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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 503

A Técnica Suprema, e a Colaboração dos Deuses

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Capítulo 503 – A Técnica Suprema, e a Colaboração dos Deuses

Em ritmo com marcha de tambor e som de trompete grandiosos, dos dois lados do palco amplo, vários membros da trupe entram com cambalhota reversa consecutiva rápida.

Assim mesmo, a onda de cambalhota reversa vinda dos dois lados se cruza no centro. Que incrível, não colidem mesmo.

Assim mesmo, feito pulando sobre trampolim, as pessoas saltam, "ponpon", pro ar.

Os membros da trupe, cada um envolto em roupa colorida esvoaçante, mostravam pro palco cor tipo flor desabrochando.

— Que impressionante, conseguir esse movimento tão sincronizado assim.

— Deve ser porque treinam absurdamente, né.

Enquanto conversamos calmamente eu e a Rū sentada ao lado, admirando a beleza gerada pelo movimento regular, dois homens aparecem no palco.

Um deles começa a fazer malabarismo, jogando maçã pro ar na mão. O outro parece ser assistente dele.

O homem malabarista recebe maçã extra um atrás do outro do homem ao lado, aumentando o número pra quatro, cinco. No fim, chega a dez maçãs dançando no ar.

Diante dessa técnica, chega aplauso da plateia. Mas o homem malabarista não para nisso, pegando faca oferecida pelo assistente ao lado, trocando uma atrás da outra pela maçã.

Num piscar de olhos, dez maçãs viram dez facas. Mas o malabarismo continua igual antes. Ooh, incrível.

Enquanto me admiro assim, o assistente do homem malabarista traz caixa de madeira com machadinha, erguendo com as duas mãos, apelando pra plateia.

Eh, dessa vez, vai trocar por aquilo!?

Enquanto a plateia se agita, "zawazawa", o homem malabarista, erguendo a faca no ar, olha de relance, calculando o timing, a machadinha oferecida pelo assistente.

Nós também paramos de conversar, observando com o coração na mão. No instante seguinte, com movimento rápido, igual quando trocou pra maçã, a faca vai virando uma atrás da outra machadinha. Por causa do peso, o número diminuiu, mas as machadinhas giravam, "kurukuru", no ar.

Aplauso quase rachando ecoa da plateia. Nós também batemos palma sem perceber.

— Ah, aquilo é…

— Ei ei, não pode ser?

O assistente começa a alinhar de lado pequenos toros de madeira de uns trinta centímetros de altura no palco. Diante do homem malabarista, alinhados em fileira horizontal, mesma quantidade de toros que machadinhas.

O homem malabarista se posiciona diante da extremidade desses toros, calculando o timing. O rufar de tambor tocando ao fundo desperta tensão indescritível.

"Dan!", quando uma machadinha desce no toro, o homem se move de lado, cravando consecutivamente machadinha nos toros.

Eventualmente, cravando a última machadinha no toro, o homem malabarista, tendo completado, abre os dois braços tipo "e aí, viu?". Então, de novo chuva de aplauso desce.

— Nossa, isso foi tenso.

— É, achei que fosse falhar.

Enquanto trocamos esse tipo de comentário batendo palma com a Rū, o homem malabarista se retira nos bastidores, e dessa vez aparece homem de aparência alegre montado em bicicleta.

O homem girando, "gurugurutto", pelo palco, acena uma mão pro público, e, quando solta a outra mão também, faz malabarismo com as duas mãos enquanto dirige sem segurar o guidão.

Ooh, eu também já fiz isso antigamente, penso, mas, então, ele fica em pé no assento, começando a operar o guidão com um pé. Aquilo eu nunca fiz. Consigo fazer?

Do bastidor do palco, seguem aparecendo três ciclistas. No total, quatro pessoas em bicicleta correm pelo palco, cruzando repetidamente. Sinceramente, não colidem mesmo, hein…

O assistente do palco traz algo tipo trampolim de salto. Vai pular?

Uma das bicicletas avança em direção à rampa de salto. A bicicleta disparada com impulso pro ar dá volta completa no ar, "kururi", pousando lindamente. Em seguida, as outras três também acertam pouso girado, e ecoa aplauso da plateia.

A bicicleta que eu trouxe pra este mundo, mas o pessoal daqui já domina como as próprias mãos e pés. Aquela bicicleta também não parece ser comum, foi aprimorada de forma própria. Dá pra ver algo tipo suspensão em alguns lugares. Deve ser pra absorver o choque do pouso.

Quando os quatro ciclistas começam a girar, "kurukuru", de novo pelo palco, dessa vez aparece do bastidor uma dupla segurando corda comprida.

Os dois homens segurando as pontas começam a girar a corda, "gurugurutto". Ahaa, entendi. Pular corda, é.

— O que será que estão fazendo…?

— Se assistir, vai entender.

Respondo assim à Āshia observando com cara curiosa a corda girando.

Eventualmente, o homem segurando a corda murmura algo tipo feitiço, e a corda girada num piscar de olhos pega fogo. Opa, um pouco diferente do que eu imaginava…

O ciclista salta pra dentro da corda queimando em chamas, saltando levemente, começando a pular corda. Uhum, nem imaginava que colocariam fogo, mas é isso que eu imaginava mesmo.

Ou melhor, como conseguem segurar corda em chamas assim. Observando com cuidado, parecem usar algo tipo luva grossa. Luva incombustível, talvez? Provavelmente, a corda também não deve ser corda comum.

Os quatro ciclistas entram todos na corda de chama, exibindo pulo rítmico sincronizado enfileirado lado a lado. Depois de pular corda algumas dezenas de vezes, saem consecutivamente, "susususu".

Depois disso, o time de bicicleta se retira do palco fazendo movimentos acrobáticos.

『Certo, senhoras e senhores! A seguir, aproveitem a incrível demonstração de força do herói de força invencível, Full Power!』

Quando o diretor de cartola apresenta segurando o megafone, a cortina no centro do palco abre, aparecendo o deus da força de pé em pose enfatizando o músculo do corpo todo. Chegou, deus da força.

Nos dois lados, mulheres parecendo assistentes com orelha de coelho estão de pé. …Não, aquilo é beastfolk coelho? Ou melhor, a roupa das mulheres é literalmente traje de coelhinha bunny girl. Não sendo meia-calça de rede de perna alta, era do tipo saia, no entanto.

Se não me engano, tinha algo assim na imagem de moda da Terra que mostrei ao Zanakku-san, da "Rei da Moda Zanakku". Deve ter criado, hein…

— Fun!

O Pawā-ossan agacha, e, colocando as mulheres dos dois lados na mão, levanta-se levemente.

Da plateia, ecoa clamor. Não é o braço. Colocou na palma da mão. Além da força de levantar uma mulher com uma mão só, a habilidade das coelhinhas de continuar em cima sem perder equilíbrio, sorrindo, também deve ser considerável.

— Fun!

Não satisfeito só com isso, o Pawā-ossan move as duas mãos até acima da cabeça. Acima da cabeça do Pawā-ossan erguida, as duas coelhinhas apelam pra plateia sorrindo.

— Incrível!

— Divertido, viu!

A Rinne e a Furei observam essa cena animadas. Achando que até vocês conseguiriam isso… aa, com mão pequena, seria impossível.

Usando [Power Rise] ou [Boost], até papai conseguiria fazer isso. …Espera, o que tô competindo, eu.

As coelhinhas descidas no palco se retiram, e o que trazem juntas duas pessoas era escudo grande. Escudo tipo pipa gigante metálico de aparência robusta.

O Pawā-ossan recebe esse escudo tipo pipa das coelhinhas.

— Nun!

Junto com som, "mekyo!", o Pawā-ossan dobra facilmente ao meio o escudo tipo pipa.

— Nun!

O Pawā-ossan dobra ainda mais duas vezes esse escudo tipo pipa já dobrado ao meio, virando quatro dobras.

Diante da força (algo confuso) do Pawā-ossan, o local se anima. Erguendo o escudo virado um quarto do tamanho, o Pawā-ossan responde a isso.

Atrás do Pawā-ossan fazendo pose exibindo músculo pra plateia, "garagara", agora, dezenas de membros trazem carroceria de carroça grande.

Só a carroceria. Não tem cavalo. É tamanho de caminhão grande, capaz de carregar dezenas de pessoas se forçar.

Os membros que trouxeram a carroceria sobem um atrás do outro nela. Olhando de relance, o número não deveria ser menos que vinte.

— Ei, não pode ser…

De algum lugar da plateia, escapa essa voz. Eu também, por um instante, pensei "não pode ser", mas logo aceito resignado "mas, com certeza vai conseguir mesmo, hein".

Conforme nossa expectativa, o Pawā-ossan coloca a mão na carroceria com mais de vinte pessoas montadas.

— Funnu!

"Gui!", erguendo com as duas mãos, o ossan recoloca a mão embaixo da carroceria. Mergulhando exatamente embaixo, deve estar suportando todo o peso nos ombros, cabeça, e os dois braços.

Depois de silêncio breve, ecoa rufar de tambor. Junto com som, "dan!", o Pawā-ossan, feito completando levantamento de peso, ergue bem alto acima da cabeça a carroceria com os membros montados.

— Incrível!

— Mentira, né!

— Que força é essa!

Junto com voz de espanto, aplauso trovejante explode. Nossas crianças também batiam palma alegres.

Mesmo em média cinquenta quilos cada, com vinte pessoas, seria em torno de uma tonelada. Nunca vi levantamento de peso de uma tonelada.

E ainda por cima, parece ainda ter folga. Provavelmente, deve conseguir mais que isso ainda. Mas, dentro do limite do show de circo, deve estar economizando força de propósito.

— Papai, aquela pessoa é incrível, né!

— Muu, mesmo eu usando [Power Rise], não sei se conseguiria, viu.

A Rinne sentada diante de mim, virando-se, solta essa voz animada, e, ao lado dela, a Furei ergue voz de admiração.

[Power Rise] é, igual [Boost], magia de fortalecimento corporal que eleva a própria força muscular, afinal. Mesmo fortalecendo força muscular de criança, não chegaria a esse ponto. Se fosse [Gravity] da Rinne, aliviando o peso da carroceria, talvez conseguisse fazer algo parecido.

— Fun!

O Pawā-ossan, baixando a carroceria, apela pro público com pose enfatizando músculo. Não, isso já entendi.

— «« «« Fun! »» »»

Vendo isso, a Furei, a Yoshino, a Rinne, três, fazem pose parecida com o ossan. Não devem imitar isso. Vão virar estufadas de músculo, viu?

— Opa?

De repente, som de tambor começa a ressoar no palco, e o Pawā-ossan, carregando os membros e a carroceria vazia, some no bastidor.

Seguindo o som leve de tambor marcando ritmo, instrumento de metal tipo trombone e trompete acrescentam colorido. Opa, essa música é…

A cortina do centro do palco sobe, e a banda aparece diante de nós. Batendo o tambor com toda concentração é, senão, o irmão Sōsuke, deus da música.

Eventualmente, a introdução termina, e o saxofone começa a tocar melodia dançante. Essa música representativa do swing jazz é uma das favoritas do vovô.

Também usada em filme japonês onde colegiais formam big band, tocando jazz. Música representativa de músico de jazz apelidado de "King of the Swing".

Ao ritmo da música, dos bastidores dos dois lados, aparecem membros da trupe repetindo cambalhota reversa.

Todas mulheres, com aparência estilo árabe… aqui, seria tipo traje folclórico de Misumido.

Parte superior só com algo tipo cobertura do peito, embaixo, calça larga tipo harém, mas transparente, mostrando a perna.

No centro das membros mulheres alinhadas no palco, estava a Purima-san, deusa da dança.

As moças dançarinas começam a dançar conforme a música, e, diante dessa dança sedutora, grito de torcida se ergue da plateia (especialmente do lado masculino). Eu? Nesse estado, não daria pra fazer isso, né.

Às vezes leve, às vezes suave, também intensa, e dança sedutora e vibrante capturam os olhos da plateia sem soltar.

Como esperado, deusa da dança. Ontem parecia tipo que não expressa emoção tanto assim, mas, no palco, dança com expressão bem rica.

As mulheres dançarinas colorindo ao redor devem ter nível considerável também. Combinando com a Purima-san, ou dançando pra destacá-la, criam dança livremente variada.

Sem perceber, palmas se erguem da plateia, e o interior da tenda vira redemoinho de entusiasmo.

A colaboração do deus da música e da deusa da dança parece ter completamente encantado quem viu e ouviu.

Nós também não somos exceção. Incluindo as crianças, até o Ende e a Nei batiam palma no ritmo. Poder dos deuses, terrível mesmo.

Terminando o palco dos deuses com grande empolgação, a plateia se levanta inteira, virando chuva de aplauso. Tem até quem chore. Faz sentido. Palco desse nível é raro de ver mesmo.

— Incrível, foi incrível. Quero cantar ali.

— Eu também! Kaasama, eu também!

A dupla mãe e filha, Sakura e Yoshino, é quem tá mais animada. Trabalhoso pra acalmar.

No palco, novo equipamento grande é trazido, começando a preparação pro próximo número. Talvez pra preencher o tempo, o irmão Sōsuke toca piano. Ou melhor, aquele piano, é do castelo, né…?

A banda também toca junto, música tema de anime da Terra. Aquele onde o terceiro grande ladrão é protagonista. Virou tom jazzístico, mas por que essa escolha, hein…

Enquanto a música toca, na ponta do palco, alvo com círculo concêntrico desenhado em barril e placa grande são alinhados. Próximo, arremesso de faca, talvez?

Ah, pensei, mas era arremesso de machado. Essa trupe de circo, será que tem apego especial por machado?

『Aproveitaram o período matutino? Depois de um intervalo, começamos o período vespertino. Por favor, aguardem um pouco.』

Diante do anúncio do diretor, bastante gente sai da plateia. Não sendo lugar marcado, mas lugar livre, deve ter ingresso barato só do período matutino ou só do vespertino, deve ser esse tipo de cliente. O resto deve ser gente indo ao banheiro ou comer.

Nós também, no momento certo, decidimos comer. Na mesa razoavelmente grande, a Rū empilha, "dokadoka!", caixa de bentō. Muita quantidade, hein!

— Vem, vem, comam sem cerimônia! Bebida também tá preparada!

— Prato pra servir tá aqui, cada um pega!

Quando a Rū e a Āshia abrem a tampa das caixas de bentō, ao redor, ecoa grito de torcida, "waa". Comida gostosa usando ingrediente colorido alinhada sem espaço. Comida de vários países preenchendo várias caixas de bentō.

— Parece gostoso! Vou comeee…!

A mão da Rinne tentando estender pro bolinho de arroz empilhado na caixa de bentō é segurada firme pela mãe Rinze.

— Não pode, Rinne. Antes de comer, lava a mão. Tá?

— Ah, é mesmo…

Quando a Rinze cria bola de água no ar, a Rinne e as outras crianças também metem a mão ali, começando a lavar. Nós também tiramos toalha quente do [Storage], limpando a mão.

— Então, vamos comer.

『Vamos comer!』

De uma vez, mãos se estendem, e a comida da caixa de bentō desaparece num piscar de olhos. Num instante, algumas caixas ficam vazias. Bom, sendo nossa família junto com a do Ende, e até o grupo dos deuses se juntando, é resultado natural mesmo.

Organizando a caixa de bentō vazia, de novo a Rū tira do [Storage] do anel caixa de bentō cheia de conteúdo. Quantas caixas fez, afinal.

— Nn, o tempero penetrou bem, gostoso, viu.

— Nyahaha, ótimo pra acompanhar bebida!

A irmã Karen e o pessoal também comem satisfeitas a caixa de bentō feita pela Rū e a Āshia. Aqui, tá tudo bem beber, isso…?

Vendo a Suika segurando shōchū de produção de Ishen, fico curioso, mas os clientes ao redor do lugar marcado também conversam animados com taça de vinho na mão, então provavelmente tá tudo bem.

— Foi mais incrível do que imaginava. Não dá pra comparar com o que vi no castelo de Belfast.

A Yumina fala isso comigo, mas, sendo essa trupe de circo estranha, o circo que ela viu naquela época deve ter sido circo geral bem comum deste mundo, provavelmente.

— A que levantou carroceria foi incrível, né!

— Eu gostei da magia de ilusão bonita.

— Aa, aquela magia foi bonita mesmo, né~. Eu também gostei.

A Rinne, a Eruna, a Arisu, três, conversam sobre o número da manhã com onigiri na mão. Papai também consegue usar isso, viu, magia de ilusão.

De fato, não só no palco, a magia de imagem subaquática alcançando até a plateia foi impressionante. Senti sensação tipo estar dentro de aquário.

Será que é magia de atributo nulo pessoal? Ou será item mágico? O Doutor provavelmente deve ter algo assim.

— Como será o período vespertino?

— Parece que primeiro vão fazer peça teatral de uma hora. "Crônica da Confusão da Corte", dizem.

Diante da pergunta da Sū, a Rin responde olhando o panfleto entregue na entrada. Vespertino começa com teatro, hein.

Aliás, será que o deus do teatro… Shiatoro-san vai atuar? Parece que faz direção e produção, mas, não pode ser, papel tipo princesa, né…?

Não, homem no papel de princesa, não acho que exista, mas, se for comédia, talvez tenha, hein…

Tentando imaginar levemente essa cena, mas desisto logo. Não, não. Se mostrasse isso pra criança, viraria trauma.

— Ansiosa pela peça, hein.

— Faz tempo que não vejo ao vivo, viu.

A Eruna e a Āshia conversam sorrindo. No futuro, parece que eu não mostrei tanto teatro assim, hein. Espero que aproveitem por isso mesmo.

É palco feito pelo próprio deus. Sem dúvida, deve ser divertido… deveria ser.

Mas esse tipo de coisa depende da sensibilidade de quem recebe, né. Mesmo espalhando muito conteúdo pra adulto, ou sátira social, criança não entenderia nada.

Mas, como disse o Shiatoro-san, "dá pra aproveitar até criança", então acho que tá tudo bem.

— Rinze, "Crônica da Confusão da Corte", que tipo de história é?

Pergunto isso baixinho pra Rinze. Parece que já foi apresentado algumas vezes, então deve ser número razoavelmente famoso mesmo.

— Se não me engano… deve ser história de garota que veio da vila, virando por acaso criada do palácio real, sendo arrastada por várias pessoas dentro da corte, mas vivendo positivamente. Não li em livro, então não sei em detalhe…

Entendi. Será tipo Cinderela, sendo notada pelo príncipe? Se for isso, deve ser história cheia de sonho, divertida.

— Tô ansiosa!

— Ansiosa, viu!

A Yae e a Furei declaram isso, comendo bolinho de arroz nas duas mãos, "mogumogu". Como sempre, comem bastante, hein… até a Hiruda, mãe da Furei, parece levemente atônita.

De relance, olhando de lado, a Meru, a Rise, a Nei do lado do Ende, três, também devoram igualmente.

Recolhida a caixa de bentō vazia, de novo, "dodon!", nova caixa de bentō é colocada pela mão da Rū. Já habilidade pronta pra isso também, tipo já esperando esse resultado.

Bom, tanto faz. Por ora, vamos aproveitar a comida.

Levo à boca um dos frangos fritos separados no prato.


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