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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 489

A Troca de Prêmios, e o Jardim Labirinto

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Capítulo 489 – A Troca de Prêmios, e o Jardim Labirinto

A Yumina dispara a flecha retesada com firmeza. A flecha voando reto se crava, junto com efeito sonoro, na testa do zumbi distante. Igual jogo, desaparece, e surge o número "20". Zumbi vale 20 pontos, hein.

Tanto zumbi quanto esqueleto, não importa a arma, derrotam com um golpe, então não é difícil. Não é difícil, mas…

— Não, isso, não são muitos demais?

Um atrás do outro, inimigos avançam. Mesmo derrotando, derrotando, continuam vindo em nossa direção. É tipo estado de "wanko soba", onde toda vez que come, colocam mais.

— Uuu… queria exterminar tudo com magia…

— Concordo.

A Rinze e a Rin murmuram isso com suspiro. Entendo. Dá vontade de resolver de uma vez com magia de área ampla mesmo, né.

Enquanto eu e o grupo retaguarda ficamos assim, o grupo vanguarda derrota alegremente os zumbis e esqueletos que se aproximam sem parar.

— Aaa! Mamãe, aquilo é meu, viu! Injusto!

— Quem chega primeiro, leva. Se ficar frustrada, treina mais.

Diante de mim, a Furei e a Hiruda, mãe e filha, derrotam esqueletos sem piedade. E, ao mesmo tempo,

— Óóótimo! Com isso, 500 pontos! Papai!?

— Eu já quase 600 pontos.

— Muu! Não vou perder!

Em outro lugar, a Arisu e o Ende, pai e filha, derrubam zumbis competindo o número de abates. Que divertido, hein.

— Ei! Yae-mamãe! Foi pra aí, viu!

— Mu, deixa comigo!

A espada da Yae, respondendo à voz da Rinne, brilha num corte horizontal. Recebendo esse ataque, dois zumbis desaparecem ao mesmo tempo.

"Yae-mamãe", hein. Não é sangue conectado, mas, sendo tanto a Rinze, mãe da Rinne, quanto a Yae, ambas minhas esposas, não é estranho essa relação.

Talvez feliz por ser chamada de "mamãe", a Yae fica levemente satisfeita, sorrindo de leve. Que bom se a Yakumo viesse logo também.

— Ah, Touya-san, aquilo…!

— Uwa

Além do cemitério onde zumbis brotam sem parar, mais fundo, apontado pela Rinze. O chão de repente se ergue, e, junto com música de fundo tensa, aparece dragão gigante com corpo todo apodrecido.

Dragão-zumbi? Será o chefe daqui?

— Toma essaaa!

A Arisu socou o dragão-zumbi com o punho equipado com soco-inglês.

A parte que a Arisu socou pisca parcialmente, mudando de cor eventualmente. Mas só isso, o dragão-zumbi não desaparece, continuando existindo ali.

— «Aquele é o inimigo final. Não morre com um golpe só.»

Mumu. Aquele parece precisar de vários acertos pra derrotar. De fato, algo tão grande assim, seria sem graça derrotar com um golpe só mesmo.

— «Gogaaaaaa!»

— Todo mundo, desvia!

O dragão-zumbi solta bafo tóxico roxo. Não acho que seja bafo venenoso de verdade, mas, por ora, evito. Ou melhor…

— Fedeee!?

Sem perceber, tapo o nariz diante do cheiro insuportável que se espalha. O que é isso!?

Não a ponto de insuportável, mas sensação de cheiro de ovo podre misturado com cheiro de gingko caído na calçada…!

Comparado ao slime de lodo morto, é bem melhor, mas todo mundo também contorce o rosto, tapando o nariz.

— «Sem preocupação. Só fedor, sem efeito no corpo humano. Derrotando o dragão, some na hora.»

Não, não, o nariz vai entortar mesmo assim! Isso é insuportável. Quero resolver isso logo mas…

Diferente de nós contorcendo o rosto, a Meru, a Nei, a Rise, três, mostram cara tranquila. Opa?

— Meru e o pessoal tão bem?

— Aa, é que conseguimos cortar a sensação livremente. A Arisu parece não conseguir tanto assim.

A Meru olha ao lado a filha tapando o nariz. Será que a Arisu, não sendo Phrase pura, não tem essa função. Olhando o pai, Ende, ele também tapa o nariz igualmente com a mão.

— Espera, Arisu. Coisa dessas, eu resolvo.

— Nn. Como diz a Nei, melhor deixar com as mães.

A Nei com machado grande e a Rise com espadas gêmeas avançam na frente do dragão-zumbi. Espe, espera aí!

Puxo as duas, aconselhando baixinho.

— Não podemos roubar a diversão dos filhos, né. Nós devemos ser suporte, e elas precisam se divertir sendo protagonistas…

— Mu… então, deixando tudo pra Arisu e o pessoal, só ficamos olhando?

Com cara insatisfeita, a Nei me encara. Não, não é isso. Enquanto penso como responder, chega resposta vinda do lado do Ende.

— Não é só com a Nei e o pessoal, quer dizer fazer junto com as crianças. Não é isso, Touya?

Uhum, bom, é isso mesmo. Sendo jogo difícil, se o pai completar no lugar do filho, não teria graça nenhuma, né.

— Entendi… certo, Arisu! Vamos derrotar aquele junto!

— Uhum!

Levando a Arisu, a Nei e a Rise avançam contra o dragão-zumbi. Talvez estimuladas, a Furei, a Kūn, a Eruna, a Rinne, cada uma com sua arma, também avançam contra o dragão-zumbi. A Eruze, a Hiruda, a Yae, o Ende também seguem.

Os que sobraram continuam derrotando zumbis e esqueletos ao redor pra não atrapalhar quem luta contra o dragão-zumbi.

Eu também giro a lança, resolvendo zumbis. Se esses valem 10, 20 pontos, quantos pontos vale o dragão-zumbi, afinal?

— «Gurugyaaaaaaa!»

Com ataques consecutivos aplicados sem parar, finalmente o dragão-zumbi vira partículas de luz. Pontos fracionados tipo "520" ou "750" são somados a todo mundo que atacou o dragão-zumbi. Será que tá dividindo os pontos do dragão-zumbi?

— Consegui!

A Furei ergue a grande espada gritando. As outras crianças também parecem contentes. O lado dos pais observa isso com sorriso comovido.

O mau cheiro desaparece, e ecoa fanfarra. Isso quer dizer que completamos?

Ao redor fica mais claro, e, no espaço branco puro, aparece de novo o monólito.

— «Parabéns. De acordo com a pontuação obtida, oferecemos prêmio. Lista aqui.»

A Sheska toca no monólito, "pi", e no ar surge de repente tipo lista de prêmios. As crianças, com cara animada, ao ver essa lista, franzem a testa em uníssono.

— …Não consigo ler o que tá escrito.

— Escrita antiga Parterno, né. Instalação de mais de cinco mil anos, então faz sentido mesmo.

Diante do murmúrio da Furei, a Rin responde isso. A Doutora Babylon, cinco mil anos atrás, morava no grande império que ocupava quase um terço do continente, Império Sagrado Parteno. Deve estar usando a escrita desse país.

— Opa, desculpa a falta de educação. Um pouquinho, aguarde.

A Sheska coloca a palma da mão no monólito, e, na superfície, surge brilhando pequeno padrão mágico, "su", desaparecendo. Eventualmente, o texto da lista flutuante vai sendo traduzido pra escrita que conseguimos entender. Será que instalou algum tipo de ferramenta de tradução. Não, bom, isso não importa…

Vendo o texto da lista, sinto certo arrependimento. Sendo prêmio daquela Doutora. Deveria ter previsto que não seria coisa decente.

— …Mamãe, o que é "remédio maravilhoso"?

— Hau!? E, eento, Rinne. Isso, é remédio pra homem e mulher, isso, ficarem íntimos, digamos…

— "Conjunto de lingerie letal"…? Mãe, isso…

— E, Eruna!? Acho que isso ainda é cedo pra Eruna!?

Não tudo, mas metade da lista era item vergonhoso mesmo. Certo, depois vou dar um esporro.

A Eruna, a Rinne, a Arisu mostram cara de não entender bem, mas a Kūn mostra sorriso cínico, "niyari". …Essa criança parece entender, hein.

Com dez anos, já deve ter algum conhecimento mesmo. Nem precisando disso, a Kūn é criança com sede de conhecimento forte.

— ………E, eu vou escolher esse "conjunto de sais de banho".

O que surpreendeu foi a Furei ficando vermelha, desviando o olhar de nós. Bom, entre as crianças, ela é a mais velha, e, tendo só um ano de diferença de quando encontrei a Yumina, pode se dizer reação condizente com a idade mesmo.

— Ei, esse "conjunto de sais de banho" é normal mesmo, né?

— «Efeito: alívio de ombro tenso, sensibilidade ao frio, dor nervosa, insônia, recuperação de fadiga, entre outros. Nada além disso em particular.»

A Sheska responde isso pra mim desconfiado. Parece coisa decente mesmo.

Conseguindo de algum jeito guiar as crianças, evitamos que obtivessem item estranho.

Mas, mais trabalhoso que as crianças, foi a Nei e a Rise.

A Meru é espécie dominante Phrase, mas viajou por vários mundos, virando existência diferente evoluída. Além disso, quando estava confinada em Babylon, devorou livro na "Biblioteca", então, naturalmente, tem esse tipo de conhecimento também. Graças a isso, talvez, alguns anos depois, tenha nascido a Arisu.

Mas a Nei e a Rise, espécies dominantes puras, carecem desse tipo de conhecimento, então, igual às crianças, perguntam a dúvida honestamente em voz alta.

— Ei, Endimyon. Esse "cavalo de madeira triangular" é prato de carne de cavalo?

— Não, umm, isso, acho que não é pra comer…

— Esse aqui, "roupa de banho perigosa", o que tem de perigoso?

— Aa, umm, isso é… espera, Touya! Faz alguma coisa!

Não, "faz alguma coisa", mas. Recebendo pedido desesperado do Ende, mas eu também não quero explicar em detalhe.

Enquanto os dois ficam em apuros, chega mão de socorro de lado.

— Nei, Rise. Que tal esse "conjunto de dez acessórios"? Acho que combinaria com a Arisu…

— Ooh! "Acessório" quer dizer adorno! Entendi! Como esperado, senhora Meru!

— Arisu combina com tudo. Ainda mais fofa e bonita.

A Meru guia, e a Nei e a Rise mordem a isca facilmente. Não é fácil demais?

Todo mundo também escolhe algo discreto respectivamente. Sinceramente, tem coisa que chama atenção também, mas escolher isso na frente das crianças é meio constrangedor.

Aqui, então, opto por esse "conjunto de orelhas de animal" ou algo assim… opa, por que todo mundo tá olhando pra mim assim?

— Ah, aquilo é fofo…

Vendo um dos "conjuntos de orelhas de animal" aparecidos na minha mão, a Eruna mostra interesse.

— Eh? Ah, Eruna, quer experimentar?

— Uhum!

Com sorriso radiante, "paa!", a Eruna corre até mim. Como esperado, nossa filha é fofa. Certo, então vou dar essas orelhas de cachorro caídas.

Colocando na Eruna a orelha de cachorro tipo tiara, a cor da orelha muda combinando com a cor do cabelo dela.

A orelha colocada se move, "pikopiko". Ooh? Sem perceber, até rabo apareceu, viu? Ah, o do rabo deve ser imagem tridimensional.

Talvez sincronizado com a emoção da Eruna, o rabo balança, "bunbun". Uoo, minha filha virou beastfolk.

— A, aah. Escolheu isso pra dar pras crianças, hein. Entendi, faz sentido mesmo.

Bom, é. …Acho que combinaria com a Yae também. Claro, com todo mundo também. Não escolhi pra dar pras esposas, viu?

— Que inveja da irmã Eruna, hein. Papai, eu também!

— Combinado

Certo, pra Rinne, essa orelha de lobo então. Igual à Eruna, tipo cachorro também.

Igual à Eruna, aparece rabo na Rinne também, balançando pra lá e pra cá com força, "bunbun".

— Hawawa… fofura dobrada! Sendo fofa desde o início, ficar ainda mais fofa é… injusto!

A Rinze, falando algo sem sentido, acaricia a cabeça da Rinne. Falando "fofa desde o início", sendo mãe e filha idênticas, pode-se interpretar como elogio próprio também. Não vou negar isso, viu! Sendo que as duas são fofas, isso é fato!

— Ah, que fofo. Papai, pra mim também, por favor.

— Ah, eu também quero, viu!

— Majestade, Majestade! Eu também!

Depois da Kūn, até a Furei e a Arisu correm até mim. Chega olhar do Ende com inveja transparecendo, mas melhor ignorar.

Certo, então, pra Kūn, orelha de raposa, pra Furei, orelha de gato, pra Arisu, orelha de coelho, vamos colocar.

As crianças com fofura elevada se olham mutuamente, elogiando umas às outras. Bom, bom.

Tinha também de orelha de rato, mas, sendo parque de diversões, achei que isso viraria complicado de vários jeitos, então evitei.

— Que bom, parecem estar se divertindo.

— Uhum. Talvez essa brincadeira de cooperar pra alcançar algo agrade bastante.

Observando as crianças animadas e barulhentas, elaboro o conceito do parque de diversões junto com a Yumina. Como esperado, é parque de diversões pra se divertir mesmo, afinal.

— «Pra onde vamos a seguir?»

— Deixa eu ver… já que nos divertimos movendo o corpo, próximo, não teria lugar pra brincar usando a cabeça?

Diante da pergunta da Sheska, a Rin propõe isso. Local pra usar a cabeça? O que seria, tipo cantinho de quiz, ou cantinho de quebra-cabeça?

— Fumu. Instalação de brinquedo intelectual, é? Se for isso, vamos até a área [Madeira]. Por favor, por aqui.

A Sheska toca no monólito, e o portão ativa de novo. Ao atravessar o portão de teletransporte aberto, de novo luz ofuscante se estende diante de nós, mostrando paisagem diferente.

— Aqui é…

O que aparece era jardim. Não é jardim comum. Amplo, visível da posição do portão em lugar elevado, esse jardim tem sebe estendida por toda parte feito labirinto.

Labirinto verde bem grande.

— Uwaaa, incrível!

— «É o "Jardim Labirinto". Adivinha só, essa aqui é instalação produzida por mim, Furanshesuka.»

A Sheska ergue o peito com orgulho, explicando. Eh, sério mesmo?

A Sheska administra o "Jardim" de Babylon. A técnica de jardinagem dela é sinceramente absurda. Até o jardineiro do castelo real ficou surpreso.

O labirinto gigante estendido diante de nós não é só sebe comum, tem gazebo em vários lugares, e também lugar tipo jardim de rosas com flores bonitas desabrochando. Na Terra também tinha jardim labirinto desses.

— Isso dá até pra fazer em Brunhild, hein.

Se conseguir usar magia de terra, outros países também conseguiriam fazer. Talvez seja interessante ter labirinto pequeno no jardim de nobre.

— «Opa, não subestime o jardim labirinto que fiz. É instalação tipo sonho, cheia de mecanismos divertidos incomparáveis a qualquer jardim comum por aí.»

— Sinto ansiedade absurda surgindo, hein.

Os "mecanismos divertidos" dela com certeza são mecanismos nada decentes. Normalmente, seria melhor dar meia-volta e voltar mas…

— Opa? Aquele lugar aberto mais no fundo é a saída, né? Onde fica a entrada desse labirinto?

A Rin olha pra baixo o labirinto visível do local elevado, jogando essa dúvida. Nn? …De fato, tem meta, mas não tem início. Como assim?

Em resposta à pergunta da Rin, a Sheska aponta pro pedestal de pedra redondo, tamanho de bueiro, num canto do local elevado. Na superfície, parece ter padrão mágico gravado. Tem dois pedestais com padrão mágico, um com padrão mágico branco, outro azul. O que é isso?

— «Este padrão mágico é círculo de teletransporte, o padrão mágico azul conecta até a saída, mas o padrão mágico branco teletransporta aleatoriamente pra dentro do labirinto, a certa distância da saída.»

— Entendi. Ou seja, o ponto de partida é aleatório.

— «Sim. Depois de passado certo tempo, todos dentro do labirinto são teletransportados pra saída, então não tem risco de não conseguir sair. Quem não vai participar do labirinto, por favor, venha até aqui comigo em direção à saída.»

Ah, não precisa participar, hein. De fato, isso parece complicado mesmo. Se for isso, dessa vez, não vou participar…

— Parece divertido, viu!

— Papai! Rápido! Vamos logo!

A Furei e a Rinne, animadas, puxam meu braço. O rabo balança com toda força. Ku, puxado pelas duas assim, filhas fofas, como posso dizer "não quero"! Vou participar!

A Eruze, a Rinze, a Hiruda, a Rin, com filhas presentes, e a Sakura e a Sū, curiosas com o labirinto, parecem participar, mas a Yumina, a Rū, a Yae, não participam. As três disseram que não gostam desse tipo de coisa.

A Eruze e a Hiruda também parecem não gostar, mas, diante das filhas, deve ter sido difícil dizer não vou participar. A Rin também não parece muito animada, mas, tendo a Kūn junto, e, mais que tudo, sendo ela mesma quem designou "área que usa a cabeça", talvez não tenha conseguido dizer não vou participar.

Do lado do Ende, a Meru e a Rise não participam. A Arisu parece cheia de disposição, no entanto.

— «Então, por favor, um por um, pelo círculo de teletransporte. Como são teletransportados aleatoriamente à mesma distância, a ordem não importa. No meio do labirinto, existem círculos de teletransporte azuis pontualmente, então, se quiser desistir, use por favor.»

Ou seja, tem rota de fuga. Se for isso, dá pra fazer com calma. Se cansar, é só desistir logo.

— Então, vou lá!

Primeiro, a Rinne com orelha de lobo pisa no círculo de teletransporte branco, "fut", desaparecendo do lugar.

— Ah, Touya-sama. A Rinne tá ali.

— Eh?

Direciono o olhar ao lugar apontado pela Rū, e, num ponto bem distante da meta, a figura pequena da Rinne. Realmente é jogada longe mesmo, hein. Do jeito que tá lá, indo em direção à meta seria… deixa eu ver… uuun, não entendo bem…

Enquanto encaro o labirinto, um atrás do outro, todo mundo pula pro dentro do labirinto.

Eventualmente, chega minha vez, e, ao ficar de pé sobre o círculo de teletransporte, num instante, a paisagem muda. Diante de mim, tem caminho cercado por sebe de uns três metros de altura, e, à frente, é encruzilhada em T. Atrás é beco sem saída.

Por ora, avanço pra frente. Deixa eu ver, encruzilhada em T, direita ou esquerda, pra onde avanço…

Tem vários métodos de escapar desse tipo de labirinto, mas o mais famoso é colocar uma mão na parede, seguindo assim, eventualmente chega à meta.

Mas sinto que isso precisa de condição de começar do início adequado. Se aqui for perto do centro do labirinto, e eu colocar a mão na parede do lado do centro, existe possibilidade de ficar girando no mesmo lugar sem fim, né.

— Bom, por ora, vou avançar meio aleatório…

Decido virar à direita na encruzilhada em T. Por quê? Porque sou destro. Sem outro motivo além disso.

Viro à direita de novo no caminho sem bifurcação. Então, ali, tinha porta instalada bloqueando o caminho.

— O que é isso?

Tentando segurar a maçaneta pra abrir, mas não abre nem empurrando nem puxando. Olhando com cuidado, tem placa dourada afixada na porta, com algo tipo letra flutuando. Escrita antiga Parterno, né, isso.

Quando tento tocar na placa pra usar magia de tradução [Leitura], o texto se traduz sozinho pra letra legível. Nn? Igual antes, será que a Sheska operou?

Bom, tanto faz. Deixa eu ver, o que diz…?

『Se cantar uma música com toda a força da voz, a porta abre.』

Ah, já só tenho mau pressentimento. Devia mesmo ter optado por não participar.


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