é nada difícil. Só cumprimenta os participantes e se afasta, depois disso, só precisa conversar com as rainhas de outros países e esposas de altos funcionários, aprofundando amizade.
As rainhas de outros países, todas já devem ter encontrado com todo mundo algumas vezes, mas não foi em ocasião tão formal assim, nem na posição "como rainha".
— Bom, não somos anfitriãs, então fica tranquila. Dessa vez, é tipo treino de se acostumar com esse tipo de ocasião.
— Não fala fácil assim… aah, seria melhor cuidar da segurança do salão.
A Eruze diz isso dando suspiro, mas você já é rainha oficialmente também, então, por favor, releva.
Ao lado da Eruze, a Yae, rindo com sorriso amargo, move o pescoço como se tivesse encontrado algo por cima do meu ombro. Eh, o quê?
— Sakura-dono, aquele ali não é Sua Majestade o Rei Demônio?
— …Ugue
A Sakura solta voz de desagrado. "Ugue".
Virando pra trás, no segundo andar do salão de festa aberto, do corredor, vem andando em direção a cá justamente Sua Majestade o Rei Demônio do Reino Demônio de Zenoas. Atrás dele, tem alguns cavaleiros demônios de escolta.
Entre eles, encontro homem elfo negro conhecido. Membro da nossa ordem de cavaleiros, cavaleiro exclusivo da Sakura, Supika-san… o pai dela, Shiriusu-san.
Que continua jovem, hein. Faz sentido, sendo elfo negro. O Rei Demônio também só parece ter vinte e poucos anos. Já deve ter passado dos cem, no entanto.
Nn? Além dos cavaleiros de escolta, tem dois jovens de aparência bem cuidada, hein. Opa, essas pessoas…
— Ei, Duque de Brunhild. Já entrou no local?
O Rei Demônio ergue uma mão, chamando. Mas o olhar não é pra mim, direciona-se pra filha, a Sakura. Olha pra cá, oras.
Ontem, teleportei [Gate] até cada país, instalando círculo de teletransporte pra cá. Quando chegasse a hora, só as pessoas autorizadas passariam por ali. Primeiro a chegar é o Reino Demônio de Zenoas, hein.
O Rei Demônio fala sorrindo com a Sakura.
— Isso, a, Faruneze também tá bem?
— …Bem.
— Como tá a vida de recém-casada? Sendo bem tratada?
— Sem problema nenhum. Não precisa se preocupar.
— A, assim, hein…
Bem seco. Nem parece conversa de pai e filha. Já melhorou até responder direitinho, digo.
Talvez insuportável, o Shiriusu-san se aproxima do Rei Demônio, sussurrando algo baixinho.
— Majestade. A apresentação, por favor…
— Ah, é, é verdade! Tinha gente pra apresentar pra você! Ei!
Quando o Rei Demônio chama, dois jovens avançam à frente.
Um é jovem alto, mais de 180, pele levemente escura, com músculo treinado visível no pescoço e braço. Cabelo vermelho comprido tipo fogo, olhos vívidos, sorriso ousado no canto da boca.
O outro tem altura parecida com a minha, óculos redondos, jovem de compleição fina. Diferente do jovem ao lado, olhos sonolentos observam pra cá. Mesmo cabelo vermelho do outro, mas cor levemente mais clara. Atmosfera tipo acadêmico.
Mas o que mais chama minha atenção é o chifre de prata crescendo dos dois lados do cabelo dos dois… chifre real.
Chifre real é marca da raça do Rei Demônio. Ou seja…
— São meus filhos, Faron e Fares. Faruneze, mãe diferente, mas viram seus irmãos.
Como imaginei. Primeiro e segundo príncipes de Zenoas. Irmãos da Sakura. Ou seja, também viram meus cunhados.
Cunhados demais, hein, eu… o irmão Jūtarō da Yae. O irmão Rainharuto da Hiruda. O irmão da Rū, deixa eu ver… (impressão fraca) irmão Rukusu. E agora, esses irmãos Faron e Fares. Bom, sendo tantas esposas, faz sentido mesmo, mas…
O Príncipe Faron avança até diante da Sakura, encarando. Como tem diferença de altura, é o príncipe olhando de cima. Por algum motivo, mão na cintura, pose tipo arrogante.
— Assim, é primeira vez encontrando diretamente. Sou o Faron, seu irmão!
— Parece burro.
— Falou na cara!?
A Sakura diz de forma direta o que eu também pensava levemente. Nem irmão poupa. Ou melhor, talvez nem reconheça como irmão mesmo.
— Não, eu também acho isso. Apresentação com cara de burro mesmo, irmão…
— O irmão caçula também!?
Recebendo crítica também do irmão caçula ao lado, o Faron parece chocado com algo. Ah, isso é família de verdade mesmo. Igual ao Rei Demônio quando tratado com frieza pela Sakura.
Deixando o irmão congelado de lado, dessa vez o Príncipe Fares de óculos avança diante da Sakura.
— Eu sou o Fares. Segundo Príncipe de Zenoas. Mesmo assim, já perdi o direito de sucessão ao trono. Isso, a família da minha mãe… fez algo imperdoável com você. Mesmo pedindo desculpa, não resolve nada, mas espero que perdoe.
Dizendo isso, o Fares se curva profundamente diante da Sakura. A Sakura pisca os olhos, "pachikuri", diante do pedido de desculpa repentino, mas, eventualmente, "ah", murmura sozinha. Esqueceu, hein…
Antigamente, a vida da Sakura foi alvo de ataque. Em Zenoas, quem tem chifre real com maior mana vira próximo Rei Demônio.
Sem ter chifre real, a Sakura foi criada como filha ilegítima do Rei Demônio, mas, ao crescer, de repente o chifre real apareceu. Ainda por cima, com mana grande.
Se continuasse assim, a posição de próximo Rei Demônio virasse da Sakura. Pensando isso, o clã da mãe já falecida do Segundo Príncipe, precisamente, o irmão dela, usando contato de comerciante, contratou assassino de Eurono, mandando contra a Sakura.
Como resultado, a Sakura ficou gravemente ferida, perdendo a memória. Agora, com a memória recuperada, e a verdade do incidente revelada, o culpado desapareceu na guilhotina, no entanto.
O Segundo Príncipe Fares não tem culpa direta. Mas é fato que a Sakura quase foi morta pelo clã da mãe falecida dele. Isso deve ser assunto pra ele resolver.
— Não me importo. Foi por causa daquilo que encontrei o rei, e conheci todo mundo também. Fares também não precisa se importar.
— Entendi… você é forte, hein.
— Nn
Diante do Fares sorrindo, a Sakura assente levemente, "kokuri". Sem querer, chamou o irmão sem sufixo, será que tá tudo bem… bom, na Terra também, no exterior, isso é comum, então talvez não precise se preocupar… pensando isso, tem alguém se importando.
— Ei… por que você tá conversando bem com a Faruneze. Que familiaridade! Trata a mim também com carinho!
— Pai… acho que devia ter um pouco mais de calma, viu?
— Nn. Rei Demônio, incômodo.
— Já ganharam sintonia total!?
Diante das opiniões de exasperação do filho e da filha, o Rei Demônio fica chocado. Ai ai, hein…
— Umm, Sua Majestade o Rei Demônio? Os dois príncipes também vão participar da festa, né?
— Ah? Ah… isso mesmo. Os dois ainda não têm esposa, afinal.
— Que raro, hein. Sem noiva também?
— Esses aí escolhem demais. Que decepção não ter nem uma mulher nessa idade. Aprende com o Duque. Né?
Né? nada. Um deles é sua filha, viu.
— Hunf, e, eu, sou exigente demais mesmo. Se eu quisesse mesmo, teria uma ou duas esposas…
— Fracote típico. Chance fraca.
— Gu…!
A irmã joga palavra sem dó no irmão mais velho. O olhar direcionado é igual ao do Rei Demônio, viu…
Achando que, sendo príncipe, deveria ter uma ou duas propostas de casamento, mas parece que, sendo raça demônio de vida longa, não têm tanta pressa assim, e ainda por cima tem costume de encontrar o próprio parceiro.
— E o Fares?
— Eu, não tenho tanto interesse em casamento assim… dessa vez, fui arrastado à força pelo irmão. Bom, também queria visitar Rīfurīsu, então, se encontrar parceiro, tudo bem também.
— Nn. Melhor não forçar. Com certeza vai encontrar bom parceiro.
— Ei, isso não é reação diferente da que teve comigo…?
Diferente do irmão mais velho, a Sakura envia palavra de incentivo ao segundo irmão. Umm, em personalidade, o Faron puxa mais o Rei Demônio, né… não tanto quanto o Rei Demônio, mas a Sakura parece achar ele incômodo também.
Enquanto penso isso, o Príncipe Fares fala comigo.
— Aliás, Duque. Ouvi do meu pai que Brunhild tem biblioteca maravilhosa…
— Eh? Ah… sim, tem sim. Como uso magia de teletransporte, guardo livros coletados de vários países.
Por um instante, achei que fosse referência à "Biblioteca" de Babylon, mas era diferente. O que ele fala é sobre a biblioteca dentro do castelo de Brunhild.
Já mostrei essa biblioteca aos reis depois da reunião da Aliança Mundial. O Rei Demônio deve ter comentado sobre isso.
Os livros de Babylon têm texto original em letra antiga, e alguns são problemáticos se tornados públicos. Mas, sendo muitos úteis, coloco versão revisada deles na biblioteca do castelo. Junto com livros raros coletados do mundo inteiro, a pedido da Famu, gerente da "Biblioteca".
— Da próxima vez, seria possível visitar Brunhild pra ver essa biblioteca? Desde que ouvi do meu pai, fiquei curioso o tempo todo…
— Gosta de livro?
— Sim. Ao ponto de esquecer até de comer. Obter novo conhecimento é alegria incomparável.
Hee. Diferente do irmão, o irmão caçula é tipo intelectual, hein. Gostar de livro, talvez se dê bem com a Princesa Ririeru. …Não, aquele lado é livro específico demais, talvez seja difícil.
Bom, visitar a biblioteca não é problema nenhum, então autorizo.
Depois disso, o grupo de Zenoas se retira pra fazer preparativo de troca de roupa e afins. Só o Rei Demônio tenta ficar, mas nosso lado também tem preparativo, oras.
Certo, também preciso trocar de roupa. Vestir smoking, desde o casamento, né. Separando da Yumina e o pessoal, direciono-me pro quarto de espera do lado masculino de Brunhild.