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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 502

Os Três Deuses, e a Abertura

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Capítulo 502 – Os Três Deuses, e a Abertura

O boato do circo que chegou a Brunhild se espalhou num piscar de olhos.

Segundo o Kōgyoku, as crianças da cidade observam com olhos brilhantes a tenda gigante sendo erguida na praça sul.

Pra gente de outros países, as coisas existentes em Brunhild têm muita coisa rara e misteriosa. Mas, pra quem vive aqui, isso é comum.

Pras crianças de Brunhild, mais que Frame Gear lutando no grande campo de treino, o circo nunca visto deve chamar mais atenção.

— Ei ei, papai! Quando vamos ao circo!? Começa amanhã, viu!?

— Não precisa se preocupar, já comprei ingresso direitinho. O primeiro dia foi impossível, mas dá pra ir no segundo dia.

— Eeh!? Não vamos amanhã!?

A Rinne faz bico, mas isso não tem jeito. O assento do circo tem lugar marcado e lugar livre, e o lugar marcado parece ser mais amplo e confortável. Já que vamos ver, melhor ver com calma no lugar marcado.

O lugar marcado do primeiro dia já tava esgotado, não consegui comprar. Talvez desse pra conseguir pedindo pra ceder, mas fico em dúvida se isso é certo. O pessoal da cidade também tá ansioso, afinal. Por isso, desisti, comprando ingresso pro segundo dia.

No nosso caso, dez pra mim e as esposas, seis pras crianças, no total, dezesseis ingressos de lugar marcado. Comprei também pro pessoal do Ende, então, no total, vinte e um assentos.

O lugar marcado parece ter uns sessenta assentos, então compramos mais de um terço dos assentos. O preço também foi razoavelmente caro, hein…

— Ansiosa, hein! Mamãe!

— É mesmo. Mas, antes disso, precisa terminar o estudo, né.

— Awuu…

Respondida com sorriso, "nikkori", pela Rinze, a Rinne volta o olhar pro livro didático aberto na mesa.

As crianças também estudam direitinho. Não quero que, ao voltarem pro futuro, sintam que a capacidade caiu, seria vergonhoso pra elas mesmas do futuro.

Nos estudos, quem tem menos concentração são a Yoshino e a Rinne. A Kūn já é inteligente por natureza, e a Āshia e a Eruna são estudiosas, então a capacidade delas é boa normalmente.

Surpreendente foi a Furei ter notas excelentes. Achei que fosse cabeça-de-músculo igual ao Rei de Ferusen, sendo maníaca por arma descontrolada igual a ele. De novo, foi surpreendente.

De repente, a Furei, que fazia manutenção de arma, ergue o rosto.

— …Sinto que alguém tá zombando de mim, viu?

— …Deve ser impressão.

Afiada. Faz sentido, minha filha mesmo. Será que a agudeza de intuição é herança da mãe?

— Por isso, sanduíche ou bolinho de arroz, algo que dá pra comer com uma mão, deve dar pra comer assistindo o circo também.

— Mugu… se for isso, deixo isso com a mamãe. Se for isso, talvez o acompanhamento também seja melhor tamanho de bocado único. Se enrolar em algo, dá pra comer com a mão também…

A Āshia e a Rū não param de pensar no bentō de depois de amanhã. Parece que pretendem fazer bentō pra todo mundo, incluindo a família do Ende. Quantos andares vai ter a caixa empilhada, afinal.

— Touya-san, sua mão parou.

— Opa, ruim.

Avisado pela Yumina, volto o olhar pro documento na mão. Pro passeio do circo, preciso terminar o trabalho daquele dia também, senão levo bronca do Kōsaka-san. Não poder deixar tudo pra outra pessoa é a parte difícil de ser rei.

Mesmo assim, no meu caso, tendo o Kōsaka-san, primeiro-ministro, e a Yumina, me ajudando, ajuda bastante.

Sem perceber, a Yumina virou tipo minha secretária.

Sinceramente, sinto que quem move Brunhild são o Kōsaka-san e a Yumina, mas vou fingir que não percebi. Perceber seria perder.

Depois do jantar, organizando documento no salão, observando as crianças estudarem, chegam juntas a irmã Karen e a irmã Moroha.

— Touya-kun, um pouco.

— Eh, o quê?

Chamado pela irmã Karen, saio da roda de todo mundo. A irmã Moroha, aproximando-se, abaixa a voz, abrindo a conversa. O quê? Assunto secreto?

— É sobre aquele circo mesmo. No dia, se você descobrir só lá, ficaria em apuros, então melhor avisar antes. Naquele circo, tem deus.

— Ha?

Ter deus, como assim? Será que a técnica é tão divina assim?

Ficando confuso sem entender bem o significado, a irmã Karen dá suspiro.

— Que lerdo. Quer dizer que deus vindo pra este mundo de descanso tá dentro daquele circo.

— Eeh!?

Diante da voz atônita da irmã Karen, fico surpreso. Deus vindo de descanso, quer dizer aqueles deuses que vieram no nosso casamento!?

Excluindo a vovó Tokie, deusa do tempo-espaço, os nove restantes deveriam ter se espalhado pelo mundo, passando tempo livre cada um…

Deixa eu ver, se não me engano, deus da dança, deus da força, deus do artesanato, deus dos óculos, deus do teatro, deus das bonecas, deus vagante, deusa das flores, deusa das joias… era isso.

— Quem tá no circo é o deus da dança, deus da força, deus do teatro, três.

— Três pessoas!?

O que é isso!? Recebendo benção divina demais, esse circo, hein!? Faz sentido o mundo aplaudir mesmo!

— Claro, não usam poder divino nem um pouco. Agem completamente como uma pessoa que desceu à terra. Bom, justamente por isso, demoramos pra perceber.

Mesmo sendo corpo humano, minhas irmãs também conseguem usar Ki Divino. Liberando isso, dá pra saber a localização mesmo estando em qualquer lugar do mundo pra nós, raça divina. Bom, ao contrário, também dá pra suprimir completamente esse Ki Divino.

— Circo absurdo que chegou, hein…

— Cada um, mesmo na área de especialidade, a habilidade caiu pro nível humano, então acho que não vira algo tão absurdo assim.

Mentira, isso. O "nível humano" que essa gente fala é "nível extremo que humano, depois de acumular treino por milhares de anos, consegue alcançar milagrosamente".

— Por que vieram justamente pra Brunhild, hein…

— Acho que não tem sentido profundo, não. Só ponto de conexão da viagem, esse tipo de coisa, provavelmente.

Uuun. Bom, se for movimento entre Belfast e Regulus, não teria opção de não passar por aqui mesmo.

Se for isso, será que passar aqui foi por acaso mesmo? Nós também, se não fosse pelas crianças, é duvidoso se iríamos ao circo.

Mas deus da dança, deus da força, deus do teatro, hein…

Deus da força é aquele mesmo, né, aquele deus musculoso tipo Hércules da mitologia grega que encontrei no Manshinden do Reino Divino.

Ah, é isso, o "homem forte do levantamento de peso" mencionado no panfleto deve ser o deus da força mesmo. Isso, com certeza, nem a Eruze conseguiria vencer.

O deus da dança era deusa, né. Sinto que era mulher levemente discreta.

Deus do teatro era… senhora afeminada. Acho que era deus masculino, mas sem certeza. Talvez gênero pros deuses seja algo tipo que existe mas não existe.

— Nós vamos cumprimentar agora, e o Touya-kun, o que faz?

— …Preciso ir mesmo?

— Não acho que "precisa" seja exatamente isso. Mas já que o administrador deste mundo é você agora, e eles são, digamos, convidados. Se não souber direitinho, depois pode virar incômodo, viu?

— Mugu…

Diante da fala que soa quase como ameaça da irmã Moroha, escapa voz amarga sem perceber.

Fácil de esquecer, mas é isso mesmo mesmo, hein… provisoriamente, já recebi explicação do Deus do Mundo, mas senso comum não funciona nesses aí. Melhor perguntar se não estão fazendo algo absurdo.

A irmã Karen e a irmã Moroha, descendo à terra sob pretexto de me apoiar, então vou pedir ajuda delas nisso também.

— Entendi. Depois do trabalho, também vou, então esperem, por favor.

— Combinado

Terminando a conversa com as irmãs, volto pro lugar. Se disser que vou sozinho ao circo antes de todo mundo, vira problema. Por isso, decido não contar pras crianças.

Depois, vou sair do castelo escondido.

Mas, trupe de circo com deuses, hein. Realmente absurdo mesmo, francamente.

Depois das crianças se recolherem pro quarto, vou junto com as irmãs até a praça sul onde a tenda gigante do circo tá erguida.

A tenda balançando no vento noturno já tava completa, revelando vagamente a figura gigante dela na escuridão.

Revelando a identidade pro pessoal de segurança, entramos. Dentro da tenda gigante de formato circular, já tinha palco e assento de plateia prontos, e pessoas parecendo membros da trupe treinando malabarismo e acrobacia.

Olhando com cuidado, tem também quem faz salto e giro completo no ar usando bicicleta. Primeira vez vendo pessoa dominar bicicleta a esse ponto.

— Deixa eu ver… ah, achei, achei.

No alvo do olhar da irmã Karen, embaixo do palco, tinha homem musculoso fazendo flexão de braço com pedra gigante de centenas de quilos nas costas.

Ei, esse cara tá fazendo flexão de braço só com o polegar…

Sem erro. Deus da força. Vestindo roupa igual à primeira vez que encontrei, feita de um pedaço de tecido só.

— Boa noite. Deus da Força.

— Mu, deusa do amor, hein.

Erguendo o rosto sem nem uma gota de suor, o deus da força abre a boca. Descendo a pedra gigante das costas, ao se levantar, a altura ultrapassa dois metros tranquilamente. Grande como sempre. E o músculo estufado quase estourando se move, "pikupiku", como se afirmasse a própria existência. Levemente repulsivo.

— Deusa da espada também veio bastante. Aquela senhorita deus novo também, quanto tempo.

— Sim. Desde o casamento.

Colocando as duas mãos na cintura, fazendo pose tipo erguendo o peito, o deus da força, tento apertar a mão mas desisto. Se apertar demais, posso ficar mal.

— Ai, que rosto nostálgico esse aí.

— Mu, deus do teatro e deusa da dança, hein. Desculpa a intromissão.

Virando-me diante da voz esganiçada, estavam de pé homem se contorcendo de forma estranha, e mulher de pele bronzeada observando pra cá sem expressão.

O homem, não tanto quanto o deus da força, mas alto, cabelo loiro espetado, à primeira vista parece punk rocker ou algo assim.

Mas o movimento dele é de alguma forma feminino, e, comparado com o deus da força ao lado, não vejo masculinidade nenhuma. Exatamente igual ao encontro no casamento. Essa senhora afeminada é o deus do teatro.

Outra pessoa, cabelo preto aparado combinando com a pele bronzeada, olhos verdes tipo gato, essa é a deusa da dança.

Veste algo tipo top tubo branco cobrindo o peito, e calça branca estilo árabe, com exposição de pele levemente alta. Nos dois braços, tem anéis de ouro e prata, e da cintura, se estende tecido comprido passando por eles.

— Touya-chan também, quanto tempo. Tava bem?

— Ah, sim. Graças a isso.

Uuun, será porque é mesmo tipo do Kokuyō, não sinto tanta resistência assim. Consigo conversar normalmente. Sendo tratado de repente como "Touya-chan", fico levemente em dúvida, mas, sendo veterana em posição de deus, não tem jeito.

— Deusa da dança também parece bem.

— …Nn

Uuun, esse lado não consigo ler a emoção. Expressão sempre neutra. Não acho que esteja de mau humor, mas.

— Touya-chan, "deusa da dança" não, aqui na terra, essa criança é "Purima"-chan. Eu sou "Shiatoro", e o deus da força é "Pawā".

Purima? Será que veio de prima-balerina? Achando que significava "a número um". Shiatoro também será de theater? Pawā é literalmente isso mesmo, né.

— Foi o Shiatoro que decidiu por conta própria. Precisamente, seria "Full Power", dizem.

— Aa, entendo…

Diante da fala do deus da força, não, do Pawā-ossan, decido não questionar profundamente. Pra esse pessoal, deve ser sensação parecida com nomear personagem próprio dentro de videogame. Melhor que ser "aaaa" ou algo assim.

— Mas por que justamente circo?

— Umu. Neste mundo, sem dinheiro, não dá pra comer. Nós não morremos mesmo sem comer, mas isso seria sem graça mesmo. Enquanto tava em apuros, o dono daqui me recolheu. Mostrando essa força às pessoas, ganhando dinheiro, indo pra vários lugares. Perfeito, né.

Achando que o Pawā-ossan conseguiria se virar até como aventureiro. Força e técnica de combate seriam coisas diferentes? Não pode ser que só gosta de exibir músculo pras pessoas mesmo… possível.

— Nós também mesmo motivo. Mostrar nossa atuação e dança, viajar por vários lugares, é divertido, sabe. Consegue comer comida gostosa em cada terra também.

Diante da fala do Shiatoro-san, a Purima-san assente, "kokukoku", como se afirmasse.

De fato, se for circo, sem ficar num lugar só, dá pra ir a vários lugares mesmo… ou melhor, se quisessem, não conseguiriam teletransportar espacialmente?

Bom, talvez o sentimento de querer que a plateia veja seja mais forte. Já que vivem como humanos na terra, faz sentido querer viver de forma condizente mesmo.

— Então, vão encontrar nosso chefe?

— Aa, não, hoje vou recusar. Vamos ver a apresentação de depois de amanhã com a família, então vim só pra cumprimentar os sêniores antes disso.

— "Sêniores", que isso. Na terra, você é sênior, viu.

O Shiatoro-san ri dando risada, "kerakera". Como humano na terra, é isso mesmo, mas, como raça divina, sou o mais novato. Melhor fazer esse tipo de coisa direitinho.

— Fica tranquilo. Não vamos causar incômodo. Fomos avisados firme pelo Deus do Mundo. Seria ruim se, por nossa causa, outros deuses ficassem impossibilitados de descer a este mundo.

— Senão viraria rancor de todo mundo do Reino Divino, né. Assustador, assustador.

O plano de terra de descanso dos deuses ainda não tá oficialmente ativo, afinal. Digamos que é pré-abertura. Por ora, sem problema, mas.

Não quero que desçam tão facilmente assim, mas… mesmo na mitologia terrena, os deuses descem à terra com facilidade também, sinto. Será que isso é normal mesmo?

— Os outros deuses vão vir também?

— Provavelmente, sim? Só a vovó Tok… deusa do tempo-espaço deve ser impossível, mas acho que o deus da agricultura e o pessoal vêm. Ah, dá pra dar nosso ingresso também?

— Como esperado, hein… bom, tudo bem.

A irmã Karen recebe da Shiatoro-san o ingresso de todo mundo.

Ku, se soubesse antes, dava pra conseguir nosso também. Sendo que, se dissesse isso em voz alta, pareceria mesquinho, então melhor ficar quieto.

— Melhor pedir pro deus da música participar também. Colaboração com a Purima-chan, seria perfeito, né?

— …Nn. Ferve.

Deus da música e deusa da dança, colaboração, é. De fato, parece impressionante mesmo. Por ora, parece que a irmã Karen vai falar com o irmão Sōsuke.

— Também quero que façam a música do meu palco. Com certeza vai animar mesmo.

— Umm, o teatro, o que vão apresentar? Não pode ser, a história do "Herói Tōya", né…?

Pergunto pro Shiatoro-san o que mais me preocupava. Só isso, sinceramente, não aguentaria.

— Ah, diferente, viu. É o número "Crônica da Confusão da Corte", história com riso e lágrima. Feita pra ser divertida até pras crianças, é bem popular.

Infelizmente, não conheço essa obra, mas respiro aliviado por ser número diferente.

— Bom, aguarda ansioso o palco de depois de amanhã. Vou fazer com toda disposição~.

— Com Calma, Por Favor.

Não, sinceramente. Não sei o que vão fazer, mas, uma coisa com decoro, sem passar do limite, por favor.

Deixando uma pontinha de ansiedade, saímos da tenda gigante do circo. Será que vai tá tudo bem mesmo, francamente…

Dia do passeio. Desde a manhã cedo, apressado pelas crianças, nos dirigimos ao local.

Mesmo antes de começar, essa quantidade de gente. Chega a pensar se Brunhild tinha tanta gente assim.

Provisoriamente, mudamos a aparência com broche aplicado com [Miragem]. Pra bem ou pra mal, nós chamamos atenção, afinal.

Seguindo a regra, enfileirados em ordem, entramos com o ingresso.

— Opa, todo mundo, desliga o smartphone, viu. Se tocar no meio do show, seria incômodo, né.

— «« «« Táaa »» »»

A Eruna, a Rinne, a Arisu, três, respondem animadas, e os outros também desligam o próprio smartphone. Achei que modo silencioso também tava bem, mas tem gente que se incomoda com som de vibração, e, dentro da tenda escura, tela acesa também poderia incomodar.

Entrando dentro da tenda, todo mundo fica surpreso com o tamanho. Eu e as irmãs, já tendo vindo anteontem, não ficamos surpresos.

Todos os deuses, exceto o irmão Sōsuke, deus da música, já vieram. Parece que vão participar como convidados na apresentação.

— Nosso assento parece ser aquele lugar.

A Rinze direciona o olhar conferindo o ingresso. Assento da plateia bem de frente pro palco, tem lugar especial construído na parte superior. Aquele deve ser o lugar marcado.

Cercado por corrimão simples, dentro, tem alguns sofás compridos confortáveis alinhados, e mesa na frente. Também tem tapete estendido, parece que tira o sapato pra entrar.

Isso é bom, hein. Sentando direto aqui também dá pra assistir? Deve dar pra assistir bem relaxado.

— Papai! Papai! Aqui, aqui!

A Āshia senta rápido no assento, acenando com sorriso radiante pro assento ao lado. Enquanto mostro sorriso contraído, mais rápido que eu, a Rū senta rápido nesse assento.

— Espe, mamãe!? Tá atrapalhando, viu!

— Touya-sama, por favor, ao meu lado. Vou virar parede.

— Muki! Disse "parede"!

De repente começou briga de mãe e filha, mas, olhando de fora, deve parecer briga de irmãs mesmo.

De relance, olhando pra outro lado, ao redor da Arisu, o Ende e o pessoal fazem jankenpô. Aquele lado também parece complicado, hein…

Não sendo minha intenção causar desavença, no fim, decido sentar entre a Rū e a Āshia.

Aos poucos, o assento da plateia vai enchendo, e, num piscar de olhos, os assentos dentro da tenda ficam lotados. Nossa, que popularidade absurda, hein.

『Pessoal, obrigado pela espera! Companhia Konpuretto, apresentação em Brunhild, começa agora!』

Homem gordo de barba com cartola, anunciando a abertura com item mágico tipo megafone, e da plateia, desce chuva de grito de torcida e aplauso. Aquela pessoa deve ser o diretor.

Certo, começa o show time. Que tipo de palco será, afinal.


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