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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 491

A Fuga do Labirinto, e a Montanha-Russa

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Capítulo 491 – A Fuga do Labirinto, e a Montanha-Russa

— Aaa! É o papai, oras!

— A irmã Eruna também tá aqui!

Direciono o rosto pra direção da voz, e vejo, correndo em disparada, "dattt", da distância, duas figuras: orelha de gato e orelha de lobo. E, com esse impulso, as duas chutam o chão, saltando em minha direção. Espe!?

— Gufuu!?

Recebendo impacto na parte superior do corpo, aguento de algum jeito pra não cair. Agora minha lombar deu um estalo! Estalo!

— Irmã Furei e Rinne… parem de pular no papai. Vão levar bronca das mães, sabia?

— Eeeh? Que chato~

— Muu. Isso complica, hein. O sermão da mamãe é longo, sabia…

Quando a Kūn repreende, relutantes, as duas se afastam. Lombar… ai… [Cura Heal]…

Curo a dor lombar com magia de recuperação. Força demais, oras…

A Rinne, orelha de lobo, olha ao redor, "kyorokyoro".

— Onde tão as mães?

— Não, não me juntei com a Rinze e o pessoal ainda.

— Ah, que decepção.

Opa, não basta só o papai, é isso? Fico levemente triste…

— Coincidentemente, todas as filhas se reuniram, hein. Feliz, papai?

— Bom, feliz, mas… será que isso é coincidência mesmo, hein…

A Kūn se aproxima com cara maliciosa, mas será que devo aceitar isso como coincidência mesmo.

Afinal, sendo produção daquela empregada idiota, melhor suspeitar que até isso é armação.

— Reunir todas as filhas, tramando plano de me expor de forma vergonhosa…

— Por que chegou nessa conclusão…

Olhar seco da Kūn, e sorriso contraído da Eruna. Opa, fui achado atônito!? Aa, já caí no plano daquela criatura!?

— Sua imaginação fértil é admirável, mas vamos avançar primeiro. Talvez consigamos encontrar as mães também.

A Kūn segue na frente, e todo mundo segue atrás enfileirado. De fato, ficar pensando não adianta nada. Vamos avançar.

Avançamos em direção diferente de onde a Furei e a Rinne vieram.

Indo pra lá, indo pra cá, atravessando algumas armadilhas no caminho, avançamos vagando de algum jeito. Bem cansativo, isso… acho que já tá quase perto da meta…

— Ah, é a mamãe Yumina e o pessoal!

A Rinne grita ao virar a esquina.

Olhando, no fim de caminho reto, tinha a saída do labirinto. Diante dessa paisagem, escapa suspiro de alívio.

Vejo a Yumina, a Rū, a Yae, e também a Meru e a Rise, o pessoal que não participou, sentados numa mesa, bebendo chá com elegância. Droga, eu também devia ter deixado de participar…

De qualquer forma, ufa, finalmente chegamos à meta. Com isso, a armadilha incômoda também… meta? Antes da meta?

— Primeiro lugar!

A Rinne sai correndo. Espe, espera um pouco!

Saio correndo em velocidade máxima, ultrapassando a Rinne. Não é que quis chegar em primeiro deixando a filha pra trás. Não faria coisa tão sem consideração assim, sinceramente.

Então por que? Porque instalar armadilha antes da meta é método padrão dessa turma!

O pé que dou passo antes da meta afunda no chão, "zubo".

— Papaiii!?

"Bakibaki!", som de algo quebrando, e caio embaixo do chão, ficando coberto de pó ao mesmo tempo. Kefu… droga, coisa elaborada demais…!

Embaixo tinha almofada acolchoada, então não me machuquei. A profundidade também não parece tão grande assim.

— P, papai, tá tudo bem!?

— Aa… isso tudo bem, tudo bem. Já tô acostumado, sabe…

Respondo erguendo a mão à Eruna espiando preocupada. Pff, pff. Até dentro da boca. Farinha de trigo, isso?

Conseguindo subir de algum jeito pra terra, sacudo o pó. A Rinne e o pessoal também batem, "panpan", na minha roupa, mas queria que fossem um pouco mais suaves. Dói.

— Papai também termina junto!

Com essa voz da Furei, puxado pelas quatro filhas, quando chegamos juntos à meta, a Yumina e o pessoal esperando nos recebem com aplauso. Feliz e envergonhado ao mesmo tempo…

— «Parabéns. Vocês chegaram primeiro.»

— Ah, é mesmo. Todo mundo ainda não terminou, hein.

— «Sim. Parece que todos estão tendo dificuldade.»

A Sheska aponta pro painel de imagem grande ao lado da meta.

Nele, aparece a Eruze e a Rinze empilhando com cuidado algo tipo blocos de madeira. Ah, os blocos caíram. A Eruze segura a cabeça.

E, ao mesmo tempo, também aparece a Sū e a Sakura pulando ritmicamente em argolas redondas colocadas no chão. Entendi, aqui dá pra ver todo mundo dentro do labirinto, hein.

…Espera um pouco, isso quer dizer.

— Umm… não pode ser que ficaram nos observando o tempo todo também…?

A Yumina e o pessoal desviam o olhar claramente. Estavam observando, hein… deixo os ombros caídos. Não só as filhas, ter até as esposas vendo minha figura vergonhosa, que tipo de castigo é esse.

— A, aquilo, isso, a, a música foi maravilhosa, viu!

A Rū grita apressada. Uhum, não precisa desse tipo de apoio… não me tira mais HP…

Como esperado, devia ter deixado de participar mesmo. Sendo produção da Sheska, já devia saber, oras. Quantas vezes já fui enganado, afinal.

— Ah, é a saída, papai! A mamãe e o pessoal! Todo mundo também!

Além da meta, dá pra ver a Arisu, o Ende, e a Nei. Essa combinação… com certeza tem manipulação de algum tipo, tenho certeza.

A Arisu corre em nossa direção. Opa? Sem perceber, o buraco desapareceu. Não, será que não desapareceu? Voltou ao normal?

— Arisu, pula ali!

— Eh!? …E, ei!

Diante da voz repentina da mãe, a Arisu, orelha de coelho, obedece na hora, pulando, "pyoon", antes da meta, chegando em segurança.

Inclinando a cabeça sem entender por quê, a Meru abraça a Arisu, e a Rise acaricia a cabeça dela.

— Yare yare, finalmente cheguei…! Uwaaaaa!?

— Endimyon!?

Ah, o Ende caiu. A Nei, parando bem no limite, observa o Ende que caiu com olhos surpresos. Para, Sheska, não faz pose de vitória pequena.

— ………

Eventualmente, o Ende, coberto de pó, sobe do buraco em silêncio. Batendo, "panpan", a roupa, quando cruza olhar comigo, também coberto de pó igual, dá risada cínica, "fu". Colegas de infortúnio se compadecem, digamos. Frustrante, mas eu também sinto um pouco esse sentimento. Entendo o sentimento, mas, já que a filha tá bem, vamos ficar felizes com isso.

Depois disso, a Sū e a Sakura, a Eruze e a Rinze, a Hiruda e a Rin chegam em segurança à meta. Direitinho, evitei o buraco.

— Foi mais difícil do que pensava, hein…

— O labirinto em si tá bom, mas a armadilha não precisa. Quando construir no nosso, vamos tirar isso.

Respondendo à Hiruda levemente exausta, decido isso. Coisa que pai e filho consigam se divertir junto! Esse vai ser o conceito do parque de diversões de Brunhild.

— «Onde é o próximo desejado?»

— Próximo, quero montanha-russa, sabe! Não tem aqui?

— «Montanha-russa…? Que tipo de instalação é essa?»

A Sheska inclina a cabeça diante da resposta animada da Furei. O grupo Phrase, Ende, Meru, Rise, Nei, ficam com cara confusa, mas nós sabemos o que é isso.

As crianças devem ter andado nisso no futuro. Ficaram tranquilas.

A Sū, a Sakura, a Yae, a Rū e o pessoal parecem levemente animadas. Quando assistimos filme, diziam que queriam andar nisso.

Quem parece ansiosa é a Hiruda, a Eruze, a Yumina. Tranquilas igual às crianças eram a Rin, e, surpreendentemente, a Rinze também.

Pensando bem, a máquina exclusiva da Rinze, Herumuvīge, é máquina especializada em combate aéreo. O movimento na hora de transformar em modo voo deve ser incomparável à montanha-russa. Será que já tá acostumada.

— Montanha-russa é, sabe, tipo veículo emocionante que dá frio na barriga, correndo sobre trilho, girando, girando, caindo, voando!

Espera um pouco, Furei. "Voando", como assim…!? O que construiu!? Eu do futuro!

— Veículo… entendi, é instalação pra aproveitar tensão, medo, ansiedade, é isso? Se for isso, vamos até a área [Vento].

Tem, hein, montanha-russa. Até pessoa antiga de cinco mil anos atrás tinha tipo que gostava de sentir emoção, hein.

…Ou melhor, essa instalação em si já é tipo campo de experimento da Doutora, então faz sentido ter mesmo…

De novo, a Sheska ergue a mão diante do monólito, e, igual antes, o "portão" ativa.

As crianças saltam animadas pro portão de teletransporte, e nós seguimos atrás. Ao atravessar o redemoinho de luz ofuscante, se estende paisagem indescritível.

A primeira palavra que veio à mente foi faroeste. Essa paisagem, dá pra dizer sem exagero, é campo aberto, lugar onde se estende rocha avermelhada. Exatamente mundo de faroeste. Tem até prédio tipo estação de madeira diante de nós. Bom, exceto isso, não tem outro prédio, mas…

Dá pra ver cacto na distância também. Cacto… né? Sinto que os espinhos parecem mais malignos que cacto comum, mas deve ser impressão minha.

— «Aqui é instalação pra andar em trem mágico, observando várias paisagens. Ajustando várias configurações, deve dar pra experimentar algo parecido com o que a senhorita Furei chama de "montanha-russa".»

Trem mágico? Na era do reino mágico antigo, dizem que trem mágico corria por toda parte, mas também usam num lugar desses, hein. Se for isso, esse prédio deve ser mesmo estação de trem, né?

No Reino Mágico de Ferusen também, foi escavado trem mágico de ruína e pesquisado, e, com nosso líquido de éter e bateria mágica, novo trem mágico desenvolvido depois de cinco mil anos deve ser apresentado em breve, mas.

Entrando dentro da estação, ali tinha alinhado trem mágico bem diferente e bem menor que o trem mágico que conheço. De fato, isso talvez possa se chamar montanha-russa mesmo.

Em tamanho, tipo carro pequeno. Só que, diferente de montanha-russa, tem teto simples. Assento de dois lugares dos dois lados, conectados cinco unidades. Dez lugares, é isso. Vamos precisar andar em dois turnos.

Trilho… tipo isso, tem, mas mais que trilho, é placa, isso. Correndo sobre trilho tipo placa… parecido com trem de brinquedo que tinha na Terra. …Não é feito de plástico, né?

Mas esse trilho, olhando com cuidado, corta alguns metros à frente. Será instalação inacabada?

— «Não, aquilo, conforme o trem avança, o painel de trilho de trás teletransporta pra frente, conectando, criando mecanismo que permite correr continuamente.»

— É trilho automático de teletransporte, hein. Já ouvi falar disso, mas nunca imaginei que veria em pessoa aqui!

Diante da explicação da Sheska, quem morde a isca com olhos brilhantes é a Kūn, apaixonada por engenharia mágica. Parece que a montanha-russa futura que construí é diferente disso.

— Certo, então, primeiro, quem monta com quem?

— Uuun… por ora, gostaria que a Hiruda, a Rin, a Eruze, a Rinze montassem com as crianças. Os assentos e ordem restantes, tanto faz decidir com jankenpô ou algo assim.

Já que é assim, se a mãe tiver ao lado, deve dar menos medo, né. Talvez a mãe tenha mais medo, mas…

Ouvindo isso, o Ende fala com a Arisu ao lado.

— Se for isso, Arisu, monta comigo?

— Eh? Eu vou montar com a mamãe, viu?

O Ende desaba de joelhos, rejeitado pela filha. Na hora, começa jankenpô entre a Meru, a Nei, a Rise, três, pra decidir quem monta ao lado da Arisu. O grupo Phrase também conhece jankenpô, hein… em Brunhild, as crianças também jogam normalmente, então faz sentido.

— Certo, então vamos decidir nossa ordem também. Quem ganhar, monta primeiro.

…Se possível, quero observar a situação, então prefiro ser dos últimos. Se parecer perigoso, é só desistir.

Certo, vou perder de propósito. Sou reconhecidamente fraco em jankenpô. Com esse pessoal, deve ser tranquilo.

…E, bom, assim, de algum jeito, a ordem foi decidida.

No fim, virei décimo, entrando por pouco no grupo que vai primeiro. Ku… se tivesse perdido mais uma vez…

Sou o último da fila. Bom, isso tá tudo bem, isso.

— Por que você tá do meu lado, hein…

— Sendo nono e décimo, não tem jeito, oras!

O Ende sentado ao lado late. Bom, é isso mesmo, mas…

O grupo que vai primeiro é [Hiruda・Furei], [Yae・Sakura], [Rū・Rise], [Rin・Kūn], [Ende, eu], dez pessoas.

Ou melhor, a Yumina perdeu de longe, mas aquilo com certeza foi previsão do futuro perdendo de propósito, né… normalmente ela é forte demais…

— Ei, Touya. Esse assento não tem nem cinto, tá tudo bem mesmo?

— Isso também me preocupou…

Normalmente, montanha-russa desse tipo não tem equipamento pra fixar o corpo por segurança? Não, isso talvez não se aplique porque não é montanha-russa.

Provisoriamente, na frente do assento, tem algo tipo corrimão pra segurar, mas só isso parece pouco confiável, viu.

— «Tá tudo bem. Ao começar a correr, magia de gravidade age do chão e do assento, fixando o corpo. Mesmo que seja arremessado do trilho, não fica separado dali. Fique tranquilo.»

— Ah, fiquei bem ansioso agora.

O que é isso, "arremessado". Isso é só exemplo, né?

— Aliás, isso corre em que tipo de lugar?

— «Sei lá? Varia toda vez. Conforme desejado, vamos configurar pra aproveitar tensão, medo, ansiedade ao máximo.»

Dizendo isso, a Sheska toca repetidamente, "pi, pi, pi, pi, pipipipipipipipi!", no painel de toque tipo instalado na plataforma da estação.

Apertando demais! Não sei o que é, mas não tá apertando demais, isso!? Isso é MAX?

— «Então, tenha cuidado, por favor.»

— Espera um pouco!? Cuidado com o quê!?

Sem conseguir questionar a fala preocupante da Sheska, o trem, sem piedade, começa a correr, "suu", sem som.

Virando-me pra trás, o painel de trilho por onde o trem passou desaparece, "pa, pa". Deve estar teletransportando pra frente. Pra onde esse trem vai, afinal.

— T, Touya! Parece que começou a subir!?

Viro pra frente diante da voz do Ende, e o trem começa a subir lentamente em direção ao céu, elevando o ângulo.

— Espe, até onde sobe, isso!?

Ao lado, o Ende mostra cara ansiosa. …Aah, achei que fosse padrão de montanha-russa, mas, sem saber que tipo de coisa é, ficar só subindo sem parar, vira esse tipo de reação mesmo.

Mesmo assim, esse trem mágico, precisamente, não é montanha-russa. Pensar igual à montanha-russa da Terra talvez seja perigoso, mas…!

O trem mágico subindo devagar cai da frente. Espe, queda em ângulo reto!?

— Ku…!

Sinto pressão de vento absurda. Costumando voar com [Fly] normalmente, já tô acostumado com altura, mas, na hora de voar, bloqueio a pressão do vento com barreira mágica, então isso me deixou levemente assustado.

O trem mágico flutua de novo bem antes do chão, e, dessa vez, sobe abruptamente de novo. Subida abrupta… não, mais que isso, direto viram céu e terra. Grande volta completa.

— Uowaaaaaaa!?

O Ende ao lado, com rosto pálido, ergue grito. Você… acho que foi bom não ter montado com a Arisu. Com certeza ia perder o encanto dela. Não, duvidoso se ainda tinha dignidade a ponto de perder o encanto, mas… eu também.

O trem mágico repete duas, três voltas assim, começando a subir abruptamente de novo. Subindo altura considerável, dali, dessa vez, descida abrupta em espiral.

Isso é intenso. Carga no corpo pela força centrífuga chega considerável…! Isso nunca sinto voando com [Fly]… uou!?

De novo bem no limite do chão, e, dessa vez, achando que corria horizontal, sem perceber, corria sobre a superfície de água, levantando respingo de onda. Onde tá correndo, hein!?

Passando por ali, achando isso, os trens conectados na frente se separam um por um pros dois lados. Opa!?

Também some o trem onde estavam a Rin e a Kūn na frente, e, percebendo, só o trem onde eu e o Ende montamos corria em disparada pela floresta.

— Espe, Touya! Isso, o que tá acontecendo, afinal!?

— Não sei!

Por que preciso continuar andando de montanha-russa só nós dois homens. Isso eu quero perguntar.

— Uwa!? Frente!

Diante da voz repentina do Ende, viro pra frente, e o trem que montamos corria em linha reta em direção a árvore grande. Espe, vai bater!?

Bem no limite antes de bater na árvore gigante, o trem desvia disso, e respiramos aliviados de peito… só por um momento, e o trem repete várias vezes desvio no limite de colidir com árvore. Desgraçado! De propósito!

Em velocidade super rápida, atravessando entre as árvores, o trem corre através da floresta. Razoavelmente assustador, hein!

— Touya, aquilo!

— Eh?

Olhando o alvo apontado pelo Ende, na rocha, tinha buraco aberto vazio.

— Caverna, né… tenho mau pressentimento.

— Coincidência. Eu também.

Sem trair nossa expectativa, o trem invade dentro da caverna. Como imaginei!?

No escuro tênue, escuto som de algo voando. Hii, algo bateu no meu rosto!? Droga, isso já não é mais montanha-russa, né!?

— «« Uguaaaaaaaaaa!! »»

Carregando nós dois gritando, o trem atravessa em disparada furiosa dentro da caverna.

Enquanto isso…

— Finalmente encontrei. Você, Sua Majestade o Rei de Panashesu… não, agora ainda é príncipe, né. De qualquer forma, tenho um pedido a você.

— Nn? Ei, será que já te encontrei em algum lugar? Sinto vagamente familiaridade. Burau, lembra?

O príncipe de calção estufado, ou seja, o Príncipe Robēru do Reino de Panashesu, pergunta à "Coroa" azul, Distorção Burau, de pé ao lado, mas o pequeno golem azul balança a cabeça horizontalmente.

Aqui é a capital do Reino de Panashesu, Panasheria. Fazendo ronda pela cidade como sempre, o Robēru é abordado de repente por garota pequena.

Idade, uns sete, oito anos. Cabelo prateado esverdeado cortado curto, mas só a nuca comprida até a cintura. Olhos levemente puxados, verde esmeralda, mostrando força de vontade. A roupa vestida, nunca vista, mas elegante de algum jeito, mas, por algum motivo, duas facas de cozinha encaixadas atrás da cintura anulam essa impressão.

Lembrança de já ter visto em algum lugar, mas… o Robēru inclina a cabeça. Não a própria pessoa, mas sensação de conhecer pessoa parecida, isso confunde ele.

— Gostaria que me levasse até Brunhild com teletransporte espacial. O agradecimento, papai… Sua Majestade o Duque fará.

— Até Brunhild? Você é conhecida do Touya-kun… não, de Sua Majestade a Rainha?

O Robēru finalmente sente que a confusão se dissipou. Isso mesmo, ela se parece muito com uma das rainhas de Brunhild. Se não me engano, aquela pessoa é do império…

— Mais ou menos isso. …Francamente, que sorte o local de aparição ser a capital de Panashesu. Por que ninguém atende o telefone, afinal…

A garota murmura algo, "butsubutsu". O Robēru não entende bem, mas julga que essa criança não parece ter má intenção.

— Então, pequena dama. Qual seu nome?

— Que falta de educação. Eu sou Āshia. Āshia Brunhild, sim. Príncipe de Panashesu.

Em direção ao Robēru, a garota troca cumprimento digno com pequena reverência, "kāteshī".


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