Switch Mode

Isekai wa Smartphone to Tomo ni – Capítulo 523

O Retorno do Príncipe, e a Coroa de Prata

💗 Apoie o Nihon Project

Vire um apoiador mensal e ajude a manter as traduções saindo, com prioridade de capítulo e outras recompensas.

Apoiar no Apoia.se

Capítulo 523 – O Retorno do Príncipe, e a Coroa de Prata

O túnel pedido pelo País de Aço Gandirisu terminou de cavar com segurança, e voltamos pra Brunhild.

Mesmo dizendo isso, a Kūn, o Doutor, a técnica Eruka, o Professor e o pessoal continuam na cidade subterrânea pra analisar o Gigantesu.

Também tinham vários técnicos golem de Gandirisu reunidos na cidade subterrânea, mas ficaram surpresos que dois dos Cinco Grandes Mestres, o topo dos técnicos golem, estavam presentes.

— Aiaiai, que experiência terrível…

— Bom trabalho.

Apoiado, sem forças, no sofá da sala de estar, a Yumina me oferece chá.

As crianças, talvez estimuladas pela luta contra o Gigantesu, foram até a sala de jogos brincar competindo com Unidade Frame. A Eruze, a Hiruda, a Yae foram junto, então deve tá tudo bem. O Ende também foi junto com a Arisu.

— Faz tempo que não tô por perto, mas as crianças já se reuniram bastante mesmo, hein.

Igualmente recebendo chá da Yumina, a vovó Tokie bebe devagar, sorrindo no sofá.

Parece que a vovó Tokie ficou um tempo no Reino Divino. Originalmente, deveria estar reparando a barreira deste mundo, mas será que aconteceu algo, penso, mas.

— Faltam mais duas pessoas, né. Filho da Yumina e filha da Sū. …Quando reunir todo mundo, as crianças vão voltar pro futuro, né?

— Sobre isso, tá ficando um pouco complicado, sabe.

A vovó Tokie sorri, tipo sorriso contraído, colocando a xícara na mesa.

Complicado? Não pode ser… impossível de devolver pro futuro?

— Aa, não é isso. Só devolver pro futuro, não tem problema, sabe. Consigo devolver com segurança essas crianças pra época que estavam originalmente. Só que, do nosso lado, tem certa circunstância, então queria pedir pra ficarem aqui mais um pouco…

— Circunstância?

— Desculpa. Ainda não posso contar. Depois de investigar mais um pouco, quando ficar claro, conto de novo.

Mostrando cara de dificuldade, a vovó Tokie de novo leva a xícara à boca. Mumu, mais um pressentimento de coisa incômoda… só os "apóstolos do deus maligno" já são incômodos o suficiente, não quero que aconteça mais nada além disso.

Enquanto sinto forte pressentimento ruim, o smartphone no bolso avisa chamada.

— Ah, é do Zanakku-san. Que raro, hein?

O Zanakku-san, dono da loja de vestuário "Rei da Moda Zanakku", fez o vestido de noiva no nosso casamento, com isso, o nome dele ecoou pelo mundo todo de uma vez. Ele logo criou departamento de casamento, começando a vender pra realeza e nobreza de cada país, e esse vestido de noiva parece estar vendendo feito água.

Ocupado demais, depois do casamento, quase não teve contato. Será que aconteceu algo?

— Sim, alô?

『Alô. É Vossa Majestade o Príncipe-Rei? Deixa eu ver, eh? Passar? Mas… aa, uhum, cuidado pra não ser desrespeitoso, tá? Desculpa, um momento, vou passar』

Parece que do outro lado, tá conversando com outra pessoa. Passar? Pra quem?

『Alô. Passei o telefone, deixa eu ver, sou Mochizuki Kuon. Entende?』

— Nnnaa!?

O que ecoa no lugar do Zanakku-san é voz de menino sem nem a voz mudada ainda. Kuon? Disse Mochizuki Kuon!?

『Umm, tá ouvindo?』

— Ah, sim!? Tô ouvindo! Isso, é o Kuon mesmo…!?

『Sim. Sem dúvida. Por sorte, encontrei o Zanakku-san em Regulus, pedindo pra deixar ligar. O meu, ficou meio… perdi, então…』

Essa criança, é o Kuon… meu filho? Como direi, jeito de falar bem adulto…

Enquanto fico em dúvida se devo ficar feliz por ser criança inteligente ou lamentar por não ser infantil, a Yumina ao lado arranca à força o smartphone.

— A, alô!? Kuon, é o Kuon!? Sou a mamãe! Entende!?

Eeeh… espera, Yumina-san, isso não seria estranho? Eu tava falando, viu…

Tento pegar de volta o smartphone da Yumina, mas ela faz defesa habilidosa. Não é basquete, viu.

— Sim, sim. Entendido. Fica aí, tá!? Não se move, viu!

Dizendo isso, a Yumina, sem piedade, encerra a chamada. Espe, por que desliga!

— Touya-san! É a capital imperial de Regulus! Frente da estação de carruagem coletiva do distrito central! Vamos buscar agora mesmo!

— Eh? Aa, é isso, seria mais rápido assim mesmo…

Não precisa ser por telefone, dá pra conversar diretamente. Se souber o local, dá pra teletransportar com magia de teletransporte.

Olhando pra vovó Tokie, ela assente levemente. Certo, então vamos buscar o único filho homem.

— [Gate]

Assim que a porta do [Gate] abre, a Yumina salta pra dentro mais rápido que eu. Eh, Yumina-san, não tá apressada demais?

Pedindo pro pessoal que fica na sala pra depois, também atravesso o [Gate], saindo num beco perto da estação de carruagem coletiva onde já visitei algumas vezes.

Pra usar [Gate] discretamente, sempre checo esse tipo de lugar sem gente.

Já a figura da Yumina não tava mais ali, parece ter ido em direção à frente da estação.

Eu também corro pra fora do beco, apressado até a frente da estação onde já dá pra ver vários vagões alinhados. Então, ali, tava a figura da Yumina abraçando garoto de uns seis anos.

Ao lado, de pé sem entender nada, o Zanakku-san, e, ao lado dele, homem parecendo comerciante com rosto bem parecido com o Zanakku-san.

— Aa, Vossa Majestade Príncipe-Rei. Chegou. Então, essa criança realmente era parente de Vossa Majestade, é.

— A, isso, sim. Bom, isso mesmo.

Respondendo vago pro Zanakku-san, direciono de novo o olhar pra Yumina, e o garoto abraçado por ela pisca rápido, sofrendo, batendo, "tap", no ombro da Yumina.

— Espe, Yumina! O Kuon tá sofrendo, então solta um momento!

— Eh!? A, aa, desculpa! Sem querer…!

Liberado da Yumina, o Kuon solta grande suspiro, regularizando a respiração. Quanta força tava abraçando, afinal.

Pra garoto de seis anos, altura levemente baixa. Dá impressão delicada. Cabelo dourado igual à Yumina, preso atrás, à primeira vista, quase parece garota.

Esse Kuon direciona o olhar pra mim. Olho, mesma cor preta que eu.

— Por ora, tá tudo bem conversar em Brunhild? Aqui não dá pra conversar com calma.

— A, aa… uhum, é isso mesmo. Entendido.

Agradecendo ao Zanakku-san, no embalo disso, sou apresentado ao irmão dele. Parece se chamar Barakku-san. Faz sentido parecer, hein.

Parece ser gerente da filial de "Rei da Moda Zanakku" em Regulus. Tinha irmão, hein. Agradeço também ao irmão, mas recebo agradecimento de volta. Parece que estava prestes a ser enganado por vigarista, mas o Kuon salvou. Sério mesmo… bem firme, hein…

— Se for voltar pra Brunhild, dá pra levar, mas…

— Ah, não, sem se preocupar. Tenho algumas cidades pra parar no caminho, então…

O Zanakku-san também pensou em levar até Brunhild, mas foi recusado. Se for trabalho, não tem jeito.

No continente oriental, ainda o protagonista principal de transporte é carruagem. Se abrir trem mágico entre Brunhild e Regulus, deve ficar mais fácil, mas.

— Touya-san! Rápido!

A Yumina puxa a mão do Kuon, chamando com pressa. De relance, olhando, o Kuon segurava pequena espada na mão oposta à que segurava a Yumina. O Kuon usa espada, é.

Agradecendo mais uma vez ao Zanakku-san e ao irmão dele, voltamos de novo pro beco, pra Brunhild.

— De novo, sou Mochizuki Kuon. Nesta era, é a primeira vez que encontramos, mas, pai, mãe, por favor, cuidem de mim.

— A, aa, sim…

— Umm, será que dá pra ser um pouco mais relaxado? Sendo pai e filho, afinal…

Diante da saudação formal, mesmo a Yumina fica confusa. Será garoto sério demais?

— Não, sem se preocupar, por favor. Normalmente, sou assim mesmo. Já sou razoavelmente relaxado, viu?

Diz o Kuon, mas não parece tão relaxado assim. Se der mancada, é homem de negócios. Achava que garoto tivesse imagem mais barulhenta e agitada.

Sentando no sofá da sala de estar, o Kuon tira da mochila carregada nas costas caixa embrulhada em papel.

Colocando isso na mesa, empurra devagar, "susu", em nossa direção. Eh? O que é isso?

— Isso é presente. É de loja famosa por biscoito recomendada pelo Barakku-san. Espero que agrade o paladar de vocês.

— Espera um pouco, você, é realmente criança de seis anos!?

Preparar até presente pros pais, essa consideração toda, o quê!? Que filho capaz, francamente!

— Haa~… criança bem educada mesmo, hein…

— Será realmente mais nova que minha Rinne mesmo…

Chega esse tipo de voz da Rū e da Rinze, que observavam nossa situação.

Ouvindo essa voz, a Yumina ao lado fica extremamente feliz. Uhum, entendo o sentimento, mas melhor não sorrir tanto assim, "nianya".

Depois disso, ouvimos onde o Kuon apareceu, e como chegou até aqui. Como imaginei, ele também tinha perdido o smartphone.

No meio da neve de Erufurau, é. Faz sentido não ter jeito de procurar mesmo.

— Se for isso, usando magia [Apport] e [Teleport] aplicada, invoco o smartphone do Kuon…

Abro na lista de proprietário registrado no meu smartphone, mas percebo de repente.

…Espera? Qual seria o número de série do smartphone do Kuon? Ou melhor, não deveria estar registrado ainda! Ainda nem foi criado!

Quer dizer que preciso ir procurar diretamente… não, se usar [Search], deve achar de uma vez.

— Touya-san?

— Não, nada. Vou buscar rapidinho o smartphone do Kuon…

— Desculpa, pai.

Recebi desculpa do filho querido. Uuun, com educação tão firme assim, chega a fazer duvidar se é realmente meu filho. Ao contrário, sinto até levemente distante. Como diz a Yumina, queria que fosse um pouco mais relaxado.

Talvez não seja infantil, mas isso também deve ser individualidade dessa criança. Acho que não devo negar isso.

Por ora, pergunto ao Kuon a posição aproximada de onde deixou cair o smartphone, teletransportando pra Erufurau.

— Uwa, que friooo!

Encolho o corpo diante da paisagem de neve se estendendo e o frio.

Rápido, vou procurar e voltar. Ativo [Search]. Deixa eu ver… tá razoavelmente longe, hein.

Voando com [Fly] em cima da neve, derretendo a neve do local onde [Search] reagiu, logo encontro o smartphone do Kuon.

Ficou encharcado com a neve derretida, mas esse smartphone, aplicado com [Protection], não quebra tão facilmente por causa de água.

— Certo, recuperação completa. Vamos voltar logo.

Teletransportando de volta pra sala de estar do castelo, ao redor do Kuon, as crianças que voltaram da sala de jogos se reuniam animadas, "waiwai".

— Kuon, chegou tardeee! O que tava fazendo!?

— Bom, várias coisas… ah, irmã Rinne, isso é doce de presente de Regulus.

— Waa! Obrigada! Parece gostoso!

— Kuon-chan, se envolveu de novo em algum problema? Precisa tomar cuidado, viu.

— Não, não chega a se envolver… ah, pra irmã Furei, essa faca. É faca de design um pouco raro, mas.

— …Hee, faca com curvatura razoável pra ser feita em Regulus, hein. Fufu, nunca vi algo assim antes. Obrigada, viu.

O Kuon vai entregando um atrás do outro presente pras irmãs. Como direi, mais acostumado, ou melhor, manipulando com maestria, digamos.

— Kuon, Kuon! O meu!? A minha parte!?

Grudada firme, "bettari", ao lado do Kuon sentado no sofá, tá a Arisu. Pensando bem, se não me engano, a Arisu gosta do Kuon, né.

Enquanto lembro disso, "pon", batem no meu ombro. Virando-me, ali tava a figura do Ende, com sorriso, mas os olhos não sorrindo.

— Touya… o filho seu, ta-a-a-anto próximo demais da minha filha, não acha…?

Não, não, de qualquer ângulo, quem tá grudada é a Arisu, né… mesmo falando isso, não sei mesmo.

— A Sutefu e a irmã Kūn não tão presentes… ainda não chegaram?

— A Sutefu ainda não, mas a irmã Kūn foi resolver umas coisas em Gandirisu. Acho que deve voltar até a hora do jantar.

Diante da pergunta do Kuon, a Āshia responde. Depois, disse que a Yakumo vai buscar. Até lá, deve continuar insistindo na análise.

Explicado pela Āshia, o Kuon pega a pequena espada colocada ao lado.

— Que pena. Tinha presente exatamente ideal pra irmã Kūn.

『Espe, jovenzinho!? Presente, quer dizer sou eu, viu!?』

Nn!? Que voz foi essa agora? Aquela espada? A espada falou?

Enquanto todo mundo também se assusta, observando fixamente a espada falando, ela levita devagar, ainda dentro da bainha.

『Opa, atrasei em me apresentar. Sou Silvā, espada sovina. Mesmo com essa cara, por favor, contem comigo, senhoritas.』

Curvando o cabo elegantemente no ar, "pekori", é a espada. Mas por que jeito de falar tão subalterno assim… quase parece capanga do Kuon…

— Espada que fala, coisa rara mesmo… isso é item mágico?

— Não, com essa aparência, provisoriamente, é golem, dizem. O nome correto é [Infinito Silvā]. Segundo ele mesmo, parece ser obra do próprio Kuromu Ranshesu.

Diante da fala do Kuon respondendo à Yakumo, ficamos surpresos. Kuromu Ranshesu!? O técnico golem antigo que criou a série Coroa, do Arubusu e o pessoal!

Se é obra dele, quer dizer que… não pode ser…

— Coroa "Prata"…?

『Opa? Nome nostálgico de ouvir, hein. Já teve época em que me chamavam assim. Mas, sem ter [Habilidade de Coroa], não sei se posso dizer que sou "Coroa" mesmo.』

Diante do meu murmúrio, a espada chamada Silvā balança o cabo pros dois lados, tipo mexendo a cabeça.

— Sem [Habilidade de Coroa]?

『O desgraçado do Kuromu tava pesquisando se conseguia ativar [Habilidade de Coroa] sem "compensação". No processo disso, fui criado eu.』

Pensando bem, a Arubusu já mencionou algo assim antes.

Cinco mil anos atrás, o Kuromu Ranshesu, atravessando a barreira do mundo até o mundo aparente com o poder das Coroas "Preta" e "Branca", tentava voltar pro mundo oculto pra fugir das Phrase.

Mas, mesmo pagando a "compensação" da Coroa "Preta" pra voltar pro mundo oculto, o Kuromu ficaria jovem demais, morrendo.

Por isso, tentava criar Coroa sem "compensação".

Bom, no fim, antes de completar isso, começou a invasão das Phrase, e o Kuromu, descontrolando a Coroa "Branca", perdeu todas as memórias, dizem.

— Nn? Espera um pouco. Deixa de lado se é "Coroa" ou não, o Silvā é golem, né? Não pode ser, tem contrato de mestre com o Kuon?

『Perfeitamente』

— Eh!? Não lembro de ter feito!?

Diante da voz da Silvā, o Kuon arregala os olhos surpreso. Opa, é diferente?

『Eu sou tanto golem quanto criatura mágica, viu. Se o portador tiver aptidão pra manejar, faz contrato automático com essa pessoa.』

Segundo a história da Silvā, se quem segura a Silvā tiver aptidão pra manejar, automaticamente o contrato se realiza.

Não só a Silvā, criatura mágica chamada arma inteligente parece ser desse tipo geralmente. Digamos, tipo "só pessoa escolhida consegue manejar"?

E ainda, dependendo desse apto, a personalidade da Silvā também parece mudar.

『O apto anterior era cara que gostava de cortar pessoa mais que refeição de três vezes ao dia, tipo levemente doido da cabeça. Sendo contratado com esse cara, também fui influenciado, ficando um pouco descontrolado.』

— Ah, então, por isso, no primeiro encontro, tinha personalidade "matar, matar" assim… espera, então, quer dizer que a personalidade atual é influência minha…?

O Kuon mostra rosto tipo mordendo inseto amargo indescritível.

『Bom, sendo intimidado tanto assim, virei personalidade desse jeito mesmo. Deve ser personalidade mais apropriada pra parceiro do jovenzinho, né?』

De novo, o Kuon mostra expressão amarga. Ei, filho, o que você fez com essa espada, afinal?

…Mas, se esse cara for Coroa "Prata", quer dizer que a máquina que os apóstolos do deus maligno conseguiram, usando como chave da "Arca", é Coroa "Ouro"?

— Silvā, você sabe algo sobre a Coroa "Ouro"?

『"Ouro", é? Eu fico fixo no laboratório, então não sei bem. Só que, igual eu, o outro lado também foi criado baseado em criatura mágica, o Kuromu comentou vazando isso uma vez.』

Criatura mágica. Provavelmente, pro Kuromu Ranshesu, vindo do mundo oculto onde magia não se desenvolveu, deve ter sido material fascinante. Faz sentido não ser estranho pensar em híbrido com isso.

Criatura mágica, seria tipo golem, gárgula, mímica. Bom, originalmente, o próprio golem já tem bastante ponto em comum com golem (goolem), então talvez tenha afinidade mesmo.

— Como performance de arma, como é, afinal!? Eu tô curiosa nesse ponto!

A Furei, maníaca por armas, se aproxima, "guguu", da Silvā flutuando. Sem desviar mesmo, hein…

『Consigo virar grande ou pequeno conforme o dono, sabe. Ou seja, viro espada ideal pra qualquer um.』

— Eh, isso, a espada do papai também consegue.

Diante da explicação da Silvā, a Furei, empolgada, escuta, mas mostra expressão desanimada. Bom, é porque tenho aplicado a função de [Modeling], afinal.

『C, consigo disparar corte em direção a adversário distante…』

— Ataque de longo alcance? A do papai também consegue?

『T, também consigo paralisar o adversário incapaz de se mover!』

— Isso também consegue, sabe? Se trocar a bala aplicada, dá pra fazer dormir, ou queimar também, sabe?

Mais alguma coisa? Diante do olhar da Furei perguntando isso, a Silvā flutuando vai afundando aos poucos. Q, quando é assim, sinto que eu que fiz algo errado, francamente…

『C, consigo falar…』

Uhum, isso, meu Buryunhirude também não consegue. Bom, sendo máquina antiga, é função comum mesmo.

— Não entendi bem, mas, quer dizer que é versão inferior de Buryunhirude que fala?

『Uguu!?』

A Yoshino, inclinando a cabeça, dá opinião contundente afiada, e a Silvā desaba, "henahena". Melhor parar por aí, hein. Sinto pena, viu…

— Vem, vem, o Silvā também é espada razoavelmente útil, à sua maneira, sabe. Às vezes, um pouco incômodo, mas, surpreendentemente, dá pra usar, viu?

『Jovenzinho! Por favor, para de dizer palavra impossível de saber se é elogio ou insulto!』

O Kuon, com sorriso, disparando palavra bem afiada, e a Silvā morde de volta.

Bem afiado mesmo, hein… talvez meu filho tenha lado sombrio surpreendente escondido.

— Fica idêntico ao Touya-sama.

Vou fingir que não escutei o comentário disparado por trás pela Rū.


💚 Gostou do capítulo?

Um PIX rápido ajuda demais a manter o site no ar. Arrecadado esse mês: R$ ...

Fazer um PIX

Comentários

Opções

não funciona no modo escuro
Redefinir