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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 508

A Gravidez, e a Companhia

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Capítulo 508 – A Gravidez, e a Companhia

— Umu! Isso é gostoso! Gostoso igual à comida da Rūshia!

— Ora, vovô! Claro que sim!

— …Pai, será que o paladar tá enfraquecendo?

Derretido, "dere", saboreando a comida feita pela neta, o Imperador de Regulus recebe palavra afiada da filha.

Como mãe e como cozinheira, deve ter linha que não pode ceder.

— Uwaa, é a Espada Sagrada Resutia mesmo! Posso tocar, vovô!?

— Ooh, pode sim. Cuidado, viu.

— Próximo, eu! Furei, deixa eu segurar também!

Diante da Furei recebendo a Espada Sagrada do antigo Rei de Resutia pra segurar, ao lado, o Rei Mago de Ferusen observa com inveja.

Por que o rei de Ferusen tá aqui, é porque a Erishia-san, que virou rainha dele, é segunda filha do Imperador de Regulus. Ou seja, o Rei de Ferusen e a Erishia-san, esses dois, são tio e tia pra Āshia. Pra mim também, viram cunhado e cunhada.

Mas, mais que a sobrinha Āshia, sinto que combina melhor com a irmã dela, a Furei. Ambos são maníacos por arma, afinal… ou melhor, não traz Espada Sagrada assim, antigo rei. Aquilo é do cunhado Rainharuto, né?

Observando essa cena com espanto, estão a mãe da garota e a esposa do rei.

— Como direi… já me acostumei.

— Eu também.

Será sobre o hobby dos dois? Ou sobre esse tipo de situação?

Por ora, dessa vez, reunimos em Brunhild o Imperador de Regulus, o cunhado Rukusu, príncipe herdeiro, a Erishia-san, que era segunda princesa, o marido dela, Rei de Ferusen, o casal antigo rei de Resutia, o cunhado Rainharuto, atual Rei-Cavaleiro de Resutia, e o vovô Gyaren, ex-antigo rei, parentes de sangue da Furei e da Āshia.

Na realidade, a Rū tem mais uma irmã, Ferishia-san, mais velha que a Erishia-san, mas essa casou com ducado da própria Regulus. Sendo casamento fora da família real, não tem envolvimento com reunião mundial, então dessa vez não chamei. Eu também só encontrei uma vez no casamento. Se apresentassem sobrinha grande de repente, só ia entrar em pânico mesmo. A própria Āshia também parece não ter encontrado tanto assim no futuro.

— Ohhoho. Nunca imaginei que ia conseguir ver bisneta tão cedo assim. Minha expectativa de vida se estendeu de novo.

O vovô Gyaren fotografa a Furei com câmera do smartphone. Uhum, essa pessoa parece bem no futuro também. Tá bem animado, talvez porque descobriu que vai viver mais dez anos ou mais.

Comendo em formato de bufê a comida feita pela Rū e a Āshia, todo mundo aprecia à sua maneira as duas pequenas visitantes vindas do futuro. Que bom que foram aceitas tranquilamente.

— Sobrinha vinda do futuro… como direi, meu senso comum ficou incerto sobre o que era, afinal.

— Não, bom, isso, desculpa…

Diante do suspiro grande do cunhado Rainharuto, peço desculpa provisoriamente. Parece que nem todo mundo aceitou tão tranquilo assim.

— Bom, já é tarde demais mesmo. Mas, mais que isso, aquele assunto, aconteceu em Resutia também, sabe. Na vila de pesca chamada Evura, no extremo sul.

O assunto mencionado pelo cunhado Rainharuto é sobre aquele homem-peixe que presenciamos. Se aquilo for obra dos tais apóstolos do deus maligno, pensei que talvez estivesse acontecendo coisa parecida em outros lugares também. Contatando os reis do mundo inteiro, de fato, aconteceram vários casos parecidos. Aconteceu em Resutia também, hein.

— Evura é vila de pesca pequena, mas, de repente, apareceram três homens-peixe, atacando os aldeões. Nesse momento, não teve morte, mas alguns parecem ter "infectado". Pela maldição, transformando em homem-peixe parecido, voltaram juntos pro mar, dizem.

Quem é mordido pelo homem-peixe vira homem-peixe. Sensação tipo algum filme de zumbi, mas é história assustadora mesmo. O aldeão virado monstro é levado pro mar.

O objetivo dos apóstolos, qual é, afinal? A "Arca" de Kuromu Ranshesu, que roubaram, é submarino. Talvez tenham base em algum lugar do mar, mas por que precisam transformar as pessoas em homem-peixe?

Deus maligno se alimenta de sentimento negativo das pessoas. Medo e desespero são um dos principais, e, sem dúvida, quem virou homem-peixe deve ter sentido isso. Espalhando maldição pelo mundo, mergulhando as pessoas em medo e confusão, tentando reunir ainda mais sentimento negativo?

De qualquer forma, preciso avisar cuidado pra vila de pesca, porto de pesca, cidade litorânea. Droga, na época do deus maligno era esqueleto dourado, e agora, homem-peixe, hein.

Por sorte, Brunhild não tem mar, mas tem na Ilha da Dungeon. Ou melhor, sendo ilha, tá cercada. Esse lado, ordenei os beasts invocados que protegem a ilha pra tomar cuidado, então tá bem.

Enquanto fico pensativo, chega até meus ouvidos risada das crianças.

— Vovô, essa comida também faz bem pra saúde, viu.

— Ooh, que bom! Umu, gostoso…!

— E aí, e aí!? O que o antepassado fez?

— Umu. O antepassado, portando a Espada Sagrada Resutia, ao se aproximar do covil do dragão…

Sorrio contraído diante da figura completamente derretida do Imperador de Regulus e do antigo Rei de Resutia. Dizem que neto é fofo, e parece que é verdade mesmo. …Pensando bem, eu também fui muito mimado pelo vovô.

Será que eu também vou virar assim, derretido, com neto da Āshia ou da Furei? Ansioso, mas assustador também…

— Ou melhor, sem planos de casar com ninguém, não precisa nem pensar nisso.

— Uwa, já virou pai bobo mesmo.

O cunhado Rainharuto ao lado solta voz levemente incomodada. Não enche. É assim que fica quando tem filha.

— Aliás, o Rainharuto-san e o pessoal, ainda não têm filho?

— É, bom… ainda não.

O cunhado Rainharuto, rei do Reino de Cavaleiros de Resutia, tinha noiva. Era combinado casar só depois de alcançar reconhecimento como rei, mas, antes da derrota do deus maligno, ele derrotou o dragão que se descontrolava em Resutia, virando matador de dragão, e assim se casou oficialmente.

A esposa dele, Sofia-san, que eu também encontrei só uma vez no casamento, não tá presente hoje. Parece que há alguns dias não tá bem de saúde. Sendo pessoa de constituição delicada, afinal.

— Filho é bom, viu. Especialmente filha é fofa.

— Não, mas o Príncipe-Rei, na realidade, ainda não tem também, né…

— É mesmo. Vendo os filhos, sinto… assim, vontade de me esforçar mais.

— Né! Ei, nn? Uwa, Príncipe Herdeiro!? Tava aí!?

Diante da voz repentina, me viro surpreso. Ali, com taça de champanhe na mão, o príncipe herdeiro de Regulus, o cunhado Rukusu, com o rosto sem características peculiares como sempre, mostra expressão levemente incomodada.

— Desde o início eu já tava aqui, sabe…

O cunhado Rukusu mostra sorriso contraído. Nem percebi mesmo… o cunhado Rainharuto também parece não ter percebido. A presença dessa pessoa é fraca demais mesmo. Mais que próximo imperador, acho que espião ou infiltrado é vocação verdadeira dele.

Sentindo levemente constrangido, falo com o cunhado Rukusu tentando disfarçar.

— A, é, se não me engano, o lado do Príncipe Herdeiro teve o nascimento de uma filha, né?

— Isso mesmo. Filha de concubina, no entanto. Finalmente conseguimos, graças ao remédio que Vossa Majestade deu.

Aa, aquele remédio energizante que dei pro Rei de Belfast e pro Duque Orutorinde. Fui pedido pelo Imperador de Regulus também, pro filho dele, arranjando de dar.

Mas, com isso, já é o terceiro, hein. Aquele remédio, realmente funciona mesmo, hein… será que vale a pena mesmo colocar à venda…

— Vendo o sorriso da minha filha, consigo sentir felicidade. Pra proteger esse sorriso, preciso me esforçar mais e mais…

— Aa, entendo. Entendo mesmo. Eu também sinto esse tipo de sentimento, sabe.

— Che, os dois juntos, que injusto, hein.

Enquanto eu e o cunhado Rukusu animamos a conversa, o cunhado Rainharuto fica emburrado. Ops. Exagerei demais?

De repente, o cunhado Rainharuto emburrado tira o smartphone do bolso interno, abrindo a tela. Email?

— É da minha esposa. …Eh!?

Diante dessa voz repentina, o olhar de todo mundo no quarto se concentra no cunhado Rainharuto. O que foi, o que aconteceu?

— O que foi, Rainharuto?

— P, pai… a Sofia ficou grávida…

— Q, quê!? Verdade!?

— Nossa! Nossa nossa nossa!

— Ooh! Muito bem, Rainharuto!

— Irmão, parabéns!

"Wa!", explode animação do lado de Resutia. A Sofia-san ficou grávida, é. Isso, sim, é motivo de festa. Com isso, o cunhado Rainharuto também vira pai igual a mim.

O antigo Rei de Resutia ergue bem alto a taça de champanhe.

— Umu! Que motivo de festa! Segundo neto!

— Diferente, vovô, é o primeiro neto, sabe. Antes de mim, a irmã Bīche nasceu primeiro, então… ah!? Ayaya…!?

— «« «« «« Bīche? »» »» »»

"Shimatta", a Furei tapa a boca apressada, e o olhar de todo mundo do lado de Resutia, que infelizmente não deixou escapar isso, colide com ela.

— Umm, esse… p, papaiii!

A Furei, em apuros, pede socorro pra mim. Francamente… de quem será que puxou esse jeito de falar demais sem querer.

— Já que a vovó Tokie não veio, deve tá tudo bem falar. Então? Bīche, quem é?

— Filha do tio Rainharuto e da tia Sofia… irmã Beatorīche. É minha prima.

Entendi, pra Furei, o filho do cunhado Rainharuto vira prima, hein… ou melhor, acabou de revelar que é filha, hein.

— Beatorīche… Beatorīche, hein… uhum, não é ruim. Filha, hein. Minha filha!

Bom, o cunhado Rainharuto também parece ter gostado, então deve tá tudo bem. Pensando bem, quem deu esse nome deve ser o próprio cunhado Rainharuto do futuro. Faz sentido gostar mesmo.

— Príncipe-Rei! Desculpa, mas posso voltar mais cedo!?

— Aa, sim sim. Pode ir.

— Obrigado!

O Rainharuto-san salta com toda força pro [Gate] conectado ao palácio real de Resutia. Bom, entendo o sentimento dele.

— Aquele cara. Vai virar pai e continua sem calma nenhuma, hein.

— Ara, você também, quando recebeu o Rainharuto, pulou de alegria, não foi? Pai e filho parecidos.

— Mu, u…

Diante da troca do casal antigo rei de Resutia, todo mundo ri, celebrando a nova vida que vai nascer.

— Fu!

『Gyua!?』

Com um golpe da espada de cristal desembainhada, o homem-peixe de escama azul metálico cai. Sem intervalo, o segundo homem-peixe que atacava também é derrubado pela Yakumo com corte lateral.

Aqui é a cidade portuária de Zaganto, localizada mais a oeste do que o Império de Garudio, no continente ocidental. Se falar por mapa, é cidade do lado do desmoronado Aizengarudo.

Nessa cidade portuária normalmente tranquila, de repente, homens-peixe misteriosos aparecem do mar, começando a atacar as pessoas em confusão.

Primeiro, o homem-peixe que tentava atacar o idoso surpreso e caído foi cortado ao meio por Yakumo, presente no local, com corte desembainhado.

A Yakumo trocava de carruagem, dirigindo-se pro centro do País Mágico de Aizengarudo… não, região de Aizengarudo, deveria dizer? Aizengarudo já não tinha mais forma de país, cada cidade regional se estabelecendo independente aleatoriamente.

Buscando pista sobre os apóstolos do deus maligno, a Yakumo se dirigia até o local onde o deus maligno antigamente pousou.

Como do lado da cidade de Aizengarudo perto do Reino Militar de Rāze, onde a Yakumo tinha passado antes, o destino ficava longe, decidiu que seria mais próximo atravessar por navio do lado do Império de Garudio.

E, no caminho, nessa cidade portuária onde parou, encontrou o ataque dos homens-peixe.

— Mu…?

A Yakumo observa o octaedro perfeito, tamanho bola de beisebol, brilhando estranho em azul profundo, que caiu do corpo do homem-peixe cortado.

Por instinto, a Yakumo sentiu que "aquilo" era "coisa maligna".

Sentindo isso, a ação dela foi rápida, e, no instante seguinte, já tinha esmagado esse octaedro perfeito com a espada favorita. Não tem hesitação nisso.

A Yakumo é semi-deusa. Foi ação sentindo o Ki desagradável emanado pelo deus maligno, mas não dá pra negar que essa ação foi correta.

Derrubando mais dois homens-peixe que atacavam, totalizando quatro, os homens-peixe restantes voltam apressados pro mar. A Yakumo também não persegue, guardando a espada na bainha.

Por sorte, graças à ação da Yakumo, não teve nem um infectado pela "maldição".

— Parece que algo estranho tá acontecendo de novo, hein…

A Yakumo observa os homens-peixe cortados, estreitando os olhos. Tanto o remédio dourado quanto esse homem-peixe, a possibilidade dos apóstolos do deus maligno estarem agindo nos bastidores é alta. Com que objetivo, afinal… enquanto a Yakumo mergulha em pensamento profundo, lembra que tinha idoso caído diante dela, estendendo apressada a mão.

— Tá bem, sen… senhor?

— O, ooh. Desculpa, viu. Me salvou.

Enquanto a Yakumo segura a mão do idoso caído, ajudando a levantar, do outro lado do beco, com som, "gacchagaccha", alguns cavaleiros se aproximam. Na mão, seguram espada.

A Yakumo abaixa levemente o quadril, tocando o cabo da espada. Mas o idoso ao lado a contém.

— Aa, não precisa se preocupar. Esses são meus guarda-costas. Mandei fazer compra, mas, francamente, deveria ter deixado pelo menos um aqui, hein.

Diante da expressão "um" em vez de "uma pessoa", a Yakumo sente leve dúvida, mas, julgando não haver problema, relaxa a vigilância.

O idoso estende a mão pra apertar com a Yakumo.

— Eu sou Rojā Wirukusu. No mundo, me chamam de "Professor".

— Eh!?

Faz sentido a Yakumo se surpreender. "Professor" é um dos Cinco Grandes Mestres, do topo dos técnicos golem.

A Yakumo não é versada em tecnologia golem, mas esse nome ela já ouviu bastante da irmã, a ponto de enjoar. Se a irmã estivesse aqui, com certeza teria pulado de alegria.

— Então, esses cavaleiros são…

— Aa, são "Gunkihei", sabe. Não são humanos.

Fazia sentido não terem falado nem uma palavra desde há pouco. Não, entre os golem, também tem muitos que falam, mas. A Yakumo lembra do lobo e do golem branco que tinha na casa dela.

— Por que um dos Cinco Grandes Mestres tá num lugar assim?

— Que isso, é por curiosidade, sabe. Ouvi dizer que o rei mágico ressuscitou golem absurdamente gigante. Fiquei curioso. Já dizem que foi destruído, mas achei que, se conseguisse ver ao menos uma peça…

O golem ancestral que o rei mágico de Aizengarudo ressuscitou, Hekatonkeiru. O corpo principal foi destruído pelo pai da Yakumo, Touya, mas os destroços continuavam abandonados na cidade em ruínas de Aizenburuku.

Mas, se não me engano, Aizenburuku recebeu o golpe do deus maligno, virando terreno plano. Provavelmente, até as peças devem ter sido varridas.

— Que isso… esforço perdido, hein. Que pena.

— Mas, talvez, a técnica Eruka tenha recolhido as peças notáveis.

— Nn? A garotinha "Rainha da Regeneração"? Você é conhecida dela?

— Sim, bom…

Ainda não encontrou a Eruka do passado, mas a Eruka do futuro, conhece desde que nasceu.

Chegou até fazer golem de combate pra ela pequena brincar. Bom, também quebrou em três dias, no entanto.

— Unnu, essa garotinha, tava calada sobre isso… da próxima vez que encontrar, preciso reclamar pelo menos um pouco. …Bom, tanto faz. De qualquer forma, queria ver com meus próprios olhos como ficou Aizengarudo mesmo.

— Umm, atualmente, Aizengarudo tá perigoso, viu? Ouço que, com o país desaparecido, bandido e fera mágica aumentaram. Idoso sozinho viajar é um pouco…

Mesmo dizendo isso, a própria Yakumo já foi atacada várias vezes. Claro, cortou todos, e os bandidos, mandou pro posto da ordem de cavaleiros com [Gate].

— Que isso, tenho esses aqui. Tá tudo bem.

O Professor bate, "pon", na armadura ao lado, mas a Yakumo não consegue afastar a ansiedade. Afinal, agora mesmo tava prestes a ser atacada pelo homem-peixe.

Mesmo sendo pessoa respeitada pela irmã, sem coragem de deixar em perigo, a Yakumo se oferece pra escoltar até Aizengarudo. De qualquer forma, a direção é a mesma, e "ser gentil com idoso" é um dos lemas da família Mochizuki.

— É mesmo? Isso ajuda bastante, hein. Então, deixa eu ver…

— Yakumo. Mo… sou Yakumo.

A Yakumo tenta dizer o sobrenome, mas se contém. Sendo técnico golem entre os cinco melhores do mundo. Mesmo não sendo smartphone, não seria estranho ter algum equipamento de comunicação. Se falar o nome descuidadamente, e contatarem a família, o pai deve vir voando na hora buscar.

O pai, tá tudo bem. Deve ficar bravo por ter andado por conta própria, mas acho que termina com nível de sermão.

Mas a mãe é diferente. A mãe não faz sermão. Vai castigar sem dar chance de argumentar. Especificamente, bate na bunda. Desde criança sempre foi assim. Nessa idade, sinceramente, gostaria de ser poupada disso.

A razão da Yakumo não voltar pra casa, inicialmente, era pra treino de espada. Mas, agora, pensa que não pode voltar sem encontrar ao menos uma pista sobre os apóstolos do deus maligno. Vontade única de aliviar ao menos um pouco o raio da mãe, Yae.

O Professor tira mapa do bolso interno, abrindo pra confirmar rota.

— Daqui, se for entrar em Aizengarudo, na próxima cidade, ainda deve ter navio saindo.

— Então, vamos por isso.

Assim, começa a viagem estranha de garota, idoso, e cinco golem.


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