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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 506

A Conversão em Dinheiro, e a Avó e a Neta

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Capítulo 506 – A Conversão em Dinheiro, e a Avó e a Neta

— Pfft

Feito derretendo o ar congelado, escapa de algum lugar risada impossível de segurar. Isso vem de trás do homem moicano.

— Ouviu isso!? Cabeça estranha, ela disse!

— Buahahaha! Sem erro mesmo!

— Criança fala com sinceridade mesmo!

— Seus desgraçados…!

Os companheiros do homem moicano riem segurando a barriga. Os aventureiros e funcionários dentro da Guilda também tapavam a boca segurando o riso.

O aventureiro de cabeça moicana avança, "dokadoka", diante da Rinne, apontando pra própria cabeça.

— Ei, garotinha! Isso aqui se chama penteado cheio de disposição! Não é estranho!

— Mas parece com galo?

— Ga…!

Diante do golpe extra da Rinne, os companheiros atrás riem ainda mais. Tem até quem role no chão de tanto rir. Os aventureiros e funcionários dentro da Guilda, já não seguravam mais o riso.

— Ei, Rinne. Não pode falar coisa desse tipo desrespeitosa, viu.

— …Táaa. Desculpa.

A Furei repreende a Rinne. Mesmo parecendo egoísta, a Rinne é dócil com a irmã mais velha. Pediu desculpa na hora.

A Āshia avança diante do homem moicano, curvando levemente a cabeça.

— Minha irmã falou coisa desrespeitosa, sinto muito mesmo.

— A, ah… isso, eu também que gritei demais, desculpa.

Talvez tenha perdido o veneno diante da reverência elegante, ao contrário, o homem moicano fica constrangido, curvando a cabeça também.

Em etiqueta e comportamento social, entre as filhas, a Āshia e a Kūn se destacam um degrau acima. Consegue até dança sem falha, comportando-se como princesa ideal.

Bom, deixando a Kūn de lado, a Āshia tinha objetivo de que, indo a local social, aumentaria o tempo junto com o pai.

Diante dessa Āshia deixando o homem moicano constrangido, a atendente, tendo finalmente contido o riso, abre a boca.

— Aa, Tairuzu-san, não se meta com criança, viu. Só o rosto já é assustador o suficiente.

— Não é assustador! É rosto normal!

O homem moicano chamado Tairuzu grita de volta pra atendente, mas os companheiros atrás dele balançam a mão diante do próprio rosto, "iyaiyaiya".

— É assustador, viu.

— Mulher no primeiro encontro sempre foge.

— É arma facial.

— O que disseram, ei!

Vocês também são parecidos! Começam disputa vazia entre companheiros.

— Essas garotinhas aqui tão com cara tranquila, oras! Meu rosto não deve ser assustador!

— É, não é assustador não.

— Vejam só! Quem entende, entende! Aprendam com o olhar puro das crianças, seus desgraçados!

Diante da fala da Rinne, feito conseguindo apoio pra própria opinião, o homem moicano fala com orgulho pros companheiros.

Aquela criança, agora há pouco, falou que a cabeça dele era estranha e parecia galo, no entanto.

— O que é isso, tão barulhentos.

Enquanto os homens moicanos fazem barulho, "gyāgyā", do fundo da escada, junto com a Mīsha, aparece uma pessoa. Cabelo loiro comprido, orelha comprida. Aparência de mulher élfica que parece uns vinte e poucos anos.

— Ah, é a mestre da Guilda, sabe.

— Ara? Você me conhece?

A Furei tapa a boca, "shimatta". Quem apareceu era a mestre da Guilda de Brunhild, Rerisha Mirian.

No futuro onde a Furei e o pessoal estavam, a Rerisha também era mestre da Guilda de Brunhild, e, sendo elfa, mantinha aparência inalterada de agora. No futuro, é pessoa que cuida de todas as crianças.

— Então, foram essas crianças que trouxeram a Buraddigōto?

— S, sim! Ah, sumiu!?

A Mīsha fica apressada, vendo que a Buraddigōto colocada no balcão tinha desaparecido.

— Ah, como o balcão ia ficar sujo de sangue, recolhi de volta, sabe.

— …Não pode ser, consegue usar magia de armazenamento?

— Consigo.

A Rerisha, por um instante, arregala os olhos, mas, vendo os beasts divinos acompanhando as crianças, meio que intui de quem tipo de gente se trata.

— Vou levar até o local de processamento. Por aqui.

A Rerisha guia as crianças até o quarto no fundo da Guilda, onde fazem o processamento das feras mágicas trazidas.

No local de processamento, na parede toda, tinham alinhados faca grande, serra especial, alicate robusto.

No centro, tinha mesa de trabalho grande colocada, com sangue impregnado em vários lugares.

Deve ser lugar onde processaram milhares, dezenas de milhares de corpos, mas, estranhamente, não tinha mau cheiro. Provavelmente, deve usar magia de purificação ou item mágico.

— Podem tirar aqui, por favor?

Conforme instrução da Rerisha, a Furei tira do [Storage] a Buraddigōto, colocando com força, "dozun!", em cima da mesa de trabalho.

Todos os funcionários de processamento presentes no quarto arregalam os olhos. Tá razoavelmente acostumados com fera mágica trazida por magia de armazenamento.

Afinal, incluindo o Príncipe-Rei deste país, as rainhas, a irmã e a prima do Príncipe-Rei, e o garoto de cachecol que recentemente subiu pra rank ouro, este país tem bastante usuário. Normalmente, deveria ser usuário raríssimo, no entanto.

O que surpreendeu os funcionários de processamento foi o fato de crianças tão novas trazerem fera mágica de rank tão alto assim.

A Rerisha confirma a Buraddigōto colocada na mesa de trabalho, e então fala com o Kokuyō e o pessoal acompanhando as crianças feito guarda.

— Senhor Kokuyō. Essas crianças são parentes de Sua Majestade ou algo assim?

『Umu. Aa… bom, pode considerar assim. A identidade, garanto em nome do meu senhor』

— Entendi.

Que o Kokuyō e o pessoal são beasts invocados do rei deste país, capazes até de conversar, é fato conhecido por qualquer morador de Brunhild. Sendo o próprio Kokuyō a garantir, todo problema tá resolvido.

Os funcionários de processamento também mostram cara de compreensão, tipo "aa, então é isso…".

— Eer, dá pra fazer a compra?

Sentindo clima levemente estranho, a Furei pergunta timidamente pra Rerisha.

— A compra não tem problema. Mas, Sua Majestade sabe disso?

— U

Diante da pergunta da Rerisha, a fala da Furei trava. Não sendo que estão fazendo algo errado, mas parece que sentem sentimento de culpa vago mesmo assim.

As crianças originalmente são pessoas que não deveriam existir nessa era. Lembraram do aviso da Tokie e do pai Touya pra não chamar atenção demais.

— Provisoriamente, vou confirmar, tá bem?

— Tá bem sim…

A Furei assente resignada diante da Rerisha tirando o smartphone. Enquanto a Rerisha provavelmente ligava pro pai, a Furei e o pessoal começam a conversar em roda, escondido.

— O papai descobriu, né.

— Será que vai mandar depositar na Guilda?

— T, tá tudo bem, sabe… nós não temos carteira da Guilda, então originalmente não dava pra depositar mesmo.

Diferente do futuro, nessa era, elas não são aventureiras. Por isso, não conseguem depositar dinheiro na Guilda, mas os pais conseguem "guardar" pra elas.

O pai é bondoso com as filhas, então provavelmente quem vai falar isso será a mãe.

Terminando a ligação, a Rerisha se vira de volta pras crianças.

— Recebi permissão de Sua Majestade. Vamos comprar isso aqui.

Diante do sorriso comercial radiante da mestre da Guilda, a Furei sente alívio internamente. Pra atrapalhar isso, o Kokuyō atrás murmura baixinho pra Furei.

『Chegou telepatia do meu senhor. Pra tomar muito cuidado pra não gastar à toa. E também, pra reportar depois o que comprou, dizem』

— Uaaa…

— Haa~…

A Furei e a Kūn, que mais pretendiam gastar no próprio gosto, abaixam a cabeça desanimadas. As outras crianças, achando que só precisam ter dinheiro pra usar dentro de certo limite, não ficam tão pessimistas assim.

O ingrediente de luxo que a Āshia pretende comprar, guardando com magia de tempo-espaço, não estraga, então não seria "gasto à toa", e os pais também são tolerantes com isso.

Mas a coleção de arma da Furei é completo hobby, e a despesa de desenvolvimento da Kūn tem grande variação de acerto e erro. Se falhar no desenvolvimento, pode virar completamente inútil.

Sendo essas duas assim, a possibilidade do que compraram serem julgados "gasto à toa" é bem alta.

A Furei solta suspiro grande.

— O papai, tanto faz, mas a mamãe com certeza vai dizer não… o plano desandou, viu…

— Que isso, tá bom. O valor que pagou agora há pouco vai voltar, né?

— É verdade, mas…

Como diz a Arisu, com certeza vai entrar mais que o custo de comida do café, mas isso é isso, aquilo é aquilo.

— Tem mais alguma coisa?

— Ah, sim. Ainda tem, sabe.

Mesmo com o ânimo completamente baixo, diante da fala da Rerisha, a Furei tira várias presas do [Storage]. Já que é assim, tira junto também as excessivas, tipo pele toda estragada ou presa quebrada, que provavelmente não pagariam alto de qualquer forma.

— Isso é… cauda de Nīzuheggu!? Aa, e o corpo?

— Aa… congelado em pedaços, sabe. Provisoriamente, tem, mas…

Empilha fragmentos de carne congelada ao lado da mesa de trabalho. Já não mantém forma original nenhuma.

Isso deixa os funcionários de processamento também, "o que é isso?", pegando o bloco de carne congelada com espanto.

— Como esperado, com isso, hein…

— A pele não dá. Osso também é impossível. Só resta processar como carne mesmo…

— Mentira, que desperdício… se não estivesse quebrado, quanta armadura de couro daria pra fazer…

A pessoa que quebrou tudo ouvia constrangida a fala dos funcionários. De bom material, se faz boa arma e armadura. Essa arma e armadura vira algo que protege a vida dos aventureiros.

Aqui, a Rinne entende o que significou o que ela fez.

— Da próxima vez, vou tomar cuidado…

— Que pena.

A Arisu bate no ombro da Rinne. Enquanto jura internamente que ela também vai tomar cuidado.

— Ah, papai.

As crianças saem da Guilda de Aventureiros. Primeiro, a Eruna me encontra, e todas as crianças viram pra cá.

— Por que o papai tá aqui? Não devia estar na festa?

— Fiquei preocupado, então só eu saí mais cedo. Pela cara de vocês, parece que conseguiram converter em dinheiro direitinho.

— Falaram que foi desperdício, viu.

— Uu…

Diante da fala da Kūn, a Rinne geme. Ahaa, deve ser a que não virou material. Bom, aquilo, né… funcionário sério da Guilda deve querer comentar algo mesmo.

— E então? Com esse dinheiro, tem algo que queiram comprar?

— Sim! A espada mágica Katorasu que o pirata Jorī usava, se não me engano, agora deve tá na capital de Regulus, —

— Recusado. Arma e proteção, foi proibida pela Hiruda.

— Como imaginei, viu!

"Kuwaa", a Furei segura a cabeça se retorcendo pra trás. Desculpa. Mas você, não tá pensando em conseguir nessa era arma que não conseguiu no futuro, tá?

— Umm, minha despesa de desenvolvimento é…

Timidamente, a Kūn levanta a mão. Dessa vez é isso, hein. Repito exatamente o que a Rin me disse.

— Explicar antes o que pretende fazer, ela disse. Se não for algo muito estranho, autoriza.

A Kūn respira aliviada. Diferente da Hiruda, a Rin é bem relaxada nesse tipo de coisa.

— Tousama, eu quero comprar bastante doce.

— Doce?

Fico levemente surpreso com a fala solta pela Yoshino. Era palavra que, ao contrário, esperaria mais da Furei ou da Arisu.

Mas, doce, hein. Achava que o castelo servia direitinho sobremesa depois da refeição e lanche da tarde. Hoje também não comeram no "Parento"? Quer dizer que quer comer algo diferente disso?

— Quero levar pra escola da vovó. Presentear pra todo mundo. Quero encontrar a vovó também.

— Ah, quer dizer isso…

A "vovó" mencionada pela Yoshino não é a vovó Tokie, deusa do tempo-espaço, mas a mãe da mãe dela, Sakura, a Fiana-san.

Entre elas, só a Yoshino tem a avó no mesmo país. A avó da Furei é no Reino de Cavaleiros de Resutia, e a da Āshia também é em Regulus, e a Kūn, a Rinne, a Eruna, já não estão mais nesse mundo.

— A vovó Fiana também é diretora de escola no futuro, e nós também estudamos juntas lá. Todo mundo cuidou bem da gente… se possível, também queríamos encontrar ela.

— Entendi. Uuun…

Diante da fala da Kūn, penso profundamente. Atualmente, as crianças, pelo poder do item mágico de mudança de aparência, aparecem como pessoas diferentes pras outras pessoas.

Isso foi medida pra evitar confusão no castelo, já que as crianças são parecidas demais com as mães, mas não é que estejamos escondendo que vieram do futuro. Já contei pro Doutor e pra técnica Eruka também.

Se explicar omitindo a parte de deuses, dizendo que é coisa de magia de tempo-espaço, deve tá tudo bem… talvez?

Sendo completamente da família, minha sogra, mesmo contando sobre a Yoshino pra Fiana-san, acho que não tem problema, mas será que ela vai acreditar…

— Espera um pouco. Vou perguntar pra Sakura.

Sobre pai, pergunte ao filho, dizem, né.

Contatando a Sakura pelo smartphone, contando a situação atual, sem perceber, a Sakura já tava diante de mim. Teletransportou com [Teleport]? Não sou eu quem deveria dizer isso, mas será que tá tudo bem sair da festa?

— Tudo bem. Já quase todo mundo tá bêbado caído. Estado de encerramento.

— Aa, sei…

Parece que a Suika começou competição de bebida, e os membros da trupe de circo foram derrubados um atrás do outro. Como esperado, foi bom não deixar as crianças participarem.

— Então, é sobre a Fiana-san mesmo…

Sendo neta, afinal. Também penso em deixar encontrar, mas será que vai acreditar ou não.

Se fosse igual ao Doutor Babylon, versada em magia e engenharia mágica, acho que daria pra entender, mas.

— A mãe é natural do Reino Mágico de Ferusen. Também entende até certo ponto sobre magia de tempo-espaço, então acho que não tem problema. O problema é a outra parte.

— A outra parte? …Ah.

Aa… quer dizer do lado de Sua Majestade o Rei-Demônio, hein…

Entendi, pra aquela pessoa também, a Yoshino é neta, hein… se descobrir depois, com certeza vai fazer alvoroço, hein. Vai precisar deixar encontrar mesmo, hein…

— Yoshino, o que você acha do vovô de Zenoasu?

— Vovô? É gentil, sabe. Sempre compra doce pra mim. Na frente de mim e da mamãe, acho que ele fica um pouco animado demais, mas.

Parece que, mesmo pra neta, ele não é considerado incômodo. Mas, no futuro, pai bobo continua firme, e ainda por cima, agora tem avô bobo se somando também, hein.

— O Rei-Demônio pode ficar pra depois. Quero deixar a mãe encontrar essa criança.

Cortando de forma decidida, "zupatto", o pai. Uuun, de fato, pode ficar pra depois mesmo. Ir de propósito até Zenoasu chamar ele também dá trabalho, afinal.

— Certo, então vamos encontrar a Fiana-san.

— E o doce?

— Hoje a escola tá de folga, então as crianças não tão lá. Isso fica pra próxima vez, tá?

— Nn. Entendi.

Reunindo as crianças, teletransportamos todos juntos com [Teleport] até a casa da Fiana-san perto da escola.

A casa da Fiana-san tem jardim amplo, sendo casa individual confortável de morar. Teletransportando pro jardim, o Nyantarō, varrendo habilidosamente o jardim com vassoura, percebe nossa presença, chamando atenção.

— Nya? É o Rei e a Princesa nya. Tem assunto com a mãe nya?

O Nyantarō é beast invocado da Sakura, mas praticamente virou tipo assistente pessoal da Fiana-san.

Sendo também posição de liderança dos gatos de Brunhild, provisoriamente, dá pra dizer que também é um dos líderes da nossa organização de inteligência, mas fico em dúvida se tá certo ele fazer limpeza de jardim com vassoura e avental.

— A mãe tá?

— A senhora mãe nya foi fazer compra com o Atosu e o pessoal nya. Já deve tá quase voltando… ah, voltou nya.

Do outro lado da cerca do jardim, a Fiana-san aparece em nossa direção, acompanhada do Atosu, Aramisu, Porutosu, mesma raça Cat Sith do Nyantarō. Os três, Atosu e o pessoal, carregam habilmente sacola de compra. Esses três também moram aqui, é? A Fiana-san parece mestre dos gatos.

— Ora, ora, Vossa Majestade. E a Farune também. Essas crianças? Candidatos a matrícula?

— Vovó!

— Eh?

A Yoshino corre, "da!", se agarrando na Fiana-san. A Fiana-san, agarrada de repente, arregala os olhos.

— A, avó!? Eh, eu, pareço tão envelhecida assim!?

Opa, parece mais surpresa com o tratamento "vovó" do que com o abraço repentino.

A Fiana-san tem cabelo branco, mas, se não me engano, ainda deve ter uns trinta e poucos anos. Mesmo neste mundo onde casar cedo é comum, ser tratada de vovó por criança dessa idade, com certeza, deve abalar mesmo.

Ao contrário, a Fiana-san é do tipo que parece mais nova que a idade real.

— Umm, isso é como…?

— Aa… conversa longa, mas…

Diante do olhar sem entender nada da Fiana-san, fico sem saber como responder.

— Essa criança é a Yoshino. Filha minha e do Rei. Neta da mãe.

— Ha? Eh!?

Uoi!? Antes de eu abrir a boca, a Sakura já disparou direto na cara da Fiana-san.

— Eh, a, adotiva… quer dizer isso?

Veio assim, hein. Bom, normal pensar assim mesmo, né… na idade da Sakura, não teria filha tão grande assim mesmo.

— Diferente. Filha de verdade. Yoshino, dá pra mostrar chifre real?

— Dá, sim. Olha.

"Nyokitto", acima da orelha da Yoshino, pra frente, se estende pequeno chifre prateado. Prova da raça real demoníaca, chifre real. Prova de que, pelo menos, tá ligada à linhagem do Rei-Demônio, mas não é prova de ser neta da Fiana-san.

— Ou melhor, Yoshino, tira o broche, viu.

— Ah. É mesmo.

Dita pela Kūn, eu também percebo coisa importante. As crianças usam broche aplicado com [Miragem] que muda a aparência. Como configuramos pra não ter efeito conosco, a Yoshino, com aquela aparência parecida com a Sakura, dá pra saber de relance que é parente sanguínea, mas, pra Fiana-san, parece completamente pessoa diferente.

A Yoshino tira o broche. A Fiana-san arregala os olhos vendo a Yoshino de aparência mudada, comparando a Sakura e a Yoshino diante dela.

— Eh? Eh? Eeh!?

Certo, por onde vou começar a explicar, hein.


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