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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 520

A Batalha na Terra Devastada, e a Separação Independente

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Capítulo 520 – A Batalha na Terra Devastada, e a Separação Independente

Antes de despertar o Gigantesu, primeiro teletransporto pra Aizengarudo, confirmando o local. Ficaria em apuros se, sem saber, alguém tivesse começado a morar ali.

O local onde ficava a capital de Aizengarudo, a Cidade Industrial Aizenburuku, continua como sempre em ruínas. Investigando com [Search], mas não tem humano. Não tem humano, mas…

— [Search: Golem Demônio]… sem reação, hein.

Achei que o golem demônio e a mulher de máscara de ferro que a Yakumo mencionou ainda estivessem por ali, mas parece que não tá nessa proximidade.

Será que, tendo deixado a Yakumo escapar, temeram vinda de time de investigação?

Bom, se não tiver ninguém, é conveniente. Se for aqui, mesmo que bagunce um pouco, não deve causar dano.

Primeiro, chamo todo mundo aqui, deixando embarcar na máquina exclusiva. Depois disso, só eu volto pra cidade subterrânea, teletransportando o Gigantesu pra Aizengarudo com [Gate] de amplo alcance.

Depois, também teletransporto pra Aizengarudo, participando com o Reginreivu… bom, é plano meio grosseiro, mas é assim mesmo.

Chamo todo mundo já pra este lado, cada um embarcando no Frame Gear. Parece que o Ende também vai participar. Bom, objetivo provavelmente é acompanhar a Arisu, mas.

『Uwaa, o campo de visão é alto! Uwa, de fato, sinto que o movimento é mais pesado que o Frame Gear comum!』

Essa Arisu tá sendo arrastada pelo Orutorinde Ōbārōdo, que monta pela primeira vez. Talvez pra confirmar, anda de um lado pro outro, erguendo e abaixando o braço.

Embaixo, o Cavaleiro Dragão montado pelo Ende observa preocupado, agitado. Se acalma, papai.

『Ya!』

Enquanto isso, o Geruhirude, montado pela Rinne, emprestado da Eruze, dispara do braço o Pairu Bankā fatal. Esse lado não parece ter tanta estranheza assim. Move bem. Comparado à pilotagem da Eruze, sinto levemente mais bruto, no entanto.

Essa também tem a mãe Rinze observando a Rinne, mas, diferente do Ende, observa calma. Como esperado, minha esposa é diferente mesmo.

Originalmente, máquina exclusiva só quem pilota deveria conseguir usar, mas parece que família com qualidade de mana parecida, tipo pai-mãe-irmão, não sofre tanto fardo assim. Sendo o Eruze irmã gêmea da mãe, deve ser por isso que a Rinne consegue montar sem problema na máquina dela.

Do lado da Arisu, é Phrase… ou melhor, deve ser característica racial do pai, então muda completamente a qualidade da mana, então esse lado também parece não ter problema.

Certo, então, por ora, só eu volto pra Gandirisu.

Na cidade subterrânea, todo mundo tava reunido diante do monitor preparado. No monitor, como sempre, o Orutorinde Ōbārōdo e o Geruhirude confirmam o movimento.

Observando isso absorto tá o rei deste país, o rei do aço.

— Isso é o golem gigante que o Principado de Brunhild possui, hein… se não me engano, se chama Frame Gear?

— Precisamente, não é golem, mas… bom, isso mesmo. Com essas, vamos derrotar o Gigantesu.

— Mesmo agora, tá tudo bem mesmo? Aquilo é arma de batalha decisiva. Uma das coisas que antigamente destruiu a civilização deste continente, viu?

— Bom, deve ser razoavelmente forte, mas… não acho que seja mais forte que o deus maligno, então deve tá tudo bem. Se chegar ao limite, tem também carta na manga. Certo, então, vou teletransportar o Gigantesu?

Nesse caso, "carta na manga" seria usar totalmente o poder divino com [Liberação Divina], virado deus superior, aniquilando o Gigantesu.

Provavelmente, o Gigantesu deve virar cinza, então, sem dúvida, vou levar reclamação de Gandirisu, da Kūn, do Doutor e o pessoal. Se possível, quero evitar isso.

Certo, já que todo mundo tá esperando do outro lado, melhor entregar logo esse trambolho gigante.

— [Gate]

Embaixo dos pés do Gigantesu, se espalha [Gate], e a quantidade grande de terra e rocha enterrada cai junto. No instante de cair, luz percorre a superfície da armadura do Gigantesu. Provavelmente, capturou isso como ataque, reiniciando do modo hibernação.

Fecho o [Gate] onde o Gigantesu caiu, abrindo novo [Gate] pequeno, teletransportando também pra Aizengarudo.

O Gigantesu, enterrado na terra e rocha atraída, tava caído, mas logo levanta o corpo grande, se erguendo do monte de rocha desmoronado, "garagara".

Esse corpo, menor que o deus maligno, mas ostentava tamanho parecido ao Hekatonkeiru. Ou seja, é do mesmo tamanho que espécie superior de Phrase.

Essa forma é gigante. Mas, diferente do design refinado do Frame Gear, tem aparência retrô e tosca de alguma forma.

Vários tipos de peça diferente presos desordenadamente, sem exagero, não daria pra chamar de estiloso.

Das costas, saem vários tubos, soltando vapor de mana brilhante.

Braço longo e grosso, perna grossa, mas, apesar disso, cabeça pequena, dando impressão bem desequilibrada.

Na cabeça, não tem rosto nenhum, tendo formato tipo elmo Ā́metto. De dentro do que parece fenda estreita comprida de lado, espia brilho de olho de câmera.

『Gagagagagaga…』

Rugindo com voz tipo rangido, o Gigantesu ergue os dois punhos.

『!? Frente! Yae-san, Hiruda-san, evitem, por favor!』

『!? Entendido!』

『S, sim, entendido!』

O Shuveruto Raite da Yae e o Jīkurūne da Hiruda, que estavam de frente pro Gigantesu, seguindo a ordem repentina da Yumina, recuam de frente pra lateral.

No instante seguinte, esticando o braço comprido, os dois punhos do Gigantesu batem no chão.

No instante, sinto o chão tremer intensamente, e, feito tsunami, a terra na frente do Gigantesu se revira.

Feito dobrando a beira de um tapete, criando onda, o tsunami de rocha e terra atinge a frente do Gigantesu.

Se não reagissem à fala da Yumina agora há pouco, a Yae e a Hiruda teriam sido envolvidas nesse tsunami de rocha.

Provavelmente, deve ter ativado a característica de linhagem divina da Yumina, [Visão de Futuro].

『Usou técnica parecida com [Onda de Terra] de magia de terra, hein… será que essa é a habilidade de golem dessa máquina? Ou será função de outro item mágico?』

Escapa esse tipo de voz da Rin, montada no Gurimugerude. Análise depois, né. Com certeza, a Kūn faz isso sem nem precisar pedir.

Opa, eu também não posso ficar assim parado.

— [Reginreivu]!

Invocando do [Storage] minha máquina favorita, Reginreivu, subo com [Fly], embarcando direto na cabine. Faz tempo que não luto com esse cara, hein.

Enquanto subo no ar com o Reginreivu, chega comunicação do Herumuvīge da Rinze, também voando em formato de voo igual.

『Touya-san. Primeiro, deixa a gente fazer sozinha?』

— Eh? Não tem problema, mas… tá tudo bem?

Nesse caso, "tá tudo bem?" não é direcionado pra Rinze e o pessoal, mas principalmente pra Arisu e Rinne. Enfrentar inimigo desconhecido com máquina não familiar é difícil. Também pensei em ajudar, mas.

『Sem precisar da força do papai, consigo! Deixa comigo!』

『Como disse a Rinne! Vossa Majestade, fica aí olhando! Papai também!』

『Eh!? Espe, Arisu!?』

Escapa voz apressada do Ende. Uuun, bom… deve tá tudo bem. A Rinze e o pessoal já são súditas divinas atualmente, tem sete delas presentes, além disso, também tem apoio da vovó Tokie, deusa superior. Só isso já é superproteção demais mesmo.

— Entendido. Mas se ficar perigoso, vou intervir, tá?

『『Uhum!』』

Da caixa de som, chega resposta animada da Rinne e da Arisu. Também escuto voz do Ende apressado, "eh!? Espe, Touya!?", mas ignoro.

『Certo! Então, vamos…!』

『Espera. Avançar sem estratégia contra adversário mal conhecido é o cúmulo da tolice. Primeiro, observar a reação do adversário enquanto pensa forma de atacar.』

『Opa… táta』

A Hiruda para a Rinne, que já tentava avançar de uma vez com o Geruhirude. Essa criança, melhor consertar um pouco o conceito de "primeiro, ataque!" mesmo…

Enquanto penso isso, a armadura do ombro do Gigantesu abre feito porta gaivota. Ali dá pra ver alinhado pod de míssil.

『Ga』

"Bashu!", de uma vez, centenas de mísseis são disparados em nossa direção. Chuva de mísseis vindo em nossa direção arrastando fumaça de mana brilhante.

『Deixa comigo! [Casca de Poeira Estelar]!』

O Orutorinde Ōbārōdo montado pela Arisu se posiciona na frente de todo mundo, erguendo a mão esquerda de frente.

Num piscar de olhos, pequenas luzes em formato de estrela se reúnem, criando grande barreira de defesa.

A barreira estelar bloqueia os mísseis, explodindo repetidamente. Míssil desviado destrói o chão, e a explosão espalha entulho.

Poder destrutivo considerável, hein. Se algo assim fosse disparado dentro da cidade subterrânea, com certeza teria causado desmoronamento.

Terminando de disparar, cessando a chuva de mísseis, o Ōbārōdo ergue o braço direito.

『Devolvo pra você! [Canhão de Punho]!』

O braço direito do Ōbārōdo, separado do cotovelo, voa em direção ao Gigantesu. É o golpe fatal, soco-foguete, [Canhão de Punho].

『E, junto disso! [Armamento de Cristal]!』

O braço direito voando, num instante, é coberto por cristal, virando formato tipo ponta de flecha maligna.

Comparado ao corpo grande do Gigantesu, até o Ōbārōdo de mais de trinta metros parece pequeno.

Se o Gigantesu fosse tamanho de adulto humano, o Ōbārōdo seria só tamanho de bebê.

Mas, se voasse pedra tamanho punho de bebê, como seria? Não seria bem dolorido?

O Gigantesu recebe no peito, sem esquivar, o soco-foguete vindo de frente.

A ponta de flecha de cristal batendo com força parecia ter perfurado direto o Gigantesu, mas não conseguiu atravessar aquela armadura.

『Eh!?』

A Arisu ergue voz de surpresa. O braço direito do Ōbārōdo, perdendo o ímpeto, cai assim mesmo, e, bem antes de bater no chão, volta de novo feito bumerangue até embaixo da Arisu, encaixando com a parte do cotovelo do braço direito.

『Não fez efeito nenhum…?』

『É o punho do Ōbārōdo, viu?』

A Hiruda e a Yae erguem o olhar pro Gigantesu ileso. Em poder destrutivo simples de máquina, o golpe do Ōbārōdo é o mais forte entre todos os Frame Gear. Em troca, o movimento é lento, e o gesto inicial também é fácil de perceber, sendo fácil de desviar.

Receber isso direto de frente, sem dano? E ainda por cima, coberto com [Armamento de Cristal] da Arisu? Quão duro é isso, afinal.

Não pode ser, será que usa material cristalino?

『Quando o punho bateu, ecoou som estranho. Tipo borracha dura… aquela armadura do peito talvez não seja metal』

Chega comunicação assim da Sakura, montada no Rosuvaise. Era isso? Não entendi bem, mas…

Mas, borracha dura? Não é metal? Quer dizer que é armadura resistente a impacto e choque, é.

『Se for isso, deve ser corte, hein. Sakura-dono, magia de apoio, por favor!』

『Entendido』

Diante da fala da Yae, os dois itens de amplificação sonora nas costas do Rosuvaise se movem pro ombro, abrindo a ponta tipo canhão.

Na terra devastada de Aizengarudo, entra suavemente pequena melodia. Essa música é…

A Sakura começa a cantar. Essa música criada como tema de filme onde protagonista monta em dragão branco, começa com fade-in, terminando com fade-out, estrutura sem começo nem fim. Parece que representa literalmente o título, "sem fim".

O apoio mágico da Sakura fortalece a máquina de todo mundo.

『Estilo Kuzunoshinmei, técnica secreta, Hōyoku Hizan!』

『Estilo de Espada Resutia, primeiro tipo, Lâmina de Vento!』

O Shuveruto Raite da Yae e o Jīkurūne da Hiruda, ao descer a espada e o sabre, disparam corte cortando o ar em direção ao Gigantesu.

Sendo corpo grande, o Gigantesu não consegue desviar, recebendo em cheio esse ataque na coxa e na lateral do corpo.

Dessa vez, não ficou ileso, cortando lindamente parte da armadura. Mas, em tamanho comparativo, seria tipo arranhão pra humano.

『Muu. Não tá surtindo efeito grande, hein.』

『É incômodo justamente por ser grande, viu.』

O Gigantesu, com o corpo cortado, desce o punho furioso contra a Yae e o pessoal.

Ambas desviam sem dificuldade, mas ficam expostas à chuva de entulho arrancado do chão espalhado.

Mas tanto a Yae quanto a Hiruda derrubam tudo com a espada. Como sempre, absurdo, francamente…

Das plataformas de artilharia interceptação automática instaladas em vários lugares do corpo do Gigantesu, espalha ao redor algo tipo laser.

『Wa, wa』

A Rinne, montada no Geruhirude, parecia estar dentro do alcance, recebendo ataque concentrado. A Rinne, aproveitando a mobilidade do Geruhirude, esquiva habilmente a chuva de laser.

『Rinne! Segura!』

『Mamãe!』

No Geruhirude que suportava o laser, o Herumuvīge montado pela Rinze, em formato de voo, avança. Segurando o gancho disparado da parte inferior do Herumuvīge, o Geruhirude se afasta pro céu junto com o Herumuvīge.

O Gigantesu direciona os dois canhões laterais da cabeça pras duas máquinas fugindo pro céu.

『Não deixo』

Diante do rosto do Gigantesu, disparam centenas de balas de cristal. É o Gurimugerude da Rin.

Não conseguindo destruir o rosto, mas parece ter desviado a atenção, o corpo grande do Gigantesu vira em direção ao Gurimugerude.

Soco telefônico exagerado é disparado contra o Gurimugerude terrestre, mas, prevendo isso, a Rin desvia com movimento hover.

O Gurimugerude, sendo o segundo mais pesado depois do Ōbārōdo, tem mobilidade baixa. Fiquei levemente tenso.

Das plataformas de artilharia interceptação automática do Gigantesu, de novo dispara laser, e o Cavaleiro Dragão do Ende e o Varutoraute da Rū, equipado com Unidade B, atravessam o campo de batalha feito perturbando.

Aproveitando o intervalo disso, a Buryunhirude da Yumina mira precisamente, destruindo uma atrás da outra as plataformas de artilharia interceptação.

Como sempre, consegue acertar precisamente de lugar tão distante assim, hein…

『Mu? A ferida aplicada agora há pouco tá fechando?』

Direciono atenção diante da voz da Yae, e vejo a parte danificada aplicada pelo Shuveruto Raite e o Jīkurūne se regenerando. Chi, como imaginei, igual ao Hekatonkeiru, tem função de auto-reparo.

Incômodo, mas, mais rápido que a função de reparo funcionar, só resta destruir o interior com ataque concentrado num ponto. Só a armadura é reparada, o interior não é restaurado.

『Papai! Me dá arma! Do tipo pra chutar ou socar!』

— Ha?

Sem perceber, chega comunicação do Geruhirude, montado em cima do Herumuvīge da Rinze, voando pelo ar feito prancha de surf.

Espera, você não tinha dito algo tipo "sem precisar da força do papai"? Bom, tanto faz.

— Deixa eu ver… transformação de forma, couraça de ferro, proteção de canela.

Das doze placas de cristal equipadas nas costas do Reginreivu, duas separadas dos dois lados voam mudando de forma até o Geruhirude da Rinne.

A Rinze disse que não podia usar minha ajuda, mas isso deve tá tudo bem, né?

O punho do Geruhirude também usa material cristalino, mas, sendo adversário tal, deve precisar de algo melhor pra socar.

A placa de cristal transformada em manopla de combate é equipada nas duas mãos do Geruhirude, virando arma maligna com três protuberâncias.

Igualmente, na perna também, transforma cobrindo tipo armadura da altura do joelho pra baixo.

『Certo, vamos!』

O Herumuvīge, carregando o Geruhirude montado pela Rinne, sobe até acima da cabeça do Gigantesu.

O Gigantesu, distraído com o Cavaleiro Dragão do Ende e o Varutoraute da Rū correndo pelo chão, parece não ter na mira as duas que não atacavam.

Aqui, sinto a diferença entre golem e robô. Sinto humanidade estranha. Dá pra ver de relance algo tipo sentimento.

Golem não é robô simples. Também tem máquina que falha ou fica feliz igual humano. Especialmente máquina antiga tem essa tendência forte.

No caso do Hekatonkeiru, tinha dentro aquele velho ciborgue, então era diferente, mas sinto que o Gigantesu também tem algo tipo reconhecimento de emoção própria, além de obedecer à ordem programada. Mesmo assim, não funciona persuasão, e também não tem motivo pra hesitar.

Do Herumuvīge girando acima da cabeça do Gigantesu, o Geruhirude salta com disposição.

『Chute Meteoro────!』

Pela magia de gravidade [Gravity], o chute vertical do Geruhirude, virado peso absurdo, desce em cima da cabeça do Gigantesu.

"Megya!", junto com som surdo, a cabeça do Gigantesu afunda dentro do corpo.

O peso total do Geruhirude, se não me engano, seria uns sete toneladas? Isso multiplicado dezenas de vezes, caindo, faz sentido isso acontecer mesmo. Diferente de bacia caindo em cima. Seria tipo bola de golfe de chumbo caindo de altitude absurda na cabeça de humano?

O Gigantesu para de se mover, dobrando o joelho no chão, tombando pra frente assim mesmo.

— Derrotou…?

Escapa esse tipo de voz de alguém observando essa luta no monitor da cidade subterrânea.

Diante de desfecho absurdamente simples assim, expressões alinhadas sem saber se devem ficar felizes ou surpresas.

— Como esperado da minha máquina e da nossa filha. Conseguiram, hein. Mas…

— É mesmo. Não parece que vai terminar assim.

Diante dessa conversa da Eruze e da Sū observando calmamente o monitor, o olhar de todo mundo se direciona de novo pro Gigantesu exibido na tela.

Do corpo inteiro do Gigantesu caído, de uma vez, "bashuuuuuu!", jorra algo tipo vapor.

— Aaaa…! Eu pedi pra não estragar tanto assim…!

Diante do Gigantesu soltando fumaça, "mokumoku", só a Kūn observa o monitor com coração aflito. Diante dessa Kūn, as duas irmãs mais velhas, Yakumo e Furei, direcionam olhar tipo atônita.

No monitor, do Gigantesu caído, jorra vapor ainda mais forte.

No instante seguinte, junto com som surdo, "gagon", o braço direito do Gigantesu caído se solta do ombro.

Igualmente, "gagon", também se solta do cotovelo pra baixo. Consecutivamente, som "gagon, gagon" ecoa em meio à fumaça branca subindo, e, quando a fumaça se dissipa, o corpo grande do Gigantesu tava dividido em várias peças, desmontado.

Braço superior e antebraço, dos dois lados. Igualmente, coxa e canela, dos dois lados. E cabeça, tronco superior, tronco inferior.

O Gigantesu, desmontado em onze peças, não foi por causa do ataque do Geruhirude de agora há pouco.

— E, ei, olhem! Aquilo!

Ecoa esse tipo de voz de alguém observando o monitor.

Uma das peças separadas começa a se transformar, "gachagacha", virando novo golem humanoide.

Tamanho parecido com o Frame Gear. Seguindo isso, as onze peças separadas viram, cada uma, novo golem gigante independente. Não, só a peça da cabeça continua amassada, sem se mover, então, no total, são dez unidades.

— Mumu. Aquele tal Gigantesu, tinha estrutura igual ao Ōbārōdo, é.

— Mecanismo de combinação e separação! Tô empolgada!

Diferente do rosto amargo da Sū, direcionando olhar brilhante pro monitor, a Kūn recebe de novo olhar atônito das duas irmãs mais velhas, Yakumo e Furei.


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