Capítulo 488 – O Slime, e o Esqueleto
— Molinho, molinho~!
— Gelado…
— Fofo, né!
— É fofo mesmoo~
— Fico curiosa como criaram, hein.
As crianças, incluindo a Arisu, cercam o slime pulando, "poyonpoyon".
O laranja tem tamanho tipo bola de equilíbrio, formato tipo bola redonda levemente achatada pela gravidade.
É o tipo "slime fofo" que se vê em jogo. A propósito, o slime que conheço é "slime não fofo", objeto tipo gel rastejante. Comparado àquele, de fato, é fofo mesmo, mas…
— Será que tá tudo bem tocar…?
— O verde, com certeza, não!
— Não derrete, né…?
— Melhor cortar fora enquanto dá tempo, será…
Yumina, Eruze, Rinze, Yae, quatro, observam o slime com olhar tipo morto. Entendo o sentimento, mas…
Essas quatro (eu também, mas) já sofreram bastante com slime antes. (Volume 2, entreato)
Ouço que, na civilização mágica antiga, a pesquisa sobre slime também avançou bastante. Esses slimes parecem bem acostumados com gente, mas…
— Não sinto hostilidade, hein.
— Será que a capacidade individual foi removida? Essa criança, na aparência, é slime vermelho, mas é fria.
A Sū e a Rin tocam, "petapeta", o slime vermelho. Se aquilo fosse slime vermelho de verdade, o corpo deveria ter calor considerável. Sendo frio assim mesmo, dá pra pensar que a individualidade racial foi removida.
Ou seja, quer dizer que a diferença é só de cor, sendo todos igualmente slime de montaria?
— Vamos lá!
A Arisu monta a sela do slime rosa. Na frente da sela, tem algo tipo guidão de bicicleta, e a Arisu segura isso com as duas mãos.
Pulando, "poyonpoyon", o slime carregando a Arisu avança pra frente. Ooh, nasceu a piloto de slime.
— Divertidooo! Vai!
Quando a Arisu inclina o peso do corpo pra frente, o slime aumenta a velocidade avançando. De "poyon, poyon", a altura do pulo diminui pra "poyopoyon", aumentando a velocidade. Eventualmente, chega ao estado de correr rasteiro pelo chão, "poyoyoyoyoyon". Velocidade parecida com bicicleta, talvez?
— Eu também vou montar!
Igual à Arisu, a Rinne também monta o slime mais próximo, começando a correr. As outras crianças também, cada uma montando slime diferente, saem correndo pelo campo.
— Parece divertido. Eu também vou montar.
— Eu também vou montar!
A Sakura e a Sū também pulam no slime perto, começando a perseguir as crianças.
— Senhora Meru, nós também!
— Eu fico. Vão a Nei e a Rise.
Como se fosse pra seguir, a Nei e a Rise também sobem, virando cavaleiras… não, pessoas montadas em slime.
…Eu também vou tentar montar, será?
Me aproximo do slime preto perto, colocando a mão na sela. O slime, sem fugir, ficou ali no lugar. Decidido, monto a sela.
— Opa, opa, uo!? Uwa!?
No instante que monto, o slime preto começa a se revoltar, "poyonpoyon", sendo balançado como se estivesse montado em máquina rodeio. Espe, para!
— Ai!?
"Buon!", sou jogado longe pelo slime preto, caindo com força de costas no gramado. Ai ai ai…
— Tá tudo bem? Touya-sama?
A Rū corre preocupada. Fui arremessado com impulso considerável, mas não doeu tanto assim. Parece que esse campo tem efeito de redução de dano aplicado. Já que é assim, queria que fosse anulação de dano completo. Aquilo? Será porque, sem dor, não aprende?
Sem conseguir usar magia, não consigo fortalecer o corpo, e não sou bom com montaria que exige equilíbrio, viu…
— Puf. Que isso, Touya. Que patético.
— Você, hein… isso é razoavelmente difícil, viu. Tenta montar você mesmo.
Levemente irritado com o Ende que caiu na risada, aponto pro slime preto que me derrubou. Provavelmente, aquele é slime de temperamento bravo. Não cavalo bravo, e sim, slime bravo, avalio.
Diante da minha fala, com tranquilidade, o Ende se aproxima do slime preto, saltando leve na sela.
— Slime desse tipo, fácil…opa, tototo. Ku…!
No instante que o Ende monta na sela, de novo, o slime preto se revolta com força igual antes. Pulando, girando, arremessa o Ende sem piedade. Aguenta mais que eu, mas, já faz tempo, a expressão de folga desapareceu do Ende. Vai, é agora! Derruba!
— Uwa!? Espe…! Ai!?
Parando de repente, o slime preto arremessa o Ende pra frente. Girando bonito uma volta, cai de costas. Além disso, feito golpe final, o slime preto pula levemente, pisando nele, "buguru". Bem feito.
— Puf. Ora ora. Que patético, Ende-kun.
— …Fico montado mais tempo que alguém, pelo menos.
Rindo com sorriso contraído, o Ende me encara. Ah? Vamos brigar, hein.
— Opa? Papai e o tio não conseguem montar?
— Uuun, papai… um pouco sem estilo, né…
— «« Eh…? »»
Quando nós dois, encarando um ao outro, viramos a cabeça de lado, estavam a Rinne piscando os olhos, "pachikuri", e a Arisu com sorriso contraído.
— Espe, Rinne!?
— Não, Arisu! Isso agora era…!
Antes de nós tentarmos nos justificar, atrás das duas, chega a Kūn montada em slime, jogando essa fala.
— Rinne, Arisu. Não deve subestimar o papai e o pessoal. Aquilo agora deve ter sido pra confirmar segurança ao cair. Isso mesmo, né, papai?
No rosto dela, aparece sorriso idêntico ao que a mãe Rin usa pra zombar de mim. Assustador! Sabendo disso, e falando assim, essa criança!
— É isso mesmo? Papai?
— Aa… b, bom, sim! Nessa área tem aplicação de absorção de impacto, então, pra confirmar isso, né. Não é, Ende?
— Eh!? Ah, aa, isso mesmo! Sem cair com toda força, não daria pra saber quanto absorve, tipo assim!
O Ende, recebendo a conversa jogada por mim, responde à Arisu assentindo. Ku, mesmo sabendo que a Kūn tá me manipulando, sem perceber, acabo me armando. O Ende com certeza sente o mesmo sentimento.
— Assim, hein, achei que fosse ruim de montar e não conseguia. Vocês não conseguirem montar seria impossível, né.
Guhu!? A frase disparada pela Arisu com sorriso sem malícia perfura fundo o peito dos dois. O Ende, ouvido isso pela própria filha, parece ter sofrido dano ainda maior que eu, deixando os ombros caídos, envolto em aura sombria.
Despedindo-nos das crianças que se afastam alegres, "poyonpoyon", nós dois nos levantamos devagar.
— …Confirmamos a segurança. Com isso, dá pra deixar as crianças brincarem com tranquilidade.
— Aa, é isso mesmo. Mas melhor não deixar elas montarem naquele preto. Aquele é perigoso.
— «Vocês dois são pais fracassados mesmo.»
Barulhenta. Ignoro a fala disparada de trás pela Sheska. Mesmo sem conseguir montar naquele, não morre, então tudo bem.
— Aqui é lugar só pra montar slime, isso?
— Basicamente, sim. Tranquilidade e cura é a característica da área [Terra]. É lugar pra estender lanche e relaxar tranquilamente.
Diante da pergunta da Rinze, a Sheska responde. Uuun, se for isso, errei a ordem. Devia ter vindo por volta do meio-dia, hein.
Mas as crianças parecem estar gostando, então tá bem. Além das crianças, a Sū, a Sakura, a Nei, a Rise, também brincam.
— Mamãeee!
A Rinne se aproxima pulando em nossa direção, acenando a mão. A Rinze acena de volta a mão, mas, talvez por causa do slime se aproximando, o sorriso fica levemente contraído.
— Mamãe também monta!
— Eh…
Ah, completamente contraído.
— Eu quero montar com a mamãe! Deixa eu te carregar!
— Eeeento, aa, isso, Rinne. Isso, aquele slime é pequeno demais, acho que não dá pra montar juntas, né…
Enquanto a Rinze tenta manter o sorriso de algum jeito, a Sheska intervém.
— Tá tudo bem. Juntando dois slime da mesma cor, o slime fica maior, virando montaria pra duas pessoas.
Coisa desnecessária! A Rinze, ainda sorrindo, encara a Sheska. Olhos levemente marejados. Entendo o sentimento.
A Kūn se aproxima de slime da mesma cor do que monta. Tocando encostado por um tempo, uma parte se conecta, ficando grudado feito bolinho espetado em vareta. …Sinto que lembro de jogo de quebra-cabeça de queda que o vovô costumava jogar, onde conectando quatro desaparece.
— Ah, sério mesmo. Virou montaria pra dois. Mamãe, quer montar?
— É verdade, se for só montar, tudo bem. Deixo as rédeas com você.
Dizendo isso, a Rin monta o outro slime conectado ao slime da Kūn.
— Mamãe também quer montar!
— Eh, eu também? Bom, tudo bem…
Em seguida, convidada pela Furei, a Hiruda monta o slime como se montasse cavalo. Diante desses dois pares de mãe e filha, as duas restantes também olham com expectativa pras respectivas mães.
— «« Uuu… »»
Sincronizando, a Eruze e a Rinze se entreolham. Eventualmente, respondem às filhas com sorriso forçado ao máximo.
— «« E, então, vamos tentar montar… »»
Cederam. Será que mãe também não consegue vencer a filha.
Nas costas do slime atrás da Eruna e da Rinne sorrindo, "nikoniko", a Eruze e a Rinze montam cada uma com receio. Toda vez que o slime treme, "puruprum", as gêmeas mães se encolhem, "bikut!".
— Hii… molinho…!
— N, não derrete, né…?
Confirmando que as duas montaram, a Eruna e a Rinne avançam o slime pra frente. O lado da Eruna, talvez com cuidado, andou devagar, mas o lado da Rinne, talvez animada, arrancou de repente.
A Rinze solta grito sem som, afastando-se. T, tá tudo bem, né…?
— Será que devemos ficar felizes por nossos filhos não estarem aqui…?
— Não consigo ficar feliz sinceramente, sabe…
A Yae e a Yumina olham com cara séria em direção à Rinne se afastando correndo. Deixando os pais de lado, as crianças parecem estar se divertindo, então acho que devemos ficar felizes mesmo. Talvez.
— Foi divertidooo!
Dizendo isso com sorriso super radiante, senhorita Furei. …Que bom mesmo.
As outras crianças também parecem ter aproveitado, continuando animadas mesmo depois de descer do slime.
No final, todo mundo formava roda girando, girando. Carrossel absurdo mesmo.
Do lado dos adultos, a Eruze e a Rinze estão levemente exaustas. Especialmente a Rinze tá péssima. Mesmo mostrando sorriso, os olhos tão mortos.
— P, próximo, quero ir devagar, devagar, num lugar…
Murmurando com voz pequena tremendo, a Rinze. Uuun, sendo só ela a experimentar tipo montanha-russa antecipada, hein… porque a Rinne acelerou com força absurda…
Falei pra Rinne preocupada que era só leve enjoo de movimento. Na verdade, é isso mesmo, mas não é leve. Enjoo de movimento não cura com [Recovery], né…
— Fumu. Lugar pra relaxar devagar… aqui é lugar pra relaxar devagar, no entanto.
— Aqui é diferente…!
Quando a Sheska responde naturalmente, a Rinze, com olhos injetados de sangue, segura o ombro dela, sacudindo.
— B, bom, calma, calma, senhorita Rinze. P, pra onde vamos a seguir? Pra mim, em vez de veículo, um lugar tipo pra mover o corpo seria melhor.
Enquanto afasta a Rinze da Sheska, a Yae expressa o desejo, e a Furei, a Rinne, a Arisu, três, erguem a mão animadas, "concordo!".
— Lugar pra mover o corpo… será? Se for isso… área [Trevas], talvez?
— Espe, espe, espera aí! Área [Trevas], não era aquele lugar tipo fenômeno espiritual mencionado antes!?
Diante da fala da Sheska, a Eruze ergue a voz apressada. A Eruna observa com cara confusa, tipo "por que a mamãe tá desesperada assim?". Melhor esconder um pouco mais, viu…
— Não, não é isso. Na área [Trevas], também tem lugar pra se divertir repelindo inimigo. Tipo extermínio pseudo de fera mágica.
— Igual àquilo que fizemos antes, caçando inimigo de imagem tridimensional?
— Isso mesmo.
Antigamente, trancados dentro do dado, recebemos tema tipo "cace X feras mágicas", derrotando juntos inimigos de imagem tridimensional. Mesmo tipo, atração que permite experimentar pseudo-extermínio de fera mágica.
— …Não tem perigo, né?
— Não tem.
— Nn… bom, se for isso…
Talvez convencida, a Eruze também assente levemente.
Basicamente, nesse parque de diversões, o objetivo principal é fazer as crianças se divertirem. O segundo objetivo é visitar esse parque, incorporando algo utilizável no parque de diversões de Brunhild. Atrapalhar isso por nossa conveniência seria contraproducente. A Eruze também entende isso, então, mesmo relutante, no fim, deve sempre seguir todo mundo.
Senão, decepcionar a Eruna, tão amada assim, ela não conseguiria fazer.
Essa Eruna segura com alegria a mão da Eruze. Muu… papai, um pouco… ciúme…
Ali, "susu", a Kūn se aproxima sem som, colocando a mão na boca, mostrando sorriso travesso.
— Devo dar a mão, papai?
— Ku…! Como sabia…!
— Sendo sobre meu papai amado. Isso, com certeza, sei muito bem.
Parece mentira. Mas, não sendo totalmente mentira também, a Kūn dá a mão pra mim. Levemente envergonhado, mas de alguma forma feliz. Fico levemente atônito com minha própria fraqueza.
— Então, vamos mover. Todos, por aqui.
A Sheska opera o portão na fazenda de slime, e entramos de novo pelo portão aberto.
"Paa!", a luz que se estende diante de nós rouba nossa visão por um instante.
Eventualmente, os olhos se acostumam… acostuma, acostuma… por que continua escuro?
Não, não é totalmente escuro. Erguendo o olhar, tem lua cheia vermelha. Desde quando virou noite, hein…
Iluminados pela luz do luar descendo, o que se estende diante de nós era, de qualquer ângulo que se olhasse, cemitério com incontáveis lápides alinhadas.
— Espe, o que é isso, aqui!?
Diante da paisagem sinistra que aparece de repente, a Eruze recua. A Eruna, de mão dada, não tanto quanto a mãe, mas o rosto também se enrijece.
Ou melhor, o quê é essa música de fundo assustadora tocando desde há pouco!?
Justamente quando tento pedir explicação pra Sheska, de repente, "bokoo!", uma mão sai disparada de dentro da tumba.
— Hi!?
— Uhi!?
Recebendo gritos de vários lugares, o que salta um atrás do outro era só osso.
Do chão, vários esqueletos rastejam pra fora. Esqueleto!?
— [Que a luz venha, expulsão do brilho, Banimento]!
…Opa? Minha magia de purificação disparada termina em falha. Ah, é mesmo. Não posso usar magia, né!
Contra o esqueleto se aproximando arrastado, "warawara", a Yae desembainha a katana da cintura, disparando um golpe.
Mas esse corte só corta o ar em vão, "suka".
— «Isso é ilusão, então não morre com arma normal. Temos armas especiais preparadas aqui, então escolha o que preferir, por favor.»
A Sheska aponta pro balcão num canto do cemitério. Ali, vários tipos de arma alinhados sem espaço. O que é isso, que preparo bom! Não, se é atração, faz sentido mesmo…
A Kūn e a Rin se aproximam do esqueleto, observando com cuidado.
— Não dá pra distinguir. Idêntico ao real.
— Esse esqueleto se aproxima, mas não ataca, hein.
— «Proibido tocar.»
Não, tocar ou não tocar, é ilusão, né? Mesmo assim, a figura se movendo, batendo os dentes, "katakata", numa distância limite, dá medo mesmo.
— Certo, vou usar essa grande espada!
A Furei pega do balcão grande espada de tamanho igual a própria altura.
Talvez com redução de peso aplicada, ou material tipo plástico, segurando facilmente essa grande espada, a Furei ataca o esqueleto próximo.
"Zuba!", ecoa som de efeito tipo "cortou mesmo", e o esqueleto cortado desaparece deixando o número "10". O que é isso?
— «Esqueleto vale 10 pontos. Dependendo de quantos pontos acumular dentro de trinta minutos até sair do cemitério, o prêmio recebido varia.»
— Consegue prêmio, é?
Não, talvez exista mesmo esse tipo de atração, mas, sinto que isso é mais tipo barraca de festival popular. Parece coisa de parque de diversões, mas também não parece.
— Mamãe também faz junto!
— Fufu, parece interessante, hein. Então, eu também.
Convidada, a Hiruda escolhe espada longa, atacando o esqueleto. De novo, o número "10" salta pra fora. Mas, logo depois disso, salta também o número "5". Igual jogo mesmo.
— Além do ponto básico, se acertar bem o ponto fraco, ganha ponto extra. O lugar varia conforme cada um, então tentem mirar, por favor.
— Fumufumu. Ou seja, basta exterminar com eficiência, é isso? Se for isso, eu também.
Em seguida, a Yae também pega espada, saltando pro meio do bando de esqueletos.
Isso como gatilho, "eu também, eu também", incluindo as crianças, todo mundo avança rumo ao extermínio de esqueleto.
A Eruze, levemente assustada com o clima ao redor, também equipa arma tipo soco-inglês, resolvendo os esqueletos.
Basicamente, a Eruze, contra "adversário que dá pra socar", não fica tão assustada assim. …Nesse caso, será que, sem arma, viraria "adversário que não dá pra socar"?
As crianças também derrotam esqueletos sem parecer com medo. Não é à toa que são aventureiros rank ouro/prata mesmo, hein.
A Rinze, a Rin, e eu também, os que não estamos tão animados pra combate, decidimos seguir atrás. Provisoriamente, todo mundo segura arma.
Eu também segurava uma lança. Por que escolhi lança é porque, já que é assim, pensei em tentar usar arma que normalmente não uso. Só isso.
— Ei
A lança disparada acerta em cheio o peito do esqueleto. Deveria ser imagem tridimensional, mas tinha sensação de ter espetado na mão que segura a lança. Bem feito, hein.
Achando que apareceu ponto "10", em seguida, sai também bônus extra "5". Opa, consegui.
— Mas, só esqueleto assim, cansa um pouco… opa?
Como se tivesse lido esse clima, do cemitério, dessa vez, aparece grande quantidade de zumbi.
Em seguida, zumbi de lobo, e múmia coberta de bandagem por todo corpo aparecem em massa, "warawara". Mais em massa. Mais em massa, em massa, em massa. Massa…
…Não, não seria demais assim, hein!?
Sem perceber, ficamos cercados por grande quantidade de mortos-vivos.
Uwa, parece trabalhoso…