Capítulo 516 – Companhia de Viagem, e a Segunda Festa
『Tava me achando demais. Perdão, por favor… Causei incômodo por muitos anos até pros elfos, sinceramente sem desculpa』
A espada mágica selada curva o topo do cabo, "pekori". O povo da aldeia élfica reunido, boca semiaberta, só consegue ficar pasmo.
O monstro assustador que eles seliaram por tanto tempo tá pedindo desculpa com atitude absurdamente submissa. Não sabem se devem ficar felizes ou chocados, incapazes de julgar.
— Bom, ele também disse isso, então, por favor, perdoem.
Igual à espada mágica, o Kuon também curva a cabeça pro povo élfico. Apressado, o líder Worufuramu balança a palma da mão de lado.
— Aa, não, perdoar ou não… quem tá aqui não recebeu dano direto, então…
— Fico grato por dizer isso. Aliás, o que faço com essa espada mágica, afinal? Como esperado, melhor destruir?
『Jovenzinho, tenha piedade! Faço qualquer coisa, então, por favor, me leva como companheiro!』
A espada mágica pressiona o cabo, "guiguii", agarrada na perna do Kuon feito implorando. Levemente doído, o Kuon franze o rosto.
— Se o senhor Kuon a domou, melhor deixar sob os cuidados dele daqui em diante. A impureza também parece ter desaparecido.
A "impureza" mencionada pelo líder é contaminação causada por energia negativa do usuário, comum em item mágico antigo.
Quando isso se acumula, sincronizando com sentimento e objetivo do usuário, o artefato recebe algo tipo "maldição".
Antigamente, o pai do Kuon, Touya, enfrentou em Ishen artefato contaminado chamado "Joia da Imortalidade", e, igual isso, essa espada mágica também recebia maldição.
Igual "Joia da Imortalidade", que controla mortos, tem item amaldiçoado pelo próprio objetivo de uso, e tem também caso, igual essa espada mágica, amaldiçoado por ceifar incontáveis vidas.
Ao contrário, receber maldição também pode significar que é artefato de alta performance mesmo…
— Bom, conseguir uma arma é conveniente mas…
『Né!? Espada roubada de goblin não combina com o jovenzinho, viu! Deixa comigo, por favor!』
Falando espada que fala é meio estranho, hein, pensa o Kuon por um instante. A irmã Furei, maníaca por armas, ficaria com olhos brilhando, mas o Kuon é diferente.
Mas por que jeito de falar tão subalterno assim, afinal. Muito servil demais. Ou será que originalmente foi feita assim mesmo?
As Irmãs Babylon do Doutor Babylon também têm cada uma jeito de falar característico.
Não pode ser que essa espada mágica também seja obra do Doutor? Com essa dúvida, o Kuon pergunta diretamente pra espada mágica se aproximando.
— Você, sabe quem é o seu criador?
『Sei sim. Cara sovina chamado "Kuromu Ranshesu"』
Ouvindo esse nome, o Kuon arregala os olhos.
"Kuromu Ranshesu". Técnico golem que criou a série Coroa dos golem, e, cinco mil anos atrás, usando o poder das Coroas "Preta" e "Branca", atravessou a barreira do mundo.
O Kuon também ouviu bastante sobre a história de Kuromu Ranshesu, sendo a mãe Yumina mestre provisória da Coroa "Branca", Arubusu, então frequentemente do Doutor Babylon e da irmã Kūn. Nunca imaginou que ia ouvir esse nome justamente aqui.
— …Se eu usar você, por acaso tem "compensação" ou algo assim?
『Não tem, viu. O desgraçado do Kuromu tava tentando criar série Coroa sem compensação, aparentemente. Eu sou o tal protótipo dessa tentativa』
Aparentemente, essa espada mágica também usa tecnologia golem. Entre os golem, também tem tipo chamado armado, virando arma ou proteção. Provavelmente, essa espada mágica também deve ser desse tipo mesmo.
『Vamos, vamos, jovenzinho. Experimenta usar. Vai perder vontade de segurar outra espada, viu』
— Que insistente…
Mesmo dizendo isso, provisoriamente, segura o cabo, balançando duas, três vezes. De fato, não pesada demais, nem leve demais, parece espada fácil de usar.
— Mas talvez seja um pouco grande demais pra mim?
『É mesmo? Espera um pouco』
Dizendo isso, a espada mágica, "shun!", reduz o tamanho num degrau. A espada longa vira tamanho espada curta. Em comprimento, combina com o físico do Kuon.
— Consegue mudar o comprimento livremente?
『Sim. Até certo ponto. Consigo fazer isso também』
Dessa vez, num instante, muda pra formato de espada grande. A lâmina fica comprida, e a largura também aumenta. O pai do Kuon, Touya, também aplica [Modeling] pra criar arma parecida, mas, comparado com isso, essa mudança não fica atrás em nada.
De fato, isso é conveniente, pensa o Kuon. Mas, achando que talvez ficasse se achando demais, não fala isso pra espada mágica.
『Também consigo fazer vários outros tipos… bom, isso, aos poucos』
Se essa espada mágica realmente for obra do Kuromu Ranshesu, não deveria ser só espada capaz de transformar. Deve ter ainda mais funções escondidas, pensa o Kuon.
Melhor pedir pro Doutor Babylon e a técnica Eruka examinarem uma vez, talvez.
— Não dá pra ficar assim desembainhada. Até amanhã, vou fazer bainha apropriada.
Segurando a espada mágica, o Worufuramu se oferece pra isso. De fato, do jeito que tá, deve dar problema até pra entrar na cidade.
『Opa, agradecido. Não quero poeira ou lama grudando na lâmina, viu』
— Você se importa com esse tipo de coisa, hein.
『Jovenzinho! Lâmina é o rosto pra espada, viu! Ficar suja é vergonhoso demais!』
Entendo o que quer dizer, mas, sendo espada mágica que ficou selada dentro de árvore por anos, sujou bastante por causa do vento e chuva. Achando que talvez já seja tarde demais pra se preocupar com isso agora, o Kuon pensa consigo mesmo.
— Sinceramente agradeço por nos libertar da missão de anos. Sendo modesto, mas preparamos festa, então, por favor, participe.
— Muito obrigado. Mas, já jantei também, e, dessa vez, gostaria de recusar… isso, já tô com sono também…
Mesmo dizendo que a noite avançou, ainda antes das dez. Vendo isso, tipo criança mesmo, o Worufuramu sorri contraído diante do salvador sonolento da aldeia.
No fim, o Kuon vira morador da cama assim mesmo, e os elfos continuam a festa a noite toda.
A espada mágica fica cravada mesmo na raiz da grande árvore onde estava selada. Os elfos ficam preocupados se a espada mágica vai fugir de novo enquanto o Kuon dorme, mas a própria espada mágica nega isso.
『Se fugir, dessa vez, com certeza vou ser quebrada… aquele jovenzinho, se disser que vai fazer, faz. Vai perseguir até o fim do mundo, e, com certeza, vai me quebrar sorrindo, "nikoyaka". Essa pessoa é assim. Nunca posso desafiar de novo…』
Mesmo sendo espada, tremendo, "gatagata", derramando suor frio, "hiyaase", os elfos, por algum motivo, observam a espada mágica com olhar de pena.
— Isso, o bentō. Come no caminho, viu.
— Waa. Muito obrigado por se preocupar.
No dia seguinte, na entrada da aldeia élfica, tava a figura do Kuon e da espada mágica prestes a partir. O Kuon guarda na mochila o bentō recebido da Korureto.
A espada mágica tá guardada na bainha preta feita pelos elfos, saindo pra fora da mochila carregada pelo Kuon. Equipando na cintura, dificultaria pra andar, por isso.
— Passa por aqui de novo alguma vez. Dessa vez, vamos receber direitinho com festa.
— Naquela hora, conto com vocês.
O Kuon se despede dos elfos, que acenam sem parar na entrada da aldeia, começando a andar reto pela floresta. Segundo os elfos, se continuar reto assim, deve sair na estrada em direção à capital imperial de Regulus, Gararia.
『Aliás, jovenzinho, pra onde tá indo, afinal?』
— É pequeno país chamado Principado de Brunhild. Vou encontrar a família… ou melhor, quando sair na estrada, não pode falar, viu? Vão me achar pessoa estranha.
Pra quem não conhece, deve parecer criança sozinha falando sozinha, "butsubutsu". Provisoriamente, o Kuon também se preocupa com aparência social.
『Humano é incômodo mesmo, hein』
— Sinto que espada é mais incômoda ainda, mas… aliás, você tem algum nome? Como o Kuromu Ranshesu te chamava?
O Kuon pergunta o que tava curioso.
『Eu? Eu era chamada "Infinito Silvā"』
— In…? É comprido, hein. Então vou chamar de Silvā.
『Hee. Então tá. Opa, jovenzinho, vamos sair da floresta』
Diante da voz da Silvā, direciono o olhar pra frente, e dá pra ver a saída da floresta.
Saindo da floresta, ali era encosta levemente elevada, e a estrada cruzava bem diante dele.
— Deixa eu ver, sendo o sol daqui, a capital imperial Gararia deve ser… nessa direção.
Confirmando a direção, o Kuon reajusta a mochila nas costas, começando a descer a encosta. Talvez porque finalmente saiu da floresta, naturalmente, o passo fica mais rápido.
Chegando até a capital imperial Gararia, deve ter carruagem indo pra Brunhild também. Pensando que logo, logo, vai poder encontrar a família, sente-se feliz, mas, ao mesmo tempo, pensa que, se não comprar algum presente pras irmãs, vão reclamar que ele é desatento.
Tendo sete irmãs, sendo o mais novo entre elas, é bem trabalhoso de vários jeitos. Por sorte, se for capital imperial, deve ter algo apropriado.
No pior caso, se der pra irmã Furei e irmã Kūn a Silvā, com certeza não vão reclamar.
『!? Sinto algo tipo calafrio, sabe!?』
— Impressão sua, né?
Respondendo displicente à espada mágica de intuição estranhamente afiada, o Kuon começa de novo a andar pela estrada.
— Então, celebrando a nova jornada dos quatro… saúde!
『Saúde!』
Ao meu sinal, todo mundo ergue a taça bem alto. No bar anexo à Guilda de Aventureiros, aventureiros lotam a ponto de não caber mais gente.
— Parabéns! Sejam felizes!
— Cuida bem das esposas, viu!
— Vem, vem, bebe sem parar!
Quem tá sendo amassado, "momikucha", num canto do bar é o aventureiro rank ouro, Ende.
Conforme prometido, realizei a cerimônia de casamento do Ende com a Meru, e também da Nei e da Rise. Agora, é a segunda festa depois disso, evento comemorativo sendo realizado no bar da Guilda de Aventureiros.
Na cerimônia de casamento, claro, a Arisu e as crianças participaram, mas, com o entardecer, mandei as crianças de volta pro castelo pra segunda festa. É festa de aventureiros, viu? Faz mal pra educação. A Arisu também ficou no castelo. A Yumina e a Rinze tomam conta de todo mundo.
Hoje, o bar tá reservado exclusivamente, e participam aventureiros conhecidos do Ende, senhoras e moças vizinhas conhecidas da Meru e o pessoal.
— Sim, reposição de frango frito e bolo, viu! Abre espaço na mesa!
Quando a Mika-san, dona da pousada "Lua de Prata", aparece da cozinha com bandeja grande nas duas mãos, "ooh!", explode grito de torcida dos participantes.
Na cozinha, junto com a Mika-san, a Aeru-san, dona do café "Parento", e também a Rū, produzem comida em massa uma atrás da outra.
É pedido forte da Meru e o pessoal, comida e doce em bastante quantidade.
"Dodon!", colocando a bandeja grande na mesa grande onde a Meru e o pessoal estão, na hora, mãos de todo mundo se estendem pro prato. Claro, a Meru e o pessoal, mesmo trocadas de roupa, também não se contêm.
— Gostoso! Como esperado, foi acerto pedir pro Touya-san!
— Meru-sama, esse bolo é sabor que como pela primeira vez!
— Gostoso. Gostoso. Satisfeita, satisfeita.
As noivas devoram com sorriso radiante. Francamente, sem cerimônia nenhuma… o marido ainda tá lá sendo amassado pelos aventureiros, viu? Tão ignorando?
Precisamente, o Ende é marido só da Meru. Sendo que a Nei e a Rise casaram com a Meru.
Basicamente, neste mundo, quase não existe casamento entre mesmo sexo. Não é que seja proibido, parece que existe alguns exemplos.
Originalmente, casamento neste mundo não é tipo registrar em algum lugar. Nobre até faz juramento pro rei ou senhor feudal, mas.
Bom, em Brunhild também não pretendo condenar casamento entre mesmo sexo, então a Meru e o pessoal viraram oficialmente casal… casal? Casal-casal? …Bom, viraram companheiras de vida.
Mas, visto de fora, parece harém do Ende, então, por inveja, o Ende ficou nessa situação.
Terminando de algum jeito o batismo dos aventureiros, o Ende, cambaleante, vem em minha direção.
— Bom trabalho.
— Francamente, oras, minha roupa com tanto esforço virou bagunça. Aventureiro realmente não tem cerimônia nenhuma mesmo…
— Você também é aventureiro, no entanto.
E ainda, rank ouro. Já é existência capaz de receber pedido em nível nacional, oras. Eu também, mas.
— Bom, de qualquer forma, parabéns pelo casamento. Aproveita a alegria de se preocupar com a esposa e ser arrastado pela família.
— Como esperado, a palavra de quem já tem experiência é diferente. Tem peso mesmo.
Trocando piada leve, eu e o Ende brindamos a taça, "kachin".
— Bom, mesmo tendo casado, nada muda especialmente, mas…
— Onde vão morar? Vão continuar morando ali mesmo?
O lugar onde o Ende e o pessoal moram atualmente é casa comum em Brunhild.
Casal recém-casado morar em casa nova é coisa comum, mas, originalmente, esses quatro já moravam juntos, afinal.
— Podia continuar morando ali mesmo, mas, tendo dinheiro razoável, penso até em construir casa nova. Vê só, eventualmente, quando a Arisu nascer, vai ficar apertado, né? Como esperado, quero criar com folga numa casa com jardim.
O Ende é aventureiro rank ouro, e também tem habilidade de teletransporte. De qualquer jeito, deve conseguir ganhar dinheiro. Se, com o dinheiro desse cara, os carpinteiros de Brunhild prosperarem, é história bem-vinda mesmo.
— Tem plano de expandir o quarteirão pro sul da cidade. Planejo construir estação de trem mágico eventualmente ali. Se for esse lugar, ainda dá pra escolher local livremente, mas, o que acha?
— Se for isso, deixa eu ver depois.
Enquanto conversamos sobre a nova casa a construir, de novo o Ende é levado embora pelos aventureiros recém-chegados. Trabalhoso, hein. Bom, hoje é o protagonista, então não tem jeito, né.
Esse cara já se acostumou completamente com este mundo, hein. Sinto que tem mais amigo que eu… parece também ser querido pelos aventureiros.
Pensando bem, segundo a Arisu, no futuro, esse cara vira mestre da Guilda de Aventureiros, né.
Vendo essa cena, sinto que entendo um pouco. Em certo sentido, pessoa certa no lugar certo, talvez.
— Vossa Majestade.
— Ah, Rerisha-san. Como vai.
Enquanto penso boiando esse tipo de coisa, chega a atual mestre da Guilda.
Aqui é bar anexo à Guilda de Aventureiros, e faz sentido a mestre da Guilda vir pro casamento de quem dá pra chamar de topo dos aventureiros, rank ouro.
Afinal, sendo eu ocupado com trabalho de rei, quase todos os pedidos rank ouro passavam pro Ende. Em contribuição, esse cara deve estar bem acima de mim.
A Rerisha-san continua com o vestido que usou no casamento do Ende. A Rerisha-san é bonita e élfica, então chama bastante atenção, mas não tem homem sem noção aqui pra tentar cortejar o topo da Guilda de Aventureiros.
— Sobre aquele remédio.
A Rerisha-san, de pé ao meu lado, murmura em voz baixa.
Aquele remédio deve ser o remédio mágico que os "apóstolos do deus maligno" espalham. Será que descobriram algo?
— Entre os aventureiros do continente oriental, parece não estar circulando tanto assim. Não sei se tem alguma intenção nisso, mas…
— Sendo divulgado como remédio milagroso contra a Doença da Flor Dourada, né. Por aqui, deve ter pouca gente querendo mesmo.
Doença da Flor Dourada. Doença estranha dita ter surgido em Aizengarudo, mas, na realidade, é coisa tramada pelo deus maligno pra transformar humanos em espécie mutante.
Ganhou vários rumores adicionais, chegando a boato de que Aizengarudo desapareceu por causa da Doença da Flor Dourada. Por causa disso, no continente ocidental, muita gente colocou a mão nesse tipo de remédio suspeito.
Mas o que não entendo é por que fazem isso, afinal.
Pedindo pra Furora, do "Prédio de Alquimia", analisar o remédio dourado que a Yakumo trouxe, ficou claro que esse remédio tem "maldição" forte aplicada.
Humano comum, tendo a mente corroída, vira vazio e acaba assim. É remédio tipo compensação da Coroa Roxa, "Fanatikku Viora", condensada.
Só pra matar pessoa, é método rebuscado demais. Deve ter outro objetivo, mas…
— De qualquer forma, já avisamos a Guilda de Aventureiros do continente oriental. Se tiver movimento, aviso na hora.
— Desculpa pelo trabalho.
— De jeito nenhum. Sendo pedido de aventureiro rank ouro, afinal.
A Rerisha-san responde sorrindo. Mas a Guilda de Aventureiros ainda não penetrou tanto assim no continente ocidental. Melhor pedir pra Shiruetto-san, do "Gato Preto", investigar naquele lado.
— Ultimamente, tem bastante incidente estranho, hein. Ocorrendo estouro em massa em vários lugares, e também chegando relato de moradores de vila desaparecendo de repente.
— Moradores de vila?
— Sim. Em vila de pesca litorânea ao norte de Rīfurīsu. Quando o mercador ambulante costumeiro visitou, parece que todos os moradores tinham desaparecido sem sobrar nem um. Sem sinal de ataque de bandido ou pirata… só, incontáveis pegadas estranhas indo em direção ao mar, dizem.
Diante da história da Rerisha-san, franzo o cenho. Vila de pesca litorânea. Local ao norte de Rīfurīsu.
A ilha que a Yoshino nos levou, atacada por homem-peixe, fica nessa área marítima. Aquele homem-peixe que atacou aquela ilha foi repelido pela Yoshino, mas, se por acaso aquele homem-peixe tivesse atacado outra vila também?
Todos os moradores viraram homem-peixe, e foram levados assim pro mar?
Como imaginei, a base deles deve ser no fundo do mar, hein. A "Arca" roubada tem capacidade de submarino. Ordenei o Sango e o Kokuyō, e pedi pros subordinados (raça de escama de peixe) buscarem dentro do mar também, mas…
Se for pra lugar com muita fera mágica marinha, os peixes normalmente acabam sendo comidos, afinal…
— Isso, precisa de aparelho de busca subaquática, hein…
Aparelho de busca autônomo subaquático. Ou Frame Gear subaquático, ou equipamento subaquático.
Talvez precise pensar até em invadir a "Arca".
Deixa eu consultar um pouco o Doutor e a técnica Eruka. Agora, o Professor também tá lá, talvez consiga alguma ideia.
Bebo de uma vez a água de fruta restante no copo.