Capítulo 487 – O Pedido da Filha, e o Parque de Diversões
— Ei!
A estrela de cristal disparada pela Eruna voa girando, avançando em direção à Rinne. Segurando com força a manopla favorita, a Rinne enfrenta essa investida.
— Fun! Ei!
"Gakyaa!", com som espetacular, a manopla e a estrela colidem, nenhuma das duas se estilhaça. A estrela repelida desenha grande arco, voltando pra Eruna, conectando de novo com o bastão posicionado.
Vendo a estrela não se estilhaçar, a Rinze ao lado murmura.
— Mais dura que o meu, hein.
— O bastão da Eruna é feito de material cristalino, afinal.
Naturalmente, aquela estrela também é feita de material cristalino. Coloquei bastante da minha mana, dando dureza suficiente. A manopla da Rinne também parece ter dureza igual, mas. Eu do futuro, hein, dedicou-se de verdade.
— Ha!
Chutando o chão, a Rinne se aproxima da Eruna. O chute baixo disparado pela Rinne em direção à Eruna é bloqueado por barreira invisível.
A Eruze escapa som de "hee".
— O bastão em si também tem efeito de [Shield], hein.
— Como seguro caso o adversário se aproxime, sabe. E não é só isso. Olha.
Quando a Eruna gira o bastão, "kururi", da estrela na ponta do bastão, dispara luz brilhante, "kirakira".
Girando ela mesma, "kurun", uma volta, tipo anel de Saturno, forma-se anel de luz ao redor da Eruna.
— [Boost]
Usando mesma magia que a mãe, chutando o chão com perna fortalecida, a Eruna sobe voando até uns quatro metros de altura, ficando parada no ar. Domina bem, hein.
— Consegue até voar pelo céu…?
— Se conseguir fugir pro céu, fica seguro, né? Mesmo se vier flecha voando, tem [Shield] também.
— Ei, Touya. Sinceramente, isso não é superproteção demais? Pra mim, isso ajuda, mas.
Uhum, bom, como diz a Eruze, talvez tenha me empolgado um pouquinho… porque, sabe, "Papai, incrível!", sinceramente feliz assim toda vez, vira assim mesmo.
Por ora, já mostrei desempenho suficiente, então encerro o combate simulado das duas.
— Que inveja da irmã Eruna, hein. Eu também queria voar.
— Ehehe. Mas acho que a Rinne, sem pisar no chão, não consegue potência total da técnica, viu.
— É isso, mas…
Em contraste com a Eruna sorrindo alegre, a Rinne fica levemente emburrada. E ainda, tem mais uma criança agitada, "uzuuzu", querendo sair correndo, contida pela mãe.
— Eruna! Agora é minha vez! Vem brincar comigo!
— Ah, Furei!? Aai…!
Escapando da Hiruda que segurava a nuca, a Furei avança em disparada. Como esperado, maníaca por arma. Vendo arma desconhecida, não conseguiu se conter. Sendo minha filha, é pena, mas será visão viciada de pai achar que isso também parece fofo?
— Normalmente, é criança quieta e boa, mas… por que quando o assunto é arma, vira assim…
— Calma, calma.
Consolo a Hiruda que dá suspiro. Isso também é a individualidade da Furei mesmo. A Eruna, obrigada a servir de adversária à força, dá pena, mas.
Começa o combate Eruna versus Furei. Ataque direto de magia é proibido, então, sinceramente, desvantagem pra Eruna. A Furei também não pode usar troca de arma via [Storage] dessa vez.
No fim das contas, isso é só treino pra Eruna se acostumar com o "Bastão de Estrela", então não precisa de vitória ou derrota mesmo. A Furei também deve ficar satisfeita se sentir o desempenho da arma, então preciso interromper num ponto adequado.
— Ei ei, papai.
— Nn? O que foi, Rinne.
Puxada a manga, "kuikui", direciono o olhar à Rinne.
— Umm, isso, dias atrás, tava conversando com a Arisu… papai ainda não vai construir "parque de diversões"?
— Hã?
Parque de diversões? Espera um pouco, eu do futuro tava construindo isso!?
Não pode ser, pros próprios filhos? Não, não, não sou idiota apaixonado por filha a esse ponto… quero acreditar. Com certeza pensou "instalação de lazer pro povo", provavelmente. …Talvez.
— A propósito, isso é tipo o quê…
— Umm, deixa eu ver, tem roda-gigante, tem montanha-russa, e também desfile… ah, será mais rápido mostrar?
A Rinne remexe no bolso, "gosogoso", tirando o smartphone que recuperei do fundo do rio, começando a deslizar, "chokochoko". Aquele smartphone tem [Protection] aplicado, então não quebra mesmo tendo caído no rio. Tanto a Rinne quanto a Eruna usam normalmente.
— Olha, isso
—!?
Na imagem que a Rinne mostra sorrindo, tinha a Rinne igualmente sorridente, e a Rinze levemente mais adulta. As duas, num lugar tipicamente parque de diversões, aparecem juntas na foto.
Toda vez que a Rinne desliza, "flick", passam imagens preciosas pra mim, tipo foto conjunta com a Eruna, com a Arisu e a Eruze adulta, e a Rinne.
Quando me inclino pra frente pra ver melhor, de repente, o smartphone da Rinne é apanhado por uma mão estendida de lado.
— Tá, chega por aí, viu.
— Irmã Karen!?
Sem perceber, ao meu lado, aparece a irmã Karen segurando o smartphone da Rinne. Dando suspiro de propósito, direciona o olhar à Rinne.
— Rinne-chan, não pode ficar falando demais sobre o futuro, viu? A vovó Tokie te disse isso, né? Que rouba a diversão do Touya-kun se fizer isso, dó.
— Ah, é mesmo…
Cara de "droga" a Rinne, avisada pela irmã Karen. Não, um pouquinho tá tudo bem, né!
Se o futuro mudar ao ouvir sobre isso, o tal espírito do tempo corrige, né? Se for isso, achando que um pouquinho tá tudo bem.
De fato, se já souber o que vem, talvez a alegria do momento diminua pela metade, mas também dá pra pensar que dá pra aproveitar o tempo até lá.
— Irmã Karen, desculpa…
— Bom, o assunto do parque de diversões, tanto faz. Só que, nessa foto, aparece criança que ainda não veio, né? Aquela figura de criança que ainda não vi pela primeira vez, quero que veja não em foto, mas em pessoa.
Unuu. Entendo o que quer dizer, mas. Ou melhor, o assunto do parque de diversões, tá tudo bem mesmo?
— O local de construção ideal é a sudoeste da cidade abaixo do castelo, sabe.
— Eh? Isso quer dizer pra construir?
— Tem a "Oficina", né?
Não, é isso mesmo, mas. Parque de diversões em Brunhild? A construção em si, tendo a "Oficina", dá pra fazer, mas precisa de material, viu? Se quiser aumentar segurança, preciso aplicar vários [Enchantment], também. E quem vai fazer isso sou eu, viu?
— Uuun… nn?
Enquanto penso profundamente, dois olhos pequenos me observam fixamente. Olhos azuis idênticos aos da mãe, olhar cheio de expectativa direcionado a mim, minha filha.
Não tenho experiência suficiente pra aguentar esse ataque.
— P, por ora… vou combinar com o Kōsaka-san, tá…
— Tá bem!
Assim, pelo pedido da Rinne, surgiu o plano do parque de diversões em Brunhild.
— Fumu. Não acho ruim. Se turistas se reunirem neste país, tanto a cidade quanto o país prosperam. Mas, por favor, não faça tudo sozinho, Majestade. Roubaria trabalho de quem se encarrega de construção.
Consegui autorização do Kōsaka-san, mas recebi cravado firme. Uuun. Com a "Oficina", conseguiria fazer em menos de três dias, mas.
Bom, roda-gigante, montanha-russa, esse tipo de parte, faço aqui, mas a parte da base parece que vai ser feito principalmente por máquina mágica de construção civil, Doverugu, e usuário de magia de terra.
Dizem que aquilo fica pronto em alguns meses. Depois que a base ficar pronta, basta instalar a atração que criei na "Oficina".
Mesmo assim, sozinho, não consigo construir montanha-russa e afins. Isso vou jogar todo pra Doutora Babylon. Eu me encarrego de roda-gigante ou carrossel, tipo movimento simples.
Por ora, teletransporto até Babylon pra conversar com a Doutora.
— Não precisa construir de propósito, não. Se for parque de diversões, tem algo parecido dentro do "Depósito".
— Já tem mesmo, oras!
Ouvindo minha história, a Doutora fala isso com naturalidade. Não, é parque de diversões, viu!? Onde no "Depósito" tem uma coisa dessas!?
— Usando magia de tempo-espaço, dá pra guardar em espaço separado, né. É uma das que criei como série jardim em miniatura.
— Aah, é mesmo, antes, fomos trancados todos juntos dentro de dado misterioso, né…
Antigamente, organizando o "Depósito", fomos trancados todos juntos dentro de dado misterioso, obrigados a jogar tipo jogo de trilha. (Volume 8, entreato)
Dentro do dado era espaço amplo, pseudo-espaço aplicando magia de tempo-espaço. Estruturalmente, igual ao "Hangar" de Babylon. Item mágico do mesmo tipo daquilo, hein.
— Ainda dá pra usar?
— Claro, tendo magia de proteção aplicada, mesmo passando cinco mil anos, tá tudo bem. Só que não sei se combina com a sensibilidade das pessoas modernas ou não, sabe. Nós, cinco mil anos atrás, vivíamos pressupondo magia o tempo todo, afinal.
Se a instalação de lazer que a civilização antiga apreciava se adequa às pessoas modernas, é ponto duvidoso, hein. Já ouvi que na antiga civilização maia tinha jogo de bola tipo futebol, mas a bola era cabeça de pessoa executada.
De qualquer forma, se for isso, vira instalação pra brincar com os filhos, talvez? Só que, sendo assim, não dá pra abrir ao público, virando instalação exclusiva nossa. Parque de diversões e afins também tem parte de ser divertido justamente porque tem outras pessoas também.
Ah, mas se tiver algo utilizável, dá pra retirar e instalar no parque de diversões de Brunhild também, opção viável.
Por ora, seria bom se todo mundo pudesse aproveitar.
— Não tem perigo, né?
— Não tem. Aah, tem também coisas que assustam, então gente de coração fraco talvez seja melhor evitar.
Aah, deve ser tipo montanha-russa ou coisa que sente emoção forte, talvez. Esse tipo de coisa, quem não tá acostumado talvez passe mal.
— Parque de diversões de civilização antiga, hein… fico interessada em que tipo de máquina mágica é usada.
A Kūn, que ficava dentro do "Laboratório", entra na nossa conversa. Curiosidade herdada da mãe. Bom, sendo item mágico, achei que não ficaria quieta mesmo.
— Papai. Aquele jardim em miniatura, eu também queria entrar…
— Não, ainda não sei bem que tipo de coisa é, e talvez tenha outro tipo de perigo. A Kūn entra numa próxima…
"De", ia dizer, mas paro a fala. O rosto triste da Kūn olhando pra cima pra mim aperta meu peito. …Ku! Isso é jogo sujo, hein!? Ou melhor, com certeza tá fazendo esse rosto de propósito, né!?
— Papai…?
— …E, esse "próxima", não precisa ser, hein… tá bem também… a Doutora também disse que é seguro…
— Obrigada, papai!
Os olhos marejados brilham de alegria, e a Kūn se agarra em mim. Droga, mesmo sabendo que fui enganado, sou fraco demais por perdoar assim!
— Que fácil, hein.
— Fácil mesmo, hein.
《Fácil mesmo, é isso》
Chega a voz da Doutora Babylon, técnica Eruka, Fenrir. Cala a boca. Isso com certeza vira rendição incondicional. Não travo batalha que sei que vou perder.
Mas, tanto no caso da Rinne quanto no caso da Kūn, será que tô sendo manipulado facilmente pelas filhas, hein…
— Se decidido, vamos chamar todo mundo. Ah, precisa chamar a Arisu também.
Afastando-se de mim, a Kūn, achando que rápido é melhor, começa a ligar pelo smartphone. Uwaa, sinto forte pressentimento de que isso vai virar coisa grande…
— E aí, Touya. Sinceramente, não tem perigo mesmo, né?
— Não tem. …Provavelmente.
Desvio o olhar severo do Ende. Mesmo falando isso, nunca entrei, então também não sei, viu.
No "Jardim" de Babylon, todo mundo chamado pela Kūn se reuniu. Além disso, a família da Arisu também foi convidada. Naturalmente, incluindo o pai Ende.
Esses aí já conhecem a existência de Babylon, então tudo bem, mas fico ansioso que as três mães possam aprontar algo além da filha…
Diante de nós, a Doutora move os dedos rápido, "pipipi", feito painel de toque, na superfície do item mágico em formato de dado.
A parte de cima é tipo vidro, mostrando o conteúdo dentro. Pequeno, difícil de ver bem, mas se estende jardim em miniatura tipo diorama. Com mar, com floresta, parece parque de diversões, dá pra chamar de parque de diversões.
— Certo, então vamos deixar o tempo em oito horas. Quando chegar a hora, voltam automaticamente pra cá, então não precisa se preocupar. Mesmo se perder o caminho, tá tudo bem.
— E… espera um pouco, por favor. Isso, é tão amplo assim a ponto de se perder?
A Rinze pede pra esperar diante da fala da Doutora. Criança se perdendo no parque de diversões é situação comum, mas ficar sozinha por várias horas preocupa mesmo.
— O interior é terreno razoavelmente amplo, sabe. Mas, bom, mesmo se perder, com [Search] do Touya-kun, deve conseguir encontrar rápido, né?
— Não vira estado impossível de usar magia igual ao jogo de trilha de antes, né?
— Parte de algumas instalações tem barreira de selo porque, se resolver com magia, perde a graça, mas o parque de diversões em si tá tudo bem.
Conseguir usar magia deixa sem graça… quer dizer que tem tipo atração de sentir emoção corporal? Se a segurança for garantida, não tem problema, mas…
— Papai! Vamos! Vamos logo!
Diante do olhar brilhante da Rinne olhando pra mim, sinto desculpa, mas, internamente, não consigo eliminar completamente certa ansiedade.
Será que esse parque de diversões deste mundo é igual ao parque de diversões que conheço. Ansiedade de não passar por experiência ruim igual naquele jogo de trilha.
— Eu vou passar dessa vez. Tenho outra coisa pra fazer. Vou colocar a Sheska pra guiar vocês, então aproveitem o passeio em família.
— Deixa comigo. Tenho todas as informações do parque de diversões memorizadas.
Diante da fala da Doutora, a Sheska ao lado bate levemente no peito, tipo "deixa comigo". Eh, você vem…? Fico ainda mais ansioso…
— Certo, vou abrir.
"Pi", a Doutora toca no jardim em miniatura em formato de cubo, afastando-se rapidamente, e a parte de cima do dado abre levemente em formato circular, e, com som, "hyuon!", todos nós ao redor somos sugados pro jardim em miniatura.
— Bom passeio~
Ouvindo essa voz da Doutora, sinto a consciência escurecer.
— Papai… papai
— U…?
Em meio ao canto de passarinhos, "chichichi…", balançado pela Eruna, acordo.
Ao me levantar, estávamos deitados sobre grama ampla. Perto de nós, ou seja, no centro da grama, erguia-se monólito preto igual ao instalado nas instalações de Babylon, e, ao redor dele, círculo de pilares metálicos brancos formam algo tipo portão. Aquilo, sim, se parece tipo Stonehenge da Inglaterra.
Se for Stonehenge, além do portão chamado trilíton, se estendia campo aberto sem fim.
Todo mundo também se levanta, observando com cara atônita além do portão.
— …O que é isso? Isso é parque de diversões?
— Aqui é o parque de diversões da Doutora… Babylon Pāku, tipo portão de entrada, digamos assim. Um pouco, aguarde.
Igual ao monólito no "Jardim", a Sheska opera o monólito de pé na grama.
Eventualmente, surge no ar algo tipo mapa completo do parque de diversões. Tem algo escrito, mas não dá pra ler. Letra antiga Parterno, talvez.
— No Babylon Pāku, tem vários equipamentos de brincar e instalações de lazer conforme cada tema. Por exemplo, nessa área [Trevas], dá pra aproveitar medo e emoção através de fenômeno espiritual pseudo.
— Hii…
— Mãe?
Direciona o olhar a Eruna diante da voz estranha soltada baixinho pela Eruze. Aah, deve ser atração tipo casa mal-assombrada. A Eruze parece não gostar disso, hein.
Diante do olhar desconfiado direcionado pela filha, tossindo de leve, "kohon", a Eruze responde com sorriso "não é nada".
Talvez em consideração pela filha estar por perto, ninguém dos outros comenta nada.
— Não entendo bem, mas, primeiro, algo que todo mundo consiga brincar junto seria melhor, né?
— É verdade. Melhor evitar algo intenso desde o início, acho.
A Rin e a Yumina conversam isso. Elas, ou seja, minhas esposas, através das cenas de encontro romântico em filmes que já mostrei até agora, assistiram alguns parques de diversões. Vagamente, mas já têm conhecimento de como é parque de diversões.
— Eu queria andar naquele veículo em formato de cavalo que gira, gira.
— Aa, isso se chama carrossel, mamãe. Eu também gosto disso.
Diante da fala da Hiruda, a Furei, de mãos dadas com ela, responde sorrindo, "nipatto". Parece que a Furei já andou no carrossel que construí no mundo futuro. Sendo cavaleira, deve ter interesse em cavalo mesmo.
Mas aquilo é do parque de diversões da Terra. Será que tem no parque de diversões de civilização antiga?
— Cavalo, é? Não é cavalo, mas tem instalação de lazer pra andar em criatura mágica.
— Criatura mágica? Quer dizer animal pseudo movido por magia?
— Algo desse tipo.
Animal com mecanismo mágico, hein. Será tipo animatrônica na Terra? Cavalo-golem?
— Animal mágico!? Quero andar!
— Certo, Mochizuki Touya. Decidido, então.
Quando a Arisu ergue a voz com olhos animados, na hora, a Nei declara isso pra mim. Aqui também tem idiota apaixonado por filha.
— Área [Terra], onde dá pra brincar com a natureza, sabe. Então, por lá. Conectando à porta da área [Terra].
Um ponto do mapa pisca. Ao mesmo tempo, um dos portões também piscava igualmente. Parece que dá pra teletransportar e mover entre pontos, tipo [Gate].
Guiados pela Sheska, atravessamos o portão, teletransportando, e ali era lugar tipo fazenda, com campo verde cercado por cerca. Nn? Isso não parece nada com parque de diversões…?
— Ah. Papai, olha aquilo!
— Eh?
No alvo apontado pela Rinne, tinha algo tipo objeto pulando, "poyonpoyon". Tamanho tipo bola de equilíbrio, forma parecida também. Vermelho, azul, verde, amarelo, laranja, várias cores coloridas alinhadas. E ainda, tem algo tipo sela nas costas.
Aquilo é…
— É a estação de passeio de slime.