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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 496

Os Apóstolos do Deus Maligno, e Gandirisu

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Capítulo 496 – Os Apóstolos do Deus Maligno, e Gandirisu

— O navio… sumiu?

O grande navio que estava diante de nós até há pouco desaparece sem deixar rastro. Talvez seja falta de respeito num momento desses, mas lembrei do show de mágica onde o mágico faz sumir um trailer. É essa sensação mesmo.

— Será que mergulhou no lago subterrâneo…?

— Não, acho que mergulhar num instante desses seria impossível. E ainda, olha, a superfície do lago não tem nem uma ondulação.

Nego o pensamento da Yumina.

Provavelmente, magia de teletransporte… acho. A não ser que tenha usado magia de ilusão pra fazer a figura sumir.

Por precaução, corro até a doca, confirmando que não tinha nada.

— Busca. "Arca".

『Buscando……… nenhum resultado』

Não pego pelo [Search]. Será que aplicaram barreira?

Ativando [Search] mais ainda incluindo Ki Divino, mas Ki Divino, diferente de mana, não existe naturalmente no ar, então preciso disparar eu mesmo. Pesquisar o mundo inteiro é sinceramente impossível. Pelo menos, não tá perto daqui.

— Aquele homem de máscara estranha… acho que é homem, mas disse algo que me preocupa.

— "Apóstolo do Deus Maligno", né.

Diante da fala da Rin, jogo a mesma dúvida. Aquele cara disse claramente isso. Deus maligno… será aquele deus maligno que derrotamos? Ou outro diferente?

Deus maligno nasce de artefato divino terreno. Artefato divino que absorve má intenção das pessoas ganha consciência, virando espírito de posse com poder divino.

Atualmente, o único artefato divino existente na terra deveria ser só meu smartphone. A espada gêmea divina que o Ende trouxe de outro mundo continua guardada no [Storage]. Tiro do bolso o smartphone especial feito pelo Deus do Mundo. …Tá aqui direitinho, né.

— Apóstolos do Deus Maligno… a preocupação da vovó Tokie se confirmou mesmo. Faz sentido mesmo, ha… hmpf!?

— Shh!

Eh? Virando-me, a boca da Āshia estava tapada por trás pela Kūn.

Agora, acabei de ouvir algo que não deveria ter deixado passar…

Direciono o olhar fixo à Kūn, "ji──", e ela desvia devagar, "susu". Ei, oras. Que atitude suspeita é essa. Para de assobiar de forma tão forçada.

— …Kūn. Sabe de alguma coisa?

— Não, papai. Não sei de nada.

Sorrindo, "nikkori", minha filha responde. Como esperado, sendo filha da mãe que é, é boa fingindo não saber, francamente.

— Se não contar, vou proibir entrada em Babylon, mas…

— Sei sim, papai! Por favor, isso não, qualquer coisa menos isso!

Fácil demais. Finalmente aprendi o método de controle dessa criança. Espera um pouco, Rin-san. Não olha com esse olhar, por favor.

— Uu… aqui não dá, então tá bem contar depois de voltarmos?

— Entendi. E, aproveitando, solta logo a Āshia.

— Puha!

A Āshia, com a boca tapada, recupera a respiração.

Sendo que o pessoal do "Grupo Técnico de Busca" também tá presente, e talvez precise de permissão da vovó Tokie também. Por ora, vou perguntar depois de voltar.

— Não entendo bem, mas… no fim, quer dizer que o navio foi roubado mesmo?

— Parece que sim. Provavelmente, teletransportaram com magia.

Só resta responder isso ao velho Mario. Ouvindo minha fala, deixa os ombros caídos.

Igualmente, os cavaleiros de Gandirisu também ficam cabisbaixos frustrados. Faz sentido mesmo. Deixaram escapar o legado deixado pelo técnico mágico gênio antigo. Deve ser grande perda pro país.

— Quem são esses caras, afinal? Nunca vi golem de quatro braços desse tipo.

— Faz sentido mesmo. Aquilo, digamos, é máquina mista, feita costurando várias peças diferentes. Normalmente, seria coisa incapaz de funcionar direito. Atrás deles, tem técnico absurdo. Aquele cara roubou a "Arca"… chi, só sinto mau pressentimento.

Diante do murmúrio do cavaleiro, o velho Mario responde isso. Aquele golem de quatro braços, hein. De fato, era razoavelmente forte.

Mas aquilo é golem improvisado, é? Com esse nível de acabamento… a não ser que tenham roubado de algum lugar, é alta a probabilidade de ter técnico excelente entre os companheiros deles.

A Yumina direciona o olhar à Arubusu.

— Arubusu. Que tipo de função a "Arca" tem?

『"Arca" é fábrica pessoal de Kuromu Ranshesu. Contanto que haja material, consegue produzir golem em massa.』

— Produção em massa, quer dizer não pode ser que "Coroa"!?

Diante da resposta da Arubusu, surpreso, sem perceber, ergo a voz. Se "Coroa" fosse produzida em massa, seria coisa absurda.

『Não. "Coroa" impossível de produzir em massa.』

— Não me assusta assim…

Pensando bem, se isso fosse possível, o próprio Kuromu Ranshesu deveria ter produzido "Coroa" em massa mesmo. Se for isso, é fábrica de golem pessoal mesmo então.

— Mas é fábrica de técnico de golem chamado gênio. Deve ser diferente de fábrica comum. Não sabemos que outra função pode ter.

Como diz a técnica Eruka, se cair na mão de gente estranha, pode virar algo grave. Mas, aqui, lembrando da palavra "Apóstolo do Deus Maligno", percebo que já caiu na mão de "gente estranha" mesmo.

『Função da "Arca" é ativada por "Coroa". "Coroa" é chave da "Arca".』

— Sério mesmo? Se for isso, o próximo alvo pode ser o golem "Coroa", é isso?

Se eles desejam o poder da "Arca", essa possibilidade existe. Por sorte, Brunhild tem quatro "Coroas". Entre elas, o [Roxo] da Runa perdeu a habilidade, então, na prática, são três. Melhor alertar as outras "Coroas" também…

『Não. Alta probabilidade de o invasor já ter "Coroa" nas mãos.』

— ………O quê?

Eu, pensando em contatar o Robēru do [Azul] e o Rei de Rea do [Verde], fico de novo surpreso com a fala da Arubusu.

Já tem "Coroa" nas mãos? Perguntando como sabe isso, a Arubusu aponta pro corredor por onde passamos.

『Aquela porta do corredor não abre sem "Coroa". Por isso, alta probabilidade de os bandidos terem trazido "Coroa".』

— Espe, espera um pouco. Aliás, quantas unidades de "Coroa" existem?

『"Vermelho", "Azul", "Verde", "Roxo", "Negro", "Branco", seis unidades.』

Das seis que a Arubusu respondeu, quatro estão em Brunhild. Se for isso, o [Azul] ou o [Verde], que não estão em Brunhild, caiu nas mãos deles?

『Não. Existe corpo incompleto que Kuromu Ranshesu criou depois, viajando pelo mundo. "Ouro" e "Prata".』

— "Ouro" e "Prata"? Parece bem chamativo, hein…

O Kuromu Ranshesu, usando habilidade de golem do [Branco] e do [Negro], atravessou a barreira do mundo do mundo sombrio pro mundo comum.

Se não me engano, atravessando, encontrou a grande invasão dos Phrase, tentando desenvolver nova "Coroa" pra voltar sem preço ao mundo original, mas não deu tempo… isso já tinha ouvido antes da Arubusu.

O [Ouro] e o [Prata] incompletos, parece que são corpos daquela época mesmo.

Ou seja, quer dizer que os bandidos obtiveram esse [Ouro] ou [Prata] em algum lugar, invadindo essa ruína?

……………Algo estranho, hein. Como direi, sinto que estava bem preparado demais.

Pra mirar a "Arca", obtiveram "Coroa" antecipadamente, ou, tendo "Coroa", miraram a "Arca"?

Pra começo de conversa, mesmo a informação da "Arca" não deveria ser fácil de obter assim.

— De qualquer forma, precisamos avisar Sua Majestade o Rei de Gandirisu sobre isso. Desculpa, Sua Majestade o Duque, poderia vir junto? Não sei bem como explicar sobre magia de teletransporte e afins.

— Sem problema. Já que vim até Gandirisu, seria ruim voltar sem nem cumprimentar mesmo.

Eu também queria conhecer Sua Majestade o Rei de Gandirisu, então caiu como uma luva.

Saindo pra terra, deixando a maioria dos cavaleiros de Gandirisu no acampamento, o resto do pessoal entra na aeronave do "Grupo Técnico de Busca", e nós entramos no "Barumunku".

Daqui até a capital de Gandirisu não tem tanta distância assim.

Guiados pela aeronave do "Grupo Técnico de Busca", decidimos ir devagar. Se o "Barumunku" fosse visto, viraria alvoroço, e isso seria incômodo.

Por isso, agora, dentro do "Barumunku", só temos nós, gente próxima.

— Certo. Vamos escutar. O que é "Apóstolo do Deus Maligno"?

Encaro a Āshia e a Kūn sentadas do outro lado da mesa. …Não sei se estão sentindo o peso disso, mas.

— Nós também não sabemos em detalhe… "Apóstolo do Deus Maligno" é, dizem, resíduo do deus maligno que papai derrotou antigamente.

— Nn? "Resíduo", como assim?

— Ou seja, é tipo resto espremido. Igual à okara que sobra ao espremer o leite de soja no processo de fazer tofu a partir da soja, digamos.

A Āshia compara com culinária, mas fico entre entender e não entender. Resto espremido de deus NEET? Que nojento, hein…

— Aa, ou seja, quer dizer que aquele cara é tipo "quase virou deus maligno mas não conseguiu"?

— Mais que "aquele cara", parece que tem vários, então "aqueles caras", digamos. A vovó Tokie não explicou até esse ponto, então não sei bem. Só que vai virar obstáculo pra nós. Se nada acontecer, conseguiríamos voltar em segurança ao futuro, mas, se os "Apóstolos do Deus Maligno" se envolverem, gera elemento incerto por poder divino, tornando o retorno difícil… isso.

— Parece que a possibilidade dos "Apóstolos do Deus Maligno" despertarem era baixa. Só nos avisaram como pequena precaução mesmo. Fomos proibidas de contar isso pra vocês, papai e o pessoal…

Ou seja, o quê? Se não resolvermos aquele tal "Apóstolo do Deus Maligno" de algum jeito, as crianças não conseguem voltar em segurança pro futuro?

Com o aparecimento do "Apóstolo do Deus Maligno", talvez esteja surgindo outro afluente pro futuro… será isso mesmo?

— Não entendo bem, mas entendi que são caras incômodos.

Murmura a Rin dando suspiro.

— Mas, sendo resto espremido, né? Não devem ser caras tão importantes assim…

— Ingênuo, papai. Mesmo okara, dependendo do uso, vira prato digno respeitável. Ambos originalmente vêm da soja. Não tem hierarquia entre ingredientes.

A Āshia fala isso com orgulho, mas, você, desde há pouco, não tá falando algo diferente?

Bom, deve querer dizer que não podemos baixar a guarda.

Mesmo sendo imitação, tecnicamente, ponta de fragmento de deus. Quer dizer que conseguiram gerar súdito também.

— Qual é o objetivo deles? Vingança contra mim? Ressuscitar o deus maligno?

— Sei lá, até esse ponto… mas, com certeza, estão tramando algo ruim.

Ressuscitar o deus maligno, acho isso impossível de cara. Porque a alma inteira se estilhaçou. Pelo menos, aquele deus NEET não vai ressuscitar.

Só que existe possibilidade de "novo deus maligno" nascer. Pra isso, precisaria de algo que tenha poder divino incorporado, tipo artefato divino, mas…

Não pode ser que aquele deus NEET tenha deixado algum artefato divino desse tipo… não, não pode ser, né.

『Parece que chegamos à capital.』

Chega a voz do Doutor da ponte de comando. Olhamos pra baixo a paisagem exterior pela janela.

A capital ficava em lugar cercado por montanhas altas erguidas. Rio fluindo da montanha divide a capital em norte e sul, e o castelo de construção robusta se posiciona no lado norte.

No lado leste desse castelo, tem lugar aberto, com outra aeronave atracada. Deve ser aeronave de Gandirisu.

Ao lado dela, a aeronave do "Grupo Técnico de Busca" desce. Deve ser pra pousar aqui.

Mas, infelizmente, o espaço é apertado demais pro "Barumunku" pousar.

— Desculpa. Pode esperar no ar aí, Doutor e o pessoal?

『Tá bem. Vamos esperar desmontando aquele golem, então avisa se acontecer algo.』

Aquele golem deve se referir ao golem de quatro braços do "Apóstolo do Deus Maligno" recolhido na ruína. Vai desmontar na hora mesmo. Ouvindo isso, a Kūn direciona pra cá os olhos brilhantes.

— Papai!

— Tá, tá, a Kūn também pode ficar.

— Como esperado! Entende bem as coisas!

A Kūn pula pequeno. Já tô acostumado com esse padrão, sabe… não aperta minha cabeça, Rin. Sinto o mesmo sentimento também.

— A Āshia é…

— Eu também fico. Vou preparar comida, então recusem convite pra refeição, por favor. Ah, papai, tira ingrediente, por favor.

Ingrediente? Dentro do "Barumunku" tem cozinha pequena. Vai fazer ali? Bom, tudo bem… sinceramente, explicar sobre a Kūn e a Āshia pro outro lado é trabalhoso mesmo.

Assim que o velho Mario e a senhorita Rippuru descem da aeronave do "Grupo Técnico de Busca", também descemos pra terra com [Teleport]. Os membros que desceram são eu, Yumina, Rū, Rin, quatro.

— Bem-vindos a Gandirisu. Vamos guiar até Sua Majestade o Rei.

O jovem que parecia funcionário público, conversando com cavaleiro no acampamento, fala conosco.

Seguindo a guia, avançando pelo interior do castelo, eventualmente chegamos diante de um quarto.

Entrando, era sala de trabalho decorada de forma sóbria, mas robusta, com três pessoas nos recebendo.

Uma é Kōderia Tera Gandirisu. Segunda Princesa deste Reino de Gandirisu. E, atrás dela, a criada de óculos, senhorita Parureru. Filha do velho Mario e da senhorita Rippuru, do "Grupo Técnico de Busca", que veio junto.

Essas duas já conhecemos depois do incidente da festa de encontro arranjado em Rīfurīsu. Trocamos cumprimento leve pelo reencontro depois de tanto tempo.

E mais uma pessoa. Figura idosa levantando-se da mesa da sala de trabalho. Homem de barba branca, corpo robusto.

— Bem-vindo a Gandirisu. Duque de Brunhild. Sou o rei, Gyaribun Jira Gandirisu.

— Perdão pela intromissão descarada. Duque do Ducado de Brunhild, Mochizuki Touya. Essas são Yumina, Rūshia, Rin. Minhas esposas.

— Ooh, são as esposas, hein. Descansem à vontade.

Sentamos na cadeira conforme incentivados por Sua Majestade o Rei de Gandirisu. Depois de cumprimento breve, o velho Mario começa a contar o desenrolar dessa vez.

— Desculpa, rei. O navio foi roubado direitinho.

— Não, isso foi resultado da segurança fraca daqui. Não é culpa sua. Lamentável não termos conseguido obter a tecnologia do Kuromu Ranshesu, mas devemos ficar felizes que ninguém morreu.

Diante do velho Mario curvando a cabeça, o Rei de Gandirisu sorri. Entendi. De fato, parece rei generoso mesmo.

— Duque de Brunhild. Pra onde acha que os inimigos fugiram?

— Não sei. Não só usaram magia de teletransporte pra fugir, também parecem estar escondidos, sem detectar nem com minha magia de busca. São caras bem cuidadosos.

— Fumu… se for isso, agora não tem jeito, hein…

Cruzando os braços, Sua Majestade o Rei de Gandirisu solta suspiro decepcionado.

Ao lado, a Princesa Kōderia, desde há pouco, olhando de relance intermitente em minha direção. …O que foi?

— A, isso! Se for isso, se puder entrar em contato quando algo acontecer, ajudaria muito pra nós também!

— Sim, claro que sim.

— Então, isso, sabe…

O que ela quer dizer, afinal? Contorcendo-se, "mojimoji", mas não entendo bem. Cruzo olhar com a Yumina ao lado, mas ela também inclina levemente a cabeça.

Então, a senhorita Parureru dá suspiro pequeno, dizendo com franqueza direta.

— A Princesa deseja receber o "sumātofon" de Sua Majestade o Duque, pensando levianamente em aproveitar conversas doces noite após noite com Sua Majestade o Imperador de Garudio, seu amado.

— A forma de falar, oras!

A Princesa Kōderia grita irritada com olhos marejados. A senhorita Parureru é do mesmo tipo que nossa Sheska, hein… não, sinto que a Sheska é masoquista, e a senhorita Parureru é sádica. Ambas criadas, sinto que têm bastante em comum mesmo.

— Ooh, aquele pequeno comunicador onipotente, né? O Imperador de Garudio e o Rei Santo de Arento também tinham. Dá pra ganhar isso?

Bom, tanto faz, já pensava em entregar depois mesmo.

Tiro do [Storage] o smartphone produzido em massa e o conjunto de manual, colocando sobre a mesa.

Enquanto ensino o uso pra Sua Majestade o Rei de Gandirisu e a Princesa Kōderia, o velho Mario, a senhorita Rippuru, e a família da senhorita Parureru também direcionam olhar cobiçoso em minha direção.

Não, bom, com o olho mágico da Yumina, já sei que não são pessoas más, então tudo bem entregar, mas…

— Absolutamente não desmontem, viu? Provavelmente não consigo consertar, e não vou entregar de novo, viu?

Confirmo isso com firmeza, especialmente ao velho Mario. O smartphone produzido em massa tem [Protection] e [Shield] aplicados, então não quebra facilmente, mas, se quiser desmontar, dá pra fazer. Mas, nesse ponto, quero que entendam que nossa confiança cairia por terra.

Rapidamente, a Princesa Kōderia pergunta o número de Sua Majestade o Imperador de Garudio. Mas, sendo número de outra pessoa, não posso contar por conta própria, então pergunto por mensagem se posso contar ao Imperador.

Chega resposta de "OK" na hora. Rápido demais.

Mas, mesmo depois de conseguir o número, a Princesa Kōderia não tenta ligar de jeito nenhum. Mesmo todo mundo observando preocupado.

— Recebendo tanta atenção assim, não consigo ligar, viu!

Faz sentido mesmo.


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