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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 511

Parada em Cada Estação, e o Túnel

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Capítulo 511 – Parada em Cada Estação, e o Túnel

Atravessando o território de Parames, o trem mágico avança cada vez mais pro norte.

Correndo por região montanhosa, região florestal, região de pastagem, eventualmente chega na segunda estação, território de Saranisu, Estação Sarania.

De novo aqui, igual na Estação Parameia, desço na plataforma junto com o Duque Orutorinde, trocando cumprimento com o Visconde Saranisu. De novo, recebo presente.

Chegando a hora de partida, agradecendo ao Visconde Saranisu, embarco de novo no trem.

— Nn? Sinto cheiro bom, hein.

Assim que entra no vagão, a Yae cheira, "kunkun", o presente que carrego, soltando essa fala. Minha esposa é cachorro?

— Ganhei fruta recém-colhida. Parece ser especialidade dessa terra.

— É Kurisutarucherī. Especialidade do território de Saranisu. É doce e azedinha, gostosa mesmo, sabe.

Quando a Yumina explica isso, o olhar das crianças trava no saco que eu carrego. Eh, agora? Vamos comer agora?

Bom, tem bastante, então acho que dá pra todo mundo, mas…

Tirando as três caixas dentro do saco de presente, abrindo a tampa de cada uma, dentro tinha cereja das três cores, vermelho, amarelo, verde, empilhadas cheias.

Tirando uma, era transparente com brilho reluzente. Feito artesanato de vidro. Por isso "Kurisutarucherī", hein.

Transparente, sem semente dentro, aparentemente. Parece até doce artesanal. É bonita mesmo. Só de olhar já dá pra apreciar.

Coloco na boca uma vermelha, "pakuri". Mu! Gostosa! O sabor em si não é tão diferente da cereja que conheço, mas essa parece mais gostosa.

Experimento a amarela ao lado também. …Hoo, essa parece ter doçura mais intensa. Também é gostosa. Deixa eu ver a verde…

— O papai sozinho, injusto! Eu tambééém!

— Tousama. Eu também quero comer.

— Vossa Majestade Vossa Majestade! Pra mim também!

Enquanto aprecio essas pequenas joias saborosas, chega voz de insatisfação da Rinne, Yoshino, Arisu, então coloco as três caixas na mesa.

"Wa!", mãos se estendem de todos os lados, e as Kurisutarucherī vão sumindo rapidamente.

— Isso é gostoso mesmo, hein. Doçura de nobreza indescritível.

— Parece poder usar pra doce, né.

— Ah, mamãe, se for doce usando Kurisutarucherī, já existe, sabe. Preço um pouco alto, no entanto.

Não só as crianças, os adultos também estendem a mão, então, num piscar de olhos, tudo acabou. Vendo isso, o Duque Orutorinde, tocado, oferece a própria parte de Kurisutarucherī também pra mesa.

— Desculpa, sendo presente com tanto esforço…

— Hahaha. Recebemos todo ano no fim do ano do Visconde Saranisu, oras. Não precisa se preocupar.

Parece que neste mundo também existe conceito de presente de fim de ano. Bom, entre nobres, deve ter vários tipos de relacionamento mesmo.

A Kurisutarucherī oferecida também acaba logo. Com tanta gente, não tem jeito mesmo, hein. Mas, poderiam saborear com mais calma, viu.

A Hiruda observa a Kurisutarucherī, murmurando baixinho.

— Se o trem mágico passar a circular com mais frequência, será que essa Kurisutarucherī também dá pra comer em Brunhild, hein…

— Acho que a distribuição vai mudar bastante mesmo. Já nesse estágio, dá pra entregar em poucas horas peixe pescado no mar de Rīfurīsu até a capital de Belfast. Chega fresco na mesa da capital. Só que ainda dá pra mandar pouca quantidade, então talvez fique caro.

Até agora, em cidade sem mar, peixe geralmente era peixe de rio. Pra comer peixe do mar, era limitado a defumado ou seco, conservado, ou congelado com magia de gelo, virando caro pelo custo de mão de obra pra manter.

Acho difícil circular logo pra família comum, mas, se aumentar o número de trens mágicos, eventualmente deve ficar possível.

Pra isso, precisaria de tabela de horários, e, consequentemente, precisaria de relógio mecânico de uso pessoal também, né… no continente ocidental, tinha algo tipo relógio de bolso comum, então importar de lá…

— Ara? Aquilo é…

Enquanto penso sobre relógio, ao lado, a Yumina, observando a janela, encontra algo, inclinando o corpo.

Eu também direciono o olhar pra mesma direção, forçando a vista, mas só paisagem de planície contínua, sem nada especial… não, tem algo se movendo, né? Longe demais, parece só grão de gergelim.

— Aquilo, acho que é fera mágica… parece estar perseguindo algo. Não pode ser, pessoa sendo perseguida…

— Vejo bem, hein… deixa eu ver, [Long Sense]…

Reduzindo num instante a distância difícil de ver mesmo com os olhos de longo alcance da Yumina. O que parecia grão de gergelim se amplia preenchendo a visão. Aa, de fato, é fera mágica mesmo. Aparência tipo rinoceronte gigante. Aquele era Rainobasshu? Já vi no bestiário de fera mágica da Guilda. Se não me engano, é fera mágica rank vermelho.

Indivíduo razoavelmente grande, hein. Mas por que corre desesperado assim? Deixa eu ver…

— A… tá perseguindo carruagem. Logo, logo, deve alcançar.

— Eh!? P, precisa salvar!

A Yumina se levanta apressada. Uhum, é isso mesmo. Vou lá dar uma olhada. Desço do trem por um momento. Bom, depois volto, no entanto.

Chamo atenção do Ende provisoriamente.

— Desculpa, Ende. Se acontecer algo, conto contigo aqui.

— Táta. Entendido.

— Certo, então [Teleport…

Prestes a teletransportar até onde tava a fera mágica, na minha cintura, duas sombras pequenas fazem tackle.

— …te]?

Num instante, sou teletransportado pra estrada onde corria a carruagem perseguida. De frente, a carruagem e o Rainobasshu perseguindo avançam em nossa direção em disparada.

Na minha cintura, de pé na frente, tavam agarradas a Rinne e a Arisu. Teletransportaram junto!?

— Espe, vocês duas…!

— Tá bem! Deixa comigo, papai!

— Vamos derrotar aquele aí, sabe!

— Não, não é isso que tô… ei, esperem aí!?

As duas, respondendo com sorriso, correm em direção ao Rainobasshu em disparada. Francamente… essas crianças têm ação demais sem necessidade!

Cruzando com isso, o cocheiro de rosto desesperado dirige a carruagem, passando correndo do nosso lado. Parece que é carruagem de mercador ambulante. Deve ser que o Rainobasshu foi atraído pela comida carregada.

— Vamoooos!

A Rinne recebe de frente a investida do Rainobasshu. Confronto direto, isso!?

Mas, sendo a Rinne leve, sem conseguir aguentar a investida do Rainobasshu, é empurrada, "zazazazaza", pra trás cada vez mais.

— [Gravity]!

『Gumu!?』

"Dozun!", o Rainobasshu dobra o joelho das quatro patas. Deve estar incapaz de se mover pelo peso da magia de gravidade. Mesmo assim, o Rainobasshu se debate tentando se levantar de algum jeito.

Ali, pulando por cima da cabeça da Rinne, a Arisu salta pra cima da cabeça do Rainobasshu.

— [Espinho de Cristal Rosa]!

Do punho da manga direita da Arisu, dispara espinho de cristal, formando grande facão.

Erguendo isso grande no ar, a Arisu desce com força em direção ao Rainobasshu incapaz de se mover embaixo.

— [Corte de Julgamento Cristalino]!

『Pugyu!?』

O pescoço do Rainobasshu cai lindamente, feito guilhotinado. Ao mesmo tempo, o corpo do Rainobasshu, que se debatia, silencia.

— Consegui, Arisu!

— Consegui, Rinne!

"Wai!", as duas batem "high touch", girando, "kurukuru", no lugar.

Sorrindo, a Rinne se vira, correndo até mim.

— Nem estraguei o material! Se for isso, a Guilda deve comprar direitinho, né, papai!

— A… uhum, isso mesmo. Muito bem.

De fato, a pele do Rainobasshu deve virar bom material de armadura. Como método de derrota, é quase nível máximo. O melhor seria derrotar sem cortar nada, mas isso também deve render material o suficiente. Se levar pra Guilda, com certeza vão comprar caro. Isso, preciso elogiar mesmo. Uhum, isso mesmo.

Recolho com [Storage] o Rainobasshu derrotado. A carruagem perseguida parece ter fugido assim mesmo. Bom, tudo bem. Preciso voltar rápido pro trem também.

Voltar pro trem em movimento com [Teleport] é difícil (porque as coordenadas se movem), então decido abrir [Gate].

— [Gate]

Atravessando o portal de teletransporte aberto, voltamos em segurança pro trem original.

— Bom trabalho.

— Eu não fiz nada, no entanto.

Respondo com sorriso contraído à Yumina oferecendo palavra de apoio. Provavelmente, quem conseguiu entender a situação de dentro do trem foi só ela mesmo, provavelmente.

— Foi divertido!

— Foi divertido, né!

Enquanto a Rinne e a Arisu conversam despreocupadas assim, duas sombras se erguem devagar atrás delas.

— Divertido…? Rinne, pode vir aqui um pouco?

— Arisu…? Vamos conversar um pouquinho com o papai?

— «« …A, awuu… »»

Segurada pela nuca pela Rinze e pelo Ende, a Rinne e a Arisu são levadas embora. Uhum, melhor levar bronca um pouco mesmo.

Recebendo chá da Yumina, bebo sem me envolver, "warekanse to".

Até chegar na próxima estação, o sermão da Rinze e do Ende continua longo, e a Rinne e a Arisu, colocadas de joelhos, parecem ter ficado com as pernas dormentes. Bom, é culpa delas mesmas, então não tem jeito, né.

Depois da Estação Sarania, vem o território de Ransurō, Estação Ransuretto. Última estação do Reino de Belfast, governada pelo Marquês de Fronteira Ransurō. Daqui em diante, é território do Império de Rīfurīsu.

Igual às duas estações anteriores, recebo hospitalidade do Marquês de Fronteira Ransurō, ganhando presente. Assim que volto pro trem, as crianças se aproximam, "o que ganhou?", mas, ao descobrir que o presente era vários tecidos coloridos, ficam claramente desanimadas.

Só a Rinze e a Eruna mostraram interesse, conversando animadas sobre fazer roupa com esse tecido quando voltarem.

— Ooh, é túnel!

Quase ao mesmo tempo que escuto a fala da Sū, o interior do trem escurece levemente, só restando a luz da pedra mágica do teto.

Entrou no túnel. Fora da janela, escuridão completa, e o vidro da janela reflete a nós feito espelho. De vez em quando, o brilho da pedra mágica instalada dentro do túnel passa correndo diante de nós, feito meteoro.

— Sinto pressão no ouvido, hein.

A Yae murmura isso, pressionando levemente a orelha. Faz sentido, com mudança de pressão atmosférica, o tímpano é pressionado.

Esse túnel é razoavelmente longo. Por que sei disso? Porque fui eu que cavei.

A cordilheira Suronishia, entre o Reino de Belfast e o Império de Rīfurīsu, atravessar reto é muito mais próximo que contornar.

Então, escavei com magia de terra, fixando o túnel com técnica parecida com criar [Stone Wall]. Em distância, acho que é tipo o Túnel Seikan. Fiz com bastante reforço, então acho que deve durar milhares de anos.

Bom, minha participação foi só até aí, deixei o nivelamento, trilho, instalação da pedra mágica dentro do túnel pros dois países. Claro, recebi pagamento direitinho, no entanto.

— Escuro demais, chato, viu.

A Furei reclama, "boya", observando pela janela do vagão só a luz da pedra mágica fluindo na escuridão.

Isso, não tem jeito mesmo. Sendo dentro do túnel, reduz a velocidade também, então, deve continuar assim por uns vinte minutos.

A Yumina, observando a paisagem subterrânea passando, pergunta pra mim.

— Nesse mundo, será que dá pra ter "metrô"?

— Acho que não é impossível, mas deve levar bastante custo de mão de obra e construção, sabe. Afundamento de terreno também é assustador.

Ao construir trem em cidade já pronta, a vantagem do metrô é conseguir traçar a linha sem afetar as construções da superfície. Mas, naturalmente, diferente da superfície, dá trabalho absurdo.

Mesmo usando magia de terra, se for com mana de mago comum, não dá nem pra imaginar quantas pessoas precisariam. Também tem custo de segurança pra todo mundo, afinal.

Na Terra também, ouvi que construir um quilômetro de metrô custa trinta bilhões de ienes. Parece que, tanto na Terra quanto em outro mundo, projeto de metrô é devorador de dinheiro mesmo.

Sinceramente, acho que, se eu fizer sozinho, conseguiria criar metrô em Brunhild. Mas esse tipo de trabalho, o Kōsaka-san, primeiro-ministro, me proíbe.

Se eu fizer tudo sozinho, não vira trabalho do país. Digamos, tô roubando trabalho de todo mundo. Por isso, até reunir orçamento e mão de obra, metrô em Brunhild ainda fica adiado por um bom tempo.

Opa? Diante do túnel, tem luz… será a saída?

— É o maaar!

Saindo do túnel comprido, junto com a voz das crianças, o que salta aos olhos pela primeira vez é o horizonte visível de longe. Mar interior entre Belfast e Rīfurīsu.

Reluzente refletindo a luz do sol, brilha azul. De vez em quando, dá pra ver de relance vila litorânea.

Saindo do túnel, ali era vista deslumbrante.

— Talvez seja bom ir com todo mundo pra banho de mar em breve, hein.

— Vamos! Quando todo mundo se reunir, vamos!

— Ara, boa ideia. Faz tempo que não vejo mar.

Diante da fala solta pela Hiruda, a Rinne e a Kūn reagem. Mar com todo mundo, hein. Isso também parece bom. Basta atravessar até a Ilha da Dungeon, é rápido.

Mas quando será que todo mundo vai se reunir, afinal. Não acho que leve um ano, mas. Pelo menos, a filha da Yae, Yakumo, já chegou, afinal.

— Onde será que a Yakumo tá, hein… francamente, gostaria que voltasse logo pra cá.

Sendo capaz de usar [Gate], podia voltar a qualquer momento, no entanto. Não, talvez seja exatamente por isso que ela não volta.

— Francamente… preocupando o pai, criança má, sabe. Talvez precise dar uns corretivos…

Diante do murmúrio da Yae, "butsubutsu", todas as crianças seguram a própria bunda, desviando o olhar. Ahaa. Todo mundo já apanhou da Yae, hein. A Yae já bateu na bunda até do Doutor quando ele se empolgou demais.

— A Yakumo também, mas o filho chamado Kuon também, será que não tá sendo enganado por alguém de má índole no caminho, fico preocupada…

Além da Yakumo, ainda faltam mais duas, filha e filho da Yumina e da Sū. Faz sentido ficar preocupada mesmo.

Ouvindo a fala pensativa da Yae, a Arisu, que tava por perto, ri, "karakara".

— O Kuon ser enganado? Ahaha, impossível, impossível. Com o olho mágico do Kuon, dá pra distinguir gente boa e gente má, e esse tipo de coisa nunca "Wa!?" mugo!?

As crianças tapam apressadas a boca da Arisu de uma vez.

…Senhorita, o que você disse agora?

Olho mágico? Consegue distinguir gente boa e gente má? Isso, quer dizer…

A Yumina, sentada ao meu lado, se levanta devagar, sem piscar nem uma vez, andando reto até a Arisu.

Feito os Dez Mandamentos de Moisés, as crianças tapando a boca da Arisu se afastam pros dois lados.

— Arisu?

— Hahi

Com os ombros segurados firme, "gasshi", a Arisu mostra sorriso contraído. O Ende tenta dar um passo pra parar, mas, diante do olhar afiado da Yumina, capaz de fazer soar efeito sonoro tipo "gin!", o movimento para. Parece ter sentido perigo instintivamente. Uhum, papai Ende, melhor recuar um pouco.

— Ou seja, é isso, né?

— Hahi…

Diante da voz da Yumina, pronunciada confirmando palavra por palavra, a Arisu só assente, "kokukoku".

Isso, quer dizer isso mesmo… né?

— Muu. O filho do Touya é filho da irmã Yumina, é. Que pena.

— F, funcionou!

Diante da fala da Sū, murmurada com tom levemente emburrado, a Yumina ergue os dois punhos pro céu, expressando alegria.

Entendi, o filho é da Yumina, e tem olho mágico, hein.

— Aaa~, acabou revelando, hein.

— A Arisu é desatenta mesmo, né~

— Uuu… como era sobre o Kuon, sem querer, acabei…

A Furei e a Yoshino observam a Arisu suspirando. Não, pra nós, é motivo de gratidão. Quantas vezes já fomos salvos pelo descuido dessa criança.

— Touya-san! É filho! Nosso! É herdeiro de Brunhild!

— Entendi. Entendi, então se acalma.

— Como vou ficar calma nisso!? A Yumina, a Yumina conseguiu! Aaa, que felicidade!

Na realidade, ainda nem nasceu, mas a tensão da Yumina explodiu ao máximo.

Oficialmente, a Yumina vira primeira rainha. Eu, pessoalmente, não acho que ordem importa, mas talvez a Yumina sentisse pressão em algum lugar sobre "precisa de herdeiro".

— Mas, então, o Kuon tem olho mágico, é. Se for mesmo olho mágico da Yumina, não deveria ser enganado por pessoa, né?

— Precisamente, não é exatamente o mesmo olho mágico, mas… bom, acho que esse tipo de preocupação não existe.

Diante da minha dúvida, a Kūn responde. Não é exatamente o mesmo olho mágico? Como assim, isso? Será tipo olho mágico parecido mas diferente?

— Bom, isso, aos poucos… vai entender quando o Kuon chegar.

— Hmm…

Mu. Parece que não vou conseguir esperar fala descuidada igual à Arisu. Bom, também não precisa investigar tão a fundo assim mesmo.

— Então, quer dizer que meu filho é filha, é. Umu, isso também é bom mesmo. Com certeza vai ser fofa.

A Sū, tendo descoberto automaticamente que o filho dela é filha, sem parecer especialmente desanimada, observa a Yumina animada. Filha minha com a Sū, hein… ainda nem toquei nela, no entanto.

Mas, entre o Kuon e a filha da Sū, quem seria mais velho, hein?

— A filha da Sū é a caçula mais nova das irmãs?

— Umm, esse, isso, aquilo

— …Deve ser isso.

Diante da minha dúvida direcionada pra Eruze, pergunto pra Eruna ao lado, e recebo resposta bem clara. A Eruna é sincera mesmo, hein.

Quer dizer que o Kuon tem sete irmãs acima, e uma irmã abaixo, é. …Deve se sentir sufocado, hein.

Enquanto sinto pena pelo filho que ainda não vi, de repente, chega voz do lado.

— Ehm… desde agora há pouco, sobre o que tavam conversando? Como assim, "filha da Sū"?

O Duque Orutorinde observava pra cá com cara pasma.

…Droga.


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