Capítulo 514 – O Chá em Grupo, e o Abandono
— Uuun, como imaginei, impossível, hein…
Flutuando acima do castelo com [Fly], estendendo [Search] imbuído com poder divino, mas nem de longe consegui investigar o mundo inteiro.
O [Search] comum usando mana utiliza mana-elemento contido no ar, ou na terra, no mar, tudo, então consegue investigar quase todo lugar sem estar bloqueado por barreira.
Por outro lado, o [Search] imbuído com poder divino consegue penetrar até lugar coberto por barreira, mas, sendo usado espalhando o próprio Ki Divino, não consegue busca de longo alcance.
Bom, atualmente é só impossível, mas, conforme minha divindade for subindo, deve virar possível eventualmente.
Segundo o que ouvi da Yakumo, os tais "apóstolos do deus maligno" espalham remédio que vira as pessoas em vazios, tramando algo.
E ainda, a origem desse remédio parece ser a espécie mutante.
Achava que tinha eliminado tudo na luta contra o deus maligno, mas será que sobrou algum? Ou será que alguém escondeu intencionalmente? Se estender barreira, dá pra impedir [Search] também, afinal.
Bom, pensei em buscar "apóstolos do deus maligno" com esse [Search], mas, assim, falhei.
A "Arca" que eles roubaram também não encontro. Talvez esteja escondida na fenda dimensional, igual as Phrase faziam.
Agindo escondido nas sombras… francamente, que incômodo. Será que não conseguem atacar de frente. Se fizessem isso, esmagaria em segundos.
Enquanto flutuo boiando, "fuwafuwa", acima do castelo, pensando esse tipo de coisa, embaixo, escuto voz de algo animado.
Direciono o olhar pra baixo, e, no campo de treino da ordem de cavaleiros, a Yakumo balança a espada. O adversário é a Yae.
Confronto mãe e filha. Igual com a Furei. Pensando bem, a Rinze também lutou com a Rinne, né… a Rū e a Āshia também tiveram confronto de culinária. Será que nossa família tem tradição familiar de mãe precisar enfrentar filha?
— Estilo Kuzunoshinmei, técnica secreta, Shiden Issen!
— Estilo Kuzunoshinmei, técnica secreta, Ryūga Ressan!
Os dois brilhos de espada colidem. Usam espada de madeira, mas essas espadas de madeira são reforçadas robustas, não devem quebrar tão fácil.
…Deveria não quebrar, mas sinto que a espada de madeira tá se desgastando levemente? Que tipo de combate tão fazendo, francamente…
Levemente preocupado, desço pro campo de treino.
Já o campo de treino tava com aglomeração razoável, e, além do pessoal da ordem de cavaleiros, criadas e funcionários trabalhando no castelo também assistiam de pé, absortos.
Encontrando rosto conhecido no meio, chamo atenção.
— Veio também, hein, Jūtarō-san.
— A, Touya-do… não, Vossa Majestade. Desculpe a intromissão.
Quem observava com olhar sério o combate das duas num canto do campo de treino era o irmão da Yae e também tio da Yakumo, Kunoe Jūtarō-san.
O Jūtarō-san, sob pretexto de treino de artes marciais, atualmente tá hospedado em Brunhild. Junto com a noiva, Ayane-san.
De vez em quando, treina se misturando com o pessoal da ordem de cavaleiros, ou recebe instrução da irmã Moroha.
A propósito, já contei sobre a Yakumo pro Jūtarō-san e os pais da Yae. Igual às outras famílias, ficaram surpresos, mas aceitaram razoavelmente tranquilo.
— Como tá, essas duas?
— Como direi… quando vejo a Yae sendo superada, e depois vendo a filha dela também superando ela, fico pensando o que é "força", afinal…
O Jūtarō-san diz isso, abaixando levemente os ombros. Não, o Jūtarō-san também é razoavelmente forte, sabe. Originalmente já era forte, mas, recebendo instrução da irmã Moroha, acho que ficou ainda mais forte. A ponto de quase ninguém na nossa ordem de cavaleiros conseguir vencer o Jūtarō-san. Em Ishen, deve ser classe superior, né?
Mesmo assim, entre a Yae e a Hiruda tem diferença grande, então talvez ele sinta assim mesmo.
— Estilo Kuzunoshinmei, técnica secreta, Hōsū Hiren!
— Estilo Kuzunoshinmei, técnica secreta, Hien Ressa!
De novo, as espadas das duas colidem.
A espada de madeira da Yakumo descida é desviada, "hane", pela espada de madeira da Yae, movida em arco de baixo.
— Até aí. Vencedora, Yae.
A mão da irmã Moroha, que julgava, se ergue.
Do público, chega suspiro de admiração e aplauso sincero.
— Fumu. Parece que treinou bastante, hein.
— Ku… nem contra a mãe jovem consigo vencer…
— Isso, eu também pensei, sabe…
Diante do murmúrio da Yakumo, a Furei, observando por perto, concorda.
Não, olha, a mãe de vocês, com anel de casamento, item divino, virou nível de deus subordinado, sabe. Não é normal comum. Ou melhor, vocês, capazes de duelar decentemente contra essa existência, também não são normais, no entanto.
— Então, agora eu sou a próxima adversária. Tá bem, Yakumo-san?
— A, Sim… Com Calma, Por Favor…
Diante da Yakumo, dessa vez, se coloca a Hiruda com espada de madeira na mão. Vendo o combate entre Yae e Yakumo, parece que ficou ansiosa, "uzuuzu".
Depois disso, terminando confronto sucessivo com a Hiruda, aguardava a Yakumo o combate com a irmã Moroha. Desculpa, papai não consegue fazer nada mesmo…
Ao menos, quando todos os combates terminarem, vou aplicar [Refresh] pra tirar o cansaço.
Se esforça, Yakumo.
— Ca, cansei…
Terminando o pedido, a Yakumo desaba na mesa do café "Parento".
Na mesa juntando duas mesas, reunidas garotas jovens. Da primeira filha Yakumo até a sétima filha Rinne, mais a Arisu, oito pessoas.
Diante das irmãs, a Yakumo, normalmente séria, dessa vez parece não conseguir manter isso.
Vendo isso, a Kūn zomba rindo, "kusukusu".
— Foi super popular, hein, irmã Yakumo.
— Não quero essa popularidade…
Depois daquilo, a Yakumo recebeu desafio de duelo um atrás do outro do pessoal da ordem de cavaleiros, e, achando divertido, a Moroha fez ela treinar Yakumo versus toda a ordem de cavaleiros, treino individual contra coletivo.
— É castigo por vaguear por conta própria até agora. Reflita um pouco.
— Já entendi, então poupa…
Diante da Āshia bufando, "punsuka", a Yakumo solta voz pequena. Depois daquilo, quantas vezes já ouviu isso mesmo das mães.
— Ei ei, irmã Yakumo! O "apóstolo do deus maligno" era forte!?
— Venceu!? Ou perdeu!?
Sem se importar com a irmã desanimada, a Rinne e a Arisu perguntam curiosas.
Sorrindo contraído, a Yakumo se ergue devagar, bebendo um gole de água gelada no copo.
— Enfrentei dois. Homem de elmo de ferro com machadinha azul, e mulher de máscara de ferro com clava de guerra laranja. O de elmo de ferro escapou com magia de teletransporte. Do de máscara de ferro, eu que fugi.
— A irmã Yakumo fugiu?
— Tinha companheiro. Aquele lado tava em perigo. Se chamava "Professor", de golem…
— P, professor!? A, a, irmã Yakumo, encontrou o Professor!?
"Gatan", jogando fora a calma habitual, a Kūn se levanta da cadeira. Das irmãs, dos clientes ao redor, todos direcionam o olhar, "o que foi".
— Ara? Não chegou aviso? Foi visitar a técnica Eruka, deve ter ido pro castelo, no entanto…
— Verdade!? Com licença um momento!
A Kūn sai apressada do café "Parento". Sendo reencontro de irmãs depois de tanto tempo, já perdeu uma logo de cara. A Yoshino murmura tipo atônita.
— Ainda nem chegou o pedido…
— Tá bem. A parte da Kūn fico eu.
Com rosto sorridente, "nikoniko", a Furei diz isso oportunista.
— …E, "apóstolo do deus maligno" era forte?
Deixando de lado a terceira filha ausente, a quarta filha volta o assunto.
— Não enfrentei a sério, mas acho que é razoavelmente forte. Não tanto quanto as mães, mas. E também, parece ter algum poder incômodo. A mulher de máscara de ferro tinha poder parecido com o da Rinne.
— Comigo?
A Rinne, sendo mencionada, pisca surpresa.
— Poder tipo usando peso, igual [Gravity]. Provavelmente, a habilidade de teletransporte do homem de elmo de ferro também deve ser igual isso. De qualquer forma, aquele machado e clava de guerra são suspeitos. Senti poder forte de deus maligno.
— Aa, pensando bem, o apóstolo do deus maligno que roubou a "Arca" também tinha espada fina vermelha assustadora, sabe.
Diante da fala da Yakumo, a Āshia murmura lembrando. Ela só viu de relance de longe, no entanto.
— Provavelmente, artefato divino do deus maligno… "artefato de deus maligno", digamos? Gente bem incômoda, francamente.
Enquanto a Furei dá suspiro pequeno, a garçonete do "Parento" chega com doce na bandeja de prata.
— Desculpe a espera~. Aqui é parfait de frutas e Monburan.
— Chegou, chegou.
Parfait de frutas é colocado diante da Rinne, e Monburan diante da Āshia. Depois disso, um atrás do outro, os doces vão sendo alinhados. Diante da Furei, foi colocado Mirufyu e Gatoshokora, dois. É o que a Kūn, que saiu, pediu.
— Fiquei preocupada com o que ia acontecer quando fomos jogadas pra cá, mas que bom que todo mundo tá segura, né~
— A irmã Yoshino, tendo [Teleport], deve ter ficado tranquila, mas nós fomos difícil, viu? Assim que chegamos, já caiu o smartphone no rio.
Comendo bolo, "pakutsuki", com despreocupação, a Yoshino leva franzida a Rinne.
Entre a Yakumo e a Yoshino, com magia de teletransporte, a Kūn, aparecida por acaso perto de Brunhild, a Āshia, aparecida no Reino de Panashesu com a Coroa Azul "Disutōshon Burau" capaz de usar teletransporte, esse grupo deve ser de retorno relativamente sem esforço.
A Furei também apareceu em lugar difícil, o país insular de Herugaia, mas, tendo smartphone, conseguiu se juntar sem tanto esforço.
— Nem depois de esperar tanto assim, o Kuon e a Sutefu não chegarem, provavelmente é alta a possibilidade de estarem na mesma situação que nós, né?
Beliscando torta de morango, a Eruna faz essa suposição. Especialmente o Kuon, sendo de personalidade racional, se tivesse smartphone, deveria mandar contato na hora.
Terminando de comer o Mirufyu rapidamente, "perori", começando a atacar o Gatoshokora, a Furei responde rindo.
— Firme mas descuidado, o Kuon-chan, hein~
— Isso eu também gosto nele, hein~
— Saiu. Doença do Kuon da Arisu.
A Rinne direciona olhar tipo atônita pra Arisu. Talvez por serem da mesma idade, o Kuon e a Arisu ficaram juntos desde pequenos. Desde quando a Arisu começou a ter algo tipo sentimento amoroso pelo Kuon, afinal. Nem as irmãs presentes sabem o gatilho disso.
Originalmente, a Arisu é fora do padrão demais, então só o Kuon conseguia acompanhar decentemente entre garotos da mesma geração. Em certo sentido, é resultado natural também.
Do ponto de vista das irmãs, o Kuon também valoriza a Arisu. Não tão aberto quanto a Arisu, mas.
— A Arisu realmente gosta do Kuon mesmo, hein…
— Uhum! Gosto porque é forte, gentil, e bonito!
Diante da fala da Eruna, a Arisu responde com sorriso. Palavra que faz as irmãs querer inclinar levemente a cabeça, mas, se o pai Ende ouvisse, provavelmente rangeria os dentes.
A propósito, a relação entre o Kuon e a Arisu é reconhecida pelos dois pais e mães. Exceto o Ende.
Se for isso, não seria estranho já serem noivos, mas, com política do Touya de "deixar os filhos decidirem sozinhos o parceiro de casamento depois de adultos", ainda não chegou a esse ponto.
Por trás disso, tem também pensamento levemente distorcido de "por isso, também não vou decidir noivo pras filhas", mas isso é melhor não falar em voz alta.
Na verdade, mesmo sendo princesa de um país, entre as irmãs, nenhuma tem noivo.
De vários países, existem propostas desse tipo, mas o Touya recusa todas.
Não que não tenham pensamento próprio sobre isso, mas, como nenhuma das irmãs tem alguém especial de coração, deliberadamente ignoravam esse assunto.
Voltando ao assunto principal.
— Não só o Kuon, será que a Sutefu também deixou cair o smartphone?
— Esse lado, fácil de imaginar, hein… aquela criança, já perdeu algumas vezes, o papai encontrando pra ela…
A Āshia bebe um gole de chá preto, soltando suspiro de cansaço.
A irmã mais nova, Sutefania, bem dizer, é ingênua, mal dizendo, é imprudente. Garota tipo bloco de disposição pra agir, se pensa em fazer, faz na hora.
A Āshia acha que essa personalidade de não temer nada, encarando tudo com toda força, é porque tem [Prison], defesa absoluta. Afinal, se ativar [Prison], perigo é praticamente zero. Consegue fazer qualquer imprudência sem medo. Faz sentido virar personalidade destemida mesmo.
A Rinne fala com a Āshia, que analisava a personalidade da irmã mais nova.
— A Sutefu e o Kuon, quem vai chegar primeiro, hein?
— Se o local de aparecimento da Sutefu não for perto daqui, deve ser o Kuon mesmo. Aquele lá deve tá vindo pra cá com sabedoria e eficiência. Só que…
— Firme mas descuidado, o Kuon-chan, hein~
Seguindo a fala hesitante da Āshia, a Furei completa com a mesma fala de agora há pouco.
Diante disso, ninguém de todo mundo contesta.
O Kuon é capaz, mas, em algum lugar, tem falha na conclusão. E ainda por cima, tem constituição de se envolver com frequência em confusão. Nesse ponto estranho, se parece muito com o Touya.
— Espero que não esteja envolvido em algo incômodo…
A Yoshino murmura baixinho, sem falar pra ninguém em particular. Sem colocar em palavra, mas todo mundo pensava a mesma coisa.
— Virou problema, hein…
O Kuon fica parado no meio do caminho pra capital imperial de Regulus, Gararia.
Ao redor, cadáveres de monstros empilhados feito montanha. Goblin, Hobugoburin, Goburin Āchā, Goburin Meiji, Goburin Sorujā, Goburin Renjā, Goburin Jeneraru, Goburin Rōdo, e, chegando até Goburin Kingu, praticamente todo tipo de goblin expõe o cadáver.
O motivo é estouro em massa.
Com o estouro em massa repentino, a carruagem coletiva do Kuon, indo em direção à capital imperial Gararia, foi envolvida.
Perseguido pelos goblins, o cocheiro, dirigindo a carruagem desesperado sem pensar em nada, nunca imaginaria que o aventureiro fracassado embarcado empurraria a criança pra fora.
O Kuon também. Absurdamente, por um instante, ficou pasmo, "eh?".
Observando com distanciamento os goblins perseguindo desesperados a carroceria da carruagem, "ooh, esforçando-se, hein", de repente, foi empurrado com força, "don", caindo.
O homem que empurrou já tava irritado desde que embarcou, gritando com outros passageiros com frequência, reclamando sem parar, mas parece que era realmente escória mesmo.
Provavelmente, o pensamento era empurrar alguém, e, enquanto essa pessoa virasse sacrifício, escapar. O Kuon foi empurrado provavelmente só porque, sendo criança viajando sozinha, era o alvo mais fácil de lidar. Esse tipo de covarde costuma dizer "quem fosse, tanto fazia", mas mira exatamente quem parece mais fraco.
No instante de ser empurrado, o Kuon pensou "eh, mentira", mas, imediatamente, pousa rolando no chão, disparando magia herdada do pai contra o goblin se aproximando.
— [Slip]
『Gigya!?』
"Suten!", o goblin cai com força. O Kuon pega a espada de cobre surrada largada pelo goblin, finalizando o goblin caído, balançando a espada contra o próximo goblin avançando.
『Gigi!』
— Opa
Desvia por pouco o ataque do Goburin Sorujā. O olho direito do Kuon carrega luz laranja dourada.
[Olho Mágico da Prescância].
Um dos Sete Olhos Mágicos que o Kuon possui, olho mágico capaz de prever o movimento do adversário.
Parecido com a habilidade [Visão de Futuro] que a mãe Yumina tem, mas o efeito dura tempo extremamente curto. Mesmo assim, é habilidade ideal pra esquivar ataque.
Esquivando ataque, derrotando goblin, se a arma quebrar, rouba arma, o Kuon derrota goblin um atrás do outro. Como resultado, depois de algumas dezenas de minutos, só o Kuon continua de pé se movendo.
Foi arremessado pra fora da carruagem, mas, por sorte, toda a bagagem carregava como mochila nas costas, então não tem problema. Só o arco barato usado como arma foi levado embora com a carruagem.
Fora isso, não tem problema, mas…
— Vou andar daqui…?
Esperou umas duas horas, mas não sinal da carruagem voltando. Parece que fugiu assim mesmo. Tinha outros passageiros embarcados junto, então o homem que o empurrou deve ser responsabilizado pelo depoimento deles.
— Provavelmente, tão achando que morri, né…
Nessa hora, os moradores da cidade adiante devem estar fugindo, ou reforçando a defesa.
Como fazer, pensando, o Kuon tira o mapa do bolso interno.
Esse mapa comprou normalmente em loja. Desde que o pai Touya começou a popularizar o smartphone, mapas gerais começaram a ser vendidos no mundo, e, com o início das relações diplomáticas com o continente ocidental, mapas ainda mais detalhados começaram a ser feitos.
Não é coisa barata, mas, no estado atual sem smartphone, é bem útil.
— Saindo da cidade de Betan, o destino é a cidade de Raibubu, então… atravessando reto essa floresta, dá pra chegar na cidade perto da capital imperial.
O Kuon confirma o mapa observando a floresta grande à esquerda. Mais rápido atravessar essa floresta do que seguir pela estrada. Sendo floresta razoavelmente grande, mas deve ser possível atravessar.
O problema é que tem muita fera mágica vivendo, mas isso dá pra resolver de algum jeito.
Procura por ali, entre os goblins caídos, arma relativamente utilizável.
A espada que o Goburin Kingu carregava parece robusta, mas grande demais, um pouco difícil de usar pro Kuon.
— Essa deve servir, né.
Segura a espada que o Goburin Sorujā usava, e a adaga que o goblin usava. Ambas, originalmente pareciam ser usadas por aventureiro, então não estavam tão danificadas assim. Provavelmente, devem ter sido conseguidas recentemente.
Se possível, queria bainha também, mas goblin não usaria esse tipo de coisa.
Tira pano da mochila, enrola na lâmina da adaga, colocando dentro do bolso do casaco assim mesmo.
A espada, só resta segurar desembainhada mesmo.
— Ajudaria se tivesse fera mágica pra montar.
O [Olho Mágico da Subserviência] que o Kuon possui é olho mágico capaz de submeter animal, fera mágica, mas as condições são detalhadas, muitas vezes não funciona. Isso é só sorte.
— Certo, então vamos.
Murmurando isso levemente, o Kuon direciona os pés pra floresta, começando a caminhar despreocupado.