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Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 522

O Sermão, e o Nobre da Capital Imperial

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Capítulo 522 – O Sermão, e o Nobre da Capital Imperial

— Tanto assim! Ta-a-anto assim, mesmo eu tendo pedido pra não estragar na medida do possível, ficar quase completamente destruído, como assim!? Como assim!? Papai, afinal, o que estava fazendo!?

— Deixa eu ver, não fiz nada… mas isso, é que…!

— Desculpa proibida!

A Kūn tá extremamente irritada.

Bom, entendo o sentimento. Golem raro, arma de batalha decisiva reunindo o auge da civilização antiga, ficou quase todo destruído.

A unidade de coxa, "bararabara", cortada ao meio. A unidade de antebraço, coberta de rachadura pelo corpo todo com a arma de ressonância da Sakura. O abdômen derrotado pelo Ende e as unidades de braço superior derrotadas pela Yae e a Hiruda ainda tão razoáveis, mas a unidade de canela, derrotada por todo mundo junto, foi destroçada em pedaços pelo Canhão de Punho do Ōbārōdo.

E ainda, pra piorar, o Cristal Q, cérebro geral e mais importante do Gigantesu, tava na unidade de cabeça, e o G-Cube, que era a enorme fonte de energia, tava na unidade de peito — ambos roubados pelos apóstolos do deus maligno.

Esse último erro, mesmo sem ser a Kūn, qualquer um ficaria bravo mesmo. Não posso negar que não houve descuido.

Mas a primeira metade, deixar o Gigantesu todo destroçado, também é minha culpa?

— Tá entendendo!? Aquele Gigantesu era golem precioso, pre-cio-so, deixado pela civilização antiga dos golem, viu!? Se pedir pra construir, com o poder de Babylon, provavelmente conseguiria construir. Mas não é sobre isso! É valioso justamente por ser peça única, resultado do suor e esforço de tentativa e erro dos técnicos antigos! E isso… tá. Es. Cu. Tan. Do, papai!?

— Ha? A, aa, tô escutando, escutando. Desculpa. E, o que era mesmo?

— Não tá escutando!

A Kūn fica ainda mais furiosa.

Não, é que a figura brava dela é tão parecida com a mãe… sem perceber, senti nostalgia… quantas vezes já fui repreendido assim mesmo.

Raça diferente, mas essa criança também herda o sangue da mãe, hein, pensei, e, de alguma forma, fiquei feliz.

— Por que tá rindo!? Vou ficar brava de verdade, viu!?

— Sim, desculpa…

Cai o raio da Kūn em cima de mim, que sorria contraído. Ruim, parece que fiquei ainda mais irritada.

— Já chega por aí. Você também não achava que ia conseguir sem nem um arranhão, achava?

— Isso… é verdade, mas…

Chega voz de contenção da Eruze, que não participou do combate. Salvo. Já tô sendo repreendida, ajoelhada, por uns bons trinta minutos.

— Bom… como direi. Mesmo em peças separadas, deve dar pra conseguir bastante tecnologia. Comparado com destruição completa do país, foi muito melhor.

— Que bom ouvir dizer isso…

Fui consolado com olhar de pena pelo rei do aço. Talvez a Kūn, pra evitar que eu fosse cobrado pelo rei do aço, tenha me repreendido assim publicamente de propósito.

— Francamente, oras! Aa, que desperdício, que desperdício…!

…Talvez não seja isso.

— Por ora, tá bem processar e analisar o Gigantesu nesta cidade subterrânea? Claro, nós também queremos participar.

— Isso mesmo. Ficaria agradecido se pudessem fazer isso.

O Doutor fala com o rei do aço, batendo, "peshipeshi", na peça do abdômen que tirei do [Storage]. …Não, você já aplicou [Analyze] e analisou agora mesmo, né.

— E, mais uma coisa. Sobre o que fazer com essa cidade subterrânea…

— Umu. Isso, sem dúvida, é território do nosso país, mas, precisamente falando, essa cidade já existia antes do nosso país ser fundado. Se for isso, sendo eles habitantes originais, seria necessário reconhecer direito de autonomia, mas, sendo que todos os moradores são golem, é caso bem difícil mesmo…

A Perurūshika e o pessoal não têm contratante. Precisamente, o contratante já faleceu. Se os moradores desta cidade eram os contratantes, o sistema de sub-mestre pra passar pra descendência também não faria sentido. Afinal, os moradores foram completamente extintos sem sobrar nenhum.

Se for isso, normalmente, seria resetar tudo uma vez, fazendo novo contrato de mestre, mas…

— Recusado! Golem que sobreviveu à Grande Guerra dos Golem Antigos, viu!? Apagar essa memória, impensável! Mesmo tendo usado dispositivo de hibernação, manter o estado de conservação tão bom assim, e ainda por cima manter a memória, tipo antropomórfico assim, é coisa incrível, viu!?

Sou fortemente contestada pela técnica Eruka. Parece que existem alguns golem descobertos mantendo a memória. Nosso Coroa Branca, Arubusu, também é assim, e o Coroa Azul do Robēru, Burau, também mantém certo grau de memória.

Mas parece que golem antropomórfico, mantendo relação próxima com humano, quase nunca é descoberto mantendo a memória assim.

Golem antropomórfico, basicamente, tem construção delicada, então quebra fácil, e ainda mais, costuma ser transferido de pessoa pra pessoa.

Toda vez que é transferido pra alguém sem parentesco sanguíneo, é resetado pra novo contrato, então memória de era da civilização antiga praticamente não sobrevive.

Golem antropomórfico é construído baseado na convivência com humano. Isso significa que guarda memória de cultura popular, costume, e vida das pessoas da era da civilização antiga.

Pelo menos, a Perurūshika tem essa memória. Apagar isso seria equivalente a jogar fora coisa de valor histórico.

Ou seja, quer dizer que ela não pode conseguir novo contratante. Não, melhor dizer "não vou deixar", talvez.

A Perurūshika, mesmo sendo golem, tem personalidade independente, então acho melhor deixar como tá, ela continuando a governar essa cidade subterrânea, mantendo isso.

O rei do aço também concordou com isso. A cidade subterrânea pode se desenvolver como ponto de conexão do túnel. Originalmente sendo antropomórfica, a Perurūshika deseja contribuir pras pessoas, então não parece ter recusado essa proposta.

Aa, é mesmo, tava no meio de cavar o túnel, né… vai dar trabalho cavar de novo, hein.

— Do que tá falando, você não fez nada, oras.

— Se for dizer isso, a Eruze também não fez nada…

— Eu não consigo usar magia de terra. Vem, cava rápido, rápido. Vou levar o Ende também.

— Eh!? Eu não tenho nada a ver com isso!?

Diante do arremesso inesperado vindo da irmã mais nova de artes marciais, o irmão mais velho fica agitado.

A Kūn parece absorta com o Gigantesu, não devendo ajudar mesmo, e a Rin também deve tá cansada, hein. Nesse caso, vamos nos contentar com o Ende.

— "Nesse caso" o quê!? Vocês, recentemente, tão me tratando muito displicente, viu!

O Ende contesta com olhar levemente cheio de lágrima, mas, hahaha, o que tá dizendo agora. Você virou exatamente esse tipo de posição mesmo.

— Vem, vamos. Eu firmo, você só cava sem parar.

Seguro a gola do Ende, usando [Power Rise] pra arrastar à força. Vamos terminar logo isso e voltar.

— Ah, espe, Touya!? A, Arisu! Para esse cara!

— Papai, se esforça!

— Aaaa, já chega! Vou me esforçar sim, viiiiiiiiii!

Sinceramente, graças à Arisu, ficou mais fácil de lidar com você mesmo.

Enquanto ocorria essa confusão no país do aço, na capital imperial de Regulus, Gararia…

— Falta dinheiro, hein…

Na rua central movimentada da capital imperial, sentado num banco perto da fonte no parque central adiante, o Kuon tira o conteúdo da carteira, murmurando com suspiro.

『Dinheiro, é? Como sempre, humano se deixa levar por coisa estranha, hein.』

Da espada apoiada no banco, ecoa pequena voz. Não tem ninguém por perto, então essa voz só o Kuon deve conseguir ouvir.

『Não entendo bem, mas, a tarifa da carruagem coletiva até a terra natal do jovenzinho é tão cara assim?』

— Não, isso em si não é caro, então dá pra embarcar com o dinheiro que tenho.

『Então, qual o problema, hein?』

— Não tenho dinheiro pra comprar presente…

"Haa…" junto com suspiro, o garoto de seis anos murmura baixinho. No rosto dele, dá pra sentir certa angústia e resignação. Não é expressão que garoto de seis anos deveria ter.

『S, souvenir, é? Não deveria ter problema mesmo sem isso, penso…』

— Não pode. O pai e a mãe não devem se importar, mas as irmãs, com certeza, vão reclamar. Isso, com certeza mesmo, insistentemente.

Ele tem sete irmãs. Entre elas, a mais gentil, Eruna, talvez não fale nada, mas os outros seis, com certeza, vão reclamar. Ou melhor, até a única irmã mais nova, Sutefu, com certeza vai reclamar se souber que não tem presente.

Por isso, não existe opção de não comprar. Mas, descontando a tarifa da carruagem coletiva, falta dinheiro pra presente de várias pessoas. Se comprar algo barato qualquer, talvez levem indireta chata. Isso, não quer.

— Já não tenho mais nada que possa virar dinheiro, hein…

『Por que fica me olhando de relance, hein!? Venda proibida, viu!』

Com certeza, mesmo o Kuon, não tem intenção de vender a Silvā. Se for a Silvā, máquina antiga, deve valer valor considerável até no continente oriental, mas, se fizer isso, com certeza vai cair o raio da Kūn.

O Imperador que governa o Império de Regulus é avô da Āshia, irmã do Kuon. Pro Imperador, não seria estranho considerar o Kuon como neto por casamento, mas não teria como ir de repente pro castelo dizer "sou seu neto por casamento, então empresta dinheiro, por favor".

— Mesmo dizendo isso, não vão acreditar, hein…

Na realidade, o Touya já contou pro Imperador com antecedência, então, se fosse com sinceridade até o castelo, o problema estaria resolvido, mas ele não tinha como saber disso.

— No pior caso, transformar o dinheiro de viagem em presente e correr até Brunhild dá pra resolver de algum jeito… ou caçar fera mágica e vender o material… nesse caso, deveria ter ganhado um pouco mais na aldeia élfica, hein…

"Uuun", cruzando os braços, o Kuon inclina a cabeça pensativo, e a Silvā apoiada murmura em voz baixa pra não ser notada ao redor.

『Jovenzinho, jovenzinho. Olha aquilo, por favor. O que é aquilo, hein?』

— Nn?

Quando o Kuon ergue o rosto, tinha aglomeração de gente perto da fonte. Dois homens gritam pra pessoas reunidas.

— Vem, vem, senhoras e senhores! Essa boneca mecânica aqui, isso é o "golem" usado no continente ocidental, novo escravo pra substituir escravo humano!

— E ainda, esse aí é "máquina antiga", desenterrado de ruína antiga, com poder absurdo! Normalmente, não venderia por preço tão baixo assim, se quer comprar, é agora!

Passando por baixo dos pés da aglomeração, o Kuon chega diante da dupla gritando.

Homem grande careca de aparência ruim, e homem magro de olhar afiado e nariz aquilino discursam com paixão pra multidão reunida. Atrás deles, golem grande cor de ferro escuro de quase três metros, com etiqueta de preço pendurada no pescoço.

Altura em torno de quatro metros. Corpo grande, cabeça pequena. Perna grossa, braço também grosso. Numa olhada, parece golem de tipo força.

— Consegue mesmo se mover? Mostra se movendo, por favor.

— Claro que sim. Ei, cumprimenta o pessoal!

Quando o homem de nariz aquilino ordena o golem, o golem preto ergue os dois braços grandes acima da cabeça. "Ooh!", ecoa voz de admiração dos espectadores.

No meio deles, homem de aparência tipo comerciante, gordinho e bem vestido, chama atenção do homem de nariz aquilino.

— Fumu. Quanta força consegue emitir isso?

— Consegue erguer até carruagem inteira facilmente. Também dá pra usar pra transportar carga, ou pra escolta de viagem. Nesse preço, é pechincha, viu.

O homem tipo comerciante gordinho pensa por um tempo, mas, eventualmente, tira a carteira do bolso interno.

— Certo, então vou comp,

— Melhor não fazer isso, viu?

Diante da voz repentina vinda de baixo dos pés, o homem comerciante surpreso direciona o olhar pra lá.

Ali, garoto de uns cinco, seis anos com cabelo loiro liso preso atrás, de pé. Na mão, segura pequena espada curta na bainha.

Por instinto, o homem comerciante sente que esse garoto é diferente de garoto comum de alguma forma. Esse garoto tá dizendo "melhor não comprar isso".

Lembrando da palavra do irmão respeitado, "siga o seu instinto", o homem comerciante fala com o garoto.

— Por quê? Nesse preço, não parece ser mau negócio, no entanto.

— Bom, se isso fosse mesmo golem de máquina antiga. Isso é falso, viu?

— Esse moleque! Zombando de nós, atrapalhando nosso negócio! Criança, sai daqui!

O homem grande careca avança pra expulsar o Kuon. Esquivando facilmente da mão que tenta segurar a nuca, o Kuon, "ton!", chuta o braço do golem, saltando até o ombro dele.

Depois, desce levemente na cabeça a pequena espada dentro da bainha. Som seco, "kaan!", ecoa ao redor.

— Esse som. Isso, não tem nada dentro, né? O Cristal Q, controle central do golem, tá onde?

Da Silvā, usada pra bater, ecoa voz tipo censura, "jovenzinho, por favor, não me trata mal assim…", mas o Kuon deliberadamente ignora.

— Cristal… eh? Sem falar coisa que não entendo, desce daí!! Ei, faz ele descer!

Quando o homem magro de nariz aquilino ordena o golem, o golem preto começa a se mover, tentando segurar o Kuon montado no ombro.

Esquivando facilmente disso, descendo no chão, o Kuon desembainha a Silvā na mão, cortando instantaneamente vários pontos da frente do golem.

Com isso, a armadura do peito do golem se solta, "goton!", e o interior fica exposto ao ar.

Ali, homem pequeno de rosto surpreso, sentado apertado, segurando manche de controle.

— Como imaginei, não era golem, era Dovueregu.

Dovueregu é máquina de trabalho de obra civil que o Grêmio Comercial Sutorando comercializa. Diferente de golem, é máquina que só se move se controlada por pessoa.

Geralmente, ainda não circula muito no mercado comum, atualmente, sendo majoritariamente investido em infraestrutura nacional.

Mesmo o Dovueregu sendo razoavelmente caro, é muito mais barato que golem de máquina antiga.

Ou seja, esses dois, ou melhor, incluindo o homem montado no Dovueregu, esses três, tavam tentando aplicar golpe fraudulento.

Mas, depois de vender, como pretendiam fazer o homem pequeno dentro escapar, afinal? Diante da fraude cheia de furos, o Kuon inclina a cabeça, mas, talvez pretendessem fugir escondido com o Dovueregu à noite mesmo.

— Chi…! Seu moleque desgraçado! Atrapalhando, oras!

O homem grande careca dispara chute sem piedade, mas o Kuon desvia, batendo levemente, "pon", na cintura do homem grande.

— [Paralyze]

— Gue!?

Junto com voz tipo sapo esmagado, o homem grande cai no local.

Assim mesmo, fluindo, o Kuon corta com a Silvā os dois braços e as duas pernas do golem cor de ferro escuro, ou melhor, do Dovueregu.

— Bu!?

Preso dentro do Dovueregu tombado pra frente, o homem pequeno fica incapaz de sair.

— Ku…!

— Não deixo escapar!

— Gya!?

O homem de nariz aquilino, que tentava fugir, é dominado por um dos espectadores, jogado no chão. O Kuon, que tentava usar [Olho Mágico da Fixação] pra impedir que fugisse, para o disparo do olho mágico no último instante.

— Ei, alguém chama a ordem de cavaleiros!

— Me dá algo pra amarrar! Prende também esse aí embaixo da sucata metálica!

Por algum motivo, os espectadores fazem barulho, "wawa", prendendo os três homens. Achando que era impossível prender pra criança, mas o Kuon, sem se importar, tira a poeira da própria roupa. Não sabe nem quer saber o que vai acontecer com os fraudulentos.

— Você! Não, me salvou. Obrigado. Quase fui enganado.

O homem comerciante agradece o Kuon. Se o Kuon não tivesse intervindo, teria comprado aquele Dovueregu por preço muitas vezes maior.

Sendo item raro, o homem comerciante se arrepende de ter se precipitado sem pensar. Envergonha-se no coração, pensando que faz sentido o irmão dizer "você ainda tá verde".

— Nessa era, no continente oriental, ainda não circula tão amplamente golem e Dovueregu assim, viu. Faz sentido ser enganado mesmo.

— "Nessa era"?

— Ah, não, sem se importar, por favor.

Na realidade, mesmo no continente oriental, golem e Dovueregu já começaram a circular razoavelmente, mas, sendo ainda maioria de transações prioritárias com o país, só circula boato no meio popular.

Já tem comerciante perspicaz comprando diretamente atravessando pro continente ocidental, então difundir amplamente deve ser questão de tempo.

Mesmo assim, não é coisa que cidadão comum consiga comprar tão facilmente.

— Como agradecimento por me salvar, queria fazer algo, mas… você, e os pais?

— Ah, ehm, tô numa viagem sozinho, sabe… os pais não tão presentes agora.

— Como assim…! Isso é grave, hein…

O homem comerciante observa de novo o garoto diante dele. Numa olhada, deve ter uns cinco, seis anos. Provisoriamente, parece portar espada, mas, pra viagem sozinha de criança, isso só não parece suficiente. Pela luta agora há pouco, parece ter habilidade considerável, mas, mesmo assim, sinto que tá desprotegido demais.

— Tem algum destino em mente? Eu vou agora pra Federação de Rōdomea, mas, se quiser, quer ir junto?

— A… obrigado pela oferta, mas o destino é oposto… pretendo ir pra Brunhild.

Que pena. Se o destino fosse oposto, com certeza queria levar. Se fosse isso, também daria pra comprar presente de algum jeito, e não precisaria mais nem se preocupar em ganhar dinheiro, pensa o Kuon dentro de si, desanimado.

— Hoo, Brunhild, é! Então, é perfeito. Meu irmão tem loja em Brunhild, sabe. Agora tá na capital imperial, mas deve voltar daqui alguns dias. Combinamos de encontrar aqui depois de tanto tempo, mas, se quiser, vou pedir pra ele levar você, o que acha?

— Verdade!? Isso ajuda muito!

O Kuon aceita gratamente essa oferta. Com isso, dá pra comprar presente também. Não precisa mais nem se preocupar em ganhar dinheiro. Exatamente o que desejava.

Enquanto o Kuon fica feliz, o homem comerciante, feito percebendo alguém atrás dele, acena a mão bem alto.

— Irmão! Aqui!

— Quanto tempo, Barakku. Nn? Esse garoto é…?

— Ah, eu sou… eh!?

Virando-se, o Kuon fica surpreso ao ver ali rosto conhecido. Ali estava, com aparência bem mais jovem do que o Kuon conhece, mas, sem dúvida, o comerciante de vestuário protegido pela família real de Brunhild, Zanakku Zenfīrudo.


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